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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The gradual aging of population and increased prevalence of chronic conditions lead to the emergence of guidelines that require polypharmacy and use of drugs deemed potentially inappropriate for older people (although appropriate for the pathologies diagnosed). Aim: To identify the best evidence about polypharmacy in older people Methodology: Literature review, using the key words/terms: polymedication, polypharmacy, medication, inappropriate, prescri-ption, elderly and older in the databases “The Cochrane Library”, “Science Direct”, “CINAHL” and “Up to date”, using the selection criteria of relevance, methodology and publication date. Findings: It appears that older people, in addition to having physiological changes that increase the negative effects of drugs, also use them more and often resort to multiple prescribers, factors influencing adherence to therapy. The risk of interaction increases exponentially with the number of drugs prescribed and institutionalized older people are at increased risk. It is estimated that each year about 140,000 deaths occur for these reasons, and drug interactions cause 50% of hospital emergencies. Conclusions: Healthcare professionals involved in individual citizens’ health projects are in position to consider/suggest which drugs these individuals should start, continue and/or discontinue taking, in order to provide the maximum benefit with less risk and cost.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El envejecimiento progresivo de la población y el aumento de la prevalencia de enfermedades crónicas lleva a la aparición de pautas que requieren polifarmacia y el uso de medicamentos considerados potencialmente inapropiados para los ancianos (independientemente de adaptarse a las patologías diagnosticadas). Objetivo: Conocer la mejor evidencia sobre la polifarmacia en ancianos Metodología: Búsqueda bibliográfica, utilizando las palabras o expresiones clave: , polypharmacy, medication, inappropriate, prescription, elderly y older, en las bases de datos “The Cochrane Library”, “Science Direct”, “CINAHL” y “Up to date”; como la pertinencia cuenta de los criterios de selección, la metodología y fecha de publicación. Resultados: Parece que las personas mayores, además de tener los cambios fisiológicos que mejoran la adversidad de los medicamentos, son también los que consumen más y recurren a menudo a los médicos múltiples, los factores que influyen en la adherencia al tratamiento. El riesgo de interacción aumenta exponencialmente con el número de fármacos prescritos, siendo los ancianos institucionalizados en mayor riesgo. Por año se estima alrededor de 140.000 muertes, y las interacciones medicamentosas justifican el 50% de las urgencias hospitalarias. Conclusiones: Los profesionales de la salud que se centran en la salud individual de los ciudadanos están en condiciones de examinar/sugerir que estos medicamentos deben iniciar, continuar y/o dejar de proporcionar el máximo beneficio con menor riesgo y coste.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Polimedicação no idoso </b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Mónica Santos* e Armando Almeida**</b></p>     <p>*Licenciada em Medicina pelo Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar    (Universidade do Porto). Especialista em Medicina Geral e Familiar (com formação    disponibilizada pela ARS Norte). Mestre em Ciências do Desporto (área de Actividade    Física e Saúde) pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Pós-graduanda    em Medicina do Trabalho pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.    Presentemente a exercer na Associação da Liga Mutualista do Porto, Cliwork,    CSW, Semet e Atlanticare. [<a href="mailto:s_monica_santos@hotmail.com">s_monica_santos@hotmail.com</a>]</p>     <p>**Licenciado em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem de S. João. Pós-graduado    em Supervisão Clínica de Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem de S.    João. Pós-graduado em Sistemas de Informação em Enfermagem pela Escola Superior    de Enfermagem do Porto. Mestre em Enfermagem no Instituto de Ciências da Saúde    da Universidade Católica Portuguesa. Doutorando em Enfermagem no Instituto de    Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa. Presentemente a exercer    como Docente no Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa.    [<a href="mailto:agalmeida@ics.porto.ucp.pt">agalmeida@ics.porto.ucp.pt</a>]</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo</b></p>     <p>O envelhecimento gradual da população e aumento da prevalência de patologias    crónicas, conduzem ao aparecimento de <i>guidelines</i> que implicam polimedicação    e recurso a fármacos considerados potencialmente inapropriados para os idosos    (embora estando adequados às patologias diagnosticadas).