<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-2049</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psicologia]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-2049</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Psicologia (APP)Edições Colibri]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-20492008000200006</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência e interferência: cruzando dois paradigmas de primação afectiva]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence and Interference: Combining two affective priming paradigms]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prada]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marília]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[Teresa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Instituto Superior de Psicologia Aplicada  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2008</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2008</year>
</pub-date>
<volume>22</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>87</fpage>
<lpage>108</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-20492008000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-20492008000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-20492008000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Neste artigo, focamos o fenómeno de primação afectiva (impacto de activação prévia de valência afectiva em processamento subsequente), contrastando dois dos principais paradigmas experimentais que lhe dão suporte: interferência e influência. Em dois experimentos, analisámos os dados relativos ao enviesamento de resposta avaliativa e aos tempos de reacção. O Experimento 1 mostra que a apresentação de uma palavra valenciada facilita (interfere) respostas subsequentes congruentes (incongruentes). Analisando também o tipo de resposta dada pelos participantes, verificou-se um maior número de erros nos ensaios incongruentes. O Experimento 2 demonstra o efeito de influência em que imagens-primo induzem julgamentos avaliativos de alvos, previamente neutros, congruentes com a sua valência. O estudo dos tempos de reacção neste paradigma revelou que primos negativos induziam maior rapidez de resposta. Vantagens e desvantagens de ambos os paradigmas são discutidas relativamente à sua relevância para o efeito de primação e para a sua aplicabilidade enquanto medidas implícitas de atitudes.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this paper, we investigate affective priming phenomenon (impact of a previously activated valence in subsequent processing) by contrasting two of the main experimental paradigms used in this domain: interference and influence paradigms. In two experiments, data referring both to the evaluative response bias and response times were analysed. Experiment 1 demonstrates that the presentation of a valenced prime-word facilitates (interferes) processing of a subsequent congruent (incongruent) stimulus. The analysis considering the type of response given by the participants reveals a higher number of errors for incongruent trials. Experiment 2 demonstrates an influence effect given that judgments of target-images portraying neutral objects are influenced in the direction of the valence activated by the primes. Response time analysis in this paradigm revealed faster responses when the primes were negative. Advantages and disadvantages associated in both types of paradigms are discussed considering their relevance to affective priming effect and their applicability as attitudes implicit measures.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Primação afectiva]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[interferência]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[influência]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Affective Priming]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[interference]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[influence]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Influ&#234;ncia e interfer&#234;ncia: cruzando dois paradigmas de prima&#231;&#227;o afectiva</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Influence and Interference: Combining two affective priming paradigms</b></font></p>          <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Mar&#237;lia Prada<sup>1,*</sup>; Teresa Garcia-Marques<sup>2,*</sup></b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>ISCTE, Instituto Universit&#225;rio de Lisboa / UIPCDE, ISPA, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>2</sup>ISPA, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>          <p>&nbsp;</p>     <hr size="1" noshade>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo, focamos o fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o afectiva (impacto de activa&#231;&#227;o pr&#233;via de val&#234;ncia afectiva em processamento subsequente), contrastando dois dos principais paradigmas experimentais que lhe d&#227;o suporte: interfer&#234;ncia e influ&#234;ncia. Em dois experimentos, analis&#225;mos os dados relativos ao enviesamento de resposta avaliativa e aos tempos de reac&#231;&#227;o. O Experimento 1 mostra que a apresenta&#231;&#227;o de uma palavra valenciada facilita (interfere) respostas subsequentes congruentes (incongruentes). Analisando tamb&#233;m o tipo de resposta dada pelos participantes, verificou-se um maior n&#250;mero de erros nos ensaios incongruentes. O Experimento 2 demonstra o efeito de influ&#234;ncia em que imagens-primo induzem julgamentos avaliativos de alvos, previamente neutros, congruentes com a sua val&#234;ncia. O estudo dos tempos de reac&#231;&#227;o neste paradigma revelou que primos negativos induziam maior rapidez de resposta. Vantagens e desvantagens de ambos os paradigmas s&#227;o discutidas relativamente &#224; sua relev&#226;ncia para o efeito de prima&#231;&#227;o e para a sua aplicabilidade enquanto medidas impl&#237;citas de atitudes.</b></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: Prima&#231;&#227;o afectiva, interfer&#234;ncia, influ&#234;ncia.</font></p>      <hr size="1" noshade>              <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">In this paper, we investigate affective priming phenomenon (impact of a previously activated valence in subsequent processing) by contrasting two of the main experimental paradigms used in this domain: interference and influence paradigms. In two experiments, data referring both to the evaluative response bias and response times were analysed. Experiment 1 demonstrates that the presentation of a valenced prime-word facilitates (interferes) processing of a subsequent congruent (incongruent) stimulus. The analysis considering the type of response given by the participants reveals a higher number of errors for incongruent trials. Experiment 2 demonstrates an influence effect given that judgments of target-images portraying neutral objects are influenced in the direction of the valence activated by the primes. Response time analysis in this paradigm revealed faster responses when the primes were negative. Advantages and disadvantages associated in both types of paradigms are discussed considering their relevance to affective priming effect and their applicability as attitudes implicit measures.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords</b>: Affective Priming, interference, influence.</font></p>          <hr size="1" noshade>         <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2">Beb&#233;s. Morangos. Dan&#231;ar. Flores. Gatinhos. Namorar. Past&#233;is de Nata. Sorrisos. Festa. Neste momento estar&#225; a pensar o que estes poder&#227;o ter em comum. De facto, semanticamente n&#227;o h&#225; muito que os relacione. No entanto, a mera leitura destas palavras pode ser suficiente para o fazer esbo&#231;ar um sorriso e/ou activar uma s&#233;rie de boas recorda&#231;&#245;es (por exemplo, aquela visita a Bel&#233;m e o cheiro da canela nos past&#233;is mornos e estaladi&#231;os). Por agora j&#225; deve ter reparado que uma das caracter&#237;sticas partilhadas por estas palavras &#233; serem associadas na nossa mente a algo positivo. &#201; exactamente dos efeitos deste tipo de activa&#231;&#227;o que trata a investiga&#231;&#227;o da prima&#231;&#227;o afectiva <i>(affective priming).</i> Em termos gerais, o estudo do fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o centra-se na investiga&#231;&#227;o do impacto da activa&#231;&#227;o tempor&#225;ria de representa&#231;&#245;es mentais pelo contexto em diversos fen&#243;menos psicol&#243;gicos incluindo a percep&#231;&#227;o, avalia&#231;&#227;o, motiva&#231;&#227;o e comportamento (Bargh &#38; Chartrand, 2000). Se a representa&#231;&#227;o activada for de natureza afectiva ou avaliativa, tal impacto designa-se por efeito de prima&#231;&#227;o afectiva. Por outras palavras, o fen&#243;meno da prima&#231;&#227;o afectiva refere-se &#224; influ&#234;ncia n&#227;o intencional de uma primeira resposta avaliativa a um dado est&#237;mulo (i.e., <i>prime</i> ou est&#237;mulo-primo, por exemplo &#8220;pastel de nata&#8221;) no processamento subsequente de um outro est&#237;mulo (i.e., <i>target</i> ou est&#237;mulo-alvo) (Klauer, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A popularidade que a prima&#231;&#227;o, enquanto metodologia, alcan&#231;ou na literatura (para revis&#227;o, ver Bargh, 2006) baseia-se no pressuposto de que esta possibilita uma forma de acesso privilegiado aos mecanismos e estruturas de conhecimento do processamento autom&#225;tico de informa&#231;&#227;o que se sup&#245;e constitu&#237;rem o substrato da cogni&#231;&#227;o social (e.g., Banse, 2001). Dada a sua grande flexibilidade (uma vez que tanto a rela&#231;&#227;o entre ambos os est&#237;mulos como a natureza de processamento do alvo pode ser manipulada) tem sido aplicada &#224; investiga&#231;&#227;o em diversos dom&#237;nios (De Houwer, Hermans, &#38; Eelen, 1998). Por exemplo, os efeitos de prima&#231;&#227;o t&#234;m sido &#250;teis para investigar a natureza da mem&#243;ria associativa, estudar processos emocionais ou diagnosticar atitudes e preconceitos (para revis&#227;o, ver Fiedler, 2003). Especificamente, a prima&#231;&#227;o afectiva tem sido a principal ferramenta para a investiga&#231;&#227;o de processos avaliativos autom&#225;ticos, assumidos como transversais &#224; exist&#234;ncia humana (e.g., Fergunson &#38; Bargh, 2003). De facto, a investiga&#231;&#227;o tem contribu&#237;do para o estabelecimento da no&#231;&#227;o do percipiente social enquanto &#8220;avaliador&#8221;, dada a import&#226;ncia e variedade de situa&#231;&#245;es que requerem a determina&#231;&#227;o de val&#234;ncia (Winkielman, Schwarz, Fazendeiro, &#38; Reber, 2003). Sabemos, por exemplo, que mesmo est&#237;mulos novos, cujo significado &#233; desconhecido (e.g., palavras estrangeiras), s&#227;o pass&#237;veis de suscitar reac&#231;&#245;es avaliativas (Duckworth, Bargh, Garcia, &#38; Chaiken, 2002). Por outras palavras, tais est&#237;mulos s&#227;o automaticamente avaliados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo abordaremos o fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o afectiva em dois paradigmas distintos: &#8220;interfer&#234;ncia&#8221; e de &#8220;influ&#234;ncia&#8221; (Garcia-Marques, 2005; Prada &#38; Garcia-Marques, 2006; para uma distin&#231;&#227;o semelhante ver Gawronski, Deutsch, Le Bel, &#38; Peters, 2008). Procuraremos tornar claro o fen&#243;meno que os une e as caracter&#237;sticas que os diferenciam. Em dois estudos distintos utilizaremos cada um destes paradigmas, com est&#237;mulos de natureza diversa, como palavras e imagens, demonstrando a generalidade do fen&#243;meno e a sua manifesta&#231;&#227;o aos n&#237;veis supra e subliminar.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Prima&#231;&#227;o Afectiva: Fen&#243;meno e paradigmas</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A prima&#231;&#227;o afectiva refere-se ao fen&#243;meno de que o processamento de um est&#237;mulo valenciado (e.g., a palavra &#8220;amor&#8221;) &#233; facilitado quando &#233; precedido por um outro est&#237;mulo da mesma val&#234;ncia (e.g., &#8220;felicidade&#8221;) comparativamente a ser precedido por um de val&#234;ncia oposta (e.g. &#8220;morte&#8221;). A val&#234;ncia previamente activada pode tamb&#233;m influenciar a natureza do julgamento subsequente, particularmente quanto tal julgamento &#233; referente a um alvo neutro ou amb&#237;guo em termos avaliativos.