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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação muscular isocinética do quadríceps em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crónica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Rationale: Muscle debility has a significant impact on health-related quality of life in subjects with chronic obstructive pulmonary disease (COPD), and is correlated to exacerbation and even mortality. Assessing muscle strength is extremely relevant. Lack of standardisation in numbers of sets and rest interval in isokinetic test protocol can lead to distinct results, making comprehension and comparisons among studies difficult. Aim: To analyse the effect of two sets and three different rest intervals on isokinetic strength measurement of quadriceps tests, in order to define the adequate test protocol. Methods: Subjects with severe or very severe COPD underwent three isokinetic tests to evaluate knee extensor muscle strength, at an angular velocity of 60°.s-1, with rest intervals of 30, 60 and 120 seconds. Each test consisted of two sets of five repetitions, during which peak torque, total work and fatigue index were measured. Results: In 20 studied subjects (66.1 ± 7.4 years, 70 ± 10.8kg, 167.4 ± 6.2cm, FEV1 36.5 ± 10.1%), there were no significant differences in peak torque, total work and fatigue index, independent of number of sets or rest interval between sets. Conclusion: In subjects with severe or very severe COPD, quadriceps muscle strength can be evaluated by an isokinetic protocol with one set of five repetitions. If two sets are performed, a rest interval of 30 seconds is enough to ensure muscle recovery between sets.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Avaliação muscular isocinética do quadríceps em indivíduos com doença pulmonar    obstrutiva crónica</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Luciana Vieira <sup>1</sup>, Martim Bottaro <sup>2</sup>, Rodrigo Celes <sup>2</sup>, Carlos    Alberto de Assis Viegas <sup>3</sup> e César Augusto Melo e Silva <sup>1</sup></b></p>      <p><sup>1</sup> Fisioterapeuta, Centro de Fisioterapia, Hospital Universitário de Brasília</p>     <p><sup>2</sup> Educador físico, Programa de Graduação em Educação Física, Universidade de    Brasília</p>     <p><sup>3</sup> Médico, Serviço de Pneumologia, Hospital Universitário de Brasília</p>     <p>Trabalho realizado no Serviço de Pneumologia e no Centro de Fisioterapia do    Hospital Universitário de Brasília e na Faculdade de Educação Física da Universidade    de Brasília</p>     <p>Chefe do Serviço de Pneumologia<i>: </i>Verônica Amado</p>     <p>Chefe do Centro de Fisioterapia: <i></i>César Augusto Melo e Silva</p>     <p>Hospital Universitário de Brasília</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>SGAN 605 Avenida L2 Norte</p>     <p>CEP 70840-901 Brasília/DF – Brasil</p>     <p><a name="top0"></a><a href="#0"><b>Correspondência</b></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo</b></p>      <p><b>Contexto: </b>A debilidade muscular tem impacto significativo na qualidade de vida do indivíduo com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), correlacionando-se com o número de exacerbações e a mortalidade. Medir a força muscular torna-se, portanto, de extrema importância. A ausência de padronização quanto ao número de séries e intervalo de recuperação no protocolo de avaliação isocinética pode gerar resultados díspares, dificultando a compreensão e a comparação a entre os estudos. <b>Objectivo: </b>Análise do efeito de duas séries e três intervalos de repouso na medida de força isocinética do quadríceps, a fim de identificar o protocolo adequado para a realização do teste. <b>Métodos: </b>Indivíduos com DPOC grave ou muito grave realizaram três testes isocinéticos para avaliação da musculatura extensora do joelho, à velocidade angular de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>, com intervalos de recuperação de 30, 60 ou 120 segundos. Cada teste consistiu em duas séries de cinco repetições, nas quais foram mensurados pico de torque, trabalho total e índice de fadiga. <b>Resultados: </b>Nos 20 indivíduos estudados (66,1 ± 7,4 anos, 70 ± 10,8 kg, 167,4 ± ± 6,2 cm, VEF1 36,5 ± 10,1% do predito) não houve diferença significativa nos valores de pico de torque, trabalho total e índice de fadiga, independente do número de séries ou da duração do intervalo de recuperação entre elas. <b>Conclusão: </b>Em indivíduos com DPOC grave ou muito grave, a força muscular do quadríceps pode ser avaliada por meio de protocolo isocinético composto por uma série de contracções com cinco repetições; se forem realizadas duas séries, 30 segundos de intervalo entre elas é suficiente para garantir a recuperação muscular.</p>      <p><b>Palavras-chave: </b>Doença pulmonar obstrutiva crónica, força muscular,    teste isocinético, padrões de referência.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Isokinetic muscle evaluation of quadriceps in patients with chronic obstructive    pulmonary disease</b></p>      <p><b>Abstract</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Rationale: </b>Muscle debility has a significant impact on health-related quality of life in subjects with chronic obstructive pulmonary disease (COPD), and is correlated to exacerbation and even mortality. Assessing muscle strength is extremely relevant. Lack of standardisation in numbers of sets and rest interval in isokinetic test protocol can lead to distinct results, making comprehension and comparisons among studies difficult. <b>Aim: </b>To analyse the effect of two sets and three different rest intervals on isokinetic strength measurement of quadriceps tests, in order to define the adequate test protocol. <b>Methods: </b>Subjects with severe or very severe COPD underwent three isokinetic tests to evaluate knee extensor muscle strength, at an angular velocity of 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>, with rest intervals of 30, 60 and 120 seconds. Each test consisted of two sets of five repetitions, during which peak torque, total work and fatigue index were measured. <b>Results: </b>In 20 studied subjects (66.1 ± 7.4 years, 70 ± 10.8kg, 167.4 ± 6.2cm, FEV1 36.5 ± 10.1%), there were no significant differences in peak torque, total work and fatigue index, independent of number of sets or rest interval between sets. <b>Conclusion: </b>In subjects with severe or very severe COPD, quadriceps muscle strength can be evaluated by an isokinetic protocol with one set of five repetitions. If two sets are performed, a rest interval of 30 seconds is enough to ensure muscle recovery between sets.