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<journal-title><![CDATA[Comportamento Organizacional e Gestão]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Obstáculos à gestão do conhecimento nas escolas de gestão e economia do ensino superior público em Portugal]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article identifies the barriers to knowledge management in schools of management and economics of the Portuguese public higher education sector. It considers knowledge management as a collective and interactive process that comprises the generation, codification, and transference of knowledge. As part of a study on knowledge management activities in the Portuguese higher education sector, it was carried out a survey to the faculty of management and economics public schools. We collected 142 valid responses for data analysis. Descriptive and factorial analysis of data reveals thefollowing main barriers to knowledge management: leadership and organization; communication; organizational resources.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <HTML>      <P><b>Obst&aacute;culos &agrave; gest&atilde;o do conhecimento nas escolas  de gest&atilde;o e economia do ensino superior p&uacute;blico em Portugal </b></P>      <p>&nbsp;</p>      <P></B>Vasco Eiriz </P>      <P><I>Universidade do Minho </I></P>      <P>Jorge Sim&otilde;es </P>      <P><I>Instituto Polit&eacute;cnico de Tomar </I></P>      <P>Miguel Gon&ccedil;alves </P>      <P><I>Instituto do Emprego e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional </I></P>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="justify"><B>Resumo</B>. Este artigo identifica os obst&aacute;culos    &agrave; gest&atilde;o do conhecimento nas escolas de gest&atilde;o e economia    do ensino superior p&uacute;blico em Portugal. Assume a gest&atilde;o do conhecimento    como um processo colectivo e interactivo que envolve a gera&ccedil;&atilde;o,    codifica&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia do conhecimento. No &acirc;mbito    duma pesquisa sobre gest&atilde;o do conhecimento no ensino superior em Portugal,    procedeu-se &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio junto    de docentes das escolas de gest&atilde;o e economia do ensino p&uacute;blico,    tendo-se obtido 142 respostas v&aacute;lidas para tratamento de dados. Os dados    foram submetidos a uma an&aacute;lise descritiva e factorial tendo-se identificado    os seguintes principais obst&aacute;culos &agrave; gest&atilde;o do conhecimento:    lideran&ccedil;a e organiza&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o, e recursos    organizacionais.</P>     <P align="justify"><I>Palavras-chave</I>: Gest&atilde;o do conhecimento, obst&aacute;culos    &agrave; gest&atilde;o do conhecimento, ensino superior, Portugal. </P>      <p>&nbsp;</p>      <P align="justify"><B>Abstract</B>. This article identifies the barriers to knowledge    management in schools of management and economics of the Portuguese public higher    education sector. It considers knowledge management as a collective and interactive    process that comprises the generation, codification, and transference of knowledge.    As part of a study on knowledge management activities in the Portuguese higher    education sector, it was carried out a survey to the faculty of management and    economics public schools. We collected 142 valid responses for data analysis.    Descriptive and factorial analysis of data reveals thefollowing main barriers    to knowledge management: leadership and organization; communication; organizational    resources.</P>     <P align="justify"><I>Key words</I>: Knowledge management, barriers to knowledge    management, higher education, Portugal.</P>      <p>&nbsp;</p>      <P>Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     <P>Full text only available in PDF format.</P>      <p>&nbsp;</p>      <P><B>Refer&ecirc;ncias </B></P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Bhatt, G. D. (2001). Knowledge management in organizations: examining  the interaction between technologies, techniques and people.  <I>Journal of Knowledge Management, 5 </I>(1), 68-75. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000023&pid=S0872-9662200700020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P>Birkinshaw, J. (2001). Why is knowledge management so difficult?  <I>Business Strategy Review, 12 </I>(1), 11-18. </P>      <P>Choo, C. W. (2002). Sensemaking, knowledge creation, and decision making.  In C. W. Choo, &amp; N. Bontis (Eds.), <I>The Strategic Management of  Intellectual Capital and Organizational Knowledge </I>(pp. 79-88).  