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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A prevalência do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (tdah): uma revisão de literatura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article presents the main methodological characteristics and the results reported by the studies of the prevalence of ADHD through the articles published in the 2003-2014. We performed a search on one of the major health care databases, PubMed / MEDLINE which resulted in 23 articles. We investigated the prevalence estimates; the sampling process; the type of study; the diagnostic criteria; and the main variables explored. The mining process was carried out by the programs: EXCEL; NVivo-10, SPSS 20; and Mendeley. Results: We observed the central average of 11.26% and among estimates of prevalence found; 99% of the studies were cross-sectional; and the most widely used sampling process was the probabilistic for convenience in 26.08% of the studies. Conclusion: The results support the premise that the methodological criteria and diagnoses, increased the variability of estimates of prevalence globally.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="2">    <p><font face="Verdana" size="4"><b>A preval&#234;ncia do transtorno do d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o e hiperatividade (tdah): uma revis&#227;o de literatura</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>The prevalence of ADHD: a literature review</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ana Fl&#225;via Hora<sup>I,*</sup>, Simone Silva<sup>II</sup>, Maely Ramos<sup>III</sup>, Fernando Pontes<sup>IV</sup>, Jo&#227;o Paulo Nobre<sup>V</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I-V</sup>Universidade Federal do Par&#225;, Brasil</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspond&#234;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este artigo exp&#245;e as principais caracter&#237;sticas metodol&#243;gicas e os resultados apresentados pelos estudos de preval&#234;ncia do Transtorno do D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade (TDAH) atrav&#233;s de artigos publicados no per&#237;odo de 2003 a 2014. Realizou-se uma busca em uma das principais bases de dados da &#225;rea da sa&#250;de, o PubMed/MEDLINE que resultou em 23 artigos. Investigou-se as estimativas de preval&#234;ncia; o processo de amostragem; o tipo de estudo; os crit&#233;rios diagn&#243;sticos; e, as principais vari&#225;veis exploradas. O processo de minera&#231;&#227;o foi realizado pelos programas: EXCEL; NVIVO-IO, SPSS 20;  e MENDELEY. Resultados: Observou-se a m&#233;dia central de 11.26% entre as estimativas de preval&#234;ncia encontradas; 99% dos estudos foram transversais; e o processo de amostragem mais utilizado foi o probabil&#237;stico por conveni&#234;ncia em 26.08% dos estudos. Os resultados alcan&#231;ados apoiam a premissa de que os crit&#233;rios metodol&#243;gicos e diagn&#243;sticos ampliam a variabilidade das estimativas de preval&#234;ncia a n&#237;vel global.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: Preval&#234;ncia; TDAH; Epidemiologia; Crian&#231;as; Adolescentes.</font></p>  <hr size"1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">This article presents the main methodological characteristics and the results reported by the studies of the prevalence of ADHD through the articles published in the 2003-2014. We performed a search on one of the major health care databases, PubMed / MEDLINE which resulted in 23 articles. We investigated the prevalence estimates; the sampling process; the type of study; the diagnostic criteria; and the main variables explored. The mining process was carried out by the programs: EXCEL; NVivo-10, SPSS 20; and Mendeley. Results: We observed the central average of 11.26% and among estimates of prevalence found; 99% of the studies were cross-sectional; and the most widely used sampling process was the probabilistic for convenience in 26.08% of the studies. Conclusion: The results support the premise that the methodological criteria and diagnoses, increased the variability of estimates of prevalence globally.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords</b>: Prevalence; ADHD; Epidemiology; Children; Adolescents.</font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">A preval&#234;ncia do Transtorno do D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade (TDAH) tem sido objeto de estudo de diversas investiga&#231;&#245;es cient&#237;ficas nas &#250;ltimas d&#233;cadas, tais estudos t&#234;m proporcionado dados sobre a frequ&#234;ncia, severidade e curso do transtorno em rela&#231;&#227;o ao g&#234;nero, idade, &#225;rea geogr&#225;fica, fatores psicossociais, etc. (D&#237;az, Jim&#233;nez, Rodr&#237;guez, &amp; Afonso, 2013; Faraone, Sergeant, Gillberg, &amp; Biederman, 2003; Hodgkins et al., 2012; Polanczyk et al., 2014),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O TDAH caracteriza-se pela tr&#237;ade sintomatol&#243;gica de desaten&#231;&#227;o, hiperatividade e impulsividade, que se manifestam de maneira desproporcional tendo em vista a idade e o n&#237;vel de desenvolvimento do indiv&#237;duo (Cornejo et al., 2005; Rohde et al., 2005; S&#225;nchez, Velarde, &amp; Britton, 2011), O transtorno &#233; considerado pela Associa&#231;&#227;o Americana de Psiquiatria (American Psychiatric Association, 2013) como um problema de sa&#250;de p&#250;blica cujas implica&#231;&#245;es consistem em atividades motoras excessivas, na dificuldade em sustentar a aten&#231;&#227;o e, no controle dos impulsos. Estas caracter&#237;sticas podem comprometer o comportamento funcional do indiv&#237;duo no &#226;mbito familiar, social, laboral e, acad&#234;mico (Jin, Du, Zhong, &amp; David, 2013),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As crian&#231;as, adolescentes e adultos com o transtorno est&#227;o sujeitos a apresentar problemas na esfera social, interpessoal e intrapessoal, tais como: baixa autoestima, conflitos familiares, problemas de relacionamento entre iguais e conjugais (Biederman et al., 2012; Vaquerizo-Madrid, 2005), maior probabilidade de envolvimento em acidentes automobil&#237;sticos, pr&#225;ticas sexuais de risco, uso de subst&#226;ncias il&#237;citas, comportamentos antissociais, entre outros (Barkley &amp; Cox, 2007; Froehlich et al., 2007; Polanczyk et al., 2014; Ranby et al., 2012),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Mesmo com os avan&#231;os dos estudos gen&#233;ticos e das t&#233;cnicas de neuroimagem, ainda n&#227;o h&#225; um consenso definitivo sobre a etiologia do transtorno. A literatura cient&#237;fica sinaliza que &#233; uma s&#237;ndrome heterog&#233;nea de origem multifatorial, integrando fatores gen&#233;ticos, neurobiol&#243;gicos, ambientais e m&#250;ltiplos genes associados (Biederman, 2005; Dye, 2013; McGough &amp; McCracken, 2006; Polanczyk et al., 2014; Ranbyetal.,2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Como n&#227;o h&#225; marcadores biol&#243;gicos espec&#237;ficos, o diagn&#243;stico do transtorno &#233; essencialmente cl&#237;nico, a partir da observa&#231;&#227;o da manifesta&#231;&#227;o dos sintomas listados nos sistemas de classifica&#231;&#227;o de sa&#250;de: o DSM - Manual Diagn&#243;stico e Estat&#237;sticos de Transtorno Mental e o CID - Classifica&#231;&#227;o Internacional de Doen&#231;as (Cardo &amp; Servera, 2008; Jara, 2009). Devido &#224;s suas caracter&#237;sticas cl&#237;nicas, &#233; um dos transtornos cr&#243;nicos mais frequentes em crian&#231;as e adolescentes encaminhados aos servi&#231;os ambulatoriais especializados em sa&#250;de mental (Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; Ndukuba, Odinka, Muomah, Obindo, &amp; Omigbodun, 2014; Ramtekkar, Reiersen, Todorov, &amp; Todd, 2010).