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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Interacção mãe-filho e qualidade da vinculação em crianças com alterações neuromotoras]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Parental interactions and quality of attachment in cerebral palsied children]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was to examine quality of attachment in a group of cerebral palsied children. Eleven boys and eight girls with ages ranging from 18 to 32 months were observed in the context of an adapted version of the Ainsworth's Strange Situation procedure. Ignoring indices of disorganization associated to the neurological condition of our participants it was found that 18 out of the 19 observed cases showed coherent attachment patterns. In fact, we were able to identify nine secure, five avoidant and four ambivalent children. The adequacy of this classification was tested by discriminant function analysis which indicated that all cases were correctly classified. No relations were found between children's patterns of attachment and parental interactive behaviors assessed by the Parent/Caregiver Involvement Scale. Theoretical implications of the results and potential contributions of attachment theory for early intervention are discussed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho e qualidade da vincula&#231;&#227;o em crian&#231;as com altera&#231;&#245;es neuromotoras</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Parental interactions and quality of attachment in cerebral palsied children</b></font></p>          <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Marina Fuertes<sup>*</sup>; Pedro Lopes dos Santos<sup>**</sup></b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup>Mestre em psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade do Porto.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>**</sup>Professor associado da Faculdade de Psicologia e de Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade do Porto.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O presente trabalho investiga a organiza&#231;&#227;o dos processos de vincula&#231;&#227;o em crian&#231;as com altera&#231;&#245;es neuromotoras. A amostra inclu&#237;a 11 rapazes e 8 raparigas portadores de paralisia cerebral, cuja idade variava entre os 18 e os 32 meses. Estes participantes foram avaliados atrav&#233;s de uma vers&#227;o adaptada da <i>Situa&#231;&#227;o Estranha.</i> Ignorando os sinais D associados aos quadros de altera&#231;&#227;o neuromotora, verificou-se que 18 das 19 crian&#231;as exibiam padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o coerentes; 9 pertenciam &#224; categoria dos seguros, 5 &#224; dos evitantes e 4 &#224; dos ambivalentes. A adequa&#231;&#227;o destas classifica&#231;&#245;es foi plenamente confirmada pela an&#225;lise da fun&#231;&#227;o discriminante. Contrariamente ao esperado, n&#227;o se detectaram quaisquer rela&#231;&#245;es entre os padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o e as caracter&#237;sticas das interac&#231;&#245;es parentais examinadas mediante a <i>parent/caregiver </i>ilnvolvement scale. A discuss&#227;o real&#231;a as implica&#231;&#245;es te&#243;ricas dos resultados e os poss&#237;veis contributos da teoria da vincula&#231;&#227;o para as pr&#225;ticas no dom&#237;nio da Interven&#231;&#227;o Precoce.<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b> Vincula&#231;&#227;o, crian&#231;a, paralesia cerebral, risco de desenvolvimento.</font></p>  <hr size="1" noshade>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"> The purpose of this study was to examine quality of attachment in a group of cerebral palsied children. Eleven boys and eight girls with ages ranging from 18 to 32 months were observed in the context of an adapted version of the Ainsworth&#39;s Strange Situation procedure. Ignoring indices of disorganization associated to the neurological condition of our participants it was found that 18 out of the 19 observed cases showed coherent attachment patterns. In fact, we were able to identify nine secure, five avoidant and four ambivalent children. The adequacy of this classification was tested by discriminant function analysis which indicated that all cases were correctly classified. No relations were found between children&#39;s patterns of attachment and parental interactive behaviors assessed by the Parent/Caregiver Involvement Scale. Theoretical implications of the results and potential contributions of attachment theory for early intervention are discussed.</font></p>      <hr size="1" noshade>         <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2">O conceito de vincula&#231;&#227;o designa o processo pelo qual o indiv&#237;duo estabelece uma liga&#231;&#227;o afectiva privilegiada e duradoura com a figura que habitua<u>lm</u>ente lhe dispensa os cuidados matemos (Ainsworth, 1989). Traduzindo, segundo Bowlby (1969/1982), uma disposi&#231;&#227;o de car&#225;cter instintivo, esta liga&#231;&#227;o exprime-se, em termos comportamentais, atrav&#233;s de uma variedade de respostas cuja consequ&#234;ncia previs&#237;vel ser&#225; a de criar ou manter situa&#231;&#245;es de proximidade espacial com a m&#227;e.<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a> Tais respostas englobam reac&#231;&#245;es como o <i>aproximar-se, o seguir,</i> o <i>tocar, o subir para o colo, o sorriso,</i> o <i>chamar</i> e o <i>choro.</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os comportamentos de vincula&#231;&#227;o integram um sistema de ac&#231;&#227;o altamente reactivo &#224;s vari&#225;veis de tipo contextuai. Seleccionado ao longo da filog&#233;nese, este sistema tende a responder de forma particularmente intensa quando o indiv&#237;duo experimenta alarme ou outras situa&#231;&#245;es de mal-estar f&#237;sico e psicol&#243;gico. No caso da crian&#231;a pequena, eventos como (1) a entrada em ambientes estranhos, (2) a aus&#234;ncia ou afastamento da m&#227;e, (3) a aproxima&#231;&#227;o de desconhecidos, (4) o alarme materno, (5) a experi&#234;ncia da dor, da fadiga e da fome tendem a activar, especificamente, o sistema comportamental da vincula&#231;&#227;o (Cassidy, 1999). Em tais circunst&#226;ncias, a instaura&#231;&#227;o do contacto ou a mera obten&#231;&#227;o de proximidade com a figura materna permitir&#225; &#224; crian&#231;a recuperar um equil&#237;brio homeost&#225;tico que se configura, sob o ponto de vista ps&#237;quico, pelo predom&#237;nio de sentimentos de conforto e de seguran&#231;a (Bowlby, 1988).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os fen&#243;menos da vincula&#231;&#227;o parecem ter um papel importante na regula&#231;&#227;o da experi&#234;ncia interpessoal dos indiv&#237;duos. Operando desde as fases iniciais da exist&#234;ncia, estes fen&#243;menos come&#231;am a marcar os processos de constru&#231;&#227;o da personalidade numa altura em que a crian&#231;a n&#227;o disp&#245;e, ainda, da aptid&#227;o para representar claramente os objectos, os sentimentos ou as emo&#231;&#245;es. Assim, muito antes de conseguir utilizar os recursos da media&#231;&#227;o simb&#243;lica para estruturar os sentidos do vivenciado, o beb&#233; ter&#225; j&#225; estabelecido uma poderosa organiza&#231;&#227;o de afectos, de condutas e de significados em torno da tarefa de obter seguran&#231;a, conforto ou protec&#231;&#227;o por parte das suas figuras de vincula&#231;&#227;o (Soares, Lopes dos Santos <i>et al.,1996</i>).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A estabiliza&#231;&#227;o do sistema comportamental da vincula&#231;&#227;o representa um marco cr&#237;tico do processo de evolu&#231;&#227;o ontog&#233;nica. Alcan&#231;ada por volta dos doze meses (Marvin &#38; Britner, 1999), ela culmina uma din&#226;mica de transforma&#231;&#245;es desenvolvimentais que possuem grande labilidade relativamente &#224;s influ&#234;ncias do meio. Para Bowlby (1969/1982), a maneira como o indiv&#237;duo ir&#225; construir e regular as liga&#231;&#245;es de tipo vinculativo &#233;, em grande parte, pontuada por componentes idiossincr&#225;ticas que reflectem a qualidade das experi&#234;ncias vividas no quadro das interac&#231;&#245;es com os outros significativos. Tal ideia encontra suportes s&#243;lidos nos dados de v&#225;rios estudos longitudinais, que relevaram a import&#226;ncia da qualidade da rela&#231;&#227;o m&#227;e-filho na constitui&#231;&#227;o dos chamados padr&#245;es seguros e inseguros da vincula&#231;&#227;o <i>(e.g.,</i> Ainsworth, Blehar, Waters &#38; Wall, 1978; Grossmann, Grossmann, Spangler, Suess &#38; Unzner, 1985; Isabella, 1993; Leyendecker, Lamb &#38; Scholmerich, 1997; Martins, 1996).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Aceita-se, hoje, que o modelo da rela&#231;&#227;o segura &#233; um factor crucial para a elabora&#231;&#227;o da compet&#234;ncia da crian&#231;a. Na verdade, um n&#250;mero apreci&#225;vel de pesquisas sugere que a seguran&#231;a da vincula&#231;&#227;o fornece o terreno mais favor&#225;vel &#224; negocia&#231;&#227;o das tarefas de desenvolvimento ligadas a dimens&#245;es como as da diferencia&#231;&#227;o do <i>self</i> (<i>e.g</i>., Cassidy, 1990), da regula&#231;&#227;o emocional <i>(e.g.,</i> Carlson, Jacobvitz &#38; Sroufe, 1995; Schneider-Rosen, 1990), da adapta&#231;&#227;o social (Thompson, 1998) e at&#233; do funcionamento cognitivo <i>(e.g.,</i> Meins, 1997; Ruitter &#38; van Ijzendoom, 1993; Silva, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A ideia de que o percurso ontog&#233;nico se constr&#243;i na base da institui&#231;&#227;o de estreitas sinergias entre os v&#225;rios sistemas da personalidade <i>(e.g.,</i> Greenspan, 1996; Lopes dos Santos, 2000) possui ineg&#225;veis repercuss&#245;es a n&#237;vel da defini&#231;&#227;o das estrat&#233;gias interventivas. Neste contexto, v&#225;rios trabalhos t&#234;m-se proposto investigar a organiza&#231;&#227;o dos processos de vincula&#231;&#227;o em amostras de beb&#233;s pertencentes a popula&#231;&#245;es eleg&#237;veis para os programas de interven&#231;&#227;o precoce <i>(e.g.