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Tais impactos da activa&#231;&#227;o da val&#234;ncia afectiva de um est&#237;mulo (ou seja, a propriedade atrav&#233;s da qual este &#233; percebido como bom/mau ou positivo/negativo) podem ser detectados atrav&#233;s do recurso a v&#225;rios paradigmas experimentais (e.g., paradigmas afectivos de Stroop e de Simon; para revis&#227;o, ver Musch &#38; Klauer, 2003). Os mais preponderantes na literatura podem ser classificados, com base no padr&#227;o de resultados tipicamente encontrados, como sendo de &#8220;interfer&#234;ncia&#8221; ou de &#8220;influ&#234;ncia&#8221; (Garcia-Marques, 2005; Prada &#38; Garcia-Marques, 2006). Ou seja, enquanto que o primeiro se centra primordialmente ao n&#237;vel de diferen&#231;as na lat&#234;ncia de resposta aos est&#237;mulos-alvo, o segundo focaliza diferen&#231;as em termos do conte&#250;do de tais respostas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O paradigma de interfer&#234;ncia<a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a> consiste numa adapta&#231;&#227;o do utilizado para a investiga&#231;&#227;o de efeitos de prima&#231;&#227;o sem&#226;ntica (para revis&#227;o, ver Neely, 1991). Uma das premissas-base &#233; de que a activa&#231;&#227;o de um determinado conte&#250;do sem&#226;ntico exercer&#225; impacto ao n&#237;vel do desempenho relativo a um conte&#250;do subsequente. Por exemplo, a experi&#234;ncia recente com uma palavra tende a facilitar o seu processamento na pr&#243;xima ocorr&#234;ncia (e.g., Abrams, Klinger, &#38; Greenwald, 2002). Tipicamente, num estudo desta natureza, cada ensaio envolve a breve apresenta&#231;&#227;o de dois est&#237;mulos: uma palavra-primo e outra alvo. O participante &#233; instru&#237;do para responder apenas ao alvo, ignorando a palavra-primo, cuja presen&#231;a &#233;, frequentemente, justificada por uma alegada necessidade de dificultar a tarefa. Quando ambos os est&#237;mulos s&#227;o associados sem&#226;nticos (e.g., &#8220;m&#233;dico&#8221;/ &#8220;enfermeira&#8221;) o desempenho &#233;, habitualmente, facilitado: as respostas aos alvos s&#227;o mais r&#225;pidas e, frequentemente, mais correctas do que no caso de inexist&#234;ncia de qualquer rela&#231;&#227;o sem&#226;ntica (e.g., &#8220;p&#227;o&#8221;/ &#8220;enfermeira&#8221;) (e.g., Meyer &#38; Schvaneveldt, 1971; Neely, 1976, 1977; Balota &#38; Lorch, 1986, Henik, Nissimov, Priel, &#38; Umansky, 1995), sendo que estes efeitos podem mesmo ser obtidos a n&#237;vel subliminar (e.g., Draine &#38; Greenwald, 1998).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A vers&#227;o afectiva deste paradigma envolve a apresenta&#231;&#227;o de est&#237;mulos (quer alvos, quer primos) com uma val&#234;ncia afectiva associada, sendo os participantes instru&#237;dos apenas para avaliar os alvos, classificando, por exemplo, o seu significado como positivo ou negativo. O padr&#227;o de resultados t&#237;pico &#233; a facilita&#231;&#227;o de desempenho (i.e., respostas mais r&#225;pidas e com menos erros) aquando da congru&#234;ncia avaliativa entre ambos os est&#237;mulos (e.g. &#8220;morte&#8221;/ &#8220;agressivo&#8221;). Pelo contr&#225;rio, quando os est&#237;mulos n&#227;o partilham a mesma tonalidade afectiva (e.g. &#8220;rosa&#8221;/ &#8220;agressivo&#8221;) verifica-se que a interfer&#234;ncia no desempenho dos indiv&#237;duos &#233; antes de car&#225;cter inibit&#243;rio. Fazio e colaboradores (1986) desenvolveram este paradigma com o intuito de explorar em que medida a mera apresenta&#231;&#227;o de um dado est&#237;mulo facilitaria a lat&#234;ncia do julgamento relativo &#224; conota&#231;&#227;o afectiva de um outro subsequente. Os resultados encontrados sugerem a exist&#234;ncia do efeito de congru&#234;ncia afectiva que descrevemos anteriormente, tendo suscitado um elevado n&#250;mero de replica&#231;&#245;es (e, evidentemente, extens&#227;o das evid&#234;ncias inicialmente demonstradas), reafirmando-se a sua robustez e utilidade na investiga&#231;&#227;o de fen&#243;menos do foro afectivo (e.g., Bargh, Chaiken, Govender, &#38; Pratto, 1992; Chan, Ybarra, &#38; Schwarz, 2006; ver Fazio, 2001 e Klauer &#38; Musch, 2003, para revis&#227;o).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O paradigma de influ&#234;ncia, por sua vez, envolve apenas a apresenta&#231;&#227;o de est&#237;mulos-primo com uma val&#234;ncia afectiva associada, sendo os alvos tipicamente neutros ou amb&#237;guos. Mais uma vez, os participantes s&#227;o instru&#237;dos para apenas efectuar julgamentos acerca dos alvos, verificando-se que tal avalia&#231;&#227;o &#233; influenciada pelos est&#237;mulos que a precedem (i.e., primos), em geral no sentido da val&#234;ncia activada. Ou seja, um alvo que havia sido pr&#233;-testado como neutro, ser&#225; percebido como mais positivo (ou negativo) se for precedido por um est&#237;mulo positivo (ou negativo). Por exemplo, nos estudos de Murphy e Zajonc (1993), os participantes eram instru&#237;dos para avaliar em que medida gostavam de um conjunto de caracteres chineses (caracterizados pela sua neutralidade ou ambiguidade). Cada um destes caracteres era precedido pela apresenta&#231;&#227;o da imagem de uma face a expressar felicidade (i.e., primo positivo) ou raiva (i.e., primo negativo), verificando-se que os s&#237;mbolos precedidos pela face &#8220;feliz&#8221; eram preferidos relativamente aos primados negativamente.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tamb&#233;m este paradigma foi alvo de diversas replica&#231;&#245;es e adapta&#231;&#245;es. Por exemplo, Banse (1999; 2003 para revis&#227;o) adaptou-o para o dom&#237;nio das rela&#231;&#245;es interpessoais, visando investigar a possibilidade de exist&#234;ncia de uma resposta avaliativa autom&#225;tica, quer a amigos, quer a parceiros rom&#226;nticos. Concretamente, em vez de fotografias ilustrativas de express&#245;es faciais, os participantes eram expostos a breves apresenta&#231;&#245;es de fotografias dos seus parceiros (ou amigos pr&#243;ximos) previamente &#224; avalia&#231;&#227;o do conjunto de caracteres chineses. Como esperado, os caracteres precedidos por tais est&#237;mulos eram avaliados mais positivamente do que os n&#227;o haviam sido primados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A descri&#231;&#227;o que apresentamos corresponde apenas &#224;s caracter&#237;sticas de base de cada um dos paradigmas (ver <a href="/img/revistas/psi/v22n2/22n2a06t1.jpg">Tabela 1</a>), sendo que cada adapta&#231;&#227;o poder&#225; possuir particularidades espec&#237;ficas.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2"><i>Generalidade do efeito de Prima&#231;&#227;o Afectiva e Automatismo</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os efeitos de prima&#231;&#227;o afectiva t&#234;m sido demonstrados com uma elevada diversidade, quer de objectos atitudinais (ou est&#237;mulos), quer de tarefas experimentais, tais como: a) decis&#227;o avaliativa (e.g., Fazio <i>et al.,</i> 1986; Klauer, Ro&#223;nagel, &#38; Musch, 1997); b) decis&#227;o lexical (e.g., Hermans, Smeesters, De Houwer, &#38; Eelen, 2002; Wentura, 1998) ou c) tarefa de pronuncia&#231;&#227;o (e.g., De Houwer, Hermans, &#38; Spruyt, 2001; De Houwer &#38; Randell, 2002, 2004; Spruyt, Hermans, De Houwer, &#38; Eelen, 2002).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Entre os diferentes tipos de est&#237;mulos que t&#234;m sido utilizados, contam-se: palavras (e.g., Bargh <i>et al.,</i> 1992; Chaiken &#38; Bargh, 1993); n&#227;o-palavras &#224;s quais &#233; experimentalmente associado um significado afectivo (e.g., estudo da tradu&#231;&#227;o de alegadas palavras turcas numa fase inicial do estudo - De Houwer <i>et al.,</i> 1998); fotografias complexas (e.g., Hermans, Spruyt, De Houwer, &#38; Eelen, 2003); desenhos simples (e.g., Giner-Sorolla, Garcia, &#38; Bargh, 1999); ou mesmo odores (Hermans, Baeyens, &#38; Eelen, 1998). Sublinha-se que n&#227;o &#233; necess&#225;rio que ambos os est&#237;mulos (i.e., primos e alvos) partilhem a mesma modalidade. A caracter&#237;stica-chave &#233; a val&#234;ncia dos est&#237;mulos, independentemente da correspond&#234;ncia em termos da sua forma. Por exemplo, uma fotografia pode servir para primar uma palavra-alvo ou vice-versa (e.g., Lamote, Hermans, Baeyens, &#38; Eelen, 2004; Hermans <i>et al.,</i> 1998; Spruyt, <i>et al.,</i> 2002).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O facto do efeito de prima&#231;&#227;o afectiva ser saliente face a tal variado espectro de objectos e manipula&#231;&#245;es experimentais tem sido assumido na literatura como evid&#234;ncias que suportam a no&#231;&#227;o de generalidade do efeito. Mais ainda, tendo em conta os crit&#233;rios que definem um processo autom&#225;tico com base na aus&#234;ncia de consci&#234;ncia ou aten&#231;&#227;o, efici&#234;ncia, inten&#231;&#227;o e controlo (Bargh, 1994), tem sido proposto que os processos subjacentes aos efeitos de prima&#231;&#227;o afectiva s&#227;o desta natureza. Isto porque tais efeitos assumem uma lat&#234;ncia reduzida, s&#227;o de curta dura&#231;&#227;o, n&#227;o parecem depender de um objectivo avaliativo expl&#237;cito nem da presen&#231;a de amplos recursos cognitivos, e podem mesmo ser observados com apresenta&#231;&#245;es subliminares (i.e., sob condi&#231;&#245;es que previnem a percep&#231;&#227;o da sua presen&#231;a, como tempos de apresenta&#231;&#227;o muito breves) dos est&#237;mulos-primos (para revis&#227;o ver Hermans, De Houwer, &#38; Eelen, 2001).</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Mecanismos explicativos dos efeitos de Prima&#231;&#227;o Afectiva</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Existem essencialmente duas perspectivas explicativas dos efeitos de prima&#231;&#227;o afectiva: mecanismo de difus&#227;o da activa&#231;&#227;o (e.g., Fazio, 2001; Fazio <i>et al.,</i> 1986) e de competi&#231;&#227;o de resposta (e.g., Hermans, De Houwer, &#38; Eelen, 1996; Klauer, 1998; Klauer <i>et al.,</i> 1997; Klinger <i>et al.,</i> 2000; Wentura, 1999). Ambas concordam que o ponto de partida &#233; a activa&#231;&#227;o autom&#225;tica da avalia&#231;&#227;o associada ao objecto primado. Pressup&#245;e-se que tal activa&#231;&#227;o facilita a codifica&#231;&#227;o de alvos afectivamente congruentes (de acordo com o mecanismo de difus&#227;o de activa&#231;&#227;o) ou activa uma tend&#234;ncia de resposta inicial que pode ser compat&#237;vel ou n&#227;o com a tend&#234;ncia de resposta activada pelo alvo (segundo o mecanismo de competi&#231;&#227;o de resposta). Embora esta quest&#227;o esteja ainda longe de ser consensual, tem sido sugerida a possibilidade de os efeitos observados neste tipo de paradigmas n&#227;o derivarem de um &#250;nico mecanismo, mas serem antes determinados por m&#250;ltiplos mecanismos como os acima apresentados (para revis&#227;o, ver Wittenbrink, 2007).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">&#192; luz da import&#226;ncia que o estudo do fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o afectiva tem assumido na literatura, &#233; relevante a compreens&#227;o dos paradigmas que o sustentam. Neste artigo, apresentamos dois estudos que t&#234;m por base os dois principais paradigmas utilizados para a sua investiga&#231;&#227;o - o paradigma de interfer&#234;ncia (Experimento 1) e o de influ&#234;ncia (Experimento 2). Como forma de os contrastar, propomos a utilidade da explora&#231;&#227;o dos tempos de resposta e dos julgamentos avaliativos em ambos os paradigmas enquanto potenciais indicadores da verifica&#231;&#227;o deste tipo de efeitos. Ou seja, nos nossos estudos, exploraremos, quer o conte&#250;do dos julgamentos (i.e., se a resposta ao alvo foi correcta ou n&#227;o) no paradigma de interfer&#234;ncia (para al&#233;m da an&#225;lise dos tempos de resposta), quer os tempos de resposta no paradigma de influ&#234;ncia (para al&#233;m dos julgamentos avaliativos).