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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Medicina Departamento de Pediatria]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar São João Hospital Pediátrico Integrado São João NIDCAP Training Center]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Newborn Individualized Developmental Care and   Assessment Program (NIDCAP)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Hercília Guimarães<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I </sup>Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; Servi&ccedil;o de Neonatologia, S&atilde;o Jo&atilde;o NIDCAP Training Center, Hospital Pedi&aacute;trico Integrado, Centro Hospitalar S&atilde;o Jo&atilde;o, Porto</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topo" id="topo"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para nos situarmos   nesta filosofia de cuidados gostava   que me acompanhassem numa rápida viagem   através dos tempos   desde que o prematuro começa   a ser cuidado. E estou a reportar-me a meados do século XIX,   início do século   XX, quando surgiram as primeiras incubadoras. Nessa   época os recém-nascidos eram colocados nas   incubadoras, separados dos pais e famílias e em dias especiais faziam-se exposições para o público, como é do conhecimento dos   profissionais da perinatologia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Provavelmente alguns de nós recordam   esta época em que os bebés deixaram   de nascer em casa,   rodeados de todo o carinho   da família, para nascerem nos hospitais   e, se necessário, serem tratados em unidades de neonatologia, em que os pais unicamente visitavam os seus filho. Foi o início da separação do recém-nascido da família.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Eram unidades bem diferentes das actuais. Hoje apesar da alta sofisticação dos cuidados intensivos neonatais, estas unidades permitem   a presença, acompanhamento e parceria dos pais nos   cuidados diários ao bebé, assistindo-se a um maior envolvimentodos da família,   com crescente participação dos pais nos cuidados aos seus   filhos, a partir da segunda   metade do século XX.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E assim chegamos   aos cuidados centrados no desenvolvimento e na família   representado neste diagrama, que coloca o bebé e a família no centro dos cuidados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v24n3/24n3a01f1.jpg" width="297" height="260"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste Sistema de Cuidar o Bebé estão   incluídos os profissionais e a comunidade, com especial relevo para as associações de pais. Temos em Portugal   duas associações de pais prematuros (XXS e a Pais Prematuros) que têm feito   um excelente trabalho em Portugal, e que fazem parte   da EFCNI (European Foundation for the Care of the   Newborn), associação que congrega todas as associações de pais dos vários países e   que em colaboração com as sociedades científicas internacionais têm, igualmente como objetivo melhorar a qualidade da assistência perinatal   nos paises europeus,   e actualmente mesmo para além da Europa. Integram-na também peritos profissionais de Neonatologia. A sua presidente é Silke Mader   uma mãe de um bebé prematuro e também membro do conselho de administração da Federação Internacional de NIDCAP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E   então em que consiste este programa, esta nova filosofia de cuidados?</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O NIDCAP é uma forma integrada e holística dos cuidados de desenvolvimento   centrados no doente e na família. São também chamados   cuidados individualizados para o desenvolvimento, e por isso não obedecem   a um protocolo, mas sim a linhas de   orientação para cada recém-nascido. Sabemos   que o que funciona bem para um bebé   pode não funcionar   para outro, e o que hoje se adequa a um bebé, pode no dia seguinte não se adequar.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os profissionais devem a cada momento   saber interpretar os sinais dos recém-nascidos para orientar os cuidados, sendo fundamental a formação dos mesmos nesta área do conhecimento, dado que a   observação cuidada é a chave para entender o   comportamento do bebé,   conduzindo à correcta   adequação dos cuidados aos sinais que ele apresenta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No útero o feto espera   e recebe estímulos cutâneos e químicos   do líquido amniótico, o útero ajuda   o feto a manter a sua postura   fetal, o saco e líquidos amnióticos facilitam o desenvolvimento motor e o feto tem movimentos mais suaves e mais modulados. Também o ritmo circadiano e o estado emocional da mãe influenciam o comportamento do feto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Após o nascimento, os prematuros, principalmente os grandes prematuros, estão sujeitos a desafios inesperados para o seu cérebro imaturo   durante este período extremamente vulnerável do desenvolvimento cerebral. As experiência sensoriais nas unidades de cuidados   intensivos são muito negativas para o desenvolvimento cerebral, nomeadamente no que se refere ao ambiente (exposição   à luz, ao ruído) e às intervenções, que frequentemente são dolorosas, factos que se associam à diminuíção   das experiências positivas, que perderam com   o nascimento prematuro. Todos estes conhecimentos devem ser tidos em conta diariamente pelos profissionais de saúde que cuidam estes recém-nascidos nas unidades.