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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Esquizofrenia: perspectivas actuais de reabilitação psicossocial]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Schizophrenia: today's perspectives on psychosocial rehabilitation]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this review article concepts including chronicity are defined and framework models to psychosocial rehabilitation (PSR) in schizophrenia are described. Target populations and their needs are presented. Emphasis is placed within the individualised therapeutic rehabilitation process with the phases of diagnosis, planning and intervention. The caregivers team is described with the inclusion of key-worker and case manager. Skills training and support delivery programs are outlined and commented namely vocational, professional training and job placement, housing and psycho-educational on a perspective of continuity of care. Some obstacles to the PSR implementation are considered. The quality guaranty with monitoring and evaluation of structure process and results is focused. Finally, master lines of the PSR future in schizophrenia are traced, the first one with models and classifications, the second concerning the interface between brain and behaviour and the third comprising the economical impact of the disease. The author concludes referring the importance of combining psychopharmacological treatment with psychosocial approaches for schizophrenia recovery.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Reabilitação psicossocial]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[processo terapêutico-reabilitativo]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Esquizofrenia: perspectivas actuais de reabilita&#231;&#227;o psicossocial</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Schizophrenia: today&#39;s perspectives on psychosocial rehabilitation</b></font></p>              <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Maria Jo&#227;o Heitor dos Santos<sup>1</sup></b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Assistente Graduada de Psiquiatria, Hospital J&#250;lio de Matos, Lisboa.</font></p>              <p>&nbsp;</p>     <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>              <p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo de revis&#227;o definem-se conceitos, incluindo o de cronicidade, e descrevem-se modelos de enquadramento para a reabilita&#231;&#227;o psicossocial (RPS) na esquizofrenia. Desenvolvem-se as popula&#231;&#245;es-alvo e as suas necessidades. Coloca-se a &#234;nfase no processo terap&#234;utico-reabilitativo individualizado, com as fases de diagn&#243;stico, planeamento e interven&#231;&#227;o. Descreve-se a equipa de presta&#231;&#227;o de cuidados, com a inclus&#227;o de figuras como as do <i>key-worker</i> e <i>case-manager. Os</i> programas de treino de compet&#234;ncias e fornecimento de suportes s&#227;o enumerados e comentados, designadamente os vocacionais, de forma&#231;&#227;o e coloca&#231;&#227;o profissional, residenciais e psico-educativos, numa perspectiva de continuidade de cuidados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Consideram-se os obst&#225;culos &#224; implementa&#231;&#227;o da RPS. A garantia de qualidade com monitoriza&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o da estrutura, processo e resultados &#233; focada. Finalmente, tra&#231;am-se linhas mestras do futuro da RPS na esquizofrenia, a primeira compreendendo os modelos e as classifica&#231;&#245;es, a segunda a <i>interface</i> entre c&#233;rebro e comportamento e a terceira o impacto econ&#243;mico da doen&#231;a. Conclui-se com a import&#226;ncia da combina&#231;&#227;o de tratamento psicofarmacol&#243;gico com a abordagem psicossocial para a recupera&#231;&#227;o na esquizofrenia.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b> Reabilita&#231;&#227;o psicossocial; esquizofrenia; processo terap&#234;utico-reabilitativo.</font></p>          <hr size="1" noshade>              ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>              <p><font face="Verdana" size="2"> In this review article concepts including chronicity are defined and framework models to psychosocial rehabilitation (PSR) in schizophrenia are described. Target populations and their needs are presented. Emphasis is placed within the individualised therapeutic rehabilitation process with the phases of diagnosis, planning and intervention. The caregivers team is described with the inclusion of key-worker and case manager. Skills training and support delivery programs are outlined and commented namely vocational, professional training and job placement, housing and psycho-educational on a perspective of continuity of care. Some obstacles to the PSR implementation are considered. The quality guaranty with monitoring and evaluation of structure process and results is focused. Finally, master lines of the PSR future in schizophrenia are traced, the first one with models and classifications, the second concerning the interface between brain and behaviour and the third comprising the economical impact of the disease. The author concludes referring the importance of combining psychopharmacological treatment with psychosocial approaches for schizophrenia recovery.</font></p>      <hr size="1" noshade>         <p>&nbsp;</p>           <p><font face="Verdana" size="2">Introdu&#231;&#227;o</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A preven&#231;&#227;o em psiquiatria compreende diferentes n&#237;veis &#8212; a preven&#231;&#227;o prim&#225;ria, secund&#225;ria e terci&#225;ria &#8212; constituindo um cont&#237;nuo de cuidados que visam a promo&#231;&#227;o de sa&#250;de. A preven&#231;&#227;o prim&#225;ria tem como fim diminuir a incid&#234;ncia, isto &#233;, o n&#250;mero de casos novos que ocorrem num per&#237;odo espec&#237;fico de tempo, evitando pois o in&#237;cio da doen&#231;a, atrav&#233;s da elimina&#231;&#227;o ou redu&#231;&#227;o dos agentes etiol&#243;gicos e / ou factores de risco, do aumento da resist&#234;ncia do indiv&#237;duo, ou interferindo com o modo de transmiss&#227;o da doen&#231;a. O objectivo da preven&#231;&#227;o secund&#225;ria &#233; reduzir a preval&#234;ncia ou o n&#250;mero total de casos existentes, com a identifica&#231;&#227;o e tratamento precoces da doen&#231;a, procurando encurtar a sua dura&#231;&#227;o. Quanto &#224; preven&#231;&#227;o terci&#225;ria, ela consiste essencialmente na redu&#231;&#227;o do defeito ou incapacidade residuais associados &#224; doen&#231;a. Esta pode ser entendida como a soma de fen&#243;menos anormais que ocorrem num organismo vivo, com caracter&#237;sticas comuns diferentes da varia&#231;&#227;o normal da esp&#233;cie, de tal forma que surge uma desvantagem biol&#243;gica. No que se refere &#224; doen&#231;a mental, se considerarmos as s&#237;ndromas cl&#237;nicas, as perturba&#231;&#245;es da personalidade e o atraso mental, &#233;-nos f&#225;cil perceber que daqui poder&#225; resultar uma incapacidade, isto &#233;, uma perda de capacidade funcional, podendo conduzir a uma desvantagem social ou <i>handicap.</i> A incapacidade que surge, sobretudo na doen&#231;a mental de evolu&#231;&#227;o prolongada ou cr&#243;nica, para l&#225; do preju&#237;zo individual, constitui ainda um problema socioecon&#243;mico e de sa&#250;de p&#250;blica. A psiquiatria de reabilita&#231;&#227;o, &#224; imagem da medicina reabilitativa, &#233; dirigida ao retardamento da evolu&#231;&#227;o do processo patol&#243;gico subjacente e &#224; estabiliza&#231;&#227;o do indiv&#237;duo no menor n&#237;vel de desvantagem (Clark e MacMahon, 1981).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A reabilita&#231;&#227;o psicossocial &#233; um processo activo, atrav&#233;s do qual o indiv&#237;duo pode atingir o seu funcionamento psicol&#243;gico e social &#243;ptimo e ser integrado no ambiente mais adequado e da sua escolha. Tal poder&#225; ser conseguido com a aprendizagem e treino de compet&#234;ncias / aptid&#245;es ou mudan&#231;a de atitudes, dependendo do tipo de problemas existentes, e com o fornecimento de suportes/recursos, em especial comunit&#225;rios, numa perspectiva de normaliza&#231;&#227;o (Anthony, Cohen &#38; Farkas, 1990).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">&#201; importante introduzir um outro conceito, o de desinstitucionaliza&#231;&#227;o. Assim, esta engloba tr&#234;s aspectos indissoci&#225;veis &#8212; a evacua&#231;&#227;o progressiva dos indiv&#237;duos hospitalizados, o evitar da institucionaliza&#231;&#227;o e a expans&#227;o simult&#226;nea de alternativas comunit&#225;rias (Bachrach, 1978).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica tende cada vez mais para uma pr&#225;tica comunit&#225;ria, estando esta historicamente e por raz&#245;es de organiza&#231;&#227;o e de implementa&#231;&#227;o associada &#224; psiquiatria de sector. A associa&#231;&#227;o entre reabilita&#231;&#227;o e comunidade n&#227;o surge por acaso, resultando de factores incluindo a dificuldade de transfer&#234;ncia de aprendizagens quando estas se efectuam num ambiente hospitalar e dos pr&#243;prios princ&#237;pios da psiquiatria comunit&#225;ria.