</p>      <p><b>Key-words</b>: Chronic obstructive pulmonary disease, muscle strength, isokinetic    test, reference standards.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Introdução</b></p>      <p>A doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é uma enfermidade respiratória    prevenível e tratável, com efeitos extrapulmonares significativos que podem    contribuir para a gravidade dos doentes<sup>1,2</sup>. A intolerância ao exercicio    é manifestação comum na DPOC, em função do distúrbio respiratório e da disfunção    muscular esquelética periférica<sup>3-5</sup>. Embora o problema essencial na    obstrução crónica ao fluxo aéreo seja a doença pulmonar, a debilidade muscular    tem impacto significativo na qualidade de vida desses indivíduos<sup>6-8</sup>,    relacionando-se com o número de exacerbações da doença<sup>9</sup>, o aumento    dos gastos com internamentos<sup>10</sup> e a maior mortalidade<sup>11</sup>.</p>        <p>Um factor importante envolvido na limitação física é a disfunção da musculatura    periférica, caracterizada por anormalidades estruturais (diminuição da massa    muscular e relação capilaridade/mitocôndria, mudanças no tipo e tamanho das    fibras musculares e redução das enzimas oxidativas)<sup>12</sup>, funcionais    (redução da força e da resistência musculares)<sup>13</sup> e da bioenergética    muscular (redução do consumo de oxigénio, aumento do nível de lactato e diminuição    do pH)<sup>5</sup>. Os músculos esqueléticos periféricos sofrem alterações por    uma combinação de factores, incluindo: hipercapnia, <i>stress </i>oxidativo,    uso prolongado de corticosteróides, hipoxemia, depleção nutricional, inflamação    sistémica e atrofia muscular por desuso<sup>14-16</sup>. Além disso, a DPOC    é mais prevalente em idosos<sup>1,2</sup>, fazendo com que as alterações associadas    ao  envelhecimento, como atrofia do tecido muscular - sarcopenia – e perda de    fibras musculares<sup>17</sup>, se somem à disfunção muscular esquelética causada    pela doença. </p>     <p>A análise da força muscular é de extrema importância para compreender a capacidade    funcional<sup>18,19</sup>. Portanto, para determinar as habilidades e potenciais    limitações de um indivíduo, é essencial uma avaliação precisa do desempenho    muscular. Neste sentido, o dinamómetro isocinético tem sido muito utilizado    em pesquisas e na prática clínica para avaliar indivíduos com DPOC<sup>20-29</sup>.    A sua principal vantagem em relação às outras mensurações está na manutenção    de uma velocidade angular constante ao longo da amplitude de movimento, o que    possibilita maior precisão e reprodutibilidade da medida<sup>30-32</sup>. No    entanto, inúmeros fatores precisam ser controlados durante um protocolo de teste    isocinético para evitar resultados inválidos, entre eles a forma de execução    do teste, a escolha das variáveis medidas, o adequado posicionamento e estabilização,    além do número de séries e do intervalo de repouso entre elas<sup>31</sup>.  </p>     <p>As principais variáveis analisadas num teste isocinético são o pico de torque    e o trabalho total; o primeiro é um excelente indicador da máxima força produzida    por um indivíduo, enquanto o segundo revela a capacidade de um indivíduo produzir    força ao longo da amplitude de movimento total<sup>31</sup>. O índice de fadiga,    quando positivo, traduz a incapacidade em manter o trabalho ao longo de duas    ou mais séries, e reflete queda no desempenho muscular por surgimento de fadiga<sup>32</sup>.  </p>     <p>Para avaliação da força muscular, não há necessidade de mais de cinco repetições<sup>31</sup>.    Se for realizada mais de uma série de medidas, a manutenção da força depende    da duração do intervalo de recuperação entre as séries<sup>33</sup>.</p>        <p>A Associação    Americana de Fisiologistas do Exercício (ASEF) recomenda um intervalo de 30    segundos num teste de força muscular com diferentes velocidades<sup>31</sup>.    Willardson<sup>33</sup>, em artigo de revisão, sugere que para grandes músculos,    como o quadríceps, haja um repouso de 60 segundos entre séries. Parcell e colaboradores<sup>34</sup>    relataram que, nos estudos que utilizaram testes isocinéticos em indivíduos    saúdaveis, esse intervalo variou de 15 segundos a 5 minutos, sendo 60 segundos    o tempo ideal. Bottaro e colaboradores<sup>18</sup> verificaram que, em idosos    saudáveis, 30 segundos de repouso foi suficiente para permitir a recuperação    entre duas séries.</p>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na DPOC, não há consenso quanto à forma de realizar a avaliação    isocinética do quadríceps: Dal Corso e colaboradores<sup>20</sup> mediram a    força por meio de teste com duas séries de cinco repetições, separadas por dois    minutos de repouso; já Malaguti e colaboradores<sup>21</sup> realizaram o mesmo    protocolo de duas séries de cinco repetições, mas não descreveram o intervalo    de recuperação entre elas. Bourjeily-Habr e colaboradores<sup>22</sup> e van    Wetering e colaboradores<sup>23</sup> avaliaram cinco movimentos de extensão    da coxa, sem determinar com exactidão o intervalo entre as repetições, descrito    apenas como um “período adequado de repouso entre os esforços”. </p>     <p>Neder e colaboradores<sup>24</sup> utilizaram no seu estudo três repetições,    com tempo de recuperação de um a três minutos entre elas, a mesma metodologia    descrita por Borghi-Silva e colaboradores<sup>25</sup>. O protocolo utilizado    por Gosker e colaboradores<sup>26</sup> e