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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Da investigação por objetivos à antropologia dos processos identitários: um ponto de vista transdisciplinar e integrativo]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[From the research by objectives to an anthropology of identity processes, based in a transdisciplinary and integrative point-of-view]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[A scientific journey oriented by anthropological goals began with social psychology, then delved into psychoanalysis and later cultural and social anthropology, always guided by clear objectives: trans-disciplinary integration; the quest for ethnographic experience as a complement of psychoanalytical experience; the construction of a structural-dynamic, post-rationalist approach; and the creation of research tools to be employed in the exploration of strategic objects, selected via theory (the dynamics of inter-ethnicity and of the multi-dimensional articulation between identity-based social representations, the analysis of the cultural productions of modernity, and strategies of symbolic materialization of the trans-cultural unconscious). On this journey, we attempted to call attention to the ways in which the articulation of ­theoretical analysis, documentary analysis, and the construction of objective-oriented research tools - which enables the mathematical processing of information and a heuristic articulation with qualitative research - made it possible to put forward new concepts and hypotheses regarding the crucial function of identity processes in the open-ended and interconnected socio-historical construction and transformation of personal gender, family, inter-ethnic, and political identities, within a tensionally differentiated world system, in a multidimensional, contradictory, and unstable form. We consider the anthropology of identity processes as the integrative keystone of the unfinished structure of social and cultural anthropology, which makes articulation possible with all the disciplines which shatter anthropological research into fragments.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana"><b><font size="2">MEM&Oacute;RIA</font></b></font></p>   <font face="Verdana">       <p align="right">&nbsp;</p>   </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Da investigação por objetivos à antropologia dos   processos identitários: um ponto de vista transdisciplinar e integrativo</b></font></p>   <font face="Verdana">       <p>&nbsp;</p>   </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>From the research by objectives to an anthropology of identity processes, based in a transdisciplinary and integrative point-of-view</b></font></p>        <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>José Gabriel Pereira Bastos</b></font><font face="Verdana"><b><font size="2"><sup>I</sup></font></b><font size="2"></font></font></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2"><sup>I</sup></font></font><font size="2" face="Verdana">Centro em Rede de Investigação em Antropologia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (CRIA-FCSH/Nova); Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Analítica (APPPA), Portugal. e-mail: <a href="mailto:bjgp@fcsh.unl.pt">bjgp@fcsh.unl.pt</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um percurso científico orientado por objetivos antropológicos     deslocou-se da psicologia social para a psicanálise e, posteriormente, para a     antropologia social e cultural, com motivações claras: a integração     transdisciplinar, a busca da experiência etnográfica, complementar da     experiência psicanalítica, a construção de uma abordagem estrutural-dinâmica,     pós-racionalista, e a criação de instrumentos de pesquisa a utilizar na     investigação de objetos estratégicos selecionados teoricamente (as dinâmicas da     interetnicidade e da articulação multidimensional entre representações sociais     identitárias, a análise das produções culturais da modernidade, as estratégias     de materialização simbólica do inconsciente transcultural). Neste percurso,     ensaiámos evidenciar como a articulação da análise teórica, da análise     documental, da construção de instrumentos de pesquisa orientados por objetivos,     potenciadores do tratamento matemático da informação e de uma articulação     heurística com a pesquisa qualitativa, pôde fazer avançar novos conceitos e     novas hipóteses sobre a função central dos processos identitários na construção     e na transformação sócio-histórica, em aberto, das     identidades pessoais, de género, familiares, interétnicas e políticas, entre si     articuladas, num sistema-mundo tensionalmente diferenciado, de forma     multidimensional, contraditória e instável. Consideramos a antropologia dos     processos identitários como a pedra de fecho do edifício inacabado da     antropologia social e cultural, permitindo a articulação integrativa das disciplinas que estilhaçam a pesquisa antropológica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> análise das produções culturais, análise     dos processos identitários, abordagem estrutural-dinâmica, pesquisa por objetivos, criação de instrumentos de pesquisa, teorização integrativa</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A scientific journey oriented by     anthropological goals began with social psychology, then delved into     psychoanalysis and later cultural and social anthropology, always guided by     clear objectives: trans-disciplinary integration; the quest for ethnographic     experience as a complement of psychoanalytical experience; the construction of     a structural-dynamic, post-rationalist approach; and the creation of research     tools to be employed in the exploration of strategic objects, selected via     theory (the dynamics of inter-ethnicity and of the multi-dimensional     articulation between identity-based social representations, the analysis of the     cultural productions of modernity, and strategies of symbolic materialization     of the trans-cultural unconscious). On this journey, we attempted to call     attention to the ways in which the articulation of ­theoretical analysis,     documentary analysis, and the construction of objective-oriented research tools   – which enables the mathematical processing of information and a heuristic     articulation with qualitative research – made it possible to put forward new     concepts and hypotheses regarding the crucial function of identity processes in     the open-ended and interconnected socio-historical construction and transformation     of personal gender, family, inter-ethnic, and political identities, within a tensionally differentiated world system, in a     multidimensional, contradictory, and unstable form. We consider the     anthropology of identity processes as the integrative keystone of the     unfinished structure of social and cultural anthropology, which makes     articulation possible with all the disciplines which shatter anthropological   research into fragments.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> analysis of cultural productions, analysis of identity processes, structural-dynamic     approach, research by objectives, construction of research instruments, integrative theorization</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">Da psicologia social e da     psicanálise à antropologia (década de 70)</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Cheguei à antropologia nos anos da revolução, numa escola     em plena efervescência (ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e     Políticas, 1975-77) e da antropologia foi tudo o que conheci na década de 70.     Tinha obtido uma formação de base em psicologia social (Instituto Superior de     Psicologia Aplicada – ISPA, 1964-68 e 1970-71), profundamente dececionante, na     medida em que escotomizava o sofrimento humano e as suas dimensões libidinais e     políticas. Sem mestres, procurei na teoria freudiana a superação do     estilhaçamento e do reducionismo disciplinares, contrários aos meus objetivos integrativos.     O convite do professor Sedas Nunes para ser um dos seus oito assistentes convidados no lançamento da     primeira cadeira de Introdução às Ciências Sociais em Portugal (1971-72), um     processo que a PIDE, no meu caso, interrompeu, tinha-me levado a um forte     aprofundamento da teoria marxiana. Tinha-me assim embrenhado na pesquisa     aprofundada de duas teorizações fundamentais, a marxiana e a freudiana,     buscando a possibilidade de as transcender pela sua integração (J. Bastos e     Soczka 1978). Tendo tido acesso a uma conferência em que o professor Eduardo     Luís Cortesão apresentou os trabalhos de Ruth Benedict (2005 [1934]) e,     sobretudo, de Margaret Mead (1935), entrei na antropologia para trabalhar a     hipótese, que não foi dececionada, de que o inconsciente e a simbolização     libidinal que lhe está associada se mostravam muito amplificados na cena     sociocultural dos povos “primitivos”, com a vantagem que o recalcado de dadas     culturas constituía o ideal cultural de outras,<a style='mso-footnote-id:ftn1' href="#_ftn1" name="_ftnref1" title=""><sup><sup>[1]</sup></sup></a> de tal modo que, com a mediação analítica e teórica do antropólogo, as culturas     se interpretavam entre si. Tratava-se de ultrapassar o método comparativo e de     aceder ao método estrutural-dinâmico que, contra Lévi-Strauss (1958), o criador   do estruturalismo estático, me propus construir.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">Da psicanálise à análise das produções culturais (décadas de 70 e 80)</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Convidado, após o 25 de Abril, para integrar a     renovação pedagógica tanto do ISPA (1975-80) como da Faculdade de Letras,     utilizei como laboratório as minhas aulas de Introdução à Psicanálise, nesta     Faculdade (1975-88), criando para mim próprio desafios teóricos e iniciando um     processo radical de análise das produções culturais, em busca da teorização do     processo criativo subjacente à renovação cultural. O meu desafio era claro: se     Freud (1972a [1900], 1972b [1905], 1974a [1913], 1974b [1927], 1974c [1930],     1975 [1937], 1976 [1907], 1977 [1905], 1995 [1895]) tivesse razão, então todas     as produções culturais (“arcaicas” ou “modernas”) eram suscetíveis de uma     análise que designei desde logo como estrutural-dinâmica, pelas razões que se     seguem. Lá longe, em França, a redescoberta do estruturalismo russo (Propp     1965; Lotman e Escuela de Tartu 1979; Todorov 1970), o desenvolvimento de um     estruturalismo estático, por Lévi-Strauss (1958, 1967 [1958], 1973, 1977) e a     emergência da semiótica francesa (Greimas 1966) tinham criado um novo campo de     problematizações na análise do texto literário, que se distanciava do     freudo-marxismo, forte no pós-guerra, numa direção racionalista (formalista,     cognitivista, não hermenêutica). Tratava-se de linhas de orientação que era     necessário confrontar com a teorização freudiana, criticar, integrar quanto     possível e superar. Até que ponto a psicanálise tinha meios de confrontar os     estruturalismos com as suas áreas cegas e com as suas contradições? Até que     ponto a dimensão dinâmica, típica da abordagem freudiana, permitia ir para além   de abordagens estruturalistas, numa direção integrativa?</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aprofundamento da formação em semiótica e     teoria do texto, bem como da articulação entre literatura e psicanálise,     levaram-me então a propor (1981) uma tese de doutoramento intitulada <i>Génese e Estrutura da Narratividade</i>, que     tomava estrategicamente a obra de Maupassant como estudo de caso, a ­realizar     duas visitas de estudo (Paris, 1982 e 1984) para dialogar com os principais     investigadores e docentes parisienses de literatura e psicanálise e a avançar     para novas e mais complexas análises do modo de produção e da economia do texto     literário (J. Bastos 1982b, 1983c, 2014c), mais interessado na investigação das     infraestruturas e dos organizadores inconscientes da criação literária do que     na “interpretação” dos textos ou na psicobiografia dos autores. Esse processo     caminhou para o seu fim quando, depois de questionar diretamente Greimas     (1966), num seminário de mestrado, apresentei em público críticas claras quanto     ao modo como o fundador da semiótica francesa se aproveitara da teorização   freudiana, sem mencionar a origem de dezenas de conceitos que utilizara na sua <i>Sémantique structurale</i>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">À descoberta da antropologia “disciplinada”</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando me virei para a antropologia, seguia as     expectativas de Freud, distanciando-me da clínica em busca da macroscopia     permitida pelas produções culturais partilhadas e públicas de “povos     primitivos”. Buscava então estender a análise das produções culturais das áreas     artísticas e literárias à área das instituições, processos, dinâmicas e   relações socioculturais identitárias.