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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estrutura factorial da versão portuguesa do job diagnostic survey (jds): um estudo confirmatório de validação da escala de características do trabalho]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study is to analyse the factorial structure of the Job Diagnostic Survey, designed to assess the Model of Work Characteristics (Hackman & Oldham, 1975, 1980), using five dimensions of job characteristics: Variety, identity, significance, autonomy and feedback. We used a heterogeneous sample of 552 workers from a variety of occupational groups. Nine alternative models about the structure of the instrument have been evaluated, using confirmatory factor analysis (Amos software, version 6.0). The results showed that Hackman and Oldham&#8217;s five factor structure, to which a Method factor including the negative items has been added, is the model that presents a better fit for the data. Items associated with these dimensions define six sub-scales with reasonable levels of reliability, which renders them suitable to psychometrically evaluate specific dimensions of work defined by Hackman and Oldham&#8217;s model.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Estrutura factorial da vers&#227;o portuguesa do job diagnostic survey (jds): um estudo confirmat&#243;rio de valida&#231;&#227;o da escala de caracter&#237;sticas do trabalho</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>The factorial structure of the Portuguese version of the Job diagnostic survey</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Helena Almeida<sup>1</sup>; Lu&#237;s Fa&#237;sca<sup>2</sup>; Sa&#250;l Neves de Jesus<sup>3</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1-3</sup>Universidade do Algarve.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O objectivo deste trabalho &#233; analisar a estrutura factorial do <i>Job Diagnostic Survey,</i> constru&#237;do a partir do Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho (Hackman &#38; Oldham, 1975, 1980), para avaliar cinco dimens&#245;es caracter&#237;sticas do trabalho: variedade, identidade, significado, autonomia e <i>feedback.</i> Utilizou-se uma amostra heterog&#233;nea de 552 trabalhadores pertencentes a diversos grupos profissionais. Avaliaram-se nove modelos alternativos sobre a estrutura do instrumento, recorrendo &#224; an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria efectuada pelo programa <i>Amos, </i>vers&#227;o 6.0. Os resultados obtidos mostram que o modelo de Hackman e Oldham, ao qual se adicionou um factor de M&#233;todo que integra os itens negativos, &#233; o modelo que apresenta um melhor ajustamento aos dados. Os itens associados a estas dimens&#245;es definem sub-escalas com n&#237;veis de fiabilidade razo&#225;veis, o que permite consider&#225;-las operacionaliza&#231;&#245;es psicometricamente aptas para avaliar as dimens&#245;es caracter&#237;sticas do trabalho definidas por Hackman e Oldham.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: JDS, an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria, estrutura factorial.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">The purpose of this study is to analyse the factorial structure of the <i>Job Diagnostic Survey,</i> designed to assess the Model of Work Characteristics (Hackman &#38; Oldham, 1975, 1980), using five dimensions of job characteristics: Variety, identity, significance, autonomy and feedback. We used a heterogeneous sample of 552 workers from a variety of occupational groups. Nine alternative models about the structure of the instrument have been evaluated, using confirmatory factor analysis (Amos software, version 6.0). The results showed that Hackman and Oldham&#8217;s five factor structure, to which a Method factor including the negative items has been added, is the model that presents a better fit for the data. Items associated with these dimensions define six sub-scales with reasonable levels of reliability, which renders them suitable to psychometrically evaluate specific dimensions of work defined by Hackman and Oldham&#8217;s model.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords</b>: JDS, confirmatory factorial analysis, factorial structure.</font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>A estrutura factorial do JDS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A necessidade de compreens&#227;o do comportamento organizacional nunca foi t&#227;o importante para os executivos. Uma reflex&#227;o r&#225;pida sobre algumas mudan&#231;as ocorridas nas organiza&#231;&#245;es confirma esta ideia. Por exemplo, o funcion&#225;rio tradicional est&#225; a envelhecer; cada vez mais as mulheres e os membros de minorias entram para o mercado de trabalho; o <i>downsizing</i><a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a> e a utiliza&#231;&#227;o alargada de trabalhadores tempor&#225;rios minam os la&#231;os de lealdade que historicamente prendiam os funcion&#225;rios aos seus empregadores; a competi&#231;&#227;o globalizada exige, hoje em dia, a flexibilidade dos trabalhadores, com vista, entre outras coisas, &#224; adapta&#231;&#227;o r&#225;pida &#224;s mudan&#231;as. Na actualidade, s&#227;o in&#250;meras as oportunidades e desafios que exigem dos executivos a aplica&#231;&#227;o de solu&#231;&#245;es r&#225;pidas &#224; for&#231;a de trabalho, visando a sua adapta&#231;&#227;o c&#233;lere, sem que se perca a riqueza e a complexidade do trabalho desempenhado. A compreens&#227;o da forma como o trabalho &#233; planeado &#233;, pois, uma ferramenta capital que pode auxiliar os gestores de recursos humanos a projectar e configurar o trabalho, de forma a integrar caracter&#237;sticas essenciais que activam positivamente a motiva&#231;&#227;o dos empregados. Um dos processos mais adoptados para obten&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o sobre as caracter&#237;sticas do trabalho &#233; a utiliza&#231;&#227;o de question&#225;rios.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">T&#234;m sido diversos os instrumentos desenvolvidos com o objectivo de avaliar as caracter&#237;sticas do trabalho nas organiza&#231;&#245;es: o <i>Job Diagnostic Survey</i> (Hackman &#38; Oldham, 1980) e a sua revis&#227;o (Idaszak &#38; Drasgow, 1987), o <i>Job Characteristics Inventory</i> (Sims, Szilagyi &#38; Keller, 1976), o <i>Multimethod Job Design Questionnaire</i> (Campion,1988), o <i>Job Demands and Decision Latitude</i> (Karasek, 1979), o <i>Job Characteristics Based on the Dictionary of Occupational Titles</i> (Roos &#38; Treiman, 1980), o <i>Job Complexity Based on the Dictionary of Occupational Titles</i> (Hunter, 1980), o <i>Job Cognitions</i> (Williams &#38; Anderson, 1991), o <i>Job Overload</i> (Caplan, Cobb, French, Van Harrison &#38; Pinneau, 1980), o <i>Job Routinization &#38; Formalization</i> (Bacharach, Bamberger &#38; Conley, 1990), o <i>Subjective Monotony </i>(Melamed, Ben-Avi, Luz &#38; Green, 1995), o <i>Work Control</i> (Dwyner &#38; Gan-ster, 1991), o <i>Job Control, Cognitive Demand &#38; Production Responsibility </i>(Jackson, Wall, Martin &#38; Davis, 1993), o <i>Control and Complexitiy</i> (Frese, Kring, Soose &#38; Zempel, 1996), o <i>Job Uncertainty, Complexitiy, Variety &#38; Interdependence</i> (Dean &#38; Snell, 1991), o <i>Job Interdependence</i> (Pearce &#38; Gregersen, 1991), o <i>Extent of Computer Use</i> (Medcof, 1996), o <i>Supportive and Non-Controlling Supervision</i> (Oldham &#38; Cummings, 1996), o <i>Supervisory Support</i> (Greenhaus, Parasuraman &#38; Wormley, 1990), o <i>Developmental Experiences</i> (Wayne, Shore &#38; Liden, 1997), o <i>Performance Appraisal System Knowledge</i> (Williams &#38; Levy, 1992), o <i>Work-Related Expectancies </i>(Eisenberger, Fasolo, &#38; Davis-LaMastro, 1990), o <i>Empowerment at Work Scale</i> (Spreitzer, 1995), o <i>Social Support</i> (Caplan, Cobb, French, Van Harrison &#38; Pinneau, 1975), o <i>Perceived Organizational Support (POS)</i> (Eisenberger, Huntington, Hutchinson &#38; Sowa, 1986) e o <i>Perceptions of Organizational Politics Scale</i> (Kacmar &#38; Ferris, 1991) (para uma revis&#227;o ver Fields, 2002, p. 67).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De todas as medidas referidas, o <i>Job Diagnostic Survey</i> (JDS) &#233; a que tem sido objecto de maior explora&#231;&#227;o, pois assenta num modelo te&#243;rico espec&#237;fico - o &#8220;Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho&#8221; (Hackman &#38; Oldham, 1976, 1980) - que se tem revelado fundamental para a compreens&#227;o da forma como os indiv&#237;duos se adaptam ao trabalho, nomeadamente para a compreens&#227;o do impacto das caracter&#237;sticas do trabalho na motiva&#231;&#227;o, na satisfa&#231;&#227;o e no desempenho dos trabalhadores.