</i> Capps, Sigman &#38; Mundy, 1994; Cicchetti &#38; Ganiban, 1990; Egeland &#38; Sroufe, 1981; Frodi &#38; Thompson, 1985; Hadadian, 1996; Lederberg &#38; Mobley, 1990; Mira-Coelho, 1998; Os&#243;rio, 2002).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Inscrevendo-se numa linha de pesquisa que visa apreciar a coer&#234;ncia das adapta&#231;&#245;es ontog&#233;nicas em circunst&#226;ncias de crescimento adversas, o presente estudo tem como objectivo central examinar a express&#227;o dos comportamentos de vincula&#231;&#227;o em crian&#231;as diagnosticadas com altera&#231;&#245;es neuromotoras severas {paralisia cerebral). De facto as graves limita&#231;&#245;es que estes indiv&#237;duos revelam {muitas vezes associadas a dificuldades de &#237;ndole cognitiva) poder&#227;o ter eventuais reflexos no modo como eles estruturam, ao longo dos primeiros anos de vida, os processos do desenvolvimento socioemocional. Tendo em conta a singularidade da sua condi&#231;&#227;o (que proporciona, sob v&#225;rios aspectos, uma experi&#234;ncia social dotada de especificidades pr&#243;prias), torna-se relevante saber de que maneira organizam as respostas de vincula&#231;&#227;o. Que estrat&#233;gias utilizam para negociar, em ambiente estranho, a proximidade com a figura materna? Ser&#225; que - &#224; semelhan&#231;a das outras crian&#231;as - exibem padr&#245;es consistentes de vincula&#231;&#227;o referend&#225;veis aos modelos de organiza&#231;&#227;o segura ou insegura? At&#233; que ponto tais modelos se relacionam com os factores da interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho? Que ila&#231;&#245;es poder&#227;o ser retiradas para efeitos de interven&#231;&#227;o?</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A fim de respondermos a estas quest&#245;es avali&#225;mos os membros da amostra atrav&#233;s do procedimento da <i>situa&#231;&#227;o estranha</i> (Ainsworth <i>et al,</i> 1978), introduzindo-lhe algumas ligeiras modifica&#231;&#245;es de modo a adaptarmos o m&#233;todo &#224; especificidade dos indiv&#237;duos testados. Observ&#225;mos, paralelamente, as m&#227;es e as respectivas crian&#231;as num contexto de jogo livre, com o prop&#243;sito de obtermos indicadores directos da qualidade interactiva do comportamento materno.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#233;todo</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Participantes</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A amostra incluiu 19 pares adulto-crian&#231;a, dos quais 16 eram d&#237;ades m&#227;e-filho e 3 d&#237;ades pai-filho. De acordo com as indica&#231;&#245;es recolhidas, os pais observados desempenhavam um papel muito significativo na presta&#231;&#227;o de cuidados &#224;s suas crian&#231;as. Os participantes foram recrutados no Centro de Reabilita&#231;&#227;o de Paralisia Cerebral do Porto, que lhes assegurava servi&#231;os de interven&#231;&#227;o precoce. Oito destas crian&#231;as pertenciam ao sexo feminino e onze ao sexo masculino.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A sua inclus&#227;o ira amostra baseou-se nos seguintes crit&#233;rios: (a) possu&#237;rem diagn&#243;stico de altera&#231;&#227;o motora cong&#233;nita de origem neurol&#243;gica, (b) n&#227;o serem ainda capazes de locomo&#231;&#227;o aut&#243;noma, (c) viverem com pelo menos um dos pais, (d) n&#227;o apresentarem suspeita ou comprova&#231;&#227;o de atraso mental severo, (e) n&#227;o haver refer&#234;ncia a psicopatologia materna ou paterna nem suspeita de abuso de &#225;lcool ou drogas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A m&#233;dia et&#225;ria das crian&#231;as era de 25,26 meses (d.p,= 4,28), com dispers&#227;o de idades compreendidas entre os 18 e os 32 meses. Os quadros de altera&#231;&#227;o motora de que eram portadores tinham express&#227;o variada: dez tetraplegias, uma diplegia, duas hemiplegias, tr&#234;s ataxias, uma hipotonia e duas hemipar&#233;sias.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Quanto &#224;s caracter&#237;sticas do agregado familiar, 18 das crian&#231;as residiam com ambos os pais, &#224; excep&#231;&#227;o de uma que vivia s&#243; com a m&#227;e. No total da amostra, seis crian&#231;as tinham pelo menos um irm&#227;o, sendo as restantes filhos/as &#250;nicos/as.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tendo como refer&#234;ncia a Classifica&#231;&#227;o Nacional das Profiss&#245;es, os pais distribu&#237;am-se pela primeira (n=l), terceira (n=l), quarta (n=l), quinta (n=5), s&#233;tima (n=6) e oitava (n=4) categorias. As m&#227;es, por sua vez, inclu&#237;am-se na quarta (n=2), quinta (n=4), s&#233;tima (n=2), oitava (n=l) e nona (n=l) categorias. De entre as dezanove, dez eram donas de casa, n&#227;o exercendo qualquer profiss&#227;o remunerada. Assim, sob o ponto de vista socioecon&#243;mico, podemos caracterizar a nossa amostra, em linhas gerais, como sendo predominantemente constitu&#237;da por agregados familiares pertencentes ao n&#237;vel m&#233;dio baixo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Procedimento</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No sentido de averiguarmos a presen&#231;a de estruturas de organiza&#231;&#227;o comportamental suscept&#237;veis de serem descritas em termos de padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o, observ&#225;mos as crian&#231;as no contexto da <i>situa&#231;&#227;o estranha</i> (Ainsworth <i>et al,</i> 1978). Conforme &#233; sabido, este procedimento laboratorial decorre numa pequena sala repleta de brinquedos e consta de oito epis&#243;dios. O primeiro corresponde a uma fase preambular, na qual a m&#227;e e a crian&#231;a s&#227;o introduzidas na sala de observa&#231;&#227;o. Os restantes sete, com dura&#231;&#227;o de tr&#234;s minutos cada um, manipulam, experimentalmente, a presen&#231;a e a aus&#234;ncia da figura de vincula&#231;&#227;o. Assim, no segundo epis&#243;dio, m&#227;e e filho permanecem s&#243;s, esperando-se que a crian&#231;a explore os espa&#231;os e brinquedos. O terceiro inicia-se com a entrada de um adulto desconhecido <i>[estranha)</i> que ap&#243;s algum tempo procura interagir com a crian&#231;a. No quarto epis&#243;dio a m&#227;e ausenta-se discretamente (primeira separa&#231;&#227;o), permanecendo, apenas, na sala a crian&#231;a e a estranha. O quinto epis&#243;dio come&#231;a com a reentrada da m&#227;e (primeira reuni&#227;o) que, ap&#243;s a sa&#237;da da estranha, fica novamente na sala com o filho. Tem, depois, in&#237;cio o sexto epis&#243;dio, no qual a m&#227;e volta a sair (segunda separa&#231;&#227;o), deixando a crian&#231;a sozinha. No s&#233;timo epis&#243;dio, a estranha reentra. O procedimento termina no oitavo epis&#243;dio com a sa&#237;da da estranha e o retomo &#224; sala da m&#227;e, que permanece com a crian&#231;a at&#233; ao final da sess&#227;o.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Uma vez que estud&#225;vamos um grupo com dificuldades motoras acentuadas, introduzimos algumas pequenas modifica&#231;&#245;es no procedimento habitual da <i>situa&#231;&#227;o estranha.</i> Assim, pedimos a uma educadora especializada que sentasse a crian&#231;a numa cadeira pr&#243;pria, tendo em conta as suas caracter&#237;sticas f&#237;sico-funcionais. Esta passava todo o per&#237;odo de observa&#231;&#227;o sentada, excepto no &#250;ltimo epis&#243;dio, em que era dada op&#231;&#227;o &#224; m&#227;e para a retirar da cadeira e segur&#225;-la ao colo. Por outro lado, quando presentes, a m&#227;e e a estranha permaneciam ao lado da crian&#231;a, que tinha &#224; sua frente um tabuleiro de brinquedos. Este arranjo, que n&#227;o corresponde ao originalmente proposto, explica-se pelo facto de as suas dificuldades motoras as impedirem de se deslocarem autonomamente e de necessitarem do tabuleiro como base de apoio para a manipula&#231;&#227;o dos brinquedos. Admitimos, tamb&#233;m, um grau de participa&#231;&#227;o dos adultos superior ao usualmente recomendado, j&#225; que muitas das crian&#231;as tinham dificuldade em chegar por si aos brinquedos, precisando frequentemente de ajuda. Os materiais utilizados foram previamente seleccionados em colabora&#231;&#227;o com a educadora, tendo em conta as caracter&#237;sticas desenvolvimentais de cada crian&#231;a. Houve sempre a preocupa&#231;&#227;o de que os materiais escolhidos fossem suficientemente atractivos para favorecerem as actividades de explora&#231;&#227;o manipulat&#243;ria.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Efectu&#225;mos o registo videogr&#225;fico de todo o procedimento, que foi depois cotado de acordo com os crit&#233;rios definidos por Ainsworth (Ainsworth <i>et al,</i> 1978). Seguindo esses crit&#233;rios avali&#225;mos sete vari&#225;veis. As quatro primeiras&#8212;<i>procura da proximidade, manuten&#231;&#227;o do contacto, resist&#234;ncia ao contacto</i> e <i>evitamento da proximidade </i>&#8212; s&#227;o quantific&#225;veis segundo escalas pormenorizadamente operacionalizadas, cujos valores se distribuem entre um e sete pontos. As restantes tr&#234;s &#8212; <i>explora&#231;&#227;o manipulat&#243;ria, explora&#231;&#227;o visual</i> e <i>choro</i> &#8212;, com defini&#231;&#227;o bem expl&#237;cita no sistema de observa&#231;&#227;o, s&#227;o contabiliz&#225;veis segundo o m&#233;todo das frequ&#234;ncias modificadas. Nesse sentido, cada epis&#243;dio (&#224; excep&#231;&#227;o do primeiro) &#233; subdividido em intervalos de tempo de 15 segundos, nos quais o observador se limita a assinalar, independentemente do n&#250;mero de vezes, se o comportamento cr&#237;tico ocorre ou n&#227;o. Assim, num total de 3 minutos poderemos obter, potencialmente, um m&#225;ximo de 12 ocorr&#234;ncias para estes comportamentos. Acontece, por&#233;m, que nem sempre os epis&#243;dios t&#234;m a dura&#231;&#227;o prevista. Nessas circunst&#226;ncias, os valores observados s&#227;o transformados em valores relativos mediante a aplica&#231;&#227;o de uma f&#243;rmula que multiplica por doze a raz&#227;o entre o n&#250;mero dos registos efectuados e a quantidade de intervalos de tempo que o epis&#243;dio realmente teve.