<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-2049</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psicologia]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-2049</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Psicologia (APP)Edições Colibri]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-20492000000200010</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Justiça organizacional: Desenvolvimento e validação de um instrumento de medida]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Construction and validation of an instrument for measuring organizational justice]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rego]]></surname>
<given-names><![CDATA[Arménio]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de Aveiro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2000</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2000</year>
</pub-date>
<volume>14</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>285</fpage>
<lpage>307</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-20492000000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-20492000000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-20492000000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objectivo do presente artigo é duplo: a) propor um instrumento de medida das percepções de justiça organizacional; b) testar a estrutura dimensional subjacente. Quatro fases foram seguidas. Primeira: recolheram-se itens na literatura, e elaborou-se um questionário com escalas tipo Likerl. Segunda: aplicou-se um questionário a uma amostra de 167 indivíduos, oriundos de 12 organizações, e os dados foram sujeitos a uma análise factorial das componentes principais. Terceira: novo questionário foi elaborado com os itens remanescentes do processo de depuração factorial. Quarta: foi inquirida nova amostra, contendo 282 indivíduos oriundos de 37 organizações, tendo os dados sido sujeitos a uma análise factorial confirmatória. Os resultados sugerem uma dimensionalização tripartida, correspondente às três facetas da justiça mais enfatizadas pela literatura: distributiva, procedimental e interaccional. No entanto, também oferecem pistas de reflexão sobre a pertinência de a dimensão interaccional poder ser alvo da distinção entre justiça interpessoal e justiça informacional.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to purpose a measurement instrument for organizational justice perceptions, and to test the underlying dimensional structure. Four steps were done. First: the items were collected from literature, and a questionnaire with Likert type scales was developed. Second: the questionnaire was applied to a sample comprising 167 individuals from 12 organizations, and the data were submitted to a principal component analysis. Third: a new questionnaire was performed containing the items remaining from principal component analysis. Four: a new sample comprising 282 individuals from 37 organizations was inquired, and the data were submitted to a confirmatory factor analysis. The findings suggest three dimensions of justice perceptions, the same more emphasized in literature: distributive, procedural and interactional. However, they also show that the interactional dimension can be divided in two factors: interpersonal and informational justice.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Justiça organizacional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[validação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[instrumento de medida]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Justi&#231;a organizacional: Desenvolvimento e valida&#231;&#227;o de um instrumento de medida</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Construction and validation of an instrument for measuring organizational justice</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Arm&#233;nio Rego<sup>*</sup></b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup>Universidade de Aveiro.</font></p>          <p>&nbsp;</p>     <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"> O objectivo do presente artigo &#233; duplo: a) propor um instrumento de medida das percep&#231;&#245;es de justi&#231;a organizacional; b) testar a estrutura dimensional subjacente. Quatro fases foram seguidas. Primeira: recolheram-se itens na literatura, e elaborou-se um question&#225;rio com escalas tipo <i>Likerl.</i> Segunda: aplicou-se um question&#225;rio a uma amostra de 167 indiv&#237;duos, oriundos de 12 organiza&#231;&#245;es, e os dados foram sujeitos a uma an&#225;lise factorial das componentes principais. Terceira: novo question&#225;rio foi elaborado com os itens remanescentes do processo de depura&#231;&#227;o factorial. Quarta: foi inquirida nova amostra, contendo 282 indiv&#237;duos oriundos de 37 organiza&#231;&#245;es, tendo os dados sido sujeitos a uma an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria. Os resultados sugerem uma dimensionaliza&#231;&#227;o tripartida, correspondente &#224;s tr&#234;s facetas da justi&#231;a mais enfatizadas pela literatura: distributiva, procedimental e interaccional. No entanto, tamb&#233;m oferecem pistas de reflex&#227;o sobre a pertin&#234;ncia de a dimens&#227;o interaccional poder ser alvo da distin&#231;&#227;o entre justi&#231;a interpessoal e justi&#231;a informacional.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b> Justi&#231;a organizacional; valida&#231;&#227;o; instrumento de medida.</font></p>          <hr size="1" noshade>              <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>              <p><font face="Verdana" size="2"> This study aims to purpose a measurement instrument for organizational justice perceptions, and to test the underlying dimensional structure. Four steps were done. First: the items were collected from literature, and a questionnaire with Likert type scales was developed. Second: the questionnaire was applied to a sample comprising 167 individuals from 12 organizations, and the data were submitted to a principal component analysis. Third: a new questionnaire was performed containing the items remaining from principal component analysis. Four: a new sample comprising 282 individuals from 37 organizations was inquired, and the data were submitted to a confirmatory factor analysis. The findings suggest three dimensions of justice perceptions, the same more emphasized in literature: distributive, procedural and interactional. However, they also show that the interactional dimension can be divided in two factors: interpersonal and informational justice.</font></p>             ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <hr size="1" noshade>         <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2">Introdu&#231;&#227;o</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Tra&#231;os de maturidade e imaturidade no campo</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tal como Greenberg (1990) lapidarmente exp&#244;s, os cientistas sociais desde h&#225; muito reconhecem a import&#226;ncia da justi&#231;a &#34;como um requisito b&#225;sico para o funcionamento eficaz das organiza&#231;&#245;es e a satisfa&#231;&#227;o pessoal dos seus membros&#34; (p. 399). Pesem embora alguns laivos de tabu com que &#233; acolhida em diversos sectores acad&#233;micos e empresariais portugueses,<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a> ela ombreia com in&#250;meros outros conceitos mais populares no que concerne ao potencial explicativo de diversas atitudes, comporta mentos e resultados organizacionais, designadamente: a implica&#231;&#227;o <i>(v.g.</i> Kim &#38; Mauborgne, 1991,1993,1996; McFarlin <i>&#38;</i> Sweeney, 1992; Moorman <i>et al,</i> 1993; Mossholder <i>et al,</i> 1998; Schaubroeck <i>et al,</i> 1994; Sweeney &#38; McFarlin, 1997), a confian&#231;a (<i>v.g</i>. Folger &#38; Konovsky, 1989; Kim &#38; Mauborgne, 1991, 1993, 1996; Konovsky &#38; Pugh, 1994; Koorsgaard <i>et al,</i> 1995), a harmonia social <i>(v.g.</i> Alexander &#38; Ruderman, 1987; Kim <i>&#38;</i> Mauborgne, 1991), a avalia&#231;&#227;o do superior <i>(v.g.</i> Alexander &#38; Ruderman, 1987; McFarlin &#38; Sweeney, 1992; Sweeney &#38; McFarlin, 1997), a inten&#231;&#227;o de permanecer na organiza&#231;&#227;o <i>(v.g,</i> Brockner <i>et al,</i> 1992; Schaubroeck <i>et al,</i> 1994; Sweeney &#38; McFarlin, 1997;Taylorcf a/., 1995), os comportamentos de cidadania organizacional <i>(v.g.</i> Moorman, 1991; Moorman <i>et al,</i> 1993,1998; Niehoff &#38; Moorman, 1993; Skarlicki <i>ic</i> Latham, 1996, 1997), os comportamentos retaliat&#243;rios (Skarlicki &#38; Folger, 1997; Skarlicki <i>et al,</i> 1999),a(in)satisfa&#231;&#227;o(r.g. Lowe&#38; Vodanovich, 1995; McFarlin &#38; Sweeney, 1992; Sweeney &#38; McFarlin, 1997) o desempenho individual e/ou organizacional <i>(v.g.</i> Bloom, 1999; Cowherd &#38; Levine, 1992; Pfeffer &#38; Langton, 1993), o <i>turnovere</i> absentismo <i>(v.g.</i> Dittrich&#38;Carrell, 1979; Hulin, 1991; Schwarzwald <i>et al,</i> 1992).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Apesar desta profusa e rica evid&#234;ncia te&#243;rica e emp&#237;rica, o campo ainda n&#227;o produziu um instrumento de medida padronizado. Esse foi, ali&#225;s, um dos tra&#231;os de &#34;imaturidade&#34; identificados por Greenberg (1993a) como caracterizadores de um estado de &#34;adolesc&#234;ncia intelectual&#34; da justi&#231;a organizacional. Greenberg considerou que, &#34;historicamente, o desenvolvimento de construtos cient&#237;ficos tem sido facilitado pela disponibilidade de instrumentos de medida padronizados&#34; (p. 144). E exemplificou com o construto da satisfa&#231;&#227;o, cujo desenvolvimento, alegadamente, s&#243; foi poss&#237;vel devido &#224; disponibilidade de escalas estabelecidas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O contributo do investigador para tal estabelecimento no dom&#237;nio da justi&#231;a organizacional foi de dois tipos. Primeiro, identificou as dificuldades, designadamente a eventualidade de as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a serem contingentes da cultura local e dos contextos espec&#237;ficos (r.g. existir&#225; similitude de procedimentos considerados justos nos meios judicial, escolar e organizacional?). Depois, sugeriu a necessidade de, pelo menos, se envidarem esfor&#231;os para criar medidas semipadronizadas, constitu&#237;das por um conjunto de quest&#245;es gerais a partir das quais, face &#224;s particularidades de cada contexto, se poderiam fazer adapta&#231;&#245;es, inclus&#245;es ou elimina&#231;&#245;es.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Sucede que, pelo menos nesta mat&#233;ria, o processo de amadurecimento tem sido lento. &#201; poss&#237;vel que, actualmente, o t&#243;pico se situe algures entre a &#34;adolesc&#234;ncia&#34; e a &#34;maturidade&#34; (Greenberg, 1993a). Ainda recentemente, Sweeney e McFarlin (1997) davam conta dessa situa&#231;&#227;o, c com ela justificavam a adop&#231;&#227;o de medidas <i>ad-hoc</i> na sua pesquisa. &#201; prov&#225;vel, designadamente, que a natureza contextuai e cultural dos aspectos sociais da justi&#231;a dificulte o processo de padroniza&#231;&#227;o.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O presente artigo n&#227;o tem a pretens&#227;o de estabelecer uma med ida padronizada. Nem, tampouco, de fornecer um instrumento de refer&#234;ncia para o contexto portugu&#234;s. Antes visa reportar o modo como foi desenvolvido, testado e validado um instrumento de medida das percep&#231;&#245;es de justi&#231;a, em contexto portugu&#234;s. Se o mesmo puder contribuir para o esfor&#231;o de (semi)padroniza&#231;&#227;o, ouse contiver o potencial para suscitar interesse de novos investigadores, tanto melhor.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A evolu&#231;&#227;o do construto de justi&#231;a</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A primeira fronteira b&#225;sica a ser gizada a prop&#243;sito das conceptualiza&#231;&#245;es de justi&#231;a separa duas facetas:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) A justi&#231;a distributiva (Adams, 1965) foi a que primeiramente suscitou a aten&#231;&#227;o dos cientistas organizacionais, constituindo a &#8220;primeira vaga&#34; diagnostic&#225;vel na literatura.<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a> Focaliza-se no conte&#250;do, isto &#233;, na justi&#231;a dos fins alcan&#231;ados ou obtidos (<i>v.g.</i> sal&#225;rios, nota&#231;&#245;es de desempenho, san&#231;&#245;es disciplinares, promo&#231;&#245;es, aceita&#231;&#227;o/rejei&#231;&#227;o de candidatos, resultados dos testes de detec&#231;&#227;o de consumo de droga, fatia or&#231;amental atribu&#237;da &#225;s unidades organizacionais subsidi&#225;rias, lucros distribu&#237;dos pelos trabalhadores).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) A justi&#231;a procedimental (Thibaut &#38; Walker, 1975,1978; Lind &#38; Tyler, 1988) focaliza-se no processo, ou seja, na justi&#231;a dos meios usados para alcan&#231;ar tais fins. Concerne, por exemplo, aos procedimentos usados nos acr&#233;scimos salariais, processos disciplinares, sistemas de avalia&#231;&#227;o de desempenho, processos de recrutamento e selec&#231;&#227;o. Desde que introduzida nos estudos organizacionais, esta faceta rapidamente se tomou o centro das aten&#231;&#245;es entre os investigadores. O elevado volume de interesse cient&#237;fico suscitado pelo t&#243;pico conduziu Greenberg (1993b) a assinalar:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Com toda a recente aten&#231;&#227;o dada &#224; justi&#231;a procedimental, corremos o risco de esquecer a justi&#231;a distributiva.... Qualquer cientista social que pretenda estudar um aspecto da justi&#231;a sem prestar aten&#231;&#227;o ao outro &#233; seguramente culpado de especializa&#231;&#227;o prematura&#8221; (p. 100). O investigador terminou com uma analogia: &#34;... separar um do outro constitui uma opera&#231;&#227;o delicada, n&#227;o menos do que aquela em que um cirurgi&#227;o opera metade do c&#233;rebro ignorando a outra (Greenberg, 1993b).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mais recentemente, tem sido proposta outra distin&#231;&#227;o: justi&#231;a procedimental propriamente dita <i>versus</i> justi&#231;a interaccional <i>(v.g.</i> Bies &#38; Moag, 1986; Greenberg, 1993b; Greenberg &#38; McCarty, 1990; Tyler &#38; Bies, 1990). Esta reflecte a qualidade da interac&#231;&#227;o com os decisores (i&#62;.