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O papel do NIDCAP é minimizar o impacto no cérebro imaturo   de todas estas   influêcias negativas, e, ao mesmo   tempo, promovendo ou facilitando os aspectos que o   influenciam favoravelmente, poder   melhorar o desenvolvimento do cérebro e consequentemente os resultados a médio e longo prazo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O respeito pelo recém-nascido e família, na sua diversidade, salientando os pontos fortes, ser honesto nas informações, colaborar com a família   em todos os aspectos   que ela necessitar, favorecer o aleitamento materno, o contacto pele com pele e a parceria   de cuidados, promover   seminários de educação   para pais e família, facilitar as atividades de apoio   de pais para   pais, a presença ilimitada dos pais   nas unidades, a participação dos pais nos   cuidados e na tomada de decisão, a participação nas   visitas médicas, a transição para a alta e os cuidados no domicílio, o apoio de populações específicas, nomeadamente famílias rurais, estrangeiros e mães adolescentes, os cuidados paliativos e, por fim, o acompanhamento no luto, são aspectos que integram a filosofia NIDCAP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com a adopção   de estratégias baseadas   em NIDCAP que reduzem o stress é possivel minimizar a dor de forma não farmacológica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos   recentes mostram diminuição no tempo de internamento dos   recém-nascidos cuidados com esta metodologia, bem como uma melhoria do prognóstico neurológico dos prematuros aos   18 meses e na idade escolar, que receberam precocemente cuidados individualizados e de suporte ao seu desenvolvimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A diminuição da natalidade e o aumento   da prematuridade são uma realidade à qual não podemos   fugir, pelo que   sendo assim, a formação dos   profissionais de neonatologia nesta filosofia de cuidar parece-nos cada vez mais oportuna e necessária.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hoje   em dia acreditamos que esta forma   de cuidar deve   ser optimizada nas   unidades de cuidados   intensivos neonatais, reconhecendo que cada recém-nascido é um ser humano   integrado numa família.   O papel da equipa médica   torna-se assim mais complexo e desafiador, mas muito mais gratificante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente esta filosofia de cuidados constitui uma forma de marketing para as instituições hospitalares, que a adotam.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O sucesso desta   filosofia, com uma   abordagem multidisciplinar, no cuidado de re  cém-nascidos internados em cuidados intensivos é essencial para   o desenvolvimento dessas crianças, motivo pelo qual   o Serviço de Neonatologia do Centro Hospitalar São João iniciou a sua implementação em 2003, e em 1 de Abril de 2015 abriu o 1º Centro de   formação de NIDCAP   em Portugal, o São João NIDCAP Training Center.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com a abertura   deste centro, o 11º Centro de Formação   de NIDCAP na Europa, o serviço   pretende garantir a formação interna   a todos os profissionais, para que todos os   recém-nascidos admitidos no serviço possam beneficiar deste programa, bem como   dar formação aos profissionais de outros serviços   de neonatologia que o pretendam, quer em Portugal quer no estrangeiro, nomeadamente nos países de língua portuguesa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;      Als H. Neurobehavioral development of the premature infant.   Avery ME, First LR (Eds.). Pediatric Medicine. Baltimore: Williams and Wilkins, 1994:155-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000037&pid=S0872-0754201500040000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Wender E, Committee on Psychosocial Aspects   of Child and Family Health. Supporting the family after   the death of a child. Pediatrics 2012;130(6):1164</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000039&pid=S0872-0754201500040000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Dobbins N, Bohlig C, Sutphen   J. Partners in growth: Implementing family-centered changes in the neonatal intensive   care unit. Children’s Health Care 1994; 23(2), 115-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000040&pid=S0872-0754201500040000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Gooding JS, Cooper   LG, Blaine AI,   Franck LS, Howse   JL, Berns SD.   Family Support and Family-Centered Care in the   Neonatal Intensive Care Unit: Origins, Advances, Impact. Semin Perinatol. 