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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamentos de cidadania organizacional: Operacionalização de um construto]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational citizenship behavior: a construct measure]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to propose an instrument for measuring organisational citizenship behavior (OçB), according to recent concept developments (Organ, 1997). The items were collected from the literature and the content analysis of 27 interviews (23 managers and four managers teachers). The sample comprises 338 managers, from at least 61 organizations. Each manager scored the OCBs of a subordinate of her/his choosing. A principal component analysis was carried out. Four factors emerged, explaining 59,3% of the variance: interpersonal harmony (alpha: 0,93), personal initiative (0,90), conscientiousness (0,91) and identification with the organization (0,77). The four dimensions explain about 70% of the variance on a global performance score given by the manager. Some other ways to test the instrument's validity are also suggested.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[eficácia organizacional]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Comportamentos de cidadania organizacional: Operacionaliza&#231;&#227;o de um construto</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Organizational citizenship behavior: a construct measure</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Arm&#233;nio Rego<sup>*</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup>Universidade de Aveiro.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O objectivo do presente estudo &#233; propor um instrumento de medi&#231;&#227;o dos comportamentos de cidadania organizacional adaptado &#224; reconceptualiza&#231;&#227;o sugerida por Organ (1997). Os itens foram recolhidos na literatura e na an&#225;lise de conte&#250;do das entrevistas semi-estruturadas efectuadas a 23 gestores / chefias e quatro professores universit&#225;rios de gest&#227;o. Foram inquiridos 338 gestores, provenientes de, pelo menos, 61 organiza&#231;&#245;es de v&#225;rios sectores de actividade, e que exerciam fun&#231;&#245;es em v&#225;rios n&#237;veis hier&#225;rquicos e &#225;reas funcionais. Cada gestor avaliou um colaborador &#224; sua escolha. A an&#225;lise factorial de componentes principais revelou a exist&#234;ncia de quatro componentes, explicando 59,3% da vari&#226;ncia total: harmonia interpessoal (alpha=0,93), esp&#237;rito de iniciativa (0,90), conscienciosidade (0,91), e identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o (0,77). O instrumento denota boas propriedades psicom&#233;tricas: a) os alfas de cronbach s&#227;o bastante superiores ao valor m&#237;nimo sugerido por Nunnaly (0,70); b) as quatro dimens&#245;es explicam cerca de 70% da vari&#226;ncia numa medida de desempenho global subjectiva. Para al&#233;m de expor a metodologia usada e os resultados obtidos, o artigo sugere a necessidade de se adoptarem outros modos, visando testar a validade do instrumento apresentado. Confere-se especial relev&#226;ncia &#224; necessidade de estudar o valor preditivo das quatro dimens&#245;es para a efic&#225;cia organizacional.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: Cidadania organizacional; efic&#225;cia organizacional.</font></p> <hr size"1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">This study aims to propose an instrument for measuring organisational citizenship behavior (O&#231;B), according to recent concept developments (Organ, 1997). The items were collected from the literature and the content analysis of 27 interviews (23 managers and four managers teachers). The sample comprises 338 managers, from at least 61 organizations. Each manager scored the OCBs of a subordinate of her/his choosing. A principal component analysis was carried out. Four factors emerged, explaining 59,3% of the variance: interpersonal harmony (alpha: 0,93), personal initiative (0,90), conscientiousness (0,91) and identification with the organization (0,77). The four dimensions explain about 70% of the variance on a global performance score given by the manager. Some other ways to test the instrument's validity are also suggested.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Comportamentos extra-papel</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">H&#225; v&#225;rias d&#233;cadas que os investigadores v&#234;m alertando para a import&#226;ncia dos comportamentos extra-papel, isto &#233;, os comportamentos discricion&#225;rios que ultrapassam as expectativas de papel e os conte&#250;dos funcionais formalmente estabelecidos, mas que, simultaneamente, beneficiam a organiza&#231;&#227;o (e. g. Barnard, 1938; Katz, 1964; Katz &#38; Kahn, 1966,1978). Katz expressou-se lapidarmente a este prop&#243;sito escrevendo que &quot;qualquer organiza&#231;&#227;o que dependa apenas dos comportamentos prescritos &#233; um sistema social muito fr&#225;gil&quot; (1964, p. 132).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">V&#225;rias linhas de pesquisa t&#234;m sido seguidas neste dom&#237;nio, da&#237; emergindo diversos construtos abrangidos sob a designa&#231;&#227;o &quot;extra-papel&quot; (<a href="#q1">quadro 1</a>). Destacam-se os comportamentos pr&#243;-sociais (Brief &#38; Motowidlo, 1986; Puffer, 1987; George &#38; Bettenhausen, 1990; George, 1990; McNeely &#38; Meglino, 1994), a dissen&#231;&#227;o baseada em princ&#237;pios (Graham, 1986), a espontaneidade organizacional (George &#38; Brief, 1992; George &#38; Jones, 1997), a assobiadela<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a> (Near &#38; Miceli, 1985,1987,1995; Miceli &#38; Near, 1994; Smith &#38; Oseth, 1993; Martin, 1992) e os comportamentos de cidadania organizacional (Smith, Organ &#38; Near, 1983; Organ, 1988,1990a, 1997; Van Dyne, Cummings &#38; Parks, 1995; Organ &#38; Ryan, 1995; Podsakoff, Ahearne &#38; MacKenzie, 1997; Netemeyer <i>et al,</i> 1997).</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q1"></a> <img src="/img/revistas/psi/v13n1-2/13n1-2a07q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta profus&#227;o de estudos e constructos t&#234;m suscitado alguma dificuldade de delimita&#231;&#227;o conceptual (e. g. Van Dyne, Cummings &#38; Parks, 1995), ali&#225;s evidenciada pelas defini&#231;&#245;es sucintamente expostas no <a href="#q1">quadro 1</a>. Designadamente, o campo carece de uma rede nomol&#243;gica que permita identificar as especificidades de cada construto, assim como as suas rela&#231;&#245;es, sobreposi&#231;&#245;es e diverg&#234;ncias face aos restantes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Comportamentos de cidadania: sua evolu&#231;&#227;o conceptual</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Todavia, algum progresso pode ser detectado, com especial destaque para o construto mais estudado e popularizado: os comportamentos de cidadania organizacional. Com efeito, desde os trabalhos seminais lan&#231;ados no in&#237;cio da d&#233;cada de 80 (Bateman &#38; Organ, 1983; Smith, Organ &#38; Near, 1983), numerosas pesquisas t&#234;m sido levadas a cabo e o trabalho produzido &#233; extenso e frutuoso.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O elevado interesse suscitado pelo tema reside, em grande medida, no impacte desses comportamentos sobre a efic&#225;cia organizacional. Durante algum tempo, esta rela&#231;&#227;o manteve-se mais no dom&#237;nio da presun&#231;&#227;o do que da comprova&#231;&#227;o emp&#237;rica. Todavia, v&#225;rias pesquisas t&#234;m mostrado que, efectivamente, este construto tem um valor explicativo significativo para a efic&#225;cia (Karambayya, 1990; Podsakoff &#38; MacKenzie, 1994; Podsakoff &#38; MacKenzie, 1997; Walz &#38; Niehoff, 1994; Podsakoff, Ahearne &#38; MacKenzie, 1997; Rego, 1999). O seu interesse cient&#237;fico e pr&#225;tico &#233;, pois, renovado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A defini&#231;&#227;o mais comummente utilizada pelos investigadores &#233; aquela que Organ (1988,1990a, 1990b) prop&#244;s h&#225; mais de uma d&#233;cada: os comportamentos de cidadania organizacional s&#227;o &quot;os comportamentos discricion&#225;rios n&#227;o directa ou explicitamente reconhecidos pelo sistema de recompensa formal e que, no agregado, promovem o funcionamento eficaz da organiza&#231;&#227;o&quot; (1988, p. 4).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Alguns pesquisadores t&#234;m, contudo, questionado os m&#233;ritos desta defini&#231;&#227;o (e. g., Graham, 1991; Van Dyne, Graham &#38; Dienesch, 1994; Van Dyne, Cummings &#38; Parks, 1995; Morisson, 1994). O pr&#243;prio Organ (1997), perante &quot;a evid&#234;ncia emp&#237;rica acumulada, alguns criticismos e mesmo um olhar de relance pela imprensa de neg&#243;cios&quot; (p. 85), sugeriu a necessidade de se proceder a uma reconceptualiza&#231;&#227;o. Com efeito, entre os tr&#234;s elementos-chave que comp&#245;em a no&#231;&#227;o (discricionaridade, n&#227;o recompensa e efic&#225;cia), Organ detectou problemas nos dois primeiros.