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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This essay constitutes a first attempt to study a theme which, in spite of its enormous importance, has received little historical attention: the evolution of the Portuguese practices of anthroponymy that had a worldwide impact due to Portuguese imperial expansion. The author contrasts the changes that occurred at the turn of the twentieth century to the practices that were prevalent among the Portuguese aristocracy ever since the great changes that took place at the end of the Middle Ages.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Os nomes de família em Portugal: uma breve perspectiva histórica</b></p>        <p>&nbsp;</p>     <p>Nuno Gonçalo Monteiro <a href="#1">*</a><a name="top1"></a></p>        <p>Este ensaio é uma primeira tentativa de estudar um tema que, apesar da sua enorme importância, tem recebido pouca atenção histórica: a evolução das práticas antroponímicas portuguesas; práticas essas cujo impacto se fez sentir em boa parte dos espaços tocados pela presença imperial portuguesa. O autor contrasta as alterações na antroponímia portuguesa que ocorreram durante a viragem do século XX com as práticas vigentes entre a aristocracia portuguesa desde as grandes mudanças que acompanharam o fim da Idade Média</p>      <p>Palavras-chave: antroponímia portuguesa, elites, casa, família.</p>         <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Family names in Portugal: a brief historical overview</b></p>     <p>This essay constitutes a first attempt to study a theme which, in spite of    its enormous importance, has received little historical attention: the evolution    of the Portuguese practices of anthroponymy that had a worldwide impact due    to Portuguese imperial expansion. The author contrasts the changes that occurred    at the turn of the twentieth century to the practices that were prevalent among    the Portuguese aristocracy ever since the great changes that took place at the    end of the Middle Ages.</p>     <p>Keywords<b>: </b>portuguese anthroponymy, elites, household, family.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>       <p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>        <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Bibliografia</b></p>          <!-- ref --><p>Almeida, Pedro Tavares de, 1995, <i>A Cconstrução do Estado Liberal. Elite Política e Burocracia na “Regeneração” (1851-1890)</i>, dissertação de doutoramento policopiada. Lisboa, Universidade Nova.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000019&pid=S0873-6561200800010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><i>Código Civil</i>, 1890, Carta de Lei de 1 de Julho de 1867, Porto.</p>      <p>Faria, António Machado de, 1951, “O uso dos apelidos em Portugal”, <i>Brotéria</i>, vol. LII, fasc. 2.</p>      <p>Freire, Anselmo Brancaamp, 1973, <i>Brasões da Sala de Sintra</i>, 2.ª ed., 3 vols., Lisboa.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Gonçalves, Iria, 1996, “Identificação medieval: o nome dos dirigentes concelhios em finais de trezentos”, <i>Revista Portuguesa de História</i>, tomo XXXI, vol. 2.</p>      <p>Gonçalves, Iria, 1973, “Onomástica pessoal da Lisboa de quinhentos”, <i>Boletim Cultural da Junta Distrital de Lisboa</i>, n.º 79-80.</p>      <p>—, 1972, “Antroponímia das terras alcobacences nos fins da Idade Média”, <i>Do Tempo e da História</i>, n.º 5.</p>      <p>—, 1971, “Amostra de antroponímica alentejana do século XV”, <i>Do Tempo e da História</i>, n.º 4.</p>      <p>Mattoso, José, 1982, <i>A Nobreza Medieval Portuguesa. A Família e o Poder</i>. Lisboa, Editorial Estampa.</p>      <p>Mónica, Maria Filomena, (ed.) <i>et al</i>., 2004-2006, <i>Dicionário Biográfico Parlamentar</i>, 3 volumes. Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.</p>      <p>Monteiro, Nuno Gonçalo, 2003, <i>O Crepúsculo dos Grandes. A Casa e o Patrimómio da Aristocracia em Portugal (1750-1832)</i>, 2.ª ed., Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda.</p>      <p>—, Nuno Gonçalo, 2000, “Aristocratic succession in Portugal (16<sup>th</sup>-19<sup>th</sup> centuries)”, em João de Pina Cabral e Antónia Pedroso de Lima (dirs.), <i>Elites. Choice, Leadership and Sucession</i>. Oxford e Nova Iorque, Berg Publishers.</p>      <p>PINA Cabral, João de, 1991, <i>Os Contextos na Antropologia.</i> Lisboa, Difel.</p>      <p>PINA Cabral, João de Pina, e Susana Matos Viegas, 2007, “Nomes e ética: uma introdução ao debate”, <i>in idem</i> (orgs.), <i>Nomes: Género, Etnicidade e Família</i>. Lisboa, Almedina.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Santos, Maria Leonor F.&#8197;O. Silva, 2003, “A onomástica, o indivíduo e o grupo”, <i>Arquipélago. História</i>, 2.ª série, vol. 7.</p>      <p>Shiba, Hiroko, 1996, “Evolución histórica del nombre civil en España. Una apoximación a su origen”, <i>Boletin de Nagoya Women’s Júnior College of Commerce</i>, n.º 36.</p>      <p>Sousa, Bernardo Vasconcelos e, 2000, <i>Os Pimentéis. Percursos de uma Linhagem da Nobreza Medieval Portuguesa (séculos XIII-XIV)</i>. Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda.</p>      <p>VasconcelLos, J. Leite de, 1928, <i>Antroponimia portuguesa: tratado comparativo    da origem, significação, classificação, e vida do conjunto dos nomes proprios,    sobrenomes… . </i>Lisboa, Imprensa Nacional.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="1"></a><a href="#top1">*</a> Instituto de Ciências Sociais da Universidade    de Lisboa - <a href="mailto:nuno.monteiro@ics.ul.pt">nuno.monteiro@ics.ul.pt</a></p>          <p>&nbsp;</p>       ]]></body><back>
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