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Experimento 1</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Este experimento faz uso do paradigma de prima&#231;&#227;o afectiva de interfer&#234;ncia, baseando-se no procedimento desenvolvido por Fazio e colaboradores (1986). Uma diferen&#231;a relevante &#233; que, neste experimento, opt&#225;mos por apresenta&#231;&#245;es &#250;nicas de cada alvo (em vez de repetidas por bloco de ensaios), o que tem a vantagem de reduzir substancialmente a dura&#231;&#227;o de aplica&#231;&#227;o do paradigma. Em termos de hip&#243;teses, esperava-se replicar o efeito de interfer&#234;ncia, pelo que, no caso de ensaios incongruentes (i.e., a val&#234;ncia do est&#237;mulo-primo difere da do alvo), o desempenho seria dificultado (i.e., respostas menos r&#225;pidas) comparativamente aos ensaios congruentes (i.e., ambos os est&#237;mulos partilham a mesma val&#234;ncia). Adicionalmente, e dado que a acuidade de resposta constitui tamb&#233;m um indicador de facilita&#231;&#227;o de desempenho<a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a>, espera-se que os ensaios congruentes exibam maior propor&#231;&#227;o de acertos do que os incongruentes. Ou seja, &#233; mais prov&#225;vel um erro no julgamento de val&#234;ncia do alvo quando o est&#237;mulo que o precede &#233; da val&#234;ncia oposta (e.g., responder que &#8220;fada&#8221; &#233; negativo se primada por &#8220;doente&#8221;).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Participantes e Delineamento</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Participaram voluntariamente, mediante cr&#233;dito parcial numa disciplina do curso de Psicologia, 59 estudantes (81,4% do g&#233;nero feminino; M<sub>idade</sub>= 25,2 anos, <i>d.p.</i> = 6,2). O delineamento experimental era constitu&#237;do pelos seguintes factores intra-sujeitos: 2 (val&#234;ncia-primo: negativo; positivo) x 2 (val&#234;ncia-alvo: congruente, incongruente).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Material</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O conjunto de palavras-primo era constitu&#237;do por adjectivos pr&#233;-testados como familiares (Prada &#38; Silva, 2008), diferindo apenas no respeitante &#224; sua val&#234;ncia: 10 negativos (M<sub>Val&#234;nci</sub>a = 1,8, <i>d.p.</i> = 0,22; M<sub>Familiaridade</sub> = 5,2, <i>d.p. =</i> 0,18) e 10 positivos<a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a> (M<sub>val&#234;ncia</sub> = 6,1; M<sub>Familiaridade</sub> = 5,8). Os est&#237;mulos-alvo, por sua vez, consistiam em palavras concretas, de familiaridade m&#233;dia, variando tamb&#233;m em termos da sua val&#234;ncia (Garcia-Marques,2003): 10 negativas (M<sub>Val&#234;ncia</sub> =2,4, <i>d.p.</i> =0,43; M<sub>Familiaridade</sub> =4,0, <i>d.p.</i>= 0,30) e 10 positivas<a href="#6"><sup>6</sup></a><a name="top6"></a> (M<sub>val&#234;ncia</sub> = 5,6, <i>d.p.</i> = 0,22; M<sub>Familiaridade</sub> = 4,4, <i>d.p.</i> = 0,39).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Procedimento</i></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os participantes eram convidados a participar num estudo sobre &#8220;avalia&#231;&#227;o autom&#225;tica e espont&#226;nea de palavras&#8221; realizado com suporte inform&#225;tico (programa <i>E-prime).</i> A tarefa destes era a de avaliar, o mais rapidamente poss&#237;vel, a palavra que ficasse &#8220;estabilizada no ecr&#227;&#8221; (i.e., alvo) pressionando a tecla &#8220;S&#8221; caso esta fosse negativa e a tecla &#8220;L&#8221; caso fosse positiva. O estudo iniciava-se com a realiza&#231;&#227;o de 30 ensaios de treino de rapidez de resposta (nos quais se dava <i>feedback</i> para responder abaixo dos 1500ms), seguindo a fase de prima&#231;&#227;o. Cada ensaio era iniciado por um ecr&#227; que exibia um sinal de &#8220;+&#8221; (500ms) para focalizar a aten&#231;&#227;o do participante. A palavra-primo era apresentada no centro do ecr&#227; durante 200ms seguindo-se um ecr&#227; em branco (100ms), findo o qual aparecia a palavra-alvo, que permanecia vis&#237;vel at&#233; que uma tecla de resposta fosse pressionada<a href="#7"><sup>7</sup></a><a name="top7"></a> O intervalo entre ensaios era de quatro segundos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Finda a fase de prima&#231;&#227;o (constitu&#237;da por 30 ensaios), os participantes respondiam ainda a uma s&#233;rie de quest&#245;es de controlo, incluindo uma detec&#231;&#227;o de eventuais suspeitas face ao procedimento de prima&#231;&#227;o<a href="#8"><sup>8</sup></a><a name="top8"></a>.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No final da experi&#234;ncia agradecia-se a colabora&#231;&#227;o dos participantes e respondia-se &#224;s quest&#245;es colocadas.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Resultados e discuss&#227;o</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Tempos de Resposta:</i> As m&#233;dias dos tempos de resposta aos est&#237;mulos-alvo positivos e negativos nas condi&#231;&#245;es congruentes e incongruentes foram integradas no modelo ANOVA de medidas repetidas definido pelo delineamento ap&#243;s transforma&#231;&#227;o logar&#237;tmica de base &#8220;e&#8221; (ln). Replicando os dados da literatura, verificou-se a facilita&#231;&#227;o do desempenho nos ensaios em que ambas as palavras partilham a mesma val&#234;ncia (i.e., s&#227;o congruentes em termos avaliativos, M= 990ms, <i>d.p. =</i> 573) comparativamente aos ensaios incongruentes (M= 1149ms, <i>d.p.</i> = 467; A(1,58) = 16,30, <i>p</i> &#60; 0,001). A val&#234;ncia do est&#237;mulo-primo parece por&#233;m interferir com este efeito (ver <a href="/img/revistas/psi/v22n2/22n2a06f1.jpg">Figura 1</a>). O efeito da interac&#231;&#227;o global n&#227;o atinge n&#237;veis de signific&#226;ncia estat&#237;sticos que nos esclare&#231;am quanto &#224; sua presen&#231;a ou aus&#234;ncia (F(1,58) = 2,72, <i>p</i> = 0,104). Na realidade, apesar do padr&#227;o das m&#233;dias sugerir que o efeito possa ser mais forte relativamente a items positivos, contrastes planeados sugerem que a vantagem da congru&#234;ncia est&#225; patente para ambas as val&#234;ncias dos primos. &#201; apenas mais claro o efeito para as palavras positivas (t(58) = 4,38, <i>p</i> &#60; 0,001), do que para as negativas (t(58) = 2,00<i>,p</i> = 0,025). Futuros estudos ter&#227;o de nos esclarecer deste fen&#243;meno.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2"><i>Propor&#231;&#227;o de acertos:</i> Como se pretende argumentar no presente artigo, o desempenho pode igualmente traduzir os efeitos de prima&#231;&#227;o neste tipo de paradigma. Tal reflectiria uma maior percentagem de acertos aquando de congru&#234;ncia avaliativa. Para testar esta hip&#243;tese, realizou-se uma ANOVA de medidas repetidas na propor&#231;&#227;o de acertos associados a est&#237;mulos positivos e negativos em condi&#231;&#245;es de congru&#234;ncia e incongru&#234;ncia. Note-se que, por &#8220;acerto&#8221;, se compreende a resposta correcta &#224; val&#234;ncia do alvo, independentemente da val&#234;ncia primada. Esta an&#225;lise suporta a nossa hip&#243;tese ao sugerir que a propor&#231;&#227;o de acertos &#233; mais elevada quando os est&#237;mulos s&#227;o congruentes (M = 0,8, <i>d.p.</i> = 0,21) do que quando s&#227;o incongruentes (M = 0,5, <i>d.p.</i> = 0,33; A(1,58) = 24,55<i>,p</i> &#60; 0,001). Adicionalmente, detectou-se tamb&#233;m um efeito principal da val&#234;ncia do est&#237;mulo-primo (A(1,58) = 4,28, <i>p</i> = 0,043), patente na <a href="/img/revistas/psi/v22n2/22n2a06f2.jpg">Figura 2</a>, que indica uma maior propor&#231;&#227;o de acertos quando o primo &#233; positivo, independentemente do tipo de ensaio.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Os dados deste experimento sugerem claramente a exist&#234;ncia do efeito t&#237;pico deste tipo de paradigma: facilita&#231;&#227;o do desempenho (respostas mais r&#225;pidas) aquando de congru&#234;ncia avaliativa. Adicionalmente, os dados reflectem uma interfer&#234;ncia no padr&#227;o do n&#250;mero de respostas correctas. A incongru&#234;ncia afectiva permite identificar a interfer&#234;ncia do est&#237;mulo-primo que contraria a percep&#231;&#227;o directa do est&#237;mulo, induzindo respostas erradas (e, por conseguinte, reduzindo o n&#250;mero de acertos). Demonstramos, assim, a poss&#237;vel identifica&#231;&#227;o de efeitos de influ&#234;ncia (associados &#224; natureza de resposta) em paradigmas de interfer&#234;ncia. No experimento que se segue, procuraremos identificar efeitos ao n&#237;vel dos tempos de resposta num paradigma de influ&#234;ncia.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Este experimento tem por base o paradigma desenvolvido por Murphy e Zajonc (1993), onde se demonstra que a utiliza&#231;&#227;o de fotografias de faces com uma express&#227;o zangada ou feliz, enquanto est&#237;mulos-primo, influenciava a avalia&#231;&#227;o dos est&#237;mulos subsequentes, no sentido da val&#234;ncia activada (i.e., negativa ou positiva, respectivamente). Os autores apenas detectaram este efeito quando a apresenta&#231;&#227;o do est&#237;mulo-primo era efectuada a n&#237;vel subliminar, mas n&#227;o a n&#237;vel supraliminar, o que se poder&#225; dever &#224; extensa dura&#231;&#227;o nesta &#250;ltima (1000ms) e &#224; natureza do material. Assim, em vez de fotografias com express&#245;es faciais correspondentes a emo&#231;&#245;es espec&#237;ficas (primos) e caracteres chineses (alvos), utiliz&#225;mos um conjunto de imagens de diferentes categorias, pr&#233;-testadas quanto &#224; sua val&#234;ncia (Prada &#38; Garcia-Marques, 2006), comparando ainda os resultados obtidos com ambas as formas de prima&#231;&#227;o. Test&#225;mos, ent&#227;o, os efeitos de influ&#234;ncia na avalia&#231;&#227;o de alvos constitu&#237;dos por fotografias de objectos do quotidiano (e n&#227;o meros s&#237;mbolos amb&#237;guos e novos para os participantes), procurando analisar os seus efeitos em termos de tempos de respostas. Por outras palavras, foc&#225;mos a possibilidade de as avalia&#231;&#245;es destes objectos, previamente avaliados como neutros, serem determinadas no sentido da val&#234;ncia activada pelo primo), explorando igualmente o tempo que os participantes demoram a realizar tais julgamentos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Participantes e Delineamento Experimental</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Participaram voluntariamente, mediante cr&#233;dito parcial numa disciplina do curso de Psicologia, 41 estudantes (73,2% do g&#233;nero feminino; M<sub>idade</sub> = 20,1 anos, <i>d.p.</i> = 2,4), distribu&#237;dos aleatoriamente pelos dois grupos experimentais definidos pelo primeiro factor do delineamento: 2 (Prima&#231;&#227;o: supraliminar; subliminar) x 3 (Val&#234;ncia do est&#237;mulo-primo: negativo, neutro, positivo). O segundo factor &#233; intra-participantes.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Material</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">O conjunto de est&#237;mulos &#233; constitu&#237;do por imagens seleccionadas do Ficheiro de Imagens Multicategoriais (F.I.M., Prada &#38; Garcia-Marques, 2006). Especificamente, os est&#237;mulos-primo consistem em 12 imagens<a href="#9"><sup>9</sup></a><a name="top9"></a> avaliadas como negativas (M<sub>Val&#234;ncia</sub> = 3,0, <i>d.p. =</i> 0,11), neutras (M<sub>Val&#234;n</sub>_ <sub>cia</sub> = 5,1, <i>d.p. =</i> 0,13) e positivas (M<sub>Val&#234;ncia</sub> = 7,1, <i>d.p. =</i> 0,10). O conjunto de est&#237;mulos-alvo, por sua vez, &#233; composto por 12 imagens de objectos do quotidiano pr&#233;-testadas como neutras (M<sub>Val&#234;ncia</sub> = 5,0, <i>d.p.</i> = 0,29)<a href="#10"><sup>10</sup></a><a name="top10"></a>.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Utilizou-se ainda um conjunto adicional de est&#237;mulos para os ensaios distractivos, que, por sua vez, era composto por 24 imagens de outros tipos de objectos avaliados como neutros (e.g., objectos dom&#233;sticos como &#8220;garrafa&#8221;, &#8220;cabide&#8221; ou &#8220;molas de roupa&#8221;; M<sub>Val&#234;ncia</sub> = 5,1, <i>d.p. =</i> 0,21).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Procedimento</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os participantes foram convidados a colaborar num alegado estudo sobre &#8220;<i>Identifica&#231;&#227;o e</i> a<i>valia&#231;&#227;o de imagens, em contextos simples e complexos&#8221;,</i> realizado com suporte inform&#225;tico (programa <i>E-prime).