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Por <i>discricion&#225;rio,</i> entende-se o comportamento que n&#227;o &#233; prescrito pelo papel ou descri&#231;&#227;o de fun&#231;&#245;es, nem se integra claramente nos termos do contrato entre o indiv&#237;duo e a organiza&#231;&#227;o. Trata-se de ac&#231;&#245;es executadas por escolha pessoal, cuja omiss&#227;o n&#227;o &#233; geralmente compreendida como pun&#237;vel. Ora, segundo Organ:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;muitos dos comportamentos que costumam ser inclu&#237;dos nas medidas de CCO s&#227;o, de facto, considerados parte integrante do cargo pelos observadores (e, at&#233;, pelos pr&#243;prios executantes do cargo);</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;os pap&#233;is evoluem e o seu conte&#250;do n&#227;o &#233; est&#225;tico. Isso acontece porque, por exemplo, as rela&#231;&#245;es l&#237;der-membro sofrem altera&#231;&#245;es (e. g. Graen &#38; Uhl-Bien, 1995; Wayne &#38; Green, 1993; Scandura &#38; Lankau, 1996; Settoon, Bennett &#38; Liden, 1996). Por outro lado, se definirmos os pap&#233;is em termos das expectativas que emergem dos &quot;remetentes de papel&quot;, temos de admitir que eles ter&#227;o conte&#250;do diferente consoante o remetente de refer&#234;ncia. Assim, &quot;temos garantidamente um construto impuro se definirmos o CCO como necessariamente extra-papel&quot; (Organ, 1997, p. 88).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta argumenta&#231;&#227;o leva o autor a rejeitar a tese de Van Dyne e seus colaboradores (Van Dyne, Cummings &#38; Parks, 1995; Van Dyne &#38; LePine, 1998), que defenderam vigorosamente a viabilidade do construto &quot;comportamento extra-papel&quot;. Segundo Organ (1997), &quot;devido ao <i>downsizing</i>, achatamento das hierarquias, trabalho de equipa, organiza&#231;&#245;es flex&#237;veis, os cargos, tal como os pap&#233;is, est&#227;o em muta&#231;&#227;o... O cargo &#233; um artefacto social e deixou de ser a melhor forma de organizar o trabalho. .. &#091;Actualmente&#093; tudo o que &#233; necess&#225;rio para que a pessoa contribua para a organiza&#231;&#227;o passou a fazer parte do seu cargo &quot;(p. 89).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No que concerne ao atributo da <i>n&#227;o recompensa,</i> ele havia sido explicado por Organ do seguinte modo:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&quot;A nossa defini&#231;&#227;o de CCO requer que o comportamento n&#227;o seja, <i>directa</i> ou <i>formalmente,</i> recompensado pelo sistema de recompensa da organiza&#231;&#227;o... &#091;Isto&#093; significa que o CCO deve ser limitado &#224;queles gestos absoluta e eternamente desprovidos de um retorno tang&#237;vel para o indiv&#237;duo?... N&#227;o necessariamente. Ao longo do tempo, um fluxo regular de CCO de diferentes tipos.. . pode influenciar a impress&#227;o suscitada no supervisor ou colegas. Esta impress&#227;o, por seu turno, ser suscept&#237;vel de influenciar a recomenda&#231;&#227;o do chefe para uma promo&#231;&#227;o ou incremento salarial. O que importa, pois, na nossa defini&#231;&#227;o &#233; que este retorno n&#227;o seja contratualmente garantido&quot; (Organ, 1998a, p. 5).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Ou seja, o autor admitia que o CCO poderia, sob certas circunst&#226;ncias, suscitar alguma recompensa futura para quem o praticasse. Conceptualmente relevante era que ela fosse indirecta e incerta &#151; em oposi&#231;&#227;o &#224;s recompensas consequentes a contribui&#231;&#245;es mais formais, como, por exemplo, elevada produtividade, excel&#234;ncia t&#233;cnica ou solu&#231;&#245;es inovadoras. Mas o racioc&#237;nio que Organ desenvolveu recentemente (1997) vai mais longe, obrigando a largar m&#227;o, igualmente, deste requisito conceptual. O argumento &#233; duplo:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o bom desempenho de papel n&#227;o origina necessariamente recompensas. &quot;O problema est&#225; em que muito poucas recompensas s&#227;o contratualmente garantidas por qualquer comportamento, incluindo o desempenho t&#233;cnico ou a inova&#231;&#227;o brilhante. Quantos professores podem dizer que t&#234;m a promo&#231;&#227;o garantida, ou um incremento de sal&#225;rio, apesar da quantidade e qualidade das publica&#231;&#245;es, ou das aprecia&#231;&#245;es positivas dos seus estudantes? Nos processos de <i>downsizing</i>... quantas pessoas... puderam mesmo garantir a continuidade do seu emprego, apesar de consistentemente terem desempenhado bem as suas fun&#231;&#245;es?&quot; (Organ, 1997, p. 89);</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;os CGO suscitam recompensas por via indirecta, isto &#233;, por meio das melhores nota&#231;&#245;es obtidas nas avalia&#231;&#245;es de desempenho (MacKenzie, Podsakoff &#38; Fetter, 1991,1993; Podsakoff, MacKenzie &#38; Hui, 1993; Podsakoff &#38; MacKanzie, 1994; Werner, 1994; Krilowicz &#38; Lowery, 1996; Podsakoff <i>et al,</i> 1990) e consequentes efeitos nas promo&#231;&#245;es, remunera&#231;&#227;o, etc. Existem, mesmo, dados emp&#237;ricos reveladores de que as expectativas de recompensa det&#234;m poder explicativo significativo dos CCO: &quot;... as recompensas e pr&#225;ticas recompensat&#243;rias explicam tanta ou mais vari&#226;ncia quanto as vari&#225;veis inclu&#237;das como preditoras do CCO nas pesquisas anteriores&quot; (Schnake &#38; Dumler, 1997, p. 224).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Perante estas cr&#237;ticas, Organ deixa &quot;cair&quot; esses dois atributos e mant&#233;m apenas o &#250;ltimo: o da efic&#225;cia. E o construto que mais se lhe afigura reflectir esta redefini&#231;&#227;o &#233; o <i>desempenho contextual</i> (Borman &#38; Motowidlo, 1993,1997; Conway, 1996; Motowidlo &#38; Van Scotter, 1994; Motowidlo, Borman &#38; Schmit, 1997; Van Scotter &#38; Motowidlo, 1996).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A compreens&#227;o do significado do desempenho contextual exige que se conhe&#231;a a no&#231;&#227;o de desempenho na tarefa, &#224; qual se contrap&#245;e, e que pode ser definido como &quot;a efic&#225;cia com que os incumbentes dos cargos levam a cabo actividades que contribuem para o n&#250;cleo t&#233;cnico, seja directamente, atrav&#233;s da implementa&#231;&#227;o de uma parte do seu processo tecnol&#243;gico, seja indirectamente, proporcionando-lhe os materiais ou servi&#231;os necess&#225;rios&quot; (Borman &#38; Motowidlo, 1997, p. 99).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No entanto, os indiv&#237;duos contribuem para a efic&#225;cia organizacional atrav&#233;s de modos que ultrapassam as actividades prescritas para os seus &quot;cargos&quot;. Significa isto que podem ajudar ou prejudicar a prossecu&#231;&#227;o dos objectivos organizacionais, executando ac&#231;&#245;es que <i>n&#227;o est&#227;o directamente relacionadas com as suas principais fun&#231;&#245;es, mas que s&#227;o importantes porque modelam o contexto organizacional, social e psicol&#243;gico que serve como catalisador cr&#237;tico para as actividades e processos de tarefa.</i> &#233; esta a no&#231;&#227;o de desempenho contextual. As categorias comportamentais que integram o construto s&#227;o: a) persistir com entusiasmo e esfor&#231;o extra quando necess&#225;rio para executar com sucesso as pr&#243;prias tarefas; b) voluntariar-se para levar a cabo tarefas que n&#227;o fazem, formalmente, parte do pr&#243;prio cargo; c) ajudar e cooperar com os outros; d) cumprir as regras e procedimentos organizacionais mesmo quando isso &#233; pessoalmente inconveniente; e) apoiar e defender os objectivos organizacionais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Estas cinco categorias s&#227;o, ali&#225;s, bastante pr&#243;ximas das dimens&#245;es tradicionais do altru&#237;smo, obedi&#234;ncia, desportivismo, cortesia e virtude c&#237;vica que comp&#245;em o CCO (<a href="#q2">quadro 2</a>), &quot;pelo menos se tivermos em considera&#231;&#227;o o modo como estas &#250;ltimas t&#234;m sido operacionalizadas nos estudos das dimens&#245;es do CGO&quot; (Organ, 1997, p. 90). Esta proximidade n&#227;o &#233;, todavia, estranha, pois a taxonomia proposta por Borman e Motowidlo (1993, 1997) tem como fontes principais tr&#234;s conceitos, sendo um deles o CCO.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q2"></a> <img src="/img/revistas/psi/v13n1-2/13n1-2a07q2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Perante esta reconceptualiza&#231;&#227;o, como distinguir os comportamentos de cidadania das actividades de tarefa? Como podemos construir a rede nomol&#243;gica mais vasta que nos permita enriquecer o construto? Organ (1997) prop&#245;e-nos o seguinte:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;comparativamente com o desempenho de tarefa, o CCO (agora concebido como sin&#243;nimo de desempenho contextual) tem menos probabilidades de ser considerado um requisito formal do cargo;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o CCO &#233; visto pelo executante como menos suscept&#237;vel de conduzir a recompensas proporcionadas pelo sistema formal. &quot;Ainda que a pesquisa tenha evidenciado que uma demonstra&#231;&#227;o de cidadania excepcional pode influenciar as avalia&#231;&#245;es de desempenho, e que os gestores est&#227;o dispostos a atribuir valor fincanceiro a algumas formas de CCO, &#233; duvidoso que as pessoas que fazem tais contributos possam perspectivar uma correspond&#234;ncia directa entre eles e os dividendos de curto prazo&quot; (Organ 1997, p. 91);</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;os CCO s&#227;o comportamentos afiliativos e promotores (Van Dyne, Cummings &#38; Parks, 1995). Nele n&#227;o est&#227;o, portanto, englobados os comportamentos desafiantes ou contestat&#225;rios. Deste modo se preserva a clareza do construto, distinguindo-o de outros como a dissen&#231;&#227;o baseada em princ&#237;pios e a assobiadela. Esta asser&#231;&#227;o n&#227;o &#233; contradit&#243;ria com a ideia de que alguns comportamentos desafiantes podem contribuir para a sobreviv&#234;ncia e efic&#225;cia da organiza&#231;&#227;o a longo prazo. O que acontece &#233; que esses contributos implicam &quot;riscos de graves custos de curto prazo para o contexto psicol&#243;gico e social que apoia o desempenho de tarefa&quot; (Organ, 1997, p. 92).