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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comércio informal, transfronteiriço e transnacional: que articulações? Estudo de caso no mercado de S. Pedro (Huambo) e nos mercados dos Kwanzas e Roque Santeiro (Luanda)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Informal, cross-border and trans-national trade: which connections? Study case in S. Pedro market (Huambo) and in Kwanzas market and Roque Santeiro market (Luanda)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article is the result of the research conducted in three Angolan markets, with special attention to the Luanda-Huambo line of investigation within the scope of «Angola in Movement» Project. The research was focused on the production and analysis of empirical data that came as a result of the application of the World Bank survey, adapted by the project researchers. The results lead to the conclusion that there is a strong connection between local informal trade, inter-provincial trade, and trans-national informal trade. The connection between local informal trade and cross-border trade is less significant. The data demonstrate that tradesmen don&#8217;t trust each other. Their family and their religious group are the only ones that deserve to be trusted. Family members are the most reliable ones and provide the main support when it comes to start business.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Com&eacute;rcio informal, transfronteiri&ccedil;o e transnacional: que articula&ccedil;&otilde;es?</b></p>     <p><b>Estudo de caso no mercado de S. Pedro (Huambo) e nos mercados dos Kwanzas    e Roque Santeiro (Luanda)</b></p>          <p>Carlos M. Lopes<a href="#1">*</a><a name="top1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>          <p>RESUMO: O artigo apresenta os resultados da pesquisa realizada em tr&ecirc;s mercados angolanos, relativa &agrave; linha de investiga&ccedil;&atilde;o sobre o eixo Luanda-Huambo, que integra o projecto &laquo;Angola em Movimento&raquo;. O essencial da pesquisa centrou-se na produ&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise de dados emp&iacute;ricos, obtidos a partir da administra&ccedil;&atilde;o do inqu&eacute;rito-piloto do Banco Mundial, adoptado e adaptado pela equipa do projecto. Dos resultados apurados, emerge a constata&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de uma estreita articula&ccedil;&atilde;o entre o com&eacute;rcio informal local, o com&eacute;rcio interprovincial e o com&eacute;rcio informal transnacional, conex&atilde;o que se revela menos expressiva no caso do com&eacute;rcio transfronteiri&ccedil;o. A informa&ccedil;&atilde;o recolhida sugere que os comerciantes informais cultivam uma desconfian&ccedil;a generalizada em rela&ccedil;&atilde;o aos outros agentes com que se relacionam, constituindo o grupo familiar &#8211; que &eacute; referido como principal sede de confian&ccedil;a e como uma das principais fontes de ajuda ao arranque do neg&oacute;cio - e os agrupamentos religiosos as excep&ccedil;&otilde;es &agrave; regra.</p>          <p><b>Palavras-chave</b>: Com&eacute;rcio Informal, Com&eacute;rcio Informal Transfronteiri&ccedil;o,    Com&eacute;rcio Informal Transnacional, Redes Comerciais, Capital Social</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>          <p>TITLE: <b>Informal, cross-border and trans-national trade: which connections?    Study case in S. Pedro market (Huambo) and in Kwanzas market and Roque Santeiro    market (Luanda)</b></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p>ABSTRACT: This article is the result of the research conducted in three Angolan markets, with special attention to the Luanda-Huambo line of investigation within the scope of &laquo;Angola in Movement&raquo; Project. The research was focused on the production and analysis of empirical data that came as a result of the application of the World Bank survey, adapted by the project researchers.&nbsp; The results lead to the conclusion that there is a strong connection between local informal trade, inter-provincial trade, and trans-national informal trade. The connection between local informal trade and cross-border trade is less significant. The data demonstrate that tradesmen don&#8217;t trust each other. Their family and their religious group are the only ones that deserve to be trusted.&nbsp; Family members are the most reliable ones and provide the main support when it comes to start business.</p>          <p><b>Key words</b>: Informal Trade, Informal Cross-Border Trade, Informal Trans-national    Trade; Commercial Networks, Social Capital</p>          <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>       <p>Full text only available in PDF format.</p>        <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>          <p>ADAUTA, M. (1998), &laquo;Contribui&ccedil;&atilde;o para o conhecimento do sector informal de Luanda&raquo;. D&eacute;veloppement des Investigations sur Ajustement &agrave; Long Term, Luanda. Policopiado.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>GPH (2006), Programa Geral &#8211; Bi&eacute;nio 2005-2006. Governo Provincial do Huambo.</p>      <p>GPH (2005), Relat&oacute;rio das Actividades Desenvolvidas &#8211; 2005. Governo Provincial do Huambo.</p>      <p>INE (2000), Inqu&eacute;rito &agrave;s Despesas e Receitas dos Agregados Familiares &#8211; IDR 2000. Instituto Nacional de Estat&iacute;stica. </p>      <p>KPMG/Minist&eacute;rio do Plano (2003), Luanda, Perfil S&oacute;cio-econ&oacute;mico. Minist&eacute;rio do Plano.</p>      <p>LOPES, C. M. (2007), &laquo;Processos de organiza&ccedil;&atilde;o na economia informal: estudo de caso sobre o Sindicato dos Trabalhadores do Com&eacute;rcio Informal (STCI) em Luanda&raquo;. Confer&ecirc;ncia Informalizing Economies and New Organizing Strategies in Africa, Uppsala, Abril.</p>      <!-- ref --><p>LOPES, C. M. (2006), &laquo;Candongueiros, kinguilas, roboteiros e zungueiros: uma digress&atilde;o pela economia informal de Luanda&raquo;. Lusotopie, XIII(1), pp. 163-183.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0873-7444200700030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>LOPES, C. M. (2005), &laquo;From machimbombos (buses) to candongueiros (minibuses) and kupapatas (taxi-bikes): the evolution of passenger road transport in Luanda and in Huambo in the last 25 years of the 20th century&raquo;. AEGIS Conference, Londres, Junho.</p>      <p>LOPES, C. M. (2004), &laquo;Informalidade e desenvolvimento: algumas pistas para reflex&atilde;o&raquo;. Congresso Internacional &Aacute;frica Camina, Barcelona, Janeiro.</p>      <p>PNUD (2000), Angola 1999, Pol&iacute;ticas de Redu&ccedil;&atilde;o da Pobreza. PNUD.</p>      <p>PNUD (1999), Angola 1998, Relat&oacute;rio Nacional do Desenvolvimento Humano. PNUD.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>SCHNEIDER, F. (2005), &laquo;Shadow economies around the world: what do we    really know?&raquo;. Journal of Political Economy, vol. 23(1), pp. 598-642.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="1"></a><a href="#top1">*</a>Carlos M. Lopes</p>     <p><a href="mailto:carlosele@yahoo.com">carlosele@yahoo.com</a></p>     <p>Investigador do Projecto &laquo;Angola em Movimento&raquo;. Investigador do    Centro de Estudos Africanos do ISCTE. Mestre em Estudos Africanos (ISCTE). Economista.    Docente. </p>      ]]></body><back>
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