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Diante da gravidade do transtorno, conv&#233;m destacar que os estudos de preval&#234;ncia s&#227;o imprescind&#237;veis no monitoramento da frequ&#234;ncia do TDAH na popula&#231;&#227;o, e na identifica&#231;&#227;o dos fatores de risco e consequ&#234;ncias na sa&#250;de p&#250;blica (Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; Emerich, da Rocha, Silvares, &amp; Gon&#231;alves, 2012; Fern&#225;ndez, 2005). Tais estudos auxiliam na melhoria da qualidade de vida do indiv&#237;duo por identificar medidas preventivas e poss&#237;veis formas de controle (Alvarez &amp; Claros, 2012; Hern&#225;ndez-Avila, Garrido-Latorre, &amp; L&#243;pez-Moreno, 2000).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para os &#243;rg&#227;os governamentais que elaboram e planejam as pol&#237;ticas de assist&#234;ncia &#224; sa&#250;de, torna-se fundamental o conhecimento da preval&#234;ncia de uma determinada patologia na popula&#231;&#227;o para a aloca&#231;&#227;o e prioriza&#231;&#227;o de recursos destinados &#224; preven&#231;&#227;o, prote&#231;&#227;o e promo&#231;&#227;o da sa&#250;de (D&#237;az et al., 2013; Fern&#225;ndez, 2005; Hern&#225;ndez-Avila et al., 2000). Segundo o relat&#243;rio da Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de (Dye, 2013), as investiga&#231;&#245;es cient&#237;ficas t&#234;m sido indispens&#225;veis no desenvolvimento da sa&#250;de p&#250;blica, pois al&#233;m de investigarem a distribui&#231;&#227;o da enfermidade na popula&#231;&#227;o, possibilitam a an&#225;lise dos poss&#237;veis fatores determinantes (Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; D&#237;az et al., 2013; Hern&#225;ndez-Avila et al., 2000).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar das contribui&#231;&#245;es dos estudos de preval&#234;ncia, &#233; poss&#237;vel identificar algumas limita&#231;&#245;es, visto que, na qualidade de descritivos populacionais, est&#227;o condicionados aos crit&#233;rios metodol&#243;gicos, &#224; sele&#231;&#227;o da amostra representativa da popula&#231;&#227;o-alvo, &#224; localiza&#231;&#227;o geogr&#225;fica, &#224; precis&#227;o diagn&#243;stica, aos fatores sociodemogr&#225;ficos, e &#224; fonte de informa&#231;&#245;es utilizadas como forma de rastreamento (Froehlich et al., 2007; L&#243;pez-Soler, S&#225;ez, L&#243;pez, Fern&#225;ndez, &amp; Pina, 2009; Ndukuba et al., 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Reconhecendo a import&#226;ncia da an&#225;lise dos estudos de preval&#234;ncia do TDAH, o presente estudo de revis&#227;o objetivou: a) construir um panorama dos estudos de preval&#234;ncia do TDAH em crian&#231;as e adolescentes na faixa et&#225;ria dos 03 aos 17 anos b) Rastrear artigos publicados no per&#237;odo de 2003 a 2014; c) identificar as preval&#234;ncias estimadas pelos diferentes estudos a n&#237;vel internacional d) realizar uma an&#225;lise descritiva das caracter&#237;sticas metodol&#243;gicas, das vari&#225;veis exploradas, e dos crit&#233;rios de diagn&#243;stico adotados nas pesquisas realizadas no per&#237;odo estabelecido.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#201;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Estrat&#233;gias de Busca e Codifica&#231;&#227;o dos Artigos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Realizou-se um levantamento dos estudos epidemiol&#243;gicos do TDAH seguindo as diretrizes da Medicina Baseada em Evid&#234;ncias (BEM) com base nas orienta&#231;&#245;es da Colabora&#231;&#227;o Cochrane para as revis&#245;es sistem&#225;ticas (Galv&#227;o, Sawada, &amp; Trevizan, 2004).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta revis&#227;o foi constitu&#237;da por seis etapas: (1) formula&#231;&#227;o da pergunta/problema; (2) localiza&#231;&#227;o e sele&#231;&#227;o dos estudos; (3) avalia&#231;&#227;o cr&#237;tica dos estudos; (4) coleta de dados nos artigos; (5) an&#225;lise e apresenta&#231;&#227;o dos dados; (6) interpreta&#231;&#227;o dos dados (Cordeiro, Oliveira, Renter&#237;a, &amp; Guimar&#227;es, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na primeira etapa, formulou-se o problema a partir da seguinte quest&#227;o: Quais as principais caracter&#237;sticas metodol&#243;gicas dos estudos de preval&#234;ncia do TDAH em crian&#231;as e adolescentes em contexto escolar? Considerando-se a estrutura P.V.O: P (situa&#231;&#227;o problema, participantes ou contexto) -crian&#231;as ou adolescentes no contexto escola; V (vari&#225;vel principal do estudo) - a preval&#234;ncia do TDAH; O (resultado esperado) - identificar as principais caracter&#237;sticas metodol&#243;gicas dos estudos sobre a tem&#225;tica em quest&#227;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na segunda etapa (localiza&#231;&#227;o e sele&#231;&#227;o dos artigos), realizou-se uma busca na base PubMed/MEDLINE por ser uma das bases de dados mais utilizadas pelos profissionais da &#225;rea da sa&#250;de, com base no DeCS (Descritores em Ci&#234;ncias da Sa&#250;de) e no P.V.O, definindo-se, assim, os seguintes termos: TDAH, &quot;ADHD&quot;, epidemiologia, &quot;epidemiology&quot;, &quot; epidemiolog&#237;a&quot;, preval&#234;ncia, &quot;prevalence&quot;, e &quot;preval&#234;ncia&quot;.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Com a escolha dos descritores, delimitam-se as estrat&#233;gias de busca na base de dados atrav&#233;s da aplica&#231;&#227;o de operadores booleanos aos componentes da escala P.V.O. Desta maneira, para o levantamento de artigos a partir de uma estrat&#233;gia em ingl&#234;s, traduziram-se para o portugu&#234;s e o espanhol os termos equivalentes, a saber:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">(&quot;adhd&quot; OR &quot;epidemiology adhd&quot; OR &quot;prevalence adhd&quot;) AND &quot;epidemiology&quot; AND &quot;prevalence&quot; (&quot;tdah&quot; OR &quot;epidemiologia tdah&quot; OR &quot;preval&#234;ncia tdah&quot;) AND &quot;epidemiologia&quot; AND &quot;preval&#234;ncia&quot;, (&quot;tdah&quot; OR &quot;epidemiologia tdah&quot; OR &quot;preval&#234;ncia tdah&quot;) AND &quot;epidemiologia&quot; AND &quot;preval&#234;ncia&quot;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na terceira etapa, para avalia&#231;&#227;o dos artigos levantados foram considerados os seguintes crit&#233;rios de inclus&#227;o: a) estudos de delineamento transversal ou longitudinal; b) artigos que apresentavam a estimativa de preval&#234;ncia do TDAH; c) estudos compostos por amostras de crian&#231;as e adolescentes dos 3 aos 17 anos; d) artigos originais e publicados na sua totalidade; e) estudos que descrevessem os instrumentos utilizados na sele&#231;&#227;o da amostra; e f) artigos que apresentavam os descritores de busca no t&#237;tulo. E como crit&#233;rios de exclus&#227;o: a) artigos repetidos; b) artigos com amostras de adultos; c) estudos que n&#227;o estimavam a preval&#234;ncia do TDAH d) estudos que estimavam a preval&#234;ncia dos transtornos com&#243;rbidos; e) estudos que n&#227;o descreviam os instrumentos utilizados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para a avalia&#231;&#227;o cr&#237;tica dos estudos, elaboraram-se dois testes de relev&#226;ncia para avaliadores distintos com o objetivo de aumentar a confiabilidade dos resultados. O Teste de Relev&#226;ncia I foi aplicado aos artigos por um avaliador com base nas seguintes quest&#245;es: 0 estudo &#233; sobre preval&#234;ncia do TDAH? 0 objetivo do estudo est&#225; apresentado claramente? 