<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0872-0754</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Nascer e Crescer]]></abbrev-journal-title>
<issn>0872-0754</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Hospitalar do Porto]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0872-07542016000500007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Pneumotórax no adolescente: casuística de 10 anos]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Tânia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Falcão]]></surname>
<given-names><![CDATA[Inês]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Madureira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristina]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rolim]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sara]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Filipe]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fonseca]]></surname>
<given-names><![CDATA[Paula]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fernanda]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar do Médio Ave Unidade de Vila Nova de Famalicão Serviço de Pediatria]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar do Porto Centro Materno Infantil do Norte Serviço de Pediatria]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<volume>25</volume>
<fpage>14</fpage>
<lpage>14</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0872-07542016000500007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0872-07542016000500007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0872-07542016000500007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DAS COMUNICAÇÕES ORAIS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">CO16_07</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Pneumot&oacute;rax no adolescente &ndash; casu&iacute;stica de 10 anos</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Tânia Lopes<sup>1</sup>; Inês Falcão<sup>2</sup>; Cristina Madureira<sup>1</sup>; Sara Rolim<sup>1</sup>; Filipe Oliveira<sup>1</sup>; Paula Fonseca<sup>1</sup>; Fernanda Carvalho<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Pediatria   do Centro Hospitalar do Médio Ave, Unidade de Vila Nova de Famalicão    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2 </sup>Serviço de Pediatria, Centro Materno Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução e Objetivos: </b>O pneumotórax é uma entidade rara na adolescência sendo   a toracalgia um dos motivos frequentes de admissão no serviço de urgência (SU).   A sua abordagem baseia-se na dos adultos dada a escassez de protocolos   pediátricos. Os autores pretendem caracterizar os achados clínicos mais   frequentes em adolescentes com pneumotórax espontâneo (PE).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos: </b>Estudo   retrospetivo dos adolescentes internados num serviço   de pediatria por PE de julho de 2006 a junho   de 2016. Analisaram-se os dados demográficos, fatores de risco, apresentação clínica, classificação, terapêutica e recorrências.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados: </b>Durante   os 10 anos do estudo foram internados 9 adolescentes do género masculino com PE (idade   mediana 16 anos), correspondendo a 0.12% de todos os internamentos. Todos   recorreram ao SU por toracalgia e em 2 casos o diagnóstico não foi realizado na   primeira admissão. Ao exame físico,   oito apresentavam diminuição dos sons respiratórios. Nenhum doente   manifestava sinais de dificuldade respiratória ou hipóxia. Houve   predomínio do PE primário (n=7), lateralidade esquerda (n=7) e pneumotórax de   grande volume (n=7). Os 2 casos de PE secundário ocorreram em doentes com asma.   Quatro doentes apresentavam como fator   de risco o consumo regular   de drogas inaladas   (n=2 tabaco; n=2 tabaco e   canabinoides). O tratamento realizado foi: oxigenioterapia (n=9) e drenagem   (n=7). O PE recorreu em 6 doentes, os quais necessitaram de tratamento   cirúrgico. O número máximo de recorrências por doente foi três e o tempo   mediano entre os episódios foi 53 dias (mínimo 11 dias; máximo 730 dias). Todos   os doentes foram referenciados à consulta (duração mediana de seguimento 11 meses).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusões: </b>A   toracalgia associada a diminuição dos sons respiratórios, mesmo sem hipóxia ou   sinais de dificuldade respiratória, são achados muito frequentes em adolescentes com PE. Contrariamente aos adultos, o PE é raro em adolescentes mas existe elevada taxa de recorrência.</font></p>      ]]></body>
</article>
