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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_15</font></b></p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="4">Anafilaxia alimentar &ndash; admiss&atilde;o em Cuidados Intensivos  Pedi&aacute;tricos</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Cristiana   Ferreira<sup>1</sup>; Sara Gonçalves<sup>2</sup>; Sandra Rocha<sup>2</sup>; Paula Ferreira<sup>2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Imunoalergologia do Centro Hospitalar Vila Nova Gaia/ Espinho    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2 </sup>Serviço de Cuidados Intensivos Pediátricos do Centro Materno Infantil do Norte</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A   anafilaxia é uma patologia potencialmente fatal, que se encontra   frequentemente subdiagnosticada e mal   orientada, havendo o risco de progressão para insuficiência respiratória   aguda com edema da glote e colapso cardiovascular, incluindo o choque. A   alergia alimentar é a principal causa de anafilaxia em idade pediátrica, sendo   os alergénios mais frequentemente implicados (90%): o leite, o ovo, o amendoim   e outros frutos secos, o peixe, os crustáceos, a soja, o pêssego e o sésamo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico 1: </b>Criança   do sexo masculino, 3 anos e 7 meses, com antecedentes de síndrome de   enteropatia induzida por proteína alimentar e alergia a proteínas do leite de   vaca (teste de provocação oral positivo e sob dieta de evicção), admitida no   serviço de urgência (SU) por quadro de vómitos, prostração e hipotensão. História   de ingestão de sumo Sunquick (contém leite) 2 horas   antes. Administradas adrenalina IM, corticoterapia EV, anti-histamínico EV e fluidoterapia. Por manutenção da   instabilidade cardiorespiratória foi transferido para Serviço de Cuidados   Intensivos Pediátricos (SCIP). Teve uma boa evolução clínica, com alta após vigilância de 36 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso clínico 2: </b>Criança   do sexo masculino, 9 anos de idade, com antecedentes de asma brônquica. Após ingestão de rissol de camarão deu   entrada no SU por choque anafilático com urticária generalizada e   insuficiência respiratória aguda com necessidade de entubação, volemização com   soros, administração de adrenalina EV, corticoterapia EV e anti-histamínico EV.   Foi transferido para SCIP, com boa evo- lução e alta após vigilância de 48 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>Os   casos apresentados enfatizam a importância do diagnóstico precoce e rápida   intervenção na anafilaxia em Pediatria. A prevenção é essencial e baseia-se   na evicção do alergénio, muitas vezes difícil pela existência de alergénios   ocultos. Após a suspeita de anafilaxia alimentar deve ser prescrito um   dispositivo de autoadministração de adrenalina e a criança deve ser orientada   para a Consulta de Imunoalergologia, de modo a garantir uma adequada intervenção diagnóstica e terapêutica.</font></p>      ]]></body>
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