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A ideia central deste modelo &#233; que a Variedade, a Identidade, o Significado, a Autonomia e o <i>Feedback</i> s&#227;o caracter&#237;sticas essenciais, imprescind&#237;veis &#224; riqueza e complexidade desej&#225;vel no trabalho e indispens&#225;veis &#224; adapta&#231;&#227;o do homem &#224;s tarefas que desempenha. Uma das raz&#245;es que mais concorre para explicar o sucesso deste modelo te&#243;rico &#233; a sua voca&#231;&#227;o pr&#225;tica para redesenhar o trabalho <i>(cfr.</i> Brinbaum, Farth &#38; Wong, 1986; Fried &#38; Ferris, 1987; Robert &#38; Glick, 1981; Taber &#38; Taylor, 1990), uma vez que a estreita rela&#231;&#227;o entre as dimens&#245;es essenciais do trabalho e a experi&#234;ncia de estados psicol&#243;gicos cr&#237;ticos potencia resultados individuais positivos atrav&#233;s do desenvolvimento de novas habilidades, da realiza&#231;&#227;o e valoriza&#231;&#227;o profissional, e uma maior efectividade no trabalho atrav&#233;s de um bom n&#237;vel de execu&#231;&#227;o dos servi&#231;os prestados, tanto a n&#237;vel quantitativo como qualitativo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O JDS &#233; uma operacionaliza&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho e foi desenvolvido a partir das escalas de Turner e Lawrence (1965) e de Hackman e Turner (1971). As medidas fornecidas pelas caracter&#237;sticas do trabalho do JDS permitem diagnosticar e redesenhar o trabalho atrav&#233;s da determina&#231;&#227;o do &#237;ndice <i>Potencial Motivador da Fun&#231;&#227;o,</i> da identifica&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas imprescind&#237;veis ao seu enriquecimento e da <i>leitura</i> que os empregados fazem de eventuais insufici&#234;ncias e aperfei&#231;oamentos que possam ser realizados no seu trabalho. Seguindo estes passos, que comp&#245;em o processo de enriquecimento e complexifica&#231;&#227;o do trabalho, os gestores disp&#245;em das condi&#231;&#245;es ideais para resolverem todo o tipo de problemas a ele associados <i>(cfr.</i> Boonzaaier, Ficker &#38; Rust, 2001).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Apesar da sua enorme popularidade, o Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho tem sido alvo de diversas cr&#237;ticas. Um dos aspectos do JDS que mais controv&#233;rsia tem suscitado questiona se as percep&#231;&#245;es avaliadas pelo JDS acerca das caracter&#237;sticas do trabalho correspondem ou n&#227;o &#224;s caracter&#237;sticas objectivas do contexto real de trabalho <i>(cfr.</i> Boonzaaier, Ficker &#38; Rust, 2001; Chiavenato, 2002). Segundo os analistas descritores de fun&#231;&#245;es, a vari&#226;ncia observada nas percep&#231;&#245;es do trabalho n&#227;o &#233; explicada na totalidade pelas suas condi&#231;&#245;es objectivas, sendo leg&#237;timo pensar na exist&#234;ncia de outras fontes de varia&#231;&#227;o (como sejam, as orienta&#231;&#245;es afectivas dos empregados ou os processos de compara&#231;&#227;o social) que afectam a forma como os empregados avaliam as caracter&#237;sticas do seu trabalho (Gonz&#225;lez &#38; Canilhe, 1998).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma outra controv&#233;rsia central gira em torno das propriedades psi-com&#233;tricas do JDS e diz respeito &#224; sua dimensionalidade. A estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS tem-se revelado inst&#225;vel, quer quanto ao n&#250;mero de factores quer quanto ao n&#250;mero de itens, levantando alguns condicionalismos &#224; utiliza&#231;&#227;o deste instrumento. As caracter&#237;sticas do trabalho do JDS foram concebidas como operacionaliza&#231;&#227;o do Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho e alguns autores t&#234;m conseguido validar a estrutura de cinco factores preconizada por este modelo te&#243;rico (e.g.Abdel-Halim, 1978; Ivancevich, 1978; Katz, 1978; Lee &#38; Klein, 1982; Cordery &#38; Sevastos, 1993; Renn &#38; Swiercz, 1993; Buys, Olckers &#38; Schaap, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No entanto, outras solu&#231;&#245;es factoriais advogam uma &#250;nica dimens&#227;o <i>(e.g.</i> Dunham, 1976; Hogan &#38; Martell, 1987), que reflectiria a complexidade global do trabalho, apesar de a maioria dos estudos defender uma estrutura multifactorial para as caracter&#237;sticas do trabalho. Assim, para al&#233;m da estrutura original em cinco factores, &#233; de referir a solu&#231;&#227;o que remete para tr&#234;s dimens&#245;es: <i>Identidade, feedback</i> e <i>variedade, significado e autonomia (e.g.</i> Champoux, 1978; Dunham, Aldag &#38; Brief, 1977; Fried &#38; Ferris, 1986; O&#8217;Reilly, Parlette &#38; Bloom, 1980; Pokorney, Gilmore &#38; Beehr, 1980). A solu&#231;&#227;o de seis factores (cinco factores correspondentes ao Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho e um sexto factor de M&#233;todo constitu&#237;do pelos itens formulados na negativa) foi tamb&#233;m proposta por Idaszak e Drasgow (1987) e por Gonz&#225;lez e colaboradores (Gonz&#225;lez, 1997; Gonz&#225;lez &#38; Canilhe, 1998).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Diversas raz&#245;es t&#234;m sido avan&#231;adas para justificar a heterogeneidade dos resultados dos estudos sobre a estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho deste instrumento. Um dos aspectos apontados refere-se &#224; natureza das amostras utilizadas. Um estudo que pretendia confirmar a transversalidade da estrutura das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS em cinco grupos profissionais conduziu a solu&#231;&#245;es com tr&#234;s, quatro ou cinco factores, dependendo do grupo considerado, sugerindo assim que a natureza das amostras &#233; um aspecto cr&#237;tico no JDS (Harvey <i>et al,</i> 1985; Idaszak, Bottom &#38; Drasgow, 1988). A este prop&#243;sito, Roberts e Glick (1981) referem que o <i>JDS was designed to assess variation across jobs</i> (p. 208), recomendando a aplica&#231;&#227;o do JDS a amostras o mais heterog&#233;neas poss&#237;vel, de modo a garantir a transversalidade desejada. Na verdade, as amostras homog&#233;neas restringem em demasia a varia&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho, diminuindo as correla&#231;&#245;es entre itens e dificultando a identifica&#231;&#227;o de factores que expliquem a vari&#226;ncia comum.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma outra limita&#231;&#227;o apontada ao JDS e que explicaria a instabilidade da sua estrutura factorial reside no n&#250;mero elevado de factores propostos (cinco) para um n&#250;mero t&#227;o reduzido de itens (apenas quinze). Da&#237; que alguns investigadores tenham sugerido a introdu&#231;&#227;o de novos itens na escala (Vorster <i>et al</i>., 2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma terceira quest&#227;o relativa &#224; valida&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS diz respeito &#224; distintividade dos seus factores, posta em causa pelas correla&#231;&#245;es elevadas que existem entre eles. Nos estudos iniciais de Hackman e Oldham (1976), os cinco factores (Variedade, Identidade, Significado, Autonomia e <i>Feedback)</i> apresentavam valores correlacionais fracos ou moderados, oscilando entre 0,16 e 0,51. Este padr&#227;o manteve-se nas investiga&#231;&#245;es ulteriores (e.g. Oldham, Hackman &#38; Stepina, 1978; Taber &#38; Taylor, 1990). Apesar destas correla&#231;&#245;es poderem justificar a exist&#234;ncia de solu&#231;&#245;es factoriais com um menor n&#250;mero de dimens&#245;es do que o defendido pelo modelo original de Hackman e Oldham, estes autores argumentam que a exist&#234;ncia de valores correlacionais elevados n&#227;o compromete a identidade conceptual das cinco dimens&#245;es, n&#227;o constituindo assim um problema s&#233;rio para a validade da escala de caracter&#237;sticas do trabalho do JDS (Hackman &#38; Oldham, 1980).