0 estudo tem acesso livre aos pesquisadores? Os participantes do estudo eram crian&#231;as ou adolescentes? As respostas podiam ser negativas ou positivas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No Teste de Relev&#226;ncia II foram considerados apenas os artigos aprovados pelo Teste de Relev&#226;ncia I e foram aplicados por dois ju&#237;zes independentes a partir das seguintes quest&#245;es: 1<sup>a</sup>) O estudo apresenta claramente o processo de sele&#231;&#227;o da amostra?; 2<sup>a</sup>) Os instrumentos utilizados s&#227;o compat&#237;veis com os objetivos estabelecidos?; 3<sup>a</sup>) A an&#225;lise estat&#237;stica da estimativa de preval&#234;ncia est&#225; descrita?; 4<sup>a</sup>) 0 estudo apresenta as taxas de preval&#234;ncia encontradas; e a 5<sup>a</sup>) Os resultados est&#227;o descritos? Ap&#243;s a an&#225;lise dos ju&#237;zes, foram considerados os artigos que possu&#237;am um &#237;ndice de concord&#226;ncia IC &gt; 80%. O IC foi calculado a partir da f&#243;rmula: IC = A/(A+D) x 100, cuja legenda se discrimina da seguinte maneira: IC = &#237;ndice de concord&#226;ncia; A = concord&#226;ncia; D = discord&#226;ncia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na quarta etapa (coleta de dados), analisou-se a caracteriza&#231;&#227;o geral dos estudos epidemiol&#243;gicos do TDAH, explorando: a) Preval&#234;ncia do TDAH; b) Aspectos metodol&#243;gicos c) Resultados dos estudos -vari&#225;veis exploradas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na an&#225;lise dos dados (5<sup>a</sup> etapa), optou-se pela sele&#231;&#227;o dos principais achados utilizando-se os seguintes programas: (1) EXCEL para a elabora&#231;&#227;o de planilhas e tabula&#231;&#227;o dos dados; (2) NVIVO-10 para a an&#225;lise de conte&#250;do dos artigos; (3) SPSS 20 para a realiza&#231;&#227;o da an&#225;lise estat&#237;stica central da amostra sua totalidade atrav&#233;s da estat&#237;stica descritiva (m&#233;dia, desvio-padr&#227;o, valores m&#237;nimos e m&#225;ximos) e; (4) MENDELEY para a organiza&#231;&#227;o das refer&#234;ncias.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Conv&#233;m explicitar que um grafo &#233; formado por v&#233;rtices (pontos/elemento) e arestas (liga&#231;&#245;es entre pontos - conex&#245;es) que representam associa&#231;&#245;es entre elementos (Guizzo et al., 2003; Lage, 2011). Os grafos possuem m&#233;tricas (medidas) espec&#237;ficas que contribuem na investiga&#231;&#227;o entre os elementos dos estudos, por isso optou-se por essa t&#233;cnica para a an&#225;lise das conex&#245;es entre as palavras-chave dos artigos. As informa&#231;&#245;es coletadas foram interpretadas ap&#243;s a organiza&#231;&#227;o e an&#225;lise de dados (etapa 6).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&#225;lise de Dados</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O levantamento inicial resultou em 141 artigos que foram obtidos atrav&#233;s dos descritores e cruzamentos pr&#233;-determinados. Sequencialmente, dois testes de relev&#226;ncia foram aplicados para verificar a adequabilidade dos estudos aos crit&#233;rios pr&#233;-estabelecidos. Os resultados sinalizam que no refinamento inicial 12% dos artigos foram exclu&#237;dos por n&#227;o terem sido revisados por pares e 67% por serem repetidos, totalizando o quantitativo de 30 artigos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na aplica&#231;&#227;o do Teste de Relev&#226;ncia I, tr&#234;s artigos aprovados inicialmente foram exclu&#237;dos, pois dois n&#227;o identificavam os instrumentos utilizados na coleta de dados e, 1 artigo n&#227;o descrevia claramente os respondentes dos instrumentos de avalia&#231;&#227;o do TDAH. Por sua vez, no Teste de relev&#226;ncia II, quatro artigos tiveram um IC&lt; 80% de concord&#226;ncia entre os ju&#237;zes, os quais foram submetidos a nova avalia&#231;&#227;o em que se optou por exclu&#237;-los, ou seja, dos 30 artigos submetidos aos testes, 7 foram exclu&#237;dos, totalizando um quantitativo de 23 artigos (11 asi&#225;ticos, 7 americanos, 3 europeus, e 2 africanos), isto &#233;, apenas 16% se adaptaram ao modelo de exig&#234;ncia adotado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Estimativas de Preval&#234;ncia</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o &#224;s taxas de preval&#234;ncia encontradas nos diferentes pa&#237;ses, observaram-se as estimativas que variaram respectivamente de 2.7% a 31.1%, como tamb&#233;m, a faixa et&#225;ria dos sujeitos participantes dos 3 aos 17 anos, conforme se verifica no <a href="#q1">Quadro 1</a>.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="q1"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a04q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Encontrou-se uma m&#233;dia de 11.26% (95% IC= 8.4 -14.1) atrav&#233;s do teste <i>student t.</i> (<i>p</i> &lt; 0.001). Comparando os diferentes grupos de faixa et&#225;ria, observaram-se maiores estimativas de preval&#234;ncia em amostras de pr&#233;-escolares de 3 a 6 anos apresentando m&#233;dias de 25.8% (Meysamie, Fard, &amp; Mohammadi, 2011) e 31.1% respectivamente (Soma, Nakamura, Oyama, Tsuchiya, &amp;Yamamoto, 2009).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Conv&#233;m ressaltar as estimativas coincidentes em pa&#237;ses distintos com diferentes amostras, como 4.6% na China encontrada na cidade de Xangai com uma amostra de 5648 estudantes de 5 a 15 anos (Jin et al., 2013), e nas Ilhas Can&#225;rias da Espanha com 1509 estudantes na faixa et&#225;ria de 6 a 11 anos (Servera &amp; Cardo, 2007). Como tamb&#233;m, a taxa de 12.3% encontrada em uma amostra de 1083 estudantes de 5 a 6 anos, na pesquisa realizada em 10 &#225;reas urbanas do nordeste do Ir&#227;o (Abdekhodaie, Tabatabaei, &amp; Gholizadeh, 2012), e na &#237;ndia na cidade de Navi Mumbai com 132 estudantes (Ajinkya, Kaur, Gursale, &amp; Jadhav, 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Algumas estimativas de preval&#234;ncia foram relativamente pr&#243;ximas com amostras tamb&#233;m distintas em propor&#231;&#227;o, como o estudo realizado na Nig&#233;ria com 200 estudantes de 6 a 8 anos que, apontou a preval&#234;ncia de 6.6% (Ndukuba et al., 2014) e, a investiga&#231;&#227;o efetuada no Brasil com 774 estudantes de 6 a 17 anos com a estimativa de 7.6% (Freire &amp; Pond&#233;, 2005). De igual modo, o estudo realizado no Qatar com 1541 estudantes de 6 a 12 anos, estimou a preval&#234;ncia de 9.4% (Bener, Qahtani, &amp; Abdelaal, 2006), e a pesquisa administrada no Ir&#227;o (Amiri, Fakhari, Maheri, &amp; Mohammadpoor Asl, 2010) com 1658 estudantes de 7 a 15 anos, sinalizou uma taxa de preval&#234;ncia de 9.7%.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos Metodol&#243;gicos</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Compreendendo que os estudos epidemiol&#243;gicos s&#227;o importantes por proporcionarem a identifica&#231;&#227;o da incid&#234;ncia do transtorno em uma amostra representativa da popula&#231;&#227;o, torna-se imprescind&#237;vel analisar os procedimentos metodol&#243;gicos utilizados pelas pesquisas. Deste modo, a seguir apresentam-se os tipos de estudos e o processo de amostragem encontrados na presente revis&#227;o (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a04f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dos artigos categorizados, 99% foram do tipo transversal, avaliando o fen&#244;meno do TDAH e as vari&#225;veis em um &#250;nico momento, enquanto que 1% foi do tipo longitudinal (Soma et al., 2009) em que se avaliou a evolu&#231;&#227;o dos sintomas do TDAH em pr&#233;-escolares atrav&#233;s do relato dos professores em 2003 e dos pais em 2006.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por conseguinte, analisou-se a sele&#231;&#227;o da amostra (<a href="#f1">Figura 1</a>), pois compreende-se que esta serve de base para as generaliza&#231;&#245;es dos dados em uma dada popula&#231;&#227;o. Esquematizaram-se os tipos de amostra em duas categorias: probabil&#237;stica, em que todos os indiv&#237;duos de uma popula&#231;&#227;o tiveram a mesma probabilidade de serem selecionados, e n&#227;o probabil&#237;stica, em que nem todos os indiv&#237;duos de uma popula&#231;&#227;o poderiam ser escolhidos (Szwarcwald &amp; Damacena, 2008),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Do m&#233;todo probabil&#237;stico, 17.39% dos pesquisadores utilizaram a sele&#231;&#227;o amostral de maneira aleat&#243;ria simples (Alqahtani, 2010; Bener, Al Qahtani, Teebi, &amp; Bessisso, 2008; Freire &amp; Pond&#233;, 2005; S&#225;nchez et al., 2011) por meio de sorteio rand&#244;mico dos sujeitos nas escolas onde todos tinham igual probabilidade de serem escolhidos. Outro tipo de amostra foi a estratificada, em que 17.39% dos estudos (Fontana, De Vasconcelos, Werner, De G&#243;es, &amp; Liberal, 2007; Montiel-Nava, Pena, &amp; Montiel-Barbero, 2003; S&#225;nchez, Ramos, &amp; D&#237;az, 2014) dividiram a popula&#231;&#227;o em estratos, e depois realizaram a sele&#231;&#227;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, 13.05% dos estudos (Bener et al., 2006; Cornejo et al., 2005; Wolraich et al., 2012) selecionaram a amostra de maneira sistem&#225;tica cujo crit&#233;rio de probabilidade s&#243; ocorreu depois da sele&#231;&#227;o aleat&#243;ria do primeiro grupo amostral. Ademais, 17.39% (Abdekhodaie et al., 2012; Amiri et al., 2010; Kashala, Tylleskar, Elgen, Kayembe, &amp; Sommerfelt, 2005; Meysamie et al., 2011) usaram a estrat&#233;gia de sele&#231;&#227;o por conglomerados cuja popula&#231;&#227;o de escolares foi dividida em grupos, e depois foram avaliados com instrumentos psicom&#233;tricos espec&#237;ficos para a defini&#231;&#227;o da amostra final.