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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Panorama das pesquisas sobre crenças coletivas de eficácia docente]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Teacher collective efficacy refers to the beliefs of a teacher regarding the capacity of group members to succeed in a particular pedagogical action. This article aims to make an overview of research on collective efficacy of teachers in a social cognitive perspective framed by the Social Cognitive Theory of Albert Bandura. A total of 30 articles were analyzed resulting from searches in the databases of the CAPES-Journals from 2000 to 2014. For data analysis, we applied the study of networks relations to identify the connections among the variables investigated on the articles through graphs. Results indicate that in those papers some variables were most often related to collective efficacy, namely: teachehs self-efficacy, student performance and socioeconomic status. This indicates that these variables can influence collective efficacy. It was observed that the studies indicate a reciprocal influence between self-efficacy and collective efficacy. This suggests that, even if different constructs, these variables are interdependent.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="2">    <p><font face="Verdana" size="4"><b>Panorama das pesquisas sobre cren&#231;as coletivas de efic&#225;cia docente</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Overview of research on teacher's collective efficacy beliefs</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>        <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ma&#233;ly Holanda Ramos<sup>I,*</sup>, Simone Souza Silva<sup>II</sup>, Fernando Ramos Pontes<sup>III</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I-III</sup>Universidade Federal do Par&#225;, Brasil</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Efic&#225;cia coletiva docente refere-se &#224;s cren&#231;as de um professor na capacidade dos membros do seu grupo para obterem sucesso numa determinada a&#231;&#227;o pedag&#243;gica. Este artigo tem o objetivo de construir um panorama das pesquisas sobre efic&#225;cia coletiva de professores, na perspectiva social cognitiva. Torna-se por base a Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura. Para tanto, foram analisados 30 artigos resultantes de buscas realizadas nas bases de dados da CAPES-peri&#243;dicos, referentes ao per&#237;odo entre 2000 a 2014. Para an&#225;lise dos dados aplicou-se estudo das redes de rela&#231;&#245;es para identificar as conex&#245;es entre as vari&#225;veis investigadas nos artigos por meio de grafos. Os resultados indicaram que nos artigos investigados algumas vari&#225;veis alcan&#231;aram destaque, pois foram mais frequentemente relacionadas &#224; efic&#225;cia coletiva, a saber: autoefic&#225;cia docente, desempenho de alunos e situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica. Isto indica que estas vari&#225;veis podem influenciar a efic&#225;cia coletiva. Notou-se que os estudos indicaram uma influ&#234;ncia rec&#237;proca entre autoefic&#225;cia e efic&#225;cia coletiva. Isto sugere que, apesar de serem construtos distintos, estas vari&#225;veis s&#227;o interdependentes.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: Efic&#225;cia coletiva; Professores; Revis&#227;o Sistem&#225;tica.</font></p>  <hr size"1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Teacher collective efficacy refers to the beliefs of a teacher regarding the capacity of group members to succeed in a particular pedagogical action. This article aims to make an overview of research on collective efficacy of teachers in a social cognitive perspective framed by the Social Cognitive Theory of Albert Bandura. A total of 30 articles were analyzed resulting from searches in the databases of the CAPES-Journals from 2000 to 2014. For data analysis, we applied the study of networks relations to identify the connections among the variables investigated on the articles through graphs. Results indicate that in those papers some variables were most often related to collective efficacy, namely: teachehs self-efficacy, student performance and socioeconomic status. This indicates that these variables can influence collective efficacy. It was observed that the studies indicate a reciprocal influence between self-efficacy and collective efficacy. This suggests that, even if different constructs, these variables are interdependent.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords</b>: Collective efficacy; Teachers; Systematic Review.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Todo o indiv&#237;duo tem capacidade para selecionar, criar e transformar as diversas circunst&#226;ncias ambientais &#224;s quais &#233; exposto. Essa capacidade permite influenciar cursos de acontecimentos, motivar, orientar e reorientar as suas a&#231;&#245;es (Bandura, 1989, 2001),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Bandura (1986) explica o funcionamento humano a partir de processos cognitivos, os quais s&#227;o autorregulados e autoreflexivos, gerando adapta&#231;&#245;es e mudan&#231;as. Esses processos cognitivos s&#227;o atividades cerebrais emergentes que exercem uma influ&#234;ncia determinante no comportamento das pessoas. Isso porque a mente humana &#233; geradora, criativa e reflexiva, n&#227;o &#233; apenas reativa. Nessa concep&#231;&#227;o, as pessoas n&#227;o s&#227;o dirigidas somente pelas circunst&#226;ncias ambientais ou por impulsos internos camuflados. Os indiv&#237;duos s&#227;o agentes capazes de fazer coisas acontecerem de forma proativa, podendo exercer controle sobre as pr&#243;prias vidas, estabelecendo limites para o autodirecionamento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&#201; importante destacar que as cren&#231;as que o indiv&#237;duo desenvolve sobre si mesmo e, mais especificamente, sobre sua capacidade de controlar seu pr&#243;prio comportamento, s&#227;o fundamentais, pois interferem na tomada de decis&#227;o (Bandura, 2008), As cren&#231;as s&#227;o fatores que funcionam como mecanismos de mudan&#231;a de comportamento, influenciando-o por meio da expectativa de sucesso (Bandura, 1997),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na perspectiva da Teoria Social Cognitiva criada por Bandura (1986), a cren&#231;a do indiv&#237;duo em si mesmo &#233; definida como autoefic&#225;cia, isto &#233;, as percep&#231;&#245;es ou expectativas das pessoas sobre si mesmas, relacionadas &#224;s tarefas desempenhadas, n&#237;vel de esfor&#231;o, persist&#234;ncia, n&#237;vel de estresse, etc. Para Bandura (1997), as cren&#231;as de autoefic&#225;cia s&#227;o julgamentos que as pessoas desenvolvem sobre suas pr&#243;prias capacidades de organizar e executar a&#231;&#245;es.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A percep&#231;&#227;o de efic&#225;cia coletiva, por sua vez, refere-se &#224;s cren&#231;as de um indiv&#237;duo na capacidade dos membros do seu grupo para obterem sucesso numa determinada a&#231;&#227;o e, quando compartilhadas, exercem influ&#234;ncia sobre o comportamento de seus integrantes. A dimens&#227;o de grupo, que caracteriza o constructo de efic&#225;cia coletiva, procura explicar o comportamento a partir da capacidade de gerenciar a&#231;&#245;es e tarefas ao longo da vida. Assim, a efic&#225;cia coletiva, quando &#233; compartilhada, pode potencializar capacidades conjuntas para organizar e executar cursos de a&#231;&#245;es requeridos para se produzirem determinados n&#237;veis de tarefas, bem como para superar falhas cometidas (Bandura, 1986,1997).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A efic&#225;cia coletiva pode ser aplicada a diferentes ambientes institucionais. Em rela&#231;&#227;o &#224;s cren&#231;as do grupo, o seu aspecto organizacional diz respeito &#224;s capacidades de desempenho de um sistema social como um todo. Tal compreens&#227;o estende-se a empresas, grupos pol&#237;ticos, associa&#231;&#245;es esportivas, institui&#231;&#245;es escolares, entre outros. Especificamente no campo escolar, a efic&#225;cia coletiva deve ser analisada e compreendida respeitando as caracter&#237;sticas pr&#243;prias do ambiente de ensino e das rela&#231;&#245;es que se desenvolvem (Bandura, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Efic&#225;cia Coletiva de Professores</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Efic&#225;cia coletiva docente refere-se aos julgamentos dos professores de uma escola sobre a capacidade do conjunto de educadores de organizar e executar cursos de a&#231;&#227;o exigidos para se conseguirem resultados positivos junto aos alunos (Goddard, Hoy, &amp; Hoy, 2004). Desse modo, efic&#225;cia coletiva de professores refere-se &#224; percep&#231;&#227;o docente quanto &#224; capacidade que o grupo de professores tem de ajudar os seus alunos a aprender (Bandura, 1993). N&#227;o por acaso, resultados de pesquisas indicam rela&#231;&#227;o significativa entre efic&#225;cia coletiva de professores e resultados acad&#234;micos dos alunos (Bandura, 1993; Goddard, 2001, 2002; Klassen, Tze, Betts, &amp;Gordon, 2011; McCoach &amp;Colbert, 2010).