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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Clostridium difficile: infeção e ribotipos]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospital Militar D. Pedro V Serviço de Gastrenterologia ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align=right style='text-align:right'><b>EDITORIAL</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Clostridium difficile: infeção e ribotipos</b></p>      <p><b>Clostridium difficile: Infection and ribotypes</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Helena Lomba Viana</b></p>      <p>Serviço de Gastrenterologia, Hospital Militar D. Pedro V, Porto, Portugal</p>      <p>Correio eletrónico: <a href="mailto:helenaviana555@gmail.com">helenaviana555@gmail.com</a></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>Clostridium difficile (C. difficile) é uma bactéria Gram positiva, anaeróbia estrita, formadora de esporos, abundante no solo e águas estagnadas<sup>1</sup>.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi descoberta pela primeira vez em 1935, mas só a partir de 1978 é que foi associada em humanos ao diagnóstico de colite pseudomembranosa<sup>2-5</sup>.</p>      <p>Trata-se de uma bactéria comensal do trato gastrointestinal, que coloniza o cólon em cerca de 3% dos adultos saudáveis e em 10-30% dos doentes hospitalizados. Em condições normais, a microflora intestinal inibe o crescimento de C. difficile. No entanto, quando o equilíbrio da flora intestinal é alterado por intermédio de antibióticos, o C. difficile encontra as condições propícias à sua germinação, colonização e segregação de toxinas<sup>5,6</sup>.</p>      <p>Durante a progressão da infeção associada a C. difficile começa um ciclo de formação de esporos por esta bactéria, que são libertados no lúmen cólico e que posteriormente são lançados no meio ambiente. Desconhecem-se ainda os mecanismos que permitem a sobrevivência, germinação e persistência de esporos no trato intestinal<sup>7,8</sup>.</p>      <p>O C. difficile produz 2 tipos de toxinas: a toxina A, a qual possui um efeito enterotóxico e citotóxico, e a toxina B, a qual tem uma forte atividade citotóxica. A atividade enterotóxica da toxina A induz a secreção aquosa intensa e o efeito citotóxico das toxinas A e B causam um aumento da permeabilidade vascular devido à destruição das ligações intercelulares e posteriormente hemorragia. Além disso, as toxinas A e B induzem a produção do fator alfa de necrose tumoral e de interleucinas pró-inflamatórias associadas à formação de pseudomembranas<sup>7,9,10</sup>.</p>      <p>O C. difficile é responsável por cerca de 30% das diarreias associadas ao uso de antibióticos<sup>7</sup>.</p>      <p>Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de doença associada ao C. difficile (DACD), para além do uso de antibióticos, nomeadamente clindamicina, ampicilina e cefalosporinas de terceira geração, temos também a considerar: hospitalização prolongada, idade superior a 65 anos, imunossuprimidos, doentes com comorbilidades, oncológicos, doentes com patologia gastrointestinal, nomeadamente doença intestinal inflamatória, gastrectomizados e doentes sujeitos a alimentação entérica<sup>1,7,9,11,12</sup>. Mais recentemente o uso de inibidores da bomba de protões foi também sugerido como fator de risco<sup>5,12</sup>.</p>      <p>O C. difficile pode causar sintomatologia, que varia desde uma diarreia aquosa até casos mais graves de colite pseudomembranosa, megacólon tóxico ou perfuração cólica<sup>1,5,7,9</sup>. Febre, arrepios, dor abdominal localizada sobretudo no hipogastro, aumento de creatinina e leucocitose são frequentes, mas apenas detetados em menos de 50% dos doentes. Quando surge aumento do lactato sérico, falência renal, hipertensão arterial, íleo paralítico ou choque, o quadro clínico torna-se mais grave<sup>7,13</sup>.