Franssen e colaboradores<sup>27,28</sup>    para medir força muscular consistiu em 15 contracções máximas sequenciais, considerando    o máximo pico de torque atingido. E ainda Janaudis-Ferreira e colaboradores<sup>29</sup>    realizaram um teste com quatro repetições, sem descanso entre elas. </p>     <p>O quadríceps de indivíduos com DPOC é caracterizado, além da fraqueza muscular<sup>5,12,35</sup>,    por fatigabilidade prematura<sup>35,36</sup>, devido à redução da proporção    de fibras do tipo I e de enzimas oxidativas<sup>37-39</sup>, o que pode levar    à necessidade de mais de uma série de medidas e de maior intervalo de recuperação    entre as séries para detectar o máximo pico de torque e trabalho total. Diferentes    métodos de medir a força muscular podem levar a resultados díspares, dificultando    a compreensão e a comparação entre os estudos. Diante do exposto, o objectivo    deste trabalho foi analisar o efeito de duas séries e três diferentes intervalos    de repouso na mensuração do pico de torque e trabalho total do quadríceps, a    fim de identificar o protocolo adequado para realização do teste isocinético    de força muscular em doentes com doença respiratória crónica.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Material e métodos</b></p>      <p><b>Amostra</b></p>      <p>Foi utilizada amostra de conveniência, composta por indivíduos com DPOC atendidos    no serviço de Pneumologia do Hospital Universitário de Brasília. Este estudo    foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas    da Universidade de Brasília (registro 083/2008). Antes de iniciar o teste, os    indivíduos assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido, que explicava    objectivos, procedimentos, possíveis riscos e benefícios do estudo. </p>     <p>Os critérios de inclusão foram: (i) indivíduos com diagnóstico clínico de DPOC    com limitação ao fluxo aéreo expiratório grave ou muito grave, de acordo com    a classificação estabelecida pela <i>American Thoracic Society 2</i>; (ii) cognitivo    preservado para compreensão das instruções. Foram excluídos os indivíduos: (i)    com alterações musculoesqueléticas ou outras enfermidades que impossibilitassem    a realização do teste; (ii) que fizeram uso de corticosteróide oral ou tiveram    exacerbação da doença nas últimas três semanas; (iii) com doenças cardíacas    ou cerebrovasculares associadas; e (iv) submetidos a transplante pulmonar ou    portadores de doença renal dialítica. </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Procedimentos</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Antes de realizar os testes, os indivíduos foram submetidos a avaliação médica    e realizaram medidas antropométricas, espirometria e gasometria arterial, conforme    rotina do Serviço de Pneumologia do Hospital Universitário de Brasília. </p>     <p>Para avaliar o efeito de duas séries e três diferentes intervalos de recuperação    na medida do pico de torque de extensão de joelho, os indivíduos realizaram    três testes isocinéticos à velocidade angular de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>,    no Laboratório de Fisiologia do Exercício da Faculdade de Educação Física da    Universidade de Brasília. Cada teste consistiu em duas séries de cinco repetições    de contracção isocinética máxima do quadríceps femoral, com intervalos de 30,    60 ou 120 segundos entre as séries. Entre os testes, houve descanso mínimo de    30 minutos. A ordem dos testes foi definida aleatoriamente. </p>     <p>Os indivíduos foram instruídos a não realizar exercícios físicos extenuantes    nem fazer uso de bebidas alcoólicas nas 48 horas anteriores à realização do    teste, de acordo com as recomendações para realização de avaliação isocinética<sup>18,31</sup>.  </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Aquecimento e familiarização</b></p>      <p>Como aquecimento, os indivíduos fizeram uma caminhada leve de cinco minutos em corredor plano<sup>40</sup>. Com o intuito de se familiarizarem com o aparelho e minimizar o efeito de aprendizagem<sup>31,41</sup>, realizaram uma série de dez repetições à velocidade angular de 300°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>, seguida por uma série de duas repetições à velocidade angular de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup> (velocidade real do teste).</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Avaliação muscular isocinética do quadricíceps</b></p>      <p>O pico de torque isocinético foi mensurado por meio do Biodex System 3 isokinetic    dynamometer (Biodex Medical Systems Inc., Shirley, NY, 2002). Os indivíduos    sentaram-se numa cadeira, com o eixo de rotação do braço do dinamómetro orientado    com o eixo de rotação do joelho dominante. A coxa, a pelve e o tronco foram    fixados à cadeira por cintos de segurança, a fim de prevenir movimento corporal    adicional que pudesse influenciar a produção de força. O peso do membro a ser    testado foi calculado, para correcção da gravidade. O posicionamento seguiu    as recomendações de Stumbo e colaboradores<sup>42</sup>. A mesma posição foi    mantida nos três testes. </p>     <p>Os indivíduos foram instruídos a estender e flexionar completamente o joelho    e a trabalhar ao máximo durante cada série de exercícios. Encorajamento verbal    intenso e <i>feedback </i>visual – por meio do monitor do computador do Biodex    – foram fornecidos durante todo o teste<sup>43</sup>. Todos os procedimentos    foram realizados pelo mesmo investigador. A calibração do dinamómetro foi feita    de acordo com as especificações do fabricante, antes do início de cada sessão    de testes.