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Considerada como importante aspecto do contexto escolar (Bandura, 1993, 1997), a efic&#225;cia coletiva pode explicar, em parte, os efeitos da a&#231;&#227;o docente sobre o sucesso acad&#234;mico dos estudantes, de modo a contribuir para a compreens&#227;o de como as escolas apresentam resultados diferentes entre si (Goddard, Hoy, &amp; Hoy, 2000). Vale destacar que n&#227;o se pode perder de vista fatores que devem ser considerados nesse contexto, como os aspectos sociodemogr&#225;ficos (Goddard, 2001), socioecon&#244;micos (Parker, Hanna &amp; Topping, 2006; Tchannen-Moran &amp; Barr, 2004), bem como aqueles relacionados com infraestrutura, suporte pedag&#243;gico, quest&#245;es sociais e pol&#237;ticas de cada escola (Adams &amp; Forsyth, 2006; Skaalvik &amp; Skaalvik, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Professores s&#227;o membros de organiza&#231;&#245;es escolares e as suas cren&#231;as partilhadas influenciam o ambiente social no qual est&#227;o inseridos. Assim, o contexto escolar &#233; prop&#237;cio para se compreenderem os efeitos das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva, uma vez que seus membros atuam de forma interdependente, visando objetivos em comum para o grupo, bem como metas individuais (Bandura, 1993). Nesse espa&#231;o, s&#227;o vivenciadas tanto dificuldades em comum, quanto sucessos alcan&#231;ados, determinando o n&#237;vel de cren&#231;as acerca da capacidade de desempenhar a&#231;&#245;es em prol da institui&#231;&#227;o, e, tamb&#233;m, atuando como produto da intera&#231;&#227;o din&#226;mica dos membros do grupo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Diferentes estudos constatam a influ&#234;ncia exercida pelas cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva de professores em v&#225;rios aspectos do contexto escolar. Professores que acreditam na capacidade coletiva para ensinar os seus alunos de forma eficaz, contribuindo para o desenvolvimento da sua escola (Goddard, LoGerfo, &amp; Hoy, 2004), sentem-se encorajados a partilhar decis&#245;es organizacionais (Ross, Hogaboam-Gray, &amp; Gray, 2003), e, consequentemente, exercem algum tipo de a&#231;&#227;o sobre as normas sociais do espa&#231;o escolar (Goddard, 2001). N&#237;veis elevados de efic&#225;cia coletiva favorecem escolas com professores mais capazes de lidar com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, de apoiar os pais e de t&#234;-los como parceiros no processo de ensino (Bandura, 1997).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Considerando a import&#226;ncia da efic&#225;cia coletiva docente no ambiente escolar, entende-se que &#233; fundamental compreender que fatores influenciam essas cren&#231;as e como eles se relacionam. Desta forma, acredita-se que a an&#225;lise das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva sob a &#243;tica de t&#233;cnicas de an&#225;lise com grafos pode contribuir para o aprofundamento do conhecimento acerca destas rela&#231;&#245;es. Atrav&#233;s de grafos, &#233; poss&#237;vel identificar as intera&#231;&#245;es entre diferentes elementos por meio de m&#233;tricas e representa&#231;&#245;es geom&#233;tricas, caracterizando os relacionamentos, numa perspectiva global e integrativa (Szwarcfiter, 1984).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Diante do contexto apresentado, o presente estudo tem como proposta construir o panorama dos estudos sobre efic&#225;cia coletiva docente na perspectiva social cognitiva, a partir da an&#225;lise de artigos publicados no per&#237;odo de 2000 a 2014, no banco de dados da Capes-peri&#243;dicos, com t&#233;cnicas de an&#225;lise com grafos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#201;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta pesquisa apresenta uma perspectiva descritiva e explorat&#243;ria sobre os trabalhos desenvolvidos acerca da efic&#225;cia coletiva docente nos &#250;ltimos anos. Para tanto, foram desenvolvidas sete etapas baseadas nas orienta&#231;&#245;es da Colabora&#231;&#227;o Cochrane para a realiza&#231;&#227;o de revis&#245;es sistem&#225;ticas, a saber: (1) formula&#231;&#227;o da pergunta/problema; (2) localiza&#231;&#227;o e sele&#231;&#227;o dos estudos; (3) avalia&#231;&#227;o cr&#237;tica dos estudos; (4) coleta de dados nos artigos - vari&#225;veis a serem estudadas; (5) an&#225;lise e apresenta&#231;&#227;o dos dados; (6) interpreta&#231;&#227;o dos dados; (7) aprimoramento e atualiza&#231;&#227;o da revis&#227;o (Cordeiro, Oliveira, Renter&#237;a, &amp; Guimar&#227;es, 2007).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A Colabora&#231;&#227;o Cochrane &#233; uma organiza&#231;&#227;o internacional que visa contribuir para a tomada de decis&#245;es sobre interven&#231;&#245;es no cuidado da sa&#250;de, por meio de revis&#245;es sistem&#225;ticas. Para tanto, emprega-se um criterioso m&#233;todo de sele&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o de artigos para reunir as mais relevantes informa&#231;&#245;es sobre uma determinada quest&#227;o, buscando melhorar a qualidade das revis&#245;es sistem&#225;ticas. Apesar de ser direcionado a estudos de car&#225;cter cl&#237;nico, de interven&#231;&#227;o e de acur&#225;cia, o m&#233;todo da Colabora&#231;&#227;o Cochrane pode ser adaptado para atender revis&#245;es de outra natureza e em outras &#225;reas do conhecimento, como &#233; o caso da presente pesquisa (Biruel &amp; Pinto, 2011).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>O Percurso</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Inicialmente definiu-se a pergunta central desta pesquisa, a saber: Qual o panorama das pesquisas sobre efic&#225;cia coletiva docente? Sequencialmente realizou-se a 2<sup>a</sup> etapa (localiza&#231;&#227;o e sele&#231;&#227;o dos estudos) da revis&#227;o sistem&#225;tica, que envolveu a defini&#231;&#227;o de alguns descritores relacionados com a tem&#225;tica. Nesta sele&#231;&#227;o realizou-se a consulta aos Descritores em Ci&#234;ncias da Sa&#250;de (DECS), que &#233; utilizado para identificar descritores numa linguagem acad&#234;mica, na indexa&#231;&#227;o de artigos cient&#237;ficos. Assim, instituiram-se os seguintes descritores: <i>collective efficacy, collective efficacy beliefs, teacher collective efficacy, collective perceptions, social cognitive theory, teacher efficacy, school.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Posteriormente, construiram-se estrat&#233;gias de busca para serem submetidas &#224;s bases de dados, procedendo a buscas dos descritores nos t&#237;tulos, resumos e palavras-chave dos artigos. Para tanto aplicaram-se os operadores booleanos (AND, OR) aos descritores selecionados. Desta maneira, formaram-se duas estrat&#233;gias de busca em forma de equa&#231;&#227;o (ingl&#234;s e portugu&#234;s), a saber:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">-  Equa&#231;&#227;o 1</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>(collective efficacy</i> OR <i>collective efficacy beliefs</i> OR <i>teacher collective efficacy</i> OR <i>collective perceptions</i>) AND <i>school</i> AND <i>teacher</i> AND (<i>efficacy beliefs</i> OR <i>teacher efficacy)</i> AND (<i>theory social cognitive</i> OR <i>social cognitive theory</i>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">-  Equa&#231;&#227;o 2</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">(<i>efic&#225;cia coletiva</i> OR <i>cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva</i> OR <i>cren&#231;as coletivas)</i> AND (<i>escola</i> OR <i>col&#233;gio)</i> AND (<i>professor</i> OR <i>docente)</i> AND (<i>Teoria Social Cognitiva</i> OR <i>perspectiva social cognitiva</i>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para o delineamento da pesquisa, foram pr&#233;-determinados alguns crit&#233;rios de inclus&#227;o, sendo esses: conter no t&#237;tulo o termo <i>collective efficacy</i> ou <i>efic&#225;cia coletiva;</i> estar completo e dispon&#237;vel; artigos emp&#237;ricos ou estudos de revis&#227;o sistem&#225;tica; apenas artigos dos &#250;ltimos 14 anos (2000 a 2014); artigos em ingl&#234;s e portugu&#234;s; ter sido revisado por pares; e ter como foco investigar o constructo da efic&#225;cia coletiva de professores, na perspectiva social cognitiva. Todos os achados que n&#227;o obedeceram aos crit&#233;rios de inclus&#227;o mencionados foram exclu&#237;dos. Os artigos foram selecionados (2<sup>a</sup> etapa) na base de dados da CAPES-Peri&#243;dicos, que &#233; uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo; resume conte&#250;do cient&#237;fico de alto n&#237;vel, com publica&#231;&#245;es nacionais e internacionais e cont&#233;m artigos e revistas de diferentes &#225;reas do conhecimento, entre outras produ&#231;&#245;es. Ressalta-se que este diret&#243;rio possui importante abrang&#234;ncia quanto aos trabalhos publicados referentes ao objeto desta pesquisa, pois tem acesso a estudos de meta-an&#225;lises e de revis&#245;es sistem&#225;ticas e inclui o SCOPUS na sua base de dados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a sele&#231;&#227;o dos artigos, foram realizados dois testes de relev&#226;ncia (3<sup>a</sup> etapa) compostos de listas de perguntas objetivas para refinar o conte&#250;do dos artigos e possibilitar a avalia&#231;&#227;o de relev&#226;ncia. O Teste de Relev&#226;ncia I foi aplicado aos resumos e m&#233;todos dos artigos por apenas um avaliador e foi composto das seguintes quest&#245;es com possibilidade de respostas negativas e positivas, a saber: o estudo est&#225; de acordo com o tema investigado? Foi publicado no per&#237;odo estipulado? &#201; um estudo envolvendo professores? Foi publicado nos idiomas indicados na proposta da pesquisa? Tem acesso livre a pesquisadores (acesso ao texto completo)? Utiliza a Teoria Social Cognitiva como base de fundamenta&#231;&#227;o?