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No presente trabalho a organiza&#231;&#227;o comportamental da vincula&#231;&#227;o foi, apenas, classificada em termos dos padr&#245;es A <i>(inseguro evitante),</i> B <i>(seguro)</i> ou C <i>(inseguro ambivalente/resistente)</i> e respectivos subgrupos (Al, A2, B1, B2, B3, B4, Cl, e C2). Decidimos n&#227;o recorrer &#224; categoria D <i>(desorganizados/desorientados),</i> originalmente descrita em Main e Solomon (1990), pelas seguintes raz&#245;es:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">1 reconhece-se, de uma forma geral, que os crit&#233;rios de classifica&#231;&#227;o D s&#243; s&#227;o, inequivocamente, aplic&#225;veis a crian&#231;as sem altera&#231;&#245;es neurol&#243;gicas;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 alguns dos crit&#233;rios D concernem respostas t&#237;picas nos indiv&#237;duos com altera&#231;&#245;es neuromotoras <i>(e.g.,</i> maneirismos, estereotipias...) que, como tal, n&#227;o indiciam desorganiza&#231;&#227;o hipot&#233;tica dos processos de vincula&#231;&#227;o (Pipp-Siegel, Siegel &#38; Dean, 1999).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Assim, a atribui&#231;&#227;o do estatuto de desorganizado/desorientado s&#243; poderia ser feita na base de crit&#233;rios amb&#237;guos e imprecisos. N&#227;o obstante, em ordem a precavermo-nos contra poss&#237;veis factores de enviezamento, procur&#225;mos n&#227;o for&#231;ar as classifica&#231;&#245;es. Por isso consider&#225;mos, s&#243;, como validamente classificados os casos em que eram exteriorizadas estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o claramente identific&#225;veis com os tr&#234;s padr&#245;es acima mencionados. Sempre que tal n&#227;o sucedesse, os casos seriam tidos como inclassific&#225;veis.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente a cada uma das crian&#231;as, disp&#250;nhamos de uma avalia&#231;&#227;o informal do seu equil&#237;brio emocional, efectuada pela educadora especializada que a seguia. Essa avalia&#231;&#227;o situava-as numa das seguintes tr&#234;s categorias: normal, inst&#225;vel ou imatura. Pesem, embora, os crit&#233;rios fluidos e pouco objectivos inerentes a tais classifica&#231;&#245;es, ach&#225;mos interessante consider&#225;-las em ordem a detectar poss&#237;veis rela&#231;&#245;es com os padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o que vi&#233;ssemos a identificar.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Com o prop&#243;sito de examinarmos o comportamento interactivo dos adultos, film&#225;mos uma situa&#231;&#227;o de jogo livre pais-crian&#231;a (com dura&#231;&#227;o m&#233;dia de 15 minutos). Os filmes foram depois analisados atrav&#233;s dos itens da PCIS<i>&#8212;parent caregiver involvement scales</i> (Farran, Kasari, Comfort &#38; Jay, 1986). A escolha deste instrumento foi feita por tr&#234;s raz&#245;es principais:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">1 enquanto instrumento de avalia&#231;&#227;o, a PCIS define procedimentos e crit&#233;rios de cota&#231;&#227;o adaptados ao estudo de popula&#231;&#245;es com as caracter&#237;sticas da amostra que examin&#225;mos;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 ofereda-se-nos a possibilidade de ter alguma supervis&#227;o por parte da autora principal do instrumento (Dale Farran) na administra&#231;&#227;o e cota&#231;&#227;o dos itens da PCIS;</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">3 o conte&#250;do das escalas, reflectindo embora um construto pr&#243;prio, contempla diversos aspectos sobrepon&#237;veis ao universo conceptual das escalas de sensibilidade materna utilizadas por Ainsworth e a outras dimens&#245;es do comportamento parental que d&#233;cadas de investiga&#231;&#227;o mostraram estar associadas ao desenvolvimento diferencial das estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o infantil (De Wollf &#38; van IJzendoom, 1997).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os comportamentos interactivos dos adultos eram avaliados no que respeita ao (1) envolvimento f&#237;sico, (2) envolvimento verbal, (3) capacidade de resposta, (4) Interac&#231;&#227;o de jogo, (5) comportamento de ensino, (6) controlo sobre as actividades da crian&#231;a, (7) directivas, (8) relacionamento entre actividades, (9) demonstra&#231;&#245;es positivas, (10) demonstra&#231;&#245;es negativas e (11) defini&#231;&#227;o de objectivos. Cada um destes aspectos &#233; pontuado em termos de quantidade, qualidade e adequa&#231;&#227;o, de acordo com uma escala de um a cinco pontos. Relativamente &#224;s tr&#234;s dimens&#245;es mencionadas, a PCIS prev&#234; a possibilidade de cota&#231;&#245;es sum&#225;rias determinadas pelo c&#225;lculo das m&#233;dias das notas obtidas em cada um dos 11 itens. Poder-se-&#227;o, assim, extrair s<i>cores</i> globais para a quantidade, qualidade e adequa&#231;&#227;o do envolvimento parental.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em ordem a aferir a fidedignidade das cota&#231;&#245;es, calcul&#225;mos, sobre um total de dez registos videogr&#225;ficos, medidas de acordo intra-observador (teste-reteste), obtendo n&#237;veis de concord&#226;ncia que se situaram nos 90,3%.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados ser&#227;o apresentados em duas sec&#231;&#245;es distintas. Na primeira, indicaremos at&#233; que ponto foi poss&#237;vel identificar padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o, avaliando a consist&#234;ncia das classifica&#231;&#245;es efectuadas. Na segunda, examinaremos as eventuais rela&#231;&#245;es entre os padr&#245;es do comportamento infantil e as vari&#225;veis da interac&#231;&#227;o pais-filhos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Antes de avan&#231;armos na nossa exposi&#231;&#227;o, importa salientar que as an&#225;lises n&#227;o revelaram efeitos significativos associados ao sexo ou &#224; idade das crian&#231;as. Tampouco se detectaram diferen&#231;as sistem&#225;ticas relacionadas com a severidade dos sintomas de altera&#231;&#227;o neuromotora. Por essa raz&#227;o dispensarmo-nos-emos de considerar, aqui, estas vari&#225;veis.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Conforme tivemos oportunidade de referir, um dos nossos objectivos era o de ver se, &#224; semelhan&#231;a do que se passa com a popula&#231;&#227;o em geral, pod&#237;amos identificar com clareza padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o na amostra das crian&#231;as observadas. Ora o <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03q1.jpg">Quadro 1</a> ilustra que nove das crian&#231;as revelaram ao longo da <i>situa&#231;&#227;o estranha</i> uma organiza&#231;&#227;o comportamental de tipo seguro (grupo B). Em cinco casos foi poss&#237;vel observar o predom&#237;nio do estilo evitante (grupo A) e em quatro a preval&#234;ncia da estrat&#233;gia ambivalente/resistente (grupo C). Apenas n&#227;o foi poss&#237;vel classificar um dos 19 participantes.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">A an&#225;lise deste mesmo quadro indica que tivemos de recorrer a todos os subgrupos para classificarmos as crian&#231;as. Os mais usados foram o Al, o BI e o Cl. Inversamente os subgrupos A2 e C2 correspondem aos que incluem menos casos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Com o prop&#243;sito de averiguarmos at&#233; que ponto os padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o estavam relacionados com a express&#227;o diferencial das respostas das crian&#231;as, examin&#225;mos os valores das vari&#225;veis de comportamento em fun&#231;&#227;o dos grupos A, B e C. No que diz respeito &#224; <i>procura da proximidade, manuten&#231;&#227;o do contacto</i> e <i>resist&#234;ncia ao contacto,</i> calcul&#225;mos, para cada um dos tr&#234;s grupos, as m&#233;dias obtidas no conjunto dos epis&#243;dios de pr&#233;-separa&#231;&#227;o (epis&#243;dios 2 e 3) e de reuni&#227;o (epis&#243;dios 5 e 8). Conforme o <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03q2.jpg">Quadro 2</a> indica, antes da primeira separa&#231;&#227;o (ocorrida durante o quarto epis&#243;dio) as crian&#231;as evitantes, seguras e ambivalentes/resistentes n&#227;o se distinguiram entre si no modo como procuraram o adulto familiar, tentaram o contacto f&#237;sico ou lhe ofereceram resist&#234;ncia. De facto, os resultados da an&#225;lise estat&#237;stica estiveram longe de encontrar discrep&#226;ncias significativas em qualquer uma das vari&#225;veis examinadas.</font></p>          