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Cronicidade e recupera&#231;&#227;o</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O conceito de cronicidade denota uma doen&#231;a de longa dura&#231;&#227;o ou de recorr&#234;ncia frequente. Quando se associa &#224; esquizofrenia, esta conota&#231;&#227;o torna-se uma expectativa de deteriora&#231;&#227;o, defeito ou estados deficit&#225;rios (Cutting, 1983), que vai condicionar julgamentos cl&#237;nicos, programas de tratamento, formula&#231;&#227;o de pol&#237;ticas e decis&#245;es acerca de prioridades de financiamento, al&#233;m do despojar de esperan&#231;a de recupera&#231;&#227;o nos doentes e fam&#237;lias (Harding, Zubin &#38; Strauss, 1997). Se considerarmos o modelo de di&#225;tes<i>e-stress</i> para explicar o curso da doen&#231;a, em que existe uma vulnerabilidade subjacente para a perturba&#231;&#227;o e em que a sua manifesta&#231;&#227;o continuada, ou a sua recorr&#234;ncia, &#233; influenciada pelo <i>stress,</i> este modelo, para l&#225; dos problemas de defini&#231;&#227;o, n&#227;o prev&#234; a possibilidade de que os doentes possam ter um papel activo em influenciar o curso da sua doen&#231;a (Strauss <i>et al.,</i> 1997). Tendo em conta estas limita&#231;&#245;es, foi descrito um modelo baseado numa estrutura que permitisse definir mais especificamente estes conceitos e tomar em conta o papel activo do doente na sua pr&#243;pria mudan&#231;a, influenciando o curso da perturba&#231;&#227;o psiqui&#225;trica &#8212; o modelo de desenvolvimento interactivo. Este modelo comporta dois princ&#237;pios:</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">1) O curso da doen&#231;a &#233; influenciado por interac&#231;&#245;es entre o indiv&#237;duo e o ambiente.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2) O indiv&#237;duo vai-se desenvolvendo ao longo do tempo, significando desenvolvimento as altera&#231;&#245;es ou mudan&#231;as nas for&#231;as e vulnerabilidades da pessoa, incluindo pois este processo duas grandes vari&#225;veis, os padr&#245;es longitudinais da evolu&#231;&#227;o da doen&#231;a e as interac&#231;&#245;es indiv&#237;duo-ambiente que contribuem para esses padr&#245;es. Esta nova vis&#227;o do curso da esquizofrenia permite, de algum modo, compreender o progn&#243;stico heterog&#233;neo da doen&#231;a e d&#225;-nos uma perspectiva diferente das possibilidades de recupera&#231;&#227;o, refor&#231;ada por testemunhos dos pr&#243;prios utentes (Deegan, 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Modelos de reabilita&#231;&#227;o</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Existem diversos modelos que constituem um enquadramento para a pr&#225;tica da reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica, complementares ao modelo &#34;m&#233;dico&#34; ou curativo, adoptado da medicina &#34;f&#237;sica&#34; e que privilegia o tratamento do quadro sintom&#225;tico, em detrimento de outros aspectos, nomeadamente o ambiente social e factores psicol&#243;gicos como a auto-estima (Ekdawi &#38; Conning, 1994).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No modelo de incapacidade, as pessoas s&#227;o ajudadas a adaptar-se ou a readaptar-se &#224;s suas incapacidades e, quando estas s&#227;o permanentes, o objectivo &#233; alterar ou adaptar o ambiente para compensa&#231;&#227;o (Bennett, 1978). Um modelo de incapacidade psiqui&#225;trica compreende tr&#234;s n&#237;veis: um primeiro de altera&#231;&#245;es / diminui&#231;&#245;es (<i>impairments</i>) prim&#225;rias ou intr&#237;nsecas, resultantes directamente da doen&#231;a (e. g. sintomas positivos e negativos da esquizofrenia); um segundo n&#237;vel de altera&#231;&#245;es secund&#225;rias, que surgem como resultado da resposta de pessoas significativas, tais como profissionais ou fam&#237;lia, &#224; doen&#231;a do indiv&#237;duo, e se reflectem nas atitudes do pr&#243;prio (por exemplo, falta de confian&#231;a, diminui&#231;&#227;o da auto-estima e da motiva&#231;&#227;o, estrat&#233;gias de <i>coping</i> pobres, nega&#231;&#227;o da doen&#231;a ou, pelo contr&#225;rio, adop&#231;&#227;o do papel de doente); um terceiro n&#237;vel de desvantagens terci&#225;rias ou extr&#237;nsecas, independentes da doen&#231;a, embora possam resultar das incapacidades prim&#225;rias ou secund&#225;rias (e. g. problemas residenciais, pobreza, desemprego, redes sociais fracas e dificuldade de rela&#231;&#245;es familiares) (Wing, 1978,1981).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Nos Estados Unidos, foi desenvolvido um modelo de compet&#234;ncias (Anthony, 1977) adoptado pelo Centro de Reabilita&#231;&#227;o Psiqui&#225;trica em Boston (Anthony, Cohen &#38; Farkas, 1990). A pessoa doente &#233; activamente envolvida no seu processo de reabilita&#231;&#227;o, em que a escolha do pr&#243;prio tem um peso decisivo, quer no treino de compet&#234;ncias para o recuperar do funcionamento psicossocial, quer no fornecimento de suportes ou recursos necess&#225;rios para que as pessoas possam atingir os objectivos pretendidos e previamente identificados. O processo de reabilita&#231;&#227;o aqui defendido assenta em tr&#234;s fases, nomeadamente diagn&#243;stico, planeamento e interven&#231;&#227;o.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No modelo das necessidades, mais importante do que a aprendizagem de uma compet&#234;ncia &#233; saber se isso vai preencher realmente uma necessidade. A t&#244;nica &#233; pois colocada na defini&#231;&#227;o e identifica&#231;&#227;o de necessidades (Brewin <i>et al,</i> 1988) e em avaliar se essas necessidades foram ou n&#227;o colmatadas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O modelo dos pap&#233;is valoriza o potencial reabilitativo dos diferentes pap&#233;is, designadamente dom&#233;sticos (Parry, 1983) e ocupacionais, como &#233; patente no Netherne Rehabilitation Service no East Surrey (Ekdawi &#38; Conning, 1994), determinantes do estatuto social, n&#227;o esquecendo o papel de doente, relevante na ades&#227;o &#224; terap&#234;utica (Parsons, 1951).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Na pr&#225;tica da reabilita&#231;&#227;o psicossocial, os conceitos, princ&#237;pios e modelos poder&#227;o ser articulados num processo evolutivo, com o envolvimento do utente e da comunidade (Gago, 1996).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Popula&#231;&#245;es-alvo</b></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os princ&#237;pios da reabilita&#231;&#227;o aplicam-se a todas as perturba&#231;&#245;es psiqui&#225;tricas, embora haja especificidades que variam de uma condi&#231;&#227;o para outra (Watts &#38; Bennett, 1983).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No que se refere &#224; pessoa com esquizofrenia, consideraremos dois n&#237;veis diferentes:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">1 psicose funcional como patologia de evolu&#231;&#227;o prolongada ou cr&#243;nica: para uma melhor compreens&#227;o da doen&#231;a, a sua cronicidade pode ser definida em tr&#234;s dimens&#245;es, designadamente quanto ao diagn&#243;stico, dura&#231;&#227;o e grau de gravidade / incapacidade (Bachrach, 1988);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 doentes de longo internamento: este segundo n&#237;vel compreende duas popula&#231;&#245;es com particularidades pr&#243;prias: velhos cr&#243;nicos (doentes com hospitaliza&#231;&#245;es superiores a cinco anos) e novos cr&#243;nicos (doentes com hospitaliza&#231;&#245;es inferiores ou iguais a 5 anos ou diversas perfazendo o mesmo per&#237;odo) (Department of Health and Social Security, 1971; Lerner, Popper &#38; Zilber, 1989; Bachrach, 1996a). A primeira est&#225; aliada &#224;s consequ&#234;ncias nefastas de um institucionalismo (Wing &#38; Brown, 1970); a segunda popula&#231;&#227;o, ligada aos efeitos da sintomatologia inerente &#224; doen&#231;a e &#224; desvantagem social associada, tamb&#233;m se pode caracterizar por um somat&#243;rio de internamentos. Ambas as popula&#231;&#245;es poder&#227;o beneficiar de um processo de reabilita&#231;&#227;o como um elemento preventivo de deteriora&#231;&#227;o. Assim, poder&#227;o ter indica&#231;&#227;o para alguma forma de reabilita&#231;&#227;o todos os utentes, dos dois sexos e de qualquer idade, quer sejam residentes quer estejam internados em unidades de agudos ou em ambulat&#243;rio. No entanto, aqueles com idade superior a 65 anos e o grupo das crian&#231;as e adolescentes dever&#227;o ser inclu&#237;dos em subprojectos, que pelas suas especificidades merecem ser individualizados. Outros grupos com caracter&#237;sticas pr&#243;prias s&#227;o os doentes com esquizofrenia com co-morbilidade de alcoolismo e/ou outras toxicodepend&#234;ncias.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">As pessoas com esquizofrenia t&#234;m uma doen&#231;a mental grave e incapacitante, cr&#243;nica, com morbilidade e mortalidade excessivas (Bradford, Yazel, &#38; Short, 1996), frequentemente com m&#250;ltiplos internamentos, a s&#237;ndroma da porta girat&#243;ria (Caton &#38; Goldstein, 1984), dando origem a um cliente p&#243;s-tratamento, caracterizado por sa&#250;de f&#237;sica prec&#225;ria, isolamento social, dificuldades em tarefas di&#225;rias, desemprego cr&#243;nico e pobreza (Bellack &#38; Mueser, 1988).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Necessidades: um ponto de partida</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Quando falamos de necessidades na popula&#231;&#227;o j&#225; definida, referimo-nos sobretudo a d&#233;fices no funcionamento f&#237;sico, psicol&#243;gico e social, se comparado com o esperado na popula&#231;&#227;o geral, requerendo um tipo particular de interven&#231;&#227;o (Brewin <i>et al.</i> 1988).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Deste modo, n&#227;o &#233; poss&#237;vel levar a cabo medidas de reabilita&#231;&#227;o sem um conhecimento exaustivo dos seguintes aspectos:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">1 n&#250;mero e tipo de doentes em contacto com os servi&#231;os; necessidades dos doentes e dos seus familiares; averiguar se, e at&#233; que ponto, os servi&#231;os est&#227;o a ir ao encontro dessas necessidades; quais os servi&#231;os &#34;de novo&#34; ou que modifica&#231;&#245;es nos servi&#231;os j&#225; existentes s&#227;o precisas para dar resposta &#224;s necessidades encontradas;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 ap&#243;s a introdu&#231;&#227;o e a implementa&#231;&#227;o dessas componentes, saber se as necessidades est&#227;o a ser colmatadas; quantos e quais s&#227;o os doentes que, n&#227;o estando em contacto com os servi&#231;os, apresentam igualmente necessidades, e procurar ir tamb&#233;m ao encontro destes;</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">3 as necessidades b&#225;sicas de uma pessoa que sofra de esquizofrenia, para l&#225; da Medica&#231;&#227;o, s&#227;o as de qualquer indiv&#237;duo, nomeadamente a rela&#231;&#227;o, a habita&#231;&#227;o, a socializa&#231;&#227;o, a ocupa&#231;&#227;o, o emprego, a educa&#231;&#227;o e o lazer.