</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No Teste de Relev&#226;ncia 11 foram considerados apenas os artigos aprovados no Teste de Relev&#226;ncia 1  e foram analisados para avalia&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es publicadas. O teste II foi realizado de forma independente por dois ju&#237;zes com conhecimento na &#225;rea, estando composto das seguintes perguntas baseadas em Azevedo (2010): 0 objetivo do estudo tem rela&#231;&#227;o com o que est&#225; sendo estudado? O m&#233;todo est&#225; descrito com clareza (referente &#224; indica&#231;&#227;o de todas as etapas e da classifica&#231;&#227;o do m&#233;todo; natureza da pesquisa; informa&#231;&#245;es sobre popula&#231;&#227;o/amostra; instrumentos de coleta; procedimentos de coleta; verifica&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es importantes omitidas)? Os resultados merecem credibilidade (verifica&#231;&#227;o dos procedimentos de an&#225;lise e t&#233;cnicas utilizadas para o alcance dos objetivos de estudo)? Por meio da an&#225;lise dos artigos quanto &#224;s perguntas supracitadas, os ju&#237;zes informaram se os estudos poderiam ser inclu&#237;dos na presente revis&#227;o sistem&#225;tica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a aplica&#231;&#227;o do Teste de Relev&#226;ncia II, foi verificado o &#237;ndice de confiabilidade entre os pesquisadores, a partir do seguinte c&#225;lculo:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">IC= A x 100/A+D</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Considera-se, neste caso, a legenda: IC = &#237;ndice de concord&#226;ncia; A = concord&#226;ncia; D = discord&#226;ncia. Esta &#233; uma t&#233;cnica de triangula&#231;&#227;o de pesquisadores que tem como objetivo aumentar a probabilidade de que os resultados de um estudo sejam confi&#225;veis e dignos de credibilidade. &#201; aceit&#225;vel IC &gt; 80% (Pereira, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Calculou-se ainda o IC por meio da medida estat&#237;stica de concord&#226;ncia Kappa de Cohen. Ressalta-se que esta medida varia de + 1 a -1, onde +1 significa que os ju&#237;zes concordaram totalmente, 0 indica que n&#227;o existe nenhuma rela&#231;&#227;o entre a classifica&#231;&#227;o dos dois ju&#237;zes, e -1 representa que os avaliadores fizeram classifica&#231;&#245;es exatamente opostas. Considera-se que: escores Kappa &gt; 0,80 indicam n&#237;vel de concord&#226;ncia excelente; entre 0,60 e 0,80 - bom IC; entre 0,40 e 0,60 - IC regular; escore Kappa &lt; 0,40 representa um &#237;ndice de concord&#226;ncia ruim (Dancey &amp; Reidy, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a aplica&#231;&#227;o dos testes de relev&#226;ncia, iniciou-se a coleta de dados nos artigos (4<sup>a</sup> etapa), com a delimita&#231;&#227;o das vari&#225;veis a serem investigadas. Escolheu-se focar a an&#225;lise em apenas uma categoria de dados: os resultados dos artigos investigados. Sendo assim, para minera&#231;&#227;o e an&#225;lise dos dados (5<sup>&#226; </sup>etapa), foram utilizados os seguintes programas: (1) EXCEL 2010 e SPSS 20 - para minera&#231;&#227;o e realiza&#231;&#227;o de uma estat&#237;stica de tend&#234;ncia central que informa como a amostra &#233; na sua totalidade, ou em m&#233;dia (Dancey &amp; Reidy, 2006); (2) MENDELEY - para organiza&#231;&#227;o das refer&#234;ncias, bem como para o confronto das duplicidades, excluindo artigos repetidos e para o gerenciamento geral da base de dados; (3) NodeXL - na an&#225;lise das redes de rela&#231;&#245;es utilizando grafos, para explorar as conex&#245;es categ&#243;ricas e estudo das vari&#225;veis mais investigadas nesta &#225;rea de conhecimento nos &#250;ltimos anos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um grafo consiste em conjuntos de v&#233;rtices (elementos) e arestas (conex&#227;o entre os v&#233;rtices). Com os caminhos de um grafo, forma-se uma estrutura topol&#243;gica que caracteriza as rela&#231;&#245;es entre os elementos, permitindo a visualiza&#231;&#227;o da complexidade das rela&#231;&#245;es (Szwarcfiter, 1984).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para an&#225;lise das rela&#231;&#245;es com grafos a partir do NodeXL foram calculadas as seguintes m&#233;tricas: (1)<i>Grau de Centralidade (in-degree/out-degree)</i> - para quantificar o n&#250;mero de liga&#231;&#245;es associadas a um elemento; (2)<i>Relev&#226;ncia do V&#233;rtice (PageRank)</i> - para medir o grau de import&#226;ncia de um v&#233;rtice (Szwarcfiter, 1984). Ap&#243;s a organiza&#231;&#227;o e an&#225;lise dos dados, foi feito o processo de interpreta&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es, a partir da Teoria Social Cognitiva, e posterior constru&#231;&#227;o e aprimoramento da revis&#227;o sistem&#225;tica (6<sup>a</sup> e 7<sup>a</sup> etapas).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Foram encontrados, na base de dados da CAPES-Peri&#243;dicos, 161 artigos a partir dos termos de busca pr&#233;-determinados e seus cruzamentos. No refinamento inicial, 27 artigos foram exclu&#237;dos por estarem repetidos. Posteriormente, foi aplicado o Teste de Relev&#226;ncia I que resultou na exclus&#227;o de 101 objetos, pois n&#227;o atenderam aos crit&#233;rios de inclus&#227;o e n&#227;o responderam positivamente a todas as quest&#245;es do teste. Destaca-se que o grande n&#250;mero de exclus&#227;o se deve ao fato de que a maioria dos artigos n&#227;o utilizou a Teoria Social Cognitiva como base de fundamenta&#231;&#227;o (75%). Restaram, portanto, 33 objetos, que representaram, apenas, 20% do total de artigos levantados inicialmente.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Sequencialmente, os artigos aprovados no Teste de Relev&#226;ncia I foram submetidos ao Teste de Relev&#226;ncia II e sofreram uma nova diminui&#231;&#227;o, totalizando, apenas, 30 objetos. No Teste de Relev&#226;ncia II, somente tr&#234;s artigos foram exclu&#237;dos pois os m&#233;todos n&#227;o estavam claros.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No teste de relev&#226;ncia II, calculou-se o &#237;ndice de Concord&#226;ncia (IC) que variou entre 97% e 100%. Na medida estat&#237;stica de concord&#226;ncia Kappa de Cohen alcan&#231;ou-se excelente escore(<i>k</i> &gt; 0,80). Estes procedimentos foram realizados para garantir a consist&#234;ncia e a confiabilidade do trabalho de an&#225;lise. Percebe-se que n&#227;o houve grandes discord&#226;ncias entre os pesquisadores quanto &#224; sele&#231;&#227;o dos artigos para a presente revis&#227;o sistem&#225;tica. Nos poucos casos de discord&#226;ncia, os objetos em quest&#245;es passaram por nova avalia&#231;&#227;o para defini&#231;&#227;o da inclus&#227;o ou exclus&#227;o dos mesmos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Do total de objetos inicialmente levantados, 161 foram exclu&#237;dos, alcan&#231;ando 80% dos artigos. &#201; comum obter-se um grande percentual de exclus&#227;o em estudos de revis&#227;o sistem&#225;tica (Pereira, 2007). Devem-se considerar os diferentes tipos de abordagens que d&#227;o ao constructo investigado uma variedade de perspectivas de an&#225;lise, j&#225; que isto influencia a sele&#231;&#227;o dos objetos. No caso da tem&#225;tica investigada nesta revis&#227;o, percebe-se que a efic&#225;cia coletiva docente, na perspectiva social cognitiva, ainda tem sido pouco explorada, necessitando de maior aten&#231;&#227;o por parte dos pesquisadores desta &#225;rea (Klassen, Usher, et al., 2010). Isto justifica o n&#250;mero limitado de artigos selecionados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Vari&#225;veis Investigadas nos Estudos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para o estudo das rela&#231;&#245;es entre as vari&#225;veis indicadas nos resultados dos artigos investigados por meio de multigrafos, utilizou-se a ferramenta NodeXL. Os multigrafos foram organizados em dois grupos: (1) correla&#231;&#245;es positivas; (2) correla&#231;&#245;es negativas. Considera-se que as <a href="#f1">Figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a> s&#227;o multigrafos, pois se notou a ocorr&#234;ncia de arestas duplas ou m&#250;ltiplas entre um mesmo par de v&#233;rtices (Szwarcfiter, 1984). Escolheu-se analisar as correla&#231;&#245;es entre as vari&#225;veis, pois foram as rela&#231;&#245;es mais investigadas nos artigos selecionados para esta revis&#227;o sistem&#225;tica. Por meio do delineamento correlacional (correla&#231;&#245;es positivas e negativas), &#233; poss&#237;vel concluir a forma como as vari&#225;veis se associam (magnitude e dire&#231;&#227;o). Com esta t&#233;cnica estat&#237;stica, observa-se como as vari&#225;veis mudam, sem, no entanto, estabelecer uma rela&#231;&#227;o causal entre elas. Indica-se que quando valores numa vari&#225;vel mudam valores, em outra tamb&#233;m mudam de forma previs&#237;vel (Dancey &amp; Reidy, 2006). Optou-se por incluir neste estudo apenas as correla&#231;&#245;es significativas, sem delimita&#231;&#227;o de n&#237;veis de magnitudes.