</i> Estes eram informados de que seriam expostos a sequ&#234;ncias de imagens, apresentadas durante breves instantes, sendo-lhes pedido que avaliassem de forma r&#225;pida e espont&#226;nea a imagem que ficasse estabilizada no ecr&#227;, recorrendo a uma escala de 5 pontos (1= N&#227;o gosto nada; 5= Gosto muito).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Na condi&#231;&#227;o de prima&#231;&#227;o supraliminar, cada ensaio era iniciado pela apresenta&#231;&#227;o de um sinal &#8220;+&#8221;(500ms) como forma de focalizar a aten&#231;&#227;o do participante, seguido de um ecr&#227; em branco (500ms). Posto isto, apresentava-se o est&#237;mulo-primo (200ms), novamente um ecr&#227; em branco (500ms), e por &#250;ltimo apresentava-se o alvo <i>(S.O.A.</i> = 700ms) at&#233; que uma tecla de resposta fosse pressionada. A condi&#231;&#227;o subliminar era semelhante a esta, exceptuando o tempo de apresenta&#231;&#227;o dos primos (17ms<a href="#11"><sup>11</sup></a><a name="top11"></a>) e o intervalo decorrente at&#233; &#224; apresenta&#231;&#227;o do alvo (50ms; <i>S.O.A.</i> = 67ms).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Os ensaios distractivos, por sua vez, tinham como mero objectivo confirmar o alegado objectivo do estudo, consistindo na avalia&#231;&#227;o de imagens, pr&#233;-testadas como neutras, quer de forma individualizada (i.e., apenas uma imagem, &#224; semelhan&#231;a dos ensaios cr&#237;ticos da condi&#231;&#227;o de controlo), quer em sequ&#234;ncias de tr&#234;s imagens (em que apenas a terceira seria alvo de avalia&#231;&#227;o).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">No final de cada ensaio era introduzida uma tarefa &#8220;distractiva&#8221; (com vista a reduzir o impacto de um ensaio no subsequente) onde era pedido a cada participante que memorizasse e reproduzisse um n&#250;mero composto por nove d&#237;gitos. Ap&#243;s 24 ensaios de avalia&#231;&#227;o de imagens (12 ensaios cr&#237;ticos), os participantes realizavam uma &#250;ltima tarefa destinada a confirmar a efic&#225;cia da manipula&#231;&#227;o da apresenta&#231;&#227;o subliminar dos est&#237;mulos. Por fim, agradecia-se a participa&#231;&#227;o no estudo e respondia-se a eventuais quest&#245;es acerca do mesmo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Resultados e discuss&#227;o</i></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Julgamentos Avaliativo:</i> Com o objectivo de testar a replica&#231;&#227;o dos efeitos t&#237;picos de influ&#234;ncia, as m&#233;dias das respostas avaliativas &#224;s imagens-alvo foram integradas no modelo ANOVA misto onde os diferentes grupos sujeitos a uma prima&#231;&#227;o supra ou subliminar foram comparados nas respostas dadas associadas &#224;s tr&#234;s val&#234;ncias de primos. Contrastes planeados associados a este modelo permitiram testar directamente a hip&#243;tese de influ&#234;ncia do est&#237;mulo-primo.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">De acordo com o impacto esperado da val&#234;ncia dos est&#237;mulos primos na avalia&#231;&#227;o dos est&#237;mulos alvo, verificou-se a exist&#234;ncia de um efeito principal deste factor (F(2,78)= 14,80, <i>p</i> &#60; 0,001), obtendo-se avalia&#231;&#245;es mais positivas nos alvos primados com est&#237;mulos positivos <i>(M</i> = 3,03, <i>d.p.</i> = 0,69) do que naqueles primados com est&#237;mulos neutros <i>(M</i> = 2,87, <i>d.p.</i> = 0,72) ou negativos <i>(M =</i> 2,45, <i>d.p.</i> = 0,83).</font></p>           <p><font face="Verdana" size="2">A tend&#234;ncia linear associada ao efeito das tr&#234;s val&#234;ncias ao n&#237;vel dos julgamentos revelou-se significativa, quer as apresenta&#231;&#245;es fossem supraliminares (t(39)= 4,79, <i>p</i> &#60; 0,001, unilateral) ou subliminares (7(39) = 1,74, <i>p =</i> 0,045, unilateral). Contudo, como pode ser observado na <a href="/img/revistas/psi/v22n2/22n2a06f3.jpg">Figura 3</a>, na condi&#231;&#227;o subliminar n&#227;o se distingue entre as avalia&#231;&#245;es verificadas quando os est&#237;mulos s&#227;o primados com est&#237;mulos neutros ou quando estes s&#227;o positivos (7(39) &#60;1). Estes resultados parecem sugerir a possibilidade de que apenas os est&#237;mulos negativos exerceram o impacto esperado a n&#237;vel subliminar.</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2"><i>Tempos de Resposta:</i> Analisaram-se os tempos de resposta (ap&#243;s transforma&#231;&#227;o logar&#237;tmica ln) associados &#224;s respostas subsequentes aos tr&#234;s tipos de primos (medidas repetidas) em ambos os grupos, por uma ANOVA mista.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A val&#234;ncia do est&#237;mulo-primo parece influenciar a rapidez de resposta aos alvos (F(2,78) = 12,15, <i>p</i> &#60; 0,001), verificando-se avalia&#231;&#245;es mais r&#225;pidas nos alvos primados com est&#237;mulos neutros (M=2658ms <i>d.p.</i> = 1036) do que naqueles primados com est&#237;mulos valenciados (M<sub>negativos</sub>= 2941ms, <i>d.p.</i> = 1030; M<sub>positivos</sub> = 3479ms, <i>d.p.</i> = 1197) (t(39) = 3,60, <i>p</i> &#60; 0,001). De facto, considerando apenas os alvos primados com est&#237;mulos valenciados, os positivos s&#227;o os que exibem tempos de resposta superiores (t(39) = 3,28, <i>p</i> = 0,002). Este efeito n&#227;o &#233; qualificado pelo tipo de prima&#231;&#227;o efectuado (F(2,78) &#60; 1) mas, como patente na <a href="/img/revistas/psi/v22n2/22n2a06f4.jpg">Figura 4</a>, na condi&#231;&#227;o subliminar os est&#237;mulos-primo negativos n&#227;o se diferenciam dos neutros (t(39)&#60;1).</font></p>          
<p><font face="Verdana" size="2">Estes dados sugerem que a val&#234;ncia dos est&#237;mulos primos, quer apresentados consciente quer inconscientemente, interfere no tempo que os indiv&#237;duos levam a realizar os seus julgamentos. Quer estes sejam positivos quer negativos, os indiv&#237;duos parecem levar mais tempo a realizar o julgamento do que se n&#227;o sofrerem qualquer influ&#234;ncia do contexto (em termos de activa&#231;&#227;o de val&#234;ncia). Esta interfer&#234;ncia parece ser maior quando o primo &#233; positivo.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Efectuou-se ainda uma an&#225;lise explorat&#243;ria na qual dicotomiz&#225;mos as respostas dadas pelos participantes de forma a analisar o padr&#227;o de facilita&#231;&#227;o de desempenho verificado no paradigma de interfer&#234;ncia (Experimento 1). Ou seja, considerou-se como &#8220;ensaios congruentes&#8221; os ensaios em que o primo era negativo (ou positivo) e a resposta na escala era igual a &#8220;1&#8221; ou &#8220;2&#8221; (ou &#8220;4&#8221; ou &#8220;5&#8221;). Apesar das limita&#231;&#245;es inerentes &#224; realiza&#231;&#227;o desta an&#225;lise<a href="#12"><sup>12</sup></a><a name="top12"></a>, apurou-se que, quando os primos eram apresentados supraliminarmente, as respostas pareciam ser facilitadas (sendo a diferen&#231;a de 227ms) aquando de congru&#234;ncia (M=3195ms, <i>d.p.</i> = 1819) comparativamente &#224; incongru&#234;ncia (M=3422ms, <i>d.p.</i> = 1544). J&#225; ao n&#237;vel da prima&#231;&#227;o subliminar, tal diferen&#231;a &#233; menos evidente (53ms;M<sub>congruente</sub> = 2675ms, <i>d.p.</i> = 1390; Mincongruente = 2710ms, <i>d.p.</i> = 2729, <i>d.p.</i> = 1827).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><b>Discuss&#227;o Geral</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo, procur&#225;mos definir o fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o afectiva e clarificar as diferen&#231;as entre os dois procedimentos mais usuais para a sua investiga&#231;&#227;o. Os experimentos apresentados visavam n&#227;o s&#243; ilustrar tais paradigmas e os padr&#245;es de resultados tipicamente encontrados, mas tamb&#233;m explorar vari&#225;veis adicionais em cada um destes. O primeiro estudo consiste numa adapta&#231;&#227;o do que denomin&#225;mos por paradigma de interfer&#234;ncia (Fazio <i>et al.,</i> 1986) e permitiu demonstrar a facilita&#231;&#227;o do desempenho quando ambos os est&#237;mulos de um dado ensaio partilham a mesma val&#234;ncia afectiva comparativamente a quando s&#227;o incongruentes. Para al&#233;m deste efeito, detectado atrav&#233;s da an&#225;lise dos tempos de resposta, analisou-se tamb&#233;m a propor&#231;&#227;o de acertos (i.e., respostas correctas &#224; val&#234;ncia do alvo) observados. Verific&#225;mos que, em caso de ensaios congruentes, se verifica um menor n&#250;mero de erros. O segundo estudo, por sua vez, teve por base o paradigma de influ&#234;ncia (Murphy &#38; Zajonc, 1993) e permitiu demonstrar o impacto da activa&#231;&#227;o de uma val&#234;ncia pr&#233;via no julgamento de um alvo anteriormente percebido como neutro. Ou seja, neste caso, a vari&#225;vel fundamental a considerar &#233; o pr&#243;prio julgamento avaliativo do alvo. Neste estudo explor&#225;mos tamb&#233;m a possibilidade da val&#234;ncia activada influenciar a velocidade com que os julgamentos do alvo eram efectuados. De facto, os alvos primados com est&#237;mulos negativos exibem tempos de resposta inferiores aos verificados para os que s&#227;o primados positivamente. Este padr&#227;o est&#225; de acordo com a prioridade atencional, considerada adaptativa, atribu&#237;da aos est&#237;mulos negativos (ver Unkelbach, Fiedler, Bayer, Stegmuller, &#38; Danner, 2008). Contudo, como mencionado, a an&#225;lise mais adequada seria a de comparar os tempos m&#233;dios de resposta em situa&#231;&#227;o de congru&#234;ncia com os verificados em incongru&#234;ncia. Tal an&#225;lise &#233; dificultada quando a vari&#225;vel dependente (julgamento do alvo) &#233; medida com recurso a uma escala como a que utiliz&#225;mos (i.e., cinco pontos). Uma possibilidade seria a de utilizar escalas com pontos em n&#250;mero par (e.g., quatro pontos) de forma a possibilitar uma dicotomiza&#231;&#227;o adequada. No entanto, pode argumentar-se que, neste caso, retirando o ponto m&#233;dio da escala, se estaria a for&#231;ar a extremar a avalia&#231;&#227;o de um objecto que, para o indiv&#237;duo, &#233; percebido como neutro. Outra possibilidade de investigar o impacto da (in)congru&#234;ncia, seria a de utilizar est&#237;mulos-alvo moderadamente positivos ou negativos, de forma a diferenci&#225;-los. Em suma, enquanto que a investiga&#231;&#227;o de efeitos de influ&#234;ncia (associados &#224; natureza de resposta) em paradigmas de interfer&#234;ncia n&#227;o &#233; problem&#225;tica do ponto de vista metodol&#243;gico, a identifica&#231;&#227;o de efeitos ao n&#237;vel dos tempos de resposta num paradigma de influ&#234;ncia apresenta mais constrangimentos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Sublinhamos ainda que os paradigmas de prima&#231;&#227;o afectiva aqui apresentados se referem apenas ao estudo do impacto da activa&#231;&#227;o de uma dada val&#234;ncia no processamento. Ou seja, trata-se da conceptualiza&#231;&#227;o do termo &#8220;afecto&#8221; no seu sentido mais lato. Mesmo nos estudos em que se utilizam imagens de express&#245;es faciais associadas a emo&#231;&#245;es (e.g., Murphy &#38; Zajonc, 1993; Monahan, 1998), pressup&#245;e-se que a propriedade relevante activada &#233; a percep&#231;&#227;o destas como boas ou m&#225;s, positivas ou negativas (para revis&#227;o da distin&#231;&#227;o entre afecto e emo&#231;&#227;o, ver Garcia-Marques, 2001). Contudo, estes paradigmas s&#227;o pass&#237;veis de ser adaptados ao objectivo de estudar o impacto de emo&#231;&#245;es espec&#237;ficas (e.g., Pell, 2005). Por exemplo, Small, Lerner e Fischhoff (2006) demonstraram que a natureza espec&#237;fica da emo&#231;&#227;o negativa primada (tristeza ou raiva) determinava as atribui&#231;&#245;es realizadas acerca de um evento tr&#225;gico (e.g., 11 de Setembro).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Aplicabilidade e relev&#226;ncia do fen&#243;meno de Prima&#231;&#227;o Afectiva</i></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo, abordamos o fen&#243;meno de prima&#231;&#227;o afectiva pelo seu interesse para o desenvolvimento de uma maior compreens&#227;o dos processos cognitivos que subjazem os nossos julgamentos. Existe, por&#233;m, uma outra faceta deste fen&#243;meno que conv&#233;m aqui salientar - a possibilidade de identifica&#231;&#227;o de atitudes impl&#237;citas de indiv&#237;duos.