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Objectivos e metodologia</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Objectivos</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo visa sugerir um novo instrumento de medida ajustado a esta proposta de reconceptualiza&#231;&#227;o. O seu significado &#233; tanto maior quanto se afigura que as dimens&#245;es de cidadania organizacional n&#227;o s&#227;o independentes do contexto a que se reportam, sendo contingentes, designadamente, da cultura nacional (Farh, Earley &#38; Lin, 1997). Ora, ao que sabemos, n&#227;o existem escalas constru&#237;das de raiz para popula&#231;&#245;es portuguesas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Numa primeira fase, apresentaremos a metodologia seguida para a elabora&#231;&#227;o do question&#225;rio. Posteriormente, exporemos o modo como o instrumento foi respondido por 338 gestores (que foram convidados a avaliar um subordinado &#224; sua escolha) e referiremos a estrutura factorial da&#237; resultante. Finalmente, mostraremos como as dimens&#245;es emergentes dessa estrutura se relacionam com uma nota&#231;&#227;o global de desempenho que os referidos gestores atribu&#237;ram aos subordinados escolhidos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Recolha de itens e elabora&#231;&#227;o do question&#225;rio</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os itens que integram o question&#225;rio t&#234;m duas proveni&#234;ncias: a revis&#227;o da literatura e a an&#225;lise de conte&#250;do das entrevistas semi-estruturadas efectuadas a 27 sujeitos. A literatura predominante &#233; a referida na taxonomia de desempenho contextual de Borman e Motowidlo (1993,1997), e encontra-se assinalada nas refer&#234;ncias bibliogr&#225;ficas com um asterisco. Os 27 sujeitos incluiram: sete gestores de empresas industriais, um empres&#225;rio do sector cer&#226;mico, um director regional de uma institui&#231;&#227;o banc&#225;ria, quatro professores de gest&#227;o da Universidade de Aveiro (dois deles com experi&#234;ncia organizacional extra-universit&#225;ria), um consultor de gest&#227;o (ex-gestor administrativo e financeiro de uma empresa de metalomec&#226;nica), um ex-gestor de empresa cervejeira (actualmente professor universit&#225;rio), dois chefes de reparti&#231;&#227;o de uma institui&#231;&#227;o p&#250;blica, dois membros de dois conselhos directivos da Universidade de Aveiro e oito gerentes e subgerentes de ag&#234;ncias banc&#225;rias.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Cada entrevistado foi convidado a pensar em trabalhadores que, no seu entender, eram &quot;excelentes&quot;. Foi-lhe, ent&#227;o, solicitado que mencionasse comportamentos que distinguiam essas pessoas dos restantes membros organizacionais. Adoptou-se a mesma estrat&#233;gia para os trabalhadores &quot;p&#233;ssimos&quot;.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">S&#243; depois de registados os comportamento&#094; sugeridos, os inquiridos foram convidados a referir aqueles que se coadunavam com a (re)defini&#231;&#227;o de CCO proposta por Organ (1997) quer do ponto de vista positivo (comportamentos de cidadania), quer negativo (anti-cidadania). Ou seja, solicitou-se aos sujeitos que nos referissem, dentre os comportamentos por eles apontados:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;aqueles que influenciavam o ambiente social, psicol&#243;gico e organizacional em que as tarefas do &quot;n&#250;cleo t&#233;cnico&quot; eram levadas a cabo mais do que esse n&#250;cleo em si;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;os que interferiam na efic&#225;cia da organiza&#231;&#227;o;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;aqueles cuja execu&#231;&#227;o/omiss&#227;o tinha poucas probabilidades de ser formalmente obrigat&#243;ria/proibida e recompensada/punida.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para os comportamentos &quot;positivos&quot;, convid&#225;mos ainda os entrevistados a eliminarem os actos/omiss&#245;es que, embora contribuintes da efic&#225;cia organizacional, eram claramente desafiadores ou contestat&#225;rios.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O objectivo desta &#250;ltima fase da entrevista foi o de &quot;filtrar&quot; o material obtido nas fases anteriores, ou seja, retirar os comportamentos que se n&#227;o coadunavam com a defini&#231;&#227;o de CCO reconceptualizado. S&#243; os que passaram esse &quot;filtro&quot; (em todos os entrevistados) vieram a ser utilizados no question&#225;rio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como nota final, refira-se que todos os inquiridos revelaram dificuldades em distinguir os &quot;comportamentos de papel&quot; dos restantes. Isto foi particularmente evidente com os gerentes banc&#225;rios. Com efeito, a competi&#231;&#227;o crescente entre as institui&#231;&#245;es banc&#225;rias tem induzido climas organizacionais caracterizados por uma enorme preocupa&#231;&#227;o com a clientela. Consequentemente, aos funcion&#225;rios banc&#225;rios passou a ser exigida uma &quot;nova conduta&quot;, onde a exig&#234;ncia do cumprimento do hor&#225;rio e das fun&#231;&#245;es meramente &quot;t&#233;cnicas&quot; &#233; complementada pela exig&#234;ncia de uma quase completa dedica&#231;&#227;o ao cargo, proactivamente direccionada para os clientes, e que, em larga medida, ultrapassa as fun&#231;&#245;es tradicionais do funcion&#225;rio &quot;cumpridor&quot;, &quot;rigoroso&quot;, &quot;pontual&quot;, &quot;ass&#237;duo&quot;. Cada cargo deixou de poder ser definido em termos de fun&#231;&#245;es com conte&#250;do bem determinado, passando a englobar todas as ac&#231;&#245;es necess&#225;rias a captar o cliente e a vender-lhe servi&#231;os que, no momento de entrada na ag&#234;ncia, ele n&#227;o esperava, eventualmente, adquirir.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta constata&#231;&#227;o confere algum fundamento aos argumentos dos investigadores que questionam a pertin&#234;ncia da distin&#231;&#227;o entre comportamentos de papel e comportamentos extra-papel (e. g., Graham, 1991; Van Dyne, Graham &#38; Dienesh, 1994; Morrison, 1994), e corrobora as vantagens da redefini&#231;&#227;o sugerida por Organ (1997).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Depois de uma an&#225;lise detalhada e exaustiva dos itens resultantes das duas fases citadas anteriormente, elabor&#225;mos uma bateria de itens conjunta. Adopt&#225;mos os seguintes procedimentos:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;procur&#225;mos evitar as redund&#226;ncias. Os itens que denotavam formula&#231;&#245;es sem&#226;nticas justapostas ou similares foram agregados, tendo sido adoptada uma formula&#231;&#227;o que reproduzisse, tanto quanto poss&#237;vel, os v&#225;rios conte&#250;dos;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;os itens que continham mais do que uma ac&#231;&#227;o/omiss&#227;o foram desmembrados;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;foram feitas v&#225;rias adapta&#231;&#245;es sem&#226;nticas, tendo em vista conferir aos itens um significado inequ&#237;voco, adapt&#225;-los &#224;s caracter&#237;sticas da l&#237;ngua portuguesa e torn&#225;-los congruentes com a realidade organizacional do pa&#237;s.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Daqui resultou uma listagem composta por 111 itens, que sujeit&#225;mos a um pr&#233;-teste junto de seis gestores, tendo sido feitas pequenas altera&#231;&#245;es sem&#226;nticas, tendentes a eliminar potenciais ambiguidades. Foi necess&#225;rio, ainda, eliminar os dez itens referentes a comportamentos orientados para os clientes, dada a sua inaplicabilidade a colaboradores organizacionais que, pela natureza das fun&#231;&#245;es, n&#227;o t&#234;m contactos com a clientela. O produto final de todo este processo redundou num elenco de 101 itens.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Amostra e procedimentos</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O question&#225;rio daqui resultante foi aplicado a 338 gestores/chefias. Os 271 que se identificaram exerciam fun&#231;&#245;es em v&#225;rios n&#237;veis hier&#225;rquicos e &#225;reas funcionais (produ&#231;&#227;o, planeamento, finan&#231;as, recursos humanos, comercial, <i>marketing</i>...), e pertenciam a 61 organiza&#231;&#245;es de v&#225;rias dimens&#245;es, oriundas de v&#225;rios pontos do pa&#237;s e de sectores de actividade muito diversos (hotelaria, banca, metalurgia, universidades, administra&#231;&#227;o p&#250;blica, celulose, autom&#243;vel, moldes, mobili&#225;rio de cozinha, mobili&#225;rio de escrit&#243;rio, com&#233;rcio de vinho do Porto, cer&#226;mica, alimentar, consultoria, transportes, t&#234;xtil, electr&#243;nica, etc).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Solicitou-se a cada inquirido que pensasse num colaborador &#224; sua escolha. Era-lhe enfatizado que poderia escolher qualquer pessoa, independente do sexo, idade ou desempenho. A &#250;nica condi&#231;&#227;o era que conhecesse bem a forma como trabalhava a pessoa escolhida. Pedia-se-lhe, ent&#227;o, que referisse o grau em que cada uma das 101 afirma&#231;&#245;es se aplicava a esse(a) colaborador (a). Para o efeito, era fornecida uma escala de 1 (&quot;n&#227;o se aplica rigorosamente nada&quot;) a 7 (&quot;aplica-se-lhe completamente&quot;). Na parte final do question&#225;rio, era solicitado ao gestor que atribu&#237;sse uma pontua&#231;&#227;o global ao sujeito avaliado, numa escala de 0 (&quot;p&#233;ssimo colaborador&quot;) a 20 (&quot;excelente colaborador&quot;).