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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gastroenterite aguda: abordagem num hospital central 2 anos após as recomendações da ESPGHAN]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICAÇÕES ORAIS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">CO16_03</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Gastroenterite aguda: abordagem num hospital central 2 anos  ap&oacute;s as recomenda&ccedil;&otilde;es da ESPGHAN</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Rafael   Figueiredo<sup>1</sup>; Liliana Teixeira<sup>1</sup>;   Helena Moreira Silva<sup>1</sup>; Ana Ramos<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Pediatria do Centro Materno Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução</b>: Em   julho de 2014 a ESPGHAN publicou novas orientações relativamente à abordagem da gastroenterite   aguda (GEA). Objetivo principal: análise da abordagem diagnóstico-terapêutica no internamento de um hospital   central e comparação com as recomendações da ESPGHAN. Objetivo secundário: revisão da   epidemiologia dos internamentos por GEA na criança.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos</b>: Análise   retrospetiva dos 154 internamentos por GEA entre Agosto de 2014 e Julho de   2016. Critérios de exclusão: recém-nascidos, doença crónica, infeções noso- comiais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados</b>:   Incluídas 115 crianças, com mediana da idade de 2 anos (1.5meses-17anos). O   principal motivo de internamento foi intolerância oral (44.3%); a duração média   do internamento foi de 3.9 (SD3.5) dias. Solicitou-se pelo menos um exame   complementar de diagnóstico (ECD) em 100%: estudo analítico sérico em 96%;   exame virológico de fezes em 70.2%   e coprocultura em 30.9%. 45.7%   (n=37) dos exames virológicos   foram positivos [dos quais: rotavírus em 91.9%, adenovírus e norovírus em   8.1%]. 51.4% (n=18) das coproculturas foram positivas (Salmonella spp em 50% e Campylobacter jejuni 38.9%).</font> <font size="2" face="Verdana">A maioria (94.6%) fez fluidoterapia endovenosa e 34.8%   fez soluto de rehidratação oral. Nenhum fez rehidratação por sonda nasogástrica e apenas dois doentes foram medicados com probiótico. Não se registaram óbitos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão</b>: As   novas recomendações realçam a importância da rehidratação oral por sonda   nasogástrica e dos probióticos no tratamento da GEA. A investigação etiológica   não está habitualmente recomendada e o ionograma é o único exame com interesse na maioria   dos doentes internados. As principais divergências observadas entre a abordagem   efetuada e as recomendações foram as seguintes: uso excessivo de ECD, não uso da rehidratação oral por SNG e baixo uso de probióticos.</font></p>      ]]></body>
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