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Apesar da variabilidade encontrada na literatura quanto &#224; operacionaliza&#231;&#227;o do constructo de atitude, existe algum consenso relativamente &#224; exist&#234;ncia de uma componente avaliativa na estrutura de uma atitude (para revis&#227;o ver Petty, Brinol, &#38; DeMarree, 2007). O facto de os paradigmas de prima&#231;&#227;o afectiva assentarem nesta componente torna-os ferramentas &#250;teis para a medi&#231;&#227;o impl&#237;cita de atitudes (para revis&#227;o ver Fazio &#38; Olsen, 2003).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Como mencionado, num paradigma de interfer&#234;ncia, um dado objecto atitudinal pode ser emparelhado com um alvo de val&#234;ncia positiva ou negativa. Imaginemos um ensaio em que o est&#237;mulo-primo &#8220;Bush&#8221; precede um dos seguintes alvos: &#8220;festa&#8221; (em termos normativos &#233; positivo) ou &#8220;cobra&#8221; (em termos normativos &#233; negativo). Assim, espera-se que as pessoas que possuem uma atitude mais favor&#225;vel face a Bush respondam mais rapidamente (i.e., facilita&#231;&#227;o de desempenho) a &#8220;festa&#8221; do que, por exemplo, a &#8220;cobra&#8221; (pois existiria incongru&#234;ncia afectiva). Contrariamente, as que assumem uma atitude mais desfavor&#225;vel face a este pol&#237;tico norte-americano dever&#227;o exibir o padr&#227;o inverso (i.e., respostas mais r&#225;pidas a &#8220;cobra&#8221; do que a &#8220;festa&#8221;). Fazio, Jackson, Dunton e Williams (1995) aplicaram um procedimento deste tipo enquanto medida de atitudes raciais. Especificamente, a tarefa dos participantes consistia apenas em indicar, o mais rapidamente poss&#237;vel, se a conota&#231;&#227;o de um adjectivo-alvo (e.g., &#8220;agrad&#225;vel&#8221; ou &#8220;horr&#237;vel&#8221;) era negativa ou positiva. Previamente a cada avalia&#231;&#227;o, era apresentada uma fotografia de um estudante branco ou negro. O padr&#227;o de resultados sugere a activa&#231;&#227;o autom&#225;tica de reac&#231;&#245;es negativas face aos negros dado que as fotografias destes, comparativamente &#224;s de brancos, facilitavam a resposta aos adjectivos negativos e interferiam com a resposta aos positivos. Note-se que, subjacente a uma das mais not&#243;rias medidas impl&#237;citas - Teste de Atitude Impl&#237;cita <i>(Implicit Association Test</i> - IAT, Greenwald, McGhee, &#38; Schwartz, 1998), est&#225; tamb&#233;m uma l&#243;gica de interfer&#234;ncia (para revis&#227;o ver Fazio &#38; Olsen, 2003).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Tamb&#233;m o paradigma desenvolvido por Murphy e Zajonc (1993) foi adaptado recentemente, por Payne, Cheng, Govorun e Stewart (2005), enquanto medida impl&#237;cita de atitudes - Procedimento de Atribui&#231;&#227;o Enviesada <i>(Affect Misattribution Procedure</i> ou AMP). Tamb&#233;m neste procedimento, o julgamento avaliativo de um alvo &#233; precedido pela apresenta&#231;&#227;o de um objecto atitudinal (e.g., &#8220;George W. Bush&#8221;). Contudo, neste caso, os alvos s&#227;o neutros ou amb&#237;guos (e.g., s&#237;mbolo abstracto) em vez de claramente valenciados. Ainda que as instru&#231;&#245;es indiquem que apenas o s&#237;mbolo deve ser avaliado, se as pessoas atribu&#237;rem enviesadamente as reac&#231;&#245;es suscitadas pelo objecto atitudinal ao alvo, ser&#227;o as reac&#231;&#245;es face ao est&#237;mulo-primo a enviesar as avalia&#231;&#245;es do s&#237;mbolo. Ou seja, se este induz uma influ&#234;ncia negativa nos julgamentos do alvo, poder-se-&#225; inferir que a pessoa possui uma atitude negativa face a Bush.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Esta relev&#226;ncia funcional dos paradigmas de prima&#231;&#227;o afectiva torna cada vez mais premente uma completa compreens&#227;o dos diferentes paradigmas que permitem operacionalizar o conceito de atitude impl&#237;cita. Ambos os tipos de efeitos contextuais no processamento s&#227;o relevantes do ponto de vista pr&#225;tico, dado permitirem esta mensura&#231;&#227;o. Como mencionado, tanto a facilita&#231;&#227;o de desempenho entre um par de est&#237;mulos como a verifica&#231;&#227;o de uma avalia&#231;&#227;o mais positiva ap&#243;s a exposi&#231;&#227;o a um est&#237;mulo com essa val&#234;ncia, poder&#227;o ser interpretados como atitudes favor&#225;veis face a um dado objecto atitudinal.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Neste artigo, apesar de termos contrastado dois paradigmas, n&#227;o os abordamos relativamente &#224; sua sensibilidade e validade enquanto instrumentos de mensura&#231;&#227;o. A utiliza&#231;&#227;o destes num delineamento intra-participantes poder&#225; elucidar-nos futuramente acerca de tais caracter&#237;sticas. Os nossos dados, at&#233; ao momento, permitem, no entanto, salientar as vantagens do paradigma de interfer&#234;ncia na sua capacidade de fornecer duas medidas complementares, pass&#237;veis de an&#225;lise com significado avaliativo: a natureza do julgamento e os tempos de lat&#234;ncia.</font></p>              <p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Abrams, R. L., Klinger, M. R., &#38; Greenwald, A. G. (2002). Subliminal words activate semantic categories (not automated motor responses). <i>Psychonomic Bulletin &#38; Review,</i> 9(1), 100-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461463&pid=S0874-2049200800020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Balota, D. A., &#38; Lorch, R. F. (1986). Depth of automatic spreading activation: Mediated priming effects in pronunciation but not in lexical decision. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition,</i> 12(3), 336-345.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461465&pid=S0874-2049200800020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Banse, R. (1999). Automatic evaluation of self and significant others: Affective priming in close relationships. <i>Journal of Social and Personal Relationships, </i>16(6), 803-821.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461467&pid=S0874-2049200800020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Banse, R. (2001). Affective priming with liked and disliked persons: Prime visibility determines congruency and incongruency effects. <i>Cognition &#38; Emotion,</i>15(4), 501-520.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461469&pid=S0874-2049200800020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Banse, R. (2003). Beyond verbal self-report: Priming methods in relationship research. In J. Musch &#38; K. C. Klauer (Eds.), <i>The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion.</i> (pp. 245-274). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bargh, J. A. (1994). The four horsemen of automaticity: Awareness, intention, efficiency, and control in social cognition. In R. S. Wyer, Jr. &#38; T. K. Srull (Eds.), <i>Handbook of social cognition, Vol. 1: Basic processes (2nd ed.)</i> (pp. 1-40). Hillsdale: Lawrence Erlbaum Associates, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461472&pid=S0874-2049200800020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bargh, J. A. (2006). Agenda 2006: What have we been priming all these years? On the development, mechanisms, and ecology of nonconscious social behavior. <i>European Journal of Social Psychology,</i> 36(2), 147-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461474&pid=S0874-2049200800020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bargh, J. A., Chaiken, S., Govender, R., &#38; Pratto, F. (1992). The generality of the automatic attitude activation effect. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i>62(6), 893-912.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461476&pid=S0874-2049200800020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bargh, J. A., &#38; Chartrand, T. L. (2000). The mind in the middle: A practical guide to priming and automaticity research. In H. T. Reis &#38; C. M. Judd (Eds.), <i>Handbook of research methods in social and personality psychology</i> (pp. 253-285). Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461478&pid=S0874-2049200800020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chaiken, S., &#38; Bargh, J. A. (1993). Occurrence versus moderation of the automatic attitude activation effect: Reply to Fazio. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i> 64(5), 759-765.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461480&pid=S0874-2049200800020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chan, E., Ybarra, O., &#38; Schwarz, N. (2006). Reversing the affective congruency effect: The role of target word frequency of occurrence. <i>Journal of Experimental Social Psychology, 42</i>(3), 365-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461482&pid=S0874-2049200800020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">De Houwer, J., &#38; Hermans, D. (2001). Automatic affective processing. <i>Cognition &#38; Emotion,</i> pp. 113-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461484&pid=S0874-2049200800020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">De Houwer, J., Hermans, D., &#38; Eelen, P. (1998). Affective and identity priming with episodically associated stimuli. <i>Cognition &#38; Emotion,</i> 12(2), 145-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461486&pid=S0874-2049200800020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">De Houwer, J., &#38; Randell, T. (2002). Attention to primes modulates affective priming of pronunciation responses. <i>Experimental Psychology,</i> 49(3), 163-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461488&pid=S0874-2049200800020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">De Houwer, J., &#38; Randell, T. (2004). Robust affective priming effects in a conditional pronunciation task: Evidence for the semantic representation of evaluative information. <i>Cognition &#38; Emotion,</i> 18(2), 251-264.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461490&pid=S0874-2049200800020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Draine, S. C., &#38; Greenwald, A. G. (1998). Replicable unconscious semantic priming. <i>Journal of Experimental Psychology: General,</i> 127(3), 286-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461492&pid=S0874-2049200800020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Duckworth, K. L., Bargh, J. A., Garcia, M., &#38; Chaiken, S. (2002). The automatic evaluation of novel stimuli. <i>Psychological Science,</i> 13(6), 513-519.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461494&pid=S0874-2049200800020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fazio, R. H. (2001). On the automatic activation of associated evaluations: An overview. <i>Cognition &#38; Emotion,</i> 15(2), 115-141.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461496&pid=S0874-2049200800020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fazio, R. H., Jackson, J. R., Dunton, B. C., &#38; Williams, C. J. (1995). Variability in automatic activation as an unobstrusive measure of racial attitudes: A bona fide pipeline? <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i>69(6), 1013-1027.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461498&pid=S0874-2049200800020000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fazio, R. H., &#38; Olson, M. A. (2003). Implicit measures in social cognition research: Their meaning and uses. <i>Annual Review of Psychology, 54,</i>297-327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461500&pid=S0874-2049200800020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fazio, R. H., Sanbonmatsu, D. M., Powell, M. C., &#38; Kardes, F. R. (1986). On the automatic activation of attitudes. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i>50(2), 229-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461502&pid=S0874-2049200800020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Ferguson, M. J., &#38; Bargh, J. A. (2003). The constructive nature of automatic evaluation. In J. Musch &#38; K. C. Klauer (Eds.), <i>The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion.</i> (pp. 169-188). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Fiedler, K. (2003). The hidden vicissitudes of the priming paradigm in evaluative judgment research. In J. Musch &#38; K. C. Klauer (Eds.), <i>The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion.</i>(pp. 109-137). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garcia-Marques, T. (2001). A dimens&#227;o afectiva: distinguindo afecto, emo&#231;&#227;o, estado de esp&#237;rito e sentimento. <i>Psicologia: Teoria, Investiga&#231;&#227;o e Pr&#225;tica, 6</i>(2), 253-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461506&pid=S0874-2049200800020000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garcia-Marques, T. (2005). Diferenciando &#8220;prima&#231;&#227;o afectiva&#8221; de &#8220;prima&#231;&#227;o cognitiva&#8221;. <i>An&#225;lise Psicol&#243;gica,</i> 4(XXIII), 437-447.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461508&pid=S0874-2049200800020000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gawronski, B., Deutsch, R., LeBel, E. P., &#38; Peters, K. R. (2008). Response interference as a mechanism underlying implicit measures: Some traps and gaps in the assessment of mental associations with experimental paradigms. <i>European Journal of Psychological Assessment,</i> 24(4), 218-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461510&pid=S0874-2049200800020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenwald, A. G., McGhee, D. E., &#38; Schwartz, J. L. K. (1998). Measuring individual differences in implicit cognition: The Implicit Association Test. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 74</i>(6), 1464-1480.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461512&pid=S0874-2049200800020000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Henik, A., Nissimov, E., Priel, B., &#38; Umansky, R. (1995). Effects of cognitive load on semantic priming in patients with schizophrenia. <i>Journal of Abnormal Psychology,</i> 104(4), 576-584.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461514&pid=S0874-2049200800020000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hermans, D., De Houwer, J., &#38; Eelen, P. (2001). A time course analysis of the affective priming effect. <i>Cognition &#38; Emotion,</i> 15(2), 143-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461516&pid=S0874-2049200800020000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hermans, D., Smeesters, D., De Houwer, J., &#38; Eelen, P. (2002). Affective priming for associatively unrelated primes and targets. <i>Psychologica Belgica, 42</i>(3), 191-212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461518&pid=S0874-2049200800020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Klauer, K. C. (1998). Affective priming. <i>European Review of Social Psychology, 8,</i> 67-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461520&pid=S0874-2049200800020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Klauer, K. C., &#38; Musch, J. (2003). Affective priming: Findings and theories. In J. Musch &#38; K. C. Klauer (Eds.), <i>The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion.</i> (pp. 7-49). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Klauer, K. C., Ro&#223;nagel, C., &#38; Musch, J. (1997). List-context effects in evaluative priming. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 23(1),</i> 246-255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461523&pid=S0874-2049200800020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meyer, D. E., &#38; Schvaneveldt, R. W. (1971). Facilitation in recognizing pairs of words: Evidence of a dependence between retrieval operations. <i>Journal of Experimental Psychology, 90(2),</i> 227-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461525&pid=S0874-2049200800020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Monahan, J. L. (1998). I don&#39;t know it but I like you: The influence of nonconscious affect on person perception. <i>Human Communication Research, 24(4),</i>480-500.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461527&pid=S0874-2049200800020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Murphy, S. T., &#38; Zajonc, R. B. (1993). Affect, cognition, and awareness: Affective priming with optimal and suboptimal stimulus exposures. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 64(5),</i> 723-739.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461529&pid=S0874-2049200800020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Neely, J. H. (1976). Semantic priming and retrieval from lexical memory: Evidence for facilitatory and inhibitory processes. <i>Memory &#38; Cognition, 4,</i>648-654.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461531&pid=S0874-2049200800020000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Neely, J. H. (1977). Semantic priming and retrieval from lexical memory: Roles of inhibitionless spreading activation and limited-capacity attention. <i>Journal of Experimental Psychology: General, 106(3),</i> 226-254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461533&pid=S0874-2049200800020000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Neely, J. H., Besner, D., &#38; Humphreys, G. W. (1991). Semantic priming effects in visual word recognition: A selective review of current findings and theories. In Basic processes in reading: Visual word recognition.</i> (pp. 264-336). Hillsdale, NJ, England: Lawrence Erlbaum Associates, Inc.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Payne, B. K., Cheng, C. M., Govorun, O., &#38; Stewart, B. D. (2005). An inkblot for attitudes: Affect misattribution as implicit measurement. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i> 89(3), 277-293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461536&pid=S0874-2049200800020000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pell, M. D. (2005). Nonverbal emotion priming: Evidence from the &#39;facial affect decision task&#39;. <i>Journal of Nonverbal Behavior,</i> 29(1), 45-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461538&pid=S0874-2049200800020000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Petty, R. E., Brinol, P., &#38; DeMarree, K. G. (2007). The Meta-Cognitive Model (MCM) of attitudes: Implications for attitude measurement, change, and strength. <i>Social Cognition,</i> 25(5), 657-686.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461540&pid=S0874-2049200800020000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Prada, M., &#38; Garcia-Marques, T. (2006a). <i>Familiaridade e Prima&#231;&#227;o Afectiva.</i> Paper presented at the VI Simp&#243;sio Nacional de Investiga&#231;&#227;o em Psicologia, &#201;vora, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461542&pid=S0874-2049200800020000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Prada, M., &#38; Garcia-Marques, T. (2006b). Normas da val&#234;ncia das imagens do Ficheiro de Imagens Multicategoriais (FIM). <i>Laborat&#243;rio de Psicologia,</i>4(1), 109-137.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461544&pid=S0874-2049200800020000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Prada, M., &#38; Silva, R. (2008). De triunfante a terr&#237;vel: Avalia&#231;&#227;o de val&#234;ncia e familiaridade de adjectivos em l&#237;ngua Portuguesa. <i>Laborat&#243;rio de Psicologia,</i> 6(1), 25-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461546&pid=S0874-2049200800020000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Simon, J. R., &#38; Berbaum, K. (1990). Effect of conflicting cues on information processing: The &#39;Stroop effect&#39; vs. the &#39;Simon effect.&#39; <i>Acta Psychologica,</i>73(2), 159-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461548&pid=S0874-2049200800020000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Small, D. A., Lerner, J. S., &#38; Fischhoff, B. (2006). Emotion priming and attributions for terrorism: Americans&#39; reactions in a national field experiment. <i>Political Psychology,</i>27(2), 289-298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461550&pid=S0874-2049200800020000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Spruyt, A., Hermans, D., De Houwer, J., &#38; Eelen, P. (2002). On the nature of the affective priming effect: Affective priming of naming responses. <i>Social Cognition,</i> 20(3), 227-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461552&pid=S0874-2049200800020000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Unkelbach, C., Fiedler, K., Bayer, M., Stegmuller, M., &#38; Danner, D. (2008). Why positive information is processed faster: The density hypothesis. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i> 95(1), 36-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461554&pid=S0874-2049200800020000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wentura, D. (1998). Affective priming in the lexical decision task: Evidence for post-lexical judgemental tendencies. <i>Sprache &#38; Kognition,</i> 17(3), 125-137.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461556&pid=S0874-2049200800020000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wentura, D. (1999). Activation and inhibition of affective information: Evidence for negative priming in the evaluation task. <i>Cognition &#38; Emotion,</i>13(1), 65-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461558&pid=S0874-2049200800020000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">Winkielman, P., Schwarz, N., Fazendeiro, T. A., &#38; Reber, R. (2003). The hedonic marking of processing fluency: Implications for evaluative judgment. In J. Musch &#38; K. C. Klauer (Eds.), <i>The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion.</i> (pp. 189-217). Mahwah, NJ, US: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.</font></p>          <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wittenbrink, B. (2007). Measuring attitudes through priming. In B. Wittenbrink &#38; N. Schwarz (Eds.), <i>Implicit measures of attitudes</i> (pp. 17-58). New York, NY, US: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=461561&pid=S0874-2049200800020000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>          <p>&nbsp;</p>          <p><font face="Verdana" size="2"><i>Nota dos Autores:</i> Este trabalho teve os apoios das bolsas: POCI 2010, BD atribu&#237;da a Mar&#237;lia Prada e PTDC/PSI/64944/2006, atribu&#237;da a Teresa Garcia-Marques pela Funda&#231;&#227;o para a Ci&#234;ncia e Tecnologia.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&#234;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2">A correspond&#234;ncia sobre este artigo pode ser dirigida a <a href="mailto:mprada@ispa.pt">mprada@ispa.pt</a>, e <a href="mailto:gmarques@ispa.pt">gmarques@ispa.pt</a> ou Instituto Superior de Psicologia Aplicada - Rua Jardim do Tabaco, 34, 1149-041 Lisboa, Portugal. Tel. +351 21 881 1700; Fax: +351 21 886 0954.</font></p>              <p>&nbsp;</p>         <p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a>Nota: ainda que os efeitos evidenciados por outros paradigmas (como os de Simon e de Stroop afectivos) expressem tamb&#233;m interfer&#234;ncia no desempenho (Simon &#38; Berbaum, 1990), no presente artigo entende-se por paradigma de interfer&#234;ncia o utilizado na linha de investiga&#231;&#227;o de Fazio, Sanbonmatsu, Kardes e Powell (1986).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a>&#201; pouco comum a an&#225;lise da propor&#231;&#227;o de respostas certas por, frequentemente, se verificar um efeito de tecto a este n&#237;vel - por exemplo, Fazio e colaboradores (1986) referem erros m&#233;dios inferiores a 2%. Tal efeito poder&#225; dever-se ao facto de alguns paradigmas envolverem m&#250;ltiplas apresenta&#231;&#245;es dos mesmos alvos (emparelhados com diferentes tipos de primos em diferentes blocos).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top5"><sup>5</sup></a><a name="5"></a>O sub-conjunto de est&#237;mulos-primo negativos era composto pela seguintes palavras: &#8220;idiota&#8217;&#8217;/&#8217;rid&#237;culo&#8221;, &#8220;sujo&#8221;, &#8220;falso&#8221;, &#8220;est&#250;pido&#8221;, &#8220;irritante&#8221;, &#8220;doente&#8221;, &#8220;pobre&#8221;, &#8220;mau&#8221; e &#8220;triste&#8221; e os positivos por: &#8220;lindo&#8221;, &#8220;suave&#8221;, &#8220;social&#8221;, &#8220;original&#8221;, &#8220;terno&#8221;, &#8220;precioso&#8221;, &#8220;alegre&#8221;, &#8220;perfeito&#8221;, &#8220;excitante&#8221; e &#8220;atraente&#8221;.