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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p>&nbsp;</p> Ensino de Enfermagem Num Novo Tempo     <p>&nbsp;</p>     <p>O tempo que hoje vivemos veio desvelar o quanto &eacute; mut&aacute;vel a vida humana. O mundo, tido outrora como quase certo e que pouco trazia de novidade aos seres humanos que se vangloriavam pelos seus feitos e pelas suas descobertas, trouxe-nos a possibilidade de refletirmos sobre o que somos, o que fazemos e como fazemos enquanto Homens.</p>     <p>A Enfermagem, ci&ecirc;ncia humana orientada para a pr&aacute;tica, sempre teve como pilar essencial a compreens&atilde;o do Homem, em que o Homem (<i>ser-a&iacute;</i>, <i>ser-no-mundo</i>, <i>ser-com-os-outros</i>) &eacute; agente de transforma&ccedil;&atilde;o (Naves, 2009). O homem &eacute; um ser-no-mundo e um ser-com-o-outro, com consci&ecirc;ncia do eu, afirma&ccedil;&atilde;o de si mesmo e da pr&oacute;pria identidade, que interage com outros seres e se relaciona com estes, &ldquo;o ser simplesmente dado &eacute; o modo de ser de um ente que n&atilde;o possui o car&aacute;cter de presen&ccedil;a&rdquo; (Heidegger, 2006, p. 165). O ser-no-mundo &eacute; uma experi&ecirc;ncia pessoal e intransfer&iacute;vel, implicando obrigatoriamente ser algu&eacute;m com o outro e para o outro (Henriques, 2018).</p>     <p>Atrav&eacute;s de um relacionamento cuidativo para com o <i>outro</i>, a Enfermagem assenta numa articula&ccedil;&atilde;o entre o conhecimento te&oacute;rico e o dom&iacute;nio pr&aacute;tico, tendo como pano de fundo cen&aacute;rios de grande complexidade, onde os estudantes de enfermagem, aprendizes de uma arte e de uma profiss&atilde;o, mobilizam conhecimentos diversos, sejam do ponto de vista &eacute;tico, est&eacute;tico, pessoal, reflexivo e sociopol&iacute;tico (Alarc&atilde;o, 2001; Carper, 1992; Chinn, 2011). Desta forma, os estudantes de enfermagem s&atilde;o formados para cuidarem integralmente do outro, pelo que o ensino remoto ou &agrave; dist&acirc;ncia, tal como a pr&aacute;tica simulada, s&atilde;o insuficientes do ponto de vista pedag&oacute;gico.</p>     <p>Em tempos de pandemia, o ensino da ci&ecirc;ncia de enfermagem deve continuar a pautar-se pela exig&ecirc;ncia do <i>saber</i>, do <i>saber fazer</i> e do <i>saber ser</i>, em que a aprendizagem adv&eacute;m do conhecimento formal cient&iacute;fico, que ganha sentido na rela&ccedil;&atilde;o com o <i>outro</i>, na intera&ccedil;&atilde;o social, na dial&eacute;tica, no confronto e na conviv&ecirc;ncia. &Agrave;s institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior de enfermagem, coloca-se o desafio, de juntamente com as institui&ccedil;&otilde;es de presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, salvaguardarem as melhores condi&ccedil;&otilde;es para que os estudantes consigam continuar a aprender o que &eacute; Ser Enfermeiro, porque esta pandemia e outras que possam surgir, desafiam-nos a irmos mais al&eacute;m.</p>     <p>O tempo da pandemia, &eacute; o tempo que exige que todos n&oacute;s sejamos capazes de continuar a estudar a resposta humana &agrave; doen&ccedil;a e aos processos de vida e com isso facilitarmos os processos de transi&ccedil;&atilde;o, com vista &agrave; sa&uacute;de e bem-estar atrav&eacute;s de cuidados de enfermagem significativos ao outro. Para isso, precisamos, pois, de estar junto das pessoas, quer do ponto de vista profissional como enfermeiros, quer do ponto de vista daqueles que aprendem o que &eacute; a Ci&ecirc;ncia de Enfermagem. A forma&ccedil;&atilde;o dos enfermeiros n&atilde;o pode ficar ref&eacute;m desta ou de uma outra pandemia, porque n&oacute;s, os enfermeiros, estamos e estaremos sempre na linha da frente e da retaguarda.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior de enfermagem t&ecirc;m, pois, um papel de alavanca, de an&aacute;lise e de cr&iacute;tica, de como ultrapassar os desafios que agora se colocam &agrave; forma&ccedil;&atilde;o dos enfermeiros e com isso garantirmos que o ensino de enfermagem em Portugal continue nos n&iacute;veis de excel&ecirc;ncia a que estamos habituados. Devemos estar por um lado conscientes de que o ensino remoto &eacute; um ensino desigual, onde se veem com maior clareza as desigualdades, sejam elas do ponto de vista econ&oacute;mico, sejam de constrangimentos familiares ou outros, e por outro, que a pr&aacute;tica simulada n&atilde;o nos d&aacute; resposta ao relacionamento cuidativo que desenvolvemos com o <i>outro</i>, e que &eacute; pressuposto norteador da disciplina de enfermagem.