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Do tipo de amostragem n&#227;o probabil&#237;stica, 8.70% dos estudos utilizaram o m&#233;todo de sele&#231;&#227;o por quotas (Alloway, Elliott, &amp; Holmes, 2010; Soma et al., 2009) estruturada por grupo e selecionada a partir de crit&#233;rios espec&#237;ficos, como subtipos do TDAH, g&#234;nero, idade, etc. Por outro lado, 26.08% dos estudos (Ajinkya et al., 2012; Jin et al., 2013; Ndukuba et al, 2014; Talaei, Mokhber, Abdollahian, Bordbar, &amp; Salari, 2010; Ulleb&#248;, Posserud, Heiervang, Obel, &amp; Gillberg, 2012) selecionaram a amostra por conveni&#234;ncia, conforme retornavam devidamente preenchidos os question&#225;rios enviados aos pais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A an&#225;lise dos processos metodol&#243;gicos permitiu identificar os instrumentos utilizados na detec&#231;&#227;o do TDAH para avaliar os comportamentos do ponto de vista do adolescente, pais e professores. Dos 23 artigos, 11 (Abdekhodaie et al, 2012; Alloway et al, 2010; Amiri et al, 2010; Cornejo et al, 2005; Fontana et al, 2007; Freire &amp; Pond&#233;, 2005; jin et al, 2013; Meysamie et al, 2011; Talaei et al, 2010; Vasconcelos et al, 2003; Wolraich et al, 2012) adotaram o DSM-IV para o diagn&#243;stico cl&#237;nico do TDAH, n&#227;o obstante, 1 artigo (Soma et al, 2009) fez uso do DSM-III. Por sua vez, dois artigos (Cardo, Servera, &amp; Llovera, 2007; Ndukuba et al, 2014) utilizaram o ADHD Rating Scale-IV.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em contrapartida, sete artigos adotaram o Question&#225;rio de Conners, sendo que cinco (Amiri et al, 2010; Cornejo et al, 2005; Montiel-Nava et al, 2003; S&#225;nchez et al, 2011; Talaei et al, 2010) usaram a vers&#227;o para pais e professores, e dois se restringiram a vers&#227;o para pais (Abdekhodaie et al, 2012; Bener et al, 2006); tr&#234;s estudos utilizaram a Escala Vanderbilt (Ajinkya et al, 2012; Alqahtani, 2010; Wolraich et al, 2012), e dois artigos (Kashala et al, 2005; Wolraich et al, 2012) adotaram o Question&#225;rio SDQ (Question&#225;rio de Capacidades e dificuldades). Conv&#233;m destacar que um artigo (S&#225;nchez et al, 2011) fez uso restrito da escala EDAH (Avalia&#231;&#227;o do Transtorno de d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o e hiperatividade) para professores; e um artigo (Ulleb&#248; et al, 2012) adotou o SNAP-IV.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o aos respondentes dos testes, 17 artigos (Abdekhodaie et al, 2012; Alqahtani, 2010; Amiri et al, 2010; Cornejo et al, 2005; Fontana et al, 2007; jin et al, 2013; Kashala et al, 2005; Meysamie et al., 2011; Montiel-Nava et al., 2003; Ndukuba et al, 2014; S&#225;nchez et al, 2011; Soma et al., 2009; Talaei et al, 2010; Ulleb&#248; et al., 2012; Vasconcelos et al., 2003; Wolraich et al., 2012) consideraram os pais e os professores como os principais respondentes dos instrumentos de coleta, ainda que os mesmos n&#227;o estivessem de acordo em rela&#231;&#227;o &#224; manifesta&#231;&#227;o dos sintomas do transtorno; em cinco artigos (Alloway et al, 2010; Bener et al., 2008; Bener et al., 2006; Freire &amp; Pond&#233;, 2005) os professores foram os respondentes e um artigo (Ajinkya et al, 2012) restringiu-se &#224; avalia&#231;&#227;o dos pais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados dos Estudos - Vari&#225;veis Exploradas</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para a an&#225;lise de conte&#250;do dos resultados dos artigos levantados, utilizou-se o software NVIVO 10. Para tanto, foram cumpridas as seguintes etapas: (1) organiza&#231;&#227;o e gerenciamento das fontes de dados no software; (2) codifica&#231;&#227;o das fontes; (3) visualiza&#231;&#227;o dos resultados de codifica&#231;&#227;o. Na fonte de dados resultante dos artigos selecionados destacaram-se as vari&#225;veis investigadas pelos pesquisadores. Ap&#243;s a organiza&#231;&#227;o desses dados (etapa 1) realizou-se o processo de codifica&#231;&#227;o (etapa 2) por meio da identifica&#231;&#227;o de Nodes ou N&#243;s.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os n&#243;s s&#227;o componentes de armazenamento de informa&#231;&#245;es codificadas que indicam as tem&#225;ticas exploradas nos artigos. Por se tratar de uma an&#225;lise de conte&#250;do, os n&#243;s (<a href="#f3">Figura 3</a>) receberam os c&#243;digos, formando categorias de informa&#231;&#245;es descritivas sobre as fontes de dados em an&#225;lise (Guizzo et al., 2003; Lage, 2011).</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a04f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p> <a name="f3"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a04f3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os n&#243;s podem ser organizados de duas formas no software Nvivo 10, a saber: Free Node (em que a codifica&#231;&#227;o &#233; formada por um n&#243; isolado) e; Tree Node (h&#225; um n&#243; principal e outros subn&#243;s hierarquicamente dependentes). Nesta revis&#227;o a estrutura da codifica&#231;&#227;o &#233; Tree Node. Ressalta-se que as categorias n&#227;o foram pr&#233;-definidas, mas emergiram da an&#225;lise de conte&#250;do realizada nos resultados dos artigos investigados. Sendo assim, foram criados um n&#243; principal (Epidemiologia do TDAH) e 44 subn&#243;s (<a href="#f2">Figura 2</a>) formando uma &#225;rvore de n&#243;s (Guizzo et al, 2003).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ressalta-se, na <a href="#f2">Figura 2</a>, que cada componente do Modelo &#233; um n&#243; ou subn&#243; identificado pelo &#237;cone em formato de esfera pr&#243;ximo ao r&#243;tulo do componente. Evidencia-se que as categorias n&#227;o s&#227;o exclusivas de um &#250;nico artigo, pois um mesmo estudo pode informar nos seus resultados um ou mais componentes.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s a codifica&#231;&#227;o das fontes realizou-se a an&#225;lise de cluster para visualizar os dados (etapa 3), por meio da identifica&#231;&#227;o dos grupos de subn&#243;s. Para tanto, utilizou-se a t&#233;cnica de an&#225;lise de cluster por valor atribu&#237;do do software NVIVO 10 com coeficiente Jaccard que agrupa os elementos por similaridade. Este coeficiente considera dados bin&#225;rios, no qual se entende que: 1 = presen&#231;a; 0 = aus&#234;ncia. Neste caso espec&#237;fico foram inseridas caracter&#237;sticas categ&#243;ricas (atributos) que serviram de elementos comuns entre determinados n&#243;s, formando clusters. Quando os n&#243;s ou subn&#243;s recebem atributos, os mesmos passam a ser denominados de Cases, sendo assim cada categoria dos resultados um Case. Foram criados sete atributos para qualificar os Cases no NVIVO 10 (<a href="#q2">Quadro 2</a>).</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a name="q2"> <img src="/img/revistas/psi/v29n2/29n2a04q2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">No <a href="#q2">Quadro 2</a> observam-se os atributos criados para caracterizar categoricamente os Cases. Ap&#243;s a constru&#231;&#227;o dos atributos procurou-se associ&#225;-los aos Cases envolvidos no estudo para posterior realiza&#231;&#227;o de an&#225;lise de cluster por valor atribu&#237;do. Sendo assim, os Cases foram agrupados considerando as suas associa&#231;&#245;es com os atributos supracitados (<a href="#f3">Figura 3</a>),</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A an&#225;lise de cluster por valor atribu&#237;do aplicada aos Cases representativos das vari&#225;veis exploradas pelos artigos investigados resultou em sete categorias anal&#237;ticas, a saber: (1) aspectos da fam&#237;lia; (2) aspectos do transtorno; (3) aspectos metodol&#243;gicos; (4) preven&#231;&#227;o; (5) aspectos relativos do contexto; (6) aspectos relativos &#224; escola; (7) aspectos relativos &#224; crian&#231;a.