&#163;. o gestor age com dignidade e respeito? oferece justifica&#231;&#245;es aos indiv&#237;duos afectados pelas decis&#245;es?). N&#227;o existe, contudo, converg&#234;ncia opinativa acerca da quest&#227;o de se saber se estas duas vertentes representam aspectos diferentes (estruturais <i>versus</i> sociais) da justi&#231;a procedimental, ou se podem ser identificadas como dimens&#245;es aut&#243;nomas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A pertin&#234;ncia da distin&#231;&#227;o entre justi&#231;a distributiva e procedimental &#233; claramente demonstrada por uma vasta gama de estudos sugerindo que os seus efeitos s&#227;o distintos. Uma das primeiras teses diferenciais a ser desenhada (p.g. Lind &#38; Tyler, 1988; Greenberg, 1990) prop&#245;e que a vertente procedimental est&#225; associada com as avalia&#231;&#245;es do sistema organizacional (reflectidas em vari&#225;veis como a lealdade &#224; organiza&#231;&#227;o, a implica&#231;&#227;o organizacional e a confian&#231;a na gest&#227;o), enquanto a distributiva se associa preferencialmente com a satisfa&#231;&#227;o com os resultados espec&#237;ficos em quest&#227;o ou os resultados de determinada decis&#227;o.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Esta no&#231;&#227;o recebeu apoio emp&#237;rico em v&#225;rios estudos <i>(v.g.</i> Folger &#38; Konovsky, 1989; Kim &#38; Mauborgne, 1991,1996; McFarlin &#38; Sweeney, 1992; Sweeney &#38; McFarlin, 1993), sendo escassa a evid&#234;ncia emp&#237;rica que a n&#227;o corrobora <i>(v.g.</i> Hartman, Yrle &#38; Galle Jr., 1998). Mas um dos mais interessantes trabalhos at&#233; ao momento realizados &#233; da autoria de Sweeney &#38; McFarlin (1993). Os investigadores testaram o potencial explicativo do modelo dos efeitos diferenciais, comparativamente com tr&#234;s outros modelos (primazia da justi&#231;a procedimental; aditivo; halo distributivo).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O modelo da primazia da justi&#231;a procedimental prop&#245;e que a justi&#231;a distributiva afecta directamente ambos os tipos de vari&#225;veis, mas que a procedimental tem efeitos directos sobre a distributiva. O modelo aditivo assenta na no&#231;&#227;o de que as duas facetas da justi&#231;a n&#227;o se relacionam para afectar as reac&#231;&#245;es dos empregados. Advoga que os dois tipos de justi&#231;a podem produzir efeitos independentes nessas reac&#231;&#245;es. O modelo do halo distributivo presume que a justi&#231;a distributiva tem efeitos directos e dominantes em muitas reac&#231;&#245;es dos membros organizacionais. E que, para al&#233;m disso, tamb&#233;m influencia as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a procedimental.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O material emp&#237;rico proveio de uma amostra composta por 188 engenheiros de uma organiza&#231;&#227;o de utilidade p&#250;blica, e as vari&#225;veis estudadas foram a satisfa&#231;&#227;o com a remunera&#231;&#227;o e a implica&#231;&#227;o (afectiva). Os resultados sugeriram que o modelo dos efeitos diferenciais denotava o melhor ajustamento com os dados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tamb&#233;m as investiga&#231;&#245;es conduzidas por Kim e Mauborgne (1991, 1993, 1996), no seio da tomada de decis&#227;o estrat&#233;gica, evidenciaram resultados congruentes com o modelo. Por exemplo (1996), baseados numa amostra de 119 gestores de subsidi&#225;rias de multinacionais, os investigadores verificaram que a justi&#231;a procedimental n&#227;o exercia qualquer efeito significativo sobre a satisfa&#231;&#227;o com os resultados, mas exercia-os sobre a implica&#231;&#227;o e, por via desta, sobre os comportamentos extra-papel (mais do que sobre os comportamentos de papel).<a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a> A justi&#231;a distributiva, por seu turno, n&#227;o denotava efeitos significativos sobre a implica&#231;&#227;o, mas denotava uma influ&#234;ncia positivamente significativa sobre a satisfa&#231;&#227;o.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A persist&#234;ncia deste padr&#227;o de resultados encaminhou Kim e Mauborgne (1997) para a produ&#231;&#227;o de uma abordagem te&#243;rica integrada, cujo potencial elucidativo &#233; extens&#237;vel a outros dom&#237;nios organizacionais. Os autores partiram do princ&#237;pio de que, na actual economia do conhecimento, a coopera&#231;&#227;o volunt&#225;ria e a partilha de ideias e conhecimentos s&#227;o cruciais para que as pessoas excedam as expectativas de desempenho, e as empresas ganhem o desafio da competitividade. Sucede que tais coopera&#231;&#227;o e partilha (uma esp&#233;cie de comportamentos de cidadania organizacional) implicam a exist&#234;ncia de confian&#231;a e implica&#231;&#227;o. Os procedimentos justos s&#227;o relevantes porque, efectivamente, actuam sobre essa confian&#231;a e essa implica&#231;&#227;o. Ao contr&#225;rio, a justi&#231;a distributiva apenas suscita a satisfa&#231;&#227;o, da qual <i>s&#243;</i> derivam a coopera&#231;&#227;o compuls&#243;ria e a satisfa&#231;&#227;o das expectativas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Sucede que este modelo dos efeitos diferenciais &#233; pass&#237;vel de uma expans&#227;o te&#243;rica capaz de enriquecer o caudal explicativo das duas facetas da justi&#231;a. Com efeito, a argumenta&#231;&#227;o aduzida por Lowe e Vodanovich (1995) e por Conlon (1993) confere verosimilhan&#231;a a algumas hip&#243;teses complementares que podem ser enunciadas do seguinte modo:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) Os resultados distribu&#237;dos podem ser um potente factor explicativo das reac&#231;&#245;es dos sujeitos no curto prazo, isto &#233;, logo que os resultados s&#227;o conhecidos, especialmente se forem negativos. Diferentemente, os procedimentos utilizados podem ser factores explicativos mais significativos das reac&#231;&#245;es no longo prazo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) A justi&#231;a distributiva det&#233;m maior poder explicativo das reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos em situa&#231;&#245;es de pouca familiaridade com os procedimentos, ou quando estes desconhecem a utilidade e propriedade dos procedimentos usados pela e na organiza&#231;&#227;o. Em tais casos (<i>v.g</i>. processo de recrutamento/selec&#231;&#227;o de curta dura&#231;&#227;o), os resultados adquirem maior sali&#234;ncia do que os procedimentos. Consequentemente, os indiv&#237;duos reagem em conformidade com eles, ou tomam-nos como indicadores dos procedimentos utilizados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) Quando os indiv&#237;duos t&#234;m um conhecimento mais real e detalhado dos procedimentos, s&#227;o estes que emergem como os factores predominantes na explica&#231;&#227;o de reac&#231;&#245;es como a implica&#231;&#227;o. &#201; presum&#237;vel que seja isso que ocorre quando os indiv&#237;duos t&#234;m um contacto mais duradouro e pr&#243;ximo com os mecanismos organizacionais, como pode acontecer nos processos de avalia&#231;&#227;o de desempenho, em certos processos disciplinares, ou em ajustamentos salariais.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A clareza da distin&#231;&#227;o entre a justi&#231;a procedimental e interaccional &#233; mais problem&#225;tica do que a anteriormente exposta para as facetas distributiva <i>versus</i> procedimental. Na verdade, embora a import&#226;ncia do construto da justi&#231;a interaccional seja relativamento consensual, tem ocorrido diverg&#234;ncia not&#243;ria entre os que advogam tratar-se de uma componente da justi&#231;a procedimental (a par dos aspectos estruturais) e os que propugnam pela sua independ&#234;ncia. Uma das vers&#245;es que confere ao construto um teor aut&#243;nomo assenta a sua argumenta&#231;&#227;o na necessidade de distinguir os procedimentos da sua implementa&#231;&#227;o (Bies &#38; Moag, 1986). A l&#243;gica tripartida que subjaz &#226; proposta tem o seguinte enunciado: os procedimentos organizacionais geram interac&#231;&#245;es sociais, donde emergem resultados. Pode ilustrar-se o tri&#226;ngulo com o exemplo de uma san&#231;&#227;o disciplinar: a san&#231;&#227;o propriamente dita (justi&#231;a distributiva), o processo que a determina (procedimental) e o modo como o superior a transmite, explica c justifica ao colaborador (interaccional). Um indiv&#237;duo pode considerar que a san&#231;&#245;s o processo s&#227;o justos, mas revelar percep&#231;&#245;es de baixa justi&#231;a (interaccional) devido &#224; rudeza com que o superior o aborda.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mas esta aparente clareza distintiva toma-se menos evidente quando se pensa na eventualidade de o tratamento interpessoal recebido pelo indiv&#237;duo sancionado poder influenciar (positiva ou negativamente) as suas percep&#231;&#245;es acerca da justi&#231;a da san&#231;&#227;o e do processo disciplinar que a suscitou. Talvez por isso, a vers&#227;o autonomizadora tem colidido com os contributos de alguma evid&#234;ncia emp&#237;rica. Com efeito, a inexist&#234;ncia de componentes distintas em estruturas factoriais, a rela&#231;&#227;o forte entre os aspectos estruturais e interpessoais e a similitude de consequ&#234;ncias de ambas as facetas t&#234;m convergido para que conceituados investigadores se mostrem hoje inclinados para a n&#227;o autonomiza&#231;&#227;o (Cropanzano &#38; Greenberg, 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">N&#227;o podem ser ignoradas, no entanto, as demonstra&#231;&#245;es emp&#237;ricas de que as facetas procedimental e interaccional exercem efeitos distintos sobre diversas vari&#225;veis atitudinais e comportamentais, designadamente os comportamentos de cidadania organizacional (<i>v.g</i>, Moorman, 1991; Niehoff &#38; Moorman, 1993). O facto de os resultados n&#227;o serem consistentes (no que concerne a qual das duas vertentes explica o qu&#234;) n&#227;o deve ser impeditivo de que se estabele&#231;a a discrimina&#231;&#227;o dimensionalizante, tendo em vista a pesquisa dos efeitos comparativos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mas h&#225; um elemento adicional a acrescentar, tomando o campo mais rico, se bem que menos prop&#237;cio &#224; clareza perempt&#243;ria dos construtos. Reconhe&#231;a-se que a compreens&#227;o do significado de qualquer construto implica o reconhecimento dos aspectos que o caracterizam e comp&#245;em. No que concerne &#224; justi&#231;a interaccional, &#233; poss&#237;vel identificar diversos elementos, designadamente <i>(v.g,</i> Bies <i>Se</i> Moag, 1986; Greenberg, 1993b): considera&#231;&#227;o pelos direitos das pessoas, sensibilidade &#224;s necessidades pessoais, respeito pela dignidade individual, relacionamento honesto e verdadeiro, explica&#231;&#227;o adequada das decis&#245;es e suas bases, ausculta&#231;&#227;o da opini&#227;o das pessoas, consist&#234;ncia nas decis&#245;es, fornecimento de <i>feedback</i> adequado e atempa do, avalia&#231;&#245;es baseadas em informa&#231;&#227;o exacta, imparcialidade nas decis&#245;es.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Uma fronteira pode ser desenhada no seio deste amplo leque de aspectos: a que distingue a sensibilidade social da justifica&#231;&#227;o informacional (Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Greenberg, 1993b):</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">a) A primeira categoria concerne ao grau em que o superior adopta um tratamento digno e respeitador. A evid&#234;ncia emp&#237;rica &#233; sugestiva <i>(v.g,</i> Greenberg, 1993b): quando esse tratamento ocorre, as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a s&#227;o incrementadas, o grau de aceita&#231;&#227;o das decis&#245;es aumenta, e v&#225;rias reac&#231;&#245;cs positivas emergem.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) A segunda categoria reflecte o fornecimento de informa&#231;&#245;es e a explica&#231;&#227;o/justifica&#231;&#227;o das decis&#245;es. A sua relev&#226;ncia adv&#233;m do facto de os empregados esperarem que os seus superiores lhes prestem explica&#231;&#245;es/raz&#245;es (adequadas, l&#243;gicas e sinceras) para as suas decis&#245;es, particularmente quando os resultados s&#227;o desfavor&#225;veis (Cropanzano <i>Se</i> Greenberg, 1997; Greenberg, 1993b). A tend&#234;ncia geral diagnostic&#225;vel nos estudos &#233; a de que as explica&#231;&#245;es/justifica&#231;&#245;es mitigam as reac&#231;&#245;es negativas dos indiv&#237;duos &#224;s percep&#231;&#245;es de injusti&#231;a ou resultados desfavor&#225;veis.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Um breve olhar pelos estudos permite reconhecer que um volume substancial de teoria e evid&#234;ncia emp&#237;rica n&#227;o delimita claramente as fronteiras entre as duas categorias. Mas &#233; inquestion&#225;vel que o tratamento diferenciado pode permitir testar se s&#227;o ou n&#227;o diferentes os efeitos sobre as reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos. E pode induzir alguma clareza conceptual no campo de estudo. A taxinomia de Greenberg (1993b) adquire, neste particular dom&#237;nio, uma import&#226;ncia fundamental. O investigador come&#231;ou por erigir uma posi&#231;&#227;o consonante com Mikula <i>et al.</i> (1990). A ideia b&#225;sica &#233; a de que a justi&#231;a interaccional ultrapassa a simples activa&#231;&#227;o dos procedimentos, reportando-se tamb&#233;m &#224;s decis&#245;es de afecta&#231;&#227;o dos resultados. Mais especificamente, se nela englobarmos todos os tipos de interac&#231;&#245;es e encontros, a justi&#231;a interaccional repercute aspectos procedimentais e distributivos. Desta plataforma, Greenberg construiu uma taxinomia tetrapartida, cruzando duas dimens&#245;es: o determinante focal (estrutural <i>versus</i> social) e a categoria de justi&#231;a (procedimental <i>versus</i> distributiva). Quatro classes de justi&#231;a daqui resultam: sist&#233;mica, configuracional,<a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a> informacional e interpessoal (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q1.jpg">quadro 1</a>).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">A justi&#231;a sist&#233;mica incorpora a vertente estrutural da justi&#231;a procedimental. O controlo do processo sugerido por Thibaut e Walker (1975) e algumas regras procedimentais de Leventhal (1980) inserem-se nesta categoria. A justi&#231;a configuracional reporta aos aspectos estruturais da justi&#231;a distributiva. Nela cabem as considera&#231;&#245;es relativas &#224;s regras distributivas (<i>v.g</i>, equidade, necessidade e igualdade), assim como os aspectos instrumentais que conduzem as determinados padr&#245;es de resultados. A justi&#231;a interaccional <i>lato sensu</i> desdobra-se na justi&#231;a informacional e interpessoal:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) A primeira representa os aspectos sociais da justi&#231;a procedimental. Reflecte a considera&#231;&#227;o que o decisor denota pelos indiv&#237;duos, ao inform&#225;-los dos procedimentos usados na determina&#231;&#227;o dos resultados. Por exemplo, quando o gestor explica (genu&#237;na e logicamente) a um colaborador os procedimentos que deram origem &#224; nota&#231;&#227;o de desempenho por ele obtida, &#233; esta categoria de justi&#231;a que emerge.