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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_21</font></b></p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="4">Perturba&ccedil;&otilde;es do comportamento alimentar: a realidade de um  hospital distrital</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Joana   Vanessa Silva<sup>1</sup>; Graça Loureiro<sup>1</sup>; Benedita Aguiar<sup>1</sup>; Miguel   Costa<sup>1</sup>; Cláudia Barroso<sup>2</sup>; Sílvia Tavares<sup>2</sup>; Lúcia Gomes<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Serviço de   Pediatria/Neonatologia, Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga. Directora de Serviço: Fátima Menezes    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><sup>2 </sup>Serviço de Psiquiatria, Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>As   perturbações do comportamento alimentar (PCA) constituem uma patologia   psiquiátrica, com início    habitualmente  na  adolescência    e  cuja  prevalência   e incidência têm vindo a aumentar nesta faixa etária. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Objetivos: </b>Caracterizar   os adolescentes seguidos em consulta de adolescentes e/ou pedopsiquiatria por   PCA, analisando parâmetros epidemiológicos, somatometria, tipo e motivo de   referenciação, satisfação corporal, distorção da imagem corporal,   comportamentos alimentares e compensatórios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Métodos: </b>Estudo retrospectivo e observacional dos adolescentes seguidos em consulta de adolescentes e/ou pedopsiquiatria por PCA, no período de 2009-2015.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Resultados: </b>Obteve-se   uma amostra de 37 adolescentes, sendo a maioria do sexo feminino (n=36) e com mediana de idade de 15 anos (mínimo 11 anos; máximo 18 anos).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pedidos de referenciação tiveram origem noutras consultas de pediatria em 37,8%, no serviço de urgência em 32,4% e a partir do médico de família em 29,7%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A anorexia nervosa foi o diagnóstico mais frequente   (56,7%), seguido por outras complicações do comportamento alimentar e da   alimentação (PCAA) com 24,3% (anorexia atípica n=8; bulimia nervosa de baixa   frequência e/ou duração limitada n=1), por PCAA sem outra especificação (10,8%), bulimia nervosa (5,4%) e binge eating (2,7%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O índice de massa corporal mínimo médio foi 19,2 kg/m2 (mínimo 14,3 kg/m2; máximo 30,6 kg/m2).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Verificou-se que a restrição alimentar ocorreu em 91,9% e que 8,1% apresentaram episódios de compulsão alimentar. Relativamente à insatisfação corporal, esta era   evidente em 97,2% dos adolescentes. Do total da amostra, 83,8% não tinham   antecedentes de excesso de peso/obesidade, dos quais 70,3% apresentavam   distorção da imagem corporal. Em 54% dos casos verificou-se a ocorrência de   amenorreia ou oligomenorreia. Quase metade dos adolescentes realizavam algum   tipo de comportamento compensatório, sendo o mais frequente o aumento da atividade física (61,1%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conclusão: </b>As PCA   associam-se a comorbilidades de relevo, sendo crucial a sua identificação e   orientação precoce, de forma a minimizar o seu impacto sobre a vida dos adolescentes e suas famílias.</font></p>      ]]></body>
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