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos da Fam&#237;lia</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este grupo reuniu as seguintes categorias: ocupa&#231;&#227;o dos pais; ordem de nascimento; percep&#231;&#227;o sobre casamento; sa&#250;de na fam&#237;lia; tamanho da fam&#237;lia; tipo de fam&#237;lia; estado civil dos pais; idade da m&#227;e; n&#237;vel escolar dos pais; n&#250;mero de filhos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A ocupa&#231;&#227;o dos pais foi verificada em quatro artigos em diferentes pa&#237;ses, a saber: &#237;ndia (Ajinkya et al., 2012), no Qatar (Bener et al., 2008, 2006) e, na Rep&#250;blica Democr&#225;tica do Congo (Kashala et al., 2005) que analisaram as fam&#237;lias cujas m&#227;es eram donas de casa e os pais, os que garantiam o sustento financeiro do lar, no entanto, n&#227;o encontraram rela&#231;&#227;o significativa com a estimativa de preval&#234;ncia. Este dado foi confirmado na investiga&#231;&#227;o realizada no Ir&#227;o (Meysamie et al., 2011).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A vari&#225;vel ordem de nascimento foi investigada no Ir&#227;o com 1658 crian&#231;as por Amiri et al. (2010) e na Nig&#233;ria com uma amostra de 200 crian&#231;as por Ndukuba et al. (2014). Nos dois estudos n&#227;o foram identificadas diferen&#231;as significativas no diagn&#243;stico do TDAH. Al&#233;m desta vari&#225;vel, Ndukuba et al. (2014) relacionaram a percep&#231;&#227;o dos pais sobre o casamento e o TDAH e constataram uma rela&#231;&#227;o significativa ao verificar que 14.3% das crian&#231;as cujos pais tinham uma percep&#231;&#227;o negativa do casamento possu&#237;am o TDAH. Estes dados foram confirmados por Bener et al. (2008) e Bener et al. (2006) que tamb&#233;m investigaram a avalia&#231;&#227;o dos pais em rela&#231;&#227;o ao matrim&#243;nio. Por sua vez, a vari&#225;vel estado civil dos pais foi avaliada em um artigo (Ndukuba et al., 2014) que n&#227;o sinalizou rela&#231;&#227;o significativa com o transtorno.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dois artigos (Jin et al., 2013; Ndukuba et al., 2014) investigaram a sa&#250;de da fam&#237;lia, em particular, a sa&#250;de da m&#227;e no per&#237;odo gestacional e a sa&#250;de do beb&#234; ao nascer, todavia n&#227;o encontraram rela&#231;&#227;o significativa com o transtorno. J&#225; um estudo (Meysamie et al., 2011) realizado no Ir&#227;o com 160 m&#227;es que engravidaram entre os 18 e 35 anos, investigou a vari&#225;vel idade materna e o TDAH, mas n&#227;o encontrou rela&#231;&#227;o significativa.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Dois artigos analisaram as vari&#225;veis: tamanho da fam&#237;lia e o n&#250;mero de filhos, a saber: Ndukuba et al. (2014) avaliou as fam&#237;lias com menos ou mais de quatro filhos, e constatou uma rela&#231;&#227;o significativa entre o diagn&#243;stico do TDAH e as fam&#237;lias com mais de quatro filhos, como tamb&#233;m investigou os tipos de fam&#237;lia (monog&#226;micas, polig&#226;micas e/ou monoparentais), entretanto n&#227;o encontrou rela&#231;&#227;o significativa. Este resultado foi confirmado no estudo (Ajinkya et al., 2012) que verificou os tipos de fam&#237;lia diferenciando-as em nuclear, conjunta e fam&#237;lia de tr&#234;s gera&#231;&#245;es.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um estudo realizado em Xangai (Jin et al., 2013) analisou 5.453 question&#225;rios respondidos por pais e constatou uma maior preval&#234;ncia do transtorno em crian&#231;as cujos pais tinham o n&#237;vel educacional inferior ao segundo grau. Tal resultado foi confirmado nos EUA por Wolraich et al. (2012). No entanto, este dado n&#227;o foi confirmado em cinco estudos (Ajinkya et al., 2012; Bener et al., 2008,2006; Ndukuba et al., 2014) que relacionaram o diagn&#243;stico do transtorno com a escolaridade dos pais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos do Transtorno</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta categoria &#233; constitu&#237;da apenas pela vari&#225;vel subtipos do TDAH. Compreende-se que os subtipos s&#227;o: predominantemente desatento; predominantemente hiperativo/impulsivo ou o tipo combinado. Cinco artigos (Freire &amp; Pond&#233;, 2005; S&#225;nchez et al., 2014; S&#225;nchez et al., 2011; Talaei et al., 2010; Vasconcelos et al., 2003) n&#227;o encontraram diferen&#231;as significativas entre os tr&#234;s subtipos do TDAH. No entanto, um estudo, (Alloway et al., 2010) que investigou 964 meninos de 10 anos identificou maior frequ&#234;ncia do subtipo hiperativo/impulsivo. J&#225; Ndukuba et al. (2014) e Amiri et al. (2010) identificaram maior frequ&#234;ncia do subtipo combinado. Enquanto que Ajinkya et al. (2011) e Jin et al. (2013) identificaram maior frequ&#234;ncia do subtipo desatento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um estudo conduzido na Noruega (Ulleb&#248; et al., 2012) comparando os question&#225;rios dos pais e dos professores em rela&#231;&#227;o aos subtipos do TDAH encontrou maior frequ&#234;ncia do subtipo desatento segundo os pais. Em oposi&#231;&#227;o, em tr&#234;s estudos, sendo um realizado na Col&#244;mbia (Cornejo et al., 2005); um na Ar&#225;bia Saudita (Alqahtani, 2010) e outro na Espanha (Cardo et al., 2007) identificaram maior porcentagem do subtipo desatento no relato dos professores.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspecto Metodol&#243;gico</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta categoria &#233; constitu&#237;da apenas por um estudo. Abdekhodaie et al., (2012) realizaram no Ir&#227;o uma pesquisa que se prop&#244;s comparar as pontua&#231;&#245;es obtidas atrav&#233;s da entrevista cl&#237;nica pautada no DSM-IV e, o Question&#225;rio de Conners, um instrumento composto de dez quest&#245;es distribu&#237;das em quatro escalas: atividade, concentra&#231;&#227;o, hiperatividade e impulsividade. Os autores analisaram as respostas dos professores e dos pais de 1083 crian&#231;as em idade pr&#233;-escolar. Os resultados apontaram que o question&#225;rio &#233; um adequado screening do TDAH. Embora, esta categoria abarque apenas um artigo, destacou-se a compara&#231;&#227;o de dois m&#233;todos de avalia&#231;&#227;o em uma mesma pesquisa com duas fontes de informa&#231;&#227;o oriundos de dois contextos (familiar e escolar).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Preven&#231;&#227;o, Interven&#231;&#245;es e Tratamento</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este grupo &#233; formado pelas vari&#225;veis: rastreamento precoce; interven&#231;&#245;es farmacol&#243;gicas; e preven&#231;&#227;o. Tendo por objetivo verificar o rastreamento precoce, a pesquisa de Ndukuna et al. (2014) verificou que nenhuma das crian&#231;as identificadas com TDAH teve acesso ao sistema de sa&#250;de da zona rural do sudeste da Nig&#233;ria. Este dado revela o escasso sistema p&#250;blico de sa&#250;de neste pa&#237;s e a falta de acesso a medidas preventivas e de rastreamento precoce.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Seis estudos (Abdekhodaie et al., 2012; Alloway et al., 2010; Bener et al., 2006; Freire &amp; Pond&#233;, 2005; Meysamie et al., 2011; Soma et al., 2009) ressaltam que o rastreamento precoce do TDAH &#233; essencial para a elabora&#231;&#227;o de medidas de preven&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o ao desenvolvimento dessas crian&#231;as ao longo da vida.