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>Análise estatística</b></p>      <p>O teste de Shapiro-Wilk foi realizado para testar a normalidade da distribuição    dos dados. As variáveis antroprométricas, espirométricas e gasométricas apresentaram    distribuição paramétrica e foram descritas como média (± desvio-padrão). Os    valores de pico de torque, o trabalho total e o índice de fadiga, por apresentarem    distribuição não paramétrica, estão expressos na forma de mediana (intervalo    interquartil Q1 -Q3). De cada série de cinco repetições, consideraram-se para    análise os maiores valores de pico de torque e o trabalho total atingidos. A    variação no pico de torque e no trabalho total nas seis medidas – primeira e    segunda séries com 30, 60 ou 120 segundos de intervalo – foi verificada pelo    teste de Kruskal-Wallis. </p>     <p>A fim de identificar a variação no pico de torque e no trabalho total entre    duas séries de medida, com diferentes intervalos de repouso, utilizou-se o teste    de Mann–Whitney para amostras emparelhadas. Já a comparação dos índices de fadiga,    nos três intervalos estudados, foi realizada pelo teste de Kruskal-Wallis. O    nível de significância estabelecido foi de 5%. O <i>software </i>utilizado para    análise estatística foi o SPSS versão 16.0 (Chicago, IL, EUA) para Mac OSX.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Resultados</b></p>      <p>Para este estudo, foram avaliados 20 indivíduos – 17 homens e 3 mulheres –    com diagnóstico clínico de DPOC com obstrução ao fluxo aéreo expiratório grave    ou muito grave (66,1 ± 7,4 anos, 70 ± 10,8 kg, 167,4 ± 6,2 cm, VEMS1 36,5 ±    10,1% do previsto), atendidos no serviço de Pneumologia do Hospital Universitário    de Brasília no período de Janeiro de 2008 a Fevereiro de 2009. Nenhum dos indivíduos    fazia uso de oxigenoterapia domiciliar contínua. As características antropométricas,    espirométricas e gasométricas estão detalhadas no Quadro I. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Quadro I</b> &#8211; Caracter&iacute;sticas antropom&eacute;tricas, espirom&eacute;tricas    e gasom&eacute;tricas dos indiv&iacute;duos estudados (n=20).</p>     <p><img src="/img/revistas/pne/v16n5/16n5a03q1.jpg" width="621" height="245"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Os valores de pico de torque, trabalho total e índice de fadiga dos indivíduos    estudados estão apresentados no Quadro II. À velocidade angular de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>,    o pico de torque identificado em todas as medidas – análise intergrupo – não    apresentou diferença significativa (p=0,957; Fig. 1). Ao comparar a primeira    com a segunda série – análise intragrupo, o pico de torque não foi diferente    em nenhum dos intervalos de recuperação analisados (p=0,135, p=0,465 e p=0,304    para 30, 60 ou 120 segundos, respectivamente). Da mesma forma, o trabalho total    não foi diferente ao comparar todas as medidas (p=0,895; Fig. 2), nem entre    as séries (p=0,629, p=0,507 e p=0,144 para 30, 60 ou 120 segundos, respectivamente).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Quadro II</b> &#8211; Pico de torque (em newtons por metro), trabalho total    (em joules) e &iacute;ndice de fadiga (em percentagem) em duas s&eacute;ries    com cinco repeti&ccedil;&otilde;es cada, &agrave; velocidade angular de 60&deg;&middot;s    -1, com intervalo de repouso de 30, 60 ou 120 segundos entre as s&eacute;ries    (n=20) 30s</p>     <p><img src="/img/revistas/pne/v16n5/16n5a03q2.jpg" width="624" height="164"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/pne/v16n5/16n5a03f1.jpg" width="488" height="326"></p>     
<p><b>Fig. 1</b> &#8211; Gr&aacute;fico do pico de torque (em newtons por metro)    em duas s&eacute;ries com cinco repeti&ccedil;&otilde;es cada, &agrave; velocidade    angular de 60&deg;&middot;s -1, com intervalo de repouso de 30, 60 ou 120 segundos    entre as s&eacute;ries (n=20)</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/pne/v16n5/16n5a03f2.jpg" width="473" height="347"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Fig. 2</b> &#8211; Gr&aacute;fico do trabalho total (em joules) em duas    s&eacute;ries com cinco repeti&ccedil;&otilde;es cada, &agrave; velocidade angular    de 60&deg;&middot;s -1, com intervalo de repouso de 30, 60 ou 120 segundos entre    as s&eacute;ries (n=20)</p>     <p>&nbsp;</p>     <p> O índice de fadiga para os diferentes intervalos de repouso foi calculado    por meio da fórmula utilizada por Ernesto e colaboradores<sup>41</sup>, a partir dos valores    de trabalho total nas duas séries:</p>      <p><img src="/img/revistas/pne/v16n5/16n5a03e1.jpg" width="371" height="42"></p>        
<p>Ao comparar os três tempos de recuperação, o índice de fadiga foi similar nos diferentes intervalos de recuperação (p=0,125). </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Discussão</b></p>      <p>Nos indivíduos estudados, não houve diferença significativa nos valores de    pico de torque, trabalho total e índice de fadiga, independente do número de    séries ou da duração do intervalo de recuperação entre elas.</p>     <p> A maneira com que a força muscular é mensurada em um teste isocinético deve    ser padronizada; esse procedimento assegura que o valor obtido seja preciso,    além de permitir a comparação entre resultados de diferentes estudos. A velocidade    angular de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>, utilizada neste estudo, é ideal para    avaliar força muscular, pois é nela que se obtém o maior pico de torque<sup>18,31</sup>.    Siqueira e colaboradores<sup>44</sup> avaliaram indivíduos às velocidades de 60°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>    e 240°<sup>.</sup>s<sup>-1</sup>, identificando que o recrutamento das unidades    motoras é maior em velocidades angulares mais baixas; isto contribui para melhor    <i>performance </i>muscular, mas também gera maior acúmulo de metabólitos. </p>     <p>Outro factor importante para realização do teste isocinético é o número de    repetições. Medidas realizadas com múltiplas repetições atingem maior pico de    torque, devido ao estado de pré-activação neural<sup>31</sup>. A activação neural prévia    prepara o membro para a geração de força, o que leva a maior produção de torque    muscular. A escolha do número de repetições é determinada pela informação que    se deseja obter; para testes de força, a recomendação da ASEP é que se realizem    até cinco repetições por série<sup>31</sup>, estando de acordo com o protocolo utilizado    no presente estudo e contrário à metodologia descrita por outros autores<sup>26-28</sup>.