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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Nevus spilus is a melanocytic lesion which can be congenital or develop early in life. This lesion varies considerably in size and can occur anywhere on the body. Although nevus spilus is benign, it has malignant potential and melanoma develops in rare cases. Prevention and early detection are mandatory. We describe the case of a nine-year-old boy with a nevus spilus.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2">    <b>QUAL O SEU DIAGN&Oacute;STICO? | WHAT IS YOUR DIAGNOSIS? </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <font size="4" face="Verdana"><b>Caso dermatol&oacute;gico</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">    <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Dermatology case</b></font> </p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Inês Falcão<sup>I</sup>; Isabel   Couto Guerra<sup>I</sup>; Miguel Horta<sup>II</sup></b></p>     <p><sup>I </sup>Department   of Pediatrics, Centro Materno-Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto. 4099-001 Porto, Portugal. <a href="mailto:inespatriciofalcao@gmail.com">inespatriciofalcao@gmail.com</a>; <a href="mailto:isabelcoutoguerra@sapo.pt">isabelcoutoguerra@sapo.pt    <br> </a><sup>II </sup>Department Dermatology, Centro Hospitalar do Porto. 4099-001 Porto, Portugal. <a href="mailto:mighorta@hotmail.com">mighorta@hotmail.com</a></p> <a href="#end">Correspondence to</a><a name="topo" id="topo"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O nevo spilus é uma lesão melanocítica   que pode ser congénita ou desenvolver-se nos primeiros anos de vida. Varia   consideravelmente de tamanho e pode ocorrer em qualquer parte do corpo. Apesar   de ser uma lesão benigna, apresenta potencial maligno com desenvolvimento de   melanoma em casos raros. A prevenção e a deteção precoce são mandatórias. Descreve-se o caso clínico de um rapaz com 9 anos com um nevo spilus.</p>     <p><b>Palavras-Chave: </b>Nevo spilus; nevo melanocítico; lesões hipercrómicas; dermatoscopia; melanoma.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Nevus spilus is a melanocytic   lesion which can be congenital or develop early in life. This lesion varies   considerably in size and can occur anywhere on the body. Although nevus spilus   is benign, it has malignant potential and melanoma develops in rare cases.   Prevention and early detection are mandatory. We describe the case of a nine-year-old boy with a nevus spilus.</p>     <p><b>Keywords: </b>Nevus spilus; melanocytic nevus; hyperchromic lesions; dermoscopy; melanoma</p> </font> <hr noshade size="1">      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Criança do sexo masculino, com   nove anos, sem antecedentes relevantes, com uma lesão cutânea adquirida de   aparecimento aos três anos, localizada na região malar esquerda, macular,   hipercrómica, com dimensões de 40x30mm, de limites bem definidos e com bordos   irregulares. Aos cinco anos tornou-se evidente o aparecimento progressivo de   lesões maculares mais hipercrómicas, tipo pontuado, com distribuição irregular   (<a href="#f1">Figura 1</a>)   sobre a lesão prévia. Realizou dermatoscopia digital que não revelou atipias (<a href="#f2">Figura 2</a>).</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v26n1/26n1a12f1.jpg" width="398" height="259"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/nas/v26n1/26n1a12f2.jpg" width="388" height="349"></p> <font face="Verdana" size="2">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>DIAGNÓSTICO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Nevo Spilus</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>COMENTÁRIOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O diagnóstico desta lesão cutânea   assenta nas suas características clínicas, nomeadamente na existência de uma   lesão macular hipercrómica, com limites bem definidos e irregulares, na qual se   distinguem máculas, tipo pontuado, mais hipercrómicas e com distribuição   assimétrica. O termo nevo spilus, também denominado nevo lentiginoso pontuado   ou nevos sobre nevo, deriva do grego <i>spilos </i>que significa mácula.<sup>1 </sup>É uma lesão   cutânea relativamente comum, com uma prevalência de 1-2% e corresponde,   histologicamente, a uma lesão melanocítica.<sup>1,3,5 </sup>A sua   etiologia permanece desconhecida, e os mecanismos etiológicos equacionados são defeitos nos melanoblastos da crista neural, fatores ambientais e genéticos.<sup>1</sup></p>     <p>O nevo spilus pode ser congénito   ou desenvolver-se nos primeiros anos de vida.<sup>1,3 </sup>Frequentemente   a mácula surge no primeiro ano de vida e o pontuado entre os seis e os 39 anos.<sup>4 </sup>Varia   consideravelmente de tamanho, podendo ser classificado clinicamente em três   grupos: pequeno/médio, gigante e zosteriforme.<sup>1,3 </sup>Pode ocorrer em qualquer parte do corpo, com mais frequência no dorso e nas extremidades.<sup>1,2</sup></p>     <p>Apesar de caracteristicamente ser   uma lesão benigna, apresenta potencial maligno, com desenvolvimento de melanoma   em casos raros.<sup>1,3,4 </sup>O risco de   degeneração maligna é superior se a lesão estiver presente desde o nascimento e   nas lesões de maiores dimensões. Relativamente ao tamanho, alguns autores   estabelecem o <i>cut-off </i>nos quatro centímetros, enquanto outros consideram   que o risco é mais elevado apenas nas variantes gigantes, motivo pelo qual   estas últimas são consideradas por alguns como “potenciais precursores de melanoma”.<sup>1,3</sup></p>     <p>Dada a inexistência de   terapêutica eficaz para o melanoma, bem como ausência de um protocolo   estandardizado para o seguimento dos nevos spilus, a prevenção e a deteção   precoce são mandatórias, nomeadamente pela vigilância clínica regular e   dermatoscopia das lesões de maior risco (maiores dimensões/ atípicas clínicas).<sup>2,3 </sup>A excisão   profiláctica do nevo spilus não está indicada, estando a biópsia incisional reservada para as lesões suspeitas.<sup>2,3</sup></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1.             Vaidya DC, Schwartz RA, Janniger CK. Nevus spilus. Cutis. 2007; 80: 465-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1103717&pid=S0872-0754201700010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2.             Martin KL. Cutaneous Nevi. In: Kliegman RM, Staton BF, <i>et   al</i>. Nelson Textbook of Pediatrics. 20th ed. Philadelfia: Elsevier; 2015; 651: 3129-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1103719&pid=S0872-0754201700010001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3.             Guiote V, Oliveira H, <i>et al</i>. Melanoma e nevo Spilus. Revista SPDV. 2013; 71: 497-500.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1103721&pid=S0872-0754201700010001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4.             Luz FB, Mata BF <i>et al</i>. Halo Nevo Spilus. An Bras Dermatol. 2004; 79:323-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1103723&pid=S0872-0754201700010001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5.             Schaffer JV, Bolognia JL. Congenital melanocytic nevi. Uptodate 2015. Available at <a href="http://www.uptodate.com/" target="_blank">www.uptodate.com</a>. Accessed July 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1103725&pid=S0872-0754201700010001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <b><a name="end" id="topo2"></a> <a href="#topo">CORRESPONDENCE TO</a></b>     <p>Inês Falcão    <br> Department of Pediatrics    <br> Centro Materno Infantil do Norte     <br> Centro Hospitalar do Porto     <br> Largo do Prof Abel Salazar, 4099-001 Porto    <br> Email: <a href="mailto:inespatriciofalcao@gmail.com">inespatriciofalcao@gmail.com</a></p>     <p>Received for publication: 24.01.2016 Accepted in revised form: 28.07.2016</p> </font>      ]]></body><back>
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