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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hemangioma infantil e propranolol oral: recomendações atuais]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar do Porto Unidade de Investigação em Dermatologia ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Infantile hemangioma is a benign endothelial tumor characterized by rapid growth in the first months of life and spontaneous regression in subsequent years. Since 2008, the use of oral propranolol has been growing with superior efficacy compared to systemic corticosteroids and good safety profile, assuming a frontline position in the treatment of infantile hemangioma. In this paper, the authors propose an update on the latest recommendations for the management of patients with infantile hemangiomas and indication for treatment with oral propranolol.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b>ARTIGOS DE REVIS&Atilde;O / REVIEW ARTICLES</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="verdana">Hemangioma infantil e propranolol oral – recomendações atuais</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">Infant hemangioma   and oral propranolol current recommendations</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="verdana">Sandrina Carvalho<sup>I</sup>; Susana Machado<sup>II,III</sup>; Manuela Selores<sup>II,III</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>I </sup>S.   de Dermatologia, Centro Hospitalar do Porto. 4099-001 Porto, Portugal. <a href="mailto:carvalhosandrine@gmail.com">carvalhosandrine@gmail.com    <br> </a></font><font size="2" face="verdana"><sup>II </sup>S.   de Dermatologia e Unidade de Investigação em Dermatologia,   Centro Hospitalar do Porto. 4099-001 Porto, Portugal.   <a href="mailto:susanamlmachado@gmail.com">susanamlmachado@gmail.com</a>; <a href="mailto:dermat@sapo.pt">dermat@sapo.pt    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </a></font><font size="2" face="verdana"><sup>III </sup>Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto. 4050-313 Porto, Portugal. <a href="mailto:susanamlmachado@gmail.com">susanamlmachado@gmail.com</a>; <a href="mailto:dermat@sapo.pt">dermat@sapo.pt</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topo" id="topo"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O   hemangioma infantil é um tumor endotelial benigno caracterizado por um rápido crescimento nos primeiros meses   de vida e regressão espontânea nos anos subsequentes. Desde 2008, o uso do propranolol oral   tem sido crescente com eficácia   superior à corticoterapia sistémica e ótimo perfil   de segurança, assumindo uma posição de primeira linha   no tratamento do he-   mangioma infantil em idade pediátrica. Na presente revisão,   os autores propõem uma   atualização sobre as mais recentes recomendações para a abordagem dos doentes com hemangioma infantil e indicação para tratamento com propranolol oral.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-chave: </b>hemangioma infantil; propranolol; lactente; criança</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Infantile   hemangioma is a benign endothelial tumor characterized by rapid growth in the   first months of life and spontaneous regression in subsequent years. Since 2008, the   use of oral propranolol has   been growing with   superior efficacy compared to systemic corticosteroids and good safety profile,   assuming a frontline position in the treatment of infantile hemangioma. In this paper,   the authors propose   an update on the   latest recommendations for the management of patients with infantile hemangiomas and indication for treatment with oral propranolol.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Keywords: </b>infantile hemangioma; propranolol; infant; children</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O hemangioma infantil (HI) é um tumor vascular frequentemente observado   em idade pediátrica.<sup>1 </sup>Foram identificados como potenciais fatores de risco: o sexo feminino, a prematuridade e o baixo peso ao nascer.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A   fisiopatologia permanece desconhecida.<sup>3 </sup>Na   evolução natural do HI, distinguem-se três fases: proliferação, maturação e re-   gressão espontânea. Frequentemente inaparente ao nascer,   o HI surge e desenvolve-se rapidamente durante as primeiras semanas de vida, com involução progressiva nos anos subsequentes.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O HI pode aparecer em qualquer área da pele embora seja mais   comummente encontrado ao nível da cabeça e do pescoço variando consideravelmente na sua   extensão e profundidade.<sup>5 </sup>A maioria é superficial e bem delimitado, de cor vermelho-vivo. O hemangioma profundo é mais raro e surge com pele suprajacen-   te normal ou azulada.<sup>2 </sup>O atingimento visceral (hepático, aerodigestivo e/ou urogenital) é mais frequentemente observado em crianças com múltiplos hemangiomas.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A maioria   dos hemangiomas infantis   regride espontaneamente sem necessidade de tratamento (90% regridem totalmente até aos 9 anos de idade).<sup>7 </sup>No entanto, em determinadas situações será necessário ponderar a introdução de uma terapêutica (ex.: propranolol oral, corticoterapia sistémica, corticoterapia tópica   ou intralesional, timolol tópico, laserterapia e/ou cirurgia).