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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Percepções de justiça dos professores do ensino superior: Um estudo confirmatório]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Justice perceptions of university teachers: a confirmatory study]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Aveiro  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aims at showing how the construct of justice perceptions of university teachers is multi-dimensional. The sample comprises 206 teachers from 6 higher education institutions. The findings converge with those of Rego (2000e) and show that: a) teachers distinguish 5 justice dimensions: rewards distribution, work distribution, procedural, interpersonal and informational; b) this five-factor model fits the data better than the alternative models containing 2,3 or 4 factors; c) the measurement instrument shows good psychometric properties regarding parsimony, internal consistency and clarity of dimensional structure.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[análise factorial confirmatória]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos professores do ensino superior</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Justice perceptions of university teachers: a confirmatory study</b></font></p>              <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Arm&#233;nio Rego<sup>*</sup></b></font></p>            <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup>Universidade de Aveiro.</font></p>              <p>&nbsp;</p>     <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Este artigo pretende evidenciar empiricamente o car&#225;cter multidimensional das percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos professores do ensino superior.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A amostra &#233; constitu&#237;da por 206 docentes de seis institui&#231;&#245;es. Os resultados convergem com os anteriormente apresentados por Rego (2000e): a) os professores distinguem cinco facetas da justi&#231;a: distributiva das recompensas, distributiva das tarefas, procedimental, interpessoal e informacional; b) este pentamodelo ajusta-se melhor aos dados do que os modelos alternativos de dois, tr&#234;s ou quatro factores; c) o instrumento de medi&#231;&#227;o parece satisfazer requisitos fundamentais de parcim&#243;nia, consist&#234;ncia interna e clareza da estrutura dimensional.<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b> Percep&#231;&#245;es de justi&#231;a, professores do ensino superior, an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria.</font></p>      <hr size="1" noshade>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>              <p><font face="Verdana" size="2"> This article aims at showing how the construct of justice perceptions of university teachers is multi-dimensional. The sample comprises 206 teachers from 6 higher education institutions. The findings converge with those of Rego (2000e) and show that: a) teachers distinguish 5 justice dimensions: rewards distribution, work distribution, procedural, interpersonal and informational; b) this five-factor model fits the data better than the alternative models containing 2,3 or 4 factors; c) the measurement instrument shows good psychometric properties regarding parsimony, internal consistency and clarity of dimensional structure.</font></p>          <hr size="1" noshade>         <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>A multidimensionalidade das percep&#231;&#245;es de justi&#231;a</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No seio das abordagens de justi&#231;a, podem ser divisadas duas grandes orienta&#231;&#245;es. A primeira &#233; de natureza <i>prescritiva,</i> propondo modos de se alcan&#231;ar um estado <i>objectivo</i> de justi&#231;a. Os seus expoentes s&#227;o, porventura, Arist&#243;teles (Ross, 1959; Morgan, 1992), na antiguidade, e Rawls (1971), na era contempor&#226;nea. A premissa subjacente &#233; a de que existem determinadas regras e princ&#237;pios que, se implementadas, garantem um estado justo. A segunda orienta&#231;&#227;o &#233; de teor <i>descritivo,</i> preocupando-se em estudar as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a e o modo como as pessoas a elas reagem. A l&#243;gica subjacente &#233;, por conseguinte, <i>subjectiva.</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Um dos dom&#237;nios em que a orienta&#231;&#227;o subjectiva/descritiva tem sido mais prof&#237;cua &#233; o das organiza&#231;&#245;es (Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Greenberg &#38; Lind, 2000). Uma revis&#227;o atenta da literatura permite reconhecer uma grande diversidade de vari&#225;veis atitudinais e comportamentais que as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a organizacional permitem explicar. A t&#237;tulo ilustrativo citam-se a implica&#231;&#227;o organizacional, a confian&#231;a, a harmonia social, as inten&#231;&#245;es de permanecer na organiza&#231;&#227;o, o absentismo e o <i>turnover,</i> os comportamentos de cidadania, os comportamentos retaliat&#243;rios, a satisfa&#231;&#227;o e o desempenho individual e/ou organizacional (Greenberg, 1990; Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Rego, 1999, 2000a; Greenberg &#38; Lind, 2000).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Para esta riqueza emp&#237;rica contribuiu, em consider&#225;vel medida, a capacidade dos investigadores para divisarem a multidimensionalidade do construto. Uma grande parte da literatura distingue tr&#234;s dimens&#245;es (Greenberg, 1990,1996; Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Rego, 2000a; Greenberg &#38; Lind, 2000):</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) a justi&#231;a <i>distributiva</i> (Adams, 1965) foi a que primeiramente suscitou a aten&#231;&#227;o dos cientistas organizacionais. Focaliza-se no conte&#250;do, isto &#233;, na justi&#231;a dos fins alcan&#231;ados ou obtidos (e.g., sal&#225;rios, nota&#231;&#245;es de desempenho, san&#231;&#245;es disciplinares, promo&#231;&#245;es, aceita&#231;&#227;o/rejei&#231;&#227;o de candidatos, resultados dos testes de detec&#231;&#227;o de consumo de droga, fatia or&#231;amental atribu&#237;da &#224;s unidades organizacionais subsidi&#225;rias, lucros distribu&#237;dos pelos trabalhadores);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) a justi&#231;a <i>procedimental</i> (Thibault &#38; Walker, 1975, 1978; Lind &#38; Tyler, 1988) radica no processo, ou seja, na justi&#231;a dos meios usados para alcan&#231;ar tais fins. Concerne, por exemplo, aos procedimentos usados nos acr&#233;scimos salariais, processos disciplinares, sistemas de avalia&#231;&#227;o de desempenho, processos de recrutamento e selec&#231;&#227;o;</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">c) a justi&#231;a <i>interaccional</i> (Bies &#38; Moag, 1986; Greenberg &#38; McCarty, 1990; Tyler &#38; Bies, 1990; Greenberg, 1993b) reflecte a qualidade da interac&#231;&#227;o com os decisores (e.g., o decisor age com dignidade e respeito? oferece justifica&#231;&#245;es &#224;s pessoas afectadas pelas decis&#245;es?).