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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICAÇÕES ORAIS / ORAL PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>CO_18</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Tumefação craniana de novo – um desafio diagóstico</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Ana Maria Ferreira<sup>1</sup>, Joana Silva<sup>1</sup>, Virgínia Monteiro<sup>1</sup>, Susana Tavares<sup>1</sup>, Ricardo Araújo<sup>1</sup>, Cristina Rocha<sup>1</sup></b></font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup> Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdução: </b>A coleção líquida subaponevrótica é uma tumefação craniana, benigna, que surge semanas após o nascimento, decorrente provavelmente de um parto traumático. O diagnóstico é desafiante uma vez que há poucos casos descritos na literatura. O tratamento recomendado é conservador, já que na maioria dos casos há resolução espontânea.</p>      <p><b>Caso Clínico: </b>Descreve-se um caso de uma lactente de 2 meses com antecedentes de parto distócico por ventosa e de um cefalohematoma occipitoparietal direito com reabsorção espontânea no período neonatal. Observou-se, de novo e com 6 dias de evolução, uma tumefação occipitoparietal direita com 5-6 cm de maior diâmetro, de volume oscilante, consistência mole, móvel nos planos superficiais, transluzente, indolor e sem sinais inflamatórios, permanecendo a criança clinicamente bem. O estudo analítico, radiografia do crânio e ecografia transfontanelar não tinham alterações de relevo. A ecografia de partes moles mostrou uma coleção líquida, sugerindo a possibilidade de um cefalohematoma. Foi feita punção aspirativa com saída de líquido sero-hemático, sem qualquer crescimento bacteriano. Ponderando-se a possibilidade de uma malformação congénita foi realizado RMN CE que evidenciou uma coleção liquida subgaleal. Após revisão da literatura, o diagnóstico de coleção liquida subaponevrótica revelou-se o mais provável e o tratamento tem sido conservador.</p>      <p><b>Comentários: </b>Apesar do impacto da sua apresentação clínica, trata-se de uma entidade benigna, pouco descrita na literatura, sendo por isso fundamental que os prestadores de cuidados de saúde estejam aptos para um diagnóstico imediato e um acompanhamento adequado, que passa por medidas de vigilância até à completa resolução ao fim de algumas semanas.</p>  </font>      ]]></body>
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