New York: Oxford University Press. </P>      <P>Choo, C. W. (2003). <I>Gest&atilde;o de Informa&ccedil;&atilde;o para  a Organiza&ccedil;&atilde;o Inteligente &ndash; a arte de explorar o meio  ambiente</I>. Lisboa: Editorial Caminho. </P>      <P>CIPES (1999). <I>Previs&atilde;o da Evolu&ccedil;&atilde;o do N&uacute;mero  de Alunos e das Necessidades de Financiamento &ndash; Ensino Superior:  1995 a 2005</I>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o das Universidades Portuguesas,  Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o de Pol&iacute;ticas do Ensino Superior. </P>      <P>CIPES (2000). <I>Diversifica&ccedil;&atilde;o e Diversidades dos Sistemas  de Ensino Superior &ndash; O Caso Portugu&ecirc;s</I>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o  das Universidades Portuguesas, Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o de  Pol&iacute;ticas do Ensino Superior. </P>      <P>Cross, R., &amp; Baird, L. (2000). Technology is not enough: improving  performance by building organizational memory. <I>Sloan Management Review,  41 </I>(3), 69-78. </P>      <P>Davenport, T. H., &amp; Laurence, P. (1998). <I>Working Knowledge &ndash;  How organizations manage what they know</I>. Cambridge, MA: Harvard Business  School Press (1st ed.). </P>      <P>De Long, D. W., &amp; Fahey, L. (2000). Diagnosing cultural barriers to  knowledge management. <I>Academy of Management Executive, 14 </I>(4), 113-127. </P>      <P>DGESup (1999). <I>O Ensino Superior em Portugal</I>. Lisboa: Minist&eacute;rio  da Educa&ccedil;&atilde;o &ndash; Direc&ccedil;&atilde;o Geral do Ensino Superior. </P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Dyer, J. H., Hatch, N. W. (2006). Relation-specific capabilities and barriers  to knowledge transfers: creating advantage through network relationships.  <I>Strategic Management Journal, 27</I>, 701-719. </P>      <P>Fahey, L., &amp; Prusak, L. (1998). The eleven deadliest sins of knowledge  management. <I>California Management Review, 40 </I>(3), 265-276. </P>      <P>Instituto de Prospectiva (1994). <I>Prospectiva do Ensino Superior em  Portugal</I>. Lisboa: Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, Departamento  de Programa&ccedil;&atilde;o e Gest&atilde;o Financeira, Instituto de Prospectiva. </P>      <P>Liebeskind, J. P. (1996). Knowledge, strategy, and the theory of the firm.  <I>Strategic Management Journal, 17</I>, 93-107. </P>      <P>Matusik, S. F. (2002). Managing public and private firm knowledge  within the context of flexible firm boundaries. In C. W. Choo, &amp; N.  Bontis (Eds.), <I>The Strategic Management of Intellectual Capital and  Organizational Knowledge </I>(pp. 605-617). New York: Oxford University Press. </P>      <P>McDermott, R., &amp; O&rsquo;Dell, C. (2001). Overcoming culture barriers  to sharing knowledge. <I>Journal of Knowledge Management, 5 </I>(1), 76-85. </P>      <P>MCTES (2005). <I>&Iacute;ndice por Distrito e Estabelecimento. Minist&eacute;rio    da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior</I>. <a href="http://www.acessoensinosuperior.pt/inddist.asp" target="_blank">http://www.acessoensinosuperior.pt/inddist.asp</a>    (7 de Maio). </P>      <P>Nonaka, I., &amp; Takeuchi, H. (1995). <I>The Knowledge &ndash; Creating  Company: How Japanese Companies create the Dynamics of Innovation</I>.  New York: Oxford University Press. </P>      <P>OCES (2004). <I>O sistema do Ensino Superior em Portugal 1993-2003</I>.  Lisboa: Observat&oacute;rio da Ci&ecirc;ncia e do Ensino Superior,  Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Inova&ccedil;&atilde;o e Ensino Superior. </P>      <P>OCES (2005a). <I>Evolu&ccedil;&atilde;o do numero de alunos inscritos no 1.&ordm;    ano pela 1.&ordf; vez no ensino superior (1997-2003)</I>. Lisboa: Observat&oacute;rio    da Ci&ecirc;ncia e do Ensino Superior,<a href="http://www.estatisticas.gpeari.mctes.pt/index.php?idc=47&idi=95444" target="_blank">    http://www.oces.mcies.pt/?opcao=5&amp;tema=60</a> (11 de Junho). </P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P>OCES (2005b). <I>Lista de Pessoal Docente ao abrigo do Decreto-Lei  n.&ordm; 15/96, de 6 de Mar&ccedil;o</I>. Lisboa: Observat&oacute;rio da  Ci&ecirc;ncia e do Ensino Superior, http://www.rebides.oces.mces.pt (11 de Junho). </P>      <P>Riege, A. (2005). Three-dozen knowledge-sharing barriers managers must  consider. <I>Journal of Knowledge Management, 9 </I>(3), 18-35. </P>      <P>Santos, S. (1995). <I>Tend&ecirc;ncias do ensino universit&aacute;rio em  Portugal</I>. Macau: Semin&aacute;rio Internacional &ndash; os Estudos Superiores  em Macau. </P>      <P>Silva, R. V., &amp; Neves, A (2003). <I>Gest&atilde;o de Empresas  na Era do Conhecimento</I>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo. </P>      <P>Sveiby, K. E. (2000). <I>Capital intelectual &ndash; La nueva riqueza  de las empresas: Como medir y gestionar los activos intangibles para crear  valor</I>. Paris: Maxima Laurent du Mesnil &Eacute;diteur. </P>      <p>&nbsp;</p>      <P>Endere&ccedil;o: Universidade do Minho, Escola de Economia e Gest&atilde;o,    Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal. E-mail: <a href="mailto:veiriz@eeg.uminho.pt">veiriz@eeg.uminho.pt</a>  </P>      </body> </HTML>      ]]></body><back>
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