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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-15</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Obesidade pediátrica: atenção ao IMC bom demais!...</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Benedita Bianchi de Aguiar<sup>I</sup>; Andrea Rodrigues<sup>II</sup>; Elizabeth Marques<sup>III</sup>; Miguel Costa<sup>I</sup>; Lúcia Gomes<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Serviço de Pediatria, Centro   Hospitalar de Entre Douro e Vouga    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>USF Egas Moniz,   ACES Entre Douro e Vouga    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>Serviço de Nutrição, Centro   Hospitalar Entre Douro e Vouga</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A obesidade   é a doença nutricional mais prevalente entre crianças e adolescentes, estimando-se que em Portugal uma em cada três crianças   têm excesso de peso ou obesidade. O seguimento multidisciplinar destas crianças/adolescentes é essencial para o sucesso   terapêutico, destacando-se a importância do acompanhamento posterior, em Consulta. O risco de voltar   a engordar ou o aparecimento de alguma patologia   que induza o emagrecimento são dois motivos   que justificam o seguimento das crianças/adolescentes em consulta,   após a normalização do IMC   (Índice de Massa   Corporal), como ilustram os dois   casos clínicos apresentados pelos autores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caso 1: Adolescente de 15 anos,   do sexo feminino, que foi orientada para a Consulta   de Nutri  ção Pediátrica do CHEDV (Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga),   por obesidade prim  ária,   aos 6 anos. Apesar da interven  ção alimentar   e comportamental, manteve   ganho ponderal, com IMC m  áximo   aos 13 anos. Desde ent  ão, iniciou   quadro de emagrecimento, que manteve mesmo ap  ós a normalização do IMC. Aos 14 anos foi-lhe diagnosticada uma anorexia nervosa, encontrando-se atualmente em seguimento, com o apoio da Pedopsiquiatria e da Psicologia, com evolução favorável.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caso 2: Adolescente de 13 anos,   do sexo masculino, que foi orientado para   a Consulta de Nutrição Pediátrica do CHEVD por excesso   de peso, aos 12 anos. A sua evolução foi favorável, normalizando o IMC após um ano de seguimento. Nessa altura iniciou quadro   de cólicas abdominais, emagrecimento e   posteriormente retorragias. Realizou   endoscopia digestiva baixa, tendo sido diagnosticado colite ulcerosa. Iniciou mesalazina e atualmente encontra-se clinicamente bem.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão: </b>Apesar da normalização do IMC, os dois adolescentes continuaram a emagrecer, demonstrando-se a existência de patologia subjacente a esse emagrecimento. Estes casos vêm realçar a importância da manutenção da vigilância   das crianças/adolescentes com obesidade ou excesso de peso   em Consulta, após a sua aparente “cura”. Não nos devemos esquecer que a normalização do IMC pode   ser “patológica”, devendo ser acompanhada e devidamente controlada pela equipa multidisciplinar.</font></p>      ]]></body>
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