<a style='mso-footnote-id:ftn2' href="#_ftn2" name="_ftnref2" title=""><sup><sup>[2]</sup></sup></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Não compreendia então, e ainda hoje não     compreendo, como é que a teoria da produção inconsciente da cultura, como     formação de compromisso instável entre tensões libidinais, agressivas e     narcísicas entre géneros, gerações, hierarquias e modos de relação interétnica,     com derivação identitária, não foi estabelecida pelos antropólogos, tão mais     favorável era a oportunidade da análise cultural (pública, comunitária) em     relação à análise clínica (dual, suspeitada de “anormalidade”). Hoje     apercebo-me de que os historicismos reconstrutivos (evolucionistas e     difusionistas) e as abordagens sociológicas racionalistas não poderiam ter     levado longe, de um ponto de vista teórico; que, na Europa, a antropologia     colonial, tipicamente etnográfica, fora absorvida pelas suas finalidades     pragmáticas e ideológicas, de afirmação implícita da supremacia racial,   “civilizacional”, dos “observadores” etnográficos e que estremecia perante a     virtualidade de ser engolida pela abordagem psicanalítica, o que suscitava     anticorpos mal fundamentados e escassamente elaborados; e que a teoria do     relativismo cultural (que refutámos em J. Bastos 2011), e o     estrutural-funcionalismo, sem qualquer capacidade heurística, tinham tornado     tabu o caminho para teorizações transculturais do modo de produção cultural   (sua génese, função, economia, valor e sentido).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desses anos, lembro-me que o desafio partia da     obra de Lévi-Strauss, que se tornou o terceiro pilar da minha busca teórica,     para rapidamente o contestar. No ISCSP desses anos, Lévi-Strauss era     representado por José Carlos Gomes da Silva, recém-chegado de Bruxelas, que os     alunos marxistas tentaram despedir, o que impedi ativamente. Não esqueço que o     confrontei em aula com uma leitura alternativa das suas <i>bilinas</i> russas, utilizando a minha metodologia estrutural-dinâmica,     que pretendia que fosse pós-lévi-straussiana, para demonstrar ganhos de     heuristicidade. É fácil perceber que não gostou de se ver confrontado com uma     alternativa tão elaborada, assente em dinâmicas triádicas e não em binarismos.     Dos trabalhos escolares então apresentados e do esforço de teorização efetuado     emergiram os primeiros artigos na área, na <i>Análise   Psicológica</i> (J. Bastos 1978a, 1978b; J. Bastos e Soczka 1978) e na <i>Colóquio-Letras</i> (J. Bastos 1978c).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Data dessa época o encontro com o trabalho do     antropólogo colombiano Reichel-Dolmatoff (1976 [1969]), que fizera uma     descoberta com profundas implicações teóricas, por ele desperdiçadas,     evidenciando a existência “tribal” de uma linguagem visual “geométrica” com     significações libidinais evidentes, em concordância total com as descobertas     freudianas, num artigo que de imediato fiz publicar na <i>Análise Psicológica</i>, seguido de uma apresentação crítica (J. Bastos     1978a), à espera de desenvolvimentos que desde logo me propus, mas que tiveram     de esperar até ao final da década de 80, por um espaço docente no território     antropológico e pelos indispensáveis avanços metodológicos, implicando a   criação de um instrumento de pesquisa suscetível de análise correlacional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">Do ensino e da investigação em     psicanálise ao ensino e investigação em antropologia social e cultural (de 1987     em diante)</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Chegara a altura de mudar de rumo. Apoiado na minha     licenciatura em ­Antropologia, na formação psicanalítica acumulada e no     trabalho de investiga­ção já publicado, apresentei candidatura à lecionação, no     Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH)     da Universidade Nova de Lisboa, das cadeiras de Antropologia e Psicanálise (I e     II), então vacantes e em risco de abandono, por morte da minha ex-aluna, a Dr.ª   Manuela Fazenda Martins. Era para mim quase uma missão defender essa área de   pesquisa e ensino, tendo começado a lecioná-la em 1987-88.<a style='mso-footnote-id: ftn3' href="#_ftn3" name="_ftnref3" title=""><sup><sup>[3]</sup></sup></a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Esse espaço de ensino permitiu que me     debruçasse, por um lado, sobre antropólogos pós-freudianos, como Róheim,     Kardiner (trabalhando com ­Linton), Erikson e, mais tarde, Turner, Devereux,     Gregor, Herdt (trabalhando com Stoller), Lidz e Lidz, Obeyesekere, Godelier e     Juillerat (trabalhando com André Green), cujo entrosamento antropológico e     potencial teorizante eram óbvios e, por outro lado, sobre o trabalho de investigadores     que, próximos das conceptualizações e questões levantadas pela psicanálise,     utilizavam instrumentos de pesquisa quantificados ou recorriam aos métodos     matemáticos para chegar a modelos e correlações entre variáveis, com base em     investigações replicáveis, como era o caso de Whiting e Child (1953), Whiting,     Kluckhohn e Anthony (1966 [1958]), Stephens (1962), bem como Fromm e Maccoby     (1970).<a style='mso-footnote-id:ftn4' href="#_ftn4" name="_ftnref4" title=""><sup><sup>[4]</sup></sup></a> Com     estes autores, a antropologia passava da sua infância hermenêutica, ensaística,     para relevantes voos científicos, enquadrados na antropologia psicológica, algo     que parecia escapar à consciência disciplinar etnográfica, que permanecia     pacatamente autossatisfeita com a antropologia sociológica, mantendo uma     dicotomização sistemática interdisciplinar, a meu ver absurda, entre a dimensão     psicológica e a dimensão sociológica, necessariamente articuladas, sendo a     investigação dos modos e consequências dessa articulação que constituíam, no   nível teórico, o desafio antropológico, por excelência, como bem vira Lévi-Strauss.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No ano seguinte (1988) abandonei a Faculdade     de Letras e integrei dois departamentos da FCSH – Estudos Portugueses e     Antropologia. No primeiro lecionei Introdução às Ciências da Cultura e também     Literatura e Psicanálise, até 1991, concentrando-me então finalmente na     antropologia e na minha tese de doutoramento, já em curso. Ainda em 1988     publiquei <i>A Mulher, o Leite e a Cobra</i>: <i>Um Ensaio de Antropologia       Pós-Racionalista</i> e, em 1991, uma adenda a esse livro (em <i>Maidens, Snakes and Dragons</i>), no King’s     College London, concretizando a agregação com um relatório de cadeira em     Antropologia e Psicanálise (J. Bastos 2000g)<a style='mso-footnote-id:ftn5' href="#_ftn5" name="_ftnref5" title=""><sup><sup>[5]</sup></sup></a> e preparando o futuro ensino de Antropologia do Simbólico, a que só acedi em     2005,<a style='mso-footnote-id:ftn6' href="#_ftn6" name="_ftnref6" title=""><sup><sup>[6]</sup></sup></a> apresentando um relatório de cadeira (J. Bastos 2002c) nessa área tão favorável à contribuição psicanalítica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em antropologia, a resistência à abordagem     psicanalítica da cultura tinha-se exponenciado a partir da aliança entre     biólogos e antropólogos disciplinares, que tinham parado em leituras     superficiais de Malinowski (1927) e Popper (1992 [1956], 1993 [1974]), e tanto     mais defensivos quanto o meu ensino, aberto ao questionamento, ganhara fôlego e     discípulos. Fui então forçado, através de uma reconversão curricular, a     abandonar a cadeira inicial e a lecionar, durante seis anos (1990-96),     exclusivamente, cadeiras de Psicologia (Psicologia Geral e Psicologia Social;     Psicologia I e II), que esgotavam o meu tempo letivo, em claro bloqueio     departamental do exercício da minha formação de antropólogo. No entanto, e dada     a orientação integrativa que sempre assumi, em vez de isto constituir um     obstáculo à progressão antropológica, obtive daí um estímulo que, orientado por     uma metodologia guiada por objetivos, resultou num fluxo de criações     metodológicas e descobertas teóricas, interessado que estava em participar nos   debates-chave da antropologia (Ingold 1996).</font></p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">Do ensino à investigação,     criando instrumentos de pesquisa antropológica suscetíveis de tratamento     matemático (década de 90)</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Subalternizando a análise das produções culturais, segui então, a partir de 1990, três linhas de trabalho, em     paralelo. Uma primeira, a linha etnográfica, realizada em casal, levou-me à   comunidade hindu de Lisboa e, mais tarde, a dois meses de terreno na Índia (Diu     e áreas vizinhas), no verão de 1990. Realizei, sobretudo, o levantamento das     castas de Diu e seu mapeamento, o levantamento de linhagens de <i>vandjás</i> e de famílias de outras castas,     o levantamento fotográfico dos <i>mandirs</i> de Diu e Fudam e a primeira aplicação não europeia de um instrumento de     pesquisa criado por mim, aproveitando a lição de Reichel-Dolmatoff (1976     [1969]), que ele desperdiçara. Na minha contribuição para a escrita do terreno,     enquadrei a pesquisa de uma forma teórica inovadora, a abordagem     crise-analítica, antiessencialista, relacional e dinâmica (S. Bastos e J.     Bastos 1998b, 2000b, 2001a, 2001b), que já então antecipava a proposta de uma     antropologia dos processos identitários. Voltei ao trabalho de etnografia das     relações interétnicas, em 2001 e em 2004, novamente em casal, junto dos <i>portuguesia</i> hindus de Londres e dos     portugueses muçulmanos de Leicester (S. Bastos e J. Bastos 2002, 2005a, 2007)     e, em 2005-06, com dois jovens investigadores, junto dos portugueses ciganos de     Sintra (J. Bastos, Correia e Rodrigues 2007a, 2007b), cruzando os interesses da     etnografia com os das relações interétnicas, dos processos identitários e do     enquadramento identitário da ciganofobia, vista como um recurso da identidade   “lusa”, francamente vulnerabilizada pela descolonização e pelas crises     económicas.<a style='mso-footnote-id:ftn7' href="#_ftn7" name="_ftnref7" title=""><sup><sup>[7]</sup></sup></a> Mais     recentemente (em 2011) pesquisei o Círio de Nossa Senhora do Rosário de Troia,     em Setúbal, o que deu origem a um ensaio de distanciamento da etnografia     descritiva, hegemónica, na direção de uma nova etnografia analítica,   multidimensional e integrativa (J. Bastos e Costa, no prelo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma segunda linha assentou na criação de     instrumentos de pesquisa antropológica, articuláveis com problemas teóricos não     acessíveis ao método etnográfico e/ou com os terrenos diretamente     abordáveis, originando três instrumentos suscetíveis de alimentar o método     comparativo, tanto lateral como longitudinal, dado serem replicáveis e dotados     de flexibilidade adaptativa a problemas simbólicos e identitários e a contextos   e níveis multidimensionais articulados diversos, comparáveis e integráveis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Aproveitando o laboratório que me tinha sido     oferecido com a cadeira de Psicologia Social, parti da deteção das     representações de género por Anne-Marie Rocheblave-Spenlé (1964), em pequenas     amostras de estudantes franceses e alemães, para avançar para um instrumento de     pesquisa projetivo (o inquérito identitário multidimensional, IIM) e para     propor à Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), em 1991, uma pesquisa,     ousada pela sua dimensão, inovação e propósito científico, fundada no estudo     estatístico, a partir de uma amostra representativa (N=1043     pessoas), do campo de representações sociais identitárias dos portugueses em     contexto europeu, numa altura em que, recentemente (em 1985), se tinha avançado     para a integração na União Europeia (UE, então Comunidade Económica Europeia).     Tratava-se de uma questão antropológica que claramente escapa às limitações do     método etnográfico, orientado para grupos locais e que, por isso, se tinha     esgotado em ensaísmos contraditórios com elevado cunho ideológico, como     aconteceu com a antropologia do Estado Novo. E de uma questão vexatória, porque     entrava em contradição com o racionalismo antropológico, hegemónico, que, por     isso mesmo, ameaçava não ser abordada cientificamente, com perdas heurísticas,     a meu ver óbvias, dada a minha convicção de que os processos identitários     constituem o principal organizador da diferenciação dos grupos sócio-históricos     e da sua distanciação cultural,<a style='mso-footnote-id:ftn8' href="#_ftn8" name="_ftnref8" title=""><sup><sup>[8]</sup></sup></a> algo já   anteriormente referenciado, sem teorização, por Lévi-Strauss (1958) e por Leach     (1978 [1976]) e teorizado por Fredrik Barth (1998 [1969]), autores que deixaram     claro que a “cultura” era uma variável subordinada aos processos de   diferenciação identitária e não o contrário.