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a03f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a03f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para melhor interpretar os multigrafos (<a href="#f1">Figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a>) deve-se considerar que: (1) correla&#231;&#245;es positivas - cada vez que x aumenta, y aumenta um determinado valor; (2) correla&#231;&#245;es negativas - cada vez que x aumenta, y diminui um valor de forma tamb&#233;m constante.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Enfatiza-se que cada aresta representa a ocorr&#234;ncia de uma determinada rela&#231;&#227;o num artigo. Arestas duplas e/ou m&#250;ltiplas entre um mesmo par de v&#233;rtices disp&#245;em-se de forma sobreposta. Deste modo, em termos de visualiza&#231;&#227;o, quanto mais larga for a aresta, isso indicar&#225; um maior n&#250;mero de refer&#234;ncias de liga&#231;&#245;es entre v&#233;rtices (vari&#225;veis) advindas de artigos diferentes. A quantidade de liga&#231;&#245;es &#233; indicada por meio de m&#233;tricas espec&#237;ficas (Degree) disponibilizadas pelo NodeXL. Ressalta-se que os v&#233;rtices mais importantes foram destacados nos multigrafos (<a href="#f1">Figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a>), de modo que quanto maior for o c&#237;rculo representativo de cada v&#233;rtice, mais importante &#233; este elemento no multigrafo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Utilizou-se como principal medida de centralidade a m&#233;trica <i>PageRartk.</i> Esta medida indica que um v&#233;rtice &#233; mais conectado aos demais do grafo e, que por isso, &#233; considerado importante. Esta medida considera tamb&#233;m o n&#237;vel de import&#226;ncia dos elementos com os quais um v&#233;rtice se conecta. Se um v&#233;rtice x, se conecta a outros v&#233;rtices (y e z), que tamb&#233;m s&#227;o importantes no grafo ou multigrafo, os escores do <i>PageRank</i> ser&#227;o mais elevados. Desta forma, pode-se definir o <i>PageRartk</i> como o grau de import&#226;ncia do v&#233;rtice x, calculada pela soma da import&#226;ncia dos v&#233;rtices que apontam para x (Matos, 2013; Pinheiro, 2013; Sousa, 2010). A <a href="#f1">Figura 1</a> apresenta o multigrafo das correla&#231;&#245;es positivas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Vari&#225;veis - correla&#231;&#245;es positivas</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="#f1">Figura 1</a> apresenta o multigrafo que sintetiza os resultados das correla&#231;&#245;es positivas extra&#237;dos dos artigos selecionados para esta revis&#227;o sistem&#225;tica. Desta forma, foram destacados os elementos por ordem de centralidade, a saber: (1) efic&#225;cia coletiva; (2) desempenho de alunos; (3) autoefic&#225;cia; (4) situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica - SES; (5) controle externo. Utilizou-se como ponto de corte escores na m&#233;trica <i>PageRank &gt;</i> 1,6. Considera-se que este ponto de corte indica melhor as vari&#225;veis mais importantes dos artigos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O v&#233;rtice mais importante foi a <i>efic&#225;cia coletiva,</i> com maior escore de relev&#226;ncia (<i>PageRank</i>) 4,6. Esta vari&#225;vel estabeleceu conex&#227;o com 12 outros elementos do multigrafo, tais como:<i>consenso de metas, experi&#234;ncia, ra&#231;a, capacidade de confian&#231;a dos docentes,</i> entre outros. Ressalta-se, no entanto, que houve liga&#231;&#227;o mais forte com os v&#233;rtices <i>desempenho de alunos</i> e <i>autoefic&#225;cia.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O v&#233;rtice <i>desempenho de alunos</i> foi o segundo mais relevante elemento do multigrafo (<a href="#f1">Figura 1</a>) com <i>PageRank</i> de 2,1, fazendo conex&#227;o com outros cinco v&#233;rtices. Foi positivamente correlacionado aos seguintes elementos: <i>instru&#231;&#227;o, disciplina, redes de aconselhamento pessoal na escola</i> e <i>situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica (SES).</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A vari&#225;vel <i>desempenho de alunos</i> formou, ainda, um par de v&#233;rtices de m&#250;ltiplas arestas (10), em dois sentidos (<i>in-degree</i> e <i>out-degree</i>) com a <i>efic&#225;cia coletiva.</i> Isto significa que 10 artigos investigaram esta rela&#231;&#227;o, confirmando a forte liga&#231;&#227;o entre ambas. As pesquisas apontam que a efic&#225;cia coletiva docente pode estar relacionada ao desempenho dos alunos, no entanto, deve-se considerar que outros fatores do processo de ensino-aprendizagem que tamb&#233;m podem estar associados &#224; efic&#225;cia coletiva, tais como os aspectos socioecon&#244;micos (Cybulski, Hoy, &amp; Sweetland, 2005; Goddard, 2001; Goddard, Logerfo, &amp; Hoy, 2004; Hoy, Sweetland, &amp; Smith, 2002; Moolenaar, Sleegers, &amp; Daly, 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Goddard (2001) investigou a variabilidade da percep&#231;&#227;o dos professores em rela&#231;&#227;o &#224;s cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva docente, analisando tamb&#233;m a rela&#231;&#227;o entre esta vari&#225;vel e o desempenho dos alunos. Participaram da pesquisa 452 professores de 91 escolas do Ensino Fundamental nos Estados Unidos. Os resultados indicaram correla&#231;&#227;o positiva entre desempenho acad&#234;mico e a efic&#225;cia coletiva (r =.77, p&lt;.001).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Hoy et al. (2002) buscaram construir um modelo te&#243;rico para explicar o desempenho dos alunos. Percebeu-se que a efic&#225;cia coletiva docente &#233; uma vari&#225;vel-chave, e tamb&#233;m teve correla&#231;&#227;o positiva com o desempenho dos alunos ( r=.65, p&lt;.001). O estudo realizou-se em 97 escolas de ensino m&#233;dio em Ohion, nos Estados Unidos. Entende-se que o forte senso de efic&#225;cia coletiva pode levar os professores a serem mais persistentes nos seus esfor&#231;os para conseguir melhores resultados no processo de ensino-aprendizagem, superando poss&#237;veis dificuldades.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O v&#233;rtice <i>autoefic&#225;cia</i> foi o terceiro elemento mais importante do multigrafo, com <i>PageRank</i> de 1,7, estabelecendo conex&#227;o com cinco v&#233;rtices. Houve correla&#231;&#227;o positiva entre as vari&#225;veis <i>satisfa&#231;&#227;o no trabalho, lideran&#231;a instrucional, lideran&#231;a transformacional e</i> a <i>autoefic&#225;cia,</i> sendo que esta, por sua vez, se correlacionou positivamente com experi&#234;ncias de maestria.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A <i>autoefic&#225;cia</i> tamb&#233;m se conectou &#224; <i>efic&#225;cia coletiva,</i> constituindo um par de v&#233;rtices de m&#250;ltiplas arestas (11). Estes dados indicam que 11 estudos investigaram esta rela&#231;&#227;o nos quais foi identificada rela&#231;&#227;o entre ambos os constructos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Kurz e Knight (2004), nas suas investiga&#231;&#245;es, constataram que a correla&#231;&#227;o entre efic&#225;cia coletiva e autoefic&#225;cia &#233; positiva (r = 0.23, <i>p</i> &lt; 0.05), embora entendam que &#233; razo&#225;vel dizer que ambos os constructos s&#227;o interdependentes. Esses resultados indicaram que for&#231;as distintas no ambiente de trabalho moldam a efic&#225;cia coletiva e a autoefic&#225;cia. Percep&#231;&#245;es diferentes dos professores a respeito das suas pr&#243;prias cren&#231;as sobre a capacidade de gerar mudan&#231;as significativas e as suas cren&#231;as na capacidade dos seus colegas, podem contribuir para provocar uma diferen&#231;a entre as cren&#231;as coletivas e pessoais de efic&#225;cia docente.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Skaalvik e Skaalvik (2007) examinaram a rela&#231;&#227;o entre autoefic&#225;cia e efic&#225;cia coletiva em 244 professores do Ensino Fundamental e do Ensino M&#233;dio da Noruega. A an&#225;lise fatorial realizada nos dados indicou que ambas vari&#225;veis s&#227;o positiva e fortemente correlacionadas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os v&#233;rtices <i>satisfa&#231;&#227;o no trabalho docente e efic&#225;cia coletiva,</i> formaram um par de v&#233;rtices com m&#250;ltiplas arestas (3), apontando para uma forte conex&#227;o entre as vari&#225;veis, pois tr&#234;s artigos investigaram essa rela&#231;&#227;o. Klassen, Tze, et al. (2010) defenderam que contextos culturais apontam, especificamente, diferen&#231;as significantes nos papeis desempenhados pela efic&#225;cia coletiva e as suas liga&#231;&#245;es com a satisfa&#231;&#227;o no trabalho. Esse estudo &#233; um dos primeiros a examinar as cren&#231;as coletivas de professores usando uma estrutura intercultural, investigando dados de pa&#237;ses diferentes (dois pa&#237;ses da Am&#233;rica do Norte - Canad&#225; e Estados Unidos, e um pa&#237;s do Leste Asi&#225;tico - Coreia). Concluem que as pesquisas sobre motiva&#231;&#227;o docente s&#243; ter&#227;o valor pr&#225;tico se os seus achados forem entendidos como sendo limitados por uma s&#233;rie de fatores culturais, que devem ser considerados e compreendidos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No estudo de Klassen, Tze, et al. (2010), a efic&#225;cia coletiva correlacionou-se positivamente com a satisfa&#231;&#227;o no trabalho docente, mesmo considerando a realidade de diferentes pa&#237;ses, a saber: Canad&#225; (r =.42, p&lt;.01); Estados Unidos (r =.37, p&lt;.01); Coreia (r =.48, p&lt;.01).