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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The hospitalization of all women in labour, in the interests of the safety and well-being of mother and baby introduced mechanical, impersonal and interventionist childbirth care, leading to seeing homebirth as an alternative for women seeking a natural approach during birth. The literature on the subject is scarce, justifying the production of data on homebirths. The aim was to describe the process and maternal and neonatal outcomes in planned homebirths. Data were collected from 70 births attended by midwives, in Sao Paulo, Brazil. The results indicated that 61.4% of women were 30 years old or more, 71.4% had higher education, 97.1% lived with a partner, 64.3% performed paid work, 54.3% were nulliparous, and the rate of maternal transfer to hospital was 5.7% due to complications in labour and 14.3% on request; 92.9% were normal deliveries, 63.6% chose vertical positions and 57.5% had an intact perineum or first-degree laceration, all newborns had Apgar scores = 7 at 5 minutes and one baby was transferred to the hospital due to cardiac arrhythmia. Judicious use of obstetrical and neonatal interventions in homebirths and scientific evidence about their safety can contribute to transformation of the current model of childbirth in Brazil.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[La hospitalización de todas las parturientas, en el nombre de la seguridad y el bienestar de madre y bebé, introdujo una asistencia mecánica, impersonal e intervencionista en el parto, haciendo resurgir el parto domiciliario. La literatura sobre este tema es escasa, justificando la producción de datos sobre los nacimientos en el hogar. El objetivo fue describir el proceso y los resultados maternos y neonatales en partos domiciliarios planificados. Se recogieron datos de 70 partos atendidos por enfermeras obstétricas. Los resultados indicaron: 61,4% de las mujeres tenían edad = 30 años; 71,4% tenían educación superior; 97,1% vivían con la pareja; 64,3% eran empleadas; 54,3% eran primíparas; tasa de transferencia materna al hospital de 5,7% por indicación obstétrica y de 14,3% por demanda de la mujer; 92,9% fueron partos normales; 63,6% optaron por posiciones verticales; 57,5% tuvieron perineo intacto o desgarro perineal de primer grado; todos los recién nacidos tuvieron Apgar = 7 a los 5 minutos y un bebé fue trasladado al hospital, por arritmia cardiaca. El uso juicioso de intervenciones obstétricas y neonatales en los partos domiciliarios y la producción de evidencias científicas sobre su seguridad pueden contribuir a la transformación del modelo actual de atención del parto en Brasil.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Parto domiciliar planejado: resultados maternos e neonatais</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Priscila Maria Colacioppo*; Márcia Duarte Koiffman**; </b><b>Maria Luiza    Gonzalez Riesco***; Camilla Alexsandra Schneck**** e </b><b>Ruth Hitomi Osava*****</b></p>     <p>* Enfermeira Obstétrica. Doutora em Ciências. Diretora do Primaluz Parteiras    Contemporâneas. [<a href="mailto:priscola@gmail.com">priscola@gmail.com</a>]</p>     <p>** Enfermeira Obstétrica. Mestre em Enfermagem. Diretora do Primaluz Parteiras    Contemporâneas. [<a href="mailto:koiffman@ajato.com.br">koiffman@ajato.com.br</a>]</p>     <p>*** Enfermeira Obstétrica. Livre-docente. Professora Associada do Departamento    de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade    de São Paulo. [<a href="mailto:riesco@usp.br">riesco@usp.br</a>]</p>     <p>**** Enfermeira Obstétrica. Doutora em Ciências. Docente da Universidade Nove    de Julho. [<a href="mailto:camilla_midwife@yahoo.com.br">camilla_midwife@yahoo.com.br</a>]</p>     <p>***** Enfermeira Obstétrica. Professora Doutora do Curso de Obstetrícia da    Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. [<a href="mailto:rosava@usp.br">rosava@usp.br</a>]</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A hospitalização de todas as parturientes, em nome da segurança e bem-estar    da mãe e bebê, introduziu uma assistência mecânica, impessoal e intervencionista    no parto, fazendo ressurgir o parto em domicílio. A bibliografia a respeito    é escassa, justificando-se a produção de dados sobre partos domiciliares. O    objetivo foi descrever o processo e os resultados maternos e neonatais em partos    domiciliares planejados. Foram coletados dados de 70 partos assistidos por enfermeiras    obstétricas, em São Paulo, Brasil. Os resultados indicaram que 