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Pode ilustrar-se o tri&#226;ngulo dimensional com um incremento salarial: o incremento propriamente dito (justi&#231;a distributiva), o processo que o determina (procedimental) e o modo como o superior o transmite, explica e justifica ao colaborador (interaccional). Um indiv&#237;duo pode considerar que um incremento nulo &#233; justo, que os crit&#233;rios e processos usados para tal decis&#227;o s&#227;o justos, mas revelar percep&#231;&#245;es de baixa justi&#231;a (interaccional) devido &#224; rudeza com que o superior o aborda e lhe explica a desagrad&#225;vel decis&#227;o. Genericamente, pode aduzir-se que as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a numa das dimens&#245;es podem coexistir com as percep&#231;&#245;es de injusti&#231;a noutras vertentes, e vice-versa.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A distin&#231;&#227;o entre as facetas distributiva e procedimental &#233; claramente demonstrada por numerosos estudos sugerindo que os seus efeitos s&#227;o distintos. Uma das teses mais acolhidas pelas investiga&#231;&#245;es &#233; a dos <i>efeitos diferenciais,</i> e prop&#245;e que a vertente procedimental est&#225; associada com as avalia&#231;&#245;es do sistema organizacional (reflectidas em vari&#225;veis como a lealdade &#224; organiza&#231;&#227;o, a implica&#231;&#227;o organizacional e a confian&#231;a na gest&#227;o), enquanto a distributiva se associa preferencialmente com a satisfa&#231;&#227;o com os resultados espec&#237;ficos em quest&#227;o ou os resultados de determinada decis&#227;o (Lind &#38; Tyler, 1988; Folger &#38; Konovsky, 1989; Greenberg, 1990; Kim &#38; Mauborgne, 1991, 1996; McFarlin &#38; Sweeney, 1992; Sweeney &#38; McFarlin, 1993). Este modelo tem beneficiado de algumas hip&#243;teses complementares, que podem ser assim enunciadas (Conlon, 1993; Lowe &#38; Voda-novich, 1995):</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) a justi&#231;a distributiva explica as reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos no curto prazo, isto &#233;, logo que os resultados s&#224;o conhecidos (especialmente se forem negativos). Diferentemente, a justi&#231;a procedimental explica mais significativamente as reac&#231;&#245;es no longo prazo;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) a justi&#231;a distributiva det&#233;m maior poder explicativo das reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos em situa&#231;&#245;es de pouca familiaridade com os procedimentos, ou quando estes desconhecem a utilidade e propriedade dos procedimentos usados pela e na organiza&#231;&#227;o. Em tais casos (e.g., processo de recrutamento/selec&#231;&#227;o de curta dura&#231;&#227;o), os resultados adquirem maior sali&#234;ncia do que os procedimentos. Consequentemente, os indiv&#237;duos reagem em conformidade com eles, ou tomam-nos como indicadores dos procedimentos utilizados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A distin&#231;&#227;o entre as facetas procedimental e interaccional n&#227;o tem recebido, entre os investigadores, acolhimento id&#234;ntico ao acabado de expor. Na verdade, embora a import&#226;ncia do construto da justi&#231;a interaccional seja relativamente consensual, ocorrem diverg&#234;ncias entre os que advogam ser ela uma componente da justi&#231;a procedimental (a par dos aspectos estruturais) e os que propugnam pela sua autonomia. Um dos argumentos favor&#225;veis &#224; autonomiza&#231;&#227;o &#233; o da necessidade de distinguir os procedimentos da sua implementa&#231;&#227;o (Bies &#38; Moag, 1986). A l&#243;gica tripartida &#233; a seguinte: os procedimentos organizacionais geram interac&#231;&#245;es sociais, donde emergem resultados. Pode ilustrar-se o tri&#226;ngulo com o exemplo de uma san&#231;&#227;o disciplinar: a san&#231;&#227;o propriamente dita (justi&#231;a distributiva), o processo que a determina (procedimental) e o modo como o superior a transmite, explica e justifica ao colaborador (interaccional). Um indiv&#237;duo pode considerar que a san&#231;&#227;o e o processo s&#227;o justos, mas revelar percep&#231;&#245;es de baixa justi&#231;a (interaccional) devido &#224; aus&#234;ncia de tratamento respeitador e digno por parte do superior.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Sucede que esta distin&#231;&#227;o emerge com menos limpidez quando se pensa na eventualidade de o tratamento interpessoal recebido pelo indiv&#237;duo poder influenciar (positiva ou negativamente) as suas percep&#231;&#245;es acerca dos resultados recebidos e dos procedimentos que os originaram. Mais concretamente, &#233; plaus&#237;vel que o tratamento interpessoal recebido por um indiv&#237;duo sancionado influencie (positiva ou negativamente) as suas percep&#231;&#245;es acerca da justi&#231;a da san&#231;&#227;o disciplinar que lhe foi aplicada e do processo que a suscitou. Talvez por isso, a vers&#227;o autonomizadora tem colidido com os contributos de alguma evid&#234;ncia emp&#237;rica. Com efeito, a inexist&#234;ncia de componentes distintas em estruturas factoriais, a rela&#231;&#227;o forte entre os aspectos estruturais e interpessoais, e a similitude de consequ&#234;ncias de ambas as facetas t&#234;m convergido para que conceituados investigadores se mostrem hoje inclinados para a n&#227;o-autonomiza&#231;&#227;o (Cropanzano &#38; Greenberg, 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mas uma das demonstra&#231;&#245;es mais cabais de que o campo de estudo ainda d&#225; diferenciado pode permitir testar se s&#224;o ou n&#227;o independentes os efeitos de cada vertente sobre as reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos. Os trabalhos de Greenberg s&#227;o elucidativos. Em pesquisas atinentes aos efeitos de uma redu&#231;&#227;o remunerat&#243;ria, uma proibi&#231;&#227;o de fumar e um despedimento (vd. s&#237;ntese em Greenberg, 1993b: 87-95), um padr&#227;o similar de resultados foi obtido:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) as reac&#231;&#245;es negativas foram menores na condi&#231;&#227;o de justi&#231;a informacional e interpessoal elevada, e maiores quando ambos os factores eram elevados. Mais precisamente, cada tipo de justi&#231;a contribuiu aditivamente para a redu&#231;&#227;o das reac&#231;&#245;es negativas;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) a justi&#231;a social mitigou as potenciais reac&#231;&#245;es negativas dos indiv&#237;duos a resultados adversos ou injustos. Ou seja, &#34;a presta&#231;&#227;o de explica&#231;&#245;es rigorosas acerca dos procedimentos, acompanhadas de demonstra&#231;&#245;es de sensibilidade relativamente a situa&#231;&#245;es desagrad&#225;veis sofridas pelos empregados, reduz efectivamente... os n&#237;veis de furto, promove a aceita&#231;&#227;o de uma proibi&#231;&#227;o de fumar por aqueles que mais s&#227;o negativamente afectados, e decresce o sentimento negativo relativamente &#224; empresa que despede&#34; (Greenberg, 1993b, p. 95).