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os resultados apresentaram configura&#231;&#227;o diferente quando as an&#225;lises consideraram, globalmente, os epis&#243;dios de reuni&#227;o (<a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03f1.jpg">figura 1</a>). Nesse contexto, os ambivalentes/resistentes evidenciaram os &#237;ndices maiores de <i>procura de proximidade,</i> diferindo significativamente das crian&#231;as seguras (U de Mann-Whitney= 4; p&#60;0,02) e evitantes (U de Mann-Whitney= 0,50; p&#60;0,008). Por sua vez, os membros deste &#250;ltimo grupo n&#227;o procuraram t&#227;o activamente a proximidade da m&#227;e como os seguros (U de Mann-Whitney= 7,00; p&#60;0,02).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &#224; <i>manuten&#231;&#227;o do contacto,</i> os ambivalentes/resistentes diferiram significativamente dos evitantes (U de Mann-Whitney= 2,50; p&#60;0,02), n&#227;o se distinguindo de forma sens&#237;vel dos seguros (U de Mann-Whitney= 8,50; n.s.). Da mesma forma, os resultados das crian&#231;as seguras estiveram longe de divergir significativamente dos registados junto das evitantes (U de Mann-Whitney= 12,50; n.s.).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A <i>resist&#234;ncia ao contacto</i> durante as fases de reuni&#227;o foi mais marcada no grupo dos ambivalentes/resistentes do que no dos seguros (U de Mann-Whitney= 0,00; p&#60;0,008) e nos evitantes (U de Mann-Whitney- 0,00; p=0,014), que se mostraram, por sua vez, mais resistentes do que os seguros (U de Mann-Whitney= 6,00; p&#60;0,022).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Dada a sua interpreta&#231;&#227;o te&#243;rica (<i>e.g</i>.; Isabella, 1993; Soares, Lopes dos Santos <i>et al,</i> 1996) e crit&#233;rios de operacionaliza&#231;&#227;o (Ainsworth <i>et al,</i> 1978), as respostas de evitamento s&#243; dever&#227;o ser cotadas ao longo dos momentos de reuni&#227;o. A <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03f2.jpg">figura 2</a> ilustra que o evitamento &#224; m&#227;e, considerado no conjunto dos epis&#243;dios 5 e 8, variou de acordo com a classifica&#231;&#227;o das crian&#231;as. Na verdade, as crian&#231;as classificadas no grupo A evitaram mais intensamente a figura materna do que as seguras (U de Mann-Whitney= 0,50; p&#60;0,001) e as ambivalentes/resistentes (U de Mann-Whitney= 1,00; p&#60;0,02). Todavia, entre seguros e ambivalentes n&#227;o foram detectadas diferen&#231;as significativas (U de Mann-Whitney= 13,00; n.s.).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Durante os epis&#243;dios que antecederam a primeira separa&#231;&#227;o, os tr&#234;s grupos voltaram a n&#227;o se distinguir no que respeita &#224; manifesta&#231;&#227;o dos comportamentos de <i>explora&#231;&#227;o manipulat&#245;ria,</i> de <i>explora&#231;&#227;o visual</i> e de <i>choro</i> (<i>cf.</i> <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03q3.jpg">quadro 3</a>).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Afim de examinarmos as altera&#231;&#245;es destes comportamentos ao longo da situa&#231;&#227;o estranha, consider&#225;mos os valores nos epis&#243;dios de pr&#233;-separa&#231;&#227;o como linha de base e avali&#225;mos as diferen&#231;as entre eles e os observados nos momentos de separa&#231;&#227;o (epis&#243;dios 4,6 e 7) e alturas de reuni&#227;o (epis&#243;dios 5 e 8).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03f3.jpg">figura 3</a> ilustra que, durante os per&#237;odos de separa&#231;&#227;o, os ambivalentes diminu&#237;ram de forma not&#243;ria as actividades de <i>explora&#231;&#227;o manipulat&#243;ria.</i> Esse decr&#233;scimo foi substancialmente menos acentuado nos seguros, registando-se um ligeiro incremento junto das crian&#231;as evitantes. As an&#225;lises mostraram que esta evolu&#231;&#227;o diferiu significativamente de acordo com os grupos (H de Kruskal-Wallis= 9,29; p-0,01). Os epis&#243;dios de reuni&#227;o estiveram longe de modificar a tend&#234;ncia observada junto dos ambivalentes. No entanto, comparativamente ao registado antes da primeira separa&#231;&#227;o, o reencontro com a m&#227;e trouxe, para os seguros, um ligeiro aumento da actividade de explora&#231;&#227;o manipulat&#243;ria e uma t&#233;nue diminui&#231;&#227;o nos evitantes, Genericamente, os padr&#245;es de altera&#231;&#227;o verificados entre os epis&#243;dios de pr&#233;-separa&#231;&#227;o e de reuni&#227;o contrastam significativamente os tr&#234;s grupos de crian&#231;as (H de Kruskal-Wallis= 9,69; p-0,008). A configura&#231;&#227;o dos resultados n&#227;o apresentou grandes modifica&#231;&#245;es quando as an&#225;lises focalizaram as actividades de <i>explora&#231;&#227;o visual.</i> Efectivamente, &#224; semelhan&#231;a do que sucedeu no caso anterior, os ambivalentes evidenciaram um decr&#233;scimo muito sens&#237;vel dos comportamentos explorat&#243;rios, Ao longo dos epis&#243;dios de separa&#231;&#227;o, observou-se uma diminui&#231;&#227;o bastante menos acentuada junto dos &#233;vitantes, que durante as reuni&#245;es retomaram a valores praticamente id&#234;nticos aos da linha de base. Os seguros n&#227;o evidenciaram, aqui, flutua&#231;&#245;es de resposta sens&#237;vel. A compara&#231;&#227;o entre os grupos revelou que, em termos gerais, diferiram significativa mente no modo como as suas respostas evolu&#237;ram dos epis&#243;dios de pr&#233;-separa&#231;&#227;o para os de separa&#231;&#227;o (H de l&#245;rus-kal-Wallis= 7,17; p=0,028) e de reuni&#227;o (H de Kruskal-Wallis= 6,62; p=0,036), Finalmente, no que diz respeito ao <i>choro</i>, as nossas observa&#231;&#245;es indicam que a sa&#237;da da m&#227;e induziu perturba&#231;&#227;o nos tr&#234;s grupos, que foi bastante mais patente nos ambivalentes e menos evidente junto dos &#233;vitantes {H de Kruskal-WalHs= 7,85; p=&#252;,02). Em rela&#231;&#227;o aos epis&#243;dios de reuni&#227;o regista-se em todos os grupos um ligeiro apaziguamento, mas o padr&#227;o das diferen&#231;as entre eles mant&#233;m-se significativamente similar (H de Kruskal-Wallis= 10,66; p=0,005).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Importa enfatizar que o nosso estudo tentou, pela primeira vez, diferenciar estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o numa amostra de crian&#231;as com altera&#231;&#245;es neuromotoras, adaptando os procedimentos metodol&#243;gicos habitualmente utilizados na avalia&#231;&#227;o de popula&#231;&#245;es com desenvolvimento t&#237;pico, Nessa perspectiva, as condi&#231;&#245;es inusitadas do trabalho poderiam introduzir factores de enviezamento na identifica&#231;&#227;o dos padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o. Decidimos, por conseguinte, indagar at&#233; que ponto alguns elementos objectivos apoiavam ou n&#227;o a consist&#234;ncia das nossas classifica&#231;&#245;es. Assim, recorremos &#224; an&#225;lise da fun&#231;&#227;o discriminante (DISCR&#205;M), com o objectivo de examinarmos as rela&#231;&#245;es entre os padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o e as vari&#225;veis <i>procura da proximidade</i>, <i>manuten&#231;&#227;o ao contacto</i>, <i>resist&#234;ncia ao contacto</i> e <i>evitamento da proximidade</i>, nos dois epis&#243;dios de reuni&#227;o tomados conjuntamente.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Conforme o <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03q4.jpg">quadro 4</a> destaca, a DISCRIM calculou duas fun&#231;&#245;es discriminantes e os centr&#243;ides para os tr&#234;s grupos, A primeira fun&#231;&#227;o maximiza a separa&#231;&#227;o entre os seguros e os restantes grupos (&#233;vitantes e ambivalentes). Pelo seu lado, a segunda fun&#231;&#227;o discriminante separa estes dois &#250;ltimos grupos. Os dados mostraram, igualmente, que tendo como base os valores discriminantes, foi poss&#237;vel classificar as 18 crian&#231;as de maneira totalmente sobrepon&#237;vel &#224; nossa classifica&#231;&#227;o (100% de acordo nos tr&#234;s grupos).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Referimos, anteriormente, que possu&#237;amos dados de avalia&#231;&#227;o informal acerca do equil&#237;brio emocional das crian&#231;as, efectuada pelas educadoras especializadas que habitualmente as seguiam. A <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03f4.jpg">figura 4</a> ilustra que oito dos nove indiv&#237;duos classificados como seguros foram inclu&#237;dos pela respectiva educadora na categoria dos normais. No que respeita &#224;s inseguras (ambivalentes e evitantes), sete eram dadas como inst&#225;veis/imaturas e apenas duas obtiveram a classifica&#231;&#227;o de normal. Contrastadas pelo teste exacto de Fisher, as distribui&#231;&#245;es revelaram ser estatisticamente significativas (p=0,01).</font></p>              
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o e comportamento interactivo das m&#227;es</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Conforme referimos, as m&#227;es foram avaliadas em interac&#231;&#227;o com as suas crian&#231;as numa situa&#231;&#227;o de jogo livre. Analis&#225;mos os registos videogr&#225;ficos ent&#227;o obtidos atrav&#233;s das escalas da PCIS (Farran, Kasari <i>et al,</i>1986).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O <a href="/img/revistas/psi/v17n1/17n1a03q5.jpg">quadro 5</a> ilustra que n&#227;o houve diferen&#231;as significativas associadas aos grupos de crian&#231;as quando se consideraram, na globalidade das onze escalas, as dimens&#245;es da quantidade, qualidade e adequa&#231;&#227;o. Esta tend&#234;ncia verificou-se, igualmente, quando as an&#225;lises consideraram separadamente cada uma das escalas. Da mesma forma, n&#227;o foi poss&#237;vel infirmar a hip&#243;tese nula ao utilizarmos como base de compara&#231;&#227;o a reparti&#231;&#227;o dicot&#244;mica das crian&#231;as em seguras e inseguras (seguros <i>versus</i> evitantes+ambivalentes/resistentes).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2"><b>Discuss&#227;o</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo procurou investigar a organiza&#231;&#227;o diferencial dos processos de vincula&#231;&#227;o numa amostra de 19 crian&#231;as diagnosticadas com altera&#231;&#245;es neuromotoras graves. Para tal utiliz&#225;mos &#8212; com algumas adapta&#231;&#245;es &#8212; o procedimento laboratorial conhecido sob a designa&#231;&#227;o de <i>situa&#231;&#227;o estranha.