61,4% das mulheres    tinham 30 anos ou mais; 71,4% possuíam ensino superior; 97,1% viviam com companheiro;    64,3% exerciam atividade remunerada; 54,3% eram nulíparas; a taxa de remoção    materna para o hospital foi de 5,7% por indicação obstétrica e 14,3% a pedido;    92,9% foram partos normais; 63,6% escolheram posições verticais e 57,5% tiveram    períneo íntegro ou laceração de primeiro grau; todos os recém-nascidos apresentaram    Apgar =7 no 5º minuto e um bebê foi removido para o hospital com seis horas    de vida, devido a arritmia cardíaca. </p>     <p>O uso criterioso de intervenções obstétricas e neonatais no parto domiciliar    e a produção de evidências científicas sobre sua segurança podem contribuir    para a transformação do atual modelo de assistência ao parto no Brasil.</p>     <p>Palavras-chave: parto domiciliar; parto humanizado; enfermagem obstétrica;    apoio social.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Planned homebirth: maternal and neonatal outcomes </b></p>     <p><b>Abstract</b></p>     <p>The hospitalization of all women in labour, in the interests of the safety    and well-being of mother and baby introduced mechanical, impersonal and interventionist    childbirth care, leading to seeing homebirth as an alternative for women seeking    a natural approach during birth. The literature on the subject is scarce, justifying    the production of data on homebirths. The aim was to describe the process and    maternal and neonatal outcomes in planned homebirths. Data were collected from    70 births attended by midwives, in Sao Paulo, Brazil. The results indicated    that 61.4% of women were 30 years old or more, 71.4% had higher education, 97.1%    lived with a partner, 64.3% performed paid work, 54.3% were nulliparous, and    the rate of maternal transfer to hospital was 5.7% due to complications in labour    and 14.3% on request; 92.9% were normal deliveries, 63.6% chose vertical positions    and 57.5% had an intact perineum or first-degree laceration, all newborns had    Apgar scores = 7 at 5 minutes and one baby was transferred to the hospital due    to cardiac arrhythmia. Judicious use of obstetrical and neonatal interventions    in homebirths and scientific evidence about their safety can contribute to transformation    of the current model of childbirth in Brazil.</p>     <p>Keywords: home childbirth; humanizing delivery; obstetrical nursing; social    support.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Parto domiciliario planificado: resultados maternos y neonatales</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resumen</b></p>     <p>La hospitalización de todas las parturientas, en el nombre de la seguridad    y el bienestar de madre y bebé, introdujo una asistencia mecánica, impersonal    e intervencionista en el parto, haciendo resurgir el parto domiciliario. La    literatura sobre este tema es escasa, justificando la producción de datos sobre    los nacimientos en el hogar. El objetivo fue describir el proceso y los resultados    maternos y neonatales en partos domiciliarios planificados. Se recogieron datos    de 70 partos atendidos por enfermeras obstétricas. Los resultados indicaron:    61,4% de las mujeres tenían edad = 30 años; 71,4% tenían educación superior;    97,1% vivían con la pareja; 64,3% eran empleadas; 54,3% eran primíparas; tasa    de transferencia materna al hospital de 5,7% por indicación obstétrica y de    14,3% por demanda de la mujer; 92,9% fueron partos normales; 63,6% optaron por    posiciones verticales; 57,5% tuvieron perineo intacto o desgarro perineal de    primer grado; todos los recién nacidos tuvieron Apgar = 7 a los 5 minutos y    un bebé fue trasladado al hospital, por arritmia cardiaca. El uso juicioso de    intervenciones obstétricas y neonatales en los partos domiciliarios y la producción    de evidencias científicas sobre su seguridad pueden contribuir a la transformación    del modelo actual de atención del parto en Brasil.</p>     <p>Palabras clave: parto domiciliario; parto humanizado; enfermería obstétrica;    apoyo social.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Referências bibliográficas</b></p>     <!-- ref --><p>ALMEIDA, M. [et al.] (2005) - Partos domiciliares acidentais na região sul    do município de São Paulo. Revista de Saúde Pública. Vol. 39, nº 3, p. 366-375.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000031&pid=S0874-0283201000040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Saúde Suplementar (2008) -    O modelo de atenção obstétrica no Setor de Saúde Suplementar no Brasil: cenários    e perspectivas [Em linha]. Rio de Janeiro : ANS. [Consult. 