2011;35(1):20-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000042&pid=S0872-0754201500040000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Calabretta N, Cavanaugh S, Malone M, Swartz BJ.A hospital-based patient   nd family education center:   if you build it, will they come? Med Ref Serv Q. 2011;30(1):19-30</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000044&pid=S0872-0754201500040000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Gooding JS, Cooper   LG, Blaine AI,   Franck LS, Howse   JL, Berns SD.   Family support and family centered care in the neonatal intensive care unit: origins, advances, impact. Semin Perinatol. 2011; 35(1):20-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000045&pid=S0872-0754201500040000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Als H, Duffy   FH, McAnulty G, Butler SC, Lightbody L, Kosta S, Weisenfeld   NI, Robertson R, Parad RB, Ringer SA, Blickman JG, Zurakowski D, Warfield SK.”NIDCAP improves brain function and structure in preterm infants   with severe intrauterine growth restriction.” Journal of perinatology : official journal of the California Perinatal Association. 2012 Oct; 32(10):797-803</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000047&pid=S0872-0754201500040000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Legendre V, Burtner PA, Martinez KL, Crowe   TK.The evolving practice of developmental care in the neonatal unit: a systematic review. Phys Occup Ther Pediatr. 2011;31(3):315-38</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000048&pid=S0872-0754201500040000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   McAnulty G, Duffy FH, Kosta S, Weisenfeld NI, Warfield SK, Butler SC, Bernstein   JH, Zurakowski D, Als H. School Age Effects of the Newborn   Individualized Developmental Care and Assessment Program   for Medically Low-Risk   Preterm Infants: Preliminary Findings. J Clin Neonatol. 2012;1(4):184-94</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000049&pid=S0872-0754201500040000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Milgrom J, Newnham   C, Anderson PJ, Doyle LW, Gemmill AW, Lee K, Hunt RW, Bear   M, Inder T. Early sensitivity training for parents of preterm infants: impact on the developing brain. Pediatr Res. 2010; 67(3):330-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000050&pid=S0872-0754201500040000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Flacking R, Lehtonen L, Thomson G, Axelin A,   Ahlqvist S, Moran VH, Ewald U, Dykes   F. Closeness and separation in neonatal intensive care. Separation and Closeness Experiences in the Neonatal Environment (SCENE) group. Acta Paediatr. 2012;101(10):1032-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000052&pid=S0872-0754201500040000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Roofthooft   DW, Simons SH,   Anand KJ, Tibboel   D, van Dijk   M. Eight years   later, are we still hurting newborn infants? Neonatology. 2014;105(3):218-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000054&pid=S0872-0754201500040000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Björn Westrup. Family-Centered Developmentally Supportive Care. Neoreviews 2014;15;e325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S0872-0754201500040000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Guimarães H, Rocha G,   Almeida F, Brites M, Van Goudoever JB, Iacoponi F, Bellieni C, Buonocore G. Ethics in neonatology: a look over Europe.J Matern Fetal Neonatal Med. 2012;25(7):984-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0872-0754201500040000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Moura H, Costa V, Rodrigues M, Almeida F, Maia T, Guimarães H.End   of life in the neonatal intensive care unit.Clinics (Sao Paulo). 2011; 66(9):1569-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0872-0754201500040000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Soares C, Rodrigues M, Rocha G, Martins A, Guimaraes H. End of Life in Neonatology: Palliative Care Integration. Acta Med Port 2013;26(4):318-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0872-0754201500040000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Guimarães H, Rocha G, Bellieni C, Buonocore G. Rights of the newborn and endof-life decisions. J Matern Fetal Neonatal Med. 2012;25 Suppl 1:76-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0872-0754201500040000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Donovan LA, Wakefield CE,   Russell V, Cohn RJ Hospital-based bereavement   services following the death of a child: A mixed study review. Palliat Med. 2014 Nov 13. pii: 0269216314556851.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0872-0754201500040000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;     <a href="http://www.efcni.org/" target="_blank">http://www.efcni.org/</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;       <a href="http://www.uenps.com/" target="_blank">http://www.uenps.com/</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="end"></a><a href="#topo"><font size="2" face="Verdana">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</font></a></b>    ]]></body>
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