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Estrutura factorial e consist&#234;ncia interna das escalas</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram sujeitos a uma an&#225;lise factorial de componentes principais (Bobko, 1990; Kim &#38; Mueller, 1978), com rota&#231;&#227;o <i>Varimax</i> e a aplica&#231;&#227;o desta t&#233;cnica revelou-se pertinente (KMO: 0,886; teste de esfericidade de Bartlett: 9152,99, p=0,000). Envered&#225;mos, ent&#227;o, por um processo iterativo destinado a obter uma estrutura factorial clara, tendo adoptado os seguintes crit&#233;rios:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;a escolha do n&#250;mero de factores foi feita de acordo com o teste gr&#225;fico (Cattell, 1966). Com efeito, embora o crit&#233;rio de Kaiser (escolha dos factores com valores pr&#243;prios superiores a 1) seja mais comum e frequentemente sugerido como mais apropriado (e. g. Bobko, 1990, p. 663; Ford, MacCallum &#38; Trait, 1986, p. 294; Kim &#38; Mueller, 1978b, p. 49), o seu uso suscitou-nos v&#225;rios factores saturados apenas por um ou dois itens, da&#237; advindo dificuldades relacionadas com a fidedignidade das escalas. Acresce que, segundo Bryman e Cramer (1992), o crit&#233;rio de Kaiser tem sido recomendado para situa&#231;&#245;es em que o n&#250;mero de vari&#225;veis &#233; menor que 30 e a m&#233;dia das comunalidades maior que 0,70; ou quando o n&#250;mero de sujeitos da amostra &#233; superior a 250 e a comunalidade m&#233;dia maior ou igual a 0,60. Ora, a considera&#231;&#227;o destes aspectos sugeriu a inaplicabilidade desse crit&#233;rio aos nossos dados. Finalmente, alguns investigadores prop&#245;em que se examinem estruturas factoriais com diferentes n&#250;meros de factores at&#233; se encontrar a solu&#231;&#227;o mais interpret&#225;vel (Hakstian, Rogers, &#38; Cattell, 1982; Ford, MacCallum &#38; Tait, 1986, p. 295; Kim &#38; Mueller, 1978a). Ora, as v&#225;rias tentativas feitas redundaram na conclus&#227;o de que tal ocorria perante uma estrutura de quatro factores;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;seleccion&#225;mos, para cada factor, os itens com satura&#231;&#245;es superiores a 0,50;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;foram eliminados os itens cujas satura&#231;&#245;es eram superiores a 0,40 em mais do que um factor, assim como aqueles em que a diferen&#231;a entre as duas satura&#231;&#245;es mais elevadas era inferior a 0,20.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Deste processo resultou uma estrutura factorial composta por 36 itens e quatro componentes principais, explicando 59,3% da vari&#226;ncia total (<a href="#q3">quadro 3</a>). Os coeficientes de consist&#234;ncia interna s&#227;o elevados e tr&#234;s deles ultrapassam largamente o m&#237;nimo de 0,70 sugerido por Nunnaly (1978). De modo a testarmos a sua estabilidade (Ford, MacCallum &#38; Tait, 1986), lev&#225;mos a cabo dois procedimentos:</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q3"></a> <img src="/img/revistas/psi/v13n1-2/13n1-2a07q3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;usando uma rotina do SPSS, seleccion&#225;mos tr&#234;s amostras aleat&#243;rias de dimens&#227;o aproximada de 50% da amostra original; calcul&#225;mos, para cada uma delas, os alfas de Cronbach;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;fizemos, para cada um dos tr&#234;s primeiros factores, tr&#234;s diferentes combina&#231;&#245;es aleat&#243;rias de cinco itens e, para o &#250;ltimo, combina&#231;&#245;es de quatro; e calcul&#225;mos os alfas correspondentes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados revelam que os valores dos alfas mant&#234;m uma grande estabilidade face aos &quot;originais&quot;, nunca baixando a barreira de 0,70 sugerida por Nunnally (1978). A interpreta&#231;&#227;o dos factores revelou-se bastante intuitiva:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o primeiro cont&#233;m itens relacionados com a harmonia interpessoal (Farh, Earley &#38; Lin, 1997), participa&#231;&#227;o (Van Dyne, Graham &#38; Dienesch, 1994), anti-cidadania (Bali, Trevino &#38; Sims, 1994), desportivismo (e. g. Podsakoff, Ahearne &#38; MacKenzie, 1997), esp&#237;rito de equipa, camaradagem e partilha de conhecimentos e experi&#234;ncia. Denomin&#225;mo-lo de <i>harmonia interpessoal/esp&#237;ritp de equipa.</i> Esta designa&#231;&#227;o reflecte a dimens&#227;o inerente aos itens e n&#227;o propriamente o sentido que deles emana (negativo, na quase totalidade dos casos). Para efeitos do c&#244;mputo das cota&#231;&#245;es individuais, foi necess&#225;rio, portanto, inverter as pontua&#231;&#245;es originais (o sete passou a um, e vice-versa; o seis passou a dois, e vice-versa; e assim sucessivamente);</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o segundo factor reflecte claramente comportamentos de obedi&#234;ncia, conscienciosidade e protec&#231;&#227;o dos recursos da organiza&#231;&#227;o (Smith, Organ &#38; Near, 1983; Van Dyne, Graham &#38; Dienesch, 1994; Farh, Earley &#38; Lin, 1997; Motowidlo &#38; Van Scotter, 1996). Recebeu a denomina&#231;&#227;o de <i>conscienciosidade.</i> Com a adop&#231;&#227;o desta conhecida designa&#231;&#227;o, pretendemos enfatizar que se trata de uma dimens&#227;o cuja presen&#231;a nos m&#250;ltiplos estudos emp&#237;ricos &#233; quase universal <i>(etic,</i> segundo Far, Earley &#38; Lin, 1997)v Tamb&#233;m neste caso, a designa&#231;&#227;o reflecte a dimens&#227;o inerente aos itens e n&#227;o o sentido presente em quase todos eles (negativo). Concomitantemente, as pontua&#231;&#245;es finais tamb&#233;m foram invertidas;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o terceiro incorpora comportamentos reveladores de esp&#237;rito de iniciativa (Moorman &#38; Blakely, 1995), disponibilidade para resolver problemas e de procurar solu&#231;&#245;es alternativas para eles, espontaneidade para fazer sugest&#245;es construtivas de melhoria (George &#38; Brief, 1992; Tsui <i>et al.,</i> 1997), dedica&#231;&#227;o ao cargo (Van Scotter &#38; Motowidlo, 1996), virtude c&#237;vica (Tsui <i>et al.,</i> 1997), e participa&#231;&#227;o e lealdade (Van Dyne, Graham &#38; Dienesch, 1994). Denota semelhan&#231;as v&#225;rias com a dimens&#227;o &quot;iniciativa&quot; de Moorman &#38; Blakely (1995) e Moorman, Blakely &#38; Niehoff (1998), pelo que o design&#225;mos de <i>esp&#237;rito de iniciativa/proactividade</i>;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">d) &nbsp;&nbsp;&nbsp;o &#250;ltimo factor denota comportamentos de lealdade (Van Dyne, Graham &#38; Dienesch, 1994; Moorman &#38; Blakely, 1995; Moorman, Blakely &#38; Niehoff, 1998), esfor&#231;os-extra para beneficiar a organiza&#231;&#227;o (Brief &#38; Motowidlo, 1986), forte dedica&#231;&#227;o &#224; mesma e vontade de benefici&#225;-la mesmo a expensas pessoais. Denota um posicionamento similar ao que transparece da dimens&#227;o &quot;identifica&#231;&#227;o com a empresa&quot; proposta por Farh, Earley e Lin (1997). Denomin&#225;mo-lo, por isso, de <i>identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o,/lealdade.</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Devemos notar que, apesar de a maior parte dos itens constituintes do question&#225;rio original provirem da literatura revista, quase todos os que permaneceram na estrutura factorial final foram detectados nas entrevistas por n&#243;s realizadas. E cerca de 30% emergiram exclusivamente delas (itens n.<sup>os</sup> 22,23,24,75,77,81,15,18,33,39,49,68 do <a href="#q3">quadro 3</a>). Por exemplo, no primeiro factor, entre os 14 itens que o comp&#245;em, oito prov&#234;m exclusivamente das nossas entrevistas. O factor que denota maiores semelhan&#231;as de conte&#250;do com a literatura revista &#233; o terceiro (conscienciosidade).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Cidadania organizacional e nota&#231;&#227;o de desempenho global</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s esta dimensionaliza&#231;&#227;o, relacion&#225;mos as quatro categorias de CCO com a nota&#231;&#227;o global de desempenho atribu&#237;da pelo gestor ao seu colaborador. As cota&#231;&#245;es de cidadania atribu&#237;das a cada sujeito resultaram da pontua&#231;&#227;o m&#233;dia nos itens mais pertinentes para cada factor. Calcul&#225;mos os coeficientes de regresss&#227;o e execut&#225;mos uma an&#225;lise de <i>clusters.</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As regress&#245;es revelam que as quatro dimens&#245;es de cidadania t&#234;m valor explicativo significativo para essa nota&#231;&#227;o global e que, no conjunto, explicam 72% vari&#226;ncia da mesma (<a href="#q4">quadro 4</a>). Os valores quase n&#227;o se alteram quando se analisam os dados provenientes de duas amostras aleat&#243;rias correspondentes a cerca de 50% da amostra global. Em geral, constata-se que a conscienciosidade e o esp&#237;rito de iniciativa apresentam os valores explicativos mais fortes. Esta evid&#234;ncia &#233; corroborada quando se procede &#224; execu&#231;&#227;o de regress&#245;es hier&#225;rquicas, pois s&#227;o essas as duas dimens&#245;es que explicam maior vari&#226;ncia &#250;nica.