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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[It is estimated that in developed countries between 1% and 2% of total healthcare expenditure goes on asthma treatment. The natural progression and causes of severe asthma are still not well defined. Severe persistent asthma is a less common situation, accounting for 5% of total asthma patients. Despite representing a small percentage of total patients, this group is largely responsible for the high health costs of asthma. Consequently, the improvement of risk factors can lead to both socioeconomic and health gains. The aim of this study was to examine risk factors for exacerbations in a group of patients with severe persistent asthma. It was a retrospective study, based on patient case histories that included subjects with severe persistent asthma with follow-up in an allergy unit between 1984 and 2005. A total 27 patients were included (mean age=50.64±12.7 years), 81.5% female. Main risk factors for exacerbations analysed were atopy, respiratory infections, premenstrual asthma, nasal symptoms, gastroesophageal reflux disease (GERD), psychological factors and obesity. Correction of these risk factors improved asthma control. The most significant impact was achieved with polypectomy and oral contraceptives in a teenager. In conclusion, correct identification of all risk factors for exacerbation in asthma, selection of those that can be controlled and their correction can improve asthma control.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Exacerbações      na asma persistente grave &#8211; Impacto do controlo dos factores de risco</b></p>        <p><b>Exacerbations in severe persistent asthma &#8211; Impact of risk factors    control</b></p>     <p>&nbsp;</p>         <p><b>Diva Ferreira<sup><a href="#1">1</a><a name="top1"></a></sup></b></p>      <p><b>Raquel Duarte<sup><a href="#2">2</a><a name="top2"></a></sup></b></p>      <p><b>Aurora Carvalho<sup><a href="#3">3</a><a name="top3"></a></sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>        <p></p>      <p><b>Resumo</b></p>        <p>Nos países      desenvolvidos, 1 a 2% do total dos custos em cuidados de saúde são gastos      no controlo da asma. Ahistória natural e as causas da asma grave      não estão ainda bem definidas. A asma persistente grave é uma situação menos      comum, representando 5% do total de doentes asmáticos. Apesar de constituir      um pequeno número de doentes, este grupo é responsável por elevados custos      na asma. Como consequência, o controlo dos factores de risco pode levar a      ganhos socioeconómicos e também na saúde. O objectivo deste trabalho foi analisar      os factores de risco de exacerbações na asma persistente rave num grupo de      doentes asmáticos. Consistiu num estudo retrospectivo de doentes com asma      persistente grave em vigilância em consulta hospitalar de asma entre 1984      e 2005, baseando-se na revisão de processos clínicos. Foram incluídos 27 doentes,      idade média=50,64±12,7 anos, 81,5% do sexo feminino. Analisaram-se os principais      factores de risco de exacerbações: atopia, infecções respiratórias, asma pré-menstrual,      sintomas nasais, refluxo gastroesofágico, psicológicos e obesidade. A correcção      destes factores permitiu um melhor controlo da doença. O impacto mais significativo      foi conseguido através da polipectomia e contracepção oral numa adolescente      Em conclusão, a correcta identificação de todos os factores de risco de exacerbação      da asma, a selecção dos factores que podem ser controlados e a sua correcção      podem melhorar o controlo da doença.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave:      </b>Asma persistente      grave, factores de risco, controlo.