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Um artigo investigou a vari&#225;vel interven&#231;&#227;o farmac&#234;utica. Com uma amostra de 10427 crian&#231;as nos EUA, Wolraich et al. (2012) encontraram rela&#231;&#227;o significativa com o diagn&#243;stico do TDAH em crian&#231;as que recebiam tratamento medicamentoso.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos Relativos do Contexto</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Constitu&#237;do pelas seguintes vari&#225;veis: fatores psicossociais; nacionalidade; n&#237;vel socioecon&#244;mico; caracter&#237;sticas culturais e caracter&#237;sticas sociodemogr&#225;ficas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os fatores psicossociais foram investigados em alguns artigos (Bener et al., 2008, 2006; Ndukuba et al., 2014) que avaliaram a rela&#231;&#227;o afetiva dos pais e encontraram diferen&#231;a significativa em rela&#231;&#227;o a manifesta&#231;&#227;o dos sintomas do TDAH nos filhos. Por sua vez, os estudos (Ajinkya et al., 2012; Bener et al., 2008, 2006; Kashala et al., 2005) investigaram a ocupa&#231;&#227;o dos pais, mas n&#227;o encontraram rela&#231;&#227;o significativa com o TDAH.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o &#224; nacionalidade, destacam-se dois estudos: uma pesquisa realizada em Xangai (Jin et al., 2013) que encontrou maior estimativa de preval&#234;ncia do TDAH nas crian&#231;as estrangeiras, uma vez comparadas as crian&#231;as chinesas residentes no Distrito de Zhabei, e uma investiga&#231;&#227;o realizada no Qatar que tamb&#233;m apontou taxa de preval&#234;ncia maior nos estrangeiros que nos cataris (Bener et al., 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Sete estudos investigaram a vari&#225;vel socioecon&#244;mica (Ajinkya et al., 2012; Bener et al., 2008, 2006; Jin et al., 2013; Meysamie et al., 2011; Montiel-Nava et al., 2003; Wolraich et al., 2012) e encontraram rela&#231;&#227;o significativa em rela&#231;&#227;o ao TDAH. Por exemplo, Jin et al. (2013) verificaram a situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica dos participantes em Xangai e constataram que as fam&#237;lias que apresentavam uma renda mensal inferior a 1.000 yuan, manifestavam maior propens&#227;o ao transtorno. Wolraich et al. (2012) investigaram dois estados dos EUA, Oklahoma e Carolina do Sul, e encontraram rela&#231;&#227;o significativa da presen&#231;a do TDAH em crian&#231;as cujas fam&#237;lias apresentavam renda anual inferior a 45000 US$.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Seis artigos analisaram as caracter&#237;sticas sociodemogr&#225;ficas atrav&#233;s de question&#225;rios a fim de obterem informa&#231;&#245;es correspondentes &#224;s fam&#237;lias e ao desenvolvimento da crian&#231;a. Duas investigaram a idade da m&#227;e no per&#237;odo gestacional, mas n&#227;o encontraram rela&#231;&#227;o significativa (Jin et al., 2013; Ndukuba et al., 2014). Duas encontraram rela&#231;&#227;o significativa com o diagn&#243;stico do transtorno no que tange a situa&#231;&#227;o socioecon&#244;mica da fam&#237;lia, e outras duas verificaram o tipo de fam&#237;lia e n&#227;o encontraram diferen&#231;a significativa (Ajinkya et al., 2012; Ndukuba et al., 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos Relativos &#224; Escola</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Constitu&#237;do pelas seguintes vari&#225;veis: n&#237;vel de ensino; n&#250;mero de estudantes em classe; tipo de escola; apoio escolar; forma&#231;&#227;o dos professores.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dois estudos realizados no Ir&#227;o, Amiri et al. (2010) e Talaei et al. (2010), avaliaram o n&#237;vel de ensino e o diagn&#243;stico do TDAH, mas n&#227;o encontraram rela&#231;&#227;o significativa. No que tange a vari&#225;vel n&#250;mero de estudantes em classe, um artigo (Talaei et al., 2010) n&#227;o constatou correla&#231;&#227;o significativa.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No que concerne ao tipo de escola onde ocorreu a sele&#231;&#227;o das amostras, sete estudos utilizaram amostras de escolas p&#250;blicas (Alloway et al., 2010; Bener et al., 2008, 2006; Fontana et al., 2007; Montiel-Nava et al., 2003; S&#225;nchez et al., 2011; Vasconcelos et al., 2003), ao passo que tr&#234;s (Amiri et al., 2010; Freire &amp; Pond&#233;, 2005; Vasconcelos et al., 2003), foram realizados em escolas p&#250;blicas e privadas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Partindo da premissa de que os sintomas do TDAH podem comprometer o desempenho acad&#234;mico, um estudo verificou a vari&#225;vel apoio escolar como forma de suporte &#224;s dificuldades escolares dos alunos em 12 escolas regulares do Reino Unido (Alloway et al., 2010), e constatou que os alunos com o transtorno s&#227;o os mais demandantes de apoio. J&#225; no que tange &#224; vari&#225;vel forma&#231;&#227;o dos professores em compara&#231;&#227;o com forma&#231;&#227;o dos pais, tamb&#233;m respondentes dos question&#225;rios de TDAH, um estudo realizado na Ar&#225;bia Saudita (Alqahtani, 2010) n&#227;o encontrou diferen&#231;a significativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Aspectos Relativos &#224; Crian&#231;a</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este grupo &#233; formado pelas seguintes vari&#225;veis: desempenho acad&#234;mico, desempenho neuropsicol&#243;gico, desenvolvimento cognitivo, g&#234;nero, hist&#243;ria de desenvolvimento, idade, etnia, comportamento infantil e condi&#231;&#245;es m&#233;dicas gerais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o &#224; vari&#225;vel desempenho acad&#234;mico, um estudo (Bener et al., 2006) avaliou a performance acad&#234;mica das crian&#231;as com e sem os sintomas do TDAH. Os autores constataram que aquelas que manifestavam os sintomas, sinalizaram desempenho acad&#234;mico inferior aos seus colegas de classe sem o diagn&#243;stico do TDAH. J&#225; os estudos realizados na Col&#244;mbia (Cornejo et al., 2005) e no Panam&#225; (S&#225;nchez et al., 2011) sugerem maior repeti&#231;&#227;o de ano por alunos que manifestam o transtorno.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um estudo (Montiel-Nava et al., 2003) avaliou o desempenho neuropsicol&#243;gico e o desenvolvimento cognitivo de crian&#231;as diagnosticadas com TDAH atrav&#233;s de testes de intelig&#234;ncia WISC-III e WPPSI-R. Os seus resultados evidenciam que os estudantes classificados dentro do subtipo desatento apresentam um menor QI comparado aos demais subtipos. Por outro lado, a pesquisa realizada por Cornejo et al. (2005) que utilizou o WISC-R e o WAIS para avaliar a cogni&#231;&#227;o das crian&#231;as e adolescentes, encontrou os menores QIs entre os participantes classificados dentro do subtipo hiperativo/impulsivo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que concerne ao comportamento infantil, um estudo (Bener et al., 2008) avaliou os comportamentos de desobedi&#234;ncia, irritabilidade, condutas antissociais, e observou maior frequ&#234;ncia nas crian&#231;as com TDAH, uma vez comparada ao grupo controle.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o ao g&#233;nero, quatro estudos n&#227;o encontraram diferen&#231;a significativa entre o g&#234;nero feminino e masculino (Kashala et al., 2005; Ndukuba et al., 2014; S&#225;nchez et al., 2011; Vasconcelos et al., 2003). Por sua vez, 14 estudos (Abdekhodaie et al., 2012; Alqahtani, 2010; Amiri et al., 2010; Bener et al., 2008, 2006; Cornejo et al., 2005; Fontana et al., 2007; Freire &amp; Pond&#233;, 2005; Jin et al., 2013; Meysamie et al., 2011; Montiel-Nava et al., 2003; S&#225;nchez et al., 2014; Soma et al., 2009; Ulleb&#248; et al., 2012) apontaram maior preval&#234;ncia no sexo masculino.