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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana"> INVITED SPEAKERS / COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES POR CONVITE </font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>CC-02</b></font></p>     <p><font size="4"><b><font face="Verdana">S&iacute;ndrome de  Marfan</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Margarida Venâncio<sup>1,2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Serviço de Genética Médica, Hospital Pediátrico, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, Coimbra    <br> <sup>2</sup>Serviço de Genética, Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra, Coimbra </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i> E-mail:</i> <a href="mailto:m.venancio@chuc.min-saude-pt">m.venancio@chuc.min-saude-pt</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Síndrome de Marfan (MIM#154700) é uma doença   autossómica dominante do tecido conjuntivo com uma prevalência de 1 em 5.000-10.000 recém-nascidos. Resulta de mutações no gene <i>FBN1</i>, que codi&#64257;ca a &#64257;brilina-1, um componente importante das micro&#64257;brilas da matriz extracelular.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se de uma doença multissistémica, cujas principais manifestações ocorrem a nível esquelético, ocular e cardíaco, consistindo este último a maior causa de morbimortalidade desta patologia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pela sua grande   variabilidade fenotípica e por algumas   manifestações terem uma penetrância dependente da idade, o diagnóstico   nem sempre é simples, sobretudo em crianças   e adolescentes. Assim, foram   sendo de&#64257;nidos vários   critérios de diagnóstico (Berlin   (1986), Ghent (1996)   e Ghent revistos   (2010)) com o intuito   de facilitar o diagnóstico clínico.   Em 2010, a re-   visão dos critérios de Ghent veio dar maior ênfase ao envolvimento cardíaco   (dilatação/dissecção da raiz da aorta),   ocular (<i>ectopia lentis</i>) e ao estudo   molecular. Propuseram-se a agilizar   e facilitar o diagnóstico clínico,   assim como, melhorar   o diagnóstico diferencial com outras entidades relacionadas com a Síndrome de Marfan.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um diagnóstico precoce   é crucial para   melhorar o prognóstico, adequar o acompanhamento e vigilância destes   doentes e instituir medidas   pro&#64257;láticas e terapêuticas. O acompanhamento dos doentes   com Síndrome de Marfan deverá   ser multidisciplinar,   envolvendo, entre outros, cardiologistas, oftalmologistas e ortopedistas. Para além do impacto   no próprio, são também óbvias as repercussões no aconselhamento genético da sua família.</font></p>      ]]></body>
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