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A minha tese de doutoramento infletia numa     direção inesperada, mais de acordo com as minhas autoexigências científicas,     mesmo que com o risco de aumentar a resistência dos etnógrafos meus colegas,     como realmente aconteceu. Os resultados tinham potencialidades heurísticas tão     fortes que, defendida a tese (em fevereiro de 1996), avancei com um novo     projeto para financiamento pela FCT (ainda em 1996), em que aprofundava e     superava lacunas do anterior, investigando comparativamente as auto e     heterorrepresentações regionais identitárias dos portugueses, com base numa     amostra muito alargada: N=1800, com 200 entrevistas em cada uma   das nove regiões (J. Bastos e S. Bastos 1999b).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A tese foi publicada (J. Bastos 2000f),     apresentada em Espanha num colóquio ibero-nórdico (J. Bastos 2002a), e nos     Estados Unidos, em conferências na Califórnia – na UCLA e em Berkeley (J.     Bastos 2003a, 2003b, 2003c, 2003d), bem como em duas aulas da cadeira lecionada     em Berkeley por ­Stanley ­Brandes (em março de 2003). Entretanto, alunos tinham     avançado para teses de licenciatura sustentadas por etnografia e pela aplicação     local do meu inquérito (IIM),<a style='mso-footnote-id:ftn9' href="#_ftn9" name="_ftnref9" title=""><sup><sup>[9]</sup></sup></a> o que     permitiu inferências teóricas notáveis que apareceram na tese mas também na     parte final do <i>Portugal Multicultural</i> (J. Bastos e S. Bastos 1999a), e em conferências internacionais em Berkeley e     Lisboa, explorando o caso cabo-verdiano (J. Bastos 2003c).<a style='mso-footnote-id: ftn10' href="#_ftn10" name="_ftnref10" title=""><sup><sup>[10]</sup></sup></a> A minha lição de agregação, apresentada no início de 2001 (e publicada em     edição bilingue em 2013),<a style='mso-footnote-id:ftn11' href="#_ftn11" name="_ftnref11" title=""><sup><sup>[11]</sup></sup></a> ensaiava posicionar-se criticamente entre as orientações de dois colegas (ver     João de Pina-Cabral 1991; João Leal 2000) e dar resposta às preocupações deste   último, explorando as principais inferências teóricas na área dos processos     identitários e desembocando na deteção de “leis” dos processos identitários,     tais como decorrentes da pesquisa. Lançava, assim, as bases da fundação de uma     antropologia dos processos identitários (J. Bastos 2001a), que concebo como a   “pedra de fecho” da antropologia e da integração das ciências sociais, com     pontos de apoio teórico na psicologia social e na psicanálise, dado ser a única     dimensão comum a todas elas, por isso mesmo recusada, da economia à ciência   política, passando pela sociologia e pela linguística comunicacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Criei na mesma época e contexto um segundo     instrumento de pesquisa ainda mais declaradamente projetivo, porque ainda mais     incontrolável por processos cognitivos, decorrente das descobertas de     Reichel-Dolmatoff (1973 [1968], 1976 [1969]) numa tribo da Amazónia, como     mencionei anteriormente. Utilizei esse instrumento em amostras de hindus em Diu     e em Lisboa (J. Bastos e S. Bastos 1999a; S. Bastos e J. Bastos 2000a, 2000b,     2001c), mas só muito mais recentemente explorei em profundidade os dados     obtidos com 150 estudantes universitários, de modo a demonstrar a dimensão     transcultural do investimento inconsciente na cultura, baseada na deteção da     função das imagens “abstratas” como mediação entre a representação inconsciente     do corpo libidinal e a dimensão artística da cultura, e a introduzir o conceito     de pele simbólica (J. Bastos 2012a, 2012b), pondo em xeque a generalidade da     teoria do relativismo cultural, cujos pressupostos, claramente ideológicos,   tinham bloqueado o desenvolvimento da ciência do homem (J. Bastos 2014a).<a style='mso-footnote-id:ftn12' href="#_ftn12" name="_ftnref12" title=""><sup><sup>[12]</sup></sup></a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Já num novo enquadramento estratégico, que     passou pela criação de um Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas (o     CEMME), em 2000, de modo a permitir institucionalizar e diversificar as     pesquisas dos projetos FCT de 1993 e de 1996, a investigação dos processos     identitários e das relações interétnicas, entre si associados, ganhou novas     possibilidades de aprofundamento. Um projeto de fôlego (2003-2005), patrocinado     pelo Observatório da Imigração, com o título “Filhos Diferentes de Deuses     Diferentes”<a style='mso-footnote-id:ftn13' href="#_ftn13" name="_ftnref13" title=""><sup><sup>[13]</sup></sup></a> (S.   ­Bastos e J. Bastos 2005b, 2008; J. Bastos 2010a, 2014b), permitiu avançar para     o estudo comparativo de seis minorias étnicas residentes em Portugal, e foi     para consolidar o projeto comparativo que criámos um terceiro instrumento de     pesquisa, a escala de representações e atitudes interétnicas (ERAI), imanente     ao próprio projeto e ao trabalho etnográfico em curso (entretanto conduzido por     uma dezena de investigadores de terreno), associado ao levantamento da     linguagem étnica em que se exprimiam e articulavam os diferentes eixos do campo     estrutural-dinâmico – os eixos das tensões de género, das tensões intergeracionais,     das tensões interétnicas e dos recursos religiosos com que tentavam organizar     essas tensões. Partindo de 405 expressões retiradas dos terrenos e da     bibliografia disponível, e anulando sobreposições, a equipa conseguiu a sua     redução para 183, e uma análise fatorial selecionou 24, ­organizando quatro     fatores que explicavam 57% da variância observada, um valor invulgarmente     elevado, numa perspetiva explicativa. Os dois primeiros fatores evidenciavam     dois modos de organização étnica, o primeiro centrado na organização das     relações internas, primariamente no controlo masculino das relações de género,     e declaradamente defensivo-agressivo (sikhs); um segundo, centrando-se na   “acusação de racismo”, colocava-se no polo oposto, nada informando sobre a organização     interna dos grupos (cabo-verdianos), sendo que os ciganos cruzavam os dois     fatores. A “acusação” emergia como o instrumento expressivo das relações     interétnicas disfuncionais, tendendo a criar simetrias de acusação em relações     assimétricas. Os dois últimos fatores evidenciavam estratégias positivas de     justaposição religiosa ou de abertura à interetnicidade, com muito baixo nível     de conflito (três comunidades de genealogia indiana, provenientes de     Moçambique, os hindus, os ismaelitas e os sunitas). Tínhamos chegado a um     primeiro nível de compreensão da diferenciação intercultural e das estratégias     mobilizadas na interetnicidade (S. Bastos e J. Bastos 2005b; J. Bastos e S.   ­Bastos 2010), bem como à deteção de diferentes tipos de família e de diferentes     tipos de utilização do recurso religioso, com graus diferentes de afastamento e     aproximação à ecologia cultural portuguesa (S. Bastos e J. ­Bastos 2007; Trovão   e Bastos 2010), estudada na tese de doutoramento (Bastos 1995c, 2000f).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os debates identitários <i>in absentia</i>, com as suas retóricas de acusações e simetrizações,     permitiram em dois campos etnográficos, com os <i>Portuguese Indians</i>, de Londres, e com os portugueses sunitas, de     Manchester (S. Bastos e J. Bastos 2002, 2005a e 2007), aprofundar e complexificar     a análise destas estratégias identitárias de busca, recusa e inversão imaterial     de hierarquizações identitárias entre comunidades imaginadas, funcionando como     organizadores do fechamento dos grupos ao diálogo intercultural. E, em contexto     migratório no terreno do grande adversário colonial, permitiram verificar como     estas minorias de raiz indiana, tendo vivido em colónias portuguesas e     britânicas, ao regressarem à Europa e, neste caso, encontrando-se face a face     na Grã-Bretanha, mantêm debates identitários em que, para se atacarem e     defenderem, se identificam com os ex-colonizadores, elogiando o seu e atacando     o do outro, criando debates identitários a duas vozes mas com quatro     referentes, argumentativamente fundados na seleção de valores e critérios convenientes     para exprimir a superioridade identitária dos enunciantes e a inferioridade     identitária atribuída ao adversário. Como Barth (1998 [1969]) encontrara ao     referir-se aos processos de dicotomização sistemática entre grupos     identitários, valores diferentes estabelecem fronteiras identitárias que     separam grupos diferenciados, sem que impeçam o trânsito de pessoas através     delas. Os valores de uns tendem a convergir com os defeitos que outros, mudando     de critério, lhes atribuem (Leach 1978 [1976]), o que faz com que a atribuição     de defeitos, e não apenas a afirmação de valores, constituam poderosos reforços   das ­fronteiras identitárias mantidas de ambos os lados enquanto em interpenetração espacial.</font></p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">Da antropologia colonial à     investigação dos processos identitários, das relações interétnicas, do racismo e da xenofobia</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Decorreu desta viragem estratégica a criação do CEMME, como referi, e a proposta     da fundação de uma antropologia dos processos identitários que, no meu     entendimento, deveria vir a constituir a pedra de fecho da     transdisciplinaridade antropológica (J. Bastos 2002c). A colaboração     interdisciplinar com o SociNova na criação, na FCSH, de um mestrado     interdisciplinar em Migrações, Minorias Étnicas e Transnacionalismo, em 2002, o     qual se manteve até à atualidade, e a integração numa rede de excelência     europeia interdisciplinar, o ­IMISCOE (International Migrations, Integration     and Social Cohesion in Europe), com sede na Universidade de Amesterdão,     inserido então no seu C7, um grupo de investigação sobre processos     identitários, relações interétnicas, discriminação, racismo e xenofobia, veio     reafirmar a exigência da interdisciplinaridade e da integração transdisciplinar     (J. Bastos 2010a; J. Bastos <i>et al</i>.   2006; S. Bastos e J. Bastos 2008; J. Bastos e S. Bastos 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A abordagem estrutural-dinâmica que vínhamos     propondo (J. Bastos 1997a, 1997c) permitiu selecionar seis eixos de observação     (as relações de género, as relações intergeracionais, as relações interétnicas     e as relações com o polo transcendental das religiões, anteriores à luta de     classes e aos projetos imperiais e coloniais e, por cima destas, as relações de     classe e as relações internacionais, onde aqueles projetos se exercem) e     pesquisar a economia das articulações entre esses eixos (S. Bastos e J. Bastos     2005b; J. Bastos 2010a), a que se associou a demonstração da estreita     articulação inconsciente entre as identidades corporais (de género e     intergeracionais) e as identidades étnicas e políticas (inter-regionais e     inter-nacionais). Decorreu desta investigação a deteção de modelos de     diferenciação sócio-histórica (J. Bastos 2010a; J. ­Bastos e S. Bastos 2010),     defensivos e acusatórios, de agonismo interétnico bem como de modelos de     integração diferenciada, fantasmáticos e relacionais, superadores dessa   agonisticidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entretanto, um novo projeto, financiado em     concurso público pela Câmara Municipal de Sintra (2004-2005) permitiu     aprofundar o estudo das relações interétnicas envolvendo os portugueses     ciganos. Passámos então da tradicional pesquisa em bairros de realojamento e     investigámos a situação da minoria em todo o concelho, levantando em simultâneo     representações interétnicas dos técnicos e políticos municipais e dos seus     munícipes ciganos. Desta investigação emergiu o conceito de ciganofobia, como     modo hegemónico de expressão do racismo em Portugal, tornando os ciganos o “mau     objeto” da identidade nacional, o que conduziu à passagem de uma postura     analítica para uma postura de intervenção sobre as políticas de interetnicidade     desenvolvidas pelas autoridades portuguesas (J. Bastos, Correia e Rodrigues     2007a; J. Bastos 2008, 2010c, 2012c, 2013b), a qual, acima do nível etnográfico     e do nível da interetnicidade, proporciona um novo laboratório de investigação     sobre as estratégias do racismo subtil e institucional e sua negação política e     cultural, mobilizadas para o reforço de uma identidade nacional fragilizada     pela pobreza relativa e pela descolonização, isto é, pela humilhação na     competição com as nações dominantes (EUA e países mais desenvolvidos da UE),   bem como com as nações ex-colonizadas (destacadamente o Brasil e Angola).