</p>     <p>Desta forma, o grande desafio que hoje temos consiste na articula&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior com as institui&ccedil;&otilde;es de presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, para que juntos possamos continuar a assegurar a forma&ccedil;&atilde;o dos nossos estudantes, j&aacute; que precisamos n&atilde;o apenas de mais enfermeiros de cuidados gerais e de mais enfermeiros especialistas, mas precisamos tamb&eacute;m de mais enfermeiros capazes de desenvolver mais investiga&ccedil;&atilde;o com transla&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica cl&iacute;nica que d&ecirc; resposta aos desafios que o mundo, hoje e no futuro, nos ir&aacute; colocar.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>Alarc&atilde;o, I. (2001). Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre, Brasil: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1076051&pid=S0874-0283202000040000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Carper, B. (1992). Philosophical inquiry in nursing: An application. In J. F. Kikuchi & H. Simmons (Eds.), Philosophical inquiry in nursing. Newbury Park, CA: Sage.</p>     <!-- ref --><p>Chinn, P. (2011). Critical theory and emancipatory knowing. In: Butts JB, Rich KL (Eds.). Philosophies and theories for advanced nursing practice. Sudbury: Jones & Bartlett Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1076054&pid=S0874-0283202000040000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Heidegger, M. (2006). Ser e tempo. Petr&oacute;polis, Brasil: Editora Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1076056&pid=S0874-0283202000040000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Henriques, C. (2018). Transi&ccedil;&atilde;o para o papel maternal: A experi&ecirc;ncia vivida de mulheres com problemas de adi&ccedil;&atilde;o a subst&acirc;ncias psicoativas. Recuperado de <a href="https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/33134/1/ulsd731592_td_Carolina_Henriques.pdf"target="_blank">https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/33134/1/ulsd731592_td_Carolina_Henriques.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1076058&pid=S0874-0283202000040000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Naves, G. (2009). Liberdade e autenticidade em Martin Heidegger: Uma An&aacute;lise fenomenol&oacute;gica do homem. Poros, 1(1), 63-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1076059&pid=S0874-0283202000040000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Carolina Miguel Gra&ccedil;a Henriques</b></p>     <p>RN, MsC, PhD, Post-PhD, Professora Coordenadora, Escola Superior Sa&uacute;de, Polit&eacute;cnico de Leiria. [<a href="mailto:carolina.henriques@ipleiria.pt">carolina.henriques@ipleiria.pt</a>].</p>     <p><img src="/img/revistas/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0002-0904-8057">https://orcid.org/0000-0002-0904-8057</a></p>     
<p>&nbsp;</p> <hr>     <p><b>Nursing Education in a New Time</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>The time we are living in now remind us of the mutability of human life. The world we once took for granted, and that offered us little novelty as we bragged about our deeds and discoveries, gave us now the opportunity to reflect on who we are as human beings, what we do, and how we do it.</p>     <p>Nursing is a practice-oriented human science whose essential pillar has always been the understanding of human beings (<i>Dasein</i>, <i>being-in-the-world</i>, <i>being-with-the-others</i>) as agents of transformation (Naves, 2009). Human beings are beings-in-the-world and beings-with-others; they are self-aware, self-affirming, have a sense of their own identity, and interact and engage with other <i>daseins</i>, &ldquo;Yet presence-at-hand is the kind of Being which belongs to entities whose character is not that of <i>Dasein</i>&rdquo; (Heidegger, 2006, p. 165). Being-in-the-world is a personal and non-transferable experience that implies being with and for others (Henriques, 2018).