</i> As modifica&#231;&#245;es introduzidas foram m&#237;nimas, n&#227;o sendo plaus&#237;vel que trouxessem factores de enviezamento capazes de invalidarem a possibilidade de compararmos os nossos resultados com a generalidade das observa&#231;&#245;es tipicamente efectuadas atrav&#233;s daquele m&#233;todo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ao idealizarem a <i>situa&#231;&#227;o estranha,</i> Ainsworth <i>et al.</i> (1978) partiram do pressuposto de que a figura de vincula&#231;&#227;o constituir&#225; uma base segura a partir da qual o filho pode explorar sem receio o ambiente &#224; sua volta. A crian&#231;a confiar&#225;, ent&#227;o, na aceita&#231;&#227;o, disponibilidade e acessibilidade do adulto, agindo como se fossem v&#225;lidas algumas regras impl&#237;citas: &#34;a m&#227;e aceita que eu me afaste dela e explore todos estes brinquedos interessantes&#34;; &#34;a m&#227;e acorrer&#225; de imediato em caso de afli&#231;&#227;o&#34;; &#34;a m&#227;e n&#227;o me afastar&#225; nem se sentir&#225; incomodada comigo se eu manifestar medo ou lhe pedir aux&#237;lio e apoio&#34;; &#34;a m&#227;e permanecer&#225; perto e estar&#225; &#224; minha espera quando eu regressar para junto dela&#34;. A crian&#231;a fica, ent&#227;o, emocionalmente liberta para olhar em redor, deambular, interessar-se pelos objectos, explor&#225;-los e at&#233; aprender. Por&#233;m, se ao longo da sua hist&#243;ria pessoal se acumularem experi&#234;ncias que infirmem aquelas regras, a confian&#231;a no adulto desvanecer-se-&#225;. Perante a inseguran&#231;a sentida, alguns beb&#233;s poder&#227;o refrear a motiva&#231;&#227;o para explorar, investindo parte significativa dos esfor&#231;os na tentativa de manter, prioritariamente, a proximidade com a m&#227;e <i>(e.g.,</i> ambivalentes/resistentes). Outros, invadidos por uma ansiedade ancorada em expectativas de rejei&#231;&#227;o, procurar&#227;o controlar defensivamente a express&#227;o emocional negativa, envolvendo-se numa actividade explorat&#243;ria que, muitas vezes, ignora a figura de vincula&#231;&#227;o <i>(e.g.,</i> evitantes).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os d&#233;fices que caracterizam a crian&#231;a com altera&#231;&#245;es neuromotoras diminuem as suas possibilidades de explorar o ambiente. Tal facto coloca-a numa maior depend&#234;ncia do adulto, a quem recorrer&#225; para poder deslocar-se no espa&#231;o ou chegar aos objectos mais distantes. &#201;, pois, admiss&#237;vel que a maneira como ela constr&#243;i a rela&#231;&#227;o com o mundo social revele especificidades, &#224; luz das quais se moldar&#225; de forma diversa o seu processo de desenvolvimento. Todavia, os resultados obtidos ilustram que os nossos participantes, quando observados ao longo da <i>situa&#231;&#227;o estranha,</i> exibiram estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o coerentes e similares &#224;s observadas junto das popula&#231;&#245;es normais. Efectivamente, recorrendo aos crit&#233;rios propostos por Ainsworth <i>et al</i> (1978), pudemos verificar que de entre os dezanove casos avaliados, metade evidenciava caracter&#237;sticas t&#237;picas do padr&#227;o seguro, cinco do padr&#227;o evitante e quatro do padr&#227;o ambivalente. No total da amostra, apenas uma crian&#231;a foi tida como inclassific&#225;vel.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A consist&#234;ncia das classifica&#231;&#245;es efectuadas obteve confirma&#231;&#227;o estat&#237;stica nos dados resultantes da an&#225;lise da fun&#231;&#227;o discriminante. No entanto, alguns factos adicionais suportam complementarmente a validade destas avalia&#231;&#245;es.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Em primeiro lugar, parece-nos merecer algum realce o paralelismo existente entre as classifica&#231;&#245;es feitas com base nos desempenhos observados na <i>situa&#231;&#227;o estranha</i> e os resultados dos ju&#237;zos &#34;impressionistas&#34; que as educadoras produziram acerca da <i>estabilidade emocional</i> das crian&#231;as. Vimos, de facto, que a esmagadora maioria dos seguros (oito em nove) foram por elas percebidos como crian&#231;as emotivamente normais e est&#225;veis. Pelo contr&#225;rio, no grupo dos inseguros s&#243; tuna escassa minoria acabou por ser avaliada da mesma maneira. Curiosamente, a generalidade dos te&#243;ricos da vincula&#231;&#227;o postula que o padr&#227;o seguro corresponde &#224; organiza&#231;&#227;o comportamental mais adaptativa (<i>e.g.,</i> Belsky, 1999; Bowlby, 1969/1982; Meins, 1997). Por&#233;m, interessa real&#231;ar que n&#227;o pretendemos, de modo algum, sobrevalorizar este paralelismo. De facto, estamos cientes que a avalia&#231;&#227;o das educadoras possui o mero valor de uma percep&#231;&#227;o baseada em crit&#233;rios informais, cuja validade n&#227;o ser&#225;, em princ&#237;pio, t&#227;o robusta como a de uma aprecia&#231;&#227;o cl&#237;nica feita por t&#233;cnicos especializados no dom&#237;nio da psicopatologia infantil. No entanto, temos presente que se trata de um ju&#237;zo independente das nossas classifica&#231;&#245;es, oriundo de profissionais que lidam diariamente com estas crian&#231;as e que possuem delas um conhecimento aprofundado. Por essa raz&#227;o, o valor da sua avalia&#231;&#227;o n&#227;o dever&#225; ser inteiramente desqualificado.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Outras raz&#245;es que suportam a consist&#234;ncia das nossas classifica&#231;&#245;es prendem-se com a an&#225;lise das respostas exibidas ao longo da <i>situa&#231;&#227;o estranha.</i> Na verdade, um olhar atento revela a exist&#234;ncia de uma compatibilidade fundamental entre os resultados por n&#243;s obtidos e os dados provenientes da literatura (e.g., Ainsworth, Blehar <i>et al,</i> 1978; Grossmaxm, Grossmann <i>et al,</i> 1981; Main, 1983). Sem pretendermos pormenorizar todo o conjunto de observa&#231;&#245;es realizadas, salientamos, a prop&#243;sito, os seguintes aspectos:</font></p>              ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">1 entre os epis&#243;dios de pr&#233;-separa&#231;&#227;o e os de separa&#231;&#227;o, as crian&#231;as ambivalentes/resistentes distinguiram-se, claramente, das restantes, por diminu&#237;rem substancialmente mais as actividades de explora&#231;&#227;o (manipulat&#243;ria e visual) e manifestarem n&#237;veis superiores de choro sem se verificar uma recupera&#231;&#227;o not&#243;ria nas fases de reuni&#227;o;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 as medidas de procura de proximidade e de manuten&#231;&#227;o do contacto durante os epis&#243;dios de reuni&#227;o apresentaram valores mais elevados nos seguros e nos ambivalentes/resistentes e mais baixos nos evitantes;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">3 os &#237;ndices de resist&#234;ncia foram, ao longo dos mesmos epis&#243;dios, menos elevados nos seguros, aumentaram ligeiramente nos evitantes, atingindo os &#237;ndices mais altos nos ambivalentes/resistentes;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">4 o evitamento foi significativamente maior no grupo dos evitantes do que nos restantes dois grupos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Este conjunto de factos reproduz as tend&#234;ncias apuradas pela generalidade dos estudos que utilizam a <i>situa&#231;&#227;o estranha</i> na avalia&#231;&#227;o dos padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o. Os resultados parecem, assim, indicar que a organiza&#231;&#227;o socioemocional da crian&#231;a com altera&#231;&#245;es neuromotoras possui uma coer&#234;ncia desenvolvimental de contornos similares aos encontrados junto das popula&#231;&#245;es normais. Ali&#225;s, a pr&#243;pria distribui&#231;&#227;o dos participantes pelos grupos A, B e C refor&#231;a, de alguma maneira, essa mesma ideia. Na verdade, os dados da investiga&#231;&#227;o mostram que o padr&#227;o seguro surge maioritariamente representado na generalidade das amostras (<i>e.g</i>., van IJzendoom &#38; Sagi, 1999). Ora, o presente estudo apurou que 50% dos sujeitos foram classificados no grupo B. Caso se venha a confirmar que o padr&#227;o em causa aparece, efectivamente, com maior predomin&#226;ncia no universo das crian&#231;as afectadas por quadros de paralisia cerebral, far&#225; sentido admitirmos que os processos de altera&#231;&#227;o neuromotora n&#227;o acarretam qualquer especificidade suscept&#237;vel de afectar significativamente o desenvolvimento de vincula&#231;&#245;es do tipo seguro.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Zigler e Hodapp (1986) argumentam que a comprova&#231;&#227;o plena da similaridade desenvolvimental subsistente entre duas popula&#231;&#245;es exige a verifica&#231;&#227;o de que a emerg&#234;ncia de express&#245;es fenot&#237;picas com caracter&#237;sticas id&#234;nticas ou aproximadas est&#225; funcionalmente associada aos mesmos factores determinantes. &#201; sabido que as estrat&#233;gias comportamentais da vincula&#231;&#227;o reflectem, em grande parte, a qualidade das transac&#231;&#245;es materno-infantis. Por conseguinte, a valida&#231;&#227;o da hip&#243;tese segundo a qual o desenvolvimento dos mecanismos b&#225;sicos da vincula&#231;&#227;o nos indiv&#237;duos portadores de altera&#231;&#227;o neuromotora &#233; semelhante ao das crian&#231;as normais exige que os padr&#245;es de seguran&#231;a e de inseguran&#231;a estejam, analogamente, relacionados com as vari&#225;veis da interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ora, os nossos resultados parecem n&#227;o suportar essa hip&#243;tese. Com efeito, as observa&#231;&#245;es efectuadas estiveram longe de verificar a exist&#234;ncia de associa&#231;&#245;es significativas entre os padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o e os comportamentos parentais examinados em contexto de jogo livre.