<sup>8-12</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">O PROPRANOLOL</font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana">O propranolol é um betabloqueador não selectivo que actua   ao nível dos receptores &#946;1 e &#946;2. É utilizado desde há 40 anos para o tratamento de múltiplas patologias cardíacas com óptimo perfil de segurança em idade   adulta.<sup>13 </sup>Em 2008, Leauté-Labreze <i>et al </i>observaram incidentalmente uma acentuada redução   das dimensões de um volumoso HI facial no decorrer da administra-   ção de propranolol (3mg/kg/dia) para controlo de uma miocardiopatia hipertrófica.<sup>14 </sup>Desde então, o   propranolol tem demonstrado a sua superioridade   comparativamente aos corticóides sistémicos (maior eficácia e menor número de efeitos   laterais), assumindo uma posição   de primeira linha   no tratamento do HI.<sup>15 </sup>Foram propostos três   mecanismos de acção para os efeitos   precoces, intermédios e tardios do propranolol no HI: a) vasocon-   trição, responsável pela   mudança rápida da cor; b) bloqueio do eixo renina-angiotensina com   consequente diminuição da produ- ção de fatores proangiogénicos, tal como o fator de crescimento</font> <font size="2" face="verdana">endotelial vascular (VEGF); c) apoptose das células endoteliais.<sup>16 </sup>Os principais efeitos laterais do propranolol incluem: hipo</font><font size="2" face="verdana">tensão, bradicardia, hipoglicemia e broncospasmo, tal como extremidades frias, fadiga, sonolência, insónias, náuseas, vómitos, diarreia, caries e erupções cutâneas psoriasiformes.<sup>17</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">ABORDAGEM DOS DOENTES COM INDICAÇÃO PARA PROPRANOLOL ORAL</font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana">As principais indicações para o tratamento do HI são:   ulceração; localização com risco de compromisso visual, interferência com a alimentação ou risco de deformidade estética (ex.: nariz,   pavilhão auricular, lábios…)   e HI potencialmente fatal (obstrução da via aérea, localização   hepática e insuficiência cardíaca de   alto débito).<sup>6 </sup>A ulceração   e a localização peri-ocular são as indicações mais frequentemente responsáveis pela prescrição do tratamento betabloqueador (<a href="/img/revistas/nas/v25n3/25n3a05f1.jpg">Figura 1</a>-<a href="/img/revistas/nas/v25n3/25n3a05f2.jpg">2</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Previamente à introdução do propranolol oral, todos os doentes devem   ser avaliados. É necessária a realização de uma   história clínica detalhada, exame físico (tensão arterial, frequência cardíaca,   auscultação cardiopulmonar) e eletrocardiograma (ECG) para excluir a presença de contraindicações (bradicardia sinusal, hipotensão, bloqueio auriculoventricular de 2º e 3º grau, insuficiência cardíaca, asma   brônquica ou hipersensibilidade ao propranolol) (<a href="#g1">Gráfico 1</a>).<sup>18</sup></font></p>     <p><a name="g1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v25n3/25n3a05g1.jpg" width="561" height="709"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Devido ao pequeno número de crianças com alterações   eletrocardiográficas, certos autores   sugerem que a realização   do ECG seja limitada aos casos de bradicardia, ritmo cardíaco   irregular, história familiar   de arritmias ou cardiopatias congénitas e/ou história materna   de patologia do tecido conjuntivo.<sup>19 </sup>O   ecocardiograma está indicado se forem observadas alterações no exame físico ou   no electrocardiograma.<sup>15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Não está comprovado o benefício da administração do propranolol   em regime de internamento, exceto em determinadas situações: idade &lt;8   semanas de vida (corrigida   para a idade gestacional),   presença de comorbilidades e/ou casos sociais (20). Drolet <i>et al </i>recomenda   que a pressão arterial e a   frequência cardíaca dos doentes tratados em regime de am-   bulatório sejam avaliadas 1h e 2h após a primeira   toma de propranolol oral, tal como após cada aumento significativo da posologia &#8805;   0.5mg/kg/dia.<sup>18 </sup>Por rotina, não está recomendada a medição dos níveis glicémicos. No entanto,   de forma a minimizar   o risco de hipoglicemia, a toma do propranolol é efetuada às refeições   e deverá ser interrompida em caso de intercorrência infeciosa associada a diminuição   do aporte calórico.<sup>20</sup> Neste contexto,   a educação parental é fundamental   no sentido de realizar refeições frequentes e identificar os sinais de alarme associados   a hipoglicemia, hipotensão e/ou bradicardia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">As recomendações publicadas em Janeiro   de 2013 para o   tratamento de crianças com propranolol oral sugerem uma po-   sologia inicial de 1mg/kg/dia repartida em 3 tomas   diárias de 8 em   8h (T½ propranolol de 3-6 horas)   com aumento progressivo de 0.5mg/kg/dia após 3-7 dias de tratamento até atingir a posologia alvo de 2mg/kg/dia.<sup>18 </sup>O betabloqueador é geralmente mantido até ao final teórico da fase proliferativa por volta dos 12 meses de idade, sendo que a sua suspensão   imediata não parece estar   associada a um maior risco de efeitos laterais.<sup>15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">É   de salientar que certos hemangiomas mais profundos poderão proliferar durante   mais tempo, justificando o prolongamento do tratamento para além dos 12 meses   de idade.<sup>21 </sup>Por outro lado, dados   recentes também têm demons- trado alguma eficácia do propranolol na fase involutiva.<sup>15-22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Embora   os doentes que não respondem ao propranolol sejam pouco frequentes, a   existência de não respondedores primários permanece sem   explicação, sendo necessários mais estudos para determinar os mecanismos de ação do tratamen-   to betabloqueador.