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q4"></a> <img src="/img/revistas/psi/v13n1-2/13n1-2a07q4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A an&#225;lise de <i>clusters</i> (m&#233;todo: <i>complete;</i> dist&#226;ncia: euclidina ao quadrado) foi igualmente executada com base nas quatro dimens&#245;es de cidadania. Realiz&#225;mos, depois, um teste Scheff&#233;, tendo em vista saber quais as vari&#225;veis (incluindo a nota&#231;&#227;o global de desempenho) que distinguiam significativamente os agrupamentos emergentes. Os resultados encontram-se no <a href="#q5">quadro 5</a> e mostram que os grupos com melhor (pior) nota&#231;&#227;o global s&#227;o aqueles cujos membros adoptam comportamentos de cidadania mais (menos) vincados.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q5"></a> <img src="/img/revistas/psi/v13n1-2/13n1-2a07q5.jpg">     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">O grupo 1 foi designado de <i>membros organizacionais indolentes</i> porque os seus elementos apresentam, em m&#233;dia, baixas pontua&#231;&#245;es em todas as vari&#225;veis de cidadania. N&#227;o s&#227;o conscienciosos no trabalho, t&#234;m uma reduzida identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o e um fraco esp&#237;rito de iniciativa. Em suma: n&#227;o assumem qualquer comprometimento com o trabalho e a organiza&#231;&#227;o onde prestam fun&#231;&#245;es. Esta postura parece reflectir-se numa nota&#231;&#227;o global de desempenho que se pauta por ser <i>a mais baixa</i> dentre os cinco agrupamentos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O grupo 2 foi denominado <i>de conscienciosos... mas alheados</i> porque os seus membros, ainda que conscienciosos no modo como realizam o seu trabalho, t&#234;m pequeno esp&#237;rito de iniciativa e, sobretudo, uma muito baixa identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o. Al&#233;m disso, revelam fraco esp&#237;rito de equipa e harmonia interpessoal. Recebem baixa nota&#231;&#227;o global de desempenho. Parece que os seus superiores, apesar de lhes reconhecerem essa postura conscienciosa, os consideram colaboradores med&#237;ocres devido a um descomprometimento grande para com a organiza&#231;&#227;o e os restantes colaboradores.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O grupo 3 recebeu a designa&#231;&#227;o de <i>membros organizacionais regulares</i> porque apresentam cota&#231;&#245;es interm&#233;dias em todas as vari&#225;veis de cidadania, o que parece reflectir-se na nota&#231;&#227;o de desempenho global tamb&#233;m moderada.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O grupo 4 foi denominado de <i>profissionais zelosos e corteses</i> porque os seus membros s&#227;o conscienciosos, t&#234;m esp&#237;rito de iniciativa e prezam a harmonia interpessoal, embora revelem uma bastante fraca identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o em que trabalham. Assemelham-se a profissionais empenhados no seu trabalho, mas que n&#227;o &quot;vestem a camisola da organiza&#231;&#227;o&quot;. Parecem ser uma esp&#233;cie de profissionais exemplares que exercem competentemente as suas fun&#231;&#245;es... na organiza&#231;&#227;o onde as condi&#231;&#245;es forem melhores. Recebem elevadas nota&#231;&#245;es de desempenho, embora um pouco menores do que as atribu&#237;das aos elementos do grupo 5.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os membros do grupo 5 foram apelidados de <i>cidad&#227;os organizacionais exemplares</i> porque denotam as mais elevadas pontua&#231;&#245;es em todas as vari&#225;veis de cidadania, recebendo a mais elevada nota&#231;&#227;o de desempenho global. A principal diferen&#231;a relativamente aos membros do grupo 4 reside no facto de terem bastante maior cota&#231;&#227;o na vari&#225;vel de identifica&#231;&#227;o com a organiza&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Discuss&#227;o e conclus&#245;es</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O instrumento exposto revela boas propriedades psicom&#233;tricas. Com efeito, a consist&#234;ncia interna das escalas &#233; elevada e sempre superior ao m&#237;nimo sugerido por Nunnaly (1978). Por outro lado, as rela&#231;&#245;es positivas encontradas entre as quatro dimens&#245;es de cidadania e a nota&#231;&#227;o global de desempenho s&#227;o consistentes com a evid&#234;ncia emp&#237;rica reveladora do valor preditivo do CCO para as avalia&#231;&#245;es de desempenho (MacKenzie, Podsakoff &#38; Fetter, 1991,1993; Podsakoff &#38; MacKenzie, 1994; Krilowicz &#38; Lowery, 1996; Motowidlo &#38; Van Scotter, 1994; Wemer/1994; Borman, White &#38; Dorsey, 1995; Van Scotter &#38; Motowidlo, 1996).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As dimens&#245;es emergentes n&#227;o s&#227;o completamente novas, pois t&#234;m sido evidenciadas em outros estudos. Contudo, a dimens&#227;o &quot;harmonia interpessoal&quot; &#233; bastante semelhante &#224; dimens&#227;o hom&#243;nima sugerida por Farh, Earley e Lin (1997). Segundo estes autores, trata-se de uma dimens&#227;o n&#227;o universal (&#233;mica), mas caracter&#237;stica de certas culturas como a taiwanesa. Dado que existe algum paralelismo entre as culturas portuguesa e de Taiwan no que concerne &#224;s vari&#225;veis de Hofstede (1989,1997), &#233; veros&#237;mil admitir-se a exist&#234;ncia de dimens&#245;es de cidadania inerentes ao contexto cultural. Se esta asser&#231;&#227;o for verdadeira, torna-se necess&#225;rio estudar o CCO em termos contextuals e n&#227;o como um conceito de dimensionaliza&#231;&#227;o universal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O estudo denota, contudo, algumas limita&#231;&#245;es que importa enfatizar. Em primeiro lugar, os dados relativos &#224;s vari&#225;veis dependentes e independente foram obtidos na mesma fonte (o superior hier&#225;rquico). Esta metodologia &#233; suscept&#237;vel de gerar enviesamentos causados pela vari&#226;ncia do m&#233;todo comum. Significa isto que as rela&#231;&#245;es encontradas podem ser estatisticamente significativas devido, apenas ou parcialmente, ao m&#233;todo utilizado, e n&#227;o &#224; realidade empiricamente observ&#225;vel. &#233; certo que o elevado valor preditivo (rondando o valor de 0.70) das quatro dimens&#245;es de cidadania para a nota&#231;&#227;o global de desempenho favorece a rejei&#231;&#227;o desta hip&#243;tese. No entanto, futuras pesquisas dever&#227;o usar fontes diferentes para as vari&#225;veis dependente e independentes. Em alternativa, poder&#227;o utilizar um procedimento longitudinal, isto &#233;, obter os dados de desempenho em momento posterior aos dados relativos &#224; cidadania organizacional.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">E claro que existem v&#225;rios testes <i>post hoc</i> que permitem controlar os efeitos da vari&#226;ncia do m&#233;todo comum, sendo um dos mais conhecidos o teste do factor &#250;nico de Harman (Podsakoff &#38; Organ, 1986). No entanto, o facto de o desempenho global ter sido medido atrav&#233;s de um &#250;nico item torna pouco fi&#225;veis os resultados do teste.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#201; aqui, precisamente, que reside a segunda limita&#231;&#227;o da pesquisa. Haver&#225; todo o interesse em que futuras investiga&#231;&#245;es considerem um maior n&#250;mero de itens e a respectiva consist&#234;ncia interna. Al&#233;m disso, poder&#225; revelar-se de enorme relev&#226;ncia te&#243;rica e pr&#225;tica a tomada em considera&#231;&#227;o das nota&#231;&#245;es obtidas pelos sujeitos em processos de avalia&#231;&#227;o formal de desempenho levados a cabo periodicamente em algumas empresas. O mesmo se diga de crit&#233;rios objectivos de desempenho individual.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em terceiro lugar, o procedimento usado para a-obten&#231;&#227;o da amostra pode interferir nos resultados. Ao solicitar-se aos inquiridos que avaliem um sujeito &#224; sua escolha, poder-se-&#225; induzi-los a pensar em colaboradores mais &quot;salientes&quot; (muito bons ou muito maus!). Embora tenhamos enfatizado junto de cada inquirido que a escolha poderia recair em pessoas de ambos os sexos, de diferentes idades e com elevado ou fraco desempenho, conv&#233;m atentar-se no elevado n&#250;mero de colaboradores presentes no agrupamento de &quot;cidad&#227;os organizacionais exemplares&quot;. Futuras pesquisas dever&#227;o, pois, socorrer-se de uma metodologia mais indutora da &quot;normalidade&quot; da amostra. Por exemplo, pedindo ao superior hier&#225;rquico que avalie os comportamentos de v&#225;rios dos seus subordinados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Finalmente, futuras pesquisas dever&#227;o adoptar novas metodologias de teste da validade do instrumento de medida aqui exposto:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">a) &nbsp;&nbsp;&nbsp;seria pertinente reformular os itens tendo em vista a sua adapta&#231;&#227;o a outras fontes. Mais precisamente, uma das maneiras de contribuir para a valida&#231;&#227;o das escalas poder&#225; ser a sua aplica&#231;&#227;o ao pr&#243;prio sujeito alvo da avalia&#231;&#227;o e/ou a seus colegas de trabalho. Se a dimensionaliza&#231;&#227;o for diferente consoante estas tr&#234;s fontes, poder&#227;o levantar-se d&#250;vidas sobre qual a melhor fonte avaliadora, mas tamb&#233;m &#233; leg&#237;timo questionar as propriedades psicom&#233;tricas do instrumento;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">b) &nbsp;&nbsp;&nbsp;&#233; conveniente aplicar o question&#225;rio em organiza&#231;&#245;es espec&#237;ficas, tendo em vista testar a estabilidade dos factores emergentes. Com efeito, a grande diversidade de organiza&#231;&#245;es de proveni&#234;ncia dos inquiridos poder&#225; ter encoberto a especificidade organizacional onde os comportamentos s&#227;o levados a cabo e gerado uma estrutura factorial nem sempre replic&#225;vel;</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">c) &nbsp;&nbsp;&nbsp;por fim, talvez o m&#233;todo mais desej&#225;vel de valida&#231;&#227;o seja o estudo da capacidade preditiva dos quatro tipos de CCO para a efic&#225;cia organizacional. Com efeito, este &#233; o elemento porventura mais importante do conceito proposto por Organ quer na sua vers&#227;o original (1988), quer ap&#243;s recente redefini&#231;&#227;o (1997).