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma outra quest&#227;o prende-se com o formato da escala de resposta utilizada: apesar de, nos quinze itens, se utilizar uma escala de resposta com sete n&#237;veis, alguns itens apresentam apenas tr&#234;s &#226;ncoras verbais, enquanto que os restantes apresentam &#226;ncoras verbais para todos os n&#237;veis da escala de resposta. A este prop&#243;sito, Green, Armenakis, Arbert e Bedeian (1979), num estudo realizado com cento e catorze oper&#225;rios fabris, sugeriram que estes dois formatos de resposta seriam uma das causas mais prov&#225;veis das diferentes solu&#231;&#245;es factoriais encontradas para o JDS. Subsequentemente,</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Green e colaboradores (1979) recomendaram um &#250;nico formato de resposta. Numa investiga&#231;&#227;o conduzida com duzentos e oito profissionais activos da <i>Ohio National Guard,</i> Harvey, Billings e Nilan (1985) observaram dois factores de natureza metodol&#243;gica: um constitu&#237;do por itens negativos e um outro composto pelos itens em que a modalidade de resposta recorria a tr&#234;s &#226;ncoras verbais. Os resultados obtidos permitiram-lhes concluir que os dois formatos de resposta diferentes das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS (com tr&#234;s ou sete &#226;ncoras verbais) criavam um artefacto metodol&#243;gico que tem o efeito perverso de aumentar a vari&#226;ncia das respostas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar das cr&#237;ticas constantes &#224; estrutura factorial e &#224;s caracter&#237;sticas psicom&#233;tricas do JDS, a utiliza&#231;&#227;o deste instrumento continua a ser proeminente na avalia&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho, uma vez que as empresas e os dirigentes se esfor&#231;am cada vez mais por proporcionar um trabalho intrinsecamente mais interessante e significativo com vista a que o trabalhador se sinta orgulhoso, valorizado pelo seu desempenho e aumente o compromisso com os objectivos da organiza&#231;&#227;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A metodologia adoptada para analisar a estrutura factorial tem tamb&#233;m sido fonte de controv&#233;rsia nos estudos psicom&#233;tricos sobre o JDS. Os estudos iniciais centraram-se, principalmente, em an&#225;lises factoriais do tipo explorat&#243;rio, com extrac&#231;&#227;o de componentes principais, sua rota&#231;&#227;o <i>(vari-max)</i> e subsequente interpreta&#231;&#227;o dos factores rodados <i>(cfr.</i> Harvey, Billings &#38; Nilan, 1985; Fried &#38; Ferris, 1986, 1987). A compara&#231;&#227;o entre a estrutura factorial obtida e a teoricamente prevista permitia identificar os factores subjacentes &#224;s caracter&#237;sticas do JDS, bem como conhecer o grau de confirma&#231;&#227;o das hip&#243;teses estruturais previamente estabelecidas. Contudo, este tipo de an&#225;lise &#233; pouco rigorosa; segundo (Long, 1983) refere, a <i>problem with exploratory factor analysis is that it does not provide a direct test of a given model</i> (p. 15) (cfr.Harvey <i>et al.,</i> 1985; Kim &#38; Mueller, 1978), n&#227;o permitindo assim fazer confirma&#231;&#245;es do n&#237;vel de ajustamento de modelos espec&#237;ficos.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em contrapartida, as an&#225;lises de tipo confirmat&#243;rio abrem uma nova janela de oportunidades. Segundo Joreskog (1969), <i>confirmatory factor analysis is based on more specific hypotheses concerning the factor structure; then, the more appropriate technique seems to be confirmatory factor analysis</i> (p. 183). Como resultado, muitos investigadores (e.g. Harvey, Billings &#38; Nilan, 1985; Hogan &#38; Martell, 1987; Idaszak, Bottom &#38; Drasgow, 1988; Idaszak &#38; Drasgow, 1987; Kulik, Oldham &#38; Langer, 1988; Gonz&#225;lez, 1997; Vorster, Olckers, Buys &#38; Schaap, 2005; Buys <i>et al,</i> 2007) preferem estudar a estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS atrav&#233;s de uma abordagem confirmat&#243;ria, em detrimento da explorat&#243;ria. Segundo Fried &#38; Ferris (1986), <i>with confirmatory factor analysis, the probability is small that specific hypotheses will be supported by a given covariance structure if some factorial causation is not in operation</i> (p. 420). As diferentes abordagens de an&#225;lise, explorat&#243;ria ou confirmat&#243;ria, podem justificar parcialmente a diversidade de solu&#231;&#245;es identificadas para o invent&#225;rio.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Sintetizando, t&#234;m surgido diversos problemas associados &#224; valida&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS que se prendem com a sua dimensionalidade factorial, a baixa discrimina&#231;&#227;o dos factores, as metodologias de an&#225;lise factorial utilizadas e a exist&#234;ncia de artefactos metodol&#243;gicos resultantes dos diferentes formatos de resposta presentes no invent&#225;rio. Pensamos, no entanto, que este estudo permite resolver algumas das pol&#233;micas existentes &#224; volta do instrumento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Objectivo</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s um levantamento exaustivo da literatura especializada, afigura-se-nos que n&#227;o existe em Portugal qualquer instrumento validado para avaliar as caracter&#237;sticas do trabalho no contexto organizacional. Na tentativa de colmatar esta lacuna, Gonz&#225;lez &#38; Canilhe (1998) procederam ao estudo da estrutura das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS para a popula&#231;&#227;o Portuguesa e os resultados que obtiveram mostraram uma solu&#231;&#227;o factorial constitu&#237;da pelos cinco factores originais, aos quais se juntava um sexto factor de M&#233;todo, composto pelos itens formulados na negativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A fim de tentarem solucionar os problemas decorrentes deste factor de m&#233;todo e da reduzida heterogeneidade da amostra utilizada, Gonz&#225;lez e Canilhe reescreveram na afirmativa os itens negativos e aplicaram a nova vers&#227;o do JDS a uma amostra de duzentos e quarenta e oito trabalhadores de empresas diversas. Os resultados obtidos conduziram a uma solu&#231;&#227;o em cinco factores, mas com valores de consist&#234;ncia interna pouco satisfat&#243;rios: 0,63 no factor Variedade; 0,65 no factor Identidade; 0,52 no factor Significado; 0,63 no factor Autonomia; e, 0,59 no factor <i>Feedback</i> (Canilhe &#38; Gonz&#225;lez, 1998).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Estes estudos preliminares da valida&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS para a popula&#231;&#227;o portuguesa n&#227;o foram, no entanto, publicados, pelo que actualmente n&#227;o existe uma vers&#227;o traduzida e validada deste instrumento que esteja dispon&#237;vel para os investigadores e profissionais portugueses da &#225;rea das organiza&#231;&#245;es. Pretendendo ultrapassar algumas das limita&#231;&#245;es existentes e explicar algumas das controv&#233;rsias referidas pelos estudos realizados, &#233; nosso objectivo analisar a estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS atrav&#233;s de uma abordagem confirmat&#243;ria e n&#227;o explorat&#243;ria, de modo a permitir testar os diversos modelos estruturais alternativos revistos pela literatura e, consequentemente, avaliar a fidelidade das medidas fornecidas por este instrumento, com vista a apresentar uma vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que respeita &#224; investiga&#231;&#227;o da estrutura factorial da vers&#227;o portuguesa da escala, formularam-se diferentes modelos estruturais alternativos para este instrumento a partir da revis&#227;o da literatura sobre esta tem&#225;tica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O primeiro modelo corresponde &#224; estrutura original proposta por Hackman e Oldham (1976; 1980), segundo a qual o JDS permitiria a medida de cinco dimens&#245;es correspondentes &#224;s cinco caracter&#237;sticas essenciais preconizadas pelo Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho (Variedade, Significado, Identidade, Autonomia e <i>Feedback).</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O segundo modelo corresponde &#224; estrutura sugerida por Dunham (1976) e Hogan e Martell (1987), segundo a qual a estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS seria melhor representada por uma &#250;nica dimens&#227;o que reflectiria, de forma global, o potencial motivador de uma fun&#231;&#227;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O terceiro modelo prop&#245;e tr&#234;s factores, no seguimento da solu&#231;&#227;o observada por v&#225;rios autores <i>(e.g.</i> Champoux, 1978; Dunham, Aldag e Brief, 1977; Fried e Ferris, 1986; O&#8217; Reilly, Parlette e Bloom, 1980; Pokor-ney, Gilmore &#38; Beehr, 1980): um primeiro factor correspondente &#224; identidade da tarefa, um segundo factor correspondente ao <i>feedback</i> no trabalho e um terceiro factor integrando os restantes itens.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O quarto, quinto e sexto modelos derivam dos tr&#234;s modelos anteriores, integrando as estruturas com cinco, tr&#234;s e uma dimens&#227;o, mas &#224;s quais se adicionou um factor relacionado com os itens formuladas na negativa, tal como o fez Gonz&#225;lez (1997). Finalmente, o s&#233;timo, oitavo e nono modelos derivam destes tr&#234;s modelos, com um factor adicional associado aos itens em que a modalidade de resposta envolve tr&#234;s &#226;ncoras verbais, os quais, segundo Harvey, Billings &#38; Nilan (1985), seriam respons&#225;veis pela instabilidade da estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Qualquer um dos modelos em que se acrescentaram factores relativos a artefactos metodol&#243;gicos &#233; de natureza multidimensional. Ou seja, os itens em quest&#227;o (itens formulados na negativa para aos modelos 4, 5 e 6 e itens com tr&#234;s &#226;ncoras verbais para os modelos 7, 8 e 9) s&#227;o considerados indicadores, tanto dos factores de m&#233;todo, como dos factores a que originalmente est&#227;o associados pelo Modelo das Caracter&#237;sticas do Trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Propomo-nos, assim, avaliar nove modelos relativos &#224; estrutura factorial da vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS (ver <a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q1.jpg">Quadro 1</a>) Nenhum destes modelos assume a ortogonalidade dos factores, podendo estes correlacionar-se entre si.