</font></p>     <p>&nbsp;</p>   <font face="Verdana"><b><font size="3">A centralidade dos processos identitários na organização do mundo</font></b>  </font>     <p><font size="2" face="Verdana">A abordagem multidimensional, relacional,     processual-dinâmica, transdisciplinar e integrativa que vimos prosseguindo,     através de terrenos e métodos muito diversificados, tem vindo a confirmar a     centralidade dos processos identitários, encontrando em autores como Erik     Erikson (1963 [1950]), Fredrik Barth (1998 [1969]), Henri Tajfel (1982 [1980])   e Thomas Scheff (1994) suportes teóricos que importa integrar e desenvolver.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pelo nosso lado, chamámos a atenção para a     linha teórica que liga estes autores a uma tradição antropológica que vai de     Sumner (1959 [1906]) a Ruth Benedict (2005 [1934]) e a Leach (1978 [1976]),     transformando processos de diferenciação cultural em processos de competição e     superiorização identitária, com cunho agonístico ou depreciativo, que implicam     a subalternização do conceito de cultura (um efeito e não uma causa), como bem     viram antropólogos como Leach (1978 [1976]) e Barth (1998 [1969]), abrindo uma   nova posição na história da antropologia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estes desenvolvimentos convidam à construção     de uma antropologia teórica, fundada na deteção da dimensão delirante dos     processos identitários e da construção das representações e instituições     sociais, anteriormente referenciada por Marx (1975 [1844]), Freud (1972a     [1900], 1972b [1905], 1974a [1913], 1974b [1927], 1974c [1930], 1975 [1937],     1976 [1907], 1977 [1905], 1995 [1895]), Durkheim (1985 [1912]) e Edgar Morin     (1975 [1973]), e na análise das dinâmicas de diferenciação sócio-histórica que     se apoiam na multiplicação de línguas, de religiões, de morais, de atividades     artísticas e de mitos grupais e na fidelização emocionada a esses organizadores     de diferenciações entre si articuladas, num sistema-mundo (Wallerstein 1974)     tensionalmente diferenciado, lateralmente (espacialmente, entre países,     regiões, etc.) e verticalmente (nas tensões assimétricas entre classes sociais,     geracionais, géneros e formações interétnicas), de forma multidimensional,   contraditória e instável.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No seu conjunto, o trabalho até agora     realizado assenta (1) na crítica do racionalismo, do estilhaçamento disciplinar     das ciências do homem e dos seus impasses e negações cognitivas; (2) na atenção     dada à análise das produções culturais; (3) na pesquisa orientada para uma     reavaliação pós-freudiana dos processos simbólicos e identitários e da dimensão     delirante da cultura; (4) numa abordagem integrativa, estrutural-dinâmica,     pós-racionalista, que viabilize a emergência da Antropologia Teórica e a     análise das contradições civilizacionais, materializadas no sofrimento     socialmente provocado, entrevisto por Freud; (5) na construção de instrumentos     de pesquisa, suscetíveis de tratamento matemático e de replicação, que permitam     passar da descrição, tipicamente ensaística, à comparação lateral e     longitudinal, cientificamente controlada, reabrindo o campo da cientificidade     para as ciências antropológicas; (6) numa insistência estratégica na pesquisa multidimensional     sobre os portugueses, suas relações internacionais, regionais, de género e     relações interétnicas, com as suas minorias, ex-colonizados e imigrantes, na     deteção do mito que articula as relações de género com as pretensões de uma     excecionalidade identitária no tratamento com os seus outros, sustentando a sua     ecologia identitária e as suas estratégias de diferenciação identitária num     mundo competitivo em transformação acelerada; e, finalmente, (7) na     investigação interventiva da economia identitária do racismo, exemplificado   pela ciganofobia em Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Se quiserem questionar o que tudo isto tem a     ver com a década de 70, é fácil de perceber: trata-se de pôr em confronto Freud     e a antropologia psicanalítica, enquanto tese, com a contribuição racionalista     do estruturalismo estático de Lévi-Strauss, enquanto antítese, à procura da     superação de ambos os polos, através da construção de uma abordagem     estrutural-dinâmica, centrada naquilo que não existe para Lévi-Strauss (1977),     por confundir o cérebro com a mente e “odiar o Ego”: a dinâmica sócio-histórica     dos processos identitários, que são relacionais e multidimensionais. Como     sabemos, Lévi-Strauss estava profundamente errado, desconhecia os efeitos da     complexidade, e Antoine Danchin encarregou-se de lho evidenciar (Lévi-Strauss   1977: 209).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Bibliografia</b></font></p>        <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARTH, Fredrik, 1998 [1969], Ethnic Groups   and Boundaries: The Social Organization of Culture Difference. Prospect Heights, IL, Waveland Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S0873-6561201400020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José, 1978a, recensão     bibliográfica de Os Alucinógenos e o Mundo Simbólico, de Vera Penteado Coelho,   Análise Psicológica, I (2): 110-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S0873-6561201400020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1978b, “Para     uma metodologia estrutural-dinâmica de análise de textos literários”, Análise   Psicológica, I (3): 33-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0873-6561201400020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1978c,   “‘A bela e o monstro’ na literatura oral portuguesa, uma abordagem   estrutural-dinâmica”, Colóquio-Letras, 44: 46-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0873-6561201400020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1981a, “‘A rato-análise de Laborit-ório’ – sobre ‘Mon oncle     d’Amérique’, de Alain Resnais”, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 2,   Lisboa, março: 31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0873-6561201400020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1981b,   “Trabalhar sobre o corpo e sobre a escrita”, JL – Jornal de Letras, Artes e     Ideias, n.º 6, maio: 10-11 (republicado em João Vieira – 25 Anos de Trabalho:   1959-84, org. Julião Sarmento, Lisboa, &amp; ETC, 1985, 39-46).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0873-6561201400020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1981c, “O   circo europeu”, em Jerry Lewis, catálogo. Lisboa, Cinemateca Nacional, 45-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0873-6561201400020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1982a,   “Cinco passos em torno do desespero”, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias,   n.º 26, fevereiro: 17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0873-6561201400020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1982b,   “Eldorados à portuguesa: o ouro e as suas vicissitudes em O Espólio do Senhor     Cipriano, de Júlio Diniz”, em Eldorado. Lisboa e Porto, Quatro Elementos   Editores, 82-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0873-6561201400020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1982c, “To be or not to be, with Hitch, Guilty, Spellbound, Young and Innocent”, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 29, abril.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0873-6561201400020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1982d,   “Silvestre: a virgem-mãe ou homem dividido vale por todos”, JL – Jornal de   Letras, Artes e Ideias, n.º 33, maio: 27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0873-6561201400020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1983a, “A     escrita do Deus”, em Ilhas, catálogo da exposição de Ana Isabel Rodrigues.   Lisboa, Sociedade Nacional de Belas-Artes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0873-6561201400020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1983b, “A   estrangeira”, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 53, março.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0873-6561201400020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1983c,   “Entre le plaisir et l’action il y a place pour…: essai d’analyse     structurale-dynamique de ‘Ce cochon de Morin’, de Guy de Maupassant”, Ariane:   Revue d’études littéraires françaises, 2: 131-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0873-6561201400020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1984a,   “Ninguém responde a Franz Kafka: ‘Carta ao pai’, uma cartografia do naufrágio   familiar”, Plural, 4: 56-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0873-6561201400020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1984b,   “(h)ERO(i)S – de incerta viagem: sobreviventes”, em Heróis, catálogo da     exposição de Ana Isabel Rodrigues, Alberto José Caetano e Carlos Nogueira.   Lisboa, Galeria Quadrum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0873-6561201400020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1984c,   “Sobreviventes: cartografia de uma viagem começada”, em Sobreviventes, catálogo   da exposição de Ana Isabel Rodrigues, Lisboa, Galeria Cómicos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0873-6561201400020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1984d,   “Pinter: do teatro do absurdo ao pós-modernismo: ‘Traições’”, em “Traições”, de   Harold Pinter, programa. Lisboa, Quarteto/Teatro de Actor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0873-6561201400020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1984e, “Nada   é apenas o nome que lhe damos”, apresentação do Álbum ‘Kodak’, de João Vieira,   sobre poema de Herberto Helder. Lisboa, Galeria Altamira, junho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0873-6561201400020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1985a, “Ana:     as águas, o leite e o sangue”, JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 149,     maio: 9-10 (republicado em António Reis e Margarida Cordeiro: A Poesia da   Terra, Faro, Cineclube de Faro, 1997, 217-219).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0873-6561201400020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1985b,   “Sauve qui peut (la vie): entre o fantasma da política e a política do   fantasma”, em Jean-Luc Godard, catálogo. Lisboa, Cinemateca Nacional, 176-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0873-6561201400020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1986,   “Metamorfoses”, em Metamorfoses, catálogo da exposição de João Vieira. Porto,   Galeria Zen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0873-6561201400020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1988a,   “Cartographie d’un voyage entamé (‘andante’)”, em Lisbonne aujourd’hui, catálogo de exposição. Toulon,   Musée de Toulon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0873-6561201400020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira,   1988b,“Diálogos de Lisboa”, em Diálogos de Lisboa (com ­Francisco d’Ollanda), catálogo da exposição de João Vieira. Lisboa, Galeria Barata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0873-6561201400020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1988c, A   Mulher, o Leite e a Cobra: Ensaio de Antropologia Pós-Racionalista. Lisboa, Edições Rolim.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0873-6561201400020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1991, “From     the chaos and the void of symbols to the rainbow of symbolim:   the spectral study of symbols”, em C. Knight, I. Cardigos e J. Bastos, Maidens, Snakes and Dragons. Londres, King’s College (CESIL Papers), 71-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0873-6561201400020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1993, “No     coração da cidade incendiada, caligrafias ébrias, orientais”, Silêncio chinês (sobre Camilo Pessanha), em catálogo da exposição de João   Vieira. Lisboa, ruínas do Chiado (Eduardo Martins).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0873-6561201400020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1994, “Dos     desejos e memórias arcaicas do corpo à produção artística e literária como forma     privilegiada da comunicação de inconsciente a inconsciente: uma viagem pelo     interior da obra de Freud”, em J.G.P. Bastos (org.), Sigmund     Freud: Textos Essenciais sobre Literatura, Arte e Psicanálise. Mem Martins,   Publicações Europa-América, 7-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0873-6561201400020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1995a, “Da     corte do Olimpo ao Olimpo da corte: a eterna disputa”, em Maria João Brilhante     e João Perry (orgs.), A Disputa, de Marivaux, programa. Lisboa, Teatro Nacional D. Maria II e INATEL,   19-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0873-6561201400020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1995b, “‘Portugal, minha Princesa’: contribuição para o estudo das representações sociais identitárias dos portugueses”, Ethnologia, n.s., 1-2: 142-162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0873-6561201400020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1995c,     Portugal, Minha Princesa: Contribuição para Uma Antropologia Pós-Racionalista dos Processos Identitários e para o     Estudo do Sistema de Representações Sociais Identitárias dos Portugueses. Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e   Humanas da Universidade Nova de Lisboa, dissertação de doutoramento, 2 vols.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0873-6561201400020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1996, “Da     arte como monstro necessário”, em Bestiário, catálogo da exposição de João   Vieira. Lisboa, Galeria Fernando Santos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0873-6561201400020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1997a,     Investigação Estrutural-Dinâmica sobre a (Trans)Formação da Identidade de Lugar   Num Grupo de Idosos em Situação de Translocação Heteronómica. ­Lisboa, CNIG, documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0873-6561201400020000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1997b, “O   conceito de representação: uma abordagem antropo-psicanalítica”, Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 10: 51-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0873-6561201400020000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1997c,   “Ciências/Humanidades – grandes temores ou clivagens perigosas?     Contribuição para uma teoria crítica das ciências sociais e das suas teorias     críticas e para a abertura de um espaço estrutural-dinâmico de criatividade     antropológica”, apresentado no congresso “Sociedade, Cultura e Política no Fim     do Século: A Reinvenção da Teoria Crítica”, Centro de Estudos Sociais da   Universidade de ­Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0873-6561201400020000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1997d, As     Minorias Étnicas em Portugal: Dos Dados Oficiais às Pesquisas e Estimativas   Não-Oficiais. Relatório Preliminar. Lisboa, Métris.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0873-6561201400020000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1998, “Ao     contrário de Narciso: aparições, impermanência, intersecções”, em     Impermanência: Um Caminho para o Auto-conhecimento, catálogo da exposição de Regina Chulam.   Lisboa, Casa Fernando Pessoa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0873-6561201400020000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1999a,   “Complexo de Édipo”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. IX. Lisboa, Editorial Verbo, 1214-1218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0873-6561201400020000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1999b,   “Erotismo (PSIC)”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. X. Lisboa, Editorial   Verbo, 612-614.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0873-6561201400020000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 1999c,   “Freud, Sigmund”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. XII. Lisboa, Editorial   Verbo, 991-994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0873-6561201400020000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000a,   “Identificação”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. XV. Lisboa, Editorial   Verbo, 373-377.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0873-6561201400020000900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000b,   “Identidade (PSIC)”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. XV. Lisboa, Editorial Verbo, 369-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0873-6561201400020000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000c,   “Psicanálise”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. XVI. Lisboa, Editorial Verbo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0873-6561201400020000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000d,   “Inconsciente (PSIC)”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de   Cultura – Edição Século XXI, vol. XV. Lisboa, Editorial Verbo, 744-754.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0873-6561201400020000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000e,   “Ideal do ego”, verbete, em Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura – Edição Século XXI, vol. XV. Lisboa, Editorial Verbo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0873-6561201400020000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000f,   Portugal Europeu: Estratégias Identitárias Inter-Nacionais dos Portugueses. Oeiras, Celta Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0873-6561201400020000900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2000g,   “Antropologia e Psicanálise”, relatório da cadeira. Lisboa, Faculdade de   Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0873-6561201400020000900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2001a, “Das     tradições da ‘psicologia étnica’ nacionalista e da ‘antropologia social’ imperialista   à construção de uma antropologia dos processos identitários: critérios, estratégias, primeiros resultados”, lição de agregação. Lisboa,   Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0873-6561201400020000900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2001b, “Da     arte como monstro necessário ao artista-mito”, em AAVV, João Vieira: Percursos,   1960-2001. Lisboa, ACD Edições, 70-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0873-6561201400020000900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2002a,   “Portugal in Europe: The inter-national identity strategies of the Portuguese”,     em L. Beltrán, J. Maestro e L. Salo-Lee     (orgs.), European Peripheries in Interaction: The Nordic Countries and the   Iberian Peninsula. Alcala, Alcala University Press, 223-247.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0873-6561201400020000900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira (org.),     2002b, “Antropologia dos processos identitários”, número temático, Ethnologia, n.s.:   12-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0873-6561201400020000900051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2002c, “‘Eppur si muove’: nota introdutória a uma antropologia dos processos identitários”, Ethnologia, n.s.,   12-14: 11-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0873-6561201400020000900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2002d,     Antropologia do Simbólico, relatório da cadeira. Lisboa, Faculdade de Ciências   Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0873-6561201400020000900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2003a, “The     hidden meanings of culture, ethnicity and identity: Anthropology from a     divergent point-of-view”, apresentado no ciclo de conferências “In search     of hidden meanings: identity processes and strategies from a triple     point-of-view”, Institut of European Studies, University   of California, Berkeley (5 de março), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0873-6561201400020000900054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2003b, “‘I’m     better than we are’/‘you should be as we are’: identity paradoxes     and the hidden strategies of social identity at the international level, the     Portuguese case”, apresentado no ciclo de conferências “In search of hidden meanings:     identity processes and strategies from a triple point-of-view”, Institut of European Studies, University of California,   Berkeley (7 de março), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0873-6561201400020000900055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2003c,   “‘They are as we need to see them’: racism, exemplariness, porosity and     denigration in inter-ethnic relations, the Cape-Vertian case”, apresentado no ciclo de conferências “In search of hidden meanings:     identity processes and strategies from a triple point-of-view”, Institut of European Studies, University of California,   Berkeley (14 de março), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0873-6561201400020000900056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2003d, “‘Our colonisers were better than yours’: identity debates     in Greater London”, apresentado no ciclo de conferências “In search     of hidden meanings: identity processes and strategies from a triple point-of-view”, Institut of European Studies, University of   California, Berkeley (19 de março), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0873-6561201400020000900057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2005a,   “Beirões, estremenhos e ribatejanos: encontros e desencontros identitários”, em Ricardo Vieira (org.), Pensar a Região de Leiria. Porto,   Edições Afrontamento, 31-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0873-6561201400020000900058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2005b, “Os     portuenses e os seus outros: representações sociais identitárias dos portuenses num contexto de competição identitária inter-regional”, apresentado no ciclo de conferências   “Identidade/Identidades”, Porto, Escola Superior Artística do   Porto (7 de fevereiro), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0873-6561201400020000900059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2006a, “‘Cape-Verdeans believe they are better     than other Africans’: approaching Cape-verdean identity     dynamics in diasporic contexts”, apresentado no workshop “Leaving Lusophone countries: migrants   (re)constructing their identities in destination countries”, 11<sup>th</sup> International Metropolis Conference, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian (4 de outubro), disponível em &lt;<a href="http://www.ceg.ul.pt/metropolis2006/WorkshopPresentations/Gulbenkian/JosePereiraBastos_metropolis2006.pdf" target="_blank">http://www.ceg.ul.pt/metropolis2006/WorkshopPresentations/Gulbenkian/JosePereiraBastos_metropolis2006.pdf</a>&gt; (última consulta em maio de 2014).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0873-6561201400020000900060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2006b,   “‘Eles são como nós precisamos que eles sejam para nos vermos como nos vemos’: vicissitudes identitárias nas relações interétnicas”, Revista da Faculdade de Ciências Sociais e   Humanas, 18: 83-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0873-6561201400020000900061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2006c,   “S-M-S ou a vertigem americana”, em Mariana Liz e Cláudia Maia (orgs.), Sonhos e Visões no Cinema, catálogo de     textos, 5.º Ciclo de Filmes da FCSH. Lisboa, Núcleo de Programação   Cinematográfica, 123-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0873-6561201400020000900062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2007, “Que     futuro tem Portugal para os portugueses ciganos?”, em M. Montenegro (org.),   Ciganos e Cidadania(s). Setúbal, Instituto das Comunidades Educativas, 61-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0873-6561201400020000900063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2008, “O que   se passa em Portugal com os portugueses ciganos?”, Rediteia, 42: 49-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0873-6561201400020000900064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José, 2010a, “Different children     of different gods: a structural-dynamic approach to using religion in processes     of differentiated social insertion”, em C. Westin et al., Identity Processes     and Dynamics in Multiethnic Europe. Amesterdão,     Amsterdam University Press,   279-311.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0873-6561201400020000900065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2010b,   “Alentejo: região e identidade”, em AAVV, Jorge Crespo: Estudos em Homenagem,   Castro Verde, 100Luz, 229-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0873-6561201400020000900066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2010c, “Sobre a questão cigana”, Expresso, n.º 1978, 25 de setembro: 38-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0873-6561201400020000900067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2011, “Entre     o corpo e a linguagem: a inscrição simbólica das tensões libidinais arcaicas no     espaço artístico da modernidade ‘abstracta’”, em M. Acciauolli e B. Marques (orgs.),     Actas do Colóquio Arte e Erotismo. Lisboa, Instituto     de História de Arte/Estudos de Arte Contemporânea, Faculdade de   Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 337-387.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0873-6561201400020000900068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira (org.),     2012a, Portugueses Ciganos e Ciganofobia em Portugal.   Lisboa, Edições Colibri.