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A realização de mais de uma repetição permite a ocorrência de potencialização    pós-activação, a ampliação da força decorrente de uma actividade muscular voluntária    prévia<sup>45</sup>. O mecanismo considerado principal responsável pela ocorrência deste    fenómeno é a fosforilação da miosina reguladora de cadeia leve, que faz com    que a interacção actina-miosina se torne mais sensível ao cálcio libertado pelo    retículo sarcoplasmático; em decorrência dessa maior sensibilidade ao cálcio,    um número maior de pontes cruzadas passa a ser activado, gerando um torque muscular    superior ao observado no estado não potencializado<sup>46</sup>. Também se sugere que a    ampliação da força muscular produzida nesse evento se deva a uma maior duração    da interacção actina-miosina no mecanismo das pontes cruzadas<sup>47</sup>.</p>     <p> Se forem realizadas mais de uma série, o intervalo de repouso entre elas pode    ser um factor decisivo para assegurar que o máximo valor de pico de torque seja    mensurado<sup>18</sup>. Ele deve ser suficiente para a adequada recuperação das fontes    de energia – por exemplo, adenosina-trifosfato (ATP) e fosfocreatina, além de    permitir a eliminação dos bioprodutos da contracção muscular que levam à fadiga    – como os iões de hidrogénio, restabelecendo assim a produção de força muscular<sup>33</sup>.  </p>     <p>A fadiga muscular pode ser definida como declínio na produção de força muscular    máxima, sendo caracterizada por redução na capacidade de trabalho<sup>48</sup>. Inúmeros    factores contribuem para a fadiga, entre eles: (i) degradação de fosfocreatina;    (ii) redução do glicogénio muscular e hepático; (iii) acidose intramuscular    originada pelo exercício<sup>49</sup>. A demanda de ATP num exercício de alta intensidade    é inicialmente suprida pelos sistemas dos fosfagénios e glicolítico<sup>50</sup>. </p>     <p>A perda de massa muscular em doenças crónicas como a DPOC ocorre de forma lenta<sup>1</sup>.    A função e a estrutura muscular estão alteradas, devido principalmente à conversão    de fibras do tipo I em IIx e à atrofia das fibras do tipo IIx15,52. Essas anormalidades    implicam em redução da força e da resistência muscular e estão relacionadas    com a função respiratória, intolerância ao exercício, utilização de recursos    de saúde e capacidade funcional<sup>53</sup>. A perda muscular tem profundos efeitos na    morbidade, incluindo maior readmissão após exacerbações e maior necessidade    de suporte ventilatório<sup>1,6,12</sup>; é também um importante determinante de mortalidade,    independente da função pulmonar, tabagismo e índice de massa corporal<sup>11,54</sup>.  </p>     <p>O défice na activação voluntária pode contribuir para a redução de força em    indivíduos com DPOC<sup>25</sup>. Vivodtzev e colaboradores<sup>55</sup> observaram menor fracção    de recrutamento do quadríceps quando compararam doentes respiratórios crónicos    e controlos saudáveis, mostrando que o défice na activação voluntária pode contribuir    para a fraqueza muscular nos indivíduos com DPOC grave. Haccoun e colaboradores<sup>56</sup>    encontraram menores níveis de trabalho muscular em indivíduos com DPOC comparados    com controlos durante um teste de 30 segundos em cicloergómetro. As mudanças    metabólicas que acontecem durante a fadiga afectam a produção de força<sup>48</sup>. O    processo inicial que leva à fadiga muscular resulta da redução na produção anaeróbica    de ATP, ou do aumento no acúmulo de adenosina-difosfato (ADP) causado pela ausência    de fosfocreatina e pela diminuição na taxa de hidrólise do glicogénio<sup>49,51</sup>.    O desempenho muscular e as respostas metabólicas podem ser afectadas pelo tempo    de recuperação entre duas séries de medidas<sup>18</sup>. Assim, a manutenção da força    num dado intervalo de repouso é uma variável que pode ser utilizada para detectar    a magnitude da ressíntese dos suprimentos fosfagénicos de energia e da glicólise    anaeróbica<sup>41</sup>. </p>     <p>Este é o primeiro estudo que avalia a influência do intervalo de repouso na    medida do pico de torque em indivíduos com DPOC. Nos indivíduos estudados, 30    segundos foi suficiente para garantir a recuperação muscular entre duas séries    de um teste isocinético. Ao comparar intervalos de 30, 60 ou 90 segundos na    avaliação de idosos saudáveis, Bottaro e colaboradores<sup>18</sup> encontraram o mesmo    resultado. No estudo de Parcell e colaboradores<sup>34</sup> em jovens saudáveis, foram    necessários 60 segundos de intervalo para manutenção do pico de torque entre    duas séries; entretanto, estes autores avaliaram intervalos de 15, 60 ou 180    segundos, não sendo possível portanto determinar se 30 segundos seria tempo    suficiente. </p>     <p>Para justificar a adequada recuperação da força muscular em idosos saudáveis    com 30 segundos de intervalo entre séries, Bottaro e colaboradores<sup>18</sup> alegaram    que a realização de cada série não implica em actividade muscular sustentada    prolongada, ocasionando assim menor sobrecarga metabólica e possibilitando que    um menor intervalo seja suficiente para assegurar a restauração das vias energéticas    e a eliminação dos bioprodutos da contracção muscular. Além disso, jovens saudáveis    atingem maior pico de torque e, portanto, geram maior pressão intramuscular,    maior oclusão do fluxo sanguíneo e maior acúmulo de metabólitos<sup>49</sup>, o que justifica    a necessidade de maior intervalo de repouso entre séries para permitir a recuperação    muscular. O mesmo raciocínio pode ser aplicado aos indivíduos com DPOC, a fim    de justificar porque 30 segundos foram suficientes para impedir o surgimento    de fadiga, não comprometendo o desempenho muscular na segunda série. A pequena    variação no pico de torque entre as duas séries de medidas, nos três intervalos    de repouso estudados, sugere que não houve fadiga