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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_03</font></b></p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="4">Pneumot&oacute;rax em idade pedi&aacute;trica &ndash; casu&iacute;stica de um hospital  distrital</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana Lorenzo<sup>1</sup>; Inês Maio<sup>1</sup>; Susana Tavares<sup>2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Pediatria do Centro Materno Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2 </sup>Serviço de Pediatria/Neonatologia do Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>O   pneumotórax é uma entidade rara em Pediatria, cuja incidência é de 1.1 a 4   casos por 100 000, com um pico de incidência entre   os 16 e 24 anos.   É mais frequente no sexo masculino, sendo que, na maior parte dos   casos, não surge associado a nenhuma doença predisponente (pneumotórax   primário). Hábitos tabágicos e história familiar são fatores de risco   frequentemente identificados. Com este trabalho pretende-se ficar a conhecer a   realidade deste hospital distrital.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Metodologia: </b>Foram   selecionados os doentes internados no serviço de Pediatria de janeiro de 2013   a dezembro de 2015 com os códigos   GDH “Pneumotórax”. Foram   excluídos os doentes com idade inferior a 28 dias. Obtiveram-se 12 casos, cujos processos   foram analisados e os dados sub- metidos a tratamento estatístico com recurso ao Microsoft Excel 2010.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados: </b>Dos 12   casos analisados, 92% (n=11) eram do sexo masculino e a idade média era de 16,1   anos. Vinte e cinco porcento   dos doentes tinha   hábitos tabágicos, mas em   nenhum caso havia história familiar positiva. Identificou-se a presença de Asma em 25% dos doentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os casos foram considerados primários e ocorreram   em repouso, sendo que 100% apresentou à admissão dor torácica e saturações de oxigénio &gt;95%   em ar ambiente. Em 50% dos doentes, a auscultação pulmonar foi   descrita como normal. O pneumotórax foi à direita em 33% dos casos, à esquerda em 58% e bilateral em 8%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em média, o volume do pneumotórax foi de 18% do volume pulmonar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Identificou-se uma correlação positiva entre o tamanho de   pneumotórax e a necessidade de colocação de dreno torácico; apenas 33% dos   casos não o colocaram e todos estes tinham um volume estimado pequeno. Não   houve correlação entre o tamanho do pneumotórax e a necessidade de   intervenção cirúrgica, sendo esta realizada em 50% dos casos em que houve recorrência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão: </b>Este   trabalho obteve resultados semelhantes aos descritos na literatura relativos   à demografia, mas ao contrário do que   seria de esperar, observou-se um recurso à   cirurgia que não se correlaciona com o tamanho do pneumotórax. Como   limitações identificou-se: registos pobres no que diz respeito aos dados auxológicos e amostra de peque- no tamanho.</font></p>      ]]></body>
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