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Notou-se, que a efic&#225;cia coletiva e a satisfa&#231;&#227;o no trabalho s&#227;o vari&#225;veis que tamb&#233;m se podem influenciar mutuamente. Os professores que est&#227;o muito satisfeitos com a sua experi&#234;ncia de trabalho relatam n&#237;veis mais elevados de cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva (Bandura, 1997,1998; Klassen, Usher, et al., 2010). Os resultados sugerem que o investimento na melhoria das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva pode elevar o n&#237;vel de satisfa&#231;&#227;o no trabalho e, consequentemente, melhorar o desempenho do professor.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O v&#233;rtice <i>situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica (SES)</i> foi o quarto elemento mais importante do multigrafo, com <i>PageRank</i> de 1,7, conectando-se a outros quatro v&#233;rtices. Houve correla&#231;&#227;o positiva entre os elementos <i>avalia&#231;&#227;o da pr&#225;tica docente e compet&#234;ncias do ensino</i> com o v&#233;rtice <i>autoefic&#225;cia,</i> este, por sua vez, correlacionou-se positivamente com <i>desempenho de alunos</i> e <i>efic&#225;cia coletiva.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A vari&#225;vel <i>situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica</i> conectou-se ao v&#233;rtice <i>efic&#225;cia coletiva</i> formando um par de v&#233;rtices com tr&#234;s liga&#231;&#245;es, atestando que tr&#234;s artigos investigaram esta rela&#231;&#227;o, isto indica uma conex&#227;o mais forte entre este par de v&#233;rtices. Entende-se que desvantagens sociodemogr&#225;ficas e socioecon&#244;micas est&#227;o associadas ao rebaixamento ou &#224; eleva&#231;&#227;o das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva docente. Acredita-se que diante de cren&#231;as coletivas elevadas, os efeitos negativos dos aspectos sociodemogr&#225;ficos s&#227;o reduzidos (Parker, Hannah, &amp; Topping, 2006). Por isso &#233; importante investir na eleva&#231;&#227;o das cren&#231;as, uma vez que, provavelmente, &#233; mais f&#225;cil mudar o n&#237;vel das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva do que os aspectos sociodemogr&#225;ficos, pois existem implica&#231;&#245;es pol&#237;ticas e estruturais envolvidas nesse processo (Parker et al., 2006). &#201; preciso considerar que, provavelmente, os professores com cren&#231;as coletivas elevadas consigam um bom desempenho no processo de ensino-aprendizagem, a despeito das desvantagens socioecon&#244;micas das escolas (Cybulski et al., 2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Goddard et al. (2004) realizaram um estudo para examinar a rela&#231;&#227;o entre efic&#225;cia coletiva e vari&#225;veis de contexto escolar, numa amostra de 96 escolas de Ensino M&#233;dio. A situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica das escolas foi positivamente correlacionada com as cren&#231;as coletivas dos professores (r = 0.31). Ou seja, os professores tendem a ter um senso mais forte de capacidade de grupo quando instruem alunos pertencentes a classes sociais mais altas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O quinto v&#233;rtice mais importante do multigrafo das correla&#231;&#245;es positivas foi <i>controle externo,</i> com <i>PageRank</i> de 1,6, estabelecendo conex&#227;o com tr&#234;s outros elementos. Houve ainda correla&#231;&#227;o positiva entre <i>controle externo</i> e os v&#233;rtices <i>organiza&#231;&#227;o do ensino</i> e <i>burnout.</i> O v&#233;rtice <i>despersonaliza&#231;&#227;o</i> foi correlacionado positivamente com <i>controle externo.</i></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Notou-se ainda que houve correla&#231;&#227;o positiva entre o v&#233;rtice <i>exaust&#227;o</i> com os elementos <i>conflito com parentes</i> e <i>problemas de comportamentos dos alunos.</i> Estes foram as vari&#225;veis que estabeleceram as mais fracas conex&#245;es neste multigrafo (<a href="#f1">Figura 1</a>), com apenas uma aresta entre os pares de v&#233;rtices, indicando que apenas um artigo investigou esta rela&#231;&#227;o (Skaalvik &amp; Skaalvik, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Vari&#225;veis - correla&#231;&#245;es negativas</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para an&#225;lise das correla&#231;&#245;es negativas apresenta-se um multigrafo de rela&#231;&#245;es. Na <a href="#f2">Figura 2</a>, s&#227;o demonstradas as correla&#231;&#245;es negativas entre as vari&#225;veis decorrentes dos resultados dos artigos levantados nesta revis&#227;o sistem&#225;tica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="#f2">Figura 2</a> representa a s&#237;ntese das correla&#231;&#245;es negativas identificadas nos artigos selecionados. Destacou-se os v&#233;rtices mais importantes por ordem de centralidade, a saber: (1) efic&#225;cia coletiva; (2) tempo de servi&#231;o; (3) autoefic&#225;cia. Utilizou-se como ponto de corte escores de <i>PageRank &gt;</i> 1,4. Entende-se que este ponto de corte indica melhor as vari&#225;veis mais importantes dos artigos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A principal vari&#225;vel do multigrafo foi a <i>efic&#225;cia coletiva,</i> com n&#237;vel de relev&#226;ncia <i>(PageRank)</i> 5, conectando-se a nove diferentes v&#233;rtices. Houve correla&#231;&#227;o negativa entre as vari&#225;veis <i>lideran&#231;a transacional, consenso de efic&#225;cia, tamanho da escola, carga de trabalho, sentimento de impot&#234;ncia e situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica, burnout, estresse no trabalho</i> com o v&#233;rtice <i>efic&#225;cia coletiva</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Adams e Forsyth (2006) investigaram a influ&#234;ncia das vari&#225;veis contextuais sobre as cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva. A pesquisa realizou-se com a participa&#231;&#227;o de 595 professores de 79 escolas de Ensino Fundamental e M&#233;dio, na cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos. Sugere-se, neste caso, que escolas com elevadas condi&#231;&#245;es de qualidade (boa situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica) s&#227;o predispostas a impedir a efic&#225;cia coletiva. Entende-se que algumas condi&#231;&#245;es escolares e de organiza&#231;&#227;o institucional podem ter interferido negativamente, tais como o excesso de cobran&#231;a de superiores, ou mesmos dos pais de alunos quanto &#224; pr&#225;tica docente.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Estes resultados apontam situa&#231;&#245;es que podem influenciar o rebaixamento das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva. Quando os professores s&#227;o sobrecarregados com longas cargas de trabalho e se deparam com salas de aula superlotadas, em escolas com grande n&#250;mero de alunos, tendem a desenvolver o sentimento de impot&#234;ncia, comprometendo as cren&#231;as coletivas, podendo desenvolver estresse no trabalho e o <i>burnout</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O segundo v&#233;rtice mais importante foi <i>tempo de servi&#231;o,</i> com <i>PageRank</i> de 2,8, conectando-se a quatro outros v&#233;rtices do multigrafo (<a href="#f2">Figura 2</a>). <i>Tempo de servi&#231;o</i> correlacionou-se negativamente com <i>motiva&#231;&#227;o de estudantes e coopera&#231;&#227;o com colegas e familiares. Tempo de servi&#231;o</i> foi correlacionada negativamente ao v&#233;rtice <i>despersonaliza&#231;&#227;o.</i> Notou-se dupla aresta entre <i>tempo de servi&#231;o</i> e <i>efic&#225;cia coletiva,</i> indicando mais forte liga&#231;&#227;o que aponta para uma correla&#231;&#227;o negativa entre as vari&#225;veis.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Skaalvik e Skaalvik (2007), no estudo com professores de Ensino Fundamental e M&#233;dio, investigaram a rela&#231;&#227;o entre tempo de servi&#231;o e efic&#225;cia coletiva. Os resultados indicaram correla&#231;&#227;o negativa entre ambas as vari&#225;veis. Percebe-se, neste estudo, que quanto mais anos de servi&#231;o o professor tem, menores s&#227;o as cren&#231;as coletivas dele.