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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Três hérnias epigástricas na mesma criança: um desafio estético]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS / POSTERS PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font size="2" face="Verdana"><b>PD_27</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Três hérnias epigástricas na mesma criança – um desafio estético</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Catarina Sousa<sup>1</sup>, Ana Coelho<sup>1</sup>, Sofia Marinho<sup>1</sup>, Ferreira de Sousa<sup>1</sup>, Fátima Carvalho<sup>1</sup></b></font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup> Serviço de Cirurgia Pediátrica, Centro Materno Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdução: </b>A hérnia epigástrica é uma patologia congénita, apresentando-se como um pequeno defeito na linha média da parede abdominal, entre o umbigo e o esterno. É visível como uma protuberância pequena e facilmente diagnosticada com a manobra de Valsalva. Apesar da maioria ser assintomática existem casos de dor durante a realização de exercício físico. A prevalência da hérnia epigástrica encontrada na literatura ronda os 10%. Ao contrário de outros tipos de hérnias, a hérnia epigástrica não resolve espontaneamente e necessita de correcção cirúrgica. Apresentamos o caso clínico de uma criança de 5 anos, sexo masculino, com diagnóstico de três hérnias epigástricas e submetida a uma correcção cirúrgica minimamente invasiva para superar o desafio estético.</p>      <p><b>Caso Clínico: </b>Criança de 5 anos, sexo masculino, com queixa de dor localizada à linha branca, que agravava com a atividade física. Ao exame objetivo, identificavam-se três protusões a nível da linha branca compatíveis com defeitos herniários.</p>      <p>Dados os múltiplos defeitos da linha branca e os resultados estéticos da correção da abordagem por via aberta serem insatisfatórios, foi proposta correção laparoscópica.</p>      <p>Realizou-se a cirurgia utilizando uma abordagem minimamente invasiva com recurso a um trocar de 5 mm umbilical (óptica) e um trocar de 5 mm no quadrante inferior esquerdo para colocação do instrumento de trabalho (dissector com coagulação). Para o encerramento do defeito recorremos à técnica de PIRS-like, utilizando a punção percutânea com abocath e confecção de alças com fio não-reabsorvível e absorvível respectivamente, de modo a realizar um ponto em X.</p>      <p>Não se registaram intercorrências no período intra e pós-operatório, com resolução completa das três hérnias e sem evidência de recidiva.</p>      <p>O resultado estético pretendido foi alcançado e satisfatório e as incisões são imperceptíveis quando observadas um mês após a cirurgia.</p>      <p><b>Comentários: </b>Apesar da abordagem standard da hérnia epigástrica ser a herniorrafia por via aberta, existem situações em que ela pode ser questionada. Neste caso, na presença de três hérnias epigástricas, a necessidade de uma abordagem com melhores resultados estéticos impunha-se e a técnica proposta permite a resolução adequada e o resultado estético pretendido. Na população pediátrica, a abordagem laparoscópica para correcção de hérnias epigástricas encontra-se ainda com pouca frequência descrita na literatura, mas revelou ser a solução eficaz no tratamento deste caso clínico.</p> </font>       ]]></body>
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