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>O processo terap&#234;utico-reabilitativo</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O diagn&#243;stico e a interven&#231;&#227;o terap&#234;utica (biol&#243;gica e psicoterap&#234;utica) s&#227;o partes integrantes da abordagem psicossocial e devem ser o primeiro passo em reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica (Lukoff &#38; Ventura, 1988; Barnes &#38; McPhilips, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O processo de reabilita&#231;&#227;o previsto no modelo de Boston (Anthony, Cohen &#38;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Farkas, 1990), embora com alguns aspectos pol&#233;micos, d&#225; uma vis&#227;o compreensiva e estruturada, &#224; qual se podem juntar aportes de outros modelos. Tem como objectivos, essencialmente, o ensino de compet&#234;ncias e uma tentativa de fornecer suportes. Compreende tr&#234;s fases: diagn&#243;stico, planeamento e interven&#231;&#227;o. O diagn&#243;stico inclui avalia&#231;&#245;es cl&#237;nica, sociofamiliar, funcional e da prontid&#227;o, a fim de nos apercebermos se o doente est&#225; preparado para iniciar um processo de reabilita&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o dos recursos. Ap&#243;s estabelecimento de um ou mais objectivos de reabilita&#231;&#227;o (numa pessoa poder&#225; ser arranjar um emprego, noutra conseguir uma habita&#231;&#227;o, entre outros), h&#225; a fase de planeamento, em que &#233; elaborado, com o envolvimento do doente, um plano individual de reabilita&#231;&#227;o, incluindo os diferentes programas e etapas necess&#225;rios para atingir as metas pretendidas. Na terceira fase, a de interven&#231;&#227;o, decorrer&#227;o os programas e actividades que podem incluir o treino de actividades de vida di&#225;ria, aptid&#245;es sociais, forma&#231;&#227;o profissional e outros, dependendo da avalia&#231;&#227;o das necessidades e possibilidades efectuada na fase de diagn&#243;stico. Na pr&#225;tica, frequentemente, as tr&#234;s fases descritas n&#227;o se sucedem com esta aparente simplicidade e linearidade, antes sim se interpenetram, tanto mais que s&#227;o por vezes necess&#225;rias reformula&#231;&#245;es dos planos estabelecidos. Al&#233;m disso, nem sempre o paciente est&#225; preparado para um envolvimento activo e uma escolha esclarecida no in&#237;cio do processo, podendo vir a estar nessas condi&#231;&#245;es mais tarde.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A equipa de presta&#231;&#227;o de cuidados</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os programas de reabilita&#231;&#227;o dever&#227;o ser levados a cabo no contexto de uma equipa multidisciplinar, com psiquiatras, enfermeiros, t&#233;cnicos de servi&#231;o social, terapeutas ocupacionais, psic&#243;logos, monitores de actividades ou de cursos, com as vantagens (complementaridade) e os riscos (conflitos) dos diferentes tipos de linguagem a ela inerentes.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Para qualquer sujeito submetido a um processo de reabilita&#231;&#227;o deveria haver uma figura, <i>key-worker,</i> que centralizasse a informa&#231;&#227;o e acompanhasse o seu percurso, sabendo pronunciar-se acerca do doente em qualquer momento que fosse solicitado, e que servisse de ponte com a equipa. Este funcionamento poderia evoluir para um de <i>case-management,</i> isto &#233;, uma estrat&#233;gia coordenada de liga&#231;&#227;o do utente aos servi&#231;os de que necessita, quando e durante o tempo necess&#225;rio (Liria, 1995; Aberg-Wistedt <i>et al,</i> 1995; Ridgley <i>et al,</i> 1996).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os membros da equipa, paralelamente &#224;s suas forma&#231;&#245;es e fun&#231;&#245;es espec&#237;ficas, dever&#227;o actuar como t&#233;cnicos de reabilita&#231;&#227;o, n&#227;o sendo f&#225;cil frequentemente esta polival&#234;ncia.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Al&#233;m dos t&#233;cnicos, &#233; fundamental a exist&#234;ncia de profissionais funcionais que, n&#227;o tendo forma&#231;&#227;o espec&#237;fica em sa&#250;de mental, t&#234;m um papel relevante no acompanhamento dos utentes em diversos programas. Por outro lado, as organiza&#231;&#245;es volunt&#225;rias, em alguns pa&#237;ses, s&#227;o um dos pilares da presta&#231;&#227;o de cuidados, em particular na comunidade.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os programas</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Existem numerosos tipos de programas de reabilita&#231;&#227;o psicossocial, desde os espec&#237;ficos individualizados at&#233; aos educacionais mais gen&#233;ricos (MacEwan, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Dado que as dificuldades no funcionamento social s&#227;o as grandes respons&#225;veis pelo isolamento e a qualidade de vida m&#225; nos indiv&#237;duos com esquizofrenia, o treino de aptid&#245;es sociais &#233; largamente utilizado, acompanhado de m&#233;todos educacionais estruturados, refor&#231;o social, <i>modelling</i> e <i>role playing.</i> Al&#233;m do treino de aptid&#245;es sociais, &#233; fundamental o de actividades de vida di&#225;ria, incluindo cuidados pessoais, aptid&#245;es dom&#233;sticas, comunit&#225;rias, gest&#227;o de dinheiro e treino de ades&#227;o e manejo da medica&#231;&#227;o, tendo o treino regular de compet&#234;ncias revelado melhores resultados que a tradicional terapia ocupacional (Liberman <i>et al,</i> 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Desde a terapia industrial (Wing, 1959) at&#233; &#224;s actuais modalidades de emprego apoiado (Becker <i>et al,</i> 1998; Becker <i>et al,</i> 1999), continuam a coexistir formas de emprego protegido, emprego transit&#243;rio (Bilby, 1992), cooperativas e empresas sociais, no que diz respeito aos programas vocacionais, de forma&#231;&#227;o e coloca&#231;&#227;o profissionais. Desde h&#225; alguns anos que os servi&#231;os, quer estatais quer privados, t&#234;m recorrido a fundos comunit&#225;rios atrav&#233;s do Instituto de Emprego e Forma&#231;&#227;o Profissional (IEFP) para esta &#225;rea. H&#225; que ter em conta, contudo, que muitos destes formandos v&#227;o percorrendo cursos de forma&#231;&#227;o para obter o benef&#237;cio imediato dos subs&#237;dios, n&#227;o chegando a haver uma reinser&#231;&#227;o laborai. Os programas vocacionais dever&#227;o contemplar diversas fases, passando pela escolha da forma&#231;&#227;o e emprego, a obten&#231;&#227;o do trabalho e a manuten&#231;&#227;o do mesmo, sempre com o envolvimento activo do utente, o desenvolvimento das compet&#234;ncias necess&#225;rias e o suporte individual. Existem directrizes internacionais de equidade de oportunidades para pessoas com incapacidades (United Nations, 1994).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A habita&#231;&#227;o &#233; uma das necessidades b&#225;sicas de qualquer pessoa e, caso n&#227;o se concretize uma resposta a este n&#237;vel e se n&#227;o houver apoio familiar, corre-se o risco de prolongar excessivamente o tempo de internamento (Weller <i>et al,</i> 1993), de uma institucionaliza&#231;&#227;o ou de uma situa&#231;&#227;o de sem-abrigo (Sharon <i>et al,</i> 1998). A tend&#234;ncia nas &#250;ltimas d&#233;cadas tem sido a de se caminhar de uma reabilita&#231;&#227;o institucional para uma reabilita&#231;&#227;o mais centrada na comunidade. N&#227;o basta, por&#233;m, retirar o doente ou n&#227;o o deixar permanecer no hospital e coloc&#225;-lo ou deix&#225;-lo permanecer na comunidade, comunidade essa, muitas vezes com grandes press&#245;es sociais e que o coloca em profunda desvantagem. Como &#233; que vamos, ent&#227;o, preencher este vazio entre os cuidados hospitalares e a comunidade? &#201; aqui que surge o conceito de estruturas interm&#233;dias, com fun&#231;&#245;es de mediadoras e que tentam fornecer a autonomia a partir das necessidades concretas das pessoas doentes (Stefa-ni, 1986). Sempre que poss&#237;vel, o indiv&#237;duo, por ter esquizofrenia, n&#227;o deve perder o acesso a uma forma de habita&#231;&#227;o independente (Ferreira <i>et al,</i> 1994). H&#225;, no entanto, estruturas alternativas, tais como as unidades de treino, intra ou extra-hospitalares, outras formas de habita&#231;&#227;o protegida (por exemplo, <i>hostels</i> com mais ou menos <i>staff)</i> e a habita&#231;&#227;o apoiada. H&#225; que evitar a passagem pelo chamado <i>continuum</i> residencial, sobretudo nos novos cr&#243;nicos, e colocar, desde logo, o indiv&#237;duo no ambiente mais adequado e da sua escolha, tentando encontrar a flexibilidade de diminuir ou aumentar o n&#237;vel de suporte quando e onde necess&#225;rio, mais do que de uma estrutura para outra.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os d&#233;fices cognitivos de pessoas com esquizofrenia s&#227;o um dos alvos da reabilita&#231;&#227;o que utilizam abordagens cognitivas, embora ainda seja necess&#225;rio identificar melhor que tipos de d&#233;fices cognitivos interferem com diferentes n&#237;veis de funcionamento e que n&#237;veis s&#227;o estes (Silverstein <i>et al.,</i> 1998). A terapia psicol&#243;gica integrada (<i>integrated psychological therapy,</i> IPT) &#233; um programa de interven&#231;&#227;o estruturada para disfun&#231;&#245;es da aten&#231;&#227;o, abstrac&#231;&#227;o e forma&#231;&#227;o de conceitos, caracter&#237;sticas da psicopatologia da esquizofrenia (Brenner <i>et al.,</i> 1992). Para doentes com altera&#231;&#245;es cognitivas graves, pode ser usada a economia de fichas (<i>token economy), </i>com a identifica&#231;&#227;o de comportamentos-alvo, o estabelecimento de conting&#234;ncias para cada um e a defini&#231;&#227;o de regras para o uso das fichas como refor&#231;o prim&#225;rio (Corrigan, 1995).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Al&#233;m do trabalho directo com os utentes, as abordagens familiares, nomeadamente as interven&#231;&#245;es psico-educacionais (Reis <i>et al.