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) A segunda incorpora os aspectos sociais da justi&#231;a distributiva. Focaliza-se nas considera&#231;&#245;es pessoais que o decisor faz relativamente aos resultados recebidos pelos indiv&#237;duos. Ocorre, por exemplo, quando o gestor mostra (genuinamente) ao indiv&#237;duo avaliado que lamenta a fraca classifica&#231;&#227;o que lhe foi concedida. Ou quando lhe pede desculpa por lhe ter sido atribu&#237;do um incremento salarial inferior ao merecido.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Parafraseando o pr&#243;prio Greenberg (1993b), &#34;uma das consequ&#234;ncias mais importantes do reconhecimento dos aspectos distributivos e procedimentais dos determinantes sociais da justi&#231;a ... &#233; a de que ela estimula a pesquisa necess&#225;ria neste dom&#237;nio. Tradicionalmente, a justi&#231;a interpessoal tem sido menos extensamente estudada do que a sua contraparte procedimental, isto &#233;, a justi&#231;a informacional. A distin&#231;&#227;o entre estas duas classes abre espa&#231;o para a realiza&#231;&#227;o de estudos que examinem com rigor os efeitos separados de cada uma. &#34; (p. 86). Esta esperan&#231;a n&#227;o era meramente especulativa. Com efeito, o pr&#243;prio Greenberg havia j&#225; realizado trabalho cient&#237;fico demonstrativo da pertin&#234;ncia da distin&#231;&#227;o conceptual. Em pesquisas atinentes aos efeitos de uma redu&#231;&#227;o remunerat&#243;ria, uma proibi&#231;&#227;o de fumar e um despedimento (cf. s&#237;ntese em Greenberg, 1993b: 87-95), um padr&#227;o similar de resultados havia sido obtido:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) As reac&#231;&#245;es negativas foram menores na condi&#231;&#227;o de justi&#231;a informacional e interpessoal elevada, e maiores quando ambos os factores eram elevados. Mais precisamente, cada tipo de justi&#231;a contribuiu aditivamente para a redu&#231;&#227;o da negatividade das reac&#231;&#245;es.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) A justi&#231;a social mitigou as potenciais reac&#231;&#245;es negativas dos indiv&#237;duos a resultados adversos ou injustos. Ou seja, &#34;a presta&#231;&#227;o de explica&#231;&#245;es rigorosas acerca dos procedimentos, acompanhadas de demonstra&#231;&#245;es de sensibilidade relativamente a situa&#231;&#245;es desagrad&#225;veis sofridas pelos empregados, reduz efectivamente ... os n&#237;veis de furto, promove a aceita&#231;&#227;o de uma proibi&#231;&#227;o de fumar por aqueles que mais s&#227;o negativamente afectados, e decresce o sentimento negativo relativamente &#224; empresa que despede&#34; (Greenberg, 1993b: 95).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Pela mira do exposto se toma vis&#237;vel que, embora a bidimensionaliza&#231;&#227;o seja extensamente reconhecida, ocorre substancial discord&#226;ncia (te&#243;rica, emp&#237;rica, especulativa...) em tomo de duas, mas semelhantes, quest&#245;es: a) a de se saber se &#233; pertinente a independentiza&#231;&#227;o das facetas procedimental e interaccional; b) a de se reconhecer como relevante o desmembramento da vertente interaccional nas facetas interpessoal e procedimental. A pesquisa cujos resultados a seguir se exp&#245;em fornece alguns elementos emp&#237;ricos adicionais neste dom&#237;nio.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Metodologia</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Recolha dos itens e elabora&#231;&#227;o do question&#225;rio</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A elabora&#231;&#227;o e valida&#231;&#227;o do instrumento de medida foi desenvolvida ao longo de v&#225;rias fases. Em primeiro lugar, e mediante revis&#227;o de literatura, procuraram-se itens representando os quatro factores que, segundo Organ (1990), s&#227;o cr&#237;ticos para as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a. Esta op&#231;&#227;o deveu-se ao facto de pretendermos desenvolver uma linha de pesquisa incidente sobre os comportamentos de cidadania organizacional, constructo de que Organ (1988, 1990,1997) &#233; um dos principais &#8212; se n&#227;o o principal &#8212; mentor e investigador. Os quatro factores s&#227;o:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) <i>Feedback:</i> a pessoa deve ter acesso a <i>feedback</i> (amplo e r&#225;pido) acerca da sua actividade organizacional.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) Recurso: a pessoa dever ter a possibilidade de apelar das decis&#245;es tomadas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) Dignidade humana: a organiza&#231;&#227;o e os superiores hier&#225;rquicos devem actuar numa l&#243;gica de respeito fundamental pela dignidade humana. &#34;Mesmo o subordinado mais incompetente e incorrig&#237;vel tem o direito de ser tratado com respeito&#34; (Organ, 1990: 98).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">d) <i>Input</i>: ao indiv&#237;duo deve ter concedida a possibilidade de fornecer <i>inputs.</i> Isso n&#227;o significa a concretiza&#231;&#227;o das regras da democracia pura, mas, simplesmente, a oportunidade para ser ouvido: &#34;Ter voz n&#227;o significa ter voto&#34; (Organ, 1990: 98).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Depois, oper&#225;mos a recolha de itens atinentes &#224; justi&#231;a distributiva. Tamb&#233;m aqui a procura dos descritores actuou fundamentalmente sobre estudos relacionados com a cidadania organizacional. Alguns dos itens a&#237; utilizados foram retirados (ou receberam influ&#234;ncia) de outras investiga&#231;&#245;es, pelo que a estas recorremos para esclarecer d&#250;vidas de redac&#231;&#227;o na l&#237;ngua portuguesa. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Tsui <i>et al.</i> (1997), cujo instrumento foi, em grande medida, constru&#237;do com base em itens provenientes de Folger e Konovsky (1989), Leventhal (1980), Lind e Tyler (1988) e Thibaut e Walker (1975).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Atendendo &#224;s diferentes formula&#231;&#245;es sem&#226;nticas utilizadas pelos v&#225;rios autores <i>(v.g.</i> afirmativa <i>versus</i> interrogativa), foi necess&#225;rio uniformiz&#225;-las (usando a formula&#231;&#227;o afirmativa). Aproveit&#225;mos para, nessa altura, proceder a alguns aperfei&#231;oamentos de sintaxe, de modo a tomar as afirma&#231;&#245;es mais claras e inequ&#237;vocas. Posteriormente, esses itens foram sujeitos a uma an&#225;lise destinada a adapt&#225;-los &#224;s condi&#231;&#245;es espec&#237;ficas de organiza&#231;&#245;es portuguesas. Procedeu-se do seguinte modo:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) Alterou-se a redac&#231;&#227;o de alguns itens, tendo em vista tom&#225;-la mais consent&#226;nea com a l&#237;ngua portuguesa. Essa tarefa foi levada a cabo, quer individualmente, quer com a ajuda de alguns colegas de trabalho.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">b) Foi elaborado um primeiro question&#225;rio, posteriormente sujeito a um pr&#233;-teste junto de oito membros de diferentes organiza&#231;&#245;es. Foram recolhidas as respectivas opini&#245;es acerca da constru&#231;&#227;o fr&#225;sica dos descritores, sua facilidade de compreens&#227;o e aplicabilidade &#224; situa&#231;&#227;o concreta dos respondentes.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Daqui resultaram algumas altera&#231;&#245;es na redac&#231;&#227;o de certos itens, assim como a elimina&#231;&#227;o dos que pretendiam avaliar os processos de avalia&#231;&#227;o de desempenho. Com efeito, alguns respondentes alegaram a inexist&#234;ncia desse processo (formal e sistem&#225;tico) nas suas organiza&#231;&#245;es, pelo que s&#243; se mantiveram os itens que o mencionavam a t&#237;tulo ilustrativo. Acresce que a escala de concord&#226;ncia (com sete op&#231;&#245;es) foi substitu&#237;da por uma escala de veracidade, com seis op&#231;&#245;es (1: <i>completamente falsa;</i>6: <i>completamente verdadeira).</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Amostras e procedimentos</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O question&#225;rio oriundo de tais altera&#231;&#245;es, composto por 53 itens, foi aplicado a uma amostra de 167 membros organizacionais. Os respondentes pertenciam a 12 organiza&#231;&#245;es, de diferentes dimens&#245;es e sectores distintos, sedeadas em v&#225;rios locais do pa&#237;s. Todas as respostas foram an&#243;nimas. Dado o seu deficiente preenchimento, foram eliminados 3 question&#225;rios, pelo que a amostra ficou reduzida a 164 respondentes.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram sujeitos a uma an&#225;lise factorial das componentes principais, com rota&#231;&#227;o <i>varimax.</i> Adoptou-se uma estrat&#233;gia de depura&#231;&#227;o destinada a produzir uma estrutura factorial /dimensional clara. Os crit&#233;rios seguidos est&#227;o descritos na sec&#231;&#227;o de resultados. Daqui resultou uma estrutura de tr&#234;s factores, integrando 31 itens.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Com base nestes itens, e no &#226;mbito de um estudo mais vasto destinado a estudar as rela&#231;&#245;es entre as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a e os comportamentos de cidadania organizacional, novo question&#225;rio foi elaborado. A amostra de que nos socorremos para test&#225;-lo continha 282 colaboradores organizacionais, oriundos de 37 organiza&#231;&#245;es (dispersas por v&#225;rios pontos do pa&#237;s), sendo que, numa delas, foram inquiridos membros de 7 unidades organizacionais, geograficamente dispersas. As respostas foram an&#243;nimas, tendo sido solicitado aos respondentes que no-las entregassem dentro de sobrescrito fechado, previamente entregue para o efeito.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os sectores a que pertenciam as organiza&#231;&#245;es englobam, designadamente, a metalomec&#226;nica, moldes, equipamento de cozinha, mobili&#225;rio, produ&#231;&#227;o e distribui&#231;&#227;o de electricidade, corti&#231;a, constru&#231;&#227;o de motociclos, cer&#226;mica, ind&#250;stria de abrasivos, produtos cosm&#233;ticos e de higiene, alimentar, aglomerados de madeira. As &#225;reas funcionais tamb&#233;m s&#227;o diversas, nomeadamente: administrativa, financeira, <i>marketing</i>, comercial, fabril, manuten&#231;&#227;o, log&#237;stica, inform&#225;tica, recursos humanos, qualidade, assessoria de administra&#231;&#227;o/ger&#233;neia.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a execu&#231;&#227;o de nova an&#225;lise factorial das componentes principais, e reiterada a estrutura tridimensionalizada anteriormente obtida, os dados foram sujeitos a an&#225;lises factoriais confirmat&#243;rias (com o recurso ao LISREL, e com base no m&#233;todo da m&#225;xima verosimilhan&#231;a). Foram comparados quatro modelos: um &#250;nico factor, dois factores (afecta&#231;&#227;o dos itens referentes &#224;s vertentes procedimental e interaccional no mesmo factor), tr&#234;s factores (de acordo com a estrutura obtida no estudo piloto), e quatro factores (os itens interaccionais repartidos por uma dimens&#227;o interpessoal e outra informacional).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Resultados</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>An&#225;lise factorial explorat&#243;ria</i></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os dados obtidos no estudo explorat&#243;rio foram sujeitos a uma an&#225;lise factorial de componentes principais com rota&#231;&#227;o <i>varimax.</i> A aplica&#231;&#227;o desta t&#233;cnica revelou-se pertinente (KMO: 0,746; teste de esfericidade de Bartlett: 10512,09, p=0,000). Envered&#225;mos, depois, por um processo iterativo de depura&#231;&#227;o, destinado a obter uma estrutura factorial clara.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em primeiro lugar, a escolha do n&#250;mero de factores foi feita de acordo com o teste gr&#225;fico (Cattell, 1966). Com efeito, embora o crit&#233;rio de Kaiser (escolha dos factores com valores pr&#243;prios superiores a 1) seja mais comum e frequentemente sugerido como mais apropriado (<i>v.g.</i> Bobko, 1990: 663; Ford <i>et al,</i> 1986: 294; Kim &#38; Mueller, 1978b: 49), o seu uso suscitou-nos v&#225;rios factores saturados apenas por um ou dois itens, da&#237; advindo dificuldades relacionadas com a fidedignidade das escalas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Acresce que, segundo Bryman &#38; Cramer (1990), o crit&#233;rio de Kaiser tem sido recomendado para situa&#231;&#245;es em que o n&#250;mero de vari&#225;veis &#233; menor do que 30, e a m&#233;dia das comunalidades &#233; maior do que 0,70; ou quando o n&#250;mero de indiv&#237;duos da amostra &#233; superior a 250 e a comunalidade m&#233;dia &#233; maior ou igual a 0,60. Ora, a considera&#231;&#227;o destes elementos sugeriu a inaplicabilidade desse crit&#233;rio aos nossos dados. Ademais, alguns investigadores prop&#245;em que se examinem estruturas factoriais com diferentes n&#250;meros de factores, at&#233; se encontrar a solu&#231;&#227;o mais interpret&#225;vel (Hakstian <i>et al,</i> 1982; Ford <i>et al,</i> 1986: 295; Kim &#38; Mueller, 1978a). Ora, as v&#225;rias tentativas feitas redundaram na conclus&#227;o de que tal ocorria perante uma estrutura de tr&#234;s factores.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em segundo lugar, seleccion&#225;mos, para cada factor, os itens com satura&#231;&#245;es superiores a 0,50. Em terceiro lugar, foram eliminados os itens cujas satura&#231;&#245;es eram superiores a 0,40 em mais do que um factor.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Deste processo resultaram 31 itens (KMO: 0,879; teste de esfericidade de Bartlett: 5348,41, p=0,000), dando origem a tr&#234;s factores (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q2.jpg">quadro 2</a>), explicando 67,4% da vari&#226;ncia total. A sua interpreta&#231;&#227;o &#233; muito clara, j&#225; que representam inequivocamente as tr&#234;s dimens&#245;es de justi&#231;a mais comummente referidas na literatura: distributiva, procedimental e interaccional. N&#227;o foi, pois, dif&#237;cil &#34;dar o nome aos beb&#233;s&#34; (Bobko, 1990: 660).