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Julgamos, de qualquer modo, que o instrumento proposto denota propriedades capazes de contribu&#237;rem para um aprofundamento cient&#237;fico dos conhecimentos existentes neste dom&#237;nio, podendo ajudar na realiza&#231;&#227;o de trabalhos de campo assentes nos refinamentos conceptuais a que Organ (1997) conferiu significado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bali, G. A., Trevino, L. K., &#38; Sims Jr, H. P. (1994). Just and unjust punishment: Influnces on subordinate performance and citizenship. <i>Academy of Management Journal</i>, 37, 299-322.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501064&pid=S0874-2049199900010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Barnard, C. I. (1938). <i>Thefunctions ofexecutive.</i> Cambridge, MA.: Harvard University Press.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bateman, T. S., &#38; Organ, D. W. (1983). Job satisfaction and the good soldier: The relationship between affect and employee &quot;citizenship&quot;. <i>Academy of Management Journal</i>, 26, 587-595.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501067&pid=S0874-2049199900010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Bobko, P. (1990). Multivariate correlational analysis. In M. V. Dunnette &#38; L. M. Hough (Eds.), <i>Handbook of industrial and organizational psychology</i> (pp. 637-686). Paio Alto, CA: Consulting Psychologists Press.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bok, S. (1980). Whistleblowing and professional responsibility. <i>New York University Education Quarterly, 11,</i> 2-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501070&pid=S0874-2049199900010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Borman, W. C., &#38; Motowidlo, S. J. (1993). Expanding the criterion domain to include elements of contextual performance. In N. Schmitt &#38; W. C. Borman (Eds.), <i>Personaliy selection</i> (pp. 71- 98). S&#227;o Francisco: Jossey Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501072&pid=S0874-2049199900010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Borman, W. C., &#38; Motowidlo, S. J. (1997). Task performance and contextual performance: The meaning for personnel selection research. <i>Human Performance, 20,</i> 99-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501074&pid=S0874-2049199900010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Borman, W. C., White, L. A., &#38; Dorsey, D. W. (1995). Effect of ratee taske performance and interpersonal factors on supervisor and peer ratings. <i>Journal of Applied Psychology, 80,</i> 168-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501076&pid=S0874-2049199900010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brief, A. P., &#38; Motowidlo, S. J. (1986). Prosocial organizational behaviors. <i>Academy of Management Review, 10,</i> 710-725.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501078&pid=S0874-2049199900010000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bryman, A., &#38; Cramer, D. (1990). <i>Quantitative data analysisfor social scientists.</i> Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501080&pid=S0874-2049199900010000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cattell, R. B. (1966). The meaning and strategic use of factor analysis. In R. B. Cattell (Ed.), <i>Handbook of multmariate experimental psychology.</i> Chicago: Rand McNally.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501082&pid=S0874-2049199900010000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Conway J. M. (1996). Additional construct validity evidence for the task / contextual performance distinction. <i>Human Performance, 9,</i> 309-329.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501084&pid=S0874-2049199900010000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dandekar, N. (1990). Gan whistleblowing be fully legitimated? A theoretical discussion. <i>Business and Professional Ethics Journal, 10,</i> 89-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501086&pid=S0874-2049199900010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">DeGeorge, R. T. (1990). Whistleblowing. In <i>Business ethics</i> (3.<sup>a</sup> edi&#231;&#227;o, pp. 200-216). Nova Iorque: MacMillan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501088&pid=S0874-2049199900010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Duska, R. (1990). Whitleblowing and employee loyalty. In J. Desjardins &#38; J. J. McCall (Eds.), <i>Contemporary issues inbusiness ethics.</i> Belmont, CA: Wadsworth Publishing Company.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Farh, J., Earley, P. C., &#38; Lin, S. (1997). Impetus for action: A cultural analysis of justice and organizational citizenship behavior in chinese society. <i>Administrative Science Quarterly, 42,</i> 421-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501091&pid=S0874-2049199900010000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ford, J. K., MacCallum, R. C., &#38; Tait, M. (1986). The application of exploratory factor analysis in applied psychology: A critical review and analysis. <i>Personnel Psychology, 39,</i> 291-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501093&pid=S0874-2049199900010000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">George, J. M., &#38; Brief, A. P. (1992). Feeling good-doing good: A conceptual analysis of the mood at work-organizational spontaneity relationship. <i>Psychological Bulletin, 112,</i> 310-329.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501095&pid=S0874-2049199900010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">George, J. M. (1990). Personality a&#237;fect, and behavior in groups. <i>Journal of Applied Psychology, 74,</i> 317-324.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501097&pid=S0874-2049199900010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">George, J. M., &#38; Bettenhausen, K. (1990). Understanding prosocial behavior, sales performance, and tumover: A group-level analysis in a Service context. <i>Journal of Applied Psychology, 75,</i> 698-709.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501099&pid=S0874-2049199900010000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goldberg, D. T (1987). Tunning in to whistle blowing. <i>Business and Professional Ethics Journal, 7,</i> 85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501101&pid=S0874-2049199900010000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Graen, G. B., &#38; Uhl-Bien, M. (1995). Relationship-based approach to leadership: Development of leader-member exchange (LMX) theory of leadership over 25 years: Applying a multi-level multi-domain perspective. <i>Leadership Quarterly, 6,</i> 219-247.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501103&pid=S0874-2049199900010000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Graham, J. W. (1986). Principled organizational dissent: A theoretical essay. In B. M. Staw &#38; L. L. Cummings (Eds.), <i>Research in Organizationl Behavior</i> (vol. 8, pp. 1-52). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Graham, J. W. (1991). An essay on organizational citizenship behavior. <i>Employee Responsibilities and Rights Journal, 4,</i> 249-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501106&pid=S0874-2049199900010000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hakstian, A. R., Rogers, W. T., &#38; Cattell, R. B. (1982). The behavior of number-of-factors rules with simulated data. <i>Multivariate Behavioral Research, 17,</i> 193-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501108&pid=S0874-2049199900010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hofstede, G. (1989). Organising for cultural diversity. <i>European Manegement Journal, 7,</i> 390-397.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501110&pid=S0874-2049199900010000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hofstede, G. (1997). <i>Culturas e organiza&#231;&#245;es: Compreender a nossa programa&#231;&#227;o mental.</i> Lisboa: Edi&#231;&#245;es S&#237;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501112&pid=S0874-2049199900010000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">James, G. J. (1990). Whistle-blowing: Its moral justification. In R Madsen &#38; J. Shafritz (Eds.), <i>Essentials of Business Ethics</i> (pp. 531- 545). Nova Iorque: Penguin Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501114&pid=S0874-2049199900010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Karambayya, R. (1990). <i>Contexts for organizational citizenship behavior: Do high performing and satisfaying unitshave better 'citizens'.</i> York University Working Paper, North York, Ontario, Canada.