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que tange a hist&#243;ria do desenvolvimento, S&#225;nchez et al. (2011) utilizaram o BASC-2 (<i>Behavior Assessment System for Children, Second Edition</i>) a fim de obter uma vis&#227;o geral do desenvolvimento da crian&#231;a, hist&#243;ria cl&#237;nica e desempenho acad&#233;mico, comparando dois grupos: com e sem TDAH. Os dados indicaram diferen&#231;as entre os grupos, em que os pais com os filhos com TDAH utilizaram com mais frequ&#234;ncia os servi&#231;os m&#233;dicos e psicol&#243;gicos em compara&#231;&#227;o com os que n&#227;o manifestavam os sintomas do transtorno. Por sua vez, um estudo (Kashala et al., 2005) investigou a idade dos pais no per&#237;odo da gravidez e alguns fatores perinatais como a gravidez, o peso do beb&#234; ao nascer e hist&#243;ria m&#233;dica, no entanto, n&#227;o encontrou diferen&#231;a significativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que concerne &#224; vari&#225;vel idade, um estudo realizado nos EUA (Wolraich et al., 2012) investigou os grupos de 5 a 13 anos e encontrou maior frequ&#234;ncia do TDAH entre os participantes que se encontravam na faixa et&#225;ria dos 8 aos 10 anos. J&#225; o estudo realizado no Qatar (Bener et al., 2006) encontrou maior preval&#234;ncia entre os dos 10 aos 12 anos. A investiga&#231;&#227;o em Xangai (Jin et al., 2013) identificou maior frequ&#234;ncia entre os de 7 a 10 anos. O estudo conduzido no Jap&#227;o (Soma et al., 2009) sinalizou maior porcentagem dos 4 aos 5 anos. N&#227;o obstante, 5 estudos (Amiri et al., 2010; Bener et al., 2006; Cornejo et al., 2005; Kashala et al., 2005; Ndukuba et al., 2014) n&#227;o identificaram rela&#231;&#245;es entre a idade e o transtorno.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No tocante &#224; etnia, tr&#234;s estudos (Fontana et al., 2007; Jin et al., 2013; Wolraich et al., 2012) n&#227;o encontraram associa&#231;&#227;o com a presen&#231;a do transtorno. Por sua vez, quanto &#224; avalia&#231;&#227;o das condi&#231;&#245;es m&#233;dicas como explora&#231;&#227;o complement&#225;ria, um estudo realizado no Brasil (Vasconcelos et al., 2003) em uma escola p&#250;blica prim&#225;ria, al&#233;m de verificar os sintomas do TDAH, avaliou as poss&#237;veis anormalidades associadas, como: asma br&#244;nquica, dist&#250;rbio de ansiedade, dist&#250;rbios do sono, epilepsia parcial complexa, surdez e pediculose, a fim de estabelecer uma anamnese cl&#237;nica mais acurada, contudo n&#227;o analisou a rela&#231;&#227;o destas patologias com o TDAH.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&#195;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O foco desta revis&#227;o foi caracterizar atrav&#233;s de um mapeamento de dados, 23 estudos de preval&#234;ncia do TDAH realizados em diferentes &#225;reas geogr&#225;ficas de quatro continentes (Am&#233;rica, &#193;sia, Europa e &#193;frica) objetivando construir um panorama destas investiga&#231;&#245;es. Em rela&#231;&#227;o &#224; preval&#234;ncia do transtorno, observou-se a m&#233;dia de 11.26% entre as estimativas de preval&#234;ncia encontradas (95% IC=8.4 -14.1; <i>p</i> &lt; 0.001), sendo que as mesmas variaram de 2.7% a 31.1% nos diferentes pa&#237;ses. Em vista dessa discrep&#226;ncia, alguns dos estudos levantados (Alloway et al., 2010; Amiri et al., 2010; Cardo et al., 2007; Fontana et al., 2007; Kashala et al., 2005; Meysamie et al., 2011; Wolraich et al., 2012) apontaram que as estimativas encontradas n&#227;o podem ser generalizadas a outros contextos geogr&#225;ficos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Conv&#233;m ressaltar que as maiores estimativas de preval&#234;ncia foram encontradas em amostras de pr&#233;-escolares de 3 a 6 anos, apresentando m&#233;dias de 25.8% (Meysamie et al., 2011) e 31.1% (Soma et al., 2009), ultrapassando a m&#233;dia percentual de 3% a 7% considerada pela Associa&#231;&#227;o Psiqui&#225;trica Americana (Willcutt, 2012), fato que p&#245;e em evid&#234;ncia os procedimentos metodol&#243;gicos utilizados, a fonte de informa&#231;&#227;o adotada como refer&#234;ncia, os diferentes crit&#233;rios diagn&#243;sticos aplicados (Cardo &amp; Servera, 2008; Faraone et al., 2003; Polanczyk, De Lima, Horta, Biederman, &amp; Rohde, 2007; Willcutt et al., 2012), o processo de sele&#231;&#227;o da amostra, e a idade dos sujeitos, j&#225; que as inquieta&#231;&#245;es motoras tendem a ser mais evidenciadas na inf&#226;ncia que na adolesc&#234;ncia, o que pode resultar em subdiagn&#243;sticos ou hiperdiagn&#243;sticos (Russell a. Barkley et al., 2006; Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; Polanczyk et al., 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma metan&#225;lise realizada por Wilcullt (2012) de 86 estudos envolvendo crian&#231;as e adolescentes, e 11 estudos com adultos, assinalou que a varia&#231;&#227;o entre as estimativas de preval&#234;ncia do transtorno podem ocorrer de acordo com os algoritmos de diagn&#243;stico utilizados para definir o TDAH. Destacam que o controle dos mesmos, poder&#227;o minimizar essas diverg&#234;ncias.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o ao delineamento dos estudos levantados, observaram-se que a maioria, 99%, foi do tipo transversal. Essa diferen&#231;a acentuada pode ser em fun&#231;&#227;o das vantagens apresentadas no modelo transversal. Os estudos transversais (Ciappon, 2010) s&#227;o eficientes nas investiga&#231;&#245;es epidemiol&#243;gicas por determinarem a preval&#234;ncia em um dado momento, al&#233;m de serem econ&#243;micos e n&#227;o demandarem de um largo per&#237;odo de tempo, embora apresentem desvantagens como a possibilidade de omitirem alguns casos de preval&#234;ncia, os vieses, e a falta de interpreta&#231;&#227;o de causa-efeito, visto que, as informa&#231;&#245;es dos fatores de risco e dos eventos ocorrerem de maneira simult&#226;nea.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com Fern&#225;ndez (2005), as vantagens dos estudos transversais estariam relacionadas com a representatividade da popula&#231;&#227;o e a elevada validade interna da amostra, enquanto que as desvantagens estariam relacionadas ao fator temporal que impossibilita a interpreta&#231;&#227;o dos termos de causalidade, viabilizando apenas o estabelecimento de associa&#231;&#245;es gerais. Contrastando as vantagens, Cardo e Severa (2008) destacam que os estudos transversais s&#227;o limitados na identifica&#231;&#227;o da preval&#234;ncia do TDAH por n&#227;o avaliarem as altera&#231;&#245;es neurocomportamentais que variam no desenvolvimento do indiv&#237;duo ao longo da vida, uma vez que se trata de um transtorno do desenvolvimento, estando vinculada a matura&#231;&#227;o do indiv&#237;duo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, Fern&#225;ndez (2005) pontua que a vantagem de estudo epidemiol&#243;gico do tipo longitudinal estaria relacionada ao evidente processo temporal de causa-efeito e &#224; possibilidade de avaliar em m&#250;ltiplas condi&#231;&#245;es e exposi&#231;&#245;es dos sintomas da patologia, embora apresente elevados custos financeiros. Dos 23 estudos categorizados, apenas uma investiga&#231;&#227;o (Soma et al., 2009) apontou o desenho transversal como limita&#231;&#227;o metodol&#243;gica. A quase un&#226;nime decis&#227;o dos autores na escolha do modelo transversal sugere que o fator temporal teve maior impacto no desenho do estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&#231;&#227;o ao processo de amostragem, os tipos diversificados sinalizaram os diferentes procedimentos utilizados pelos autores, fato que, sup&#245;em, o tamanho da popula&#231;&#227;o investigada, a disponibilidade dos participantes, e os ambientes de coleta de dados tenham influenciado na delimita&#231;&#227;o do tipo de sele&#231;&#227;o de amostra (Szwarcwald &amp; Damacena, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No tocante aos crit&#233;rios diagn&#243;sticos utilizados pelos 23 artigos, observou-se que o DSM-IV foi um dos mais referenciados. O Manual Estat&#237;stico dos Transtornos Mentais, ainda que seja necess&#225;rio para a classifica&#231;&#227;o dos transtornos a n&#237;vel global, &#233; uma fonte de controv&#233;rsia entre os pesquisadores, tendo em vista que o diagn&#243;stico se fundamentar&#225; exclusivamente na an&#225;lise comportamental do indiv&#237;duo por n&#227;o haver marcadores biol&#243;gicos definidos (Cornejo et al., 2005), al&#233;m de demandar experi&#234;ncia e conhecimento te&#243;rico por parte do profissional (Barbosa, 2001; Catal&#225;-Lopez et al., 2012). Cabe ressaltar que nenhum dos artigos selecionados utilizou o CID-10 (Classifica&#231;&#227;o Internacional de Doen&#231;as), sistema de classifica&#231;&#227;o que apresenta diferentes crit&#233;rios diagn&#243;sticos do TDAH em compara&#231;&#227;o com o DSM (Jara, 2009). Sugestiona-se que seria interessante a compara&#231;&#227;o dos dois sistemas de classifica&#231;&#227;o em uma mesma amostra, por exemplo.