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">a) O factor 1 integra inequivocamente itens de natureza distributiva. O seu conte&#250;do refere-se aos resultados obtidos pelos indiv&#237;duos, seja no que concerne especificamente ao sal&#225;rio, seja no que respeita &#224;s recompensas em geral. O &#250;nico item que satura um factor teoricamente pertencente a outra dimens&#227;o &#233; o n.&#176;32. Esse item &#34;deveria&#34; saturar o factor 3 (justi&#231;a procedimental), mas associa-se fortemente ao factor 1 (justi&#231;a distributiva). E poss&#237;vel que os indiv&#237;duos percepcionem que o sal&#225;rio recebido est&#225; intrinsecamente associado com o processo que o gera. Por exemplo, as pessoas podem considerar que a injusti&#231;a do sal&#225;rio se deve a um processo injusto; ou que um processo injusto gera necessariamente uma remunera&#231;&#227;o injusta.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) O factor 2 &#233; indubitavelmente reflexo da justi&#231;a interaccional, e engloba aspectos claramente atinentes &#224; sensibilidade social <i>(v.g.</i> itens n.<sup>os</sup> 3, 25,42) e &#224; justifica&#231;&#227;o informacional <i>(v.g. itens</i> n.<sup>os</sup> 30, 31).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) O factor 3 representa aspectos procedimentais cujas designa&#231;&#245;es est&#227;o a coberto de categorias como o mecanismo de apelo <i>(v.g.</i> item n.&#176; 11; <i>v.g.</i> Cropanzano &#38; Konovsky, 1995; Bies <i>et al.,</i> 1993; Farh <i>et al,</i> 1997; Leventhal, 1980), <i>feedback</i> informativo e atempado <i>(v.g.</i> item n.&#176; 12; <i>v.g.</i> Gilliland, 1993) e <i>voice</i> ou participa&#231;&#227;o no processo <i>(v.g.</i> itens n.<sup>os</sup> 16,48; <i>v.g.</i> Leventhal, 1980; Gilliland, 1993; Tyler <i>et al,</i> 1985; Cawley <i>et al,</i> 1998).</font></p>           <p><font face="Verdana" size="2">Os coeficientes de consist&#234;ncia interna atinentes aos itens mais representativos de cada factor s&#227;o elevados (Nunnaly, 1978). De modo a testarmos a sua estabilidade, lev&#225;mos a cabo dois procedimentos. Primeiro: usando uma rotina do SPSS, seleccion&#225;mos tr&#234;s amostras aleat&#243;rias de dimens&#227;o aproximada de 50% da amostra original, e ent&#227;o calcul&#225;mos, para cada uma delas, os alfas de Cronbach. Segundo: oper&#225;mos, para cada factor, tr&#234;s diferentes combina&#231;&#245;es aleat&#243;rias de cinco itens. Os resultados constam do <a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q3.jpg">quadro 3</a>, e revelam que os valores dos alfas mant&#234;m uma grande estabilidade face aos &#34;originais&#34;, independemente dos indiv&#237;duos que comp&#245;em a amostra, e quaisquer que sejam as combina&#231;&#245;es aleat&#243;rias dos itens.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2"><i>An&#225;lise factorial confirmat&#243;ria</i></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Antes de executarmos as an&#225;lises factoriais confirmat&#243;rias, procedemos a nova factorializa&#231;&#227;o de componentes principais. A estrutura factorial obtida sobrep&#244;s-se quase inteiramente &#224; obtida no estudo piloto. As duas &#250;nicas excep&#231;&#245;es relacionaram-se com os itens n.<sup>os</sup> 34 e 38: as suas satura&#231;&#245;es mais salientes, para al&#233;m de baixas, incidiam sobre factores distintos dos iniciais. Foram retirados da an&#225;lise. Os coeficientes de consist&#234;ncia interna ficaram assim distribu&#237;dos: justi&#231;a distributiva (0,97,12 itens), procedimental (0,75, 5 itens) e interaccional (0,93,11 itens).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A primeira an&#225;lise confirmat&#243;ria foi executada com os 31 itens remanescentes da an&#225;lise explorat&#243;ria, &#224; luz do modelo tripartido. Os &#237;ndices de ajustamento n&#227;o se revelaram satisfat&#243;rios (<i>v.g</i>. RMSEA: 0,09; GFI: 0,76; AGFI: 0,73; CFI: 0,88). Foram ent&#227;o removidos alguns itens, de acordo com os valores dos &#237;ndices de modifica&#231;&#227;o e dos res&#237;duos estandardizados (Joreskog &#38; Sorbom, 1993; Byme, 1998), at&#233; se alcan&#231;ar um modelo cujos &#237;ndices de ajustamento fossem claramente satisfat&#243;rios. O modelo emergente est&#225; exposto na <a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q4.jpg">quadro 4</a>, sendo poss&#237;vel diagnosticar-lhe &#237;ndices de ajustamento bastante satisfat&#243;rios (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q5.jpg">quadro 5</a>). Os coeficientes de consist&#234;ncia interna s&#227;o elevados e sempre superiores aos sugeridos por Nunnaly (1978).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Para obtermos elementos adicionais de valida&#231;&#227;o, compar&#225;mos esse modelo com um modelo monofactorial (os 14 itens foram atribu&#237;dos a um s&#243; factor), e um bifactorial (os itens procedimentais e interaccionais foram agregados num s&#243; factor, contendo o outro os descritores distributivos). Os &#237;ndices de ajustamento desses dois modelos alternativos s&#227;o insatisfat&#243;rios (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q5.jpg">quadro 5</a>). Finalmente, test&#225;mos uma estrutura tetrafactorial. O procedimento desenvolveu-se em tr&#234;s passos:</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">a) Retivemos os descritores distributivos e procedimentais remanescentes da an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria tripartida.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) Retom&#225;mos os 12 itens interaccionais remanescentes da an&#225;lise factorial explorat&#243;ria.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) Cindimos estes 12 descritores em dois factores, de acordo com a sua sem&#226;ntica interpessoal ou informacional.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a remo&#231;&#227;o de alguns itens, &#224; luz dos &#237;ndices de modifica&#231;&#227;o e dos res&#237;duos estandardizados (Joreskog &#38; Sorbom, 1993; Byrne, 1998), foi poss&#237;vel alcan&#231;ar um modelo cujos &#237;ndices de ajustamento assumiram cifras bastante satisfat&#243;rias (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q5.jpg">quadro 5</a>). As satura&#231;&#245;es factoriais situam-se entre 0,63 e 0,93, e as consist&#234;ncias internas cifram-se em 0,88 (justi&#231;a informacional, 4 itens) e 0,84 (justi&#231;a interpessoal, 3 itens). &#201; vis&#237;vel que os &#237;ndices de ajustamento do modelo tripartido s&#227;o melhores do que estes &#250;ltimos, mas as diferen&#231;as s&#227;o modestas.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Discuss&#227;o e conclus&#245;es</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">V&#225;rias refer&#234;ncias merecem ser feitas aos resultados expostos. A primeira respeita ao facto de a estrutura dimensional tripartida se ajustar satisfatoriamente aos dados. Em geral, as propriedades psicom&#233;tricas das escalas s&#227;o bastante satisfat&#243;rias. Por conseguinte, parece indubit&#225;vel que os membros organizacionais detectam, no seu campo perceptual, a autonomia dos aspectos interaccionais da justi&#231;a relativamente aos aspectos procedimentais estruturais. O dado permite lan&#231;ar alguma luz sobre a necessidade/pertin&#234;ncia de se autonomizar a justi&#231;a interaccional relativamente &#224; procedimental em sentido estrito (<i>v.g</i>. Bies &#38; Moag, 1986; Greenberg &#38; McCarty, 1990; Skarlicki &#38; Folger, 1997; Tyler &#38; Bies, 1990; Theot&#243;nio &#38; Vala, 1999; Caetano &#38; Vala, 1999), e contraria alguns dados emp&#237;ricos e propostas te&#243;ricas que propugnam pela n&#227;o-autonomiza&#231;&#227;o <i>{v.g.</i> Cropanzano &#38; Randall, 1993; Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Sousa &#38; Vala, 1999).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No entanto, a evid&#234;ncia produzida parece n&#227;o captar a distin&#231;&#227;o entre as duas vertentes da justi&#231;a interaccional: sensibilidade social e justifica&#231;&#227;o informacional <i>(v.g.</i> Greenberg, 1993b; Cropanzano &#38; Greenberg, 1997). Ademais, se &#233; certo que na dimens&#227;o explorat&#243;ria s&#227;o discem&#237;veis cinco itens de natureza clara ou tendencialmente informacional (n.<sup>os</sup> 26, 29, 30, 37 e 51), na dimens&#227;o factorial confirmat&#243;ria detectam-se, quase exclusivamente, aspectos interpessoais ou de sensibilidade social. Com efeito, apenas o item n.&#176; 51 poder&#225; ser inequivocamente inclu&#237;do na categoria de &#34;justi&#231;a informacional&#34; (<a href="/img/revistas/psi/v14n2/14n2a10q4.jpg">quadro 4</a>). Uma das eventuais raz&#245;es para esta ocorr&#234;ncia pode dever-se &#224; pequena representatividade de itens abrig&#225;veis sob esta categoria (cerca de 30%, dentro da categoria interaccional) na bateria inicial de itens. N&#227;o pode deixar de reflectir-se, contudo, sobre a poss&#237;vel real tend&#234;ncia dos membros organizacionais inquiridos para n&#227;o discernirem entre ambos os aspectos.</font></p>          
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Sucede que, como &#233; ali&#225;s relativamente comum, os resultados oferecidos pelos procedimentos estat&#237;sticos usados s&#227;o determinados, em certa medida, pelas op&#231;&#245;es seguidas e as hip&#243;teses aventadas. Quando novas perspectivas s&#227;o lan&#231;adas sobre os dados, &#233; poss&#237;vel descortinar, por vezes, novos perfis emp&#237;ricos. No que concerne &#224; factorializa&#231;&#227;o, esta eventualidade pode emergir com alguma frequ&#234;ncia, pois as op&#231;&#245;es de escolha do n&#250;mero de factores cont&#234;m uma dose assinal&#225;vel de subjectividade <i>(v.g.</i> Podsakoff <i>et al,</i> 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A pertin&#234;ncia do argumento que acaba de ser exposto &#233; facilmente afer&#237;vel se atentarmos nos resultados da an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria com quatro factores. Na verdade, os &#237;ndices de ajustamento do modelo tripartido s&#227;o mais satisfat&#243;rios do que estes &#250;ltimos. Mas as diferen&#231;as s&#227;o modestas, e sempre nos incitam a pensar nas estruturas dimensionais/factoriais que poder&#227;o emergir de outras amostras e/ou composi&#231;&#245;es amostrais.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Daqui resulta uma outra perspectiva dos dados, que proporciona elementos mais precisos acerca da autonomiza&#231;&#227;o que os indiv&#237;duos estabelecem entre as v&#225;rias facetas da justi&#231;a. Futuras pesquisas poder&#227;o considerar simultaneamente os modelos trifactoriais e tetrafactoriais, tendo em vista investigar se a parti&#231;&#227;o da dimens&#227;o interaccional em dois factores permite obter vari&#226;ncias explicadas superiores ao poder preditivo suscitado por um s&#243; factor.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">H&#225;, todavia, elementos adicionais de reflex&#227;o que importa mencionar. Primeiro: devido &#224; inexist&#234;ncia de processos formais de avalia&#231;&#227;o de desempenho em algumas das organiza&#231;&#245;es de proveni&#234;ncia dos inquiridos, foi necess&#225;rio remover do question&#225;rio os itens respectivos. Um tal processo &#233; relativamente comum em pa&#237;ses como os EUA, mas menos frequente em empresas portuguesas, especialmente de pequena e m&#233;dia dimens&#227;o. O dado &#233; relevante porque fornece pistas de reflex&#227;o sobre a necessidade de adaptar os instrumentos de medida dos constructos com relev&#226;ncia organizacional &#224;s culturas nacionais espec&#237;ficas. <i>A fortiori, </i>lembra-nos a necessidade de adoptar medidas ajust&#225;veis &#224;s diferentes organiza&#231;&#245;es ou sectores de actividade, mesmo que inseridos em contextos nacionais e empresariais similares. &#201; inquestion&#225;vel que desta constata&#231;&#227;o s&#243; pode resultar a no&#231;&#227;o de que, efectivamente, as medidas padronizadas s&#227;o de dif&#237;cil, ou mesmo imposs&#237;vel, aplica&#231;&#227;o universal. Parece, por conseguinte, mais plaus&#237;vel envidar esfor&#231;os para a adop&#231;&#227;o de medidas semipadronizadas, tal como foi advogado por Greenberg (1993a).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Segundo elemento: a necess&#225;ria valida&#231;&#227;o do instrumento de medida aqui reportado sugere que se proceda a estudos que relacionem as vertentes dimensionais aqui detectadas (tr&#234;s e/ou quatro) com vari&#225;veis-crit&#233;rio que se t&#234;m revelado pertinentes em estudos decifr&#225;veis na literatura <i>(v.g.</i> comportamentos de cidadania organizacional, desempenho individual, absentismo, <i>turnover,</i> satisfa&#231;&#227;o, reac&#231;&#245;es aos despedimentos, comportamentos retaliat&#243;rios, implica&#231;&#227;o organizacional).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Terceiro: a especificidade de algumas organiza&#231;&#245;es ou tipos de organiza&#231;&#245;es pode aconselhar que futuros estudos perfilhem, &#224; partida, os 31 itens emergentes da an&#225;lise factorial explorat&#243;ria &#8212; e n&#227;o apenas os acolhidos na an&#225;lise confirmat&#243;ria. Uma tal op&#231;&#227;o permitir&#225; testar quais os itens que ficar&#227;o retidos aquando do processo de depura&#231;&#227;o execut&#225;vel durante a fase confirmat&#243;ria. &#201; plaus&#237;vel que o elenco mais vasto de 31 itens possa representar uma bateria b&#225;sica onde (alguns) investigadores se possam suprir para levarem a cabo as suas pesquisas em organiza&#231;&#245;es espec&#237;ficas <i>(v.g.</i> administra&#231;&#227;o p&#250;blica).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Quarto: devido ao car&#225;cter relativamente profuso da origem dos itens recolhidos na literatura, os resultados sugerem, tamb&#233;m, que sejam feitas tentativas de valida&#231;&#227;o &#224; escala internacional.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Uma men&#231;&#227;o final e sum&#225;ria: o instrumento proposto revela boas propriedades psicom&#233;tricas, embora n&#227;o seja inequ&#237;voca a pertin&#234;ncia da dimensionaliza&#231;&#227;o tripartida relativamente &#224; tetrapartida. Novos estudos de valida&#231;&#227;o s&#227;o necess&#225;rios, especialmente com o fito de pesquisar o poder explicativo que as dimens&#245;es de justi&#231;a assim medidas podem proporcionar para o entendimento de diversas reac&#231;&#245;es atitudinais e comportamentais dos membros organizacionais.