</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Sens&#237;veis &#224; pertin&#234;ncia da distin&#231;&#227;o, Greenberg &#38; Lind (2000) afirmaram recentemente: &#34;individual e conjuntamente, cada um destes factores contribui para a cren&#231;a das pessoas de que s&#227;o tratadas com justi&#231;a, e fomenta a aceita&#231;&#227;o dos resultados distribu&#237;dos&#34; (p. 80). A recente evid&#234;ncia emp&#237;rica obtida por Rego (2000d) aponta igualmente para as vantagens de se proceder ao tratamento separado: quando introduziu as duas vertentes nas regress&#245;es, apenas a interpessoal/social denotou poder preditivo de v&#225;rias dimens&#245;es de cidadania. Em suma: parece que o discernimento das duas facetas pode incrementar o poder explicativo das reac&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos, seja porque cada vertente explica diferentes reac&#231;&#245;es, seja porque adiciona poder explicativo ao poder preditivo da outra vertente.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Percep&#231;&#245;es de justi&#231;a de professores do ensino superior</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Do exposto se conclui que existe um manancial precioso de pesquisas no dom&#237;nio da psicologia industrial/organizacional. Todavia, s&#227;o muito escassas as que se debru&#231;am sobre as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos docentes do ensino superior (Rego, 2000e, 2000f). E embora seja presum&#237;vel que as reac&#231;&#245;es atitudinais e comportamentais destes docentes obede&#231;am aos padr&#245;es j&#225; encontrados na psicologia industrial/organizacional, h&#225; todo o interesse em que seja realizado trabalho emp&#237;rico que permita testar tal hip&#243;tese. Para tal, &#233; crucial dispor de instrumentos de medi&#231;&#227;o apropriados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A literatura em psicologia industrial/organizacional &#233; profusa em instrumentos psicometricamente v&#225;lidos, pelo que se poderia perfilhar um de entre eles para a prossecu&#231;&#227;o de tal trabalho emp&#237;rico. Mas parece razo&#225;vel supor que as condi&#231;&#245;es espec&#237;ficas do exerc&#237;cio da actividade docente podem acarretar a necessidade de adoptar instrumentos apropriados ao contexto (Greenberg, 1993a) e de com eles testar a multidimensionalidade do construto. Esta especificidade de condi&#231;&#245;es &#233; refor&#231;ada nas institui&#231;&#245;es <i>p&#250;blicas</i> de ensino, sendo sobre elas que o presente artigo se debru&#231;a.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em primeiro lugar, parece haver raz&#245;es para presumir que, contrariamente ao detectado em meios organizacionais &#34;comuns&#34;, os professores distinguem duas vertentes de justi&#231;a distributiva: distribui&#231;&#227;o das tarefas e distribui&#231;&#227;o das recompensas salariais. Regra geral, em meios industriais/organizacionais &#34;comuns&#34;, a entidade que distribui as recompensas &#233; a mesma que distribui as tarefas. Tende, ali&#225;s, a existir um nexo bastante forte entre uma e outra parte do bin&#243;mio. Talvez por essa raz&#227;o, os estudos sobre justi&#231;a organizacional tendem a operar apenas com uma dimens&#227;o de justi&#231;a distributiva. Nos meios docentes do ensino superior, algumas <i>nuances</i> poder&#227;o aportar uma l&#243;gica algo distinta:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) a entidade que distribui o trabalho docente (a institui&#231;&#227;o onde trabalha o professor) n&#227;o tem correspondente controlo sobre as recompensas: a estrutura salarial est&#225; dependente de factores legais, estatut&#225;rios e pol&#237;ticos que ultrapassam as fronteiras de possibilidade de actua&#231;&#227;o da institui&#231;&#227;o empregadora;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) a distribui&#231;&#227;o do servi&#231;o docente &#233; feita semestre a semestre, ou ano a ano &#8212; havendo, nalguns casos, bastante fluidez no modo como &#233; desenhada periodicamente. As poss&#237;veis flutua&#231;&#245;es nessa mat&#233;ria n&#227;o t&#234;m correspond&#234;ncia exacta no plano das remunera&#231;&#245;es;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) os professores s&#227;o impelidos &#224; execu&#231;&#227;o de diversas actividades (docentes ou n&#227;o), cuja quantidade, modo de exerc&#237;cio e desempenho n&#227;o t&#234;m implica&#231;&#245;es claras e imediatas no fluxo de remunera&#231;&#245;es auferidas. Id&#234;nticas fun&#231;&#245;es podem estar associadas a diferentes remunera&#231;&#245;es. Diferentes n&#237;veis de desempenho podem coexistir com id&#234;nticas remunera&#231;&#245;es.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em segundo lugar, a supervis&#227;o directa - habitual na maior parte das organiza&#231;&#245;es &#8212; n&#227;o tem correspond&#234;ncia exacta na actividade dos docentes do ensino superior. Designadamente, estes membros organizacionais devem obedi&#234;ncia a v&#225;rios tipos de superiores (nos planos administrativo, cient&#237;fico, pedag&#243;gico). A actividade docente &#233; executada com uma dose assinal&#225;vel de independ&#234;ncia &#8212; o que torna as interac&#231;&#245;es superior-subordinado menos frequentes do que as verific&#225;veis noutros tipos de organiza&#231;&#245;es. Esta peculiaridade torna-se mais clara quando se cogita sobre a influ&#234;ncia exercida pelo supervisor directo nos processos de avalia&#231;&#227;o de desempenho, decis&#245;es de promo&#231;&#227;o, incrementos salariais e controlo das actividades dos seus subordinados &#8212; processos esses que n&#227;o t&#234;m id&#234;ntica configura&#231;&#227;o na actividade dos professores do ensino superior (pelo menos em institui&#231;&#245;es p&#250;blicas).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em terceiro lugar, &#233; plaus&#237;vel que a relativa independ&#234;ncia no exerc&#237;cio da actividade docente possa induzir os professores a uma certa secundariza&#231;&#227;o da sensibilidade social recebida dos seus superiores (Greenberg, 1993b; Greenberg &#38; Lind, 2000) &#8212; mas isso n&#227;o impede que reajam ao facto de serem ou n&#227;o chamados a participar nas (ou de receberem explica&#231;&#245;es pelas) decis&#245;es que lhes dizem respeito. Ou seja: parece haver raz&#245;es para presumir que os professores distinguem as facetas informacional e social da justi&#231;a interaccional, e reagem-lhes diferentemente.