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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-22</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Eritema perineal recorrente induzido por toxinas: caso clínico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Cristiana Martins<sup>I</sup>; Sara Dias Leite<sup>I</sup>; Aida Silva Sá<sup>I</sup>; Pedro Andrade<sup>II</sup>; Márcia Quaresma<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Serviço de Pediatria, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Serviço de Dermatologia, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução / Descrição de caso</b>: O eritema perineal recorrente   induzido por toxinas   (RTPE) foi descrito   pela primeira vez em 1996. É uma doença   rara mediada por superantigénios   (polipéptidos virulentos produzidos por microrganismos infeciosos, em especial   estafilococos e esptreptococos, capazes de se ligarem   diretamente ao complexo   major de histocompatibilidade   II e induzirem a proliferação não específica de células T) e caracteriza-se por um eritema   perineal quase sempre   precedido de um episódio febril   ou faringite sem alteração do estado   geral, com caracter recidivante, sem periodicidade particular. Apresenta-se o caso clínico   de um menino de 3 anos com episódios recorrentes de amigdalite aguda e eritema   perineal. O eritema   surge cerca de 24-36 horas após o início de febre,   sendo a cultura de estreptococo grupo A positiva   em alguns dos episódios. A evolução do quadro foi sempre favorável após instituição de antibioterapia. Fora destes episódios mantem áreas de hiperpigmentação pós-inflamatória residual.   Atualmente é seguido na consulta de Dermatologia e Otorrinolaringologia, aguardando amigdalectomia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Comentários / Conclusões: </b>O RTPE é uma entidade rara, cujo diagnóstico é fundamentalmente clínico, apesar de ser fundamental a determinação da exotoxina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora o tratamento com antibiótico seja eficaz, dada   a recorrência, a amigdalectomia é o tratamento gold-standard.</font></p>      ]]></body>
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