</font></p>          <p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Abrahamson, E. (1996). Management fashion. <i>Academy of Management Review, 21(1),</i> 254-285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485189&pid=S0874-2049200000020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Adams, J. S. (1965). Inequity in social exchange. In L. Berkowitz (Ed.), <i>Advances in experimental social psychology</i> (vol. 2, pp. 267-299). Nova Iorque: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485191&pid=S0874-2049200000020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alexander, S. &#38; Ruderman, M. (1987). The role of procedural and distributive justice in organizational behavior. <i>Social Justice Research, 1(2),</i> 77-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485193&pid=S0874-2049200000020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Balkin, D. B., Gomez-Mejia &#38; Luis R. (1990). Matching compensation and organizational strategies. <i>Strategic Management Journal, 11,</i>153-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485195&pid=S0874-2049200000020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Bies, R. J. &#38; Moag, J. S. (1986). Interactional justice: communication criteria of fairness. In R. J. Lewicki, B. H. Sheppard &#38; M. H. Bazerman (Eds.), <i>Research on negotiation in organizations,</i> (vol. 1, pp. 43-55). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bies, R. J., Martin, C. L., &#38; Brockner, J. (1993). Just laid off, but still a &#34;good citizen?&#34; Only if the process is fair. <i>Employee Responsibilities and Rights Journal, 6(3),</i> 227-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485198&pid=S0874-2049200000020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bloom, M. (1999). The performance effects of pay dispersions on individuals and organizations. <i>Academy of Management Journal, 42(1),</i> 25-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485200&pid=S0874-2049200000020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Bobko, P. (1990). Multivariate correlational analysis. In M. V. Dunnette &#38; L. M. Hough (Eds.), <i>Handbook of Industrial and Organizational Psychology</i> (pp. 637-686). Palo Alto, California: Consulting Psychologists Press.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brief, A. P. &#38; Motowidlo, S. J. (1986). Prosocial organizational behaviors. <i>Academy of Management Review, 10,</i> 710-725.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485203&pid=S0874-2049200000020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brockner, J. &#38; Siegel, P. (1996). Understanding the interaction between procedural and distributive justice. The role of the trust. In R. M. Kramer &#38; T. R. Tyler (Eds.), <i>Trust in organizations: frontiers of theory and research</i> (pp. 390-413). Thousand Oaks: SAGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485205&pid=S0874-2049200000020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brockner, J. &#38; Wiesenfeld, B. M. (1996). An integrative framework for explaining reactions to decisions: Interactive effects of outcomes and procedures. <i>Psychological Bulletin, 120(2),</i> 189-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485207&pid=S0874-2049200000020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brockner, J.; Tyler, T. R. &#38; Cooper-Schneider, R. (1992). The influence of prior commitment to an institution on reactions to perceived unfairness: The higher they are, the harder they fall. <i>Administrative Science Quarterly, 37,</i>241-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485209&pid=S0874-2049200000020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bryman, A. &#38; Cramer, D. (1990). <i>Quantitative Data Analysis for Social Scientists.</i> Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485211&pid=S0874-2049200000020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Byrne, B. M. (1998). <i>Structural Equation Modeloing with Lisrel, Prelis, and Simplis.</i> Londres: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485213&pid=S0874-2049200000020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Caetano, A. &#38; Vala, J. (1999). Efeitos da justi&#231;a organizacional percebida sobre a satisfa&#231;&#227;o no trabalho e as op&#231;&#245;es comportamentais. <i>Psicologia, XII(1-2):</i> 75-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485215&pid=S0874-2049200000020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cawley, B. D., Keeping, L. M. &#38; Levy, P. E. (1998). Participation in the performance appraisal process and employee reactions: A meta-analytic review of field investigations. <i>Journal of Applied Psychology, 83(4),</i> 615-633.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485217&pid=S0874-2049200000020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Conlon, D. E. (1993). Some tests of the self-interest and group-value models of procedural justice: Evidence from an organizational appeal procedure. <i>Academy of Management Journal, 36(5),</i> 1109-1124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485219&pid=S0874-2049200000020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cowherd, D. M. &#38; Levine, D. I. (1992). Product quality and pay equity between lower-level employees and top management: An investigation of distributive justice theory. <i>Administrative Science Quarterly, 37,</i> 302-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485221&pid=S0874-2049200000020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cropanzano, R. &#38; Greenberg, J. (1997). Progress in organizational justice: Tunneling through the maze. In C. L. Cooper &#38; I. T. Robertson (Eds.), <i>International Review of Industrial and Organizational Psychology</i> (vol. 12, pp. 317-372). Chichester: John Wiley &#38; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485223&pid=S0874-2049200000020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cropanzano, R. &#38; Konovsky, M. A. (1995). Resolving the justice dilema by improving the outcomes: The case of employee drug screening. <i>Journal of Business and Psychology, 10(2),</i> 221-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485225&pid=S0874-2049200000020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dittrich, J. E. &#38; Carrell. M. R. (1979). Organizational equity perceptions, employee job satisfaction and departmental absence and turnover rates. <i>Organizational Behavior and Human Performance, 24,</i> 29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485227&pid=S0874-2049200000020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Farh, J., Earley, P. C. &#38; Lin, S. (1997). Impetus for action: A cultural analysis of justice and organizational citizenship behavior in Chinese society. <i>Administrative Science Quarterly, 42,</i> 421-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485229&pid=S0874-2049200000020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Folger, R. &#38; Konovsky, M. A. (1989) Effects of procedural and distributive justice on reactions to pay raise decisions. <i>Academy of Management Review, 32(1),</i> 115-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485231&pid=S0874-2049200000020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ford, J. K., MacCallum, R. C. &#38; Tait, M. (1986). The application of exploratory factor analysis in applied psychology: A critical review and analysis. <i>Personnel Psychology, 39,</i> 291-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485233&pid=S0874-2049200000020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gilliland, S. W. (1993). The perceived fairness of selection systems: An organizational justice perspective. <i>Academy of Management Review, 18(4),</i> 694-734.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485235&pid=S0874-2049200000020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. &#38; McCarty, C. L. (1990). The interpersonal aspects of procedural justice: A new perspective on pay fairness. <i>Labor Law Journal, 41,</i> 580-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485237&pid=S0874-2049200000020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1990). Organizational justice: Yesterday, today and tomorrow. <i>Journal of Management, 16,</i> 399-432.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485239&pid=S0874-2049200000020001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1993a). The intelectual adolescence of organizational justice: You&#39;ve come a long way, maybe. <i>Social Justice Research, 6(1),</i> 135-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485241&pid=S0874-2049200000020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1993b). The social side of fairness: interpersonal and informational classes of organizational justice. In R. Cropanzano (Ed.), <i>Justice in the workplace: Approaching fairness in human resource management</i> (pp. 79-103). Hillsdale, N. J.: Erlbaum.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hakstian, A. R., Rogers, W. T. &#38; Cattell, R. B. (1982). The behavior of number-of-factors rules with simulated data. <i>Multivariate Behavioral Research, 17,</i>193-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485244&pid=S0874-2049200000020001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hartman, S. J., Yrle, A. C., &#38; Galle Jr., W. R G. (1998). Equity in a university setting: Examining procedural and distributive justice. <i>International Journal of Management, 15(1),</i> 3-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485246&pid=S0874-2049200000020001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Hulin, C. L. (1991). Adaptation, persistence, and commitment in organizations. In M. D. Dunnette &#38; L. M. Hough (Eds.), <i>Handbook of industrial and organizational psychology </i>(2.<sup>a</sup> ed., vol. 2, pp. 445-506), Palo Alto, CA: Consulting Publishing Press.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Joreskog, K. &#38; Sorbom, D. (1993). <i>Lisrel 8: Structural Equation Modeling with the Simplis Command Language.</i> Scientific Software International.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485249&pid=S0874-2049200000020001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Kim, J. &#38; Mueller, C. W. (1978a). <i>Factor analysis: Statistical methods and practical issues.</i> Beverly Hills, CA: SAGE.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Kim, J. &#38; Mueller, C. W. (1978b). <i>Introduction to factor analysis: What it is and how to do it.</i> Beverly Hills, CA: SAGE.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C. &#38; Mauborgne, R. A. (1991). Implementing global strategies: The role of procedural justice. <i>Strategic Management Journal, 12,</i>125-143.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485253&pid=S0874-2049200000020001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C. &#38; Mauborgne, R. A. (1993). Procedural justice, attitudes, and subsidiary top management compliance with multinationals&#39; corporate strategic decisions. <i>Academy of Management Journal, 36(3),</i> 502-526.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485255&pid=S0874-2049200000020001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C. &#38; Mauborgne, R. A. (1996). Procedural justice and managers&#39; in-role and extra-role behavior: The case of the multinational. <i>Management Science, April, </i>499-515.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485257&pid=S0874-2049200000020001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C. &#38; Mauborgne, R. A. (1997). Fair process: Managing in the knowledge economy. <i>Harvard Business Review, 75(4),</i> 65-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485259&pid=S0874-2049200000020001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Konovsky, M. A. &#38; Pugh, S. D. (1994). Citizenship behavior and social exchange. <i>Academy of Management Journal, 37 (3),</i> 656-669.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485261&pid=S0874-2049200000020001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Koorsgard, M. A., Schweiger, D. M. &#38; Sapienza, H. J. (1995). Building commitment, attachment, and trust in strategic decision-making teams: The role of procedural justice. <i>Academy of Management Journal, 38,</i> 60-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485263&pid=S0874-2049200000020001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leventhal, G. S. (1980). What should be done with equity theory? New approaches to the study of fairness in social relationships. In K. S. Gergen, M. S. Greenberg &#38; R. H. Willis (Eds.),.<i>Social exchange: advances in theory and research</i> (pp. 27-55). Nova Iorque: Plenum Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485265&pid=S0874-2049200000020001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lind, E. A. &#38; Tyler, T. R. (1988). <i>The social psychology of procedural justice.</i> Nova Iorque: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485267&pid=S0874-2049200000020001000043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lowe, R. H. &#38; Vodanovich, S. J. (1995). A field study of distributive and procedural justice as predictors of satisfaction and organizational commitment. <i>Journal of Business and Psychology, 10(1),</i> 99-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485269&pid=S0874-2049200000020001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Markus, Keith A. (1999). Integrity concepts versus integrity constructs.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485271&pid=S0874-2049200000020001000045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Paper presented <i>at the</i> 207<sup>th</sup> Annual Convention of the American Psychological Association., Boston, Massachusetts, 20-24, August.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McFarlin, D. B. &#38; Sweeney, P. D. (1992). Distributive and procedural justice as predictors of satisfaction with personal and organizational outcomes. <i>Academy of Management Journal, 35(3),</i> 626-637.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485273&pid=S0874-2049200000020001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McNeely, B. &#38; Meglino, B. M. (1994). The role of dispositional and situational antecedents in prosocial organizational behavior: An examination of the intended b&#233;n&#233;ficiaires of prosocial behavior. <i>Journal of Applied Psychology, 79(6), </i>836-844.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485275&pid=S0874-2049200000020001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mikula, G., Petri, B. &#38; Tanzer, N. (1990). What people regard as unjust: Types and structures of everyday experiences of injustice. <i>European Journal of Social Psychology, 20,</i>133-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485277&pid=S0874-2049200000020001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H. (1991). Relationship between organizational justice and organizational citizenship behaviors: Do fairness perceptions influence employee citizenship? <i>Journal of Applied Psychology, 76,</i> 845-855.