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O terceiro v&#233;rtice mais importante foi <i>autoefic&#225;cia,</i> com <i>PageRank</i> de 1,4, estabelecendo conex&#227;o com dois elementos. A <i>autoefic&#225;cia docente</i> foi negativamente correlacionada a <i>controle externo</i> e <i>burnout,</i> isto indica que quanto mais elevadas forem as cren&#231;as de autoefic&#225;cia dos professores, menos prop&#237;cios estar&#227;o a desenvolver a s&#237;ndrome do <i>burnout</i>.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Notou-se ainda que o v&#233;rtice <i>satisfa&#231;&#227;o no trabalho</i> foi negativamente correlacionado com <i>estresse no trabalho.</i> Pela espessura da seta indicada na <a href="#f2">Figura 2</a>, &#233; poss&#237;vel notar que a rela&#231;&#227;o entre estas vari&#225;veis &#233; mais forte, pois formam um par de v&#233;rtices com duas liga&#231;&#245;es (<i>in-degree</i> e <i>out-degree</i>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Intensidade dos Relacionamentos entre as Principais Vari&#225;veis</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A partir da identifica&#231;&#227;o das vari&#225;veis mais centrais deste <i>dataset</i>, encontradas atrav&#233;s das m&#233;tricas de centralidade, construiu-se uma s&#237;ntese indicando a intensidade das rela&#231;&#245;es entre as vari&#225;veis e as suas refer&#234;ncias. Para tanto, analisou-se os coeficientes de correla&#231;&#227;o, entendendo que quanto mais pr&#243;ximo de 1 ou -1 for o coeficiente, mais forte ser&#225; a correla&#231;&#227;o. Desta forma, &#233; poss&#237;vel medir o n&#237;vel de proximidade descobrindo se existe uma rela&#231;&#227;o entre as vari&#225;veis e de que natureza ela &#233;. Considera-se, como pr&#233;-requisito, apenas a inclus&#227;o de correla&#231;&#245;es significantes (p&lt;0,05) (Dancey &amp; Reidy, 2006). Assim, no <a href="#q1">Quadro 1</a> apresenta-se o resumo dessas refer&#234;ncias, tomando por base as vari&#225;veis com percentual de frequ&#234;ncia &gt; 14%, ou seja, presen&#231;a em mais de quatro artigos.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="q1"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a03q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para a categoriza&#231;&#227;o da intensidade das rela&#231;&#245;es, consideraram-se os seguintes par&#226;metros correlacionals: sem correla&#231;&#227;o (0); fraco (0,1/-0,1 a 0,3/-0,3); moderado (0,4/-0,4 a 0,6/-0,6); forte (0,7/-0,7 a 0,9/-0,9); perfeito (1) (Dancey &amp; Reidy, 2006). A an&#225;lise das rela&#231;&#245;es entre autoefic&#225;cia e efic&#225;cia coletiva indica a predomin&#226;ncia de correla&#231;&#245;es moderadas e fracas. O desempenho de alunos foi mais moderadamente correlacionado com efic&#225;cia coletiva. A situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica (SES) apresentou correla&#231;&#245;es de moderadas a fortes em rela&#231;&#227;o &#224; efic&#225;cia coletiva.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Estes dados indicam as correla&#231;&#245;es entre as vari&#225;veis, por&#233;m, n&#227;o se pode, a partir disto, apresentar informa&#231;&#245;es sobre a rela&#231;&#227;o causal entre elas, pois um relacionamento correlacional n&#227;o pode afirmar uma causalidade. A associa&#231;&#227;o entre as vari&#225;veis n&#227;o quer dizer, necessariamente, que uma cause a outra (Dancey &amp; Reidy, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&#201; poss&#237;vel detectar, no entanto, no <i>dataset</i> desta revis&#227;o sistem&#225;tica resultados de pesquisas que comprovam a rela&#231;&#227;o causal entre essas vari&#225;veis, a saber: Skaalvik e Skaalvik (2007); Parks, Solmon e Lee, (2007); Kurt, Duyar e &#199;alik (2012) conclu&#237;ram que a autoefic&#225;cia &#233; preditora da efic&#225;cia coletiva (respectivamente &#946; = .64; &#946; = .74; &#946; = .42), embora haja um consenso entre os pesquisadores de que as vari&#225;veis se influenciam mutuamente. Hoy et al. (2002), Goddard et al. (2004), Adams e Forsyth (2006) e Moolenaar et al. (2012) notaram que a efic&#225;cia coletiva &#233; um preditor do desempenho acad&#234;mico, indicando que quanto mais elevadas forem as cren&#231;as do grupo, melhores ser&#227;o os desempenhos (respectivamente &#946; = .51; &#946; = .24; p = .27; p = .48). Percebeu-se, tamb&#233;m, nesses estudos, que a situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica pode prever a efic&#225;cia coletiva docente (respectivamente &#946; = .25; &#946; = .35; &#946; = .70; &#946; = .59). Assim, os caminhos indicados pelas correla&#231;&#245;es entre as principais vari&#225;veis s&#227;o confirmados no estudo das rela&#231;&#245;es causais, por meio das an&#225;lises de regress&#227;o realizadas nos artigos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&#195;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O mapeamento dos dados coletados na presente revis&#227;o sistem&#225;tica permitiu identificar as tend&#234;ncias emp&#237;ricas dos artigos selecionados para o estudo das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva de professores, no que se refere &#224; pesquisas correlacionals.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Observou-se, considerando as correla&#231;&#245;es negativas e positivas, que algumas vari&#225;veis alcan&#231;aram destaque neste banco de dados por serem investigadas com mais frequ&#234;ncia em conjunto com a efic&#225;cia coletiva docente e por alcan&#231;arem escores mais elevados na m&#233;trica <i>PageRank</i> a saber: autoefic&#225;cia; desempenho de alunos e situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A vari&#225;vel <i>autoefic&#225;cia de professores</i> totalizou 36% dos estudos levantados, sendo a vari&#225;vel mais frequentemente investigada em conjunto com a efic&#225;cia coletiva docente. Os resultados indicaram que 100% dos artigos em quest&#227;o encontraram correla&#231;&#227;o positiva entre os dois constructos (Britner &amp; Pajares, 2006; Chan, 2008; Ciani, Summers, &amp; Easter, 2008; Gibbs &amp; Powell, 2012; Kurt et al., 2012; Lev &amp; Koslowsky, 2009; Parks et al., 2007; Skaalvik &amp; Skaalvik, 2007; Viel-Ruma, Houchins, Jolivette, &amp; Benson, 2010; Ware &amp; Kitsantas, 2007; Zambo &amp; Zambo, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A vari&#225;vel <i>desempenho dos alunos</i> totalizou 33% dos artigos encontrados, estando presente em 10 estudos. Os resultados indicaram que 100% dos artigos que investigaram a rela&#231;&#227;o entre desempenho escolar e efic&#225;cia coletiva identificaram a ocorr&#234;ncia de correla&#231;&#227;o positiva (Cybulski et al., 2005; Goddard, 2002,2006; Goddard et al., 2000; Goddard et al., 2004; Hoy et al., 2002; Kurt et al., 2012; Kurz &amp; Knight, 2004; Moolenaar et al., 2012; Putney &amp; Broughton, 2011).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A rela&#231;&#227;o entre efic&#225;cia coletiva docente e situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica (SES) da escola foi investigada em 20% dos artigos, sendo seis estudos. Todos os resultados indicaram que as vari&#225;veis foram significativamente correlacionadas (Adams &amp; Forsyth, 2006; Cybulski et al., 2005; Gibbs &amp; Powell, 2012; Hoy et al., 2002; Kurz &amp; Knight, 2004; McCoach &amp; Colbert, 2010).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A ocorr&#234;ncia mais frequente dessas vari&#225;veis nos artigos selecionados sugere que os autores t&#234;m considerado estas vari&#225;veis para identificar que fatores favorecem ou prejudicam o desenvolvimento e a eleva&#231;&#227;o das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva docente em contexto escolar. Outros constructos, no entanto, ainda s&#227;o pouco investigados, por&#233;m podem representar um movimento de renova&#231;&#227;o nesta &#225;rea do conhecimento, onde novas vari&#225;veis s&#227;o estudadas visando ampliar a compreens&#227;o da efic&#225;cia coletiva, a saber (todos com apenas uma ocorr&#234;ncia na base de dados): tamanho da escola, disciplina escolar, ra&#231;a, <i>burnout</i>, capacidade de confian&#231;a dos docentes, entre outros.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>CONSIDERA&#199;&#213;ES FINAIS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por meio desta Revis&#227;o Sistem&#225;tica realizou-se uma investiga&#231;&#227;o quanto &#224;s vari&#225;veis de pesquisa dos estudos, utilizando t&#233;cnicas de explora&#231;&#227;o e visualiza&#231;&#227;o com grafos. Os resultados aqui expostos favorecem a compreens&#227;o de como a efic&#225;cia coletiva docente vem sendo investigada nos &#250;ltimos anos, contribuindo com informa&#231;&#245;es que constituem um panorama das pesquisas nessa &#225;rea nos &#250;ltimos 13 anos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Poucos estudos se dedicam a investigar a constitui&#231;&#227;o das cren&#231;as de efic&#225;cia coletiva docente. Pesquisas futuras poder&#227;o examinar a rela&#231;&#227;o entre vari&#225;veis contextuais, fontes de informa&#231;&#227;o e cren&#231;as coletivas de efic&#225;cia. Considera-se importante, ainda, mais investiga&#231;&#245;es sobre a rela&#231;&#227;o entre vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas, culturais, econ&#243;micas e as cren&#231;as coletivas dos professores para explicar o impacto dessas vari&#225;veis no processo de ensino-aprendizagem.