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0873-6561201400020000900069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2012b, “Portugueses ciganos e ciganofobia em Portugal: uma introdução”, em J.G.P. Bastos (org.), Portugueses Ciganos e Ciganofobia em Portugal. Lisboa,   Edições Colibri, 7-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0873-6561201400020000900070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2012c, “A     questão cigana: portugueses ciganos e ciganofobia em Portugal”, em J.G.P. Bastos (org.), Portugueses Ciganos e Ciganofobia em Portugal. ­Lisboa,   Edições Colibri, 337-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0873-6561201400020000900071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2012d,     Contar Direito por Linhas Tortas:     A Contoterapia Infantil – Para Uma Antropologia Pós-Racionalista III. Lisboa, Apenas Livros.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0873-6561201400020000900072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2012e, “Du     corps au langage a travers des images géométriques: l’inscription symbolique     des tensions libidinales archaïques dans l’espace artistique de la modernité abstraite”, Gradiva, XIII (1), disponível em &lt;<a href="http://www.ufr-anglais.univ-paris7.fr/GRADIVA/13-1/Jose_Gabriel_Pereira-Bastos-3.pdf" target="_blank">http://www.ufr-anglais.univ-paris7.fr/GRADIVA/13-1/Jose_Gabriel_Pereira-Bastos-3.pdf</a>&gt; (última consulta em maio de 2014).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0873-6561201400020000900073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2013a, Para     Uma Antropologia dos Processos Identitários: Critérios, Estratégias, Primeiros Resultados / Towards an Anthropology of Identity Processes: Criteria, Strategies, First Results.   Lisboa, Edições Colibri e FCSH/UNL, edição bilingue.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0873-6561201400020000900074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2013b,   “Reflexões sobre a questão cigana em Portugal”, em M.M. Mendes e Olga Magano (orgs.), Ciganos   Portugueses: Olhares Plurais e Novos Desafios Numa Sociedade em Transição. Lisboa, Editora Mundos Sociais, 123-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0873-6561201400020000900075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2014a,   “Enlarging and testing the concept of unconscious: the analysis of cultural     productions”, em C. Pracana (org.), Proceedings of     the InPACT – International Psychological Applications   Conference and Trends, Porto 2014. Lisboa, World Institute for Advanced Research and Science, 14-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0873-6561201400020000900076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2014b, “Da     etnografia colonial à análise estrutural-dinâmica de um campo de relações inter-étnicas”, em M. Santos et al. (orgs.),     Caminhos da Migração: Memória, Integração e Conflitos. Rio de Janeiro, Léo   Christiano Editorial, 135-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0873-6561201400020000900077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2014c, “Literary fights and world discourses in ‘Lutteurs’, by René Char”, em J.G.P.     Bastos, D.C. Ribeiro e E. Fox (orgs.), Analyses of Cultural Productions. Papers of the 30th Conference of Psyart – Porto, 2013. Porto, i2ADS (Instituto de     Investigação em Arte, Design e Sociedade), Faculdade de Belas-Artes da   Universidade do Porto, 57-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0873-6561201400020000900078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2014d, “Nymphomaniac I and II: a Freudian narrative?”, apresentado na 31th Internacional Conference of Psyart, Madrid, documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0873-6561201400020000900079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, 2014e, “São     os portugueses femininos e infantis, como afirmam ser, nos antípodas dos     norte-europeus? Contribuição para a história identitária de um ‘país invulgar’”, em Atas do Congresso Arte &amp;   Discursos: Dos Factos aos Relatos Construídos por Estrangeiros acerca de     Portugal. Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova   de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0873-6561201400020000900080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, et al.,   2001, O Sintoma Big Brother. Lisboa, Publicações Terraço.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0873-6561201400020000900081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, et al.,     2006, “Identity, representation, interethnic relations and discrimination”, em     R. Penninx, M. Berger e K. Kraal (orgs.), The   Dynamics of Migration and Settlement in Europe: A State of the Art. Amesterdão, Amsterdam University Press, 201-232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0873-6561201400020000900082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana     Pereira BASTOS, 1999a, Portugal Multicultural: Situação e Estratégias Identitárias das Minorias Étnicas.   Lisboa, Fim de Século.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0873-6561201400020000900083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana     Pereira BASTOS, 1999b, Portugal Regional: Contribuição para o Estudo das   Representações e das Estratégias Inter-regionais Identitárias dos Portugueses,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0873-6561201400020000900084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> relatório de investigação do projeto “Portugal Plural”, vol. 1. Lisboa, FCSH/UNL, documento policopiado.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana     Pereira BASTOS, 2000a, “‘Quanto mais modesto mais português’: contribuição para o reequacionamento da antropologia urbana à   luz de uma antropologia dos processos identitários”, Ethnologia,   n.s., 9-11: 13-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0873-6561201400020000900085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana   Pereira BASTOS, 2000b, “Gypsies, in Portugal, today”, em Kisebbségek Európában 2000/Minorities in Europe 2000. Pécs, Universidade de Pécs, 99-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0873-6561201400020000900086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana     Pereira BASTOS, 2002, “Imigrantes, minorias étnicas e minorias nacionais em     Portugal, hoje: da exclusão social e identitária ao multiculturalismo?”, em AAVV, A Imigração em Portugal: Os   Movimentos Humanos e Culturais em Portugal. Lisboa, SOS-Racismo, 272-288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0873-6561201400020000900087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Susana     Pereira BASTOS, 2007, “We are going to show people here, that we have a different way of life”, apresentado no     Symposium (Re)inventing a   Lusophone Culture in UK, Metropolitan University (28 de junho), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0873-6561201400020000900088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José, e Susana BASTOS, 2010, “What     are we talking about when we talk about identity?, in C. Westin et al. (orgs.),     Identity Processes and Dynamics in Multiethnic Europe, Amesterdão,   Amsterdam University Press, 313-358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0873-6561201400020000900089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, André Clareza     CORREIA, e Elsa RODRIGUES, 2007a, Sintrenses Ciganos: Uma Abordagem   Estrutural-Dinâmica. Sintra, Câmara Municipal de Sintra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0873-6561201400020000900090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, André   Clareza CORREIA, e Elsa RODRIGUES, 2007b, “‘We are Portuguese, but we have a different law”: constants and     vicissitudes of a failed interethnic ‘dialogue’”, apresentado na Annual Conference of the Gypsy Lore Society (University of   Manchester, 7-8 de setembro), documento policopiado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0873-6561201400020000900091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José, e Lucinda Fernandes BASTOS,     no prelo, “Muitos fios tecem a imaterialidade de um ritual: análise     estrutural-dinâmica do Círio de Nossa Senhora do Rosário de Tróia, em Setúbal”,     Trabalhos de Arqueologia e Etnologia (TAE online), 53 (a disponibilizar em   <a href="http://revistataeonline.weebly.com" target="_blank">  http://revistataeonline.weebly.com</a>).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0873-6561201400020000900092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e RIBEIRO, Diniz Cayolla, 2014, “Analysis of cultural productions”, em J.G.P. Bastos, D.C. Ribeiro e E.     Fox (orgs.), Analyses of Cultural Productions. Papers of the 30th Conference of Psyart – Porto, 2013. Porto, i2ADS (Instituto de Investigação     em Arte, Design e Sociedade), Faculdade de Belas-Artes da Universidade do   Porto, 5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0873-6561201400020000900093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, Diniz Cayolla RIBEIRO, e     Elizabeth FOX (orgs.), 2014, Analyses of Cultural     Productions. Papers of the 30th Conference of Psyart – Porto, 2013. Porto, i2ADS (Instituto de     Investigação em Arte, Design e Sociedade), Faculdade de Belas-Artes da   Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0873-6561201400020000900094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, José Gabriel Pereira, e Luís     SOCZKA, 1978, “Análise estrutural-dinâmica de Tarzan of the Apes de Edgar Rice Burroughs&nbsp;I”, Análise Psicológica, 1   (3): 51-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0873-6561201400020000900095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 1989, “Reflexões sobre a patogenia de uma instituição pragmático-familialista”, Psicologia, VII   (2): 205-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0873-6561201400020000900096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 1995, “Do corpo ao cosmos: contributo para o estudo projectivo das representações simbólico-identitárias dos hindus-gujaratis residentes em Lisboa”, em Projecto de Investigação “Ser Português em Portugal”: Relatório Final,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0873-6561201400020000900097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> vol. 3.   Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, documento policopiado.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 1998a, “Ideal e degradação, heteronomia e familialismo: duas investigações sobre a ‘gestão racional’ das     margens sociais”, Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 11:   307-326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000251&pid=S0873-6561201400020000900098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 1998b, “O trabalho de terreno como crise-análise intercultural:     uma reflexão polifónica sobre as vicissitudes da pesquisa antropológica, em   casal, no sul do Saurasthra”, Ethnologia, 6-8: 307-326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0873-6561201400020000900099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2000a, “‘To meet the other is, in fact, to meet him     again’: contribution to a structural-dynamic approach to the inter-ethnic     relation in an urban context”, Ethnologia,   n.s., 9-11: 121-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000255&pid=S0873-6561201400020000900100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Trovão Pereira, e J.     Gabriel Pereira BASTOS, 2000b, “Diu, Mozambique et Lisbonne: Histoire sociale   et stratégies identitaires dans la diaspora des hindous-gujaratis”, Lusotopie, 2000: 399-421.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000257&pid=S0873-6561201400020000900101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel   Pereira BASTOS, 2000c, “From a socioreligeous to a secret language: a plurimethodological contribution to the reformulation of the Hinduism concept”, Estudos Orientais, VII: 151-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S0873-6561201400020000900102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel   Pereira BASTOS, 2001a, De Moçambique a Portugal: Reinterpretações Identitárias do Hinduísmo em Viagem. Lisboa, Fundação Oriente.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S0873-6561201400020000900103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2001b, “A ‘luta das representações’ inter-regionais identitárias dos portugueses”, em L. Baptista (org.), Cidades e Metrópoles: Centralidades   e Marginalidades. Oeiras, Celta Editora, 137-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S0873-6561201400020000900104&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2002, “De novo em viagem:     as estratégias identitárias dos Portuguese Indians de   Londres”, Ethnologia, n.s., 12-14: 127-161.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S0873-6561201400020000900105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2005a, “‘Our colonisers were better than yours’: identity debates in Greater London”, Journal of Ethnic   and Migration Studies, 31 (1): 79-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000267&pid=S0873-6561201400020000900106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS (orgs.), 2005b, Filhos Diferentes de     Deuses Diferentes: Usos da Religião em Estratégias de Inserção Social     Diferenciada: Uma Abordagem Estrutural-Dinâmica. Lisboa, Observatório da   Imigração.