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em quarto lugar, muitos procedimentos (atinentes, por exemplo, &#224; distribui&#231;&#227;o de fun&#231;&#245;es, promo&#231;&#245;es, mecanismos de recrutamento e selec&#231;&#227;o) adoptados nas institui&#231;&#245;es de ensino superior p&#250;blicas resultam de imperativos legais e estatut&#225;rios com origem externa. Diferentemente, os procedimentos adoptados nas organiza&#231;&#245;es em geral s&#227;o de origem interna, isto &#233;, provenientes de pol&#237;ticas e pr&#225;ticas da pr&#243;pria organiza&#231;&#227;o. Uma das consequ&#234;ncias desta situa&#231;&#227;o &#233; a seguinte: enquanto que, nas organiza&#231;&#245;es em geral, as autoridades seguem procedimentos em cuja feitura e modifica&#231;&#227;o elas pr&#243;prias tendem a participar, as autoridades das institui&#231;&#245;es p&#250;blicas de ensino s&#227;o impelidas a adoptar procedimentos de origem externa, em cuja feitura n&#227;o participaram, aplic&#225;veis &#224;s demais institui&#231;&#245;es do mesmo sector, e cuja altera&#231;&#227;o est&#225;, em grande medida, fora do seu controlo. &#201; prov&#225;vel que daqui decorram consequ&#234;ncias no plano das rela&#231;&#245;es entre os docentes e os seus superiores. &#201; plaus&#237;vel que os docentes distingam mais claramente os actos que est&#227;o sob controlo dos seus superiores e os que n&#227;o est&#227;o. Dito de outro modo: pode suceder que os professores distingam mais claramente as facetas procedimental e interaccional da justi&#231;a.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Por conseguinte, h&#225; raz&#245;es para presumir que o contexto das institui&#231;&#245;es de ensino superior &#233; diferente do encontrado noutras organiza&#231;&#245;es industriais ou de servi&#231;os. Da&#237; podem resultar duas particuliaridades. Primeira: &#233; poss&#237;vel que os factores subjacentes &#224;s percep&#231;&#245;es de justi&#231;a nestes dois tipos de organiza&#231;&#245;es sejam distintos. Segunda: &#233; prov&#225;vel que a estrutura dimensional seja igualmente peculiar.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Importa referir que a pentadimensionalidade atr&#225;s insinuada j&#225; recebeu alguma confirma&#231;&#227;o emp&#237;rica. Com efeito, Rego (2000e) extraiu &#8212; numa amostra de 208 docentes de dois universidades e duas institui&#231;&#245;es polit&#233;cnicas&#8212;quatro factores, explicando 65% da vari&#226;ncia total: <i>justi&#231;a interaccional</i> (13 itens; alfa: <i>0,95), justi&#231;a distributiva das recompensas</i> (12 itens; 0,95), <i>justi&#231;a procedimental</i> (8 itens; 0,89) e <i>justi&#231;a na distribui&#231;&#227;o das tarefas</i> (6 itens; 0,86). Nessa mesma investiga&#231;&#227;o. Rego tamb&#233;m detectou vantagens em discernir entre as vertentes interpessoal e informacional da justi&#231;a interaccional. Na verdade, quando tentou explicar a implica&#231;&#227;o afectiva dos professores (Allen &#38; Mcyer, 1996, Meyer 1997), constatou que as vari&#226;ncias explicadas eram superiores se se procedesse &#224; considera&#231;&#227;o separada dessas duas vertentes. Mais: nesse caso, apenas a justi&#231;a informacional denotava poder preditivo significativo. A presente investiga&#231;&#227;o visa, precisamente, testar empiricamente esta pentadimensionaliza&#231;&#227;o. Tentaremos executar v&#225;rias an&#225;lises confirmat&#243;rias, tendo em vista saber qual dos modelos factoriais sugeridos pela pr&#233;via investiga&#231;&#227;o de Rego (2000e) se ajusta mais satisfatoriamente aos dados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#233;todo</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A amostra &#233; constitu&#237;da por 206 professores do ensino superior p&#250;blico, oriundos de tr&#234;s universidades e tr&#234;s institui&#231;&#245;es polit&#233;cnicas, e ocupando diferentes categorias na carreira docente. Atendendo a que foram distribu&#237;das 750 missivas, a taxa de devolu&#231;&#227;o foi de 27 %. Cada inquirido foi convidado a expressar as suas percep&#231;&#245;es de justi&#231;a atrav&#233;s de um question&#225;rio contendo 34 itens selecdonados de entre os 39 remanescentes da an&#225;lise factorial explorat&#243;ria levada a cabo por Rego (2000e). Para o efeito, foi-lhes solicitado que assinalassem o grau de concord&#226;ncia com as afirma&#231;&#245;es consignadas nesses 34 descritores, atrav&#233;s de uma escala de seis pontos (1: &#34;discordo completamente&#34;; 6: &#34;concordo completnmente&#34;). Este question&#225;rio havia sido desenvolvido por Rego ao longo de um processo com v&#225;rias etapas:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) por um lado, o investigador extraiu descritores na literatura (assinalada com asterisco na sec&#231;&#227;o &#34;refer&#234;ncias&#34;);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) por outro lado, realizou um estudo explorat&#243;rio no seio do qual procedeu &#227; an&#225;lise de conte&#250;do do material sem&#226;ntico produzido por 51 professores do ensino superior (oriundos de tr&#234;s universidades e uma institui&#231;&#227;o de ensino polit&#233;cnico portuguesas). As perguntas formuladas a estes docentes incidiram sobre os aspectos que, no seu entender, eram fontes de injusti&#231;a e/ou poderiam contribuir para os incrementos da justi&#231;a;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) os 72 itens oriundos das duas fontes foram ent&#227;o consignados num question&#225;rio que, ap&#243;s depura&#231;&#227;o gerada pela an&#225;lise factorial das componentes principais, ficou reduzido aos 39 descritores atr&#225;s assinalados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Na presente pesquisa, para cada uma das cinco dimens&#245;es, foi removido o item que denotava a mais baixa satura&#231;&#227;o na an&#225;lise factorial executada por Rego (2000e). O question&#225;rio ficou ent&#227;o reduzido aos 34 descritores j&#225; citados. Os dados foram submetidos a v&#225;rias an&#225;lises factoriais confirmat&#243;rias (com o recurso ao LISREL, e com base no m&#233;todo da m&#225;xima verosimilhan&#231;a). Em primeiro lugar, testou-se o tetramodelo emergente da an&#225;lise factorial executada por Rego (2000e). Os &#237;ndices de ajustamento revelaram-se pouco satisfat&#243;rios (e.g., RMSEA: 0,09; GFI: 0,73; AGFI: 0,69; CFI: 0,85), o que n&#227;o surpreende se atentarmos na elevada quantidade de descritores consignados no modelo. Foram ent&#227;o removidos diversos itens &#224; luz dos &#237;ndices de modifica&#231;&#227;o e dos res&#237;duos estandardizados (Joreskog &#38; Sorbom, 1993; Byrne, 1998), at&#233; se alcan&#231;ar um modelo cujos &#237;ndices de ajustamento fossem satisfat&#243;rios. Os 17 itens remanescentes est&#227;o expostos no <a href="/img/revistas/psi/v15n2/15n2a08q1.jpg">quadro 1</a>. Foram, depois, testados outros quatro modelos:</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">a) no pentamodelo, consideraram-se os factores informacional, interpessoal, procedimental, distributivo das tarefas e distributivo das recompensas. Para o efeito, os itens interaccionais emergentes em Rego (2000e) foram distribu&#237;dos por dois factores (interpessoal e informacional), de acordo com o seu teor sem&#226;ntico;</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">b) no trimodelo A, trabalhou-se com os factores interaccional (interpessoal + informacional), procedimental e distributivo (tarefas + recompensas);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) no trimodelo B, considerou-se o factor procedimental geral (interpessoal + informacional + procedimental), o distributivo das tarefas e o distributivo das recompensas;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">d) no bimodelo, examinou-se o factor procedimental geral (interpessoal + informacional + procedimental) e o factor distributivo global (tarefas + recompensas).