</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">Pretendemos testar estes nove modelos atrav&#233;s da an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria, de modo a identificar entre eles a vers&#227;o que melhor se ajusta aos dados recolhidos com a vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS e garanta boas qualidades m&#233;tricas nas diferentes dimens&#245;es factoriais identificadas.</font></p>        <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#233;todo</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Participantes</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No presente estudo a amostra &#233; composta por quinhentos e cinquenta e dois profissionais activos de 34 profiss&#245;es diferentes (educadores de inf&#226;ncia, m&#233;dicos, pedreiros, militares, empregados banc&#225;rios, caixas de supermercado, etc.) provenientes de diversas organiza&#231;&#245;es portuguesas. Como o procedimento adoptado consistiu numa recolha personalizada, o n&#250;mero de invent&#225;rios aplicados foi igual aos recolhidos. O <a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q2.jpg">Quadro 2</a> mostra que o g&#233;nero dos participantes est&#225; equilibrado, sendo 52,4% dos inquiridos do sexo feminino e 47,6% do sexo masculino. As idades situaram-se maioritariamente &#8220;entre 25 e 34 anos&#8221; (33,9%) e &#8220;entre 35 e 45 anos&#8221; (31,9%). Em termos de escolaridade, predomina o n&#237;vel secund&#225;rio (35,1%) e o nono ano de escolaridade (27,2%).</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">Em suma, trata-se de uma amostra heterog&#233;nea que, em termos de dimens&#227;o, cumpre os crit&#233;rios sugeridos por Kline (2005) sobre o n&#250;mero m&#237;nimo de participantes que um estudo de an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria deve envolver (a propor&#231;&#227;o entre o n&#250;mero de participantes e o n&#250;mero de par&#226;metros a estimar deve ser, no m&#237;nimo, 5:1).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Instrumento</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A adapta&#231;&#227;o portuguesa da Escala de caracter&#237;sticas do trabalho do JDS partiu da vers&#227;o original do <i>Job Diagnostic Survey</i> (JDS) de Hackman e Oldham (1976, 1980), que avalia a percep&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho atrav&#233;s de quinze itens que se organizam, segundo os seus autores, em cinco sub-escalas: Variedade, Identidade, Significado, Autonomia e <i>Feedback</i>. O processo de tradu&#231;&#227;o e adapta&#231;&#227;o da escala &#224; l&#237;ngua portuguesa consistiu no seguinte percurso: numa primeira fase, procedeu-se &#224; tradu&#231;&#227;o dos itens da l&#237;ngua inglesa para a l&#237;ngua portuguesa; depois procedeu-se &#224; retrovers&#227;o para a l&#237;ngua original, para garantir que o conte&#250;do de cada item da vers&#227;o portuguesa correspondia efectivamente ao conte&#250;do do item original da escala. Para o efeito, foi formada uma comiss&#227;o que reunia dois grupos de docentes da Universidade do Algarve: um grupo de especialistas de l&#237;ngua inglesa e um grupo de especialistas de l&#237;ngua portuguesa. Sempre que necess&#225;rio, os dois grupos discutiram para chegarem a acordo em rela&#231;&#227;o &#224; formula&#231;&#227;o final de cada item. A vers&#227;o final portuguesa da escala consiste num invent&#225;rio constitu&#237;do por quinze itens, com a mesma estrutura e formato da escala original. Cada sub-escala &#233; composta por tr&#234;s itens repartidos por duas sec&#231;&#245;es do question&#225;rio, que exigem um formato de resposta diferente. Na primeira sec&#231;&#227;o, cada caracter&#237;stica &#233; avaliada por um &#250;nico item: o participante deve responder-lhe de forma directa, numa escala de <i>Likert</i> de sete pontos, indicando o grau em que percebe que cada caracter&#237;stica est&#225; presente no seu trabalho; esta escala apresenta tr&#234;s &#226;ncoras verbais que explicitam o significado dos dois extremos e do seu ponto m&#233;dio. Na segunda sec&#231;&#227;o, cada caracter&#237;stica &#233; avaliada por dois itens que consistem em afirma&#231;&#245;es sobre o trabalho que o participante desempenha. O respondente deve assinalar numa escala, tamb&#233;m de sete n&#237;veis, o grau de exactid&#227;o e precis&#227;o com que cada uma das afirma&#231;&#245;es descreve o seu trabalho. Nesta sec&#231;&#227;o, todos os n&#237;veis da escala de resposta possuem &#226;ncora verbal (de <i>1=Muito inexacto</i> a <i>7=Muito exacto).</i> Metade dos itens da segunda sec&#231;&#227;o est&#225; redigida negativamente ou de forma inversa. Com a introdu&#231;&#227;o de itens negativos, Hackman e Oldham (1976, 1980) pretendiam reduzir a vari&#226;ncia comum devida ao m&#233;todo.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Procedimento</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O estudo da estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS foi levado a cabo utilizando a t&#233;cnica de an&#225;lise factorial confirmat&#243;ria. A estimativa dos par&#226;metros dos modelos hipotetizados e a avalia&#231;&#227;o do seu grau de ajustamento &#224; matriz de vari&#226;ncias e covari&#226;ncias obtida a partir das respostas dos participantes da amostra foram realizadas atrav&#233;s do programa AMOS GRAPHICS, vers&#227;o 6.0 <i>(cfr.</i> Arbuckle, 2005), que recorre ao m&#233;todo de estimativa da M&#225;xima Similitude, recomendado por Hair, Anderson e Tatham (2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para avaliar o ajustamento dos diferentes modelos aos dados dispomos de variados &#237;ndices <i>(e.g.</i> Bentler, 1990; Browne &#38; Cudeck, 1993, Joreskog &#38; Sorbom, 1993; Marsh, Balla &#38; McDonald, 1988; Mulaik, Jones, Van Alstine, Bennett, Lind &#38; Stiwell, 1989, Hair <i>et al.,</i> 2005), que podem ser classificados em duas categorias: <i>&#237;ndices de ajustamento absoluto</i> (avaliam directamente o grau em que o modelo consegue reproduzir os dados) e <i>&#237;ndices de ajustamento incremental</i> (que avaliam em que medida o modelo em teste se ajusta melhor aos dados do que o modelo de independ&#234;ncia que assume que n&#227;o existe rela&#231;&#227;o entre as vari&#225;veis); pode ainda considerar-se a categoria dos <i>&#237;ndices de ajustamento parcimonioso</i> que, entre dois modelos com o mesmo poder explicativo, favorecem aqueles com menos par&#226;metros.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De entre a diversidade de &#237;ndices dispon&#237;veis, e atendendo &#224;s recomenda&#231;&#245;es de Kline (2005), seleccion&#225;mos os seguintes: o Qui-quadrado (&#967;<sup>2</sup>), o &#205;ndice de Adequa&#231;&#227;o de Ajustamento (GFI), a raiz da m&#233;dia quadr&#225;tica dos res&#237;duos (RMR) e a raiz da m&#233;dia quadr&#225;tica dos erros de aproxima&#231;&#227;o (RMSEA), que podem ser considerados &#237;ndices de ajustamento absoluto; a raz&#227;o entre o Qui-quadrado e os graus de liberdade (&#967;<sup>2</sup>/gl), o &#205;ndice de Adequa&#231;&#227;o de Ajustamento Ajustado (AGFI) e o &#237;ndice de Ajustamento Normalizado Parcimonioso (PNFI), que podem ser considerados &#237;ndices de ajustamento parcimonioso; e os &#237;ndices de Ajustamento Normalizado (NFI) e de Ajustamento Incremental (IFI), que podem ser considerados &#237;ndices de ajustamento incremental.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Analisou-se ainda a <i>validade</i> das medidas proporcionadas pelo modelo factorial final (validade convergente e validade discriminante), bem como a sua <i>fiabilidade</i> (&#237;ndices de consist&#234;ncia interna e de fiabilidade comp&#243;sita). Assim, a validade convergente foi avaliada verificando se nenhum item satura mais num outro factor do que naquele que pretende medir. Para isso, confirmou-se se os coeficientes padronizados de cada factor s&#227;o elevados (&#62; 0,50) e se os respectivos valores T s&#227;o superiores a 1,96 (estatisticamente significativos para a = 0,05) <i>(cfr.