</p>       <p>&nbsp;</p>      <p><b>Abstract</b></p>      <p>It is estimated that in developed countries between 1% and 2% of total healthcare    expenditure goes on asthma treatment. The natural progression and causes of    severe asthma are still not well defined. Severe persistent asthma is a less    common situation, accounting for 5% of total asthma patients. Despite representing    a small percentage of total patients, this group is largely responsible for    the high health costs of asthma. Consequently, the improvement of risk factors    can lead to both socioeconomic and health gains. The aim of this study was to    examine risk factors for exacerbations in a group of patients with severe persistent    asthma. It was a retrospective study, based on patient case histories that included    subjects with severe persistent asthma with follow-up in an allergy unit between    1984 and 2005. A total 27 patients were included (mean age=50.64±12.7 years),    81.5% female. Main risk factors for exacerbations analysed were atopy, respiratory    infections, premenstrual asthma, nasal symptoms, gastroesophageal reflux disease    (GERD), psychological factors and obesity. Correction of these risk factors    improved asthma control. The most significant impact was achieved with polypectomy    and oral contraceptives in a teenager. In conclusion, correct identification    of all risk factors for exacerbation in asthma, selection of those that can    be controlled and their correction can improve asthma control.</p>     <p>&nbsp;</p>         <p><b>Key-words: </b>Severe persistent asthma, risk factors, control.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>        <p><b>Bibliografia / Bibliography</b></p>         <!-- ref --><p>1. Williams AE, Rabe KF. Cost of scheduled and unscheduled asthma management in seven European Union countries. Eur Respir Rev 2006; 15:Rev. 98, 4-9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000027&pid=S0873-2159200700050000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2. Bateman ED. The economic burden of uncontrolled asthma across Europe and the Asia-Pacific region; can we afford to not control asthma? Eur Respir Rev 2006; 15:Rev. 98, 1-3.</p>      <p>3. Reddel HK, Barnes DJ. Pharmacological strategies for self-management of asthma exacerbations. Eur Respir Rev 2006; 28:182-99.</p>      <p>4. Brinke A, Bel EH. Risk factors of frequent exacerbations in difficult-to-treat asthma. Eur Respir Rev 2005; 26:812-8.</p>      <p>5. Morgan WJ, Mitchell H. Results of a home-based environmental intervention among urban children with asthma. N Eng J Med 2004; 351:1068-1080</p>      <p>6. Higgins PS, Cloutier MM. Risk factors for asthma and asthma severity in nonurban children in Connecticut. Chest 2005; 128:3846-3.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>7. Wenzel SE. Severe asthma in adults. Am J Respir Crit Care Med 2005; 172:149-60.</p>      <p>8. Wenzel SE, Szefler SJ. Proceedings of the ATS Workshop on Refactory Asthma: current understanding, recommendations and unanswered questions. Am J Respir Crit Care Med 2000; 162:2341-51.</p>      <p>9. European Network for Understanding Mechanisms of Severe Asthma. The ENFUMOSA cross-sectional European multicentre study of the clinical phenotype of chronic severe asthma. Eur Respir J 2003; 22:470-7.</p>      <p>10. ten Brinke A, Bel EH. Psychopathology in patients with severe asthma is associated with increased health care utilization. Am J Respir Crit Care Med 2001; 163: 1093-6.</p>      <p>11. Marco R, Janson C. Prognostic factors of asthma severity: A 9-year international prospective cohort study. Journal of Allergy and Clinical Immunology 2006; 117(6):1249-56.</p>         <p></p>     <p></p>     <p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></sup>Interna Complementar de Pneumologia    / <i>Pulmonology Resident</i></p>     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup>Assistente Hospitalar de Pneumologia    / <i>Pulmonology Consultant</i></p>     <p><sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></sup>Assistente Graduada de Pneumologia    / <i>Specialist Consultant in Pulmonology</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Correspond&ecirc;ncia / Correspondence to: </b></p>     <p>Diva de F&aacute;tima Gon&ccedil;alves Ferreira </p>     <p>Servi&ccedil;o de Pneumologia </p>     <p>Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia </p>     <p>Rua Concei&ccedil;&atilde;o Fernandes </p>     <p>4434-502 Vila Nova de Gaia </p>     <p>email: <a href="mailto:divafferreira@sapo.pt">divafferreira@sapo.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recebido para publica&ccedil;&atilde;o/<i>received for publication</i>: 06.09.27</p>     <p> Aceite para publica&ccedil;&atilde;o/<i>accepted for publication</i>: 07.04.27</p>      ]]></body><back>
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