</p>      <p>O diagnóstico de C. difficile é feito através de vários métodos nomeadamente: deteção direta da toxina em amostras de fezes, por vezes após a cultura das mesmas para aumentar a sensibilidade, e ensaio de neutralização de citotoxinas, métodos que demoram 3-4 dias até se obter o resultado; imunoensaio para a deteção do antigénio pelo teste da glutamato-desidrogenase (GDH), que tem alta sensibilidade mas não diferencia estirpes toxigénicas e não toxigénicas, e imunoensaio para toxina A e/ou B, que tem alta especificidade, métodos que permitem obter o resultado em minutos; ensaios moleculares para os genes codificadores de ambas as toxinas, os quais possuem alta sensibilidade e dão os resultados ao fim de algumas horas; realização de colonoscopia para a deteção direta de pseudomembranas. A combinação conjunta de vários dos métodos anteriores permite o diagnóstico de certeza da infeção<sup>1,5,7</sup>.</p>      <p>A utilização das técnicas moleculares nos estudos epidemiológicos relativos ao C. difficile é muito útil na sua caracterização. Essas técnicas incluem restrição genómica, amplificação por PCR e estudo sequencial de determinadas regiões dos genes. O método de referência é a ribotipagem por amplificação por PCR, que permite comparar tamanhos de fragmentos obtidos por este método, correspondentes a regiões de ARN ribossómico. O padrão de bandas obtido define um determinado ribotipo, que facilmente é comparado entre centros de estudo<sup>5,6,14,15</sup>.</p>      <p>Do ponto de vista epidemiológico, têm sido detetadas alterações importantes desde o final dos anos 90. Notou-se um aumento marcado do número de casos de DACD, nomeadamente nos Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus. Estas alterações foram atribuídas ao aparecimento e disseminação de uma nova estirpe de C. difficile conhecida por B1/NAP1/027, a qual pertence ao ribotipo 027<sup>1,3,5,7,16-18</sup>. Esta nova estirpe de C. difficile foi estudada intensamente e observou-se que apresenta uma maior virulência associada à presença de uma toxina binária, à mutação do gene regulador tcdC e à resistência às fluoroquinolonas<sup>16,18</sup>.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A toxina binária é uma transferase, formada por 2 subunidades (cdtA e cdtB), que está associada a uma maior toxicidade da estirpe, porque aumenta a adesividade da dita estirpe de C. difficile e atua ao nível do citoesqueleto das células, provocando uma maior perda de líquidos. Desta forma, as estirpes portadoras de toxina binária estão associadas a uma maior virulência<sup>5,7</sup>.</p>      <p>As estirpes hipervirulentas possuem uma deleção de pares de bases do gene repressor tcdC o que leva a um aumento significativo 3-5 vezes nos níveis de produção de toxinas, durante a fase estacionária, fator este que contribui para a elevada virulência dessas estirpes<sup>7,19</sup>.</p>      <p>No entanto, o aumento das infeções associadas ao C. difficile, não pode ser só atribuído ao ribotipo 027, mas também a outros, como por exemplo o ribotipo 001, 017, 053, 078 e 106, que possuem um mecanismo similar de hiperprodução de toxinas<sup>5,18</sup>.</p>      <p>Existem, no entanto, autores<sup>20</sup> que concluem não haver evidência que o ribotipo 027 seja mais virulento que outros ribotipos detetados por PCR, havendo por isso necessidade de mais estudos neste campo.</p>      <p>O tratamento indicado em caso de doença associada ao C. difficile inclui: em primeiro lugar suspender o antibiótico desencadeante, promover a correta hidratação e nutrição do doente, evitar o uso de opiáceos e de fármacos inibidores do peristaltismo intestinal. Os antibióticos de primeira linha a utilizar nestes doentes são o metronidazol e a vancomicina. Em caso de resistência ao metronidazol e/ou de uma maior gravidade da doença, deverá ser utilizada a vancomicina. Quando surge uma complicação mais grave, nomeadamente megacólon toxico ou perfuração cólica, a cirurgia está indicada.</p>      <p>A taxa de recidiva de DACD é de cerca de 15-20%, e, nestes casos, a terapêutica é semelhante à utilizada no primeiro episódio. Após a segunda recidiva, a rifaximina e a fidaxomicina deverão ser considerados para o tratamento destes doentes. Para além da antibioterapia nos casos de recidiva, poderá ainda ser ponderado o transplante de flora microbiana fecal e o uso de probióticos<sup>5,7</sup>.</p>      <p>Neste número do GE Cardoso et al. apresentam um importante e original estudo sobre a determinação das diferentes estirpes de C. difficile num grupo de doentes com infeção causada por esta bactéria.