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501116&pid=S0874-2049199900010000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Katz, D., &#38; Kahn, R. L. (1966,1978). <i>The social psychology of organizations.</i> Nova Iorque: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501118&pid=S0874-2049199900010000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Katz, D. (1964). The motivational basis of organizational behavior. <i>Behavioral Science, 9,</i> 131-133.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501120&pid=S0874-2049199900010000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kelley, R. E. (1988). In praise of followers. <i>Harvard Business Review, 66,</i> 142-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501122&pid=S0874-2049199900010000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Kim, J., &#38; Mueller, C. W. (1978a). <i>Factor analysis: Statistical methods and practical issues.</i> Beverly Hills, CA: SAGE.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Kim, J., &#38; Mueller, C. W. (1978b). <i>Introduction to factor analysis: What it is and how to do it.</i> Beverly Hills, CA: Sage.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Krilowicz, T. J., &#38; Lowery, C. M. (1996). The impact of organizational citizenship behavior on the performance appraisal process: A cross cultural study. <i>International Journal of Management, 13,</i> 94-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501126&pid=S0874-2049199900010000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacKenzie, S. B., Podsakoff, P. M., &#38; Fetter, R. (1991). Organizational citizenship behavior and objective productivity as determinants of managerial on evaluations of salespersons' performance. <i>Organizational Behavior and Human Decision Processes, 50,</i> 123-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501128&pid=S0874-2049199900010000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacKenzie, S. B., Podsakoff, P. M., &#38; Fetter, R. (1993). The impact of organizational citizenship behavior on evaluations of salesperson performance. <i>Journal of Marketing, 57,</i> 70-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501130&pid=S0874-2049199900010000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Martin, M. W. (1992). Whistleblowing: Profesionalism, personal life, and shared responsibility for safety in engineering. <i>Business &#38; Professional Ethics Journal, 11,</i> 21-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501132&pid=S0874-2049199900010000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McNeely, B., &#38; Meglino, B. M. (1994). The role of dispositional and situational antecedents in prosocial organizational behavior: an examination of the intended beneficiaires of prosocial behavior. <i>Journal of Applied Psychology, 79,</i> 836-844.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501134&pid=S0874-2049199900010000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Miceli, M. P, &#38; Near, J. P. (1994). Whistleblowing: Reaping the benefits. <i>Academy of Management Executive, 8,</i> 65-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501136&pid=S0874-2049199900010000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H., &#38; Blakely, g.l.(1995). Individualism-collectivism as an individual difference predictor of organizational citizenship behavior. <i>Journal of Organizational Behavior, 16,</i> 127-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501138&pid=S0874-2049199900010000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H. (1993). The influence of cognitive and affective based job satisfaction measures on the relationship between satisfaction and organizational citizenship behavior. <i>Human Relations, 46,</i> 759-776.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501140&pid=S0874-2049199900010000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H., Blakely, G. L., &#38; Niehoff, B. R (1998). Does perceived organizational support mediate the relationship between procedural justice and organizational citizenship behavior? <i>Academy of Management Journal, 41,</i> 351-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501142&pid=S0874-2049199900010000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Morrison, E. W. (1994). Role definitions and organizational citizenship behavior: The importance of the employee's perspective. <i>Academy of Management Journal, 37,</i> 1543-1567.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501144&pid=S0874-2049199900010000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Motowidlo, S. J., &#38; Van Scotter, R. (1994). Evidence that task performance should be distinguished from contextual performance. <i>Journal of Applied Psychology, 79,</i> 475-480.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501146&pid=S0874-2049199900010000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Motowidlo, S. J., Borman, W. C., &#38; Schmit, M. J. (1997). A theory of individual differences in task and contextual performance. <i>Human Performance, 10,</i> 71-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501148&pid=S0874-2049199900010000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Near, J. P., &#38; Miceli, M. P.(1985). Organizational dissidence: The case of whistle-blowing. <i>Journal of Business Ethics, 4,</i> 1-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501150&pid=S0874-2049199900010000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Near, J. P., &#38; Miceli, M. P. (1987). Whistle-blowing in org&#225;nizations: Dissidents or reformers? In B. M. Staw &#38; L. L. Cummings (Eds.), <i>Research in organizational behavior</i> (vol. 9, pp. 321-368). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Near, J. P., &#38; Miceli, M. P. (1995). Effective whistle-blowing. <i>Academy of Management Review, 20,</i> 679-708.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501153&pid=S0874-2049199900010000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Netemeyer, R. G., Boles, J. S., Mckee, D., &#38; McMurrian, R. (1997). An investigation into the antecedents of organizational citizenship behaviors in a personal selling context. <i>Journal of Marketing, 61,</i> 85-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501155&pid=S0874-2049199900010000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Niehoff, B. R, &#38; Moorman, R. H. (1993). Justice as a mediator of the relationship between methods of monitoring and organizational citizenship behavior. <i>Academy of Management Journal, 36,</i> 527-556.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501157&pid=S0874-2049199900010000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nunnaly, J. C. (1978). <i>Psychometric theory</i> (2.<sup>a</sup> edi&#231;&#227;o). Nova Iorque: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501159&pid=S0874-2049199900010000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">O'Reilly, C., &#38; Chatman J. (1986). Organizational commitment and psychological attachement: The effects of compliance, identification, and internalization on prosocial behavior. <i>Journal of Applied Psychology, 71,</i> 492-499.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501161&pid=S0874-2049199900010000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1988). <i>Organizational citizenship behavior: The good soldier syndrome.</i> Lexington, MA: Lexington Books.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1990a). The motivational basis of organizational citizenship behavior. In B. M. Staw &#38; L. L. Cummings (Eds.), <i>Research in organizational behavior</i> (vol. 12, pp. 43-72). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W (1990b). The subtle significance of job satisfaction. <i>Clinical Laboratory Management Review 4,</i> 94-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501165&pid=S0874-2049199900010000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1997). Organizational citizenship behavior: Its construct clean-up time. <i>Human Performance, 10,</i> 85-97</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501167&pid=S0874-2049199900010000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W., &#38; Konovsky, M. (1989). Cognitive versus affective determinants of organizational citizenship behavior. <i>Journal of Applied Psychology, 74,</i> 157-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501168&pid=S0874-2049199900010000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W, &#38; Ryan, K. (1995). A meta-analytic review of attitudinal and dispositional predictors of organizational citizenship behavior. <i>Personnel Psychology 48,</i> 775-802.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501170&pid=S0874-2049199900010000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., &#38; Mackenzie, S. B. (1997). Impact of organizational citizenship behavior on organizational performance: A review and suggestioris for future research. <i>Human Performance, 10,</i> 133-151.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501172&pid=S0874-2049199900010000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., &#38; Mackenzie, S. B. (1994). Organizational citizenship behaviors and sales unit effectiveness. <i>Journal of Marketing Research, XXXI,</i> 351-363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501174&pid=S0874-2049199900010000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., &#38; Organ, D. W. (1986). Self-reports in organizational research: Problems and prospects. <i>Journal of Management, 12,</i> 531- 544.