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Outro aspecto que necessita de aten&#231;&#227;o &#233; a rela&#231;&#227;o entre as cren&#231;as pessoais e as cren&#231;as coletivas de efic&#225;cia docente. Mais estudos s&#227;o necess&#225;rios para verificar o n&#237;vel de interdepend&#234;ncia entre estes constructos, bem como a forma como atuam na rotina escolar.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados da presente revis&#227;o sistem&#225;tica indicam, ainda, que &#233; preciso desenvolver estudos para explorar outras lacunas, tais como: an&#225;lise das cren&#231;as de professores de ensino superior, o impacto da forma&#231;&#227;o de professores nas cren&#231;as coletivas; mais estudos analisando as implica&#231;&#245;es do <i>burnout</i> nas cren&#231;as de efic&#225;cia docente de professores; mais estudos explorando o estresse, a satisfa&#231;&#227;o no trabalho e as redes sociais.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A presente revis&#227;o sistem&#225;tica possui algumas limita&#231;&#245;es decorrentes da escolha dos crit&#233;rios de inclus&#227;o. Nesse estudo, as buscas dos artigos s&#227;o realizadas apenas na base de dados do Portal de Peri&#243;dicos - CAPES (Brasil) que possui grande acervo de pesquisas tanto a n&#237;vel nacional, quanto internacional. Sugere-se que futuras pesquisas ampliem suas buscas utilizando outras bases de dados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ressalta-se que as t&#233;cnicas de explora&#231;&#227;o e visualiza&#231;&#227;o dos dados com grafo, sendo por meio de representa&#231;&#227;o geom&#233;trica ou por medidas de centralidade, foram adequadas &#224; presente revis&#227;o sistem&#225;tica, contribuindo para a identifica&#231;&#227;o dos elementos mais importantes dos artigos selecionados, bem como para a compreens&#227;o do panorama da efic&#225;cia coletiva docente, favorecendo a sistematiza&#231;&#227;o e o rigor cient&#237;fico.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Adams, C. M., &amp; Forsyth, P. B. (2006). Proximate sources of collective teacher efficacy. <i>Journal of Educational Administration, 44</i>(6), 625-642. doi:10.1108/09578230610704828</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0874-2049201500020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Azevedo, R. S. (2010). <i>Sobrecarga do cuidador informal da pessoa idosa fr&#225;gil: Uma revis&#227;o sistem&#225;tica.</i> UFMG. Retrieved from <a href="http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/GCPA-8D9LAL" target="_blank">http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/GCPA-8D9LAL</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0874-2049201500020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (1986). <i>Social foundations of thought and action: A social cognitive theory. Book.</i> Prentice-Hall, Inc.  Retrieved from <a href="http://books.google.de/books?hl=de&amp;lr=&amp;id=rcnJB7Wkr9YC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA94&amp;dq=the+social+foundations+of+thought+and+action&amp;ots=DYNNnRPwhK&amp;sig=ajTjjUIM2PPvAz2Qvjm4Wch-gEc" target="_blank">http://books.google.de/books?hl=de&amp;lr=&amp;id=rcnJB7Wkr9YC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA94&amp;dq=the+social+foundations+of+thought+and+action&amp;ots=DYNNnRPwhK&amp;sig=ajTjjUIM2PPvAz2Qvjm4Wch-gEc</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0874-2049201500020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (1989). Human agency in social cognitive theory. <i>The American Psychologist, 44</i>(9), 1175-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0874-2049201500020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (1993). Perceived SelfEfficacy in Cognitive Development and Functioning.pdf. <i>Educational Psychologist, 28</i>(2), 117-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0874-2049201500020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (1997). <i>Self-efficacy: The exercise of control.</i> New York: W. H. Freeman. Retrieved from <a href="http://books.google.com/books?id=eJ-PN9g_o-EC&amp;printsec=frontcover&amp;dq=bandura+isbn:9780716728504&amp;hl=en&amp;ei=HAwYTbKsLpTmsQPp8cCPCg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CCMQ6AEwAA#v=onepage&amp;q&amp;f=false" target="_blank">http://books.google.com/books?id=eJ-PN9g_o-EC&amp;printsec=frontcover&amp;dq=bandura+isbn:9780716728504&amp;hl=en&amp;ei=HAwYTbKsLpTmsQPp8cCPCg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CCMQ6AEwAA#v=onepageq&amp;f=false</a>      &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0874-2049201500020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (1998). Health promotion from the perspective of social cognitive theory. <i>Psychology &amp; Health, 13</i>(4), 623-649. doi:10.1080/08870449808407422</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0874-2049201500020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (2001). Social cognitive theory: An agentic perspective. <i>Annual Review of Psychology, 52,</i> 1-26. doi:10.1146/annurev.psych.52.1.1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0874-2049201500020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bandura, A. (2008). Guide for constructing self-efficacy scales. <i>Journal de Pharmacie de Beigique, 5</i>(3), 307-337. Retrieved from <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18972865" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18972865</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0874-2049201500020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Britner, S. L., &amp; Pajares, F. (2006). Sources of Science self-effica&#231;y beliefs of middle school students. <i>Journal of Research in Science Teaching, 43</i>(5), 485-499. doi:10.1002/tea.20131</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0874-2049201500020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Biruel, E., &amp; Pinto, R. (2011), <i>Biblioteca: Um profissional a servi&#231;o da pesquisa.</i> In Anais, artigo publicado em XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0874-2049201500020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Documenta&#231;&#227;o e Ci&#234;ncia da Informa&#231;&#227;o, Macei&#243;.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chan, D. W. (2008). General, collective, and domain-specific teacher self-efficacy among Chinese prospective and in-service teachers in Hong Kong. <i>Teaching and Teacher Education, 24</i>(4), 1057-1069. doi:10.1016/j.tate.2007.11.010</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0874-2049201500020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ciani, K. D., Summers, J. J., &amp; Easter, M. A. (2008). A &quot;top-down&quot; analysis of high school teacher motivation. <i>Contemporary Educational Psychology, 33</i>(4), 533-560. doi:10.1016/j.cedpsych.2007.04.002</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0874-2049201500020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cordeiro, A. M., Oliveira, G. M. de, Renter&#237;a, J. M., &amp; Guimar&#227;es, C. A. (2007). Revis&#227;o sistem&#225;tica: Uma revis&#227;o narrativa. <i>Revista Do Col&#233;gio Brasileiro de Cirurgi&#245;es.</i> doi:10.1590/S0100-69912007000600012</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0874-2049201500020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cybulski, T. G., Hoy, W. K., &amp; Sweetland, S. R. (2005). The roles of collective efficacy of teachers and fiscal efficiency in student achievement. <i>Journal of Educational Administration, 43</i>(5), 439-461. doi: 10.1108/09578230510615224</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0874-2049201500020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dancey, C. P., &amp; Reidy, J. (2006). <i>Estat&#237;stica sem matem&#225;tica para psicologia.</i> Porto Alegre:Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0874-2049201500020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gibbs, S., &amp; Powell, B. (2012). Teacher efficacy and pupil behaviour: The structure of teachers' individual and collective beliefs and their relationship with numbers of pupils excluded from school. <i>The British Journal of Educational Psychology,</i> 32 (Pt 4), 564-84. doi:10.1111/j.2044-8279.2011.02046.