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</front><body><![CDATA[ <p><b>Tempos de Mudança</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Helena Cortez-Pinto<sup>1</sup>, Luís Jasmins<sup>2</sup>, Mário Dinis-Ribeiro<sup>3</sup>, Pedro Figueiredo<sup>4</sup></b></p>      <p><sup>1</sup>Editora-Chefe do GE – Jornal Português de Gastrenterologia, Serviço de Gastrenterologia, Hospital de Santa Maria, Lisboa – Portugal; <sup>2</sup>Editor-Adjunto do GE – Jornal Português de Gastrenterologia, Serviço de Gastrenterologia, Centro Hospitalar do Funchal, <sup>3</sup>Editor-Adjunto do GE – Jornal Português de Gastrenterologia, Serviço de Gastrenterologia, IPO Porto – Portugal; <sup>4</sup>Editor-Adjunto do GE – Jornal Português de Gastrenterologia, Serviço de Gastrenterologia, HUC Coimbra – Portugal</p>      <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p>Em tempos em que a comunicação científica é tão vasta, o papel de uma revista científica nacional de Especialidade é controverso. Poderia discutir-se para que precisamos de uma Revista Nacional de Gastrenterologia, existindo um acesso mais ou menos fácil a grande número de revistas internacionais, que nos permitem obter um grande volume de informação científica especializada. No entanto, parece-nos que é importante existir um espaço nosso, que apesar de pretendermos que venha a ser muito mais internacional, possa ser um local preferencial para a publicação da investigação Nacional, e também de oportunidade de trocas de opinião, através dos Editoriais e dos Comentários aos artigos publicados. Igualmente, a publicação de dados relacionados com a realidade Nacional Gastrenterológica terão um lugar preferencial no GE.</p>      <p>A Direcção da SPG confiou-nos recentemente a missão de Editar o GE, o que é para nós uma honra, mas também um desafio. O nosso propósito é dar continuidade à actividade inovadora do Professor Rui Tato Marinho e da sua equipa Editorial, e ainda prosseguir alguns objectivos que iremos traçando.</p>      <p>Existem de facto alguns desafios que recebemos já em vias de concretização e que pensamos que poderão contribuir para uma melhoria significativa do GE, e que são: 1) a passagem da edição para uma editora Internacional de grande renome, que está a ser negociada, 2) a tentativa da indexação da revista; para este objectivo pensamos que a nova Editora poderá ser uma mais-valia. No entanto, a contribuição mais importante é indiscutivelmente a qualidade dos trabalhos científicos publicados. Em relação a este ponto lançamos um repto a todos os colegas para que considerem enviar os vossos artigos para o GE. É evidente que existe um ciclo vicioso decorrente da revista não estar indexada, o que faz com a publicação de artigos no GE tenha menos valor que numa revista indexada, no entanto enquanto não tivermos artigos de qualidade não conseguimos a indexação. Outro óbice à internacionalização é a língua. De facto, a maioria dos artigos são ainda escritos em português, só existindo acesso ao resumo em Inglês para a maioria dos nossos colegas estrangeiros.</p>      <p>Pensámos assim em introduzir algumas alterações, para as quais gostaríamos de ter a vossa opinião, que poderá ser enviada para a Direcção do GE, com indicação se gostariam ou não que fosse publicada.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>1) Pedido de envio preferencial dos artigos em Inglês. Iríamos tentar no prazo de 1 a 2 anos que todos os artigos fossem publicados em Inglês, recorrendo em alguns casos a tradutor.</p>      <p>2) Alterar o nome do GE para um nome Inglês que facilitasse a identificação da revista como uma revista de Gastrenterologia para os colegas estrangeiros (Portuguese Journal of Gastroenterology).</p>      <p>3) Abolir o anonimato para os Revisores em relação aos Autores e ao Centro que está a enviar o manuscrito. De facto esta prática de anonimato não existe em praticamente nenhuma revista científica.</p>      <p>4) É também nossa intenção criar números especiais, sobre temas, como por exemplo Casos Clínicos.</p>      <p>5) Gostaríamos também de introduzir “quiz” com imagens, acompanhadas de pequenos casos.</p>      <p>Em suma, o futuro do GE depende do que os Gastrenterologistas portugueses quiserem que ele seja. Nós, Corpo Editorial gostaríamos que fosse uma revista indexada, cujo factor de impacto fosse subindo e obtivesse uma visibilidade internacional.</p>      <p>Contamos convosco para isso.</p>        ]]></body>
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