</i>, 1996; Pereira &#38; Almeida, 1999), constituem outro programa em reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica com o doente esquizofr&#233;nico, dado que as fam&#237;lias t&#234;m, por um lado, um papel vital na preven&#231;&#227;o das reca&#237;das e na manuten&#231;&#227;o da ades&#227;o ao tratamento e, por outro lado, atrav&#233;s das emo&#231;&#245;es expressas tais como cr&#237;tica, hostilidade e envolvimento excessivo, podem diminuir a estabilidade do doente e conduzir a reca&#237;das (Kavanagh, 1992). As interven&#231;&#245;es familiares incluem educa&#231;&#227;o acerca da esquizofrenia, melhoria da comunica&#231;&#227;o, ensino de resolu&#231;&#227;o de problemas, diminui&#231;&#227;o das expectativas e lidar com problemas emocionais (Leff, 1995). Os estudos mais recentes sugerem que o envolvimento familiar sistem&#225;tico influencia os resultados ao n&#237;vel do emprego (McFarlane <i>et al,</i> 1996; Zhang <i>et al,</i> 1998). Tem-se vindo a verificar uma transi&#231;&#227;o da psico-educa&#231;&#227;o para a educa&#231;&#227;o da fam&#237;lia, movendo o foco dos d&#233;fices para as for&#231;as e capacidades da mesma (Solomon, 1996).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A continuidade de cuidados associada ao <i>case management</i> (Mueser <i>et al.,</i> 1998) reduz o tempo de hospitaliza&#231;&#227;o, melhora a estabilidade em programas residenciais e tem um efeito moderado na melhoria da sintomatologia e da qualidade de vida. Alguns estudos apontam para a efic&#225;cia de um treino breve mas estruturado e intensivo, para a reinser&#231;&#227;o na comunidade durante o internamento hospitalar (Kopelowicz, Wallace, &#38; Zarate, 1998). Outros estudos concluem que os utentes que est&#227;o mais tempo em contacto com o <i>staff,</i> com menos intervalos, melhoram nas esferas social, laborai e de vida independente, al&#233;m de que, nestes casos, diminui o tempo de hospitaliza&#231;&#227;o (Brekke <i>et al.,</i> 1999).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os servi&#231;os</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A f&#225;cil acessibilidade aos servi&#231;os e aos cuidados de sa&#250;de &#233; uma condi&#231;&#227;o fundamental para a resolu&#231;&#227;o das situa&#231;&#245;es ditas agudas, enquanto para os problemas com uma certa cronicidade, uma preocupa&#231;&#227;o capital &#233; a exist&#234;ncia de uma coordena&#231;&#227;o adequada dos v&#225;rios recursos. Dado que na &#225;rea da esquizofrenia ocorrem as duas situa&#231;&#245;es (tend&#234;ncia para a cronicidade e epis&#243;dios agudos), podendo coexistir numerosos problemas na mesma pessoa, surge uma nova dimens&#227;o, a de continuidade de servi&#231;os (Bachrach, 1981). Ainda no &#226;mbito desta continuidade, os cl&#237;nicos, administradores e investigadores assumem que a intensidade dos cuidados e a sua dimens&#227;o longitudinal s&#227;o importantes para alcan&#231;ar resultados em reabilita&#231;&#227;o psicossocial baseada na comunidade (Brekke <i>et al,</i> 1999).</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Existem m&#250;ltiplos estudos de cuidados comunit&#225;rios e, embora alguns envolvendo ag&#234;ncias de servi&#231;os integrados estejam associados a maior suporte social, mais actividades de lazer, menor carga familiar e maior satisfa&#231;&#227;o nos utentes e fam&#237;lias (Chandler <i>et al</i>., 1996), outros, principalmente quando houve uma mudan&#231;a da pr&#225;tica hospitalar para a comunit&#225;ria, sugerem dificuldades na utiliza&#231;&#227;o dos recursos comunit&#225;rios, problemas relacionados com o estigma e dificuldades de acesso aos servi&#231;os (Dewees, Pulice, &#38; McCormick, 1996). Contudo, quando ocorre esta mudan&#231;a, h&#225; um aumento da independ&#234;ncia (78%) e da satisfa&#231;&#227;o (90%) (Donnelly <i>et al,</i> 1997) e uma maior coes&#227;o nas rela&#231;&#245;es sociais, quando os doentes habitam em pequenos grupos (Dayson <i>et al,</i> 1998). Programas combinados de treino de compet&#234;ncias e abordagens farmacol&#243;gicas em internamentos hospitalares, para reentrada na comunidade, optimizam ambas as abordagens e minimizam as reca&#237;das e a re-hospitaliza&#231;&#227;o (Smith <i>et al,</i> 1996).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em Portugal existem servi&#231;os com programas de reabilita&#231;&#227;o e reinser&#231;&#227;o socioprofissional, tanto no sector estatal (Ribeiro &#38; Delgado, 1990; Gouveia &#38; Vieira, 1994; Heitor dos Santos <i>et al,</i> 1998), como no privado (Vidigal <i>et al,</i> 1997; Diniz <i>et al,</i> 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Obst&#225;culos &#224; implementa&#231;&#227;o da reabilita&#231;&#227;o psicossocial</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Podem-se considerar v&#225;rios tipos de obst&#225;culos nesta &#225;rea, nomeadamente socio-pol&#237;ticos, econ&#243;micos, organizacionais e profissionais. A escassez de recursos aliada &#224; dificuldade em criar redes de servi&#231;os comunit&#225;rios, o que comportaria um investimento inicial consider&#225;vel, est&#225; associada a uma pol&#237;tica de sa&#250;de mental pouco clara, em que os objectivos t&#234;m mudado ao sabor dos <i>lobbies</i> no poder, com uma tend&#234;ncia dissociativa devido a uma deficiente articula&#231;&#227;o e coordena&#231;&#227;o intra e intersectorial. At&#233; h&#225; pouco tempo, a &#34;protec&#231;&#227;o&#34; das pessoas deficientes, entre n&#243;s, era assegurada por interm&#233;dio da concess&#227;o de pens&#245;es por invalidez ou incapacidade permanente para o trabalho, havendo uma falta de especificidade para as pessoas com doen&#231;a mental. A utiliza&#231;&#227;o de modelos de gest&#227;o cl&#225;ssicos e de burocracia do aparelho de Estado e dos servi&#231;os sociais e de sa&#250;de n&#227;o se coadunava com o processo de reabilita&#231;&#227;o, em que os indiv&#237;duos, os seus familiares e a rede social devem desempenhar um papel fundamental. Al&#233;m disso, assiste-se a um risco constante de institucionalismo, em que as condi&#231;&#245;es sociais sob as quais os doentes vivem no meio hospitalar s&#227;o hipoteticamente respons&#225;veis por parte da sintomatologia, em particular pelos sintomas negativos na esquizofrenia. Em Portugal, o modelo mais utilizado em reabilita&#231;&#227;o psicossocial tem sido o modelo m&#233;dico apoiado na terapia ocupacional, sendo os restantes modelos apenas parcial e pontualmente utilizados, na sua maioria em experi&#234;ncias vocacionais, ou condicionados por parceiros transnacionais, em certos programas. Ao n&#237;vel dos recursos humanos, o trip&#233; planeamento, forma&#231;&#227;o e gest&#227;o n&#227;o tem sido utilizado, sendo o processo gestion&#225;rio orientado pelas necessidades dos t&#233;cnicos e das organiza&#231;&#245;es, e n&#227;o pelas dos clientes e das fam&#237;lias. Para tentar ultrapassar estas dificuldades, a corrente que deveria servir de suporte &#224; moderna psiquiatria de reabilita&#231;&#227;o &#233; a da psiquiatria comunit&#225;ria. No entanto, embora o espa&#231;o privilegiado de reabilita&#231;&#227;o seja a comunidade, o que &#233; fundamental &#233; que aquela tenha lugar, mesmo que alguns passos tenham de ser dados em meio hospitalar (Ribeiro &#38; Heitor dos Santos, 1994).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Garantia de qualidade: monitoriza&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A converg&#234;ncia de &#225;reas como a redefini&#231;&#227;o de pap&#233;is de profissionais e consumidores, a import&#226;ncia do contexto na compreens&#227;o da performance humana e a documenta&#231;&#227;o dos resultados (<i>outcomes</i>) de interven&#231;&#245;es sob m&#250;ltiplas perspectivas fornecem o enquadramento para a garantia de qualidade e a avalia&#231;&#227;o de programas em reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica. Um modelo amplamente aceite &#233; o modelo &#34;heur&#237;stico&#34;, em que existe uma busca explorat&#243;ria atrav&#233;s de uma an&#225;lise de vari&#225;veis de uma realidade, numa perspectiva din&#226;mica, interactiva e integradora. Neste &#226;mbito, consideram-se tr&#234;s aspectos a estrutura, o processo e os resultados. Para este efeito, s&#227;o descritos indicadores, isto &#233;, vari&#225;veis que ajudam a medir directa ou indirectamente a mudan&#231;a e em que extens&#227;o os objectivos e metas do programa foram atingidos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Existem m&#250;ltiplos estudos e instrumentos para a avalia&#231;&#227;o de pessoas com esquizofrenia, quer no que se refere ao tratamento (Lehman &#38; Steinwachs, 1998), quer em reabilita&#231;&#227;o psicossocial (Leff <i>et al,</i> 1996; Ruud, Martinsen, &#38; Friis, 1998; MacDonald <i>et al,</i> 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A avalia&#231;&#227;o da qualidade de cuidados tem sido geralmente efectuada sob uma perspectiva quantitativa, com a utiliza&#231;&#227;o de vari&#225;veis e indicadores <i>hard</i> (e. g. no que se refere &#224; avalia&#231;&#227;o da estrutura, ao n&#250;mero de janelas ou aos r&#225;cios de <i>staff/</i>doente), enquanto vari&#225;veis e indicadores <i>soft,</i> qualitativos, se referem na mesma dimens&#227;o (no exemplo dado, de estrutura), a sentimentos de privacidade ou de bem-estar. Sendo este segundo tipo mais dif&#237;cil de definir e medir, &#233; mais determinante de falhas ou sucessos (WHO, 1993). Em rela&#231;&#227;o aos resultados, a avalia&#231;&#227;o da qualidade de vida em diferentes dom&#237;nios &#233; outro exemplo de indicador <i>soft </i>(Becker, 1998; Hoffmann <i>et al,</i> 1998; Priebe <i>et al.</i> 1998; Skantze, 1998; Holzner, Kemmler &#38; Meise, 1998; Borge <i>et al,</i> 1999; Gerber &#38; Prince, 1999).