</p>      <p>Tratou-se de um estudo prospetivo de doentes consecutivos com doença associada a C. difficile, durante um período de 18 meses, que incluiu 20 doentes. A infeção foi adquirida em contexto nosocomial em 85% dos casos e todos os doentes se encontravam a fazer antibioterapia.</p>      <p>Após exame cultural das fezes, todas as estirpes isoladas foram caracterizadas geneticamente, por deteção do gene gluD, e dos genes codificantes das toxinas A e B. Seguidamente, as estirpes foram genotipadas com determinação dos ribotipos por amplificação por PCR e separação por eletroforese capilar.</p>      <p>A caracterização genética confirmou que todas as estirpes eram produtoras de toxina A e em 85% dos casos de toxina B. Foi possível obter um perfil de ribotipo em 17 estirpes, não sendo nenhuma dominante. Houve 4 ribotipos detetados em 2 doentes cada, e 9 ribotipos detetados apenas em um doente cada. Durante o estudo foram isolados 3 novos perfis de ribotipo, sem homologia na base de dados europeia. A produção de toxina binária foi identificada em apenas 25% dos casos, nomeadamente nos ribotipos 027, 126, 203 e novo ribotipo 3.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os autores concluíram no estudo apresentado não haver nenhum ribotipo dominante e também não se ter verificado associação entre a gravidade da doença e os ribotipos isolados.</p>      <p>O estudo apresentado é inovador e, embora tenha um número reduzido de doentes incluídos, é muito importante como alerta deste problema.</p>      <p>A caracterização dos diferentes ribotipos de C. difficile e das suas características, mais ou menos patogénicas, é determinante na orientação clínica dos doentes com DACD.</p>      <p>De salientar que neste estudo foi efetuada também a determinação dos ribotipos em causa por amplificação por PCR, o que permitiu ainda a descoberta de 3 novos ribotipos, desconhecidos até ao momento. Trata-se, portanto, de um grande contributo em termos científicos, uma vez que com ponto de partida neste estudo virão a ser incluídos na tabela classificativa europeia dos ribotipos já identificados de C. difficile.</p>      <p>O facto de não se ter detetado um ribotipo dominante poderá estar associado ao número limitado de doentes estudados, apenas 20, o que se apresenta como uma amostra reduzida.</p>      <p>Neste estudo todos os doentes reverteram o quadro clínico com antibioterapia de uma forma favorável. De salientar que não se registaram casos de DACD com critérios de gravidade e por isso não houve qualquer caso fatal a mencionar. Esta situação também poderá estar relacionada com o tamanho da amostra, bem como o facto de não ter sido possível estabelecer qualquer relação entre a gravidade da doença e os ribotipos identificados.</p>      <p>A importância clínica deste tema exige a necessidade de serem efetuados mais estudos sobre o assunto, uma vez que existe ainda um largo caminho a percorrer até à completa identificação dos ribotipos de C. difficile e das suas características específicas.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Bibliografia</b></p>      <!-- ref --><p>1. Norén T. Clostridium difficile and the disease it causes. Methods Mol Biol. 2010;646:9-35, doi:10.1007/978-1-60327-365-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000042&pid=S0872-8178201300060000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>2. Muto CA, Pokrywka M, Shutt K, Mendelsohn AB, Nouri K, Posey K, et al. A large outbreak of Clostridium difficile-associated disease with an unexpected proportion of deaths and colectomies at a teaching hospital following increased fluoroquinolone use. Infec Control Hosp Epidemiol. 2005;26:273-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000044&pid=S0872-8178201300060000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>3. Freeman J, Bauer MP, Baines SD, CorverJ, Fawley WN, Goorhuis B, et al. The changing epidemiology of Clostridium difficile infections. Clin Microbiol Rev. 2010;23:529-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000046&pid=S0872-8178201300060000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>4. Sunenshine RH, McDonald LC. Clostridium difficile-associated disease: New challenges from an established pathogen. Cleve Clin J Med. 2006;73:187-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000048&pid=S0872-8178201300060000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>5. Rodriguez-Pardo D, Mirelis B, Navarro F. Infecciones producidas por Clostridium difficile In Enfermedades Infecciosas y Microbiologia Clínica. Abril. 