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Poderemos, hipoteticamente, conjecturar que as escalas de avalia&#231;&#227;o do comportamento parental n&#227;o teriam sido usadas com a fidedignidade requerida. Importa, todavia, salientar que a pessoa respons&#225;vel pelos registos observacionais estudou exaustivamente, durante v&#225;rios meses, os itens da PCIS, visionou repetidamente os v&#237;deos de treino cedidos pela principal autora do instrumento (Dale Farran) e teve a oportunidade de desfazer d&#250;vidas de cota&#231;&#227;o e colher orienta&#231;&#245;es directamente junto desta investigadora. Por conseguinte, (embora n&#227;o inteiramente descart&#225;vel) a hip&#243;tese de que os registos teriam sido pouco fidedignos constituir&#225; uma justifica&#231;&#227;o menos plaus&#237;vel.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Outra possibilidade prender-se-&#225; com as caracter&#237;sticas do instrumento utilizado para avaliar as interac&#231;&#245;es. A prop&#243;sito do desenvolvimento e estabiliza&#231;&#227;o dos padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o, De Wolff e van Ijzendoorn (1997) sugerem que a sensibilidade interactiva n&#227;o possuir&#225; a import&#226;ncia que de in&#237;cio lhe foi atribu&#237;da, havendo outras dimens&#245;es t&#227;o ou mais relevantes. Se atendermos ao conte&#250;do das escalas da PCIS, reconhecemos facilmente a exist&#234;ncia de atributos an&#225;logos e sobrepostos aos aspectos tidos como determinantes na constitui&#231;&#227;o do tipo de desejabilidade de vincula&#231;&#227;o &#224; m&#227;e. N&#227;o obstante/ Seifer, Schiller/ Resnick/ Riordan e Sameroff (1996), utilizando estas mesmas escalas junto de um grupo de crian&#231;as com desenvolvimento normal, n&#227;o apuraram qualquer rela&#231;&#227;o significativa entre a quantidade, a qualidade ou a adequa&#231;&#227;o das respostas interactivas das m&#227;es e as estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o infantil Assim, independentemente das aprecia&#231;&#245;es acerca dos seus conte&#250;dos, poder&#225; haver uma inapropria&#231;&#227;o da PCIS para apreender as facetas que det&#234;m papel crucial na diferencia&#231;&#227;o dos v&#225;rios padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o. Tal hip&#243;tese n&#227;o &#233;, todavia, corroborada pelas recentes observa&#231;&#245;es dum estudo realizado por um dos autores do presente trabalho (Fuertes, dados ainda n&#227;o publicados). Efectivamente, no quadro de uma abordagem longitudinal acerca da constru&#231;&#227;o dos padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o perante a prematuridade, esta investigadora p&#244;de constatar que v&#225;rias das medidas da PCIS possu&#237;am elevado valor progn&#243;stico relativamente aos perfis de comportamento exibidos pelas crian&#231;as no contexto da <i>situa&#231;&#227;o estranha.</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os factos por n&#243;s relevados, n&#227;o detectando qualquer rela&#231;&#227;o entre a qualidade das interac&#231;&#245;es e os padr&#245;es da vincula&#231;&#227;o infantil, parecem ter a singularidade de contradizerem uma tend&#234;ncia amplamente confirmada por um impressionante n&#250;mero de pesquisas efectuadas, quer com crian&#231;as t&#237;picas Ainsworth <i>et al, </i>1978; Cox, Owen, Henderson, &#38; Margand, 1992; Fish &#38; Stifter, 1995; Grossmann <i>et al.,</i> 1985; Isabella, 1993; Leyendecker, Lamb &#38;Scholmerich, 1997; Martins, 1996; Pederson &#38; Moran, 1996; Susman-Stillman, Kalkoske, Egeland &#38; Waldman, 1996) quer com crian&#231;as pertencentes a popula&#231;&#245;es de risco <i>(e.g.,</i> Atkinson, Chisholm, Scott, Goldberg, Vaughn, Blackwell, Dickens &#38; Tam, 1999; Capps, Sigman &#38; Mundy, 1994; Ganiban, Bamett &#38; Cicchetti, 2000; Lederberg &#38; Mobley, 1990). Uma explica&#231;&#227;o potencial residir&#225;, eventualmente, nas caracter&#237;sticas do <i>design</i> do nosso estudo, que &#233;, sob certos aspectos, diferente da maioria das investiga&#231;&#245;es que encontraram rela&#231;&#245;es entre a qualidade da vincula&#231;&#227;o e os atributos do comportamento parental De uma forma geral, esses trabalhos s&#227;o de natureza longitudinal, realizando, ao longo dos primeiros meses de vida da crian&#231;a v&#225;rias avalia&#231;&#245;es da interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho. H&#225;, tamb&#233;m, exemplos de abordagens que, sem possu&#237;rem cariz longitudinal, optam por uma metodologia de natureza prospectiva, recolhendo as medidas relativas ao funcionamento di&#225;dico alguns meses antes da administra&#231;&#227;o da <i>situa&#231;&#227;o estranha</i>, Ora, o desenho da presente pesquisa possui duas particularidades que a distinguem das acabadas de mencionar:</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">1 os dados referentes &#224; interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho foram, apenas, recolhidos durante uma &#250;nica sess&#227;o de observa&#231;&#227;o;</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 a avalia&#231;&#227;o dessa interac&#231;&#227;o e dos comportamentos de vincula&#231;&#227;o no contexto da situa&#231;&#227;o estranha &#233;, praticamente, contempor&#226;nea, n&#227;o havendo uma verdadeira rela&#231;&#227;o de anterioridade entre a realiza&#231;&#227;o da primeira e da segunda.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tais diferen&#231;as podem ter sido realmente importantes. Por um lado, n&#227;o disp&#250;nhamos de amostras t&#227;o extensas do comportamento materno, sendo sempre admiss&#237;vel a possibilidade de nos oferecerem um <i>corpus</i> insufidentemente representativo das caracter&#237;sticas da actividade interacdonal das m&#227;es, Por outro, interessa enfatizar que as d&#237;ades observadas estavam submetidas a um programa de interven&#231;&#227;o precoce estruturado segundo o modelo <i>centrado na fam&#237;lia.</i> At&#233; que ponto tal programa teria interferido nos resultados? Imaginemos, a t&#237;tulo de exemplo, que as m&#227;es das crian&#231;as inseguras (&#224; partida com uma qualidade de interac&#231;&#227;o inferior <i>h </i>dos seguros) beneficiaram com o programa, n&#227;o evidenciando, j&#225;, grandes distor&#231;&#245;es ao n&#237;vel da comunica&#231;&#227;o mantida com os filhos. Suponhamos, tamb&#233;m, que OS progressos eram recentes e que n&#227;o tinha decorrido, ainda, tempo suficiente para se reflectirem na maneira como as suas crian&#231;as organizavam as estrat&#233;gias de vincula&#231;&#227;o. Nestas circunst&#226;ncias os resultados efectivamente obtidos estariam longe de ser surpreendentes.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Belsky (1999) nota que &#233; pouco sensato esperar uma correspond&#234;ncia absoluta entre as observa&#231;&#245;es efectuadas em estudos que introduzem varia&#231;&#245;es ao n&#237;vel dos procedimentos utilizados. De facto, os problemas podem ter mais a ver com tais altera&#231;&#245;es do que propriamente com as hip&#243;teses em si. Sem pretendermos com isto desqualificar a quest&#227;o (que merece, sem d&#250;vida, ser retomada no &#226;mbito de um novo estudo), a verdade &#233; que a coer&#234;ncia dos comportamentos e dos padr&#245;es de vincula&#231;&#227;o encontrados torna plaus&#237;vel pensar que os factores da interac&#231;&#227;o m&#227;e-filho dever&#227;o, tamb&#233;m, possuir papel relevante no desenvolvimento da seguran&#231;a junto das crian&#231;as com altera&#231;&#245;es neuromotoras.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A confirmar-se tal sugest&#227;o, sai refor&#231;ada a ideia de que o processo interventivo dirigido a esta popula&#231;&#227;o dever&#225; emprestar &#234;nfase particular ao trabalho centrado no sistema das interac&#231;&#245;es parentais. Autores como van Ijzendoom, Juffer e Duyvesteyn (1995), num estudo meta-anal&#237;tico da literatura, referem duas grandes linhas de interven&#231;&#227;o directamente inspiradas pelos conceitos da teoria da vincula&#231;&#227;o. A primeira, enquadr&#225;vel no modelo do treino de compet&#234;ncias, desenvolve programas de modifica&#231;&#227;o do estilo de resposta das m&#227;es, promovendo a aprendizagem intencional de estrat&#233;gias de comunica&#231;&#227;o utiliz&#225;veis no quadro das interac&#231;&#245;es adulto-crian&#231;a. A segunda, recorrendo &#224; no&#231;&#227;o de modelos operativos internos <i>(internal working models)</i>, incide o esfor&#231;o interventivo sobre as representa&#231;&#245;es e narrativas parentais que medeiam, sob o ponto de vista cognitivo, a rela&#231;&#227;o com o filho.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados, indicando a presen&#231;a de alguns efeitos positivos associados a ambos os tipos de interven&#231;&#227;o, s&#227;o controversos quanto &#224; maior ou menor efic&#225;cia de cada um (van Ijzendoom <i>et</i> a&#237;., <i>op cit</i>.). Julgamos, &#224; luz da evolu&#231;&#227;o dos conceitos e das pr&#225;ticas em interven&#231;&#227;o, que os seus racionais pecam por uma vis&#227;o demasiado restrita dos problemas. Com efeito, tanto a crian&#231;a como a m&#227;e est&#227;o em mudan&#231;a e como tal influenciam e sofrem, simultaneamente, os efeitos dos cen&#225;rios onde se inserem (Sameroff, 1993). Verifica-se, de facto, nesta e noutras popula&#231;&#245;es de risco, uma certa vulnerabilidade familiar, com elevada preval&#234;ncia de div&#243;rcios, depress&#245;es e uma tend&#234;ncia das m&#227;es para interromperem ou abandonarem a sua actividade laboral (e.g., Kogan, Tyier, &#38; Tumer, 1974).