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>O futuro da reabilita&#231;&#227;o psicossocial</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O envolvimento, motiva&#231;&#227;o e escolha da pessoa no seu processo terap&#234;utico-reabilitativo, aliados &#224; aprendizagem <i>in vivo</i> em ambientes permanentes, dever&#227;o constituir a pedra basilar em reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica. Desde a articula&#231;&#227;o com os cuidados de sa&#250;de prim&#225;rios para uma detec&#231;&#227;o t&#227;o precoce quanto poss&#237;vel da doen&#231;a e para um seguimento som&#225;tico, dada a morbilidade frequentemente elevada nesta popula&#231;&#227;o (Afonso <i>et ai.,</i> 1998), at&#233; &#224; mobiliza&#231;&#227;o de agentes da comunidade (autarquias, empresas, vizinhos) e ao estabelecimento de parcerias, importa criar uma rede de suporte socioecon&#243;mico como sustenta&#231;&#227;o da n&#227;o desinser&#231;&#227;o nessa comunidade.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os grupos de auto-ajuda com pessoas que sofrem de esquizofrenia (Murray, 1996; Salem, Gant, &#38; Campbell, 1998), associa&#231;&#245;es de fam&#237;lias e de utentes (por exemplo, <i>World Schizophrenia Fellozvship),</i> com um importante papel na &#34;advocacia&#34; dos pr&#243;prios, outras associa&#231;&#245;es, com a inclus&#227;o de t&#233;cnicos em que a forma&#231;&#227;o e a partilha de experi&#234;ncias constituem algumas das fun&#231;&#245;es (Ribeiro &#38; Heitor dos Santos, 1996; Ribeiro, Heitor dos Santos, &#38; Costa, 1996) e programas de interven&#231;&#227;o na crise (Hobbs, 1984), em que se evita o internamento, procurando resolver a situa&#231;&#227;o na comunidade com os encaminhamentos correctos e com o refor&#231;o do apoio domicili&#225;rio, s&#227;o paradigmas da reabilita&#231;&#227;o psicossocial actual que procura, acima de tudo, a qualidade de vida do utente e a preven&#231;&#227;o do institucionalismo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Assiste-se a mudan&#231;as importantes no debate hospital versus comunidade. Deste modo, &#34;onde&#34; &#233; que os servi&#231;os e cuidados devem ser prestados, d&#225; lugar a &#34;quais&#34; servi&#231;os, &#34;para&#34; que doentes e &#34;como&#34; esses servi&#231;os devem ser desenvolvidos, a fim de maximizar a qualidade de vida dos utentes (Bachrach, 1996a, 1996b). Deste modo, &#233; mandat&#225;ria a reorganiza&#231;&#227;o de servi&#231;os, n&#227;o s&#243; comunit&#225;rios como, igualmente, a melhoria do meio terap&#234;utico, durante a fase de hospitaliza&#231;&#227;o em unidades de curto internamento (Melle <i>et al,</i> 1996), e do ambiente f&#237;sico de unidades de reabilita&#231;&#227;o em meio hospitalar (Bopp <i>et al,</i> 1996), o que tem implica&#231;&#245;es cl&#237;nicas e administrativas. Um aspecto crucial, para l&#225; da forma&#231;&#227;o dos t&#233;cnicos, &#233; o da educa&#231;&#227;o e informa&#231;&#227;o do p&#250;blico, com vista &#224; redu&#231;&#227;o do estigma, associado a resist&#234;ncias &#224; integra&#231;&#227;o do doente mental (Trute, Tefft, &#38; Segall, 1989; Wolff <i>et al,</i> 1996a, 1996b).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em Portugal, surgiram recentemente dispositivos legais com orienta&#231;&#245;es regulamentadoras da interven&#231;&#227;o articulada do apoio social e dos cuidados de sa&#250;de continuados, de forma a permitir o financiamento de algumas medidas e estruturas a considerar na abordagem de pessoas com esquizofrenia, nomeadamente algumas respostas residenciais com as unidades de vida; a n&#237;vel laborai, a possibilidade de criar empresas de inser&#231;&#227;o sob a forma de cooperativas ou outras estruturas; em termos de centros de dia, com o <i>f&#243;rum</i> s&#243;cio-ocupacional (Despacho Conjunto n.&#176; 407 e Portaria n.&#176; 348-A, 1998), que vieram preencher um vazio da legisla&#231;&#227;o nesta &#225;rea.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">E importante a exist&#234;ncia de estudos do curso da doen&#231;a e a identifica&#231;&#227;o de factores progn&#243;sticos e de previs&#227;o de reca&#237;das (Mason <i>et al.</i> 1996; Seeman, 1998; Doering, 1998), assim como do funcionamento psicossocial, nos pa&#237;ses industrializados (Trieman, Leff, &#38; Glover, 1999) e no terceiro mundo (Cohen, 1992; Bergen, 1998; Norman, 1999), a fim de se poderem delinear programas eficazes de preven&#231;&#227;o a diferentes n&#237;veis.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Como &#233; que poder&#237;amos, ent&#227;o, tra&#231;ar as linhas mestras do futuro da reabilita&#231;&#227;o psicossocial na esquizofrenia? Uma possibilidade &#233; a de considerarmos tr&#234;s grandes vias, de cujo cruzamento resultar&#225; essa realidade: a primeira compreende os modelos e as classifica&#231;&#245;es, a segunda a <i>interface</i> entre c&#233;rebro e comportamento e a terceira o impacto econ&#243;mico da doen&#231;a.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Independentemente dos modelos adoptados, h&#225; que clarificar conceitos para que possamos implementar programas que d&#234;em a resposta mais adequada &#224;s necessidades das pessoas com esquizofrenia. A classifica&#231;&#227;o at&#233; agora usada falava em defici&#234;ncias, incapacidades e desvantagens (<i>handicaps</i>) (OMS, 1989), tendo sido revista, passando a dar &#234;nfase a &#34;incapacidades&#34; e &#34;funcionamentos&#34; que cobrem tr&#234;s dimens&#245;es, designadamente estruturas ou fun&#231;&#245;es corporais, actividades pessoais e participa&#231;&#227;o na sociedade. Estas dimens&#245;es relacionadas com a sa&#250;de s&#227;o nomeadas respectivamente diminui&#231;&#245;es ou defici&#234;ncias de estrutura, actividades (previamente incapacidades) e participa&#231;&#227;o (previamente <i>handicaps</i>) (WHO, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Estudos recentes investigam as fronteiras entre c&#233;rebro e comportamento para determinar se o c&#233;rebro pode ser treinado para melhorar a sua capacidade de processamento de informa&#231;&#227;o e facilitar a aprendizagem de compet&#234;ncias sociais e de vida independente (Liberman <i>et al,</i> 1993).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Um terceiro aspecto tem a ver com a despropor&#231;&#227;o entre a preval&#234;ncia de cerca de 1% da esquizofrenia e a carga econ&#243;mica elevada devida &#224; hospitaliza&#231;&#227;o, tratamento, reabilita&#231;&#227;o e perda da produtividade (Rice, 1999), envolvendo custos directos e indirectos (Kissling <i>et al.,</i> 1999). Para minimizar estes custos h&#225; que combinar o tratamento psicofarmacol&#243;gico com a abordagem psicossocial, que conduz a melhor funcionamento social e preven&#231;&#227;o das reca&#237;das. Actualmente h&#225;, pois, evid&#234;ncias que suportam que a recupera&#231;&#227;o pode ser um objectivo leg&#237;timo dos programas terap&#234;utico-reabilitativos na esquizofrenia.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aberg-Wistedt, A., Cressell, T., Lidberg, Y, Liljeenberg, B., &#38; Osby U. (1995). Two-year outcome of team-based intensive case management for patients with scizophrenia. <i>Psychiatric Services, 46</i> (12), 1263-1266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482881&pid=S0874-2049200000010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Afonso, P., Heitor dos Santos, M., Gouveia, M., Afonso, M., Pedroso, B., Morgado, S., Val&#233;rio, L., &#38; Gil, T. (1998). Avalia&#231;&#227;o dos doentes cr&#243;nicos do sector A do Hospital J&#250;lio de Matos. <i>Hospital J&#250;lio de Matos, 3,</i>47-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482883&pid=S0874-2049200000010000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Anthony, W. (1977). Psychological rehabilitation: A concept in need of a method. <i>American Psychologist,</i> August, 658-662.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482885&pid=S0874-2049200000010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Anthony, W., Cohen, M., &#38; Farkas, M. (1990). Philosophy. In Sargent College of Allied Health Professions (Ed.), <i>Psychiatric rehabilitation.</i> Boston: Center for Psychiatric Rehabilitation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482887&pid=S0874-2049200000010000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bachrach, L. (1978). A conceptual approach to deinstitutionalization. <i>Hospital and Community Psychiatry, 29,</i>573-578.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482889&pid=S0874-2049200000010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bachrach, L. (1981). Continuity of care for chronic mental patients: A conceptual analysis. <i>American Journal of Psychiatry, 138,</i>1449-1456.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482891&pid=S0874-2049200000010000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bachrach, L. (1988). Defining chronic mental illness &#8212; a concept paper. <i>Hospital and Community Psychiatry, 39,</i>388.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482893&pid=S0874-2049200000010000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bachrach, L. (1996a). The state of the state mental hospital in 1996. <i>Psychiatric Services, 47</i> (10), 1071-1077.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482895&pid=S0874-2049200000010000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bachrach, L. (1996b). Patients? Quality of life: A continuing concern in the literature. <i>Psychiatric Services, 47</i> (12), 1305-1307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482897&pid=S0874-2049200000010000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barnes, T., &#38; McPhilips, M. (1998). The role of medication in the re-integration of the schizophrenic patient. In J. A. Lieberman (Ed.), <i>Re-integration of the schizophrenic patient.