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O <a href="/img/revistas/psi/v15n2/15n2a08q2.jpg">quadro 2</a> exp&#245;e os resultados deste exame factorial confirmat&#243;rio aos cinco modelos. A&#237; se patenteiam os <i>lambdas,</i> os alfas de Cronbach e os &#237;ndices de ajustamento. Os esquemas factoriais que melhor se ajustam aos dados s&#227;o os de quatro e cinco dimens&#245;es, embora o pentamodelo denote uma ligeira vantagem. Frise-se que, nestes dois esquemas factoriais, se cumprem alguns dos principais requisitos para que uma medida seja psicometricamente adequada:</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">a) os &#237;ndices de ajustamento s&#227;o bastante satisfat&#243;rios. A t&#237;tulo ilustrativo, sublinhe-se que os valores do GFI, NFI, NNFI, CFI, IFI e RFI s&#227;o superiores a 0,90, tal como recomendado (Joreskog &#38; Sorbom, 1993; Byrne, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) As satura&#231;&#245;es atinentes aos descritores s&#227;o sistematicamente superiores a 0,50, e quase sempre se situam no patamar acima de 0,70.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) Os <i>alphas</i> de <i>Cronbach</i> s&#227;o invariavelmente superiores ao m&#237;nimo de 0,70 sugerido por Nunnally (1978).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Discuss&#227;o dos resultados e conclus&#245;es</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os dados emp&#237;ricos acabados de expor sugerem que h&#225; vantagens em considerar as percep&#231;&#245;es dos professores do ensino superior &#224; luz de cinco dimens&#245;es. Significa isso que apontam no sentido j&#225; aventado por Rego (2000e). &#201; certo que, da an&#225;lise factorial das componentes principais executada pelo investigador, haviam brotado apenas quatro factores, pois os itens interpessoais e informacionais saturavam um mesmo factor. Mas Rego havia verificado que: a) quando tratava separadamente esses dois grupos de descritores, conseguia mais elevados poderes preditivos da implica&#231;&#227;o afectiva; b) na regress&#227;o, apenas a vertente interpessoal apresentava um coeficiente significativo. O investigador aventara que esta evid&#234;ncia recomendava a execu&#231;&#227;o de an&#225;lises factoriais confirmat&#243;rias, com amostra diferente, tendo em vista comparar a os &#237;ndices de ajustamento dos modelos tetra e pentafactorial.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Foi precisamente a esse desafio que a presente pesquisa se abalan&#231;ou. Os resultados confirmam que a hip&#243;tese era leg&#237;tima, e que a considera&#231;&#227;o separada dos itens interpessoais e informacionais pode ser prefer&#237;vel &#224; sua jun&#231;&#227;o. Deve reconhecer-se que as diferen&#231;as entre os &#237;ndices de ajustamento de ambos os modelos s&#227;o muito t&#233;nues. Da&#237; deveria resultar a op&#231;&#227;o pelo modelo mais parcimonioso. Mas a evid&#234;ncia anterior &#8212; mostrando que os poderes preditivos da implica&#231;&#227;o organizacional gerados pelas facetas interpessoal e informacional s&#227;o distintos &#8212; recomenda que se mantenha a parti&#231;&#227;o. Futuras investiga&#231;&#245;es poder&#227;o, todavia, trazer ao campo dados emp&#237;ricos adicionais que ajudem a optar por um ou outro modelo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Importa sublinhar, em qualquer caso, que o instrumento de medida aqui sugerido denota propriedades psicom&#233;tricas de assinal&#225;vel valia: &#233; parcimonioso, expressa boas consist&#234;ncias internas, e revela caracter&#237;sticas dimensionais bastante claras. Parece, por conseguinte, representar um ponto de partida para investiga&#231;&#245;es que outros pesquisadores pretendam efectuar. Oxal&#225; surjam estudos visando a explica&#231;&#227;o de um elenco consider&#225;vel de atitudes e comportamentos largamente pesquisados em meios industriais/organizacionais. A quest&#227;o geral mais pertinente &#233; a de saber se os professores do ensino superior reagir&#227;o &#224;s percep&#231;&#245;es de justi&#231;a de modo similar ao que tem sido detectado noutros contextos. Ser&#225; que, designadamente, os professores com percep&#231;&#245;es de justi&#231;a mais positivas adoptam maiores &#237;ndices de comportamentos de cidadania docente (Rego &#38; Sousa, 2000a, 2000b), denotam maiores n&#237;veis de satisfa&#231;&#227;o, se empenham mais na vida organizacional, sentem mais confian&#231;a na institui&#231;&#227;o e suas autoridades, expressam menores n&#237;veis de absentismo? A especificidade multidimensional exposta neste artigo sugere, todavia, quest&#245;es de investiga&#231;&#227;o mais espec&#237;ficas. Por exemplo:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) os professores reagir&#227;o distintamente &#224;s duas facetas da justi&#231;a distributiva?</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ser&#225; que se empenham menos na sua actividade pedag&#243;gica quando se sentem injusti&#231;ados na distribui&#231;&#227;o do servi&#231;o docente, mas que essas percep&#231;&#245;es s&#227;o menos pertinentes para o seu desempenho cient&#237;fico e o empenho em actividades administrativas e de gest&#227;o?;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) em que medida as duas dimens&#245;es distributivas interagem na produ&#231;&#227;o de efeitos atitudinais e experimentais? Ser&#225; que fracos n&#237;veis de justi&#231;a percepcionada numa dimens&#227;o refor&#231;am os fracos n&#237;veis na outra dimens&#227;o? E ser&#225; que elevados n&#237;veis percepcionados numa faceta mitigam os efeitos de baixos n&#237;veis na outra vertente?;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">c) qual a faceta interaccional (interpessoal <i>versus</i> informacional) que predomina na explica&#231;&#227;o das reac&#231;&#245;es dos professores? Os efeitos ser&#227;o aditivos ou diferenciais? Ser&#225; que a justi&#231;a interpessoal interfere mais fortemente nos comportamentos de relacionamento com os superiores (e.g., ajuda na revis&#227;o de artigos, colabora&#231;&#227;o em projectos), e que a informacional explica mais claramente a participa&#231;&#227;o na tomada de decis&#245;es, a apresenta&#231;&#227;o de sugest&#245;es construtivas, as iniciativas de melhoria?;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">d) ser&#225; que estas duas vertentes interaccionais contribuem de igual modo para mitigar as reac&#231;&#245;es dos professores &#224;s percep&#231;&#245;es de injusti&#231;as distributivas e/ou procedimentais?.