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">As ideias avan&#231;adas, h&#225; j&#225; algumas d&#233;cadas, pela abordagem de Sameroff e Chandler (1975) oferecem, aqui, importantes gui&#245;es heur&#237;stico-hermen&#234;uticos, que ajudam a pensar formas de actua&#231;&#227;o delineadas segundo l&#243;gicas mais compreensivas. De acordo com este modelo, o desenvolvimento da compet&#234;ncia infantil inscreve-se no quadro do funcionamento de sistemas de transac&#231;&#227;o complexos, marcados pela reciprocidade das influ&#234;ncias e das mudan&#231;as. Nesta &#243;ptica, Sameroff e Fiese (2000) argumentam que o processo de interven&#231;&#227;o focalizar&#225;, potencialmente, o comportamento da crian&#231;a, os referendais de significa&#231;&#227;o parental &#8212; muitas vezes ligados a c&#243;digos de funcionamento pessoal, conjugal e familiar &#8212; e a capacidade dos pais para responderem &#224; crian&#231;a. Trata-se, segundo os dois autores, de linhas de interven&#231;&#227;o complementares que surgem, tipicamente, designadas pelas express&#245;es de <i>remedia&#231;&#227;o, redefini&#231;&#227;o</i> e <i>reeduca&#231;&#227;o.</i> Interessa, assim, considerar que, perante a severidade normalmente associada aos quadros da altera&#231;&#227;o motora, as estrat&#233;gias de interven&#231;&#227;o dever&#227;o dimensionar-se em v&#225;rios azimutes:</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">1 no apoio &#224; inabilidade motora da crian&#231;a, melhorando as suas capacidades de sinaliza&#231;&#227;o e promovendo o seu desenvolvimento global (remedia&#231;&#227;o);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">2 ao n&#237;vel do comportamento e das cogni&#231;&#245;es parentais, promovendo a aprendizagem de compet&#234;ncias interactivas adequadas &#224;s necessidades do filho (reeduca&#231;&#227;o);</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">3 na ac&#231;&#227;o sobre a fam&#237;lia, procurando responder aos seus anseios e necessidades, nomeadamente atrav&#233;s da disponibiliza&#231;&#227;o de servi&#231;os de apoio e de suporte social.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ainsworth, M. D. S. (1989). Attachments beyond infancy. <i>American Psychologist, 44,</i> 709-716.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477445&pid=S0874-2049200300010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ainsworth, M. D. S., Blehar, M&#8222; Waters, E., &#38; Wall, S. (1978). <i>Patterns of attachment; A psychological study of the strange situation.</i> Nova Jersia: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477447&pid=S0874-2049200300010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Atkinson, L., Chisholm, V, C,, Scott, B., Goldberg, S., Vaughn, B. E., Blackwell, J., Dickens S., &#38; Tam, R (1999). Maternal sensitivity, child functional level, and attachment in Down Syndrome. In J. I. Vondra &#38; D, Barnett (Eds.), <i>Atypical attachment in infancy and early childhood among children at developmental risk </i>(Monographs of the Society for Research in Child Development, Vol. 3, Serial number 258, pp. 45-66).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477449&pid=S0874-2049200300010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Belsky, J. (1999). Interactional and contextual determinants of attachment security. In J. Cassidy &#38; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications</i>. Nova Iorque: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477451&pid=S0874-2049200300010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bowlby, J, (1969/1982). <i>Attachment and loss: Attachment.</i> Londres: Penguin Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477453&pid=S0874-2049200300010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bowlby, J. (1988). <i>A secure base.</i> Nova Iorque: Basic Books,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477455&pid=S0874-2049200300010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Capps, L., Sigman, M., &#38; Mundy, P. (1994). Attachment security in children with autism. <i>Developmental Psychopathology, 6,</i>249-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477457&pid=S0874-2049200300010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Carlson, E., Jacobvitz, D., &#38; Sroufe, L. A. (1995). A developmental investigation of inattentiveness and hyperactivity. <i>Child Development, 66,</i>1107-1128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477459&pid=S0874-2049200300010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cassidy, J. (1990), Theoretical and methodological considerations in the study of attachment and the self in young children. In M. T, Greenberg, D, Qcchetti, &#38; E. M. Cummings (Eds.), <i>Attachment in the preschool years; Theory, research and intervention.</i> Chicago: The University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477461&pid=S0874-2049200300010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cassidy, J. (1999). The nature of the child&#39;s ties. In J. Cassidy &#38; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications.</i> Nova Iorque: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477463&pid=S0874-2049200300010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cicchetti, D. &#38; Ganiban, J. (1990), The organization and coherence of developmental processes in infants and children with Down syndrome. In R. M, Hodapp, J. A. Burack, &#38; E. Zigler (Eds.), Issues <i>in the developmental approach to mental retardation. </i>Nova Iorque: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477465&pid=S0874-2049200300010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cox, M., Owen, M. T., Henderson, V. K&#8222; &#38; Margand, N. A. (1992). Prediction of infant-father and infant-mother attachment. <i>Developmental Psychology, 28, </i>474-483.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477467&pid=S0874-2049200300010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">DeWolff, M., &#38; van IJzendoom, M. (1997). Sensitivity and attachment: A meta-analysis on parental antecedents of infant attachment. <i>Child Development, 68,</i>571-591.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477469&pid=S0874-2049200300010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Egeland, B&#8222; &#38; Sroufe, A. (1981). Attachment and early maltreatment. <i>Child Development, 52,</i>44-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477471&pid=S0874-2049200300010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Farran, D., Kasari, C., Comfort, M., &#38; Jay, S. (1986). <i>Parent caregiver involvement scales.</i> Grennsboro: University of North Carolina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477473&pid=S0874-2049200300010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fish, M., &#38; Stifter, C. (1995). Patterns of mother-infant interaction and attachment <i>Infant Behavior and Development, 18,</i>435-446.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477475&pid=S0874-2049200300010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frodi, A., &#38; Thompson, R. (1985). Infant&#39;s affective responses in the Strange Situation: effects of prematurity and of quality of attachment. <i>Child Development, 56, </i>1280-1290.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477477&pid=S0874-2049200300010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ganiban, J., Barnett, D., <i>&#38;</i> Cicchetti, D. (2000). Negative reactivity and attachment: Down Syndrome&#39;s contribution to the attachment-temperament debate. <i>Development and Psychopathology,</i> 55, 805-816.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477479&pid=S0874-2049200300010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenspan, S. I. (1996). Assessing the emotional and social functioning of infants and young children. In S. J. Meisels &#38; Fenichel (Eds.), <i>New visions for the developmental assessment of infants and young children.</i> Washington: Zero to Three,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477481&pid=S0874-2049200300010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Grossmann, K. E., Grossmann, K., Huber, F., &#38; Wartner, U. (1981). German children&#39;s behavior towards their mothers at 12 months and their fathers at 18 months in Ainsworth&#39;s Strange Situation. <i>International Journal of Behavioral Development, 4, </i>157-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477483&pid=S0874-2049200300010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Grossmann, K., Grossmann, K. E., Spangler, G., Suess, G&#8222; &#38; Unzer, L. (1985). Maternal sensitivity and newborn orienting responses as related to quality of attachment in northern Germany. In I. BTetherton &#38; E. Waters (Eds.), <i>Growing points of attachment theory and research</i> <i>(Monographs of the Society for Research in Child Development,</i> vol. 50 (1-2), serial number 209, pp. 233-256).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477485&pid=S0874-2049200300010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hadadian, A. (1996). Attachment relationships and its significance for young children with disabilities. <i>Infant-Toddler Intervention: the Transdisciplinary Journal, 6,</i>1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477487&pid=S0874-2049200300010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Isabella, R. A. (1993). Origins of attachment: Maternal interactive behavior across the first year. <i>Child Development, 64,</i>605-621.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477489&pid=S0874-2049200300010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kogan, K., Tyler, N., &#38; Turner, P. (1974). The process of interpersonal adaptation between mothers and their cerebral palsied children. <i>Development, Medecine, and Child Neurology, 16,</i>518-527.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477491&pid=S0874-2049200300010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lederberg, A&#8222; &#38; Mobley, C. (1990). The effects of hearing impairment on the quality of attachment and mother-toddler interaction. <i>Child Development, 61,</i>1596-1604.