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S0873-6561201400020000900107&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2007, “‘The blood of a Muslim is worthless, after all’: identity debates between Portuguese and British Sunnis in   Leicester”, Lusotopie, 15 (1): 271-285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000271&pid=S0873-6561201400020000900108&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Pereira, e José Gabriel     Pereira BASTOS, 2008, “Family dynamics, uses of religion and inter-ethnic     relations within the Portuguese cultural ecology”, em R. Grillo (org.), Family in Question: Immigrant and Ethnic Minorities in Multi-cultural   Europe. Amesterdão: Amsterdam University Press, 135-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000273&pid=S0873-6561201400020000900109&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, Susana Trovão, José Gabriel Pereira     BASTOS, e Luís SOCZKA, 2006, “Das interetnicidades em processos de inserção social diferenciada às dinâmicas do     sistema-mundo: uma abordagem estrutural-dinâmica”, Revista da Faculdade de   Ciências Sociais e Humanas, 18: 113-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000275&pid=S0873-6561201400020000900110&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BENEDICT, Ruth, 2005 [1934], Patterns of   Culture. Boston e Nova Iorque, Houghton ­Mifflin.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000277&pid=S0873-6561201400020000900111&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DEVEREUX, Georges, 1977 [1970], Essais   d’ethnopsychiatrie générale. Paris, Gallimard.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000279&pid=S0873-6561201400020000900112&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DEVEREUX, Georges, 1980 [1960], De   l’angoisse à la méthode dans les sciences du comportement. Paris, Flammarion.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000281&pid=S0873-6561201400020000900113&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DEVEREUX, Georges, e Edwin M. LOEB, 1985     [1943], “Acculturation antagoniste”, em G. Devereux, Éthnopsychanalyse complémentariste. Paris, Flammarion.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000283&pid=S0873-6561201400020000900114&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DURKHEIM, Emile, 1985 [1912], Les formes élémentaires de la vie religieuse. Paris, Presses Universitaires de France.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000285&pid=S0873-6561201400020000900115&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ERIKSON, Erik H., 1963 [1950], Childhood     and Society: The Landmark Work on the Social Significance of Childhood.   Middlesex e Vitoria, Penguin Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000287&pid=S0873-6561201400020000900116&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ERIKSON, Erik H., 1968, Identity: Youth   and Crisis. Nova Iorque, W.W. Norton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000289&pid=S0873-6561201400020000900117&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1972a [1900], “A     interpretação dos sonhos”, em Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas   Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vols. IV e V, 1-663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000291&pid=S0873-6561201400020000900118&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1972b [1905], “Três     ensaios sobre a teoria da sexualidade”, em ­Edição Standard Brasileira das     Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora,   vol. VII, 129-250.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000293&pid=S0873-6561201400020000900119&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1974a [1913], “Totem e     tabu”, em Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de   Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XIII, 17-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000295&pid=S0873-6561201400020000900120&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1974b [1927], “O futuro de     uma ilusão”, em Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de   Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XXI, 15-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000297&pid=S0873-6561201400020000900121&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1974c [1930], “O mal-estar     na civilização”, em Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas   de Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XXI, 81-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000299&pid=S0873-6561201400020000900122&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1975 [1937], “Construções     em análise”, em Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de   Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XXIII, 291-301.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000301&pid=S0873-6561201400020000900123&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1976 [1907],   “Psicopatologia da vida quotidiana”, em Edição Standard Brasileira das Obras     Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol.   VI, 19-340 (2.ª edição revista e aumentada).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000303&pid=S0873-6561201400020000900124&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1977 [1905], “Os chistes e     a sua relação com o inconsciente”, em Edição Standard Brasileira das Obras     Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro, Imago Editora, vol.   VIII, 21-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000305&pid=S0873-6561201400020000900125&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FREUD, Sigmund, 1995 [1895], “Rascunho H,     anexo à carta de 24 de janeiro de 1895”, em Jeffrey M. Masson (org.), A Correspondência Completa de Sigmund Freud para   Wilhelm Fliess – 1887-1904. Rio de Janeiro, Imago Editora, 108-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000307&pid=S0873-6561201400020000900126&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FROMM, Erich, e MACCOBY, Michael, 1970,   Social Character in a Mexican Village. A Sociopsychanalytic Study. Englewood Cliffs, NJ, Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000309&pid=S0873-6561201400020000900127&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GODELIER, Maurice, 1996, “Meurtre du père     ou sacrifice de la sexualité?”, em M. Godelier, e J. Assoun (orgs.), Meurtre du père, sacrifice de la sexualité: Approches anthropologiques     et psychanalytiques. Estrasburgo e Paris, Arcanes,   21-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000311&pid=S0873-6561201400020000900128&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GODELIER, Maurice, 2000 [1996], O Enigma   da Dádiva. Lisboa, Edições 70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000313&pid=S0873-6561201400020000900129&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GREEN, André, 1977, “Atome de parenté et   relations oedipiennes”, em C. Lévi-Strauss, L’identité. Paris, Bernard Grasset, 81-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000315&pid=S0873-6561201400020000900130&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GREEN, André, 1992, “The Oedipus complex     as Muttercomplex”, em B. Juillerat (org.), Shooting the Sun: Ritual and Meaning in   West Sepik. Washington e Londres, Smithsonian Institution Press, 144-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000317&pid=S0873-6561201400020000900131&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GREEN, André, 1995, La causalité psychique: Entre nature et culture. Paris, Editions Odile Jacob.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000319&pid=S0873-6561201400020000900132&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GREGOR, Thomas, 1985, Anxious Pleasures:     The Sexual Lives of an Amazonian People, Chicago, IL, The University of Chicago   Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000321&pid=S0873-6561201400020000900133&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GREIMAS, Algirdas Julien, 1966, Sémantique   structurale: Recherche de méthode. Paris, Larousse.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000323&pid=S0873-6561201400020000900134&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HERDT, Gilbert, 1987, The Sambia: Ritual and Gender in New Guinea. Nova Iorque, Holt, Rinehart &amp; Winston.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000325&pid=S0873-6561201400020000900135&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HERDT, Gilbert (org.), 1992 [1984], Homossexualidad Ritual en Melanesia. Madrid, Fundación Universidad-Empresa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000327&pid=S0873-6561201400020000900136&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HERDT, Gilbert, e Robert J. STOLLER, 1990,     Intimate Communications: Erotics and the Study of   Culture. Nova Iorque, Columbia University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000329&pid=S0873-6561201400020000900137&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">INGOLD, Tim (org.), 1996, Key Debates in   Anthropology. Londres e Nova Iorque, Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000331&pid=S0873-6561201400020000900138&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">JUILLERAT, Bernard, 1991, Oedipe chasseur:   Une mythologie du sujet en Nouvelle-Guinée. Paris, Presses Universitaires de France.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000333&pid=S0873-6561201400020000900139&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">JUILLERAT, Bernard (org.), 1992, Shooting     the Sun: Ritual and Meaning in West Sepik. ­Washington e Londres,   Smithsonian Institution Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000335&pid=S0873-6561201400020000900140&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">KARDINER, Abram, e LINTON, Ralph, 1939,   The Individual and His Society: The Psychodynamics of Social Organization. Nova Iorque, Columbia University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000337&pid=S0873-6561201400020000900141&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">KARDINER, Abram, et al., 1963 [1945], The     Psychological Frontiers of Society. Nova Iorque,   Columbia University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000339&pid=S0873-6561201400020000900142&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LEACH, Edmund, 1978 [1976], Cultura e     Comunicação: A Lógica pela Qual os Símbolos Estão Ligados. Rio de Janeiro,   Jorge Zahar Editor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000341&pid=S0873-6561201400020000900143&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LEAL, João, 2000, Etnografias Portuguesas     (1870-1970): Cultura Popular e Identidade Nacional. Lisboa, Publicações Dom   Quixote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000343&pid=S0873-6561201400020000900144&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LÉVI-STRAUSS, Claude, 1958, Anthropologie   structurale. Paris, Plon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000345&pid=S0873-6561201400020000900145&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LÉVI-STRAUSS, Claude, 1967 [1958], “The     story of Asdiwal”, em E.     Leach (org.), The Structural Study of Myth and Totemism.   Londres, Tavistock Publications, 1-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000347&pid=S0873-6561201400020000900146&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LÉVI-STRAUSS, Claude, 1973, Anthropologie   structurale II. Paris, Plon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000349&pid=S0873-6561201400020000900147&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LÉVI-STRAUSS, Claude, 1977, L’identité.   Paris, Bernard Grasset.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000351&pid=S0873-6561201400020000900148&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIDZ, Theodore, e Ruth Wilmanns LIDZ, 1989, Oedipus in the Stone Age: A     Psychoanalytic Study of Masculinization in Papua New Guinea. Madison,   International Universities Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000353&pid=S0873-6561201400020000900149&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LOTMAN, Iuri, e ESCUELA DE TARTU, 1979, Semiótica de la Cultura. Madrid, Ediciones Cátedra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000355&pid=S0873-6561201400020000900150&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MALINOWSKI, Bronislaw,   1927, Sex and Repression in Savage Society. Londres, Kegan Paul, Trench, Trubner &amp; Co.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000357&pid=S0873-6561201400020000900151&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARX, Karl, 1975 [1844], “Contribuição     para a crítica da filosofia do direito de Hegel”, em T.B. Bottomore (org.), Escritos da   Juventude. Lisboa, Edições 70, 61-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000359&pid=S0873-6561201400020000900152&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MEAD, Margaret, 1935, Sex and Temperament   in Three Primitive Societies. Nova Iorque, William Morrow &amp; Company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000361&pid=S0873-6561201400020000900153&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MORIN, Edgar, 1975 [1973], O Paradigma   Perdido: A Natureza Humana. Lisboa, Publicações Europa-América.