muscular, apesar da maior    fatigabilidade esperada em doentes respiratórios crónicos<sup>36,52</sup>. Tal facto é    ratificado pelos baixos índices de fadiga encontrados: a similaridade nos valores    de trabalho total entre as séries comprova que mesmo um repouso de 30 segundos    permitiu a recuperação muscular nos indivíduos estudados. Neste estudo, não    foi mensurada a área de secção transversal da coxa nem a massa magra, o que    não permite identificar a ocorrência de caquexia. É possível que indivíduos    com comprometimento muscular mais intenso apresentem limiar de fadiga mais curto,    necessitando de intervalos de recuperação maiores entre séries de medida. Também    não foi avaliado o nível de actividade física dos indivíduos estudados. Watz    e colaboradores<sup>57</sup> identificaram que os estágios III e IV do GOLD (limitação    ao fluxo aéreo expiratório grave e muito grave) foram os melhores preditores    para doentes muito inactivos, portanto é provável que a presente amostra seja    composta por indivíduos com baixo nível de actividade física. Indivíduos inactivos    podem apresentar fadiga mais precocemente; entretanto, estes indivíduos também    atingem menor pico de torque, o que favoreceria a recuperação muscular num tempo    mais curto. Além disso, a piora na resistência da musculatura esquelética também    está presente em indivíduos com nível de actividade física relativamente normal,    não se correlacionando com variáveis de função pulmonar, dados antropométricos    nem mesmo força do quadríceps<sup>36</sup>.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Conclusão</b></p>      <p>Em síntese, os resultados deste estudo mostram que, na avaliação isocinética de indivíduos com DPOC grave ou muito grave, pico de torque e trabalho total podem ser identificados por meio de apenas uma série com cinco repetições; se forem realizadas duas séries, 30 segundos de intervalo entre elas é suficiente para garantir a recuperação muscular.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>Bibliografia</b></p>      <!-- ref --><p>1. Barnes PJ, Celli BR. Systemic manifestations and comorbidities of COPD. Eur Respir J 2009; 33:1165-1185.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0873-2159201000050000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2. Global initiative for chronic obstructive lung disease. Global strategy    for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary    disease – updated 2008. National Heart, Lung and Blood Institute. Available    from: <a href="http://www.goldcopd.org" target="_blank">http://www.goldcopd.org</a>.</p>      <!-- ref --><p>3. Wagner PD. Skeletal muscles in chronic obstructive pulmonary disease: deconditioning, or myopathy? Respirology 2006; 11:681-686.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0873-2159201000050000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Debigaré  R, Côte CH, Maltais F. Peripheral muscle wasting in chronic obstructive pulmonary disease – Clinical relevance and mechanisms. Am J Respir Crit Care Med 2001; 164:1712-1717.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0873-2159201000050000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. ATS, ERS. Skeletal muscle dysfunction in chronic obstructive pulmonary disease. Am J Respir Crit Care Med 1999; 159: 510-540.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0873-2159201000050000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>6. Kim HC, Mofarrahi M, Hussain SN. Skeletal muscle dysfunction in patients with chronic obstructive pulmonary disease. International Journal of COPD 2008; 3:637-658.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0873-2159201000050000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Jagoe RT, Engelen MP. Muscle wasting and changes in muscle protein metabolism in chronic obstructive pulmonary disease. Eur Respir J 2003; 22:52s-63s. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0873-2159201000050000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Gosselink R, Troosters T, Decramer M. Peripheral muscle weakness contributes to exercise limitation in COPD. Am J Respir Crit Care Med 1996; 153:976-980.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0873-2159201000050000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Pitta F, Troosters T, Probst VS, Spruit MA, Decramer M, Gosselink R. Physical activity and hospitalization for exacerbation of COPD. Chest 2006; 129:536-544. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0873-2159201000050000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>10. Decramer M, Gosselink R, Troosters T, Verschueren M, Evers G. Muscle weakness is related to utilization of  health care resources in COPD patients. Eur Respir J 1997; 10:417-423.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0873-2159201000050000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>11. Marquis K, Debigaré R, Lacasse Y, LeBlanc P, Jobin  J, Carrier G, Maltais F. Midthigh muscle cross–sectional area is a better predictor of mortality than body mass index in patients with COPD. Am J Respir Crit Care Med 2002; 166:809-813.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0873-2159201000050000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>12. Silva KR, Marrara KT, Marino DM, DiLorenzo VA, Jamami M. Fraqueza muscular esquelética e intolerância ao exercício em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crónica. Rev Bras Fisioter 2008; 12:169-175.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0873-2159201000050000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Casaburi R. Skeletal muscle function in COPD. Chest 2000; 117:267s-71s.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0873-2159201000050000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>14. Dourado VZ, Tanni SE, Vale SA, Faganello MM, Sanchez FF, Godoy I. Manifestações sistêmicas na doença pulmonar obstrutiva crónica. J Bras Pneumol 2006; 32: 161-171.