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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>QUAL O SEU DIAGN&Oacute;STICO?  / WHAT IS YOUR DIAGNOSIS? </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Caso dermatológico </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Cristina   Madureira<sup>I</sup>; Alexandra Fernandes<sup>I</sup>;   Tânia Lopes<sup>I</sup>; Alexandra Sequeira<sup>I</sup>; Ana Paula Vieira<sup>II</sup>; Sónia Carvalho<sup>I</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I </sup>S. de Pediatria, Centro Hospitalar do M&eacute;dio Ave.4780-371 Santo Tirso,   Portugal.        <a href="mailto:cristina_duarte9@hotmail.com">cristina_duarte9@hotmail.com</a>;     <a href="mailto:xana_ffernandes@hotmail.com">xana_ffernandes@hotmail.com</a>; </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:tania-amorim-lopes@hotmail.com">tania-amorim-lopes@hotmail.com</a>;     <a href="mailto:alexandranunessequeira@gmail.com">alexandranunessequeira@gmail.com</a>; <a href="mailto:sonia070673@gmail.com">sonia070673@gmail.com    <br>   </a><sup>II </sup>S. de Dermatologia, Hospital de Braga. 4710-243 Braga, Portugal. <a href="mailto:paulavieira@netcabo.pt">paulavieira@netcabo.pt</a>      </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topo" id="topo"></a></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana"></font><font face="Verdana">     <p><font size="2" face="Verdana"> Menina de cinco anos com antecedentes de obstipação e enurese   noturna primária, medicada   com desmopressina. Referenciada pelo médico assistente à consulta de Pediatria por despigmentação e erosões vulvares associada a prurido   intenso, com dois   meses de evolução. Realizou tratamento oral   com flucloxacilina por suspeita   de vulvite bacteriana e vários tratamentos tópicos com hidrocortisona, sem melhoria clínica.   Ao exame objetivo, apresentava placa hipopigmentada e atrófica   envolvendo os grandes   lábios, pequenos lábios   e região perianal,   com periferia rosada   centrada por erosões   (a de maior diâmetro com 1cm) com fundo equimótico de predomínio na região perineal (<a href="#f1">Figura 1</a>). </font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana">&nbsp;</font><img src="/img/revistas/nas/v25n2/25n2a11f1.jpg" width="453" height="431"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dos exames complementares de diagnóstico   de realçar hemograma, ionograma e aminotransferases dentro da normalidade; VIH e VDRL negativos; ecografia reno-vesical sem alterações. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DIAGNÓSTICO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Líquen escleroso vulvar</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Foi   instituído o propionato de clobetasol a 0,05% em pomada. Cerca   de três meses   após o início   do tratamento, apresenta regressão franca das lesões,   mantendo apenas discreta   hipopigmentação residual na parte interna   dos grandes lábios   (<a href="#f2">Figura 2</a>). Suspendeu o propionato de clobetasol a 0,05% e manteve terapêutica com tacrolimus 0.1%. </font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v25n2/25n2a11f2.jpg" width="321" height="326"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">   <b>COMENTÁRIOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O líquen escleroso vulvar é uma dermatose   inflamatória crónica   idiopática. Surge em qualquer   idade, embora tenha uma distribuição   bimodal, com um pico pré-pubertário e outro pós-menopausa.<sup>1-4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pode ser totalmente assintomático ou ser responsável por quadros de prurido   e/ou ardor intenso. Na criança, a dermatose   pode manifestar-se por obstipação, sendo a dor perineal a sua causa e consequência. <sup>4,5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O líquen   escleroso vulvar manifesta-se, na fase precoce,   por pequenas pápulas eritematosas que coalescem originando placas eritematosas e, tardiamente, hipopigmentadas. A vagina e o   hímen são, geralmente poupados. São frequentes focos   de hiperqueratose, erosões e fissuras.<sup>3-6 </sup>A complicação mais temida é a malignização, estimando-se o risco em 4-6%.<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O diagnóstico de líquen escleroso vulvar é clínico,   tendo indicação para   fazer biópsia apenas   os casos em que há insuces-   so do tratamento de primeira linha ou dúvidas no diagnóstico.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O diagnóstico   diferencial inclui dermatoses vulvares que se apresentam por placas eritematosas,   erosões ou hipopigmentação,   nomeadamente líquen plano, vitiligo, psoríase, morfeia, líquen   simplex crónico, eczema   vulvar e hipopigmentação pós-inflamatória. No caso das crianças, é importante excluir a hipótese de abuso sexual.<sup>4-6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento de escolha   é o propionato de clobetasol   a 0,05% e tem como objectivo   o alívio sintomático e a interrupção do processo   inflamatório que poderá levar a destruição   das estruturas vulvares. Após controlo   da doença, uma terapêutica igualmente eficaz são os inibidores   da calcineurina (tacrolimus 0,1% ou   0,03%).<sup>3-6        </sup></font><font face="Verdana"> </font></p> <font face="Verdana">     <p><font size="2">O prognóstico e o curso   a longo prazo   da doença na criança   são desconhecidos, sendo necessária uma maior   sensibilização para o diagnóstico e tratamento adequados. <sup>4   </sup>    </font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vulvar lichen   sclerosus is an inflammatory dermatosis can occur at any age but tends to have   two peaks of onset: prepubertal and postmenopausal.      Timely and   adequate treatment can avoid the sequelae of   this condition.      We report a case of a five years old girl with lichen sclerosus in the vulvar region. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>lichen   sclerosus, vulva, infancy<i>. </i></font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana"><b>Palavras chave: </b>L&iacute;quen   escleroso, vulva, inf&acirc;ncia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana"><b><font size="3">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></font></p> <font face="Verdana">     <!-- ref --><p><font size="2">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;             Fonseca J, Silva   A, Guimarães M, Faria P, Bernardes Filho     F. Liquen escleroso extragenital em criança com boa resposta à colchicina. Revista SPDV   2013; 71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096217&pid=S0872-0754201600020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Coelho W, Diniz   L, Souza Filho   J. Líquen escleroso e atrófico – relato de dois casos de apresentação atípica. An Bras Dermatologia 2006; 297–300.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096219&pid=S0872-0754201600020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tavares E, Parente J,     Gonçalves A, Teixeira J, Martins C, Aranha     J. Líquen escleroso da vulva – revisão de 208 casos. Revista da SPDV 2012;   70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096221&pid=S0872-0754201600020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Batista P, Soares H,     Beires J, Afonso A. Líquen escleroso     vulvar na criança: um diagnóstico a ter em mente. Acta Pe-   diatr Port 2014; 45: 138-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096223&pid=S0872-0754201600020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Tavares E, Martins   C, Teixeira J. Dermatoses vulvares inflamatórias. Revista SPDV 2011; 69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096225&pid=S0872-0754201600020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Monsálvez V, Rivera   R, Vanaclocha F. Lichen sclerosus. Actas Dermosifiliogr 2010; 101: 31-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096227&pid=S0872-0754201600020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font face="Verdana"><a name="end" id="topo2"></a><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia    <br> </a></font></b></font><font size="2" face="Verdana">Cristina Madureira     <br> Serviço de Pediatria     <br> Unidade de Famalicão    <br> </font><font size="2" face="Verdana">Centro Hospitalar do Médio Ave     ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Rua Cupertino Miranda, apartado 31     <br> 4764-958 Vila Nova de Famalicão    <br> </font><font size="2" face="Verdana">Email: <a href="mailto:cristina_duarte9@hotmail.com">cristina_duarte9@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido a 20.02.2015 | Aceite a 16.11.2015 </font></p>      ]]></body><back>
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