</i> EUA: Science Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482899&pid=S0874-2049200000010000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Becker, D., Drake, R., Bond, G., Xie, H., Dain, B., &#38; Harrison, K. (1998). Job terminations among persons with severe mental illness participating in supported employment. <i>Community Mental Health Journal, 34</i> (1), 71-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482901&pid=S0874-2049200000010000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Becker, M. (1998). A US experience: Consumer responsive quality of life measurement. <i>Canadian Journal of Community Mental Health, 3,</i> 41-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482903&pid=S0874-2049200000010000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Becker, R., Meisler, N., Stormer, G., &#38; Brondino, M. (1999). Employment outcomes for clients with severe mental illness in a PACT model replication. Program for assertive community treatment. <i>Psychiatric Services, 50</i> (10), 104-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482905&pid=S0874-2049200000010000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bellack, A., &#38; Mueser, K. (1988). A comprehensive treatment program for schizophrenia and chronic mental illness. <i>Community Mental Health Journal, 22,</i> 175-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482907&pid=S0874-2049200000010000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bennett, D. (1978). Social forms of psychiatric treatment. In J. K. Wing (Ed.), <i>Schizophrenia: Towards a new synthesis.</i> Londres: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482909&pid=S0874-2049200000010000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bergen, J., Hunt, G., Armitage, P, &#38; Bashir, M. (1998). Six-month outcome following a relapse of schizophrenia. <i>Aust N Z J Psychiatry, 32</i> (6), 815-822.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482911&pid=S0874-2049200000010000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bilby, R. (1992). A response to the criticisms of transitional employment. <i>Psychosocial Rehabilitation Journal,</i> 16(2), 69-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482913&pid=S0874-2049200000010000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bopp, J., Ribble, D., Cassidy, J., &#38; Markoff, R. (1996). Re-engineering the state hospital to promote rehabilitation and recovery. <i>Psychiatric Services, 47</i> (7), 697-698.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482915&pid=S0874-2049200000010000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Borge, L., Martinsen, E., Ruud, T., Watne, O., &#38; Friis, S. (1999). Quality of life, loneliness, and social contact among long-term psychiatric patients. <i>Psychiatric Services, 50</i> (1), 81-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482917&pid=S0874-2049200000010000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bradford, F., Yazel, J., &#38; Short, D. (1996). Mortality and medical comorbidity among psychiatric patients: A review. <i>Psychiatric Services, 47</i> (12), 1356-1363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482919&pid=S0874-2049200000010000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brekke, J., Ansel, M., Long, J., Slade, E., &#38; Weinstein, M. (1999). Intensity and continuity of services and functional outcomes in the rehabilitation of persons with schizophrenia. <i>Psychiatric Services, 50</i> (2), 248-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482921&pid=S0874-2049200000010000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brenner, H., Hodel, B., Roder, V., &#38; Corrigan, P. (1992). Treatment of cognitive disfunctions and behavioral deficits in schizophrenic. <i>Schizophrenia Bulletin, 18</i> (1), 21-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482923&pid=S0874-2049200000010000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brewin, C, Wing, J., Mangen, S., Brugha, T., MacCarthy, B., &#38; Lesage, A. (1988). Needs for care among the long-term mentally ill: A report from the camber well high contact survey. <i>Psychological Medicine, 18,</i>457-468.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482925&pid=S0874-2049200000010000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Caton, C, &#38; Goldstein, J. (1984). Housing change of chronic schizofrenic patients: A consequence of the revolving door. <i>Social Sciences and Medicine, 19,</i> 759-764.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482927&pid=S0874-2049200000010000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chandler, D., Meisel, J., Hu, T., McGowen, M., &#38; Madison, K. (1996). Client outcomes in a three-year controlled study of an integrated service agency model. <i>Psychiatric &#39; Services, 47</i> (12), 1337-1343.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482929&pid=S0874-2049200000010000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Clark, D. (1981). A vocabulary for preventive and community medicine. In D. Clark &#38; B. MacMahon (Ed.), <i>Preventive and Community Medicine</i> (2.<sup>a</sup> Ed.). Boston: Little Brown and Company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482931&pid=S0874-2049200000010000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cohen, A. (1992). Prognosis for schizophrenia in the third world: A reevaluation of cross-cultural research. <i>Culture, Medicine and Psychiatry, 16,</i> 53-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482933&pid=S0874-2049200000010000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Corrigan, P. (1995). Use of a token economy with seriously mentally ill patients: Criticisms and misconceptions. <i>Psychiatric Services, 46</i> (12), 1263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482935&pid=S0874-2049200000010000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cutting, J. (1983). Schizophrenic deterioration (a multi-author discussion of the topic). <i>British Journal of Psychiatry, 132,</i> 77-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482937&pid=S0874-2049200000010000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dayson, D., Lee-Jones, R., Chahal, K., &#38; Leff, J. (1998). The TAPS project 32: Social networks of two group homes 5 years on. Team for the Assessment of Psychiatric Services. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 33</i> (9), 438-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482939&pid=S0874-2049200000010000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Deegan, P. (1997). Recovery as a journey of the heart. In L. Spaniol, C. Gagne &#38; M. Koehler (Ed.), <i>Psychological and social aspects of psychiatric disability.</i> EUA: Boston University.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482941&pid=S0874-2049200000010000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Department of Health and Social Security (1971). <i>Census of patients in mental hospitals and units in England and Wales at the end of 1971.</i> Londres: HMSO.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482943&pid=S0874-2049200000010000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482944&pid=S0874-2049200000010000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Despacho Conjunto n.&#176; 407. (1998,18 de Junho) Orienta&#231;&#245;es reguladoras da interven&#231;&#227;o articulada do apoio social e dos cuidados continuados dirigidos &#224;s pessoas em situa&#231;&#227;o de depend&#234;ncia. <i>Di&#225;rio da Rep&#250;blica, 138</i> (II S&#233;rie).</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dewees, M., Pulice, R., &#38; McCormick, L. (1996). Community integration of former state hospital patients: Outcomes of a policy shift in Vermont. <i>Psychiatric Services, 47 </i>(10), 1088-1093.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482947&pid=S0874-2049200000010000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Diniz, A., Morais, E., Carvalho, A., Gomes, H., Concei&#231;&#227;o, T, Raposo, G., Loureiro, P, Roseiro, A., Rodrigues,J., &#38; Heitor dos Santos, M. (1997). <i>Polisercoop</i> &#8212; <i>Uma cooperativa de solidariedade social.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482949&pid=S0874-2049200000010000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> Comunica&#231;&#227;o apresentada no 1.&#176; Congresso Nacional de Reabilita&#231;&#227;o Psicossocial em Psiquiatria e Sa&#250;de Mental, Casa de Sa&#250;de da Idanha.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Doering, S., Muller, E., Kopcke, W., Pietzcker, A., Gaebel, W., Linden, M., Muller P, Muller-Spahn, E, Tegeler, J., &#38; Schussler, G. (1998), 24 (1), 87-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482951&pid=S0874-2049200000010000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Donnelly, M., McGilloway, S., Mays, N., Perry, S., &#38; Lavery, C. (1997). A 3- to 6-year foliow-up of former long-stay psychiatric patients in Northern Ireland. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 32</i> (8), 451-458.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482953&pid=S0874-2049200000010000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ekdawi, M., &#38; Conning, A. (1994). Guiding models and philosophies. <i>Psychiatric rehabilitation: A practical guide.</i> Londres: Chapman &#38; Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482955&pid=S0874-2049200000010000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gago, J. (1996). <i>Avalia&#231;&#227;o de necessidades em reabilita&#231;&#227;o psicossocial.</i> Disserta&#231;&#227;o de mestrado em Sa&#250;de Mental. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482957&pid=S0874-2049200000010000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Faculdade de Ci&#234;ncias M&#233;dicas.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gerber, G., &#38; Prince, P. (1999). Measuring client satisfaction with assertive community treatment. <i>Psychiatric Services, 50</i> (4), 546-550.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482959&pid=S0874-2049200000010000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gouveia, M., &#38; Vieira, C. (1994). O processo de reabilita&#231;&#227;o no psic&#243;tico jovem. <i>Hospital J&#250;lio de Matos,</i> 2,105-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482961&pid=S0874-2049200000010000900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferreira, A., Heitor dos Santos, M., Sennfelt, J., Cardoso, A., &#38; Santos, M. (1994). Reinser&#231;&#227;o na comunidade de doentes psiqui&#225;tricos de evolu&#231;&#227;o prolongada. Cria&#231;&#227;o de uma estrutura residencial. <i>Acta M&#233;dica Portuguesa, 7,</i> 257-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482963&pid=S0874-2049200000010000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Harding, C., Zubin, J., &#38; Strauss, J. (1997). Chronicity in schizophrenia: Revisited. In L. Spaniol, C. Gagne &#38; M. Koehler (Eds.), <i>Psychological and social aspects of psychiatric disability.