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477493&pid=S0874-2049200300010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Leyendecker, B., Lamb, M&#8222; &#38; Scholmerich, A. (1997). Studying mother-infant interaction: Effects of context and length of observation in two cultural groups. <i>Infant Behavior and Development, 20,</i>325-339.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477495&pid=S0874-2049200300010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lopes-dos-Santos, P. (2000). A perspectiva organizacional na abordagem do desenvolvimento humano: Um modelo de enquadramento metanarrativo das pr&#225;ticas transdisdplinares em interven&#231;&#227;o precoce, In <i>Actas do Congresso Internacional: Os Mundos Culturais e Sociais da Inf&#226;ncia</i> (vol. I, pp. 130-138). Braga: Instituto de Estudos da Crian&#231;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477497&pid=S0874-2049200300010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Main, M&#8222; &#38; Solomon, J. (1990). Procedures for identifying infants as disorganized/disoriented during the Ainsworth Strange Situation. In M. T. Greenberg, D. Cicchetti &#38; E. M. Cummings (Eds.), <i>Attachment in the preschool years: Theory, research and intervention.</i> Chicago: The University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477499&pid=S0874-2049200300010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Main, M. (1983). Exploration, play, and cognitive functioning related to infant-mother attachment. <i>Infant Behavior and Development, 6,</i>167-174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477501&pid=S0874-2049200300010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Martins, C. (1996). <i>Are Effects of Maternal Depression on Infant-Mother Attachment Mediated by Early Maternal Interactive Characteristics? A Meta-Analytic Approach.</i> Tese de mestrado. Reading: University of Reading.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477503&pid=S0874-2049200300010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Marvin, R. S., &#38; Britner, P. A. (1999). Normative development: The ontogeny of attachment. In J. Cassidy &#38; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications.</i> Nova Iorque: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477505&pid=S0874-2049200300010000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meins, E. (1997). <i>Security of attachment and the social development of cognition.</i> Sussex: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477507&pid=S0874-2049200300010000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Mira-Coelho, A. (1998). &#34;Mures <i>de vidro&#34;: Organiza&#231;&#227;o de comportamentos de vincula&#231;&#227;o e rela&#231;&#227;o com a evolu&#231;&#227;o cl&#237;nica em crian&#231;as autistas.</i> Disserta&#231;&#227;o de mestrado. Porto: Faculdade de Psicologia e Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade do Porto.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ds&#243;rio, I. S. (2002). <i>Subs&#237;dios para o estudo da organiza&#231;&#227;o dos comportamentos de vincula&#231;&#227;o nas crian&#231;as com s&#237;ndroma de Down.</i> Disserta&#231;&#227;o de mestrado. Porto: Faculdade de Psicologia e Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade do Porto.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pederson, D., &#38; Moran, G, (1996). Expressions of the attachment relationship outside the Strange Situation. <i>Child Development, 61,</i>1974-1983.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477511&pid=S0874-2049200300010000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pipp-Siegel, S., Siegel, C. H., &#38; Dean, J. (1999). Neurological aspects of the disorganized/disoriented attachment classification system: Differentiating quality of the attachment relationship from neurological impairment. In J. I. Vondra &#38; D. Barnett (Eds ), <i>Atypical attachment in infancy and early childhood among children at developmental risk</i> (Monographs of the Society for Research in Child Development, vol. 3, serial number 258, pp. 25-44).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477513&pid=S0874-2049200300010000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Suiter, C., &#38; van IJzendoom, M. (1993). Attachment and cognition: A review of the literature. <i>International Journal of Educational Research, 19,</i> 525-540.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477515&pid=S0874-2049200300010000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sameroff, A., &#38; Chandler, M. J. (1975). Reproductive risk and the continuum of caretaking casualty. In F. D, Horowitz, M. Hetherington, S. Scarr-Salapatek, &#38; G. Siegel (Eds.), <i>Review of child development research</i> (vol. 4, pp. 187-244). Chicago: University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477517&pid=S0874-2049200300010000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sameroff, A. (1993). Models of development and developmental risk. In C. H. Zeanah (Ed.), <i>Handbook of infant mental health</i> (pp. 3-13). Nova Iorque: Guilford Press,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477519&pid=S0874-2049200300010000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sameroff, A. J., &#38; Fiese, B. (2000). Transactional regulation: The development ecology of early intervention. In J. P. Shonkoff &#38; S. M. Meisels (Eds.), <i>Handbook of early childhood intervention.</i> Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477521&pid=S0874-2049200300010000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Schneider-Rosen, K. (1990). The developmental reorganization of attachment relationships: Guidelines for classification beyond infancy. In M. T. Greenberg, D, Cicchetti &#38; E. M, Cummings (Eds.), <i>Attachment in the preschool years: Theory, research and intervention.</i> Chicago; The University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477523&pid=S0874-2049200300010000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Seifer, R&#8222; Schiller, M., Resnick, S., Riordan, K., &#38; Sameroff, A. (1996). Attachment, maternal sensitivity, and infant temperament during the first year of life. <i>Developmental Psychology, 32,</i>12-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477525&pid=S0874-2049200300010000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Silva, A. P. (1998). <i>Vincula&#231;&#227;o efuncionamento cognitivo na crian&#231;a: Diferen&#231;as e variabilidade no contexto da interac&#231;&#227;o M&#227;e-Filho.</i> Disserta&#231;&#227;o de mestrado. Porto: Faculdade de Psicologia e Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade do Porto.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Soares, I&#8222; Lopes-dos-Santos, P., Jongenelen, L, Henriques, M&#8222; Silva, A. P., Figueiredo, B., Mascarenhas, C, Machado, G., Neves, L., Serra, M., Silva, C, Cunha, J., &#38; Costa, O. (1996). A avalia&#231;&#227;o da vincula&#231;&#227;o e da regula&#231;&#227;o auton&#244;mica da frequ&#234;ncia card&#237;aca na Situa&#231;&#227;o Estranha. In L. Almeida &#38; I. Ribeiro (Eds.), <i>Avalia&#231;&#227;o psicol&#243;gica: Formas e contextos</i> (IV). Braga: APPORT.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477528&pid=S0874-2049200300010000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Susman-Stillman, A., Kalkoske, M., Egeland, B., &#38; Waldman, I. (1996). Infant temperament and maternal sensitivity as predictors of attachment security, <i>infant Behavior and Development, 19,</i>33-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477530&pid=S0874-2049200300010000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Thompson, R. A. (1998). Early sociopersonality development. In W. Damon (series Ed.) &#38; N. Eisenberg (vol. Ed.), <i>Handbook of child psychology: Social, emotional, and personality development</i> (vol. 3,5&#8220; ed.). Nova Iorque: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477532&pid=S0874-2049200300010000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>              ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">van IJzendoom, M., &#38; Sagi, A. (1999). Cross-cultural patterns of attachment: Universal and contextual dimensions. In J. Cassidy &#38; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications.</i> Nova Iorque: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477534&pid=S0874-2049200300010000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">van IJzendoom, M., Juffer, E, &#38; Duyvesteyn, M. (1995). Breaking the intergenerational cycle of insecure attachment: A review of the effects of attachment-based interventions on maternal sensitivity and infant security. <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 36,</i>225-248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477536&pid=S0874-2049200300010000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Zigler, E., &#38; Hodapp, R. (1986). <i>Understanding mental retardation.</i> Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477538&pid=S0874-2049200300010000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a>O presente trabalho foi financiado pela FCT, Programa CPSl-50, Centro de Psicologia, linha n.&#176; 3.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a>&#192; semelhan&#231;a do que sucede na generalidade dos trabalhos produzidos no dom&#237;nio da teoria da vincula&#231;&#227;o, o termo m&#227;e n&#227;o se refere necessariamente &#224; m&#227;e biol&#243;gica dos indiv&#237;duos. Com esta palavra pretende-se designar qualquer figura (feminina ou masculina, ligada ou n&#227;o por la&#231;os de sangue) que desempenha, numa base regular, fun&#231;&#245;es de prestador de cuidados &#224; crian&#231;a.</font></p>            ]]></body>
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