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Uma das mais fortes limita&#231;&#245;es do estudo prov&#233;m do facto de a amostra ter sido recolhida exclusivamente em institui&#231;&#245;es p&#250;blicas. Daqui decorrem, pelo menos aparentemente, dificuldades de aplica&#231;&#227;o do instrumento de medi&#231;&#227;o &#224;s institui&#231;&#245;es privadas. Estudos posteriores dever&#227;o, portanto, proceder a estudos de valida&#231;&#227;o nesse sector de ensino. Importa, no entanto, fazer tr&#234;s refer&#234;ncias:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">a) genericamente, o conte&#250;do sem&#226;ntico dos itens parece ser aplic&#225;vel aos professores dessas institui&#231;&#245;es. Afigura-se, ali&#225;s, ser extens&#237;vel &#224; generalidade das organiza&#231;&#245;es n&#227;o acad&#233;micas, com ligeiras adapta&#231;&#245;es;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">b) embora tenham caracter&#237;sticas distintas (e.g., em termos de recrutamento e selec&#231;&#227;o, esquemas remunerat&#243;rios, sistemas de promo&#231;&#227;o, avalia&#231;&#227;o de desempenho), as institui&#231;&#245;es p&#250;blicas e privadas partilham caracter&#237;sticas comuns, como sejam a relativa independ&#234;ncia da actividade docente e a t&#233;nue vig&#234;ncia dos mecanismos de supervis&#227;o directa sobre os docentes;</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">c) recorrendo &#224; linguagem de Mintzberg, pode afirmar-se que a natureza p&#250;blica/privada n&#227;o obsta a que ambos os tipos de organiza&#231;&#245;es denotem as caracter&#237;sticas b&#225;sicas de uma configura&#231;&#227;o profissional, com todas as peculiaridades da&#237; advenientes em termos de coordena&#231;&#227;o do trabalho, sistemas de planeamento e controlo, grau de centraliza&#231;&#227;o, formaliza&#231;&#227;o do comportamento (Mintzberg, 1983; 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em suma: as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos professores do ensino superior s&#227;o um construto multidimensional, parecendo haver raz&#245;es para trabalhar com cinco dimens&#245;es &#8212; e n&#227;o apenas com as tr&#234;s mais frequentemente apontadas na literatura sobre justi&#231;a organizacional: distributiva, procedimental e interaccional (Cropanzano &#38; Greenberg, 1997; Greenberg &#38; Lind, 2000). H&#225;, por&#233;m, necessidade de prosseguir as pesquisas com o fito de esclarecer se n&#227;o ser&#225; cientificamente mais vantajoso optar por vers&#245;es mais parcimoniosas &#8212; podendo as respostas &#224;s quest&#245;es atr&#225;s formuladas contribuir para esse esclarecimento. Importa, igualmente, testar o instrumento aqui proposto em institui&#231;&#245;es de ensino superior privadas, sob pena de a sua aplicabilidade ficar arredada de um sector de ensino inquestionavelmente relevante no sistema educativo.</font></p>               <p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Adams, J. S. (1965). Inequity in social exchange. In L. Berkowitz (Ed.), <i>Advances in experimental social psychology</i> (vol. 2, pp. 267-299). Nova Iorque: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489090&pid=S0874-2049200100020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alexander, S., &#38; Ruderman, M. (1987). The role of procedural and distributive justice in organizational behavior. <i>Social Justice Research, 1</i> (2), 77-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489092&pid=S0874-2049200100020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Allen, N., &#38; Meyer, J. P. (1996). Affective, continuance, and <i>normative commitment to the organization: An examination of construct validity. Journal of Vocational Behavior,</i> 49, 252-276.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489094&pid=S0874-2049200100020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aquino, K., Griffeth, R. W., Allen, D. G., &#38; Horn, P. W. (1997). Integrating justice constructs into the turnover process: A test of a referent cognitions model. <i>Academy of Management Journal, 40</i> (5), 1208-1227.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489096&pid=S0874-2049200100020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Balkin, D. B., &#38; Gomez-Mejia, Luis R. (1990). Matching compensation and organizational strategies. <i>Strategic Management Journal, 11,</i>153-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489098&pid=S0874-2049200100020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ball, G. A., Trevino, L. K., &#38; Sims Jr. H. P. (1994). Just and unjust punishment: Influences on subordinate performance and citizenship. <i>Academy of Management Journal,</i> 37, 299-322.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489100&pid=S0874-2049200100020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Bies, R. J., &#38; Moag, J. S. (1986). Interactional justice: Communication criteria of fairness. In R. J. Lewicki, B. H. Sheppard &#38; M. H. Bazerman (Eds.), <i>Research on negotiation in organizations</i> (vol. 1, pp. 43-55). Greenwich, CT: JAI Press.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bies, R. J., Martin, C. L., &#38; Brockner, J. (1993). &#34;Just laid off, but still a good citizen? Only if the process is fair&#34;. <i>Employee Responsibilities and Rights Journal, 6</i> (3), 227-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489103&pid=S0874-2049200100020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Byrne, B. M. (1998). <i>Structural equation modeling with LISREL, PRELIS, and SIMPLIS.</i> Londres: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489105&pid=S0874-2049200100020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Caetano, A., &#38; Vala, J. (1999). Efeitos da justi&#231;a organizacional percebida sobre a satisfa&#231;&#227;o no trabalho e as op&#231;&#245;es comportamentais. <i>Psicologia, XIII</i> (1-2), 75-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489107&pid=S0874-2049200100020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cordon, D. E. (1993). Some tests of the self-interest and group-value models of procedural justice: Evidence from an organizational appeal procedure. <i>Academy of Management Journal, 36</i> (5), 1109-1124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489109&pid=S0874-2049200100020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cropanzano, R., &#38; Greenberg, J. (1997). Progress in organizational justice: tunneling through the maze. In C. L. Cooper &#38; I. T. Robertson (Eds.), <i>International review of industrial and organizational psychology</i> (vol. 12, pp. 317-372). Chichester: John Wiley &#38; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489111&pid=S0874-2049200100020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dittrich, J. E., &#38; Carrell. M. R. (1979). Organizational equity perceptions, employee job satisfaction and departmental absence and turnover rates. <i>Organizational Behavior and Human Performance, 24,</i> 29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489113&pid=S0874-2049200100020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Farh, J., Earley, P. C., &#38; Lin, S. (1997). Impetus for action: A cultural analysis of justice and organizational citizenship behavior in Chinese society. <i>Administrative Science Quarterly, 42,</i>421-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489115&pid=S0874-2049200100020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Folger, R., &#38; Konovsky, M. A. (1989). Effects of procedural and distributive justice on reactions to pay raise decisions. <i>Academy of Management Review, 32</i> (1), 115-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489117&pid=S0874-2049200100020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J., &#38; Lind, E. A. (2000). The pursuit of organizational justice: From conceptualization to implication to application. In C. L. Cooper &#38; E. A. Locke (Eds.). <i>Industrial and organizational psychology: Linking theory with practice</i> (pp. 72-108). Malden, MA: Blackwell.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J., &#38; McCarty, C. L. (1990). The interpersonal aspects of procedural justice: A new perspective on pay fairness. <i>Labor Law Journal, 41,</i>580-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489120&pid=S0874-2049200100020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1990). Organizational justice: Yesterday, today and tomorrow. <i>Journal of Management, 16,</i> 399-432.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489122&pid=S0874-2049200100020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1993a). The intelectual adolescence of organizational justice: You&#39;ve come a long way, maybe. <i>Social Justice Research, 6</i> (1), 135-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489124&pid=S0874-2049200100020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1993b). The social side of fairness: Interpersonal and informational classes of organizational justice. In R. Cropanzano (Ed.), <i>Justice in the workplace: Approaching fairness in human resource management</i> (pp. 79-103). Hillsdale, NJ: Erlbaum.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, J. (1996). <i>The quest for justice on the job: Essays and experiments.</i> Thousand Oaks, CA: Sage.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Joreskog, K., &#38; Sorbom, D. (1993). <i>Lisrel 8: Structural equation modeling with the simplis command language.</i> Scientific Software International.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489128&pid=S0874-2049200100020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C., &#38; Mauborgne, R. A. (1991). Implementing global strategies: The role of procedural justice. <i>Strategic Management Journal, 12,</i>125-143.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489130&pid=S0874-2049200100020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C., &#38; Mauborgne, R. A. (1996). Procedural justice and managers&#39; in-role and extra-role behavior: the case of the multinational. <i>Management Science,</i> Abril, 499-515.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489132&pid=S0874-2049200100020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, W. C., &#38; Mauborgne, R. A. (1997). Fair process: managing in the knowledge economy. <i>Harvard Business Review, 75</i> (4), 65-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489134&pid=S0874-2049200100020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leventhal, G. S. (1980). What should be done with equity theory? New approaches to the study of fairness in social relationships. In K. S. Gergen, M. S. Greenberg, &#38; R. H. Willis (Eds.), <i>Social exchange: Advances in theory and research</i> (pp. 27-55). Nova Iorque: Plenum Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489136&pid=S0874-2049200100020000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lind, E. A., &#38; Tyler, T. R. (1988). <i>The social psychology of procedural justice.</i> Nova Iorque: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489138&pid=S0874-2049200100020000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lowe, R. H., &#38; Vodanovich, S. J. (1995). A field study of distributive and procedural justice as predictors of satisfaction and organizational commitment. <i>Jurnal of Business and Psychology, 10</i> (1), 99-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489140&pid=S0874-2049200100020000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lupfer, M. B., Weeks, K., Doan, K. A., &#38; Houston, D. A. (2000). Folk conceptions of fairness and fairness. <i>European Journal of Social Psichology, 30,</i>405-428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489142&pid=S0874-2049200100020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Masterson, S. S.; Lewis, K.; Goldman, B. M., &#38; Taylor, M. S. (2000). Integrating justice and social exchange: The differing effects of fair procedures and treatment on work relationships. <i>Academy of Management Journal, 43</i> (4), 738-749.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489144&pid=S0874-2049200100020000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McFarlin, D. B., &#38; Sweeney, P. D. (1992). Distributive and procedural justice as predictors of satisfaction with personal and organizational outcomes. <i>Academy of Management Journal, 35</i> (3), 626-637.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489146&pid=S0874-2049200100020000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McNeely, B., &#38; Meglino, B. M. (1994). The role of dispositional and situational antecedents in prosocial organizational behavior: An examination of the intended beneficiaires of prosocial behavior. <i>Journal of Applied Psychology, 79</i> (6), 836-844.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489148&pid=S0874-2049200100020000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meyer, J. P. (1997). Organizational commitment. In: C. L. Cooper &#38; I. T. Robertson (Eds.), <i>International review of industrial and organizational psychology, 12,</i>175-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489150&pid=S0874-2049200100020000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mintzberg, H. (1983). <i>Structure in five: Designing eeffective organizations.</i> Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mintzberg, H. (1998). The structuring of organizations. In J. B. Quinn, H. Mintzberg &#38; R. M. James (Eds.), <i>The strategy process: Concepts, contexts &#38; cases</i> (pp. 276-311). Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moorman, R. H. (1991). Relationship between organizational justice and organizational citizenship behaviors: do fairness perceptions influence employee citizenship? <i>Journal of Applied Psychology, 76,</i> 845-855.