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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_20</font></b></p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="4">Curvas de percentis: a sua import&acirc;ncia como ponto de partida  de um diagn&oacute;stico</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana   Vanessa Silva<sup>1</sup>; Benedita Aguiar<sup>1</sup>; Arménia Oliveira<sup>1</sup>; Lúcia Gomes<sup>1</sup>; Cristina Rocha<sup>1</sup>; Miguel Costa<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de Pediatria/Neonatologia, Centro   Hospitalar Entre Douro e Vouga.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A   avaliação antropométrica permite avaliar o   crescimento e o estado de nutrição individual, sendo que a sua apresentação sob   a forma de percentis torna possível a confrontação com curvas de referência e a deteção   de eventuais desvios da   normalidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A identificação de alterações na evolução estaturoponderal podem ser as primeiras   manifestações de patologias que envolvem uma síndrome de má absorção, como frequentemente se verifica na doença celíaca.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso Clínico: </b>Adolescente   de 11 anos de idade, sexo masculino, com antecedentes de rinite alérgica e   dermati-   te atópica, residente na   Alemanha até aos 3 anos de idade, orientado para a consulta de patologia digestiva   por má evolução estaturoponderal, sem outra sintomatologia associada. Apesar dos inúmeros   registos antropométricos no Boletim de Saúde Infantil, não houve preenchimento   das curvas de percentis. Estas revelaram uma desaceleração estaturoponderal desde o sexto mês de   vida, de agravamento progressivo.   O   exame objetivo era irrelevante e a investigação efetuada revelou anemia   ferripriva e anticorpos anti-transglutaminase IgA positivos. A endoscopia   digestiva evidenciou atrofia da mucosa intestinal e a biópsia confirmou o diagnóstico de doença celíaca, iniciando dieta isenta de glúten.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão: </b>Atualmente   a doença celíaca continua a ser subdiagnosticada, muitas vezes por clínica   menos específica. No entanto, este caso demonstra a importância da vigilância e devida interpretação da evolução estaturoponderal na criança,   pois a doença celíaca é um dos diagnósticos a ter   em conta, de tratamento eficaz e cujo o início precoce pode evitar graves complicações.</font></p>      ]]></body>
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