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0873-2159201000050000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>15. Gosker HR, Wounters EF, van der Vusse GJ, Schols AM. Skeletal muscle dysfunction in chronic obstructive pulmonary disease and chronic heart failure: underlying mechanisms and therapy perspectives. Am J Clin Nut 2000; 71:1033-1047.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0873-2159201000050000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>16. Gea J, Barreiro E. Update on the mechanisms of muscle dysfunction in COPD. Arch Bronconeumol 2008; 44:328-337. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0873-2159201000050000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>17. Janssen I. Influence of sarcopenia on the development of physical disability: the cardiovascular health study. J Am Geriatr Soc 2006; 54:56-62.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0873-2159201000050000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>18. Bottaro M, Russo A, Oliveira RJ. The effects of rest interval on quadriceps torque during an isokinetic testing protocol in elderly. J Sports Sci Med 2005; 4:285-290.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0873-2159201000050000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>19. Gosselink R, Troosters T, Decramer M. Peripheral muscle weakness contributes to exercise limitation in COPD. Am J Respir Crit Care Med 1996; 153:976-980.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0873-2159201000050000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>20. Dal Corso S, Nápolis L, Malaguti C, Gimenes AC, Albuquerque A, Nogueira CR, De Fuccio MB, Pereira RD, Bulle A, McFarlane N, Nery LE, Neder JA. Skeletal muscle structure and function in response to electrical stimulation in moderately impaired COPD patients. Respiratory Medicine 2007; 101:1236-1243.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0873-2159201000050000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>21. Malaguti C, Nery LE, Dal Corso S, Nápolis L, De Fuccio MB, Castro M, Neder JA. Scaling skeletal muscle function to mass in patients with moderate-to–sever COPD. Eur J Appl Physiol 2006; 98:482-488.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0873-2159201000050000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>22. Bourjeily-Habr G, Rochester CL, Palermo F, Snyder P, Mohsenin V. Randomized controlled trial of transcutaneous electrical muscle stimulation of the lower extremities in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2002; 57:1045-1049.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0873-2159201000050000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>23. van Wetering CR, van Nooten FE, Mol SJ, Hoogendoorn M, Mölken MP, Schols    AM. Systemic impairment in relation to disease burden in patients with mode    rate COPD eligible for a lifestyle program. Findings from the INTERCOM trial.    International Journal of COPD 2008; 3:443-451.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0873-2159201000050000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>24. Neder JA, Sword D, Ward SA, Mackay E, Cochrane LM, Clark CJ. Home based neuromuscular electrical stimulation as a new rehabilitative strategy for severely disabled patients with chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2002; 57:333-337.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0873-2159201000050000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>25. Borghi-Silva A, Thommazo L, Pantoni CB, Mendes RG, Salvini TF, Costa D. Non-invasive ventilation improves peripheral oxygen saturation and reduces fatigability of quadriceps in patients with COPD. Respirology 2009; 14:537-544.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0873-2159201000050000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>26. Gosker HR, Kubat B, Schaart G, van der Vusse GJ, Wouters EF, Schols AM. Myopathological features in skeletal muscle of patients with chronic obstructive pulmonary disease. Eur Respir J 2003; 22:280-285.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0873-2159201000050000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>27. Franssen FM, Broekhuizen R, Janssen PP, Wouters EF, Schols AM. Limb muscle dysfunction in COPD: effects of muscle wasting and exercise training. Med Sci Sports Exerc 2005; 37:2-9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0873-2159201000050000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>28. Franssen FM, Broekhuizen R, Janssen PP, Wouters EF, Schols AM. Effects of whole-body exercise training on body composition and functional capacity in normal-weight patients with COPD. Chest 2004; 125:2021-2028.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0873-2159201000050000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>29. Janaudis-Ferreira T, Wadell K, Sundelin G, Lindström B. Thigh muscle strength and endurance in patients with COPD compared with healthy controls. Respiratory Medicine 2006; 100:1451-1457.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0873-2159201000050000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>30. Maffiuletti NA, Bizzini M, Desbrosses K, Babault N, Munzinger U. Reliability of knee extension and flexion measurements using the Con-Trex isokinetic dynamometer. Clin Physiol Funct Imaging 2007; 27:346-353.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0873-2159201000050000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>31. Brown LE, Weir JP. ASEP Procedures recommendation I: Accurate assessment of muscular strength and power. J Exerc Physiol 2001; 4:1-21.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0873-2159201000050000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>32. Gleeson NP, Mercer TH. The utility of isokinetic dinamometry in the assessment of human muscle function. Sports Med 1996; 21:18-34.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0873-2159201000050000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>33. Willardson JM. A brief review: factors affecting the length of the rest interval between resistance exercise sets. J Strength Cond Res 2006; 20:978-984.