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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS / POSTERS PRESENTATIONS - ABSTRACTS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>PD_29</b></font></p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Hipertransaminemia na adolescência: análise dos &uacute;ltimos 10 0nos num hospital terciário</font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Fábia Carvalho<sup>1</sup>, Inês de Medeiros<sup>1</sup>, Teresa Pontes<sup>1</sup>, Marina Majar<sup>2</sup>, Alexandra Estrada<sup>2</sup>, Henedina Antunes<sup>3,4</sup></b></font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p><sup>1</sup> Serviço de Pediatria do Hospital de Braga    <br> <sup>2</sup> Serviço de Patologia Clínica do Hospital de Braga    <br> <sup>3</sup> Unidade de Gastrenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica do Hospital de Braga    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>4</sup> Instituto de Ciências da Vida e da Saúde (ICVS), Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho e Laboratório Associado ICVS´s/3B´s, Braga/Guimarães</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução: </b>O aumento das transamínases em idade pediátrica é frequente e está associado não só a causas hepáticas como extra-hepáticas, embora menos frequentes. Assim, o objetivo do presente estudo é descrever as causas mais frequentes de hipertransaminemia na adolescência.</p>      <p><b>Métodos: </b>Estudo de coorte retrospetivo que incluiu todos os adolescentes (10 aos 17 anos e 365 dias) que apresentaram valores de transaminases (T) elevadas, entre 1 de janeiro de 2004 e 31 de dezembro de 2014, num hospital terciário. Todos os valores elevados de T foram fornecidos pelo Serviço de Patologia Clínica e adequados ao sexo e idade e foram revistos os dados destes doentes no processo electronico, aplicação Glintt. Na análise estatística utilizou-se o teste t.</p>      <p><b>Resultados: </b>Foram incluídas 63 medições correspondentes a 39 casos, 54% do sexo masculino. A mediana de idades foi de 15 anos (mínimo: 10; máximo: 17 anos). O valor máximo de TGO e TGP foi de 1741 e 1332U/L, respetivamente. Os valores de TGO e TGP foram superiores no sexo feminino (p=0,020 e p=0,035). O aumento de desidrogenase láctica (LDH) e creatinofosfoquinase (CK) foi estatisticamente superior para valores de TGO superiores a 100U/L (p=0,001e p=0,045, respectivamente). Os valores de TGP mais elevados estiveram associados a valores de CK e proteína C reactiva (PCR) aumentados (p=0,013 e p=0,001). O aumento da TGP está associado ao aumento da TGO (p=0,003), mas o contrário nem sempre se verifica (p=0,318). A maioria das medições foram pedidas pelo Serviço de Urgência de Pediatria (57,5%), seguida da Consulta de Gastroenterologia Pediátrica (12,5%). A maioria dos casos de hipertransaminemia (30%) foram de causa infecciosa, destes, 23% corresponderam a casos de Mononucleose Infecciosa (MI) e 18% a casos de hepatite de diferentes etiologias – fígado gordo, auto-imune, medicamentosa e vírus da Hepatite A e B. Foram também descritos casos de miosite, gastroenterite aguda, malária, obesidade, glicogenose tipo 1, estado de mal epiléptico e politraumatismos.</p>      <p><b>Conclusões: </b>Este trabalho permitiu rever algumas das causas mais frequentemente associadas ao aumento das transaminases na adolescência. A patologia infeciosa, nomeadamente a MI, é aquela com maior relevo, no entanto, muitas outras causas menos comuns podem estar associadas e devem sempre ser lembradas na abordagem etiológica.</p>  </font>      ]]></body>
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