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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CARTAS AO EDITOR</b> / LETTERS TO THE EDITOR</p>     <p><b>A Propósito de “Sete Anos de Neutropenias Febris num Serviço de Medicina Interna” </b></p>     <p><b>Letter About “Seven Years of Febrile Neutropenia in Internal Medicine Department”</b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Margarida R. Fonseca<sup>1</sup></b>    <br> <img src="/img/revistas/mint/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0001-9066-2830">https://orcid.org/0000-0001-9066-2830</a></p>     
<p><b>Inês Jorge<sup>2</sup></b>    <br> <img src="/img/revistas/mint/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0003-4826-1093">https://orcid.org/0000-0003-4826-1093</a></p>     
<p><b>Gabriela Rodrigues<sup>2</sup></b>    <br> <img src="/img/revistas/mint/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0001-8277-0954">https://orcid.org/0000-0001-8277-0954</a></p>      
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup>Serviço de Medicina I, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>1</sup>Serviço de Urgência Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental,  Lisboa, Portugal</p>      <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a> </p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Palavras-chave:</b>Antineoplásicos/efeitos adversos; beta-Lactâmicos; Neutropenia Febril/induzida quimicamente; Neutropenia Febril Induzida por Quimioterapia.</p>     <p>&nbsp;</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords:</b> Antineoplastic Agents/ adverse effects; beta- -Lactams; Chemotherapy-Induced Febrile Neutropenia: Febrile Neutropenia/ chemically induced</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Caro editor, Saudamos a publicação do artigo “Sete Anos de Neutropenias febris num Serviço de Medicina interna”<sup>1</sup> que apresenta os resultados do estudo retrospetivo de 187 internamentos por neutropenia febril (NF) no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga. </p>     <p>A NF uma importante causa de morbilidade nos doentes oncológicos - frequentemente associada a adiamentos e reduções de dose de tratamentos.<sup>2</sup> Estamos interessados em compreender de que forma podem ser prevenidas complicações major, cujo risco é de 25 a 30%. A mortalidade descrita na literatura é entre 5 e 11%, podendo chegar aos 50% se evolução com choque séptico.<sup>3</sup> O índice de MASCC (Multinational Association of Suportive Care in Cancer) é o método de estratificação de risco mais utilizado e permite identificar, com base numa série de características clínicas, os doentes de baixo risco e que podem ser tratados em ambulatório.<sup>4</sup></p>     <p>Num estudo retrospetivo que reviu os doentes com NF secundária a toxicidade medular por quimioterapia observados no Serviço de Urgência (SU) da nossa instituição em 2015 e 2016 identificámos 40 episódios de urgência, correspondendo a 38 doentes. Ao contrário do estudo citado, 53% dos doentes eram do sexo feminino com média de idades sobreponível - 68 anos. Verificaram-se 82,5% de internamentos. A contagem média de neutrófilos foi de 137/mcL, sendo inferior a 50/mcL em 35% dos episódios. A taxa de mortalidade global foi de 10%. O índice de MASCC médio foi de 21 (entre 11 e 26) sendo que em 62,5% dos casos foi igual ou superior a este valor. O índice calculado nos óbitos foi de 15 (entre 11 e 19). Nesta casuística, e tendo por base o índice de MASCC, a maioria dos doentes seriam considerados de baixo risco e com possibilidade de tratamento em ambulatório. Também um estudo americano5 refere que 98% dos doentes com NF e baixo risco receberam tratamento discordante com as orientações. </p>     <p>No estudo referido1 são revistos 187 internamentos por NF, a maioria com doença oncológica em estadio avançado e cerca de 40% com neutropenia severa. A taxa de mortalidade foi de 17% - muito semelhante ao descrito na literatura. Os autores não fazem referência ao índice de MASCC dos doentes analisados – facto que poderia ser alvo de reflexão já que permitiria avaliar a possibilidade de os doentes terem sido tratados em ambulatório, reduzindo a morbilidade associada a um internamento. O índice de MASCC médio de 21 na nossa casuística poderia explicar a diferença positiva da mortalidade em relação ao estudo apresentado. </p>     <p>Sabendo que o tratamento em ambulatório está associado não só a redução de mortalidade e menor risco de infeções nosocomiais, mas também a uma melhoria da qualidade de vida e a redução de custos, porque continuam doentes com baixo risco a ser internados? </p>      <p>&nbsp;</p>     <p><b>Referências</b></p>     <!-- ref --><p>1.Pinho M, Rodrigues C, Guedes L, Costa E, Gonçalves E, Sete Anos de Neutropenias Febris num Serviço de Medicina Interna. Rev Soc Port Med Interna.2019;26:97-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1966910&pid=S0872-671X201900030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2.Klastersky J, de Naurois J, Rolston K, Rapoport B, Maschmeyer G, Aapro M, et al. Management of febrile neutropaenia: ESMO Clinical Practice Guidelines. Ann Oncol. 2016;27:v111-v118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1966912&pid=S0872-671X201900030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3.Taplitz RA, Kennedy EB, Bow EJ, Crews J, Gleason C, Hawley DK, et al. Outpatient Management of Fever and Neutropenia in Adults Treated for Malignancy: American Society of Clinical Oncology and Infectious Diseases Society of America Clinical Practice Guideline Update. J Clin Oncol. 2018, 36: 1443-53. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1200/JCO.2017.77.6211" target="_blank">10.1200/JCO.2017.77.6211</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1966914&pid=S0872-671X201900030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>4.Klastersky J, Paesmans M. The Multinational Association for Supportive Care in Cancer (MASCC) risk index score: 10 years of use for identifying low-risk febrile neutropenic cancer patients. Support Care Cancer. 2013, 21:1487-95. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00520-013-1758-y" target="_blank">10.1007/s00520-013-1758-y</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1966916&pid=S0872-671X201900030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>5.Bergstrom C, Nagalla S, Gupta A. Management of patients with febrile neutropenia: a teachable moment. JAMA Intern Med. 2018;178:558-9. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1001/jamainternmed.2017.8386" target="_blank">10.1001/jamainternmed.2017.8386</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1966918&pid=S0872-671X201900030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>       <p><a name="c0"></a><a href="#topc0">Correspondência</a>: Margarida R. Fonseca – <a href="mailto:margarida.rfonseca@gmail.com">margarida.rfonseca@gmail.com</a>     <br> Serviço de Medicina I, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, Lisboa, Portugal Estrada do Forte do Alto do Duque, 1449-005, Lisboa </p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Publicado / Published:20, de Setembro de 2019</p>     <p>Received/Recebido:17/07/2019</p>     <p>Accepted/Aceite:30/07/2019 </p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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