</i> Graver &#38; Mentzer, 1999). Calculou-se ainda o &#237;ndice de <i>Vari&#226;ncia M&#233;dia Extra&#237;da</i> AVE <i>(Average Variance Extracted,</i> Fornell &#38; Larcker, 1981) para cada factor.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O &#237;ndice AVE reflecte a percentagem de vari&#226;ncia dos itens que &#233; capturada pelo respectivo factor e o seu valor dever&#225; ser superior a 0,50 para garantir que o factor contribui significativamente para os seus indicadores. No que respeita &#224; validade discriminante, considera-se adequada quando os factores apresentam vari&#226;ncias extra&#237;das mais elevadas do que as vari&#226;ncias partilhadas entre factores e expressas pelos quadrados dos respectivos coeficientes de correla&#231;&#227;o (<i>cfr.</i> Kline, 2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Finalmente, a fidelidade das medidas foi avaliada recorrendo ao coeficiente <i>alpha de Cronbach</i> (medida de consist&#234;ncia interna dos factores). No entanto, como este &#237;ndice assume igual contributo dos itens associados a um factor e tem tend&#234;ncia a subestimar a verdadeira fidelidade das medidas, procedeu-se ao c&#225;lculo de um &#237;ndice de fiabilidade adicional <i>(&#237;ndice de fiabilidade comp&#243;sita)</i> que leva em conta o valor das satura&#231;&#245;es factoriais de cada item<a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a>. Tal como o coeficiente <i>alpha de Cronbach,</i> tamb&#233;m o &#237;ndice de fiabilidade comp&#243;sita deve ser superior a 0,70 para garantir a fiabilidade das medidas fornecidas pelo JDS.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os valores m&#233;dios das cinco subescalas (Variedade, Identidade, Significado, Autonomia e <i>Feedback)</i> oscilam entre 3,89 e 4,86 (numa escala de 1 a 7 pontos) e com uma dispers&#227;o que varia entre 0,96 e 1,33. Os valores m&#233;dios dos itens s&#227;o, na sua maioria, superiores a 4, variando entre 3,07 e 5,59, o que indica n&#237;veis tendencialmente elevados para as diferentes caracter&#237;sticas do trabalho (<a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q3.jpg">Quadro 3</a>).</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">No que respeita &#224; assimetria, os coeficientes obtidos sugerem distribui&#231;&#245;es com assimetria negativa, embora em apenas um caso o coeficiente ultrapasse a unidade. A distribui&#231;&#227;o das respostas parece tamb&#233;m ser tendencialmente platic&#250;rtica, ultrapassando os coeficientes de curtose a unidade apenas nos itens formulados na negativa. Embora estes resultados n&#227;o nos permitam garantir a normalidade da distribui&#231;&#227;o das respostas aos itens, a dimens&#227;o da amostra e a magnitude dos coeficientes levam-nos admitir que os desvios face &#224; normalidade n&#227;o ter&#227;o grande express&#227;o na an&#225;lise que iremos realizar.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A an&#225;lise dos &#237;ndices de ajustamento dos nove modelos hipotetizados permite fazer algumas infer&#234;ncias sobre as medidas fornecidas pela vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS (<a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q4.jpg">Quadro 4</a>).</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">Em primeiro lugar, as hip&#243;teses segundo as quais a estrutura factorial do JDS seria melhor representada por cinco factores (Modelo 1), por um &#250;nico factor (Modelo 2) ou por tr&#234;s factores (Modelo 3) parecem inadequadas na amostra por n&#243;s estudada. Os valores do Qui-quadrado do Modelo 1 (&#967;<sup>2</sup> = 396,6, <i>gl</i> = 80, <i>p</i> = 0,000), do Modelo 2 (&#967;<sup>2</sup> =563,7, <i>gl</i> = 90, <i>p</i> = 0,000) e do Modelo 3 (&#967;<sup>2</sup> =522,5, <i>gl</i> = 87, <i>p</i> = 0,000) evidenciam que o ajustamento dos modelos referidos aos dados n&#227;o &#233; o adequado. Contudo, a raz&#227;o &#967;<sup>2</sup>/gl do Modelo 1 (&#967;<sup>2</sup>/gl = 5,0), mais pr&#243;xima do valor de refer&#234;ncia 5 do que as dos Modelos 2 (&#967;<sup>2</sup>/gl = 6,3) e 3 (&#967;<sup>2</sup>/gl = 6,0), sugere que o modelo de cinco factores oferece um melhor ajustamento. No entanto, os &#237;ndices GFI, AGFI, NFI e PNFI e IFI, assim como o valor de RMR e RMSEA, cujos valores s&#227;o claramente distantes dos valores de refer&#234;ncia, denotam que o ajustamento do Modelo 1 pode melhorar e que uma frac&#231;&#227;o significativa da vari&#226;ncia n&#227;o &#233; por ele explicada.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente ao Modelo 4, Modelo 5 e Modelo 6 (derivados dos modelos 1, 2 e 3 com a adi&#231;&#227;o de um factor associado aos itens negativos), podemos referir que, apesar de os tr&#234;s Modelos revelarem um valor significativo de Qui-quadrado (o Modelo 4 (&#967;<sup>2</sup> = 171,5, gl = 70); o Modelo 5 (&#967;<sup>2</sup> = 382,4 <i>gl</i> = 85); e, o Modelo 6 (&#967;<sup>2</sup> = 320,8, <i>gl</i> = 79), apresentando um qui-quadrado normalizado sugestivo de bom ajuste (o Modelo 4 <i>(&#967;<sup>2</sup>/gl</i> =2,5).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O Modelo 5 (&#967;<sup>2</sup>/gl =4,5); e, o Modelo 6 (&#967;<sup>2</sup>/gl =4,1), o Modelo 4, composto por cinco factores &#233;, mais uma vez, o que se destaca dos restantes. Os &#237;ndices GFI (0,96) e AGFI (0,92), superiores ao valor de refer&#234;ncia (0,90), reflectem um ajustamento adequado entre a matriz de dados amostrais e a gerada a partir do Modelo 4 e indicam que este modelo explica a maior parte da vari&#226;ncia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A avalia&#231;&#227;o dos res&#237;duos atrav&#233;s da raiz da m&#233;dia quadr&#225;tica dos res&#237;duos (RMR) e da raiz da m&#233;dia quadr&#225;tica dos erros de aproxima&#231;&#227;o (RMSEA) mostra que a discrep&#226;ncia entre a matriz de vari&#226;ncias e de cova-ri&#226;ncias dos dados observ&#225;veis e a reproduzida a partir do Modelo 4 (RMSEA=0,05) &#233; negligenci&#225;vel. O mesmo j&#225; n&#227;o sucede em rela&#231;&#227;o ao Modelo 5 (RMSEA=0,09) e ao Modelo 6 (RMSEA=0,08), cujos valores excedem os de refer&#234;ncia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Passando aos Modelos 7, 8 e 9 (derivados dos modelos 1, 2 e 3 com a adi&#231;&#227;o dos dois factores de m&#233;todo), verifica-se que, apesar de o Modelo 7 (&#967;<sup>2</sup> = 123,4, <i>gl</i> = 59), o Modelo 8 (&#967;<sup>2</sup> = 355,3, <i>gl</i> = 80) e o Modelo 9 (&#967;<sup>2</sup> = 336,0, <i>gl</i> = 72) apresentarem uma qualidade razo&#225;vel de ajustamento, &#224; semelhan&#231;a dos testes anteriores, o Modelo 7, constitu&#237;do por cinco factores, &#233; dos tr&#234;s o que mais se destaca, atendendo ao Qui-quadrado normalizado do Modelo 7 (&#967;<sup>2</sup>/gl =2,1), do Modelo 8 (&#967;<sup>2</sup>/gl =4,9) e do Modelo 9 (&#967;<sup>2</sup>/gl =4,7). Os &#237;ndices de ajustamento incremental (AGFI, NFI e IFI), que penalizam o incremento de par&#226;metros do modelo, confirmam que o ajustamento dos Modelos 8 e 9 n&#227;o &#233; o desej&#225;vel. Os &#237;ndices GFI (0,96) e AGFI (0,92), superiores ao valor de refer&#234;ncia (0,90), reflectem um ajustamento adequado entre a matriz de dados amostrais e a gerada a partir do Modelo 7 e indicam que este modelo explica a maior parte da vari&#226;ncia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em suma, o Modelo 4 (de cinco factores mais um factor de m&#233;todo constitu&#237;do pelos itens negativos) e o Modelo 7 (de cinco factores mais dois factores, constitu&#237;dos pelos itens negativos e pelo formato de resposta de tr&#234;s &#226;ncoras) s&#227;o os que resultam mais bem ajustados e mais parcimoniosos relativamente a todos os modelos analisados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No entanto, se tomarmos em conta que nenhum dos par&#226;metros integrados no factor de tr&#234;s &#226;ncoras apresenta um valor <i>t</i> significativo e, por outro lado, que o &#237;ndice de ajustamento normalizado parcimonioso do Modelo 4 (0,59) &#233; melhor do que o do Modelo 7 (0,51), devemos concluir que a estrutura factorial do JDS &#233; composta por seis factores, cinco correspondentes &#224;s dimens&#245;es variedade, identidade, significado, autonomia e <i>feedback,</i> e um factor de m&#233;todo relacionado com os itens redigidos de forma negativa ou inversa (Modelo 4). Assim, o <a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q5.jpg">Quadro 5</a> apresenta os coeficientes de regress&#227;o padronizados (satura&#231;&#245;es) do Modelo 4, bem como os &#237;ndices adequados &#224; avalia&#231;&#227;o da validade e da fidelidade das medidas fornecidas pelas cinco subescalas da vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS.</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">No que respeita &#224; validade convergente, a converg&#234;ncia de cada factor identificado &#233; posta em evid&#234;ncia pelo facto dos itens que lhe est&#227;o associados apresentarem coeficientes padronizados (satura&#231;&#245;es) estatisticamente significativos e iguais ou superiores a 0,50 na maioria dos casos, indicando correlacionarem mais com a dimens&#227;o a que dizem respeito do que com as outras dimens&#245;es das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS. Tamb&#233;m se verifica que a Vari&#226;ncia M&#233;dia Extra&#237;da de cada factor &#233; superior ao valor de refer&#234;ncia (igual ou superior a 0,50), indicando que cada factor contribui de forma marcada (acima dos 50%) para a explica&#231;&#227;o da vari&#226;ncia das respostas aos itens que lhes est&#227;o associados. Tal como o <a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q5.jpg">Quadro 5</a> revela, os &#237;ndices de fiabilidade de todos os itens s&#227;o superiores a 0,50, &#224; excep&#231;&#227;o do item <i>icd14r</i> que, apesar de ser ligeiramente inferior (0,41), nos valores de fiabilidade comp&#243;sita e de vari&#226;ncia extra&#237;da da dimens&#227;o a que pertence (significado), mant&#233;m os valores de refer&#234;ncia.</font></p>      
