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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_19</font></b></p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Nem tudo o que parece, &eacute;!</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana Vanessa   Silva<sup>1</sup>; Cátia   Sousa<sup>2</sup>; Tereza Oliva<sup>2</sup>; Lúcia Gomes<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Pediatria/Neonatologia, Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2 </sup>Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil, Porto</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A   linfadenopatia periférica é uma entidade comum na idade pediátrica, traduzindo   na maioria das situações uma   resposta benigna, auto-limitada e reacional a uma infeção. Algumas das suas   características podem  associar</font><font size="2" face="Verdana">-se a doença grave, nomeadamente patologia oncológica, sendo importante o seu reconhecimento e orientação precoce.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso Clínico: </b>Criança do sexo masculino, 7 anos de idade, previamente saudável. Recorre ao serviço de urgência por tumefação na   região supraclavicular esquerda associada   a dor local desde há 5 dias e tosse seca com 2 dias de evolução. O exame   objetivo revelou uma adenomegalia supraclavicular esquerda, com cerca de 2 cm de maior diâmetro, consistência duro-elástica, móvel e dolorosa à palpação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi realizado estudo analítico e radiografia torácica que   não apresentavam alterações relevantes. A ecografia cervical confirmou a   existência de adenomegalia de localização supraclavicular com 18 x 10 x 14 mm de maiores diâmetros, bem como a presença de outros gânglios adjacentes de menores dimensões.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Após discussão do caso, a criança foi orientada para   consulta externa no Instituto Português de Oncologia no Porto, para estudo   complementar e exclusão de uma eventual patologia neoplásica. Realizou   biópsia excisional ganglionar, cujo exame histológico e imunocitoquímico sugeriram o diagnóstico de doença da arranhadura do gato.   A serologia para Bartonella henselae, em   curso no hospital da área de residência, foi IgM e IgG positiva, reforçando o   diagnóstico anterior. Posteriormente, foi orientado para consulta de Pediatria Geral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão: </b>Apesar   de menos de 1% das adenopatias serem malignas, devemos reconhecer as de   localização supraclaviculares como preditores de malignidade (mais de 75% dos   casos), sendo preponderante a sua exclusão. Neste caso e tendo em consideração a sua localização, a biópsia excisional   era essencial. O restante estudo complementar e as informações obtidas sobre os animais domésticos existentes no domicílio, foram elementos de extrema importância para o diagnóstico definitivo.</font></p>      ]]></body>
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