</p>     <p>Objectivo: Conhecer a melhor evidência sobre a polimedicação nos idosos.</p>     <p>Metodologia: Revisão bibliográfica, utilizando as palavras/expressões-chave:    <i>polymedication</i><i>, polypharmacy, medication, inappropriate, prescription,    elderly e older</i>, nas bases de dados “<i>The</i><i> Cochrane Library”, “Science    Direct”, “CINAHL” e “Up to date”</i>; tendo como critérios de selecção a pertinência,    metodologia e data de publicação.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Resultados: Verifica-se que os idosos, para além de terem alterações fisiológicas    que potenciam a adversidade dos fármacos, são também os que mais consomem e    que recorrem frequentemente a vários prescritores, factores que influenciam    a adesão ao regime terapêutico.</p>     <p>O risco de interacção aumenta exponencialmente com o número de fármacos prescrito,    estando os idosos institucionalizados em maior risco. Por ano, estimam-se cerca    de 140.000 mortes, sendo que, as interacções medicamentosas justificam 50% das    urgências hospitalares.</p>     <p>Conclusão: Os profissionais de saúde que se centram nos projectos individuais    de saúde dos cidadãos estão em posição privilegiada para ponderar/sugerir que    fármacos deverão estes iniciar, continuar e/ou interromper, proporcionando o    máximo benefício, com menores riscos e custo.</p>     <p>Palavras-chave: polimedicação; prescrição; idosos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Polypharmacy in old age</b></p>     <p><b>Abstract</b></p>     <p>The gradual aging of population and increased prevalence of chronic conditions    lead to the emergence of guidelines that require polypharmacy and use of drugs    deemed potentially inappropriate for older people (although appropriate for    the pathologies diagnosed).</p>     <p>Aim: To identify the best evidence about polypharmacy in older people</p>     <p>Methodology: Literature review, using the key words/terms: polymedication,    polypharmacy, medication, inappropriate, prescri-ption, elderly and older in    the databases “The Cochrane Library”, “Science Direct”, “CINAHL” and “Up to    date”, using the selection criteria of relevance, methodology and publication    date. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Findings: It appears that older people, in addition to having physiological    changes that increase the negative effects of drugs, also use them more and    often resort to multiple prescribers, factors influencing adherence to therapy.  </p>     <p>The risk of interaction increases exponentially with the number of drugs prescribed    and institutionalized older people are at increased risk. It is estimated that    each year about 140,000 deaths occur for these reasons, and drug interactions    cause 50% of hospital emergencies. </p>     <p>Conclusions: Healthcare professionals involved in individual citizens’ health    projects are in position to consider/suggest which drugs these individuals should    start, continue and/or discontinue taking, in order to provide the maximum benefit    with less risk and cost.</p>     <p>Keywords: polypharmacy; drug prescriptions; aged.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>La polifarmacia geriátrica</b></p>     <p><b>Resumen</b></p>     <p>El envejecimiento progresivo de la población y el aumento de la prevalencia    de enfermedades crónicas lleva a la aparición de pautas que requieren polifarmacia    y el uso de medicamentos considerados potencialmente inapropiados para los ancianos    (independientemente de adaptarse a las patologías diagnosticadas). </p>     <p>Objetivo: Conocer la mejor evidencia sobre la polifarmacia en ancianos</p>     <p>Metodología: Búsqueda bibliográfica, utilizando las palabras o expresiones    clave: <i>,</i><i> polypharmacy, medication, inappropriate, prescription, elderly    y older</i>, en las bases de datos “<i>The</i><i> Cochrane Library”, “Science    Direct”, “CINAHL” y “Up to date”</i>; como la pertinencia cuenta de los criterios    de selección, la metodología y fecha de publicación. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Resultados: Parece que las personas mayores, además de tener los cambios fisiológicos    que mejoran la adversidad de los medicamentos, son también los que consumen    más y recurren a menudo a los médicos múltiples, los factores que influyen en    la adherencia al tratamiento. </p>     <p>El riesgo de interacción aumenta exponencialmente con el número de fármacos    prescritos, siendo los ancianos institucionalizados en mayor riesgo. Por año    se estima alrededor de 140.000 muertes, y las interacciones medicamentosas justifican    el 50% de las urgencias hospitalarias.