<p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &#224; fidelidade das medidas, os valores de fiabilidade comp&#243;sita s&#227;o adequados (iguais ou superiores a 0,70). Os valores de <i>Alpha de Cronbach,</i> apesar de serem inferiores ao esperado s&#227;o, no entanto, aceit&#225;veis, uma vez que esta medida assinala o limite inferior das medidas de fidelidade. O <a href="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04q6.jpg">Quadro 6</a> mostra as correla&#231;&#245;es entre os cinco factores, apresentando-se na diagonal os valores da raiz quadrada da <i>Vari&#226;ncia M&#233;dia Extra&#237;da.</i> As sub-escalas correlacionam geralmente de forma muito positiva entre si. A for&#231;a da associa&#231;&#227;o &#233;, no entanto, mais fraca entre variedade e identidade (r = 0,04) e entre identidade e significado (r = 0,14). E mais forte entre variedade e autonomia (r = 0,51), por um lado, e significado (r = 0,45), por outro. Apesar destas correla&#231;&#245;es entre factores, o facto de em nenhum caso a correla&#231;&#227;o de um factor com os restantes ser superior &#224; raiz quadrada da Vari&#226;ncia M&#233;dia Extra&#237;da &#233; prova da validade discriminante das medidas fornecidas pela vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS. Na verdade, este resultado indica que cada uma das caracter&#237;sticas medidas pelo JDS partilha mais vari&#226;ncia com os itens que lhe est&#227;o associados do que com as outras caracter&#237;sticas do modelo.</font></p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Discuss&#227;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Propusemos neste estudo desenvolver uma vers&#227;o portuguesa da Escala das Caracter&#237;sticas do Trabalho (JDS) e caracterizar as suas propriedades psicom&#233;tricas. Procur&#225;mos tamb&#233;m contribuir, de algum modo, para a discuss&#227;o em torno da dimensionalidade deste invent&#225;rio, com base nos resultados de uma amostra alargada que englobava um rol diversificado de profissionais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em primeiro lugar, a estrutura factorial da vers&#227;o portuguesa da Escala das caracter&#237;sticas do trabalho (JDS) caracteriza-se pela sua multidimensionalidade, contrariamente &#224; hip&#243;tese unifactorial defendida por Dunham (1976) e Hogan e Martell (1987). O presente estudo vai ao encontro da tese original defendida por Hackman e Oldham (1980), secundada por autores como Fried e Ferris (1986) ou Gonz&#225;lez (1997), de que o trabalho, devido &#224; sua natureza complexa, deve ser caracterizado por mais do que uma dimens&#227;o. Esta hip&#243;tese de um &#250;nico factor geral continua a revelar-se inadequada, mesmo quando se adicionam um ou dois factores de m&#233;todo, relacionados com itens negativos e com itens com tr&#234;s &#226;ncoras verbais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em segundo lugar, a hip&#243;tese defendida por in&#250;meros investigadores (e.g Champoux, 1978; Dunham, Aldag &#38; Brief, 1977; Fried &#38; Ferrris, 1986; O&#8217;Reilly, Parlette &#38; Bloom, 1980; Pokorney, Gilmore &#38; Beeher, 1980), de uma estrutura tridimensional para o JDS, reunindo num s&#243; factor as dimens&#245;es &#8220;Variedade&#8221;, &#8220;Significado&#8221; e &#8220;Autonomia&#8221; e mantendo independentes as duas restantes (&#8220;Identidade&#8221; e <i>&#8220;Feedback&#8221;),</i> tamb&#233;m n&#227;o se mostra apropriada para dar conta das respostas da amostra portuguesa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em terceiro lugar, a estrutura de cinco dimens&#245;es revela-se muito mais aceit&#225;vel do que as estruturas anteriores, mas ainda n&#227;o possui a qualidade desejada. A presen&#231;a de um factor de M&#233;todo, relacionado com os itens formulados na negativa, e que j&#225; fora encontrada em investiga&#231;&#245;es anteriores (e.g. Cordey &#38; Sevastos, 1993; Idaszak, Bottom &#38; Drasgow, 1988; Idaszak &#38; Drasgow, 1987; Kulik, Oldham &#38; Langner, 1988; Renn, Swiecz &#38; Icenogle, 1993; Gonz&#225;lez, 1997, Gonz&#225;lez &#38; Canilhe, 1998), permite um ajustamento aos resultados obtidos com a presente vers&#227;o portuguesa do JDS.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A adi&#231;&#227;o de um segundo factor de M&#233;todo, relacionado com os itens com escalas de resposta com tr&#234;s &#226;ncoras verbais, revela uma melhoria ao ajustamento do modelo anterior. Assim, os nossos resultados apoiam as hip&#243;teses de Havey, Billings &#38; Nilan (1985) sobre a presen&#231;a de dois factores de M&#233;todo no JDS, relacionados com os itens redigidos negativamente e com os itens com escalas de valora&#231;&#227;o de tr&#234;s &#226;ncoras. A hip&#243;tese da presen&#231;a de um factor de M&#233;todo relacionado com os itens negativos foi confirmada em investiga&#231;&#245;es pr&#233;vias (Cordey &#38; Sevastos, 1993; Idaszak, Bottom &#38; Drasgow, 1997; Kulik, Oldham &#38; Langner, 1988; Renn, Swiecz &#38; Icenogle, 1993; Gonz&#225;lez, 1997).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No presente estudo, o Modelo 4, que incorpora apenas um factor de M&#233;todo relacionado com os itens negativos, apresenta um bom ajuste aos dados, muito embora o Modelo 7 que integra dois factores de M&#233;todo, relacionados com os itens negativos e com as escalas de tr&#234;s &#226;ncoras, mostre um melhor ajuste aos dados. Contudo, se tomarmos em conta que nenhum dos par&#226;metros integrados no factor de tr&#234;s &#226;ncoras apresenta um valor <i>t </i>significativo e, por outro lado, que o Modelo 4 apresenta um melhor &#237;ndice de ajustamento normalizado parcimonioso, devemos concluir que a estrutura factorial das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS est&#225; melhor representada por seis factores, cinco correspondentes &#224;s dimens&#245;es variedade, identidade, significado, autonomia e <i>feedback,</i> e apenas um factor de M&#233;todo relacionado com os itens redigidos de forma negativa ou inversa. O que corrobora os resultados obtidos no estudo da vers&#227;o castelhana do JDS (Gonz&#225;lez, 1997) e o estudo n&#227;o publicado feito em Portugal (Gonz&#225;lez &#38; Canilhe, 1998).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Como as tr&#234;s dimens&#245;es, variedade, identidade e significado, se estiverem presentes no trabalho, se combinam para gerar um trabalho mais rico, isso significa que quem o executa percepciona o trabalho realizado como sendo relevante, valioso e gratificante. A presen&#231;a de autonomia no trabalho, por sua vez, favorece o sentido de responsabilidade pelos resultados individuais e, por &#250;ltimo, o <i>feedback</i> permite a obten&#231;&#227;o de conhecimento acerca da efic&#225;cia do desempenho individual. Do ponto de vista motivacional, a recompensa interna &#233; obtida pelo indiv&#237;duo quando ele pessoalmente (responsabilidade experimentada) toma consci&#234;ncia (conhecimento dos resultados) de que teve um bom desempenho numa tarefa percebida como importante (experi&#234;ncia de ser significativo). Quanto mais estes tr&#234;s estados psicol&#243;gicos (conhecimento dos resultados, responsabilidade experimentada e experi&#234;ncia de ser significativo) estiverem presentes, maior ser&#225; a sua motiva&#231;&#227;o, satisfa&#231;&#227;o e desempenho. Por sua vez, as cinco caracter&#237;sticas essenciais do trabalho (variedade, identidade, significado, autonomia e <i>feedback</i>) podem ser combinadas num &#250;nico &#237;ndice de previs&#227;o, chamado <i>Potencial Motivador do Trabalho (PMT)<a href="#6"><sup>6</sup></a><a name="top6"></a>.