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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-32</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Síndrome Teebi-Shaltout – um caso raro</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Mónica Costeira<sup>I</sup>; Armandina Silva<sup>I</sup>; Ana Luísa Lobo<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Centro Hospitalar Alto Ave</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A Síndrome   de Teebi–Shaltout (TSS) é uma entidade clínica extremamente rara. Foi descrita   pela primeira vez em 1989 por Teebi e Shaltout. Desde   a primeira descrição foi publicado um artigo   relatando quatro casos   em 1993 e outro em 2013, relatando 3 casos. Todos   os casos apresentavam pais consanguíneos. Pensa-se que a hereditariedade seja autossómica recessiva, não havendo gene   causal identificado. As manifestações clínicas englobam várias   anomalias craniofaciais,   displasia ectodérmica, camptodactilia e apêndice caudal.   A presença de alterações craniofaciais, orais/dentárias–ectodérmicas e   esqueléticas são as características clínicas comuns a todos   os indivíduos previamente diagnosticados com TSS.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico: </b>Adolescente   de 12 anos, sexo feminino,   encaminhada para a Consulta de Pediatria Geral,   por volta dos 5   anos, por dismorfia craniofacial. Antecedentes pessoais e familiares irrelevantes, nomeadamente pais   não consanguíneos. Referência a fácies semelhante à bisavó materna. Apresentava escafocefalia,   hipertelorismo, proptose, ponte nasal bulbosa, palato alto e clinodactilia dos dedos mínimos.   Cariótipo 46XX. Desenvolvimento psicomotor adequado. Aos 8 anos de idade,   foi colocada a hipótese de diagnóstico provável   de TSS, pela Genética Médica. Atualmente, a adolescente referida tem 12 anos e mantém seguimento na Consulta de Pediatria Geral no CHAA.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>A TSS é uma entidade clínica extremamente   rara. As características fenotípicas anteriormente descritas podem estar presentes num grupo heterogéneo de doenças semelhantes   à TSS, tanto geneticamente como fenotipicamente.   Neste contexto, os autores pretendem dar conhecimento desta entidade e das suas características, de modo a sensibilizar   para o diagnóstico diferencial perante   uma criança com   quadro clínico sugestivo desta síndrome. Pretendemos também alertar para a importância de um aconselhamento genético adequado e atempado às crianças e adolescentes com   esta síndrome, dado o risco de recorrência na descendência.</font></p>      ]]></body>
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