30 Set. 2009]. Disponível    em WWW:&lt;URL:<a href="http://www.ans.gov.br/portal/upload/biblioteca/livro_parto_web.pdf" target="_blank">http://www.ans.gov.br/portal/upload/biblioteca/livro_parto_web.pdf</a>&gt;.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Interagencial de Informações para a Saúde    (2009) - Indicadores e dados básicos (IDB-2008). F.8 Proporção de partos cesáreos    [Em linha]. [Consult. 22 Set. 2009]. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2008/f08.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2008/f08.def</a>&gt;.  </p>     <p>ENKIN, M. [et al.] (2005) - Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto.<i>    </i>3ª ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan.</p>     <p>FULLERTON, J. T. ; NAVARRO, A. M. ; YOUNG, S. H. (2007) - Outcomes of planned    home birth: an integrative review. Journal of Midwifery and Womens Health. Vol.    52, nº 4, p. 323-333.</p>     <p>JANSSEN, P. A. [et al.] (2009) - Outcomes of planned home birth with registered    registered midwife versus planned hospital birth with midwife or physician.    Canadian Medical Association Journal. Vol. 181, nº 6-7, p. 377-383.</p>     <p>JOHNSON, K. C. ; DAVISS, B. (2005) - Outcomes of planned home births with certified    professional midwives: large prospective study in North America. British Medical    Journal. Vol. 330, nº 7505, p. 1416.</p>     <p>JONGE, A. [et al.] (2009) - Perinatal mortality and morbidity in a nationwide    cohort of 529 688 low-risk planned home and hospital births. BJOG: An International    Journal of Obstetrics &amp; Gynaecology. Vol. 116, nº 9, p. 1177-1184.</p>     <p>LESSA, H. F. (2003) - Parto em casa: vivências de mulheres. Rio de Janeiro    : Faculdade de Enfermagem, Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Dissertação    de mestrado.</p>     <p>LINDGREN, H. ; HILDINGSSON, I. ; RADESTAD, I. (2006) - A Swedish interview    study: parent´s assessment of risks in home births. Midwifery. Vol. 22, nº 1,    p. 15-22.</p>     <p>LINDGREN, H. E. [et al.] (2008) - Transfers in planned home births related    to midwife availability and continuity: a nationwide population-based study.    Birth. Vol. 35, nº 1, p. 9-15.</p>     <p>LONGWORTH, L. ; RATCLIFFE, J. ; BOULTON, M. (2001) - Investigating women`s    preferences for inttrapartum care: home versus hospital births. Health and Social    Care in the Community. Vol. 9, nº 6, p. 404-413.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>MADI, B. C. ; CROW, R. (2003) - A qualitative study of information about available    options for childbirth venue and pregnant women’s preference for a place of    delivery. Midwifery. Vol. 19, nº 4, p. 328-336.</p>     <p>MARQUES, P. A. A. R. (2002) – Consentimento informado: o fim do silêncio. Referência.    Nº 9, p. 41-47.</p>     <p>MEDEIROS, R. M. K. ; SANTOS, I. M. M. ; SILVA, L. R. (2008) - A escolha pelo    parto domiciliar: história de vida de mulheres que vivenciaram esta experiência.    Escola Anna Nery Revista de Enfermagem. Vol. 12, nº 4, p. 765-772.</p>     <p>OLSEN O. ; JEWELL, D. (2006) - Home versus hospital birth. Cochrane Database    of Systematic Reviews. Nº 2, Art. Nº: CD000352. DOI: 10.1002/14651858.CD000352.</p>     <p>PORTARIA nº. 116, de 11 de Fevereiro de 2009. Regulamenta a coleta de dados,    fluxo e periodicidade de envio das informações sobre óbitos e nascidos vivos    para os Sistemas de Informações em Saúde sob Gestão da Secretaria de Vigilância    em Saúde [Em linha]. [Consult. 30 Set. 2009]. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="http://www.saudeinfonews.com.br/abre_legislacao.php?COD=16107" target="_blank">http://www.saudeinfonews.com.br/abre_legislacao.php?COD=16107</a>&gt;.  </p>     <p>SOUZA, H. R. (2005) - A arte de nascer em casa: um olhar antropológico sobre    a ética, a estética e a sociabilidade no parto domiciliar contemporâneo [Em    linha]. Florianópolis : Universidade Federal de Santa Catarina. [Consult. 30    Set. 2009]. Dissertação de mestrado. Disponível em WWW:&lt;URL:<a href="http://www.tede.ufsc.br/teses/PASO0165.pdf" target="_blank">http://www.tede.ufsc.br/teses/PASO0165.pdf</a>&gt;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Agradecemos às mulheres que participaram desse estudo e que confiaram no nosso    trabalho.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recebido para publicação em: 30.09.09</p>     <p>Aceite para publicação em: 16.09.10</p>      ]]></body><back>
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