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501176&pid=S0874-2049199900010000700062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., Ahearne, M., &#38; MacKenzie, S. B. (1997). Organizational citizenship behavior and the quantity and quality of work group performance. <i>Journal of Applied Psychology, 82,</i> 262-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501178&pid=S0874-2049199900010000700063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., MacKenzie, S. B., &#38; Fetter, R. (1993). Substitutes for leadership and the management of professionals. <i>Leadership Quarterly, 4,</i> 1-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501180&pid=S0874-2049199900010000700064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., MacKenzie, S. B., &#38; Hui, C. (1993). Organizational citizenship behaviors and managerial evaluations of employee performance: A review and suggestions for future research. In G. R. Ferris (Ed.), <i>Research in personnel and human resources management</i> (vol. 11, pp. 1-40). Greenwich, CT: JAI Press Inc.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., MacKenzie, S. B., Moorman, R. H., &#38; Fetter, R. (1990). Transformational leader behaviors and their effects on followers' trust in leader, satisfaction, and organizational citizenship behavior. <i>Leadership Quarterly, 1,</i> 107-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501183&pid=S0874-2049199900010000700066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., Niehoff, B. R, MacKenzie, S. B., &#38; William, M. L. (1993). Do substitutes for leadership really substitute for leadership? An empirical examination of Kerr and Jermier's situational leadership model. <i>Organizational Behavior and Human Decision Processes, 54,</i> 1-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501185&pid=S0874-2049199900010000700067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pond III, S. B., Nacoste, R. W., Monique, F. M., &#38; Rodriguez, C. M. (1997). The measurement of organizational citizenship behavior: Are we assuming too much? <i>Journal of Applied Social Psychology, 27,</i> 1527-1544.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501187&pid=S0874-2049199900010000700068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Puffer, S. M. (1987). Prosocial behavior, noncompliant behavior, and work performance among commission salespeople. <i>Journal of Applied Psychology, 72,</i> 615-621.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501189&pid=S0874-2049199900010000700069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (1999). Organizational citizenship behavior and organizational effectiveness.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501191&pid=S0874-2049199900010000700070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Paper presented at the 9th <i>European Gongress on Work and Organizational Psychology.</i> Hels&#237;nquia, Finl&#226;ndia, 12-15 Maio.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Scandura, T. A., &#38; Lankau, M. J. (1996). Developing diverse leaders: A leader-member exchange approach. <i>Leadership Quarterly, 7,</i> 243-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501193&pid=S0874-2049199900010000700071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Schnake, M., &#38; Dumler, M. P. (1997). Organizational citizenship behavior: The impact of rewards and reward practices. <i>Journal of Managerial Issues, IX,</i> 216-229.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501195&pid=S0874-2049199900010000700072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Settoon, R. P., Bennett, N., &#38; Liden, R. C. (1996). Social exchange in organizations: Perceived organizational support, leader-member exchange, and employee reciprocity. <i>Journal of Applied Psychology, 81,</i> 219-227.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501197&pid=S0874-2049199900010000700073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P, &#38; Latham, G. P. (1996). Increasing citizenship behavior within a labor union: A test of organizational justice theory. <i>Journal of Applied Psychology, 81,</i> 161-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501199&pid=S0874-2049199900010000700074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Smith, C. A., Organ, D. W., &#38; Near, J. P. (1983). Organizational citizenship behavior: Its nature and antecedents. <i>Journal of Applied Psychology, 68,</i> 653-663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501201&pid=S0874-2049199900010000700075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Smith, K. M., &#38; Oseth, J. M. (1993). The whistleblowing era: A management perspective. In E. J. Ottenssmeyer &#38; G. D. McCarthy (Eds.), <i>Ethics in the workplace</i> (pp. 437-445). Nova Iorque: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501203&pid=S0874-2049199900010000700076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tsui, A. S., Pearce, J. L., Porter, L. W., &#38; Tripoli, A. M. (1997). Alternative approaches to the employee-organization relationship: Does investment in employees pay off? <i>Academy of Management Journal, 40,</i> 1089-1121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501205&pid=S0874-2049199900010000700077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Van Dyne, L., Graham, J. W., &#38; Dienesch, R. M. (1994). Organizational citizenship behavior construct redefinition, measurement, and validation. <i>Academy of Management Journal,</i> 37, 765-802.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501207&pid=S0874-2049199900010000700078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Van Dyne, L., Cummings, L. L., &#38; Parks, J. M. (1995). Extra-role behaviors: In pursuit of construct and definitional clarity (a bridge over muddied waters). In L. L. Cummings &#38; B. M. Staw (Eds.), <i>Research in organizational behavior:</i> (vol. 17, pp. 215-285). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Van Dyne, L., &#38; LePine, J. A. (1998). Helping and choice extra-role behaviors: Evidence of construct and predictive validity. <i>Academy of Management Journal, 41,</i> 108-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501210&pid=S0874-2049199900010000700080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Van Scotter, J. R., &#38; Motowidlo, S. J. (1996). Interpersonal facilitation and job dedication as separate facets of contextual performance. <i>Journal of Applied Psychology, 8,</i> 525-531.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501212&pid=S0874-2049199900010000700081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Walz, S. M., &#38; Niehoff, B. P. (1996). Organizational citizenship behaviors and their effect on organizational effectiveness in limited-menu restaurants. In J. B. Keys &#38; L. N. Dosier (Eds.), <i>Academy of Management bestpapers proceedings</i> (pp. 307-311). Briarcliff Manor, Nova Iorque: Academy of Management.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501214&pid=S0874-2049199900010000700082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wayne, S. J. &#38; Green, S. A. (1993). The effects of leader-member exchange on employee citizenship and impression management behavior. <i>Human Relations, 46,</i> 1431-1440.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501216&pid=S0874-2049199900010000700083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Werner, J. M. (1994). Dimensions that make a difference: Examining the impact of in-role and extra-role behaviors on supervisory ratings. <i>Journal of Applied Psychology, 79,</i> 98-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501218&pid=S0874-2049199900010000700084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Williams, L. J. &#38; Anderson, S. E. (1991). Job satisfaction and organizational commitment as predictors of organizational citizenship behavior and in-role behavior. <i>Journal of Management, 17,</i> 601-617.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=501220&pid=S0874-2049199900010000700085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a>O termo ingl&#234;s &#233; <i>whistleblowing.</i> Ao que sabemos, n&#227;o existe qualquer tradu&#231;&#227;o largamente aceite pela comunidade cient&#237;fica portuguesa, embora alguns investigadores sugiram uma express&#227;o brasileira correntemente usada: &quot;p&#244;r a boca no trombone&quot;. A express&#227;o portuguesa que mais se aproxima desta &#233; &quot;dar com a l&#237;ngua nos dentes&quot;. Padece, contudo, de uma conota&#231;&#227;o algo negativa/pejorativa que o conceito original n&#227;o comporta (pelo menos necessariamente). As express&#245;es &quot;den&#250;ncia p&#250;blica&quot; ou &quot;den&#250;ncia &#224;s autoridades&quot; seriam mais apropriadas n&#227;o fora o facto de alguns autores entenderem que o conceito de <i>whistleblowing</i> abarca as den&#250;ncias feitas junto de membros internos da pr&#243;pria organiza&#231;&#227;o onde os actos denunci&#225;veis s&#227;o praticados. O termo &quot;dela&#231;&#227;o&quot; (&quot;revela&#231;&#227;o de um crime com o fim de tirar proveito&quot;, segundo o dicion&#225;rio de l&#237;ngua portuguesa da Porto Editora), por seu turno, evoca um sentido pejorativo que conv&#233;m evitar. Resta-nos o termo &quot;assobiadela&quot;. Embora n&#227;o nos satisfa&#231;a completamente, afigura-se-nos mais neutro do que os outros e acresce que &#233; mais evocativo do significado original ingl&#234;s. Aguardemos outras propostas da comunidade cient&#237;fica especializada.</font></p>     ]]></body>
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