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489154&pid=S0874-2049200100020000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Morgan, M. L. (Ed.) (1992). <i>Classics of moral and political theory.</i> Indianopolis/Cambridge: Hackett.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489156&pid=S0874-2049200100020000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Netemeyer, R. G., Boles, J. S., Mckee, D. O., &#38; McMurrian, R. (1997). An investigation into the antecedents of organizational citizenship behaviors in a personal selling context. <i>Journal of Marketing, 61,</i> 85-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489158&pid=S0874-2049200100020000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Niehoff, B. R, &#38; Moorman, R. H. (1993). Justice as a mediator of the relationship between methods of monitoring and organizational citizenship behavior. <i>Academy of Management Journal, 36</i> (3), 527-556.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489160&pid=S0874-2049200100020000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nunnally, J. C. (1978). <i>Psychometric theory</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Nova Iorque: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489162&pid=S0874-2049200100020000800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Passos, A. M. (1999). <i>Determinantes do comportamento de cidadania organizacional.</i> Disserta&#231;&#227;o de mestrado em Psicologia Social e Organizacional, Lisboa: ISCTE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489164&pid=S0874-2049200100020000800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Passos, A., &#38; Caetano, A. (2000). Comportamento de cidadania organizacional: Factores determinantes. <i>Psychologica, 23,</i> 71-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489166&pid=S0874-2049200100020000800042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Rawls, J. (1971). <i>A theory of justice.</i> Cambridge, MA: Harvard University Press.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (1999a). Justi&#231;a organizacional: Entre a adolesc&#234;ncia e a maturidade. In M. P. Cunha (Ed.), <i>Teoria organizacional: Perspectivas e prospectivas</i> (pp. 165-224). Lisboa: Publica&#231;&#245;es D. Quixote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489169&pid=S0874-2049200100020000800044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000a). <i>Justi&#231;a e comportamentos de cidadania nas organiza&#231;&#245;es: Uma abordagem sem tabus.</i> Lisboa: Edi&#231;&#245;es Sflabo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489171&pid=S0874-2049200100020000800045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000b). Justi&#231;a e comportamentos de cidadania. <i>Comportamento Organizacional e Gest&#227;o, 6</i> (1), 73-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489173&pid=S0874-2049200100020000800046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000c). Justi&#231;a organizacional: Desenvolvimento e valida&#231;&#227;o de um instrumento de medida. <i>Psicologia</i> (aceite para publica&#231;&#227;o).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489175&pid=S0874-2049200100020000800047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000d). <i>Comportamentos de cidadania organizacional: Uma abordagem emp&#237;rica a alguns dos seus antecedentes e consequ&#234;ncias.</i> Tese de doutoramento n&#227;o publicada. Lisboa: ISCTE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489177&pid=S0874-2049200100020000800048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000e). <i>Percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos professores do ensino superior: Desenvolvimento e valida&#231;&#227;o de um instrumento de medida.</i> Proposto para publica&#231;&#227;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489179&pid=S0874-2049200100020000800049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A. (2000f). Alguns dados seminais sobre as percep&#231;&#245;es de justi&#231;a dos professores do ensino superior. <i>Psicologia, Educa&#231;&#227;o e Cultura, IV</i> (2), 361-374.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489181&pid=S0874-2049200100020000800050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A., &#38; Sousa, L. (2000a). Comportamentos de cidadania docente universit&#225;ria: A perspectiva dos estudantes. <i>Psychologica, 25,</i> 67-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489183&pid=S0874-2049200100020000800051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rego, A., &#38; Sousa, L. (2000b). Impactos dos comportamentos de cidadania docente sobre os alunos universit&#225;rios: A perspectiva dos estudantes e dos professores. <i>Linhas Cr&#237;ticas,</i> 6 (10), 9-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489185&pid=S0874-2049200100020000800052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ross, W. D. (1959). <i>The nicomachean ethics of Aristotle.</i> Londres: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489187&pid=S0874-2049200100020000800053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Scholl, R. W., Cooper, E. A., &#38; McKenna, J. F. (1987). Referent selection in determining equity perceptions: Differential effects on behavioral and attidudinal outcomes. <i>Personnel Psychology, 40,</i>113-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489189&pid=S0874-2049200100020000800054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P, &#38; Folger, R. (1997). Retaliation in the workplace: The roles of distributive, procedural, and interactional justice. <i>Journal of Applied Psychology, 82</i> (3), 434-443.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489191&pid=S0874-2049200100020000800055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. R, &#38; Latham, G. P. (1996). Increasing citizenship behavior within a labor union: A test of organizational justice theory. <i>Journal of Applied Psychology, 81</i> (2), 161-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489193&pid=S0874-2049200100020000800056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skarlicki, D. P; Folger, R., &#38; Tesluk, P. (1999). Personality as a moderator in the relationship between fairness and retaliation. <i>Academy of Management Journal, 42</i> (1), 100-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489195&pid=S0874-2049200100020000800057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sousa, F. H., &#38; Vala, J. (1999). Justi&#231;a nas organiza&#231;&#245;es: O modelo do valor do grupo e as orienta&#231;&#245;es comportamentais face &#224; mudan&#231;a. <i>Psicologia, XIII</i> (1-2), 25-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=489197&pid=S0874-2049200100020000800058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Spencer, D. G. (1986). 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