</p>     <p>Through a caring relationship with others, nursing results from a combination of theoretical knowledge and practical knowledge in contexts of great complexity where the apprentices of an art and a profession – the nursing students – apply their knowledge from ethical, aesthetic, personal, reflective, or sociopolitical perspectives (Alarc&atilde;o, 2001; Carper, 1992; Chinn, 2011). Therefore, as nursing students are trained to deliver comprehensive care to others, remote learning, distance learning, or simulation training are insufficient from a pedagogical perspective.</p>     <p>During a pandemic, nursing education must continue to be guided by high standards of knowledge and knowledge of both doing and being. Learning should come from formal scientific knowledge and acquire meaning through the relationship with others, social interaction, dialectics, confrontation, and coexistence. Together with health care delivery institutions, nursing education institutions face the challenge to ensure the best conditions for students to continue to learn what it means to be a nurse, as this pandemic and others that may occur in the future drive us to go further.</p>     <p>Amidst this pandemic, we must be able to continue to study the human responses to the disease and the life processes. In doing this, we will facilitate the transition processes for promoting health and well-being through meaningful nursing care to others. Hence, nurses and those who are studying Nursing Science need to be close to people. Nursing education cannot be held hostage to this or any other pandemic because we, the nurses, are and will always be on the front and back lines.</p>     <p>Using their role as a lever for change, nursing education institutions should analyze and discuss how to overcome the current challenges to nurses&rsquo; training and ensure that nursing education in Portugal maintains the same levels of excellence to which we are all accustomed. On the one hand, we should bear in mind that remote learning exacerbates inequalities in education from an economic perspective or considering family constraints or others. On the other hand, simulation training does not respond to the caring relationship developed with others, and that is a guiding principle of the nursing discipline.</p>     <p>The most significant challenge facing nursing today is the need for higher education institutions and care delivery institutions to continue to work together to ensure our students&rsquo; education/training. We need more generalist and specialist nurses, but we also need more nurses who are capable of developing research with translation to clinical practice to meet current and future challenges.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>References</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Alarc&atilde;o, I. (2001). Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre, Brasil: Artmed.</p>     <p>Carper, B. (1992). Philosophical inquiry in nursing: An application. In J. F. Kikuchi & H. Simmons (Eds.), Philosophical inquiry in nursing. Newbury Park, CA: Sage.</p>     <p>Chinn, P. (2011). Critical theory and emancipatory knowing. In: Butts JB, Rich KL (Eds.). Philosophies and theories for advanced nursing practice. Sudbury: Jones & Bartlett Learning.</p>     <p>Heidegger, M. (2006). Ser e tempo. Petr&oacute;polis, Brasil: Editora Vozes.</p>     <p>Henriques, C. (2018). Transi&ccedil;&atilde;o para o papel maternal: a experi&ecirc;ncia vivida de mulheres com problemas de adi&ccedil;&atilde;o a subst&acirc;ncias psicoativas. University of Lisbon. Retrieved from <a href="https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/33134/1/ulsd731592_td_Carolina_Henriques.pdf"target="_blank">https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/33134/1/ulsd731592_td_Carolina_Henriques.pdf</a></p>     <p>Naves, G. (2009). Liberdade e Autenticidade em Martin Heidegger: Uma An&aacute;lise Fenomenol&oacute;gica do Homem. Poros, Uberl&acirc;ndia, 1(1), 63-77.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Carolina Miguel Gra&ccedil;a Henriques</b></p>     <p>* RN, MSc, PhD, Post-PhD, School of Health Sciences, Polytechnic Institute of Leiria. [<a href="mailto:carolina.henriques@ipleiria.pt">carolina.henriques@ipleiria.pt</a>].</p>     <p><img src="/img/revistas/id_orcid.gif"> <a href="https://orcid.org/0000-0002-0904-8057">https://orcid.org/0000-0002-0904-8057</a></p>     
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