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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO DOS POSTERS</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">PO16_22</font></b></p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="4">Hemorragia suprarrenal em rec&eacute;m-nascida: import&acirc;ncia do  diagn&oacute;stico precoce</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Graça   Loureiro<sup>1</sup>; Joana Silva<sup>1</sup>; Teresa   Andrade<sup>1</sup>; Fátima Fonseca<sup>1</sup>; Teresa Caldeira<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup>Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Introdução: </b>A hemorragia suprarrenal   (HS) neonatal ocorre durante   as primeiras semanas de vida. O suprimento vascular único da glândula e o   seu elevado tamanho comparado com o peso corporal do   recém-nascido (RN) aumentam o risco de HS. Esta ocorre com   maior frequência após um parto   traumático ou período   neonatal complicado de hipoxia,   hipotensão ou coagulopatia. O quadro clínico   típico cursa com icterícia   prolongada e anemia, associadas a massa no pólo superior do rim. Contudo,   apresentações incomuns podem   ocorrer, sendo importante pensar nesta entidade   clínica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caso Clínico: </b>RN do sexo feminino, gestação de 40 semanas vigiada, pesquisa de SGB positiva. Parto após 3 aplicações de ventosa, com distocia de ombros; circular   cervical do cordão umbilical, com necessidade de laqueação prévia.   Índice de Apgar 4/7/9 ao 1º, 5º e 10º minutos respetivamente, com necessidade de   reanimação com tubo endotraqueal e ventilação por pressão   positiva por máscara e FiO2 40%. Admitida na UCIN com quadro clinico   compatível de sepsis neoanatal precoce, cumprindo 10 dias de antibioticoterapia. Apresentou desde D1 anemia com reticulocitose (Hb 12,3g/dl e 10,1% respetivamente). Em D8 mantinha   quadro de recusa alimentar e hipotonia, dificilmente explicados pelo quadro infecioso, pelo que realiza ecografia abdominal que confirma a presença   de hemorragia bilateral   das suprarrenais (19x13mm   direita e 27x11 mm à esquerda). Fez tratamento de suporte, tendo ficado com   aporte oral exclusivo em D14.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Manteve evolução clínica favorável.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Discussão: </b>A glândula suprarrenal do RN é muito   volumosa e vascularizada e por isso mais sensível a traumatismos. Os   sintomas de HS podem ser fatais nos casos bilaterais, sendo importante o   diagnóstico atempado. Esta RN tinha como fator de risco de HS o parto traumático.</font></p>      ]]></body>
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