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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICAÇÕES ORAIS / ORAL PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>CO_07</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Consumo de drogas entre adolescentes institucionalizados</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Vera Baptista<sup>1</sup>, Susana Carvalho<sup>1</sup>, Teresa Pontes<sup>1</sup>, Henedina Antunes<sup>1,2,3,4</sup></b></font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup> Unidade de Adolescentes, Serviço de Pediatria do Hospital de Braga    <br> <sup>2</sup> Consulta de Gastrenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica do Hospital de Braga    <br> <sup>3</sup> Instituto de Ciências da Vida e da Saúde (ICVS), Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>4</sup>  ICVS/3B’s Laboratório Associado, Universidade do Minho</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução: </b>o consumo de drogas na adolescência é um problema preocupante. Pretendemos caraterizá-lo numa população de adolescentes institucionalizados do concelho de Braga.</p>     <p><b>Metodologia: </b>aplicação de um inquérito a uma amostra de conveniência, constituída pelos adolescentes de 5 instituições de solidariedade social.</p>     <p><b>Resultados: </b>o estudo incluiu 68 adolescentes, 42 de género feminino, com idade média 15,4 (12-18) anos. Todos afirmavam já ter ouvido falar de drogas, 41% em casa, 48% na instituição, 75% na escola, 57% na televisão, 54% com os amigos ou noutro contexto12%.</p>      <p>Na amostra, 60 afirmaram ter amigos fumadores, 43 (63%) afirmaram já ter experimentado, com idade média de 12,5 (7-16) anos, dos quais 26 mantêm o consumo, 13 diariamente. Os que mantêm o consumo diariamente têm idade média 15,8 anos e fumam em média 5,1 cigarros/ dia.</p>      <p>Relativamente ao álcool, 44 afirmaram ter amigos consumidores, 52 (76%) afirmaram ter experimentado, com idade média de 12,5 (9-17) anos. Destes, 13 mantêm o consumo, com idade média 16,2 anos.</p>      <p>Relativamente a outras drogas, 32 afirmaram ter amigos consumidores, 21 (31%) tinham experimentado, dois não sabiam que droga estavam a consumir. A substância mais consumida foi o haxixe (20), um referiu ter consumido anfetaminas, um cocaína e um outro estimulantes. As substâncias foram preferencialmente consumidas fumadas (23) e, menos frequentemente, em comprimidos (5). Tinham idade média 12,5 (10-16) anos. Destes, 9 mantêm o consumo, (diário em 3, 2 a 3 vezes por semana em 2, ou esporádico em 4).</p>      <p>Os locais mais citados para estes consumos foram as escolas e a rua. As razões que motivaram o consumo mais referidas foram esquecer um acontecimento desagradável ou por diversão.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No total, 9 já tinham sido submetidos a pesquisa de drogas no sangue/ urina e 31 afirmaram ter familiares consumidores de drogas.</p>      <p><b>Conclusão: </b>nesta amostra, a maioria dos inquiridos afirmou já ter experimentado algum tipo de droga, com uma idade média mais precoce que a relatada noutros trabalhos. A primeira experiência ocorreu em idade semelhante independentemente do tipo de droga. O álcool foi a substância que mais afirmaram ter experimentado; o tabaco foi a mais associada ao consumo continuado. Entre as substâncias ilícitas, a cannabis foi, à semelhança de outros resultados nacionais, a mais consumida. O consumo ocorreu preferencialmente na escola.</p>  </font>       ]]></body>
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