<sup>23 </sup>Em   caso de recidiva, a reintrodução do propranolol é geralmente eficaz,   reforçando a hipótese de uma maior   duração da fase proliferativa em determinados hemangiomas.<sup>24</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os hemangiomas faciais segmentares de grandes dimensões estão frequentemente associados a malformações complexas (PHACE <i>Posterior Fossa Malformation + Hemangioma   + Arterial Anomalies + Coarctation of the aorta + Eye abnorma-   lities). </i>A administração do propranolol em doentes com síndro-   me PHACE é controversa devido ao risco de acidente   vascular cerebral. A introdução da terapêutica betabloqueadora não está contraindicada em crianças com PHACE, no entanto estes   últimos deverão ser   submetidos a um exame cardiológico e neuro-imagiológico completo para excluir eventuais   alterações vasculares que aumentam o risco de isquemia cerebral (aplasia, hipoplasia ou oclusão   de uma artéria cerebral major; coartação da aorta).<sup>25</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">CONCLUSÃO</font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana">O propranolol é mais eficaz,   barato e está associado a uma   menor incidência de efeitos laterais comparativamente aos corticóides orais.   No entanto, a decisão terapêutica é baseada numa avaliação individual tendo em conta fatores   como a idade da criança, o tamanho e a localização do hemangioma, a fase   de desenvolvimento em que se encontra e o atingimento de outros órgãos.   Idealmente o tratamento deverá ser iniciado na fase   proliferativa de modo a minimizar as sequelas resultantes do crescimento do HI. Uma   avaliação multidisciplinar envolvendo dermatologistas, pediatras, médicos de família, cardiologistas pediátricos   e cirurgiões pediátricos é fundamental para   a atempada e adequada   orientação destes doentes. Encontram-se em estudo outros betabloqueadores mais cardiosselectivos, tal como o atenolol, para o tratamento do HI.<sup>18</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Kilcline C, Frieden IJ. Infantile hemangiomas: how common are they?   A systemic review of the medical literature. Pediatr Dermatol. 2008; 25: 168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096815&pid=S0872-0754201600030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Chiller KG, Passaro D, Frieden IJ. Hemangiomas of infancy: clinical characteristics, morphologic subtypes, and their relationship to race, ethnicity, and sex. Arch Dermatol. 2002; 138: 1567.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096817&pid=S0872-0754201600030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Barnes CM, Huang S, Kaipainen A. Evidence by molecular   profiling for a placental origin of infantile hemangioma. Proc Natl Acad Sci USA. 2005; 102: 19097.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096819&pid=S0872-0754201600030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Bruckner AL, Frieden IJ. Hemangiomas of infancy. J Am Acad Dermatol. 2003; 48: 477.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096821&pid=S0872-0754201600030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Drolet BA, Esterly NB,   Frieden IJ. Hemangiomas in children. N Engl J Med 1999; 341: 173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096823&pid=S0872-0754201600030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Haggstrom AN, Drolet BA, Baselga E, Chamlin SL, Garzon   MC, Horii KA, <i>et al</i>.   Prospective study of infantile hemangioma: clinical characteristics predicting complications and treatment. Pediatrics. 2006; 118: 882-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096825&pid=S0872-0754201600030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Chang LC, Haggstrom AN, Drolet BA. Growth characteristics of infantile hemangiomas: implications for management. Paediatrics. 2008; 122: 360.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096827&pid=S0872-0754201600030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Chan YC, Giam YC. Guidelines of care for cutaneous hemangiomas. Ann Acad Med Singapore. 2005; 34: 117-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096829&pid=S0872-0754201600030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Bennett ML, Fleischer AB, Chamlin SL, Frieden IJ. Oral corticosteroid use is effective for cutaneous hemangiomas. Arch Dermatol 2001; 137: 1208-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096831&pid=S0872-0754201600030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Pandey A, Gangopadhyay AN,   Sharma SP, Kumar   V, Gupta DK, Gopal SC. Evaluation of topical steroids in the treatment of superficial hemangioma. Skinmed. 2010;8: 9-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1096833&pid=S0872-0754201600030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">11.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Moehrle M, Léauté-Labrèze C, Schmidt V, Rocken M, Poets CF, Goelz R. Topical timolol for small hemangiomas of infancy. 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<body><![CDATA[<br>   Sandrina Carvalho    <br>   Serviço de   Dermatologia    <br>   Centro Hospitalar do Porto     <br>   Largo   Prof. Abel Salazar,     <br>   4099-001 Porto    <br>   Email: <a href="mailto:carvalhosandrine@gmail.com">carvalhosandrine@gmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido a 05.10.2015 | Aceite   a 18.04.2016</font></p>      ]]></body><back>
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