<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0872-0754</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></abbrev-journal-title>
<issn>0872-0754</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Hospitalar do Porto]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0872-07542015000100029</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Forma adulta da doença de Pompe em Portugal]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Caseiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carla]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Laranjeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Francisco]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elisabete]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Helena]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Célia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fernanda]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Isaura]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Domingos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sónia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Eugénia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pacheco]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sara]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Quelhas]]></surname>
<given-names><![CDATA[Dulce]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lacerda]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lúcia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar do Porto - EPE Centro Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães Unidade de Bioquímica Genética]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar Unidade Multidisciplinar de Investigação Biomédica]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>20</day>
<month>02</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>20</day>
<month>02</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<volume>24</volume>
<fpage>27</fpage>
<lpage>27</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0872-07542015000100029&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0872-07542015000100029&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0872-07542015000100029&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana"> POSTER ABSTRACTS / RESUMOS DE POSTERS</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">P-20</font></b></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Forma adulta da doença de Pompe em Portugal</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Carla Caseiro<sup>I</sup>; Francisco Laranjeira<sup>I</sup>; Elisabete   Silva<sup>II</sup>; Helena   Ribeiro<sup>II</sup>; Célia Ferreira<sup>II</sup>; Fernanda Pinto<sup>II</sup>; Isaura Ribeiro<sup>I,II</sup>; Domingos Sousa<sup>I</sup>; Sónia Rocha<sup>I</sup>; Eugénia Pinto<sup>I</sup>; Sara Pacheco<sup>I</sup>; Dulce Quelhas<sup>I,II</sup>, Lúcia Lacerda<sup>I,II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Unidade   de Bioquímica Genética, Centro Genética Médica   Doutor Jacinto Magalhães, Centro   Hospitalar do Porto   - EPE, Porto, Portugal    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Unidade   Multidisciplinar de Investigação Biomédica (UMIB), Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), Universidade do Porto,Porto, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:carla.caseiro@chporto.min-saude.pt">carla.caseiro@chporto.min-saude.pt</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução</b>: A doença de Pompe (OMIM#232300) é uma doença lisossómica, de transmissão autossómica recessiva, causada por deficiência da enzima alfa-glucosidase ácida (GAA), codificada pelo gene <i>GAA </i>localizado no cromossoma 17q25. A função alterada   desta enzima provoca   acumulação intralisossomal de glicogénio em vários tecidos,   especialmente no músculo esquelético. A doença de   Pompe tem um espectro clínico muito   amplo, podendo apresentar-se com início precoce, durante   o primeiro ano de idade, rapidamente   progressivo, até início tardio - formas juvenis   ou adultas, consideradas raras   - com uma evolução lentamente progressiva. Nas formas adultas o quadro clínico   clássico é de uma   miopatia progressiva sendo o envolvimento cardíaco raro. As biópsias   musculares normalmente revelam   aumento de glicogénio mas uma biópsia   normal não exclui a patologia. Existe terapêutica enzimática de substituição (ERT)   desde 2006, que nas formas de início tardio   asseguram a funcionalidade muscular e a qualidade de vida. O início precoce do tratamento, antes da destruição da arquitetura muscular, permite melhores resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Objectivo</b>: Realizar uma análise retrospetiva dos doentes de Pompe,   forma adulta, diagnosticados no Centro de Genética Médica Doutor Jacinto Magalhães – Centro Nacional de Referência - desde 1984.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos</b>: O diagnóstico laboratorial da Doença de Pompe   poderá ser dividido   em 3 fases: screening inicial   pela determinação da atividade   da GAA em DBS (Dried Blood   Spots), confirmação do diagnóstico pela determinação da atividade da GAA em leucócitos totais ou fibroblastos culti- vados   e, finalmente, diagnóstico molecular para identificação das mutações causais no gene <i>GAA</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados</b>: Dos 47 doentes   de Pompe diagnosticados até ao momento, 23 casos, pertencentes a 17 famílias, apresentam a forma adulta da doença.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">São   apresentados os dados   clínicos, bioquímicos e de   genética molecular destes doentes, incluindo os que estão sujeitos a ERT, estabelecendo-se também as correlações genótipo-fenótipo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusões</b>: As formas adultas   da Doença de Pompe   são difíceis de detetar clinicamente porque se confundem com outras doenças neuromusculares e, pela sua prevalência, serem raramente equacionadas no algoritmo de diagnóstico. A consciencialização dos clínicos para esta possibi- lidade, de fácil e barato diagnóstico laboratorial, poderá levar a   uma diminuição do intervalo de tempo para obtenção do diagnóstico, com melhorias no prognóstico dos doentes sin- tomáticos e de outros familiares ainda assintomáticos.</font></p>      ]]></body>
</article>