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485279&pid=S0874-2049200000020001000049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H. Blakely, G. L. &#38; Niehoff, B. P. (1998). Does perceived organizational support mediate the relationship between procedural justice and organizational citizenship behavior? <i>Academy of Management Journal, 41(3),</i> 351-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485281&pid=S0874-2049200000020001000050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H., Niehoff, B. P. &#38; Organ, D. W. (1993). Treating employees fairly and organizational citizenship behavior: Sorting the effects of job satisfaction, organizational commitment, and procedural justice. <i>Employee Responsabilities and Rights Journal, 6(3),</i> 209-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485283&pid=S0874-2049200000020001000051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mossholder, K. W. Bennett, N. &#38; Martin, C. (1998). A multilevel analysis of procedural justice context. <i>Journal of Organizational Behavior, 19,</i>131-141.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485285&pid=S0874-2049200000020001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Netemeyer, R. G., Boles, J. S., Mckee, D. O. &#38; McMurrian, R. (1997). An investigation into the antecedents of organizational citizenship behaviors in a personal selling context. <i>Journal of Marketing, 61,</i> 85-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485287&pid=S0874-2049200000020001000053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Niehoff, B. P. &#38; Moorman, R. H. (1993). Justice as a mediator of the relationship between methods of monitoring and organizational citizenship behavior. <i>Academy of Management Journal, 36(3),</i> 527-556.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485289&pid=S0874-2049200000020001000054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nunnaly, J. C. (1978). <i>Psychometric theory</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Nova Iorque: McGraw-Hill</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485291&pid=S0874-2049200000020001000055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1988). <i>Organizational citizenship behavior: The good soldier syndrome.</i> Lexington, MA: Lexington Books.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1990). The subtle significance of job satisfaction. <i>Clinical Laboratory Management Review, 4(1),</i> 94-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485293&pid=S0874-2049200000020001000057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Organ, D. W. (1997). Organizational citizenship behavior: Its construct clean-up time. <i>Human Performance, 10(2),</i> 85-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485295&pid=S0874-2049200000020001000058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pfeffer, J. &#38; Langton, N- (1993). The effect of wage dispersion on satisfation, productivity, and working collaboratively: Evidence from college and university faculty. <i>Administrative Science Quarterly, 38,</i> 382-407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485297&pid=S0874-2049200000020001000059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Podsakoff, P. M., Ahearne, M. &#38; MacKenzie, S. B. (1997). Organizational citizenship behavior and the quantity and quality of work group performance. <i>Journal of Applied Psychology, 82,</i> 262-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485299&pid=S0874-2049200000020001000060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Schaubroeck, <i>J.,</i> May D. R. &#38; Brown, F. W. (1994). Procedural justice explanations and employee reactions to economic hardship: A field experiment. <i>Journal of Applied Psychology, 79(3),</i> 455-460.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485301&pid=S0874-2049200000020001000061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Schwarzwald, <i>J.,</i> Koslowsky M. &#38; Shalit, B. (1992). A field study of employees&#39; attitudes and behaviors after promotion decisions. <i>Journal of Applied Psychology, 77,</i> 511-514.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485303&pid=S0874-2049200000020001000062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Shepard, B. H., Lewicki, R. J. &#38; Minton, J. W. (1992). <i>Organizational justice: The search for fairness in the workplace.</i> Nova Iorque: Lexington Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485305&pid=S0874-2049200000020001000063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P. &#38; Folger, R. (1997). Retaliation in the workplace: The roles of distributive, procedural, and interactional justice. <i>Journal of Applied Psychology, 82(3),</i> 434-443.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485307&pid=S0874-2049200000020001000064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P. &#38; Latham, G. P. (1996). Increasing citizenship behavior within a labor union: A test of organizational justice theory. <i>Journal of Applied Psychology, 81(2), </i>161-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485309&pid=S0874-2049200000020001000065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P. &#38; Latham, G. P. (1997). Leadership training in organizational justice to increase citizenship behavior within a labor union: A replication. <i>Personnel Psychology, 50,</i> 617-633.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485311&pid=S0874-2049200000020001000066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. R, Folger, R. &#38; Tesluk, P. (1999). Personality as a moderator in the relationship between fairness and retaliation. <i>Academy of Management Journal, 42(1),</i> 100-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485313&pid=S0874-2049200000020001000067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sousa, F. H. &#38; Vala, J. (1999). Justi&#231;a nas organiza&#231;&#245;es: O modelo do valor do grupo e as orienta&#231;&#245;es comportamentais face &#224; mudan&#231;a. <i>Psicologia, XII(1-2): 25-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485315&pid=S0874-2049200000020001000068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Spencer, D. G. (1986). Employee voice and employee retention. <i>Academy of Management Journal, 29(3),</i> 488-502.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485317&pid=S0874-2049200000020001000069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sweeney, P. D. &#38; McFarlin, D. B. (1993). Workers&#39; evaluations of the &#39;ends&#39; and the &#39;means&#39;: An examination of four models of distributive and procedural justice. <i>Organizational Behavior and Human Decision Processes, 55,</i> 23-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485319&pid=S0874-2049200000020001000070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sweeney, P. D. &#38; McFarlin, D. B. (1997). Process and outcome: gender differences in the assessment of justice. <i>Journal of Organizational Behavior, 18,</i>83-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485321&pid=S0874-2049200000020001000071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Taylor, M. S., Tracy, K. B., Renard, M. K., Harrison, J. K., &#38; Carroll, S. J. (1995). Due process in performance appraisal: a quasi-experiment in procedural justice. <i>Administrative Science Quarterly, 40,</i> 495-523.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485323&pid=S0874-2049200000020001000072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Theot&#243;nio, S. A. &#38; Vala, J. (1999). A experi&#234;ncia de justi&#231;a e injusti&#231;a nas organiza&#231;&#245;es: Um estudo qualitativo. <i>Psicologia, XII(1-2):</i> 53-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485325&pid=S0874-2049200000020001000073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Thibaut, J. &#38; Walker, J. (1975). <i>Procedural justice: a psychological analysis.</i> Hillsdale, N. J.: Erlbaum.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Thibaut, J. &#38; Walker, L. (1978). A theory of procedure. <i>California Law Review, 66,</i> 541-566.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485328&pid=S0874-2049200000020001000075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tsui, A. S., Pearce, J. L., Porter, L. W. &#38; Tripoli, A. M. (1997). Alternative approaches to the employee-organization relationship: does investment in employees pay off? <i>Academy of Management Journal, 40,</i>1089-1121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485330&pid=S0874-2049200000020001000076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tyler, T. R. &#38; Bies, R. J. (1990). Beyond formal procedures: The interpersonal context of procedural justice. In J. S. Carroll (Ed.) <i>Applied social psychology in business settings </i>(pp. 77-98). Hillsdale, N. J.: Erlbaum.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tyler, T. R., Rasinski, K. &#38; Spodick, N. (1985). The influence of voice on satisfaction with leaders: Exploring the meanings of process control. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 48,</i> 72-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=485333&pid=S0874-2049200000020001000078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Van Dyne, L., Cummings, L. L. &#38; Parks, J. M. (1995). Extra-role behaviors: In pursuit of construct and definitional clarity (a bridge over muddied waters). In L. L. Cummings &#38; B. M. Staw (Eds.), <i>Research in Organizational Behavior:</i> (Vol. 17, pp. 215-285). Greenwich, Connecticut: JAI Press.</font></p>          <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a>A experi&#234;ncia por n&#243;s vivida aquando da colheita de dados para a realiza&#231;&#227;o da presente pesquisa sugere-nos a exist&#234;ncia de uma esp&#233;cie de preconceito que transforma a justi&#231;a num &#34;parente pobre&#34; (e indesejado) da vida dos neg&#243;cios.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a>Brockner &#38; Siegel (1996) e Brockner &#38; Wiesenfeld (1996) consideram haver tr&#234;s vagas na literatura da justi&#231;a: a primeira centra-se na justi&#231;a distributiva; a segunda iniciou-se com os trabalhos de Thibaut &#38; Walker (1975) e centra-se na justi&#231;a procedimental/interaccional; a terceira focaliza-se nos efeitos interactivos das duas facetas da justi&#231;a.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a>Segundo Van Dyne e seus colaboradores (1995), o comportamento de papel &#233; o que &#233; requerido ou esperado de algu&#233;m como parte da execu&#231;&#227;o das obriga&#231;&#245;es e responsabilidades inerentes ao papel que lhe est&#225; atribu&#237;do. Por seu turno, o comportamento extra-papel pode ser definido como o comportamento discricion&#225;rio, que ultrapassa as expectativas de papel existentes, e que beneficia a organiza&#231;&#227;o e/ou &#233; levado a cabo com essa inten&#231;&#227;o. Por exemplo, um indiv&#237;duo pode levar a cabo comportamentos pr&#243;-sociais (Brief &#38; Motowidlo, 1986) de ajuda a um colega, mesmo tendo consci&#234;ncia de que est&#225; prejudicando a organiza&#231;&#227;o &#8212; &#233; o que ocorre quando &#34;fecha os olhos&#34; a algumas irregularidades organizacionalmente nefastas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a>O termo ingl&#234;s usado por Greenberg (1993b) &#233; <i>configural.</i></font></p>        ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Abrahamson]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management fashion]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Review]]></source>
<year>1996</year>
<volume>21</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>254-285</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Adams]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Inequity in social exchange]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Berkowitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Advances in experimental social psychology]]></source>
<year>1965</year>
<page-range>267-299</page-range><publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Academic Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alexander]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ruderman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The role of procedural and distributive justice in organizational behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Justice Research]]></source>
<year>1987</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>77-198</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Balkin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomez-Mejia]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Matching compensation and organizational strategies]]></article-title>
<source><![CDATA[Strategic Management Journal]]></source>
<year>1990</year>
<volume>11</volume>
<page-range>153-169</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bies]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moag]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interactional justice: communication criteria of fairness]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Lewicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sheppard]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bazerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Research on negotiation in organizations]]></source>
<year>1986</year>
<page-range>43-55</page-range><publisher-loc><![CDATA[Greenwich ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[JAI Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bies]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brockner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Just laid off, but still a "good citizen?": Only if the process is fair]]></article-title>
<source><![CDATA[Employee Responsibilities and Rights Journal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>6</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>227-238</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bloom]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The performance effects of pay dispersions on individuals and organizations]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1999</year>
<volume>42</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bobko]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Multivariate correlational analysis]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Dunnette]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hough]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of Industrial and Organizational Psychology]]></source>
<year>1990</year>