2013;31:4, doi:10.1016/j.eimc.2012.12.010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000050&pid=S0872-8178201300060000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>6. Rupnik M, Wilcox MH, Gerding DN. Clostridium difficile infection: New developments in epidemiology and pathogenesis. Nat Rev Microbiol. 2009;7:726-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000052&pid=S0872-8178201300060000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>7. Hernández-Rocha C, Naour S, Álvarez-Lobos M, Paredes-Sabja D. Infecciones causadas por Clostridium difficile: una visión actualizada. Rev Chilena Infectol. 2012;29(4):434-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000054&pid=S0872-8178201300060000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>8. Paredes-Sabja D, Sarker MR. Germination response of spores of the pathogenic bacterium Clostridium perfringens and Clostridium difficile to cultured human epithelial cells. Anaerobe. 2011;17:74-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S0872-8178201300060000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>9. Apac CG, Cubas FS. Diarrea asociada a Clostridium difficile: características clínicas y epidemiológicas. Acta méd peruana abr/jun. 2008;25:2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0872-8178201300060000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>10. Oldfield EC. Clostridium difficile-associated diarrhea: Risk factors, diagnostic methods, and treatment. Rev Gastroenterol Dis. 2004;4:186-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0872-8178201300060000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>11. Hookman P, Barkin JS. Clostridium difficile associated infection, diarrhea and colitis. World J Gastroenterol. 2009;15(13):1554-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0872-8178201300060000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>12. Sanchez TH, Brooks JT, Sullivan PS, Juhasz M, Mintz E, Dworkin MS, et al., Adult/Adolescent Spectrum of HIV Disease Study Group. Bacterial diarrhea in persons with HIV infection United States, 1992-2002. Clin Infect Dis. 2005;4(11):1621-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0872-8178201300060000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>13. Bartlett JG. Clostridium difficile-associated enteric disease. Curr Infect Dis Rep. 2002;4:477-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0872-8178201300060000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>14. Cohen SH, Gerding DN, Johnson S, Kelly CP, Loo VG, McDonald LC, et al. Clinical practice guidelines for Clostridium difficile infection in adults: 2010 update by the society for healthcare epidemiology of America (SHEA) and the infectious diseases society of America (IDSA). Infect Control Hosp Epidemiol. 2010;31:431-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0872-8178201300060000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>15. Kachrimanidou M, Malisiovas N. Clostridium difficile infection: A comprehensive review. Crit Rev Microbiol. 2011;37:178-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0872-8178201300060000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>16. Loo VG, Poirier L, Miller MA, Oughton M, Libman MD, Michaud S, et al. A predominantly clonal multi-institutional outbreak of Clostridium difficile-associated diarrhea with high morbidity and mortality. N Engl J Med. 2005;353:2442-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0872-8178201300060000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>17. Clements AC, Magalhães RJ, Tatem AJ, Paterson DL, Riley TV. Clostridium difficile PCR ribotype 027: Assessing the risks of further worldwide spread. Lancet Infect Dis. 2010;10:395-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0872-8178201300060000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>18. Arvand M, Hauri AM, Zaiss NH, Witte W, Bettge-Weller G. Clostridium difficile ribotypes 001, 017, and 027 are associated with lethal C. difficile infection in Hesse, Germany. 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