<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0872-0754</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></abbrev-journal-title>
<issn>0872-0754</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Hospitalar do Porto]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0872-07542016000400009</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A visão do cardiologista]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elisabete]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Medicina Instituto de Investigação e Inovação em Saúde]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar São João Serviço de Cardiologia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<volume>25</volume>
<fpage>10</fpage>
<lpage>10</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0872-07542016000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0872-07542016000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0872-07542016000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana"> INVITED SPEAKERS / COMUNICA&Ccedil;&Otilde;ES POR CONVITE </font></b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">CC-09</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">A vis&atilde;o do  cardiologista</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Elisabete Martins<sup>1,2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Departamento de Medicina, FMUP, Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Universidade do Porto, Porto</font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup>Serviço de Cardiologia, Centro Hospitalar São João, Porto</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>E-mail:</i> </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:elisabetemartins09@gmail.com">elisabetemartins09@gmail.com</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos últimos anos, as doenças raras do metabolismo têm   vindo a despertar um interesse crescente no seio da comunidade cardiológica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Isto deve-se ao reconhecimento de que muitas doenças   tidas como “idiopáticas” são a&#64257;nal expressões fenotípicas de doenças genéticas, incluindo as do metabolismo, sendo que, para algumas   delas, existem já opções terapêuticas especi&#64257;cas, nomeadamente de substituição enzimática.   Estas mesmas terapêuticas têm permitido que um número   igualmente crescente de doentes atinja a idade adulta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Das inúmeras doenças   conhecidas destacam-se, pela fre-   quência relativa, as de armazenamento lisossómico (ex. Anderson-Fabry, mucopolissacaridoses), do metabolismo do gli-   cogénio (ex., Pompe, Danon), do metabolismo energético (ex. MELAS, MERFF) e as de armazenamento lipídico (ex. def. carnitina).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As manifestações cardíacas são diversas, embora   o envolvimento miocárdico   seja particularmente frequente. A maior di&#64257;culdade diagnóstica prende-se com a inespeci&#64257;cidade das manifestações e com a exigência técnica   de alguns dos procedimentos de diagnóstico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como ferramenta de apoio na complexa abordagem   diagnóstica das doenças   raras, foram propostas algumas recomendações   clínicas, destacando-se a nomenclatura das miocardiopatias (MOGES) proposta   pela World Heart Federation (J Am Coll Cardiol. 2013; 62 (22):2046-72).</font></p>      ]]></body>
</article>
