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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">POSTERS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PM-41</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Alergia alimentar – a propósito de um relato de caso</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana Lourenço<sup>I</sup>; António Serrano<sup>I</sup>; Lúcia Torres<sup>II</sup>; Diogo Costa<sup>III</sup>; Olga Oliveira<sup>III</sup>; Rui Tiago Cardoso<sup>IV</sup>; André Moreira<sup>IV</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>USF Pedras Rubras</font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>USF Rebordosa    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>USF Viver Mais    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>IV</sup>UCSP Carvalhosa</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução</b>: As reações   alérgicas afetam mais de 22% de   crianças em toda a Europa, tendo se verificado um aumento das reações alérgicas graves, primariamente causadas   por alergias a alimentos. A prevalência da anafilaxia triplicou entre 1997 e 2008,   o que atendendo à sua gravidade, tem motivado   campanhas de educação, à escala   mundial, junto dos utentes e de divulgação a nível dos profissionais de saúde. O objetivo é uma abordagem precoce   e efetiva, na orientação de diagnóstico e tratamento, entre as diferentes especialidades médicas, Médicos de Família,   Pediatras e Imunoalergologistas. A DGS   publicou em 2011 uma norma sobre prescrição   dos exames laboratoriais na Avaliação da Doença Alérgica   e em 2012 publicou uma norma sobre   abordagem da anafilaxia, assim como um documento   relativo ao procedimento de notificação das reações adversas-Catálogo Português de Alergias e outras Reações Adversas (CPARA). Disponibilizou igualmente um manual para a educação do doente alérgico relativamente às medidas de evicção alimentar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico: </b>Lactente de 4 meses, sexo   masculino, gestação de 40 semanas   vigiada e período neonatal sem intercorrências, sem antecedentes patológicos pessoais ou familiares de relevo, a fazer aleitamento materno com boa tolerância.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Iniciou leite adaptado aos 3 meses   tendo, imediatamente após a primeira ingestão, desenvolvido eritema peribucal, que evoluiu para estridor e urticária generalizada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Á   entrada no SU do Hospital   de referência, apresentava-se com dificuldade respiratória, palidez   e cianose facial,   portanto, clinicamente uma reação de tipo anafilático.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estabilizado após   administração de adrenalina IM, corticoterapia ev, anti-histamínico ev e O2 suplementar, foi posteriormente encaminhado para   consulta de Imunoalergologia Pediátrica, onde mantém seguimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>O Médico Assistente assume um papel fundamental no diagnóstico precoce, prevenção e tratamento destes quadros clínicos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos doentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma história clínica detalhada, a identificação de possíveis   causas de alergia, realização criteriosa de exames complementares   de diagnóstico e a referenciação atempada para a especialidade de Imunoalergologia, constituem a base da abordagem das doenças do foro imunoalérgico.</font></p>     ]]></body>
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