</i> EUA: Boston University.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482965&pid=S0874-2049200000010000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Heitor dos Santos, M., Brand&#227;o, M., Jos&#233;, T., Figueiredo, M., &#38; Gil, T. (1998). Uma experi&#234;ncia de reabilita&#231;&#227;o psicossocial (RPS) e reinser&#231;&#227;o comunit&#225;ria do Hospital J&#250;lio de Matos (HJM). Comunica&#231;&#227;o apresentada na comemora&#231;&#227;o do Dia Mundial da Sa&#250;de Mental, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482967&pid=S0874-2049200000010000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hobbs, M. (1984). Crisis intervention in theory and practice: A selective review. <i>British Journal of Medical Psychology, 57,</i> 23-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482969&pid=S0874-2049200000010000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hoffmann, K., Kaiser, W, Isermann, M., &#38; Priebe, S. (1998). How does the quality of life of long-term hospitalized psychiatric patients change after their discharge into the community? <i>Gesundheitsivesen, 60</i> (4), 232-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482971&pid=S0874-2049200000010000900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Holzner, B., Kemmler, G., &#38; Meise, U. (1998). The impact of work-related rehabilitation on the quality of life of patients with schizophrenia. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 33</i> (12), 624-631.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482973&pid=S0874-2049200000010000900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kavanagh, D. (1992). Recent developments in expressed emotion in schizophrenia. <i>British Journal of Psychiatry, 160,</i> 601-620.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482975&pid=S0874-2049200000010000900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kissling W, Hoffer, J., Seemann, U., Muller, R, Ruther, E., Trenckmann, U., Uber, A., Schulenburg, J., Glaser, T., Mast, O., &#38; Schmidt, D. (1999). Direct and indirect costs of schizophrenia. <i>Fortschr Neurol Psychiatry,</i> 67(1), 29-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482977&pid=S0874-2049200000010000900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kopelowicz, A., Wallace, C., &#38; Zarate, R. (1998). Teaching psychiatric inpatients to re-enter the community: A brief method of improving the continuity of care. <i>Psychiatric Services, 49</i> (10), 1313-1316.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482979&pid=S0874-2049200000010000900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Leff, J. (1995). Family management of schizophrenia. In C. L. Shriqui &#38; H. A. Nasrallah (Eds.), <i>Contemporary issues in the treatment of schzophrenia.</i> Washington, DC: American Psychiatric Press.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leff, J., Trieman, N., &#38; Gooch, C. (1996). Team for the assessment of psychiatric services (TAPS). Project 33: Prospective follow-up study of long-stay patients discharged from two psychiatric hospitals. <i>American Journal of Psychiatry, 153</i> (10), 1318-1324.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482982&pid=S0874-2049200000010000900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lehman, A., &#38; Steinwachs, D. (1998). Patterns of usual care for schizophrenia: Initial results from the schizophrenia patient outcomes research team (PORT) client survey. <i>Schizophrenia Bulletin, 24</i> (1), 11-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482984&pid=S0874-2049200000010000900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lerner Y., Popper, M., &#38; Zilber, N. (1989). Patterns and correlates of psychiatric hospitalization in a nationwide sample. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 24,</i> 121-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482986&pid=S0874-2049200000010000900054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Liberman, R., Wallace, C, Blackwell, G., Eckman, T, Vaccaro, J., &#38; Kuehnel, T. (1993). Innovations in skills training for the seriously mentally ill: The UCLA social and independent living skills modules. <i>Innovations &#38; Research, 2</i> (2), 43-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482988&pid=S0874-2049200000010000900055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Liberman, R., Wallace, C., Blackwell, G., Kopelowicz, A., Vaccaro, J., &#38; Mintz J. (1998). Skills training versus psychosocial occupational therapy for persons with persistent schizophrenia. <i>American Journal of Psychiatry, 155</i> (8), 1087-1091.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482990&pid=S0874-2049200000010000900056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Liria, A. (1995). Los programas de seguimiento y cuidados de pacientes graves y cr&#243;nicos: Un modelo de case management para la reforma psiqui&#225;trica en Madrid. <i>La Rehabilitate Psicosocial Integral a la Comunitat I Amb la Comunitat, 1,</i> 32-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482992&pid=S0874-2049200000010000900057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Lukoff, D., &#38; Ventura, J. (1988). Psychiatric diagnosis. In R. P. Liberman (Ed.), <i>Psychiatric rehabilitation of chronic mental patients.</i> Washington, DC: American Psychiatric Press.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacDonald, E., Jackson, H., Hayes, R., Baglioni, A., &#38; Madden, C. (1998). Social skill as determinant of social networks and perceived social support in schizophrenia. <i>Schizophrenia Research, 29</i> (3), 275-286.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482995&pid=S0874-2049200000010000900059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacEwan, G. (1998). Psychosocial rehabilitation. In J. A. Lieberman (Ed.), <i>Re-integration of the schizophrenic patient.</i> EUA: Science Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482997&pid=S0874-2049200000010000900060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mason, R, Harrison, G., Glazebrook, C., Medley, L, &#38; Croudace, T. (1996). The course of schizophrenia over 13 years. A report form the international study on schizophrenia (ISoS) coordinated by the World Health Organization. <i>British Journal of Psychiatry, 169,</i> 580-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=482999&pid=S0874-2049200000010000900061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McFarlane, W., Dushay, R., Stastny, R, Deakins, S., &#38; Link, B. (1996). A comparison of two levels of family-aided assertive community treatment. <i>Psychiatric Services, 47 </i>(7), 744-750.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483001&pid=S0874-2049200000010000900062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Melle, L, Friis, S., Hauff, E., Island, T., Lorentzen, S., &#38; Vaglum, P. (1996). The importance of ward atmosphere in inpatient treatment of schizophrenia on short-term units. <i>Psychiatric Services, 47</i> (7), 721-726.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483003&pid=S0874-2049200000010000900063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mueser, K., Bond, G., Drake, R., &#38; Resnick, S. (1998). Models of community care for severe mental illness: a review of research on case management. <i>Schizophrenia Bulletin, 24</i> (1), 37-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483005&pid=S0874-2049200000010000900064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Murray, P. (1996). Recovery, inc., as an adjunct to treatment in an era of managed care. <i>Psychiatric Services, 47</i> (12), 1378-1381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483007&pid=S0874-2049200000010000900065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Norman, R., Malla, A., Cortese, L., Cheng, S., Diaz, K., McIntosh, E., McLean, T., Rickwood, A., &#38; Voruganti, L. (1999). Symptoms and cognition as predictors of community functioning: A prospective analysis. <i>American Journal of Psychiatry, 156</i> (3), 400-405.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483009&pid=S0874-2049200000010000900066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organiza&#231;&#227;o Munidal de Sa&#250;de (1989). <i>Classifica&#231;&#227;o internacional das defici&#234;ncias, incapacidades e desvantagens (handicaps)</i> Lisboa: Minist&#233;rio do Emprego e da Seguran&#231;a Social, Secretariado Nacional de Reabilita&#231;&#227;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483011&pid=S0874-2049200000010000900067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parry, G. (1983). Domestic roles. In F. Watts &#38; D. Bennett (Eds.), <i>Theory and practice of psychiatric rehabilitation.</i> Chischester: John Wiley &#38; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483013&pid=S0874-2049200000010000900068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parsons, T. (1951). <i>The social system.</i> Londres: Routledge and Kegan Paul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483015&pid=S0874-2049200000010000900069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pereira, M., Almeida, J. (1999). Repercuss&#245;es da doen&#231;a mental na fam&#237;lia. Um estudo de familiares de doentes psic&#243;ticos. <i>Acta M&#233;dica Portuguesa, 12,</i>161-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483017&pid=S0874-2049200000010000900071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483018&pid=S0874-2049200000010000900070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Portaria n.