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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICAÇÕES ORAIS / ORAL PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>CO_01</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Intoxicações voluntárias na adolescência – casuística de 10 anos</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Joana Soares<sup>1</sup>, Jorge Ferreira<sup>1</sup>,  Joana Carvalho<sup>1</sup>, Nilza Ferreira<sup>1</sup></b></font></p>  <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup>  Serviço Pediatria, Centro Hospitalar Trás-os-Montes e Alto Douro</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdução: </b>A adolescência é uma fase complexa do desenvolvimento, caracterizada entre outros, por uma procura de novas experiências, tornando os adolescentes particularmente vulneráveis ao abuso de substâncias.</p>      <p><b>Objetivos e métodos: </b>Caracterizar as intoxicações voluntárias em adolescentes internados no serviço de Pediatria (sala de observações do Serviço de Urgência) do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro – Unidade de Vila Real e sua evolução ao longo dos anos. Para tal procedeu-se à análise retrospetiva dos processos clínicos dos adolescentes (10-17 anos) cujo diagnóstico de admissão foi o de intoxicação voluntária, no período compreendido entre 2005-2014.</p>      <p><b>Resultados: </b>Registaram-se 155 admissões, 48% do sexo masculino, com idade média de 14,88 anos. Registou-se um aumento gradual do número de casos/anos até 2009, mantendo-se estável a partir dessa altura. A maioria das intoxicações ocorreram à tarde (50%). As substâncias consumidas incluíram álcool em 51% e fármacos em 35.5% dos casos. O motivo mais frequente de consumo foi o social (58%), seguido de problemas familiares/afetivos (40%). Foram orientados para a consulta externa 55.5% (Pediatria e/ou Pedopsiquiatria). Não se verificou nenhum óbito.</p>      <p><b>Conclusões: </b>O álcool surge como principal substância de abuso na nossa população. À semelhança do encontrado por outros autores, a alta percentagem de admissões que referem problemas familiares/afetivos como motivo de consumo deve levar-nos a não negligenciar o seu acompanhamento posterior, uma vez que a intoxicação pode ser a ponta do iceberg de uma situação psicossocial complexa.</p> </font>      ]]></body>
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