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0874-2049201500020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. D. (2001). Collective efficacy: A neglected construct in the study of schools and student achievement. <i>Journal of Educational Psychology, 93</i>(3),  467-476. doi:10.1037//0022-O663.93.3.467</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0874-2049201500020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. (2002). A theoretical and empirical analysis of the measurement of collective efficacy: The development of a short form. <i>Educational and Psychological Measurement, 62</i>(1), 97-110. doi: 10.1177/0013164402062001007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0874-2049201500020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. D., Hoy, W. K., &amp; Hoy, a. W. (2004). Collective Efficacy Beliefs: Theoretical Developments, Empirical Evidence, and Future Directions. <i>Educational Researcher, 33</i>(3),  3-13. <a href="http://doi.org/10.3102/0013189X033003003" target="_blank">http://doi.org/10.3102/0013189X033003003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0874-2049201500020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. D. (2006). The influence of school social composition on teachers' collective efficacy beliefs. <i>Educational Administration Quarterly,42(2),</i> 216-235. doi:10.1177/0013161X05285984</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0874-2049201500020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. D., Hoy, W. K., &amp; Hoy, A. W. (2000). Collective teacher efficacy: Its meaning, measure, and impact on student achievement. <i>American Educational Research Journal, 37</i>(2), 479-507. doi: 10.3102/00028312 037002479</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0874-2049201500020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goddard, R. D., Logerfo, L., &amp; Hoy, W. K. (2004). High school accountability: The role of perceived collective efficacy. <i>EducationalPolicy, 13</i>(3), 403-425. doi:10.1177/0895904804265066</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0874-2049201500020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hoy, W. K., Sweetland, S. R., &amp; Smith, P. A. (2002). Toward an organizational model of achievement in high schools: The significance of collective efficacy. <i>Educational Administration Quarterly, 35</i>(1), 77-93. doi: 10.1177/0013161X02381004</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0874-2049201500020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Klassen, R. M., Tze, V. M. C., Betts, S. M., &amp; Gordon, K. A. (2010). Teacher efficacy research 1998-2009: Signs of progress or unfulfilled promise?<i>Educational Psychology Review, 23</i>(1), 21-43. doi:10.1007/sl0648-010-9141-8</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0874-2049201500020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Klassen, R. M., Usher, E. L., &amp; Bong, M. (2010). Teachers' collective efficacy, job satisfaction, and job stress in cross-cultural context. <i>The Journal of Experimental Education, 75</i>(4),  464-486. doi: 10.1080/0022 0970903292975</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0874-2049201500020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kurt, T., Duyar, I., &amp; Calik, T. (2012). Are we legitimate yet?: A closer look at the casual relationship mechanisms among principal leadership, teacher self-efficacy and collective efficacy. <i>Journal of Management Development, 31</i>(1), 71-86. doi:10.1108/02621711211191014</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0874-2049201500020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kurz, T. B., &amp; Knight, S. L. (2004). An exploration of the relationship among teacher efficacy, collective teacher efficacy, and goal consensus. <i>Learning Environments Research, 7</i>(2), 111-128. doi: 10.102 3/B:LERI. 0000037198.37750.0</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0874-2049201500020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lev, S., &amp; Koslowsky, M. (2009). Moderating the collective and self-efficacy relationship. <i>Journal of Educational Administration, 47</i>(4), 452-462. doi:10.1108/09578230910967437</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0874-2049201500020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Matos, I. M. D. de. (2013). <i>Teoria dos grafos no ensino b&#225;sico e secund&#225;rio.</i> Universidade de Aveiro. Retrieved from <a href="http://hdl.handle.net/10773/12083" target="_blank">http://hdl.handle.net/10773/12083</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0874-2049201500020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McCoach, D. B., &amp; Colbert, R. D. (2010). Factors underlying the collective teacher efficacy scale and their mediating role in the effect of socioeconomic status on academic achievement at the school level. <i>Measurement and Evaluation in Counseling and Development, 43</i>(1),  31-47. doi: 10.1177/0748175610362368</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0874-2049201500020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moolenaar, N. M., Sleegers, P. J. C., &amp; Daly, A. J. (2012). Teaming up: Linking collaboration networks, collective efficacy, and student achievement. <i>Teaching and Teacher Education, 28(2),</i> 251-262. doi:10.1016/j.tate.2011.10.001</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0874-2049201500020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parker, K.; Hannah, E.; Topping, J. K. (2006). Collective teacher efficacy, pupil attainment and socio-economic status in primary school (R). <i>Improving Schools, 9</i>(2),  111-129. doi: 10.1177/1365480206064965</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0874-2049201500020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parks, M., Solmon, M., &amp; Lee, A. (2007). Understanding classroom teachers' perceptions of integrating physical activity: A collective efficacy perspective. <i>Journal of Research in Childhood Education, 21(3),</i> 316-328. doi:10.1080/02568540709594597</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0874-2049201500020000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pereira, Ã‚. L. (2006). <i>Revis&#227;o sistem&#225;tica da literatura sobre produtos usados no tratamento deferidas.</i> Universidade  Federal de Go&#237;as. 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Developing collective classroom efficacy: The teacher's role as community organizer. <i>Journal of Teacher Education, 62</i>(1),  93-105. doi:10.1177/0022487110381760</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0874-2049201500020000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Skaalvik, E. M., &amp; Skaalvik, S. (2007). Dimensions of teacher self-efficacy and relations with strain factors, perceived collective teacher efficacy, and teacher burnout <i>Journal of Educational Psychology, 99</i>(3), 611-625. doi: 10.1037/0022-0663.99.3.611</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0874-2049201500020000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Szwarcfiter, J., L. (1984). <i>Grafos e algoritmos computacionais.</i> Rio de Janeiro: Campus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0874-2049201500020000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sousa, D. J. R. de. (2010, February 8). <i>Caracteriza&#231;&#227;o de liga&#231;&#245;es entre utilizadores em redes sociais.</i> Universidade do Porto. 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Fostering Student Learning: The Relationship of Collective Teacher Efficacy and Student Achievement. <i>Leadership and Policy in Schools,</i> 3, 189-209. <a href="http://doi.org/10.1080/15700760490503706" target="_blank">http://doi.org/10.1080/15700760490503706</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0874-2049201500020000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Viel-Ruma, K., Houchins, D., Jolivette, K., &amp; Benson, G. (2010). Efficacy beliefs of special educators: The relationships among collective efficacy, teacher self-efficacy, and job satisfaction. <i>Teacher Education and Special Education: The Journal of the Teacher Education Division of the Council for Exceptional Children, 33</i>(3), 225-233. <a href="http://doi.org/10.1177/0888406409360129" target="_blank">http://doi.org/10.1177/0888406409360129</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0874-2049201500020000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ware, H., &amp; Kitsantas, A. (2007). Teacher and collective efficacy beliefs as predictors of professional commitment. <i>The Journal of Educational Research, 100</i>(5),  303-310. <a href="http://doi.org/10.3200/JOER.100.5.303-310" target="_blank">http://doi.org/10.3200/JOER.100.5.303-310</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0874-2049201500020000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Zambo, D., &amp; Zambo, B. R. (2008). The impact of professional development in mathematics on teachers' individual and collective efficacy: The stigma of underperforming. <i>Teacher Education Quarterly, 35</i>(1), 159-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0874-2049201500020000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&#234;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ma&#233;ly F. H. Ramos; Rua Augusto Corr&#234;a, N<sup>o</sup> 1, Instituto de Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o -Campus Profissional; CEP: 66075-110, Brasil. E-mail: <a href="mailto:maelyramos@hotmail.com">maelyramos@hotmail.com</a>.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido   19/02/2015</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Aceite     02/07/2015</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Financiado por:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apoio &#224; publica&#231;&#227;o: Funda&#231;&#227;o para a Ci&#234;ncia e a Tecnologia (Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o e Ci&#234;ncia, Portugal) - Programa FACC</font></p>      ]]></body><back>
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