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000363&pid=S0873-6561201400020000900154&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">OBEYESEKERE, Gananath, 1990, The Work of Culture:   Symbolic Transformation in Psychoanalysis and Anthropology. Chicago, The University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000365&pid=S0873-6561201400020000900155&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PINA-CABRAL, João de, 1991, Os Contextos   da Antropologia. Lisboa, Editora Difel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000367&pid=S0873-6561201400020000900156&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">POPPER, Karl, 1992 [1956], O Realismo e o Objectivo da Ciência. Lisboa, Publicações Dom Quixote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000369&pid=S0873-6561201400020000900157&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">POPPER, Karl, 1993 [1974], Autobiografia   Intelectual. São Paulo, Editora Cultrix.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000371&pid=S0873-6561201400020000900158&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PROPP, Vladimir, 1965, Morphologie du   Conte. Paris, Seuil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000373&pid=S0873-6561201400020000900159&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">REICHEL-DOLMATOFF, Gerardo, 1973 [1968],   Desana: Le symbolisme universel des Indiens Tukano du Vaupés. Paris, Gallimard.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000375&pid=S0873-6561201400020000900160&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">REICHEL-DOLMATOFF, Gerardo, 1976 [1969],   “O contexto cultural de um alucinógeno aborígene – Banesteriopsis Caapi”, em Vera Penteado Coelho     (org.), Os Alucinógenos e o Mundo Simbólico: O Uso dos Alucinógenos entre os   Índios da América do Sul. São Paulo, EDU/EDUSP, 59-103   (republicado em Portugal em 1978, em Análise Psicológica, 1 (2): 87-102).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000377&pid=S0873-6561201400020000900161&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROCHEBLAVE-SPENLÉ, Anne-Marie, 1964, Les   roles masculins et féminins. Paris, Presses Universitaires de France.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000379&pid=S0873-6561201400020000900162&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RÓHEIM, Géza, 1967 [1950], Psychanalyse et   anthropologie: Culture, Personnalité, Inconscient. Paris, Gallimard.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000381&pid=S0873-6561201400020000900163&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RÓHEIM, Géza, 1970 [1945], Héros     phalliques et symboles maternels dans la mythologie australienne: Essai   d’interprétation psychanalytique d’une culture archaïque. Paris, Gallimard.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000383&pid=S0873-6561201400020000900164&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHEFF, Thomas J., 1994, “Emotions and     identity: a theory of ethnic nationalism”, em Craig Calhoun (org.), Social   Theory and the Politics of Identity. Oxford, Blackwell Publishers, pp. 277-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000385&pid=S0873-6561201400020000900165&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">STEPHENS, William N., 1962, The Oedipus     Complex: Cross-cultural Evidence. Nova Iorque, The   Free Press of Glencoe.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000387&pid=S0873-6561201400020000900166&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SUMNER, William Graham, 1959 [1906],     Folkways: A Study of the Sociological Importance of Usages, Manners, Customs,   Mores, and Morals. Nova Iorque, Dover Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000389&pid=S0873-6561201400020000900167&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">TAJFEL, Henri, 1982 [1980], Grupos Humanos   e Categorias Sociais. Lisboa, Livros Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000391&pid=S0873-6561201400020000900168&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">TODOROV, Tzvetan,     1970, As Estruturas Narrativas. São Paulo, Editora   Perspectiva (2.ª edição).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000393&pid=S0873-6561201400020000900169&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">TROVÃO, Susana, e José Gabriel Pereira     BASTOS, 2010, “Comparando relações de género, intergeracionais e familiares em populações     imigrantes e minorias étnicas: debates ‘privados’, denegação pública e outras     mediações”, em Susana Trovão (org.), De Muitas e Variadas Partes ao Portugal do   Século XXI. Lisboa, Edições Colibri e CEMME, 137-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000395&pid=S0873-6561201400020000900170&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">TURNER, Victor W., 1974 [1969], O Processo Ritual: Estrutura e Anti-Estrutura. Petrópolis, Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000397&pid=S0873-6561201400020000900171&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WALLERSTEIN, Immanuel, 1974, The Modern   World System. Nova Iorque, Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000399&pid=S0873-6561201400020000900172&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WHITING, John W.M., e Irvin L.     CHILD, 1953, Child Training and Personality: A Cross-Cultural Study. Yale, Yale   University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000401&pid=S0873-6561201400020000900173&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WHITING, John W.M., Richard     KLUCKHOHN, e Albert ANTHONY, 1966 [1958], “The function of male initiation     ceremonies at puberty”, em Hendrik M. Ruitenbeek (org.), Psychoanalysis and Male   Sexuality. New Haven, CT, College and University Press, 39-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000403&pid=S0873-6561201400020000900174&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn1' href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="">[1]</a>       Algo óbvio nas grandes dimensões organizadoras que,     entre outras, são a sexualidade,     a agressão, o narcisismo, a dominação masculina e a hierarquização social, como Ruth     Benedict (2005 [1934]) e Margareth Mead (1935) intuíram, sem terem instrumentos teóricos para ultrapassar categorizações “temperamentais”, que nada têm a ver com teorizações estrutural-dinâmicas dos processos de contraposição identitária.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn2' href="#_ftnref2" name="_ftn2" title="">[2]</a>       Para questões de método e teóricas, ver     J. Bastos (1978b, 1983c, 1994, 2014c), J. Bastos e Ribeiro (2014). Para     descobertas com implicações teóricas integrativas, ver J. Bastos (2012a, 2012b,     2014a). Para a teorização da análise das produções culturais, ver J. Bastos     (1978c, 1988c, 1991), J. Bastos e Ribeiro (2014). Para a análise     estrutural-dinâmica das produções culturais das áreas artísticas e literárias,     ver J. Bastos (1978c, 1981a, 1981b, 1981c, 1982a, 1982b, 1982c, 1982d, 1983a,     1983b, 1984a, 1984b, 1984c, 1984d, 1984e, 1985a, 1985b, 1986, 1988a, 1988b,     1993, 1994, 1995a, 1996, 1998, 2006c, 2014c, 2014d); J. Bastos <i>et al</i>. (2001); Bastos, Ribeiro e Fox     (2014). Sobre análises de instituições e de rituais, ver J. Bastos (1997b); S.     Bastos e J. Bastos (1989, 1995, 1998a, 2001b), J. Bastos e Costa (no prelo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn3' href="#_ftnref3" name="_ftn3" title="">[3]</a>       Datam dessa primeira fase na FCSH os trabalhos de revisão crítica e aprofundamento da teorização freudiana: J. Bastos     (1994, 1997b, 1999a, 1999b, 1999c, 2000a, 2000b, 2000c, 2000d, 2000e).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn4' href="#_ftnref4" name="_ftn4" title="">[4]</a>       Para o primeiro conjunto de autores referidos, ver Róheim (1967 [1950], 1970 [1945]), Kardiner     e Linton (1939), Kardiner <i>et al</i>. 1963     [1945]), Erikson (1963 [1950], 1968), Turner (1974 [1969]), Devereux (1977     [1970], 1980 [1960]), Devereux e Loeb (1985 [1943]), Gregor (1985), Herdt     (1987, 1992 [1984]), Herdt e Stoller (1990), Lidz e Lidz (1989), Obeyesekere     (1990), Godelier (1996, 2000 [1996]), Juillerat (1991, 1992), André Green     (1977, 1992, 1995). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn5' href="#_ftnref5" name="_ftn5" title="">[5]</a>       O único até hoje apresentado em Portugal. O     reacionarismo teórico de biólogos e etnógrafos levou à retirada da cadeira do     currículo de licenciatura da FCSH, única escola que a fizera lecionar, durante     anos, como cadeira de opção bissemestral, muito concorrida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn6' href="#_ftnref6" name="_ftn6" title="">[6]</a>       A linha de antropologia do simbólico, estreitamente associada à análise das produções culturais e à teorização freudiana, foi sendo desenvolvida em J. Bastos (1988c,     1991, 1995a, 2000f, 2003a, 2011, 2012d, 2014a, 2014c, 2014d), com relevantes descobertas teóricas</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn7' href="#_ftnref7" name="_ftn7" title="">[7]</a>       Em ambos os casos, prolonguei a pesquisa etnográfica até à atualidade, aproveitando novas oportunidades. Sobre as relações interétnicas envolvendo a     minoria dos portugueses ciganos e a ciganofobia em Portugal, ver J.&nbsp;Bastos     (1997b, 2007, 2008, 2012c, 2012d, 2012e, 2013b); J. Bastos e S. Bastos (2000b,     2002), J.&nbsp;Bastos, Correia e Rodrigues (2007a, 2007b). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn8' href="#_ftnref8" name="_ftn8" title="">[8]</a>       Sobre a pesquisa científica dos processos e estratégias de diferenciação identitária e sua teorização, ver     J.&nbsp;Bastos (1995a, 1995b, 1997d, 2000f, 2001a, 2001b, 2002a, 2002b, 2002c,     2003b, 2003c, 2003d, 2005a, 2005b, 2006a, 2006b, 2010a, 2010b, 2014b); J.     Bastos e S. Bastos (1999a, 1999b, 2000a, 2007); S. Bastos, J. Bastos e Soczka     (2006); S. Bastos e J. Bastos (2000a, 2005a, 2005b, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn9' href="#_ftnref9" name="_ftn9" title="">[9]</a>       Algumas dessas aplicações foram feitas nos seguintes contextos: cabo-verdianos de Lisboa e Cabo Verde (por Correia, em 1993); muçulmanos, em Rabat (por Pimentel, em 1993); hindus de Lisboa (por Bastos e Bastos, em 1994); açorianos, em São Miguel (por Godinho, em 1995); sardos, em Sassari (por Ribeiro, em 1996); espanhóis, em Córdoba (por Mourão, em 1997); muçulmanos, em Marrocos (por Pires, em 1997); angolanos, em Leiria (por Madeira, em 1999); emigrantes portugueses, em Paris (por Rodrigues, em 2003); húngaros em Budapeste (por A. C. Correia, em 2003); jovens sunitas de     Lisboa (por Batoréu, em 2003); ucranianos em Portugal (por Barradas, em 2006).     O estudo comparativo de várias destas pesquisas está incluído em J. Bastos e S.     Bastos (1999a) e em J. Bastos (2000f).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn10' href="#_ftnref10" name="_ftn10" title="">[10]</a>     Os dados regionais tiveram uma publicação mais difícil, resumindo-se até agora aos dados da região centro (beirões, ribatejanos e estremenhos), dos portuenses e     dos alentejanos (J.&nbsp;Bastos 2005a, 2005b, 2010b).     Mas, tal como na tese, o que era realmente relevante não era a publicação dos     dados mas as inferências teóricas que possibilitavam e a crítica dos ensaísmos     identitários que exigiam, o que foi sendo feito, nomeadamente em S. Bastos e J.     Bastos (2000a), na lição de agregação (J.&nbsp;Bastos 2001a, 2013a) e na     evidenciação dos limites dos métodos ensaísticos e comparativos (J.&nbsp;Bastos     2014e).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn11' href="#_ftnref11" name="_ftn11" title="">[11]</a>     Ver J. Bastos (2001a, 2013a).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn12' href="#_ftnref12" name="_ftn12" title="">[12]</a>     Ideias apresentadas em conferências na FCSH (2011), no curso doutoral da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto     (2011), bem como em Ghent (2012). Esta     investigação estava enquadrada na disciplina que lecionei desde 2003, depois de     ter apresentado para o concurso para professor associado um relatório de     cadeira em Antropologia do Simbólico (J.&nbsp;Bastos 2002d). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a style='mso-footnote-id:ftn13' href="#_ftnref13" name="_ftn13" title="">[13]</a>     Neste projeto levámos ao limite o que foi uma marca emblemática de todo o nosso percurso académico: a cooperação interdisciplinar integrativa, o trabalho de equipa na investigação e a publicação partilhada. </font></p>      ]]></body><back>
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