</p>     <p>Conclusiones: Los profesionales de la salud que se centran en la salud individual    de los ciudadanos están en condiciones de examinar/sugerir que estos medicamentos    deben iniciar, continuar y/o dejar de proporcionar el máximo beneficio con menor    riesgo y coste. </p>     <p>Palabras clave: polifarmacia; prescripciones de medicamentos; anciano.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Referências bibliográficas</b></p>     <p>APARASU, R. ; MORT, J. ; BRANDT, H. (2005) - Polypharmacy trends in office    visits by the elderly in the United States, 1990 and 2000. Research in Social    &amp; Administrative Pharmacy. Vol. 1, nº 3, p. 446-59.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>APARASU, R. ; MURI, J. (2004) - Prevalence, correlates, and associated outcomes    of potentially inappropriate psychotropic use in the community-dwelling elderly.    The American Journal Geriatrric Pharmacotherapy. Vol. 2, nº 2, p. 102-11.</p>     <p>BUFFUM, Marta ; BUFFUM, John (2000) - Nonsteroidal anti-inflammatory drugs    in the elderly. Pain Management Nursing. Vol. 1, nº 2, p. 40-50.</p>     <p>CHUTKA, Darryl ; TAKKAHASHI, Paul ; HOEL, Robert (2004) - Inappropriate medications    for elderly. Mayo Clinic Proceedings. Vol. 79, nº 1, p. 122-139.</p>     <p>DELAFUENTE, Jeffrey C. (2003) - Understanding and preventing drug interactions    in elderly patients. Critical Reviews in Oncology/Hematololy. Vol. 48, nº 2,    p. 133-43.</p>     <p>FIALOVÁ, Daniela [et al.] (2005) - Potentially inappropriate medication use    among elderly home care patients in Europe. JAMA. Vol. 293, nº 11, p. 1348-1357.</p>     <p>GALLAGHER, Luise (2001) - The potential for adverse drug reactions in elderly    patients. Applied Nursing Research. Vol. 14, nº 4, p. 220-224.</p>     <p>HANLON, Joseph [et al.] (2003) - Update on drug-related problems in the elderly.    The American Journal of Geriatric Pharmacotherapy. Vol. 1, nº 1, p. 38-43.</p>     <p>HANSEN, R. [et al.] (2006) - Types of medication errors in north caroline nursing    homes: a target for quality improvement. The American Journal of Geriatric Pharmacotherapy.    Vol. 4, nº 1, p. 52-62.</p>     <p>HELTON, Tonia ; MCGRAIN, Alicia ; MULIIRA, Joshua (2005) - A case study: inappropriate    use of amitriptiline in the elderly. Geriatric Nursing. Vol. 26, nº 5, p. 317-320.</p>     <p>INTERNATIONAL COUNCIL OF NURSES (2009) – Delivering quality,&nbsp;serving communities:    nurses leading chronic care. Geneva : ICN.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>LINJAKUMPU, Tarja [et al.] (2002) - Use of medication and polypharmacy are    increasing among the elderly. Journal of Clinical Epidemiology. Vol. 55, nº    8, p. 809-817.</p>     <p>MCVEIGH, Danielle (2001) - Polypharmacy in the older population: recommendations    for improved clinical practice. Topics in Emergency Medicine. Vol. 23, nº 3,    p. 68-75.</p>     <p>NIWATA, Sakoto ; YAMADA, Yucari ; IKEGAMI, Naoki (2006) - Prevalence of inappropriate    medication using Beers criteria in Japanese long-term care facilities. BMC Geriatrics.    Vol. 6, nº 1, p. 1-7.</p>     <p>OBORNE, Alice [et al.] (2003) - Explicit evidence-based criteria to assess    the quality of prescribing to elderly nursing home residents. Age and Ageing.    Vol. 32, p. 102-108.</p>     <p>STRAAND, J<s>o</s>rund [et al.] (2006) - A cluster randomized educational intervention    to reduce inappropriate prescription patterns for elderly patients in general    practice. BMC Health Services Research. Vol. 6, nº 72, p. 1-31.</p>     <p>STUART, Bruce [et al.] (2003) - Trends in the prescription of inappropriate    drugs for the elderly between 1995 and 1999. The American Journal of Geriatric    Pharmacotherapy. Vol. 1, nº 2, p. 61-74.</p>     <p>VISWANATHAN, Hema ; BHARMAL, Murtuza ; THOMAS, Joseph (2005) - Prevalence and    correlates of potentially inappropriate prescribing among ambulatory older patients    in the year 2001: comparison of three explicit criteria. Clinical Therapeutics.    Vol. 27, nº 1, p. 88-98.</p>     <!-- ref --><p>WYLES, H. ; REHMAN, H. (2005) - Inappropriate polypharmacy in the elderly.    European Journal of Internal Medicine. Vol. 16, nº 5, p. 311-3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0874-0283201000040001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>ZHAN, Chunliu (2001) - Potentially inappropriate medication use in community-dwelling    elderly. JAMA. Vol. 286, nº 22, p. 2823-2829.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Dra.s Rute Ferreira e Ana Teixeira (ambas especialistas em Medicina Geral e    Familiar) pela ajuda proporcionada na recolha de parte da bibliografia para    esta revisão bibliográfica e realização conjunta de um trabalho de Garantia    da Qualidade sobre o mesmo tema.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido para publicação em: 09.08.10</p>     <p>Aceite para publicação em: 05.09.10</p>      ]]></body><back>
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