<page-range>637-686</page-range><publisher-loc><![CDATA[Palo Alto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Consulting Psychologists Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brief]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Motowidlo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prosocial organizational behaviors]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Review]]></source>
<year>1986</year>
<volume>10</volume>
<page-range>710-725</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brockner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siegel]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Understanding the interaction between procedural and distributive justice: The role of the trust]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Kramer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Trust in organizations: frontiers of theory and research]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>390-413</page-range><publisher-loc><![CDATA[Thousand Oaks ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brockner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wiesenfeld]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An integrative framework for explaining reactions to decisions: Interactive effects of outcomes and procedures]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Bulletin]]></source>
<year>1996</year>
<volume>120</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>189-208</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brockner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cooper-Schneider]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of prior commitment to an institution on reactions to perceived unfairness: The higher they are, the harder they fall]]></article-title>
<source><![CDATA[Administrative Science Quarterly]]></source>
<year>1992</year>
<volume>37</volume>
<page-range>241-261</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bryman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cramer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Quantitative Data Analysis for Social Scientists]]></source>
<year>1990</year>
<publisher-loc><![CDATA[Londres ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Routledge]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Byrne]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Structural Equation Modeloing with Lisrel, Prelis, and Simplis]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Londres ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Caetano]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vala]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da justiça organizacional percebida sobre a satisfação no trabalho e as opções comportamentais]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia]]></source>
<year>1999</year>
<volume>XII</volume>
<numero>1-2</numero>
<issue>1-2</issue>
<page-range>75-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cawley]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keeping]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levy]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Participation in the performance appraisal process and employee reactions: A meta-analytic review of field investigations]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1998</year>
<volume>83</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>615-633</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Conlon]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Some tests of the self-interest and group-value models of procedural justice: Evidence from an organizational appeal procedure]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>36</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1109-1124</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cowherd]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levine]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Product quality and pay equity between lower-level employees and top management: An investigation of distributive justice theory]]></article-title>
<source><![CDATA[Administrative Science Quarterly]]></source>
<year>1992</year>
<volume>37</volume>
<page-range>302-320</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cropanzano]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Progress in organizational justice: Tunneling through the maze]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cooper]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robertson]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[International Review of Industrial and Organizational Psychology]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>317-372</page-range><publisher-loc><![CDATA[Chichester ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cropanzano]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Konovsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Resolving the justice dilema by improving the outcomes: The case of employee drug screening]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Business and Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>10</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>221-243</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dittrich]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carrell]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational equity perceptions, employee job satisfaction and departmental absence and turnover rates]]></article-title>
<source><![CDATA[Organizational Behavior and Human Performance]]></source>
<year>1979</year>
<volume>24</volume>
<page-range>29-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Farh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Earley]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impetus for action: A cultural analysis of justice and organizational citizenship behavior in Chinese society]]></article-title>
<source><![CDATA[Administrative Science Quarterly]]></source>
<year>1997</year>
<volume>42</volume>
<page-range>421-444</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Folger]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Konovsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of procedural and distributive justice on reactions to pay raise decisions]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Review]]></source>
<year>1989</year>
<volume>32</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>115-130</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ford]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MacCallum]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tait]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The application of exploratory factor analysis in applied psychology: A critical review and analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Personnel Psychology]]></source>
<year>1986</year>
<volume>39</volume>
<page-range>291-314</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gilliland]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The perceived fairness of selection systems: An organizational justice perspective]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Review]]></source>
<year>1993</year>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>694-734</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McCarty]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The interpersonal aspects of procedural justice: A new perspective on pay fairness]]></article-title>
<source><![CDATA[Labor Law Journal]]></source>
<year>1990</year>
<volume>41</volume>
<page-range>580-586</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational justice: Yesterday, today and tomorrow]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Management]]></source>
<year>1990</year>
<volume>16</volume>
<page-range>399-432</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The intelectual adolescence of organizational justice: You've come a long way, maybe]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Justice Research]]></source>
<year>1993</year>
<month>a</month>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>135-148</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The social side of fairness: interpersonal and informational classes of organizational justice]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cropanzano]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Justice in the workplace: Approaching fairness in human resource management]]></source>
<year>1993</year>
<month>b</month>
<page-range>79-103</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hillsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Erlbaum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hakstian]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rogers]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cattell]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The behavior of number-of-factors rules with simulated data]]></article-title>
<source><![CDATA[Multivariate Behavioral Research]]></source>
<year>1982</year>
<volume>17</volume>
<page-range>193-219</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hartman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yrle]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galle Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. R G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Equity in a university setting: Examining procedural and distributive justice]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Management]]></source>
<year>1998</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-13</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hulin]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adaptation, persistence, and commitment in organizations]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Dunnette]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hough]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of industrial and organizational psychology]]></source>
<year>1991</year>
<edition>2.ª ed.</edition>
<page-range>445-506</page-range><publisher-loc><![CDATA[Palo Alto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Consulting Publishing Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Joreskog]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sorbom]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Lisrel 8: Structural Equation Modeling with the Simplis Command Language]]></source>
<year>1993</year>
<publisher-name><![CDATA[Scientific Software International]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mueller]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Factor analysis: Statistical methods and practical issues]]></source>
<year>1978</year>
<month>a</month>
<publisher-loc><![CDATA[Beverly Hills ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mueller]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Introduction to factor analysis: What it is and how to do it]]></source>
<year>1978</year>
<month>b</month>
<publisher-loc><![CDATA[Beverly Hills ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mauborgne]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Implementing global strategies: The role of procedural justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Strategic Management Journal]]></source>
<year>1991</year>
<volume>12</volume>
<page-range>125-143</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mauborgne]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Procedural justice, attitudes, and subsidiary top management compliance with multinationals' corporate strategic decisions]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>36</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>502-526</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mauborgne]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Procedural justice and managers' in-role and extra-role behavior: The case of the multinational]]></article-title>
<source><![CDATA[Management Science]]></source>
<year>1996</year>
<volume>April</volume>
<page-range>499-515</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mauborgne]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fair process: Managing in the knowledge economy]]></article-title>
<source><![CDATA[Harvard Business Review]]></source>
<year>1997</year>
<volume>75</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>65-75</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Konovsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pugh]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Citizenship behavior and social exchange]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1994</year>
<volume>37</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>656-669</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koorsgard]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schweiger]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sapienza]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Building commitment, attachment, and trust in strategic decision-making teams: The role of procedural justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1995</year>
<volume>38</volume>
<page-range>60-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Leventhal]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[What should be done with equity theory?: New approaches to the study of fairness in social relationships]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Gergen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Willis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Social exchange: advances in theory and research]]></source>
<year>1980</year>
<page-range>27-55</page-range><publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Plenum Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lind]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The social psychology of procedural justice]]></source>
<year>1988</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Plenum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lowe]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vodanovich]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A field study of distributive and procedural justice as predictors of satisfaction and organizational commitment]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Business and Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>99-114</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Markus]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keith]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Integrity concepts versus integrity constructs]]></source>
<year>1999</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McFarlin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sweeney]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Distributive and procedural justice as predictors of satisfaction with personal and organizational outcomes]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1992</year>
