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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-26</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Kids &amp; Pets – a realidade da população pediátrica do CHEDV</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Sílvia Santos<sup>I</sup>; Benedita Bianchi de Aguiar<sup>II</sup>; Lúcia Gomes<sup>II</sup>; Miguel Costa<sup>II</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>USF Nordeste</font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Serviço de Pediatria, Centro   Hospitalar Entre Douro e Vouga</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>Quantas famílias   com filhos que convivem com animais domésticos, frequentemente, recorrem   ao aconselhamento com o pediatra? Sendo um assunto   controverso existem algumas evidências sobre os benefícios fisiológicos e psicológicos dos animais de estimação, nomeadamente na prevenção da obesidade infantil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Objetivos: </b>Caracterizar a população pediátrica com animais domésticos. Estabelecer uma relação entre   a posse de animais   de domésticos e gênero, idade, IMC, história de ataque/acidente com animais domésticos, zoonoses e prática de exercício.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos: </b>Estudo transversal descritivo com componente analítica. Dados colhidos através de questionário distribuído a uma amostra de conveniência e posteriormente analisados usando o programa Excel®.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados: </b>Dos 303 inquiridos, 64% possuem animais   domésticos. 47% dos inquiridos com animais domésticos levam o seu animal   a passear. Das   crianças e adolescentes com animais domésticos 59% têm peso normal, 39% obesidade e 2% excesso de peso.   53% dos que têm obesidade admitem passear o seu   animal de estimação, enquanto apenas 43% dos que têm   peso normal o fazem. Dos 303 inquiridos, apenas 12% revelaram já ter sofrido um ataque ou acidente por um animal. Não se registaram histórias de zoonoses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusões: </b>Não existem   diferenças estatisticamente significativas para as variáveis analisadas entre o grupo com   e o grupo sem animais   domésticos. Os autores   acreditam que outros fatores não avaliados, como o status   socioeconómico e etnia, possam ter influência nos   comportamentos das crianças; consideram   também que seria   necessária uma amostra   maior para que se possam aplicar as conclusões à população geral.</font></p>      ]]></body>
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