</i> Quer dizer, as fun&#231;&#245;es que t&#234;m alto PMT necessitam ter pontua&#231;&#227;o elevada em, pelo menos, um dos tr&#234;s factores que conduzem &#224; experi&#234;ncia de perceber o trabalho como sendo significativo, e tamb&#233;m em autonomia e <i>feedback.</i> Quando o trabalho apresenta uma pontua&#231;&#227;o elevada em potencial motivacional, isso significa que a motiva&#231;&#227;o, o desempenho e a satisfa&#231;&#227;o ser&#227;o positivamente afectados e que esse facto certamente ir&#225; reduzir a probabilidade de absentismo e de rotatividade.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que respeita &#224; fidelidade das medidas fornecidas pela presente vers&#227;o do JDS, a consist&#234;ncia interna da vers&#227;o portuguesa das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS &#233; satisfat&#243;ria, tal como nos estudos realizados inicialmente com a escala original do JDS <i>(cfr.</i> Hackman &#38; Oldham, 1975; Oldham &#38; Stepina, 1978; Taber &#38; Taylor, 1990; Gonz&#225;lez, 1997; Gonz&#225;lez &#38; Canilho, 1998), oferecendo quinze itens psicometricamente aptos para avaliar as cinco caracter&#237;sticas, variedade, significado, identidade, autonomia e <i>feedback,</i> que devem integrar qualquer trabalho, seja qual for o seu sector de actividade e ser utilizadas como ferramentas estrat&#233;gicas com vista a desenhar/redesenhar o trabalho. O instrumento validado pode, por isso, ajudar os Gestores a projectar o trabalho, de maneira que afecte positivamente a motiva&#231;&#227;o dos trabalhadores, introduzindo tarefas com um potencial elevado de motiva&#231;&#227;o de modo a incrementar no trabalhador o dom&#237;nio sobre elementos-chave das suas atribui&#231;&#245;es. Deste modo, o trabalho que oferece autonomia, <i>feedback</i> e outras caracter&#237;sticas de tarefas complexas ajuda a alcan&#231;ar as metas individuais daqueles funcion&#225;rios que necessitam ter um maior controlo sobre as fun&#231;&#245;es que lhe foram atribu&#237;das. O fundamental &#233;, portanto, conceder ao empregado ind&#237;cios de que o seu trabalho tem pontua&#231;&#227;o alta nos factores de variedade, identidade, significado, autonomia e <i>feedback.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Finalmente, considera-se importante chamar a aten&#231;&#227;o para uma das conclus&#245;es a que cheg&#225;mos neste estudo e que, embora n&#227;o seja de car&#225;cter psicom&#233;trico, &#233; reveladora da sensibilidade do JDS &#224; natureza das amostras e ao procedimento de recolha da informa&#231;&#227;o. O facto de s&#243; termos come&#231;ado a obter &#237;ndices de ajustamento quando a amostra portuguesa atingiu determinada dimens&#227;o e determinado grau de heterogeneidade (em termos dos grupos profissionais inquiridos) apoia a ideia defendida por outros autores de que a valida&#231;&#227;o das caracter&#237;sticas do trabalho do JDS &#233; tarefa dif&#237;cil em amostras homog&#233;neas e pouco numerosas <i>(e.g.</i> Harvey, Billings &#38; Nilan, 1985, Roberts &#38; Glick, 1981; Idaszak, Bottom &#38; Drasgow, 1988, Gonz&#225;lez, 1995; Gonz&#225;lez &#38; Canilhe, 1998; Canilhe &#38; Gonz&#225;l&#233;z, 1998). Uma hip&#243;tese explicativa desta evid&#234;ncia defende que o JDS n&#227;o seria indicado para determinados grupos profissionais, corroborando a necessidade de extens&#227;o da aplica&#231;&#227;o do JDS a amostras numerosas e a profiss&#245;es variadas com vista a garantir a transversalidade desejada. Um outro aspecto, n&#227;o menos importante, consiste na metodologia adoptada na aplica&#231;&#227;o do JDS, individual e presencial, de modo a evitar respostas r&#225;pidas, impensadas e contaminadas pela desejabilidade social.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Dada a sensibilidade do JDS &#224;s amostras, seria desej&#225;vel que, em futuras investiga&#231;&#245;es, se aprofundasse o efeito exercido na sua estrutura por determinadas vari&#225;veis pessoais, de natureza demogr&#225;fica, tais como, a idade, o n&#237;vel de educa&#231;&#227;o, profiss&#227;o e categoria profissional.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Abdel-Halim, A. (1978). Individual and interpersonal moderators of the relationship between job characteristics and job attitudes. <i>Proceedings of the Midwest Division of the Academy of Management, 21,</i> 155-167.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463287&pid=S0874-2049200900010000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aldag, R. J., Barr, S. H., &#38; Brief, A. P. (1981). Measurement of perceived task characteristics. <i>Psychological Bulletin, 90,</i> 415-431.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463289&pid=S0874-2049200900010000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Arbuckle, J. L. (2005). <i>Amos user&#8217;s guide, Chicago,</i> II: Small Waters <i>by</i> Amos Development Corporation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463291&pid=S0874-2049200900010000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bentler, P. M. (1990). Covariance structure analysis with heterogeneous kurtosis parameters. <i>Biometrika, 77,</i> 575-585.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463293&pid=S0874-2049200900010000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Boonzaaier, B., Ficker, F., &#38; Rust, B. (2001). A review of research on the job characteristics model and the attendant job diagnostic survey. <i>South African Journal of Business Management, 32</i> (1), 11-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463295&pid=S0874-2049200900010000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Browne, M. W., &#38; Cudeck, R. (1993). Alternative ways of assessing model fit. In K. A. Bollen &#38; J. S. Long (Eds.), <i>Testing structural equation models.</i> Newbury Park: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463297&pid=S0874-2049200900010000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Buys, M. A., Olckers, C., &#38; Schaap, P. (2007). The construct validity of the revised Job Diagnostic Survey. <i>South African Journal Business Management, 38</i>(2), 33-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463299&pid=S0874-2049200900010000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Canilho, H. A., &#38; Gonz&#225;lez, L. (1998). <i>Avalia&#231;&#227;o da teoria das caracter&#237;sticas das tarefas com a utiliza&#231;&#227;o de modelos de equa&#231;&#245;es estruturais.</i> Tese de Doutoramento (n&#227;o publicada).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463301&pid=S0874-2049200900010000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Champoux, J. E. (1978). A serendipitous field experiment in job design. <i>Journal of Vocational Behaviour, 12,</i> 364-370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463303&pid=S0874-2049200900010000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cordery, J., Sevastos, O., Mueller, W., &#38; Parker, S. (1993). Correlates of employee attitudes toward functional flexibility. <i>Human Relations, 46</i>(6), 705-723.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463305&pid=S0874-2049200900010000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dunham, R. B. (1976). The Measurement and dimensionality of Job Characteristics. <i>Journal of Applied Psychology, 61,</i> 404-409.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463307&pid=S0874-2049200900010000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dunham, R. B., Aldag, R. J., &#38; Brief, A. P. (1977). Dimensionality of task design as measured by the Job Diagnostic Survey. <i>Academy of Management Journal, 20, </i>209-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463309&pid=S0874-2049200900010000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferratt, T., &#38; Reeve, J. M. (1977). The structural integrity of the JDS and JDI when examined together. <i>Proceedings of The Midwest Division Of The Academy of Management, 20,</i> 144-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463311&pid=S0874-2049200900010000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fields, D. L. (2002). <i>Taking the measure of work: A guide to validated scales for organizational research and diagnosis.</i> London: Sage Publications, <i>Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463313&pid=S0874-2049200900010000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fried, Y., &#38; Ferris, G. R. (1986). The dimensionality of job characteristics: Some neglected issues. <i>Journal of Applied Psychology, 71</i> (3), 419-426.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463315&pid=S0874-2049200900010000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fried, Y., &#38; Ferris, G. R. (1987). The validity of the job characteristics model: A review and meta-analysis. <i>Personnel Psychology, 40,</i> 287-322.