<volume>35</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>626-637</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McNeely]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meglino]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The role of dispositional and situational antecedents in prosocial organizational behavior: An examination of the intended bénéficiaires of prosocial behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1994</year>
<volume>79</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>836-844</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mikula]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petri]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanzer]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[What people regard as unjust: Types and structures of everyday experiences of injustice]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Social Psychology]]></source>
<year>1990</year>
<volume>20</volume>
<page-range>133-149</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationship between organizational justice and organizational citizenship behaviors: Do fairness perceptions influence employee citizenship?]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1991</year>
<volume>76</volume>
<page-range>845-855</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blakely]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Niehoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Does perceived organizational support mediate the relationship between procedural justice and organizational citizenship behavior?]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1998</year>
<volume>41</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>351-357</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Niehoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Organ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Treating employees fairly and organizational citizenship behavior: Sorting the effects of job satisfaction, organizational commitment, and procedural justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Employee Responsabilities and Rights Journal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>6</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>209-225</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mossholder]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bennett]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A multilevel analysis of procedural justice context]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Organizational Behavior]]></source>
<year>1998</year>
<volume>19</volume>
<page-range>131-141</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Netemeyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Boles]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mckee]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McMurrian]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An investigation into the antecedents of organizational citizenship behaviors in a personal selling context]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Marketing]]></source>
<year>1997</year>
<volume>61</volume>
<page-range>85-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Niehoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Justice as a mediator of the relationship between methods of monitoring and organizational citizenship behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1993</year>
<volume>36</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>527-556</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nunnaly]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psychometric theory]]></source>
<year>1978</year>
<edition>2.ª ed.</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[McGraw-Hill]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Organ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Organizational citizenship behavior: The good soldier syndrome]]></source>
<year>1988</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lexington ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lexington Books]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Organ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The subtle significance of job satisfaction]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Laboratory Management Review]]></source>
<year>1990</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>94-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Organ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational citizenship behavior: Its construct clean-up time]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Performance]]></source>
<year>1997</year>
<volume>10</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>85-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pfeffer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Langton]]></surname>
<given-names><![CDATA[N-]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of wage dispersion on satisfation, productivity, and working collaboratively: Evidence from college and university faculty]]></article-title>
<source><![CDATA[Administrative Science Quarterly]]></source>
<year>1993</year>
<volume>38</volume>
<page-range>382-407</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Podsakoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ahearne]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MacKenzie]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational citizenship behavior and the quantity and quality of work group performance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1997</year>
<volume>82</volume>
<page-range>262-270</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schaubroeck]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[May]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Procedural justice explanations and employee reactions to economic hardship: A field experiment]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1994</year>
<volume>79</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>455-460</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schwarzwald]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koslowsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shalit]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A field study of employees' attitudes and behaviors after promotion decisions]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1992</year>
<volume>77</volume>
<page-range>511-514</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shepard]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lewicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Minton]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Organizational justice: The search for fairness in the workplace]]></source>
<year>1992</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lexington Books]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skarlicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Folger]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Retaliation in the workplace: The roles of distributive, procedural, and interactional justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1997</year>
<volume>82</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>434-443</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skarlicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latham]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Increasing citizenship behavior within a labor union: A test of organizational justice theory]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>1996</year>
<volume>81</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>161-169</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B66">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skarlicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latham]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Leadership training in organizational justice to increase citizenship behavior within a labor union: A replication]]></article-title>
<source><![CDATA[Personnel Psychology]]></source>
<year>1997</year>
<volume>50</volume>
<page-range>617-633</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B67">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skarlicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Folger]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tesluk]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Personality as a moderator in the relationship between fairness and retaliation]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1999</year>
<volume>42</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>100-108</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B68">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vala]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Justiça nas organizações: O modelo do valor do grupo e as orientações comportamentais face à mudança]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia]]></source>
<year>1999</year>
<volume>XII</volume>
<numero>1-2</numero>
<issue>1-2</issue>
<page-range>25-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B69">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Spencer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Employee voice and employee retention]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1986</year>
<volume>29</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>488-502</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B70">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sweeney]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McFarlin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Workers' evaluations of the 'ends' and the 'means': An examination of four models of distributive and procedural justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Organizational Behavior and Human Decision Processes]]></source>
<year>1993</year>
<volume>55</volume>
<page-range>23-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B71">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sweeney]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McFarlin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Process and outcome: gender differences in the assessment of justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Organizational Behavior]]></source>
<year>1997</year>
<volume>18</volume>
<page-range>83-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B72">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taylor]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tracy]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Renard]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harrison]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carroll]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Due process in performance appraisal: a quasi-experiment in procedural justice]]></article-title>
<source><![CDATA[Administrative Science Quarterly]]></source>
<year>1995</year>
<volume>40</volume>
<page-range>495-523</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B73">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Theotónio]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vala]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A experiência de justiça e injustiça nas organizações: Um estudo qualitativo]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia]]></source>
<year>1999</year>
<volume>XII</volume>
<page-range>1-2</page-range><page-range>53-73</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B74">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Thibaut]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walker]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Procedural justice: a psychological analysis]]></source>
<year>1975</year>
<publisher-loc><![CDATA[Hillsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Erlbaum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B75">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Thibaut]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walker]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A theory of procedure]]></article-title>
<source><![CDATA[California Law Review]]></source>
<year>1978</year>
<volume>66</volume>
<page-range>541-566</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B76">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tsui]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pearce]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Porter]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tripoli]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Alternative approaches to the employee-organization relationship: does investment in employees pay off?]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>1997</year>
<volume>40</volume>
<page-range>1089-1121</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B77">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bies]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Beyond formal procedures: The interpersonal context of procedural justice]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Carroll]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Applied social psychology in business settings]]></source>
<year>1990</year>
<page-range>77-98</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hillsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Erlbaum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B78">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rasinski]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Spodick]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of voice on satisfaction with leaders: Exploring the meanings of process control]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1985</year>
<volume>48</volume>
<page-range>72-81</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B79">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Van Dyne]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cummings]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parks]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Extra-role behaviors: In pursuit of construct and definitional clarity (a bridge over muddied waters)]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cummings]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Staw]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Research in Organizational Behavior]]></source>
<year>1995</year>
<page-range>215-285</page-range><publisher-loc><![CDATA[Greenwich ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[JAI Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