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top6"><sup>6</sup></a><a name="6"></a>O sub-conjunto de est&#237;mulos-alvo negativos era composto pela seguintes palavras: &#8220;ranho&#8221;, &#8220;masmorra&#8221;, &#8220;entulho&#8221;, &#8220;avalanche&#8221;, &#8220;vampiro&#8221;, &#8220;enxofre&#8221;, &#8220;arp&#227;o&#8221;, &#8220;bet&#227;o&#8221;, &#8220;flecha&#8221; e &#8220;fardo&#8221; e os positivos por: &#8220;telef&#233;rico&#8221;, &#8220;duna&#8221;, &#8220;trevo&#8221;, &#8220;farol&#8221;, &#8220;esmeralda&#8221;, &#8220;l&#237;rio&#8221;, &#8220;b&#250;ssola&#8221;, &#8220;g&#244;ndola&#8221;, &#8220;harpa&#8220; e &#8220;fada&#8221;.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top7"><sup>7</sup></a><a name="7"></a>Este intervalo entre o in&#237;cio da apresenta&#231;&#227;o do est&#237;mulo-primo e o in&#237;cio da apresenta&#231;&#227;o do alvo denomina-se <i>S.O.A.</i> (i.e., <i>Stimulus Onset Asynchrony,</i> para revis&#227;o ver Hermans, De Houwer, &#38; Eelen, 2001), constituindo um aspecto metodol&#243;gico central nos paradigmas de prima&#231;&#227;o (ver tamb&#233;m Bargh &#38; Chartrand, 2000). No presente estudo, o <i>S.O.A. </i>utilizado foi de 300ms.</font></p>          ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top8"><sup>8</sup></a><a name="8"></a>Dado que nenhum participante revelou suspeitas quanto &#224;s hip&#243;teses em estudo, os dados verificados nestas quest&#245;es n&#227;o ser&#227;o doravante mencionados.</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top9"><sup>9</sup></a><a name="9"></a>O sub-conjunto de est&#237;mulos negativos &#233; composto por imagens de &#8220;arame farpado&#8221;, &#8220;m&#227;o sangrenta&#8221;, &#8220;mosca&#8221; e &#8220;cama de hospital&#8221;, o de est&#237;mulos neutros por imagens de &#8220;esponja&#8221;, &#8220;rel&#243;gio&#8221;, &#8220;rolo de cordel&#8221; e &#8220;lata&#8221; e o de est&#237;mulos positivos por imagens de &#8220;guitarra&#8221;, &#8220;borboleta&#8221;, &#8220;brinde&#8221; e &#8220;hipop&#243;tamo&#8221;. Nessa ordem, as imagens correspondem aos seguintes n&#250;meros do FIM (Prada &#38; Garcia-Marques, 2006): 11, 12, 13 e 15; 45, 51, 53 e 57; 161, 163, 166 e 167)</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top10"><sup>10</sup></a><a name="10"></a>O conjunto de est&#237;mulos-alvo era constitu&#237;do por imagens de objectos do quotidiano como ferramentas e material de escrit&#243;rio (n&#250;meros 39, 41, 43, 44, 47, 49, 50, 54, 56, 67, 72 e 93 do FIM).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top11"><sup>11</sup></a><a name="11"></a>A op&#231;&#227;o por esta dura&#231;&#227;o de apresenta&#231;&#227;o prende-se com a recomenda&#231;&#227;o de dura&#231;&#245;es suficientemente curtas para a maioria dos participantes (ver Bargh &#38; Chartrand, 2000). De facto, tal &#233; o tempo m&#237;nimo permitido pelos equipamentos utilizados (devido ao <i>refresh rate</i> dos ecr&#227;s).</font></p>          <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top12"><sup>12</sup></a><a name="12"></a>Por limita&#231;&#245;es entende-se o facto de, no presente experimento, se ter utilizado uma escala de 5 pontos, fazendo com que, para a an&#225;lise de congru&#234;ncia/incongru&#234;ncia, se tenha que excluir as respostas neutras (i.e., iguais a &#8220;3&#8221;). Tal op&#231;&#227;o faz com que algumas c&#233;lulas possam ficar em branco o que, por sua vez, prejudica a an&#225;lise de m&#233;dias. &#192; luz destas limita&#231;&#245;es, a an&#225;lise que acima se apresenta deve ser interpretada apenas como um indicador.</font></p>         ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Abrams]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klinger]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenwald]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Subliminal words activate semantic categories (not automated motor responses)]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychonomic Bulletin & Review]]></source>
<year>2002</year>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>100-106</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Balota]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lorch]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Depth of automatic spreading activation: Mediated priming effects in pronunciation but not in lexical decision]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition]]></source>
<year>1986</year>
<volume>12</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>336-345</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Banse]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Automatic evaluation of self and significant others: Affective priming in close relationships]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Social and Personal Relationships]]></source>
<year>1999</year>
<volume>16</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>803-821</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Banse]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective priming with liked and disliked persons: Prime visibility determines congruency and incongruency effects]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>2001</year>
<volume>15</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>501-520</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Banse]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Beyond verbal self-report: Priming methods in relationship research]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>245-274</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The four horsemen of automaticity: Awareness, intention, efficiency, and control in social cognition]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Wyer, Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Srull]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of social cognition, Vol. 1: Basic processes]]></source>
<year>1994</year>
<edition>2nd ed.</edition>
<page-range>1-40</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hillsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates, Inc]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Agenda 2006: What have we been priming all these years? On the development, mechanisms, and ecology of nonconscious social behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Social Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>147-168</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chaiken]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Govender]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pratto]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The generality of the automatic attitude activation effect]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1992</year>
<volume>62</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>893-912</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chartrand]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The mind in the middle: A practical guide to priming and automaticity research]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Judd]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of research methods in social and personality psychology]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>253-285</page-range><publisher-name><![CDATA[Cambridge University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chaiken]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Occurrence versus moderation of the automatic attitude activation effect: Reply to Fazio]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1993</year>
<volume>64</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>759-765</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ybarra]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwarz]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Reversing the affective congruency effect: The role of target word frequency of occurrence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Social Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<volume>42</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>365-372</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hermans]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Automatic affective processing]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>113-114</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hermans]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eelen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective and identity priming with episodically associated stimuli]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>1998</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>145-169</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Randell]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attention to primes modulates affective priming of pronunciation responses]]></article-title>
<source><![CDATA[Experimental Psychology]]></source>
<year>2002</year>
<volume>49</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>163-170</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Randell]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Robust affective priming effects in a conditional pronunciation task: Evidence for the semantic representation of evaluative information]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>2004</year>
<volume>18</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>251-264</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Draine]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenwald]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Replicable unconscious semantic priming]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Psychology: General]]></source>
<year>1998</year>
<volume>127</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>286-303</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Duckworth]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chaiken]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The automatic evaluation of novel stimuli]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Science]]></source>
<year>2002</year>
<volume>13</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>513-519</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fazio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[On the automatic activation of associated evaluations: An overview]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>2001</year>
<volume>15</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>115-141</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fazio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunton]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Variability in automatic activation as an unobstrusive measure of racial attitudes: A bona fide pipeline?]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>69</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1013-1027</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fazio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Implicit measures in social cognition research: Their meaning and uses]]></article-title>
<source><![CDATA[Annual Review of Psychology]]></source>
<year>2003</year>
<volume>54</volume>
<page-range>297-327</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fazio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sanbonmatsu]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Powell]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kardes]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[On the automatic activation of attitudes]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1986</year>
<volume>50</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>229-238</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferguson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bargh]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The constructive nature of automatic evaluation]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>169-188</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fiedler]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The hidden vicissitudes of the priming paradigm in evaluative judgment research]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>109-137</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A dimensão afectiva: distinguindo afecto, emoção, estado de espírito e sentimento]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria, Investigação e Prática]]></source>