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463317&pid=S0874-2049200900010000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gonzalez, L. (1997). Estructura factorial y propriedades psicom&#233;tricas de la version castellana del &#8220;Job Diagnostic Survey&#8221;. <i>Psicol&#243;gica, 18,</i> 227-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463319&pid=S0874-2049200900010000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gonzalez, L., &#38; Canilho, H. (1998). Estudio de la validez de constructo de la version revisada portuguesa de JDS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463321&pid=S0874-2049200900010000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Madrid: <i>II Congresso Ibero Americano de Psicologia</i>.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Graver, M. S., &#38; Mentzer, J. T. (1999). Logistics research methods: Employing structural equation modelling to test for construct validity. <i>Journal of Business Logistics, 20</i> (1), 33-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463323&pid=S0874-2049200900010000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Green, S., Armenakis, A., Marbert, L. D., &#38; Bedeian, A. G. (1979). An evaluation of the response format and scale structure of the Diagnostic Survey. <i>Human Relations, 32,</i> 181-188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463325&pid=S0874-2049200900010000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hackman J. R., &#38; Oldham, G. R. (1976). Motivation Through the design of work: Test of a theory. <i>Organizational Behaviour and Human Decision Processes, 16 </i>(2), 250-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463327&pid=S0874-2049200900010000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hackman, J. R., &#38; Lawler III. (1971). Employee reactions to job characteristics. <i>Journal of Applied Psychology Monograph, 55,</i> 259-286.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463329&pid=S0874-2049200900010000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Hackman, J. R., &#38; Oldman, G. R. (1980). <i>Work Redesign.</i> Reading. MA: Addison Wesley.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hackman, J. R., &#38; Pearce, J. (1976). Conditions under which employees respond positively to enriched work. <i>Journal of Applied Psychology, 61,</i> 395-403.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463332&pid=S0874-2049200900010000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hair J. F., Anderson R. E., &#38; Tatham R. I. (2005). <i>Multivariate Data Analysis.</i> (6<sup>th</sup> Ed.). NJ: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463334&pid=S0874-2049200900010000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Harvey, R., Billings, R., &#38; Nilan, K. J. (1985). Confirmatory factor analysis of the job diagnostic survey: Good news and bad news. <i>Journal of Applied Psychology, 70,</i> 461-468.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463336&pid=S0874-2049200900010000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hogan, E. A., &#38; Martell, D. A. (1987). A confirmatory structural equations analysis of the job characteristics model. <i>Organizational Behaviour and Human Decision Processes, 39</i> (2), 242-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463338&pid=S0874-2049200900010000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Idaszack, J. R., &#38; Drasgom, F. (1987). A revision of the job diagnostic survey: Elimination of a measurement artefact. <i>Journal of Applied Psychology, 72</i>, 69-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463340&pid=S0874-2049200900010000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Idaszak, J. R., Bottom, W. P., &#38; Drasgow, F. (1988). A test of the measurement equivalence of the revised Job Diagnostic Survey: Past problems and current solutions. <i>Journal of Applied Psychology, 73,</i> 647-656.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463342&pid=S0874-2049200900010000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ivancevich, J. M. (1978). The performance to satisfaction relationship: A causal analysis of stimulating and no stimulating jobs. <i>Organizational Behaviour and Human Performance</i>, <i>22</i>, 350-365.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463344&pid=S0874-2049200900010000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Joreskog, K. G. (1967). Testing a Simple Structure Hypothesis In Factor Analysis. <i>Psychometrika, 31,</i> 165-178.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463346&pid=S0874-2049200900010000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Joreskog, K. G. (1969). A general approach to confirmatory factor analysis. <i>Psychometrika, 34,</i> 183-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463348&pid=S0874-2049200900010000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Joreskog, K. G., &#38; Sorbom, D. (1993). <i>LISREL 8: Structural Equation Modelling With The SIMPLIS Command Language.</i> Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Katz, D., &#38; Hahan, R L. (1978). <i>The social psychology of organizations</i> (2nd Ed.) New York: John Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463351&pid=S0874-2049200900010000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, J., &#38; Mueller, C. (1978). <i>Factor Analysis, Papers</i> No. 13. London: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463353&pid=S0874-2049200900010000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kline, R. B. (2005). <i>Principles and practice of structural equation modeling</i> (2nd edition). New York: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463355&pid=S0874-2049200900010000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kulik, C. T., Oldham, G. R., &#38; Langer, P. H. (1988). Measurement of job characteristics: Comparison of the original and the revised Job Diagnostic Survey. <i>Journal of Applied Psychology, 73,</i> 462-466.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463357&pid=S0874-2049200900010000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lee, R. R., &#38; Klein, A. R. (1992). Structure of the Job Diagnostic Survey for public sector occupations. <i>Journal of Applied Psychology, 67</i> (4) 515-519.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463359&pid=S0874-2049200900010000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Long, B. C. (1993). Coping strategies of male managers: A prospective analysis of predictors of psychosomatic symptoms and job satisfaction. <i>Journal of Vocational Behaviour, 42,</i> 184-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463361&pid=S0874-2049200900010000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Marsh, H. W., Balla, J. R., &#38; Mcdonald, R. P. (1988). Goodness of fit indices in confirmatory factor analysis: The effect of sample size. <i>Psychological Bulletin, 103</i> (3), 391-410.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463363&pid=S0874-2049200900010000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mulaik, S. A., James, L. R., Van Alstine J., Bennett, N., Lind, S., &#38; Stilwell, C. D. (1989). Evaluation of goodness-of-fit indices for structural equation models. <i>Psychological Bulletin, 105</i> (3), 430-445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463365&pid=S0874-2049200900010000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">O&#8217;Reilly, C. A., Parlette, G. N., &#38; Bloom, J. R. (1980). Perceptual measures of task characteristics: The biasing effects of differing frames of reference and job attitudes. <i>Academy of Management Journal, 23,</i> 118-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463367&pid=S0874-2049200900010000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Oldham, G. R., Hackman, J. R., &#38; Stepina, L. P. (1978). <i>Norms for the Job Diagnostic Survey.</i> New Haven: Yale University School of Organization and Management.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463369&pid=S0874-2049200900010000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pokorney, J. J., Gilmore, D. C., &#38; Beehr, T A. (1980). Job Diagnostic Survey dimensions: Moderating effect of growth needs and correspondence with dimensions of the rating form. <i>Organizational Behaviour and Human Performance, 26</i>, 222-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=463371&pid=S0874-2049200900010000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rebelo, M. S., Teixeira, O., &#38; Madeira M. A. P. 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<p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top6"><sup>6</sup></a><a name="6"></a>O c&#225;lculo do Potencial Motivador do Trabalho recorre &#224; f&#243;rmula seguinte: <img src="/img/revistas/psi/v23n1/23n1a04f2.jpg"></a></font></p>      
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