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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS / POSTERS PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font size="2" face="Verdana"><b>PD_12</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Úlcera de Lipschutz como manifestação de primo-infeção por vírus Epstein-Barr</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Juliana Maciel<sup>1</sup>; Katarina Kieselová<sup>1</sup>; Victoria Guiote<sup>1</sup>; Martinha Henrique<sup>1</sup>; Teresa Rezende<sup>1</sup></b></font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup> Centro Hospitalar de Leiria, Hospital de Santo André</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdução: </b>A úlcera de Lipschutz é uma entidade rara, clinicamente caracterizada pelo aparecimento súbito de úlceras vulvares dolorosas em mulheres jovens sexualmente não ativas, rara em crianças. A etiologia é desconhecida, mas recentemente surgiram vários relatos que relacionam a primo-infeção pelo vírus Epstein-Barr com esta entidade. O diagnóstico é equacionado após exclusão de outras causas de ulceração genital, nomeadamente causas autoimunes, traumáticas e de doenças sexualmente transmissíveis.</p>      <p><b>Caso Clínico: </b>Apresenta-se o caso de uma criança de 12 meses, que surge com ulceração vulvar dolorosa, associada a febre e otite média aguda. Dos exames complementares realizados, de salientar a serologia para vírus Epstein-Barr positiva e restante estudo analítico sanguíneo e de imunodeficiências negativo. A evolução foi favorável, com resolução das lesões após 6 semanas e sem recorrência durante os 6 meses de seguimento em consulta.</p>      <p><b>Comentários: </b>Quando as causas mais comuns de úlcera genital são excluídas e não há história de contato sexual, a úlcera de Lipschutz deve ser incluida no diagnóstico diferencial, em particular nesta faixa etária.</p>  </font>       ]]></body>
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