&#176; 348-A (1998, 18 de Junho). Empresas de inser&#231;&#227;o. Despacho conjunto dos Minist&#233;rios da Sa&#250;de e do Trabalho e da Solidariedade. <i>Di&#225;rio da Rep&#250;blica, 138</i> (I S&#233;rie-B, Suplemento).</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Priebe, S., Warner, R., Hubschmid, T., &#38; Eckle, I. (1998). Employment, attitudes toward work, and quality of life among people with schizophrenia in three countries. <i>Schizophrenia Bulletin, 24</i> (3), 469-477.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483021&pid=S0874-2049200000010000900072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Reis, E, Ant&#243;nio, J., Chainho, J., Louren&#231;o, E, Marques, A., Silva, A., Paiva, A., Real, A., Cotovio, V., &#38; Santos P. (1996). Efeitos de um programa psico-educativo para fam&#237;lias de esquizofr&#233;nicos. A toler&#226;ncia das fam&#237;lias e a evolu&#231;&#227;o cl&#237;nica dos doentes. Rela&#231;&#245;es com as emo&#231;&#245;es expressas. <i>Psiquiatria na Pr&#225;tica M&#233;dica, 9</i> (6), 29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483023&pid=S0874-2049200000010000900073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro, N., &#38; Delgado, T. (1990). Implementa&#231;&#227;o de uma unidade de reabilita&#231;&#227;o psiqui&#225;trica no Hospital Miguel Bombarda. <i>Gest&#227;o Hospitalar. Revista da Associa&#231;&#227;o Portuguesa de Administradores Hospitalares, VII</i> (22/23), 22-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483025&pid=S0874-2049200000010000900074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro, N., &#38; Heitor dos Santos, M. (1994). <i>Obst&#225;culos &#224; implementa&#231;&#227;o da reabilita&#231;&#227;o psicossocial.</i> Comunica&#231;&#227;o apresentada no Encontro do Programa Hellius II, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483027&pid=S0874-2049200000010000900075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro, N., &#38; Heitor dos Santos, M. (1996, Abril). <i>Implementation of the World Association for Psychosocial Rehabilitation National Branch in Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483029&pid=S0874-2049200000010000900076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> Comunica&#231;&#227;o apresentada no V<sup>th</sup> Congress of the World Association for Psychosocial Rehabilitation, Roterd&#227;o, Holanda.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ribeiro, N., Heitor dos Santos, M., &#38; Costa, A. (1996, Abril). <i>Psychological rehabilitation care providers education and training.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483031&pid=S0874-2049200000010000900077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> Comunica&#231;&#227;o apresentada no V<sup>th</sup> Congress of the World Association for Psychosocial Rehabilitation, Roterd&#227;o, Holanda.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rice, D. (1999). The economic impact of schizophrenia. <i>Journal of Clinical Psychiatry, 60,</i> 4-6 e 28-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483033&pid=S0874-2049200000010000900078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ridgley; M., Morrissey, J., Paulson, R., Goldman, H., &#38; Calloway, M. (1996). Characteristics and activities of case managers in the RWJ foundation program on chronic mental illness. <i>Psychiatric Services, 47</i> (7), 737-743.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483035&pid=S0874-2049200000010000900079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ruud, T., Martinsen, E., &#38; Friis, S. (1998). Chronic patients in psychiatric institutions: Psychopathology, level of functioning and need for care. <i>Acta Psychiatrica Scandinava, 97</i> (1), 55-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483037&pid=S0874-2049200000010000900080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Salem, D., Gant, L., &#38; Campbell, R. (1998). The initiation of mutual-help groups within residential treatment settings. <i>Community Mental Health Journal, 34</i> (4), 419-429.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483039&pid=S0874-2049200000010000900081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Salit, S., Kuhn, E., Hartz, A., Vu, J., &#38; Mosso, A. (1998). Hospitalization costs associated with homelessness in New York City. <i>The New England Journal of Medicine, 338,</i>1734-1740.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483041&pid=S0874-2049200000010000900082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Seeman, M. (1998). Narratives of twenty to thirty year outcomes in schizophrenia. <i>Psychiatry, 61</i> (3), 249-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483043&pid=S0874-2049200000010000900083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Silverstein, S., Schenkel, L., Valone, C, &#38; Nuernberger, S. (1998). Cognitive deficits and psychiatric rehabilitation outcomes in schizophrenia. <i>Psychiatry Quartely, 69</i> (3), 169-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483045&pid=S0874-2049200000010000900084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skantze, K. (1998). Subjective quality of life and standard of living: A 10-year follow-up of out-patients with schizophrenia. <i>Acta Psychiatrica Scandinava, 98</i> (5), 390-399.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483047&pid=S0874-2049200000010000900085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Smith, T, Hull, J., MacKain, S., Wallace, C. J, Rattenni, L., Goodman, M., Anthony, D., &#38; Kentros, M. (1996). Training hospitalized patients with schizophrenia in community reintegration skills. <i>Psychiatric Services, 47</i> (10), 1099-1103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483049&pid=S0874-2049200000010000900086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Solomon, P. (1996). Moving from psychoeducation to family education for families of adults with serious mental illness. <i>Psychiatric Services, 47</i> (12), 1364-1370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483051&pid=S0874-2049200000010000900087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Stefani, R. (1986). Strutture intermedie: Una parte di quale tutto?. <i>Fogli di Informazione, 126,</i> 9-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483053&pid=S0874-2049200000010000900088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strauss, J., Hafez, H., Lieberman, P, &#38; Harding, C. (1997). The course of psychiatric disorder. Ill: Longitudinal principles. In L. Spaniol, C. Gagne &#38; M. Koehler (Ed.), <i>Psychological and social aspects of psychiatric disability.</i> EUA: Boston University.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483055&pid=S0874-2049200000010000900089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Trieman, N., Leff, J., &#38; Glover, G. (1999). Resultados verificados em doentes psiqui&#225;tricos com longa hospitaliza&#231;&#227;o reinseridos na comunidade: Estudo prospectivo de uma s&#233;rie. <i>Psiquiatria na Pr&#225;tica M&#233;dica, 12</i> (4), 134-139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483057&pid=S0874-2049200000010000900090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Trute, B., Tefft, B., &#38; Segall, A. (1989). Social rejection of the mentally ill: A replication study of public attitude. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 24,</i> 69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483059&pid=S0874-2049200000010000900091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">United Nations Organisation (1994). <i>The standard rules on the equalization of opportunities for persons with disabilities</i> Nova Iorque: Author.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483061&pid=S0874-2049200000010000900092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Vidigal, C., Roseiro, A., Carvalho, A., Castro, A., Paiva, I., Loureiro, R, Florentino, R, Rodrigues, J., &#38; Heitor dos Santos, M. (1997). <i>Viver dentro ou fora do hospital</i> &#8212; <i>que qualidade de vida?</i> Comunica&#231;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483063&pid=S0874-2049200000010000900093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&#227;o apresentada no 1.&#176; Congresso Nacional de Reabilita&#231;&#227;o Psicossocial em Psiquiatria e Sa&#250;de Mental, Casa de Sa&#250;de da Idanha.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Watts, R, &#38; Bennett, D. (1983) (Eds.). <i>Theory and practice of psychiatric rehabilitation.</i> Reino Unido: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483065&pid=S0874-2049200000010000900094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Weller, M., Sammut, R., Heitor dos Santos, M., &#38; Horton, J. (1993). Who&#39;s sleeping in my bed?. <i>Psychiatric Bulletin, 17,</i> 652-654.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483067&pid=S0874-2049200000010000900095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wing, J. (1959). Industrial rehabilitation of male chronic schizophrenic patients. <i>The Lancet, 3,</i>505-507.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483069&pid=S0874-2049200000010000900096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wing, J. (1978). Clinical concepts of schizophrenia. In J. Wing (Ed.). <i>Schizophrenia: Towards a new synthesis.</i> Londres: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483071&pid=S0874-2049200000010000900097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wing, J. (1981). Recent advances in understanding schizophrenia. In J. Wing, P. Kielohlz &#38; W. Zinn (Eds.), <i>Rehabilitation of patients with schizophrenia and depression.</i> Berna: Hans Stubler.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483073&pid=S0874-2049200000010000900098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wing, <i>J.,</i> &#38; Brown, G. (1970). <i>Institutionalism and schizophrenia.</i> Londres: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=483075&pid=S0874-2049200000010000900099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wolff, G., Pathare, S., Craig T., &#38; Leff, J. (1996a). 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