<year>2001</year>
<volume>6</volume>
<numero>^s2</numero>
<issue>^s2</issue>
<supplement>2</supplement>
<page-range>253-268</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diferenciando &#8220;primação afectiva&#8221; de &#8220;primação cognitiva&#8221;]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2005</year>
<volume>4</volume>
<numero>XXIII</numero>
<issue>XXIII</issue>
<page-range>437-447</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gawronski]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deutsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LeBel]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peters]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Response interference as a mechanism underlying implicit measures: Some traps and gaps in the assessment of mental associations with experimental paradigms]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Psychological Assessment]]></source>
<year>2008</year>
<volume>24</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>218-225</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenwald]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McGhee]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwartz]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Measuring individual differences in implicit cognition: The Implicit Association Test]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1998</year>
<volume>74</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1464-1480</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Henik]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nissimov]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Priel]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Umansky]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of cognitive load on semantic priming in patients with schizophrenia]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Abnormal Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>104</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>576-584</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hermans]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eelen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A time course analysis of the affective priming effect]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>2001</year>
<volume>15</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>143-165</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hermans]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smeesters]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eelen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective priming for associatively unrelated primes and targets]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychologica Belgica]]></source>
<year>2002</year>
<volume>42</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>191-212</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective priming]]></article-title>
<source><![CDATA[European Review of Social Psychology]]></source>
<year>1998</year>
<volume>8</volume>
<page-range>67-103</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective priming: Findings and theories]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>7-49</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roßnagel]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[List-context effects in evaluative priming]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition]]></source>
<year>1997</year>
<volume>23</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>246-255</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schvaneveldt]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Facilitation in recognizing pairs of words: Evidence of a dependence between retrieval operations]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Psychology]]></source>
<year>1971</year>
<volume>90</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>227-234</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monahan]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[I don't know it but I like you: The influence of nonconscious affect on person perception]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Communication Research]]></source>
<year>1998</year>
<volume>24</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>480-500</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murphy]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zajonc]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affect, cognition, and awareness: Affective priming with optimal and suboptimal stimulus exposures]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1993</year>
<volume>64</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>723-739</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neely]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Semantic priming and retrieval from lexical memory: Evidence for facilitatory and inhibitory processes]]></article-title>
<source><![CDATA[Memory & Cognition]]></source>
<year>1976</year>
<volume>4</volume>
<page-range>648-654</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neely]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Semantic priming and retrieval from lexical memory: Roles of inhibitionless spreading activation and limited-capacity attention]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Psychology: General]]></source>
<year>1977</year>
<volume>106</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>226-254</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neely]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Besner]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Humphreys]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Semantic priming effects in visual word recognition: A selective review of current findings and theories]]></article-title>
<source><![CDATA[Basic processes in reading: Visual word recognition]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>264-336</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hillsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates, Inc]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Payne]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cheng]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Govorun]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stewart]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An inkblot for attitudes: Affect misattribution as implicit measurement]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>2005</year>
<volume>89</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>277-293</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pell]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nonverbal emotion priming: Evidence from the 'facial affect decision task']]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Nonverbal Behavior]]></source>
<year>2005</year>
<volume>29</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>45-73</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Petty]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brinol]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DeMarree]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Meta-Cognitive Model (MCM) of attitudes: Implications for attitude measurement, change, and strength]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Cognition]]></source>
<year>2007</year>
<volume>25</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>657-686</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prada]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Familiaridade e Primação Afectiva]]></source>
<year>2006</year>
<month>a</month>
<publisher-loc><![CDATA[Évora ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prada]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Normas da valência das imagens do Ficheiro de Imagens Multicategoriais (FIM)]]></article-title>
<source><![CDATA[Laboratório de Psicologia]]></source>
<year>2006</year>
<month>b</month>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>109-137</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prada]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[De triunfante a terrível: Avaliação de valência e familiaridade de adjectivos em língua Portuguesa]]></article-title>
<source><![CDATA[Laboratório de Psicologia]]></source>
<year>2008</year>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-47</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Simon]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Berbaum]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of conflicting cues on information processing: The 'Stroop effect' vs. the 'Simon effect]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Psychologica]]></source>
<year>1990</year>
<volume>73</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>159-170</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Small]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lerner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fischhoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emotion priming and attributions for terrorism: Americans' reactions in a national field experiment]]></article-title>
<source><![CDATA[Political Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<volume>27</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>289-298</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Spruyt]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hermans]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[De Houwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eelen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[On the nature of the affective priming effect: Affective priming of naming responses]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Cognition]]></source>
<year>2002</year>
<volume>20</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>227-256</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Unkelbach]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fiedler]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bayer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stegmuller]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Danner]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Why positive information is processed faster: The density hypothesis]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>2008</year>
<volume>95</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>36-49</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wentura]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affective priming in the lexical decision task: Evidence for post-lexical judgemental tendencies]]></article-title>
<source><![CDATA[Sprache & Kognition]]></source>
<year>1998</year>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>125-137</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wentura]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Activation and inhibition of affective information: Evidence for negative priming in the evaluation task]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition & Emotion]]></source>
<year>1999</year>
<volume>13</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>65-91</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Winkielman]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwarz]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fazendeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reber]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The hedonic marking of processing fluency: Implications for evaluative judgment]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Musch]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klauer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The psychology of evaluation: Affective processes in cognition and emotion]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>189-217</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wittenbrink]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Measuring attitudes through priming]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Wittenbrink]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwarz]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Implicit measures of attitudes]]></source>
<year>2007</year>
<page-range>17-58</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