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0873-2159201000050000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>34. Parcell AC, Sawyer RD, Tricoli VA, Chinever TD. Minimum rest period for strength recovery during a common isokinetic testing protocol.  Med Sci Sports Exerc 2002; 34:1018-1022.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0873-2159201000050000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>35. Caron MA, Debigaré R, Dekhuijzen R, Maltais F. Comparative assessment of the quadriceps and the diaphragm in patients with COPD. Article in press. J Appl Physiol (April 9, 2009).</p>      <!-- ref --><p>36. Coronell C, Orozco-Levi M, Méndez R, Ramirez-Sarmiento A, Gáldiz JB, Gea J. Relevance of assessing quadriceps endurance in patients with COPD. 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Reproducibility of an isokinetic strength-testing protocol of the knee and ankle in older adults. Gerontology 2009; 55:259-268.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0873-2159201000050000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>41. Ernesto C, Bottaro M, Silva FM, Sales MP, Celes RS, Oliveira RJ. Effects of different rest intervals on isokinetic muscle performance among older adults. Ver Bras Fisioter 2009; 13:65-72.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0873-2159201000050000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>42. Stumbo TA, Merriam S, Nies K, Smith A, Spurgeon D, Weir JP. The effect of hand-grip stabilization on isokinetic torque at the knee. J Strength Cond Res. 2001; 15: 372-377.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0873-2159201000050000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>43. Lund H, Søndergaard K, Zachariassen T, Christensen R, Bülow P, Henriksen M, Bartels EM, Danneskiold-Samsøe B, Bliddal H. Learning effect of isokinetic measurements in healthy subjects, and reliability and comparability of Biodex and Lido dynamo meters. 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Potencialização: a influência da contração muscular prévia no desempenho da força rápida. R Bras Ci e Mov 2003; 11:7-12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0873-2159201000050000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>46. Sale DG. Postactivation potentiation: Role in human performance. Exerc Sport Sci Rev 2002; 30:138-143.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0873-2159201000050000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>47. Sale DG. Postactivation potentiation: Role in performance. Br J Sports Med 2004; 38:386-387.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0873-2159201000050000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>48. Allen DG, Lamb GD, Westerblad H. Skeletal muscle fatigue: cellular mechanisms. Physiol Rev 2008; 88: 287-332.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0873-2159201000050000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>49. Lambert CP, Flynn MG. Fatigue during high-intensity intermittent exercise: application to bodybuilding. Sports Med. 2002; 32:511-522.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0873-2159201000050000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>50. Medbo JI, Tabata I. Anaerobic energy release in working muscle during 30s to 3 min of exhausting bicycling. J Appl Physiol 1993; 75:1654-1660.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0873-2159201000050000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>51. Leppik JA, Aughey RJ, Medved I, Fairweather I, Carey MF, McKenna MJ. Prolonged exercise to fatigue in humans impairs skeletal muscle Na+ -K+ -ATPase activity, sarcoplasmic reticulum Ca2+ release, Ca2+ uptake. J Appl Physiol 2004; 97:1414-1423.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0873-2159201000050000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>52. Gea J, Orozco-Levi M, Barreiro E. Particularidades fisiopatológicas de las alteraciones musculares en el paciente con EPOC. Nutr Hosp 2006; 21(Supl 3): 62-68.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0873-2159201000050000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>53. Montes de Oca M, Loeb E, Torres SH, De Sanctis J, Hernandez N, Talamo C. Peripheral muscle alterations in non-COPD smokers. Chest 2008; 133:13-18.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0873-2159201000050000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>54. Swallow EB, Reyes D, Hopkinson NS, Man W, Porcher R, Cetti EJ, Moore AJ, Moxham J, Polkey MI. Quadriceps strength predicts mortality in patients with moderate to severe chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2007; 62:115-120.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0873-2159201000050000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>55. Vivodtzev I, Flore P, Lévy P, Wuyam B. Voluntary activation during knee extensions in severely deconditioned patients with chronic obstructive pulmonary disease: benefit of endurance training. Muscle Nerve 2008; 37:27-35.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0873-2159201000050000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>56. Haccoun C, Smountas AA, Gibbons WJ, Bourbeau J, Lands LC. Isokinetic muscle function in COPD. Chest 2002; 121:1079-1084.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0873-2159201000050000300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>57. Watz H, Waschki B, Meyer T, Magnussen H. Physical activity in patients    with COPD. Eur Respir J 2009; 33: 262-272.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0873-2159201000050000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a name="0"></a><a href="#top0">Correspondência</a>/<i>Correspondence to</i>:</b></p>     <p>SQS 402 Bloco R Apartamento 301 Asa Sul</p>     <p>CEP: 70236-180 – Brasília/DF – Brasil</p>     <p>Telefone: 55-61-35327956</p>     <p>e-mail: <a href="mailto:lutavernard@yahoo.com.br">lutavernard@yahoo.com.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Recebido para publicação<i>: </i>02.06.10</b></p>     <p><b>Aceite para publicação<i>: </i>08.06.10</b></p>       ]]></body><back>
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