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No que concerne &#224;s vari&#225;veis exploradas pelos pesquisadores, observaram-se diverg&#234;ncias nos resultados publicados e como se tratam, na maioria, de estudos transversais, n&#227;o se analisaram com precis&#227;o as rela&#231;&#245;es de causa e efeito entre elas, a saber: a percep&#231;&#227;o negativa dos pais sobre casamento e o TDAH nos filhos, e o tamanho da fam&#237;lia, possivelmente estariam relacionados &#224; manifesta&#231;&#227;o dos sintomas do transtorno que repercute diretamente na din&#226;mica familiar (Barkley, Guevremont, Anastopoulos, &amp; Fletcher, 1992; Jara, 2009; Polanczyk et al., 2014). Nas vari&#225;veis subtipos do transtorno, idade e g&#234;nero, observaram-se discord&#226;ncias entre os artigos, possivelmente esta diverg&#234;ncia deve-se a diferentes tipos de amostras e crit&#233;rios diagn&#243;sticos adotados (Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; Cordeiro et al., 2007; Polanczyk et al., 2014; Ramtekkar et al., 2010; Rohde et al., 2005; Willcutt et al., 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, os fatores psicossociais, o n&#237;vel socioecon&#244;mico familiar, desempenho acad&#233;mico e cognitivo das crian&#231;as foram apontadas como tendo rela&#231;&#227;o significativa com a sintomatologia do TDAH. Estes achados confirmam a necessidade da cria&#231;&#227;o de medidas preventivas do transtorno (Alvarez &amp; Claros, 2012; Faraone et al., 2003; L&#243;pez-Soler, Puerto, L&#243;pez-Pina, &amp; Prieto, 2009; Polanczyk et al., 2014; Willcutt et al., 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Com base nos dados apresentados, pode-se concluir que as diferentes estimativas de preval&#234;ncia apresentadas variaram em fun&#231;&#227;o dos crit&#233;rios metodol&#243;gicos e diagn&#243;sticos adotados pelos pesquisadores, do processo de amostragem, como tamb&#233;m, do contexto e dos instrumentos adotados na coleta dos dados (Catal&#225;-L&#243;pez et al., 2012; Faraone et al., 2003; Polanczyk et al., 2007; Rohde et al., 2005; Willcutt et al., 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>CONSIDERA&#199;&#213;ES FINAIS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O panorama caracter&#237;stico dos estudos de preval&#234;ncia do TDAH nos distintos pa&#237;ses descritos neste estudo serve de base para outros pesquisadores interessados na tem&#225;tica em quest&#227;o, pois ilustra os delineamentos dos estudos, os crit&#233;rios metodol&#243;gicos adotados, principalmente o uso do DSM como um consenso alargado na pr&#225;tica cl&#237;nica, e as poss&#237;veis influ&#234;ncias refletidas nas variadas estimativas de preval&#234;ncia. Estas informa&#231;&#245;es podem contribuir para a fundamenta&#231;&#227;o de hip&#243;teses de outros estudos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&#201; incontest&#225;vel a necessidade de investiga&#231;&#245;es com uma maior precis&#227;o metodol&#243;gica para averiguar a magnitude das diversificadas estimativas de preval&#234;ncia, uma vez que as varia&#231;&#245;es das mesmas repercutir&#227;o diretamente na cria&#231;&#227;o de pol&#237;ticas p&#250;blicas voltadas a assist&#234;ncia a popula&#231;&#227;o com o transtorno.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar das suas contribui&#231;&#245;es, o presente estudo apresenta limita&#231;&#245;es por considerar apenas uma base de dados no levantamento dos artigos, excluindo publica&#231;&#245;es em forma de disserta&#231;&#245;es, teses e cap&#237;tulos de livros, como tamb&#233;m, estudos n&#227;o publicados apresentados em congressos. As preval&#234;ncias das principais comorbilidades do TDAH tamb&#233;m poderiam ter sido investigadas, o que ampliaria no quantitativo de estudos categorizados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados alcan&#231;ados apoiam a premissa de que os crit&#233;rios metodol&#243;gicos e diagn&#243;sticos, a sele&#231;&#227;o das amostras, e a fonte de informa&#231;&#227;o, ampliam a variabilidade das estimativas de preval&#234;ncia a n&#237;vel global. Futuras pesquisas poder&#227;o investigar a rela&#231;&#227;o direta desses fatores no estabelecimento do diagn&#243;stico do TDAH, e consequentemente na taxa de preval&#234;ncia alcan&#231;ada.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Abdekhodaie, Z., Tabatabaei, S. M., &amp; Gholizadeh, M. (2012). The investigation of ADHD prevalence in kindergarten children in northeast Iran and a determination of the criterion validity of Conners' questionnaire via clinical interview. <i>Research in Developmental Disabilities, 33</i>(2), 357-361. doi:10.1016/j.ridd.2011.10.006</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0874-2049201500020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ajinkya, S., Kaur, D., Gursale, A., &amp; Jadhav, P. (2012). Prevalence of Parent-Rated Attention D&#233;ficit Hyperactivity Disorder and Associated Parent-Related Factors in Primary School Children of Navi Mumbai-A School Based Study. <i>The Indian Journal of Pediatrics, 80</i>(March), 207-210. doi: 10.1007/s12098-012-0854-1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0874-2049201500020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alloway, Tâ€ž Elliott, J., &amp; Holmes, J. (2010). The prevalence of ADHD-like symptoms in a community sample. <i>Journal of Attention Disorders, 14</i>(1), 52-56. doi:10.1177/1087054709356197</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0874-2049201500020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alqahtani, M. M. J. (2010). Attention-deficit hyperactive disorder in school-aged children in Saudi Arabia <i>European Journal of Pediatrics, 169</i>(9), 1113-1117. doi:10.1007/s00431-010-1190-y</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0874-2049201500020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alvarez, C. V., &amp; Claros, J. a V. (2012). Trastorno por D&#233;ficit de Atencion e Hiperactividad (TDAH), una problem&#225;tica a abordar en la pol&#237;tica p&#250;blica de primera infancia en Colombia. <i>Revista de Salud Publica, 14</i>(2), 113-128. doi:10.1590/S0124-00642012000800010</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0874-2049201500020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">American Psychiatric Association. (2013). Highlights of Changes from DSM-IV-TR to DSM-5. <i>American Psychiatric Association, Washington.</i> doi:10.1176/appi.focus.ll.4.525</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0874-2049201500020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Amiri, S., Fakhari, A., Maheri, M., &amp; Mohammadpoor Asl, A. (2010). Attention deficit/hyperactivity disorder in primary school children of Tabriz, North-West Iran. <i>Paediatric and Perinatal Epidemiology, 24</i>(6), 597-601. doi:10.1111/j.1365-3016.2010.01145.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0874-2049201500020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barkley, R. a, Guevremont, D. C., Anastopoulos, a D., &amp; Fletcher, K. E. (1992). A comparison ofthree family therapy programs for treating family conflicts in adolescents with attention-deficit hyperactivity disorder. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 60</i>(3), 450-462. doi:10.1037/0022-006X.60.3.450</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0874-2049201500020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barkley, R. a., &amp; Cox, D. (2007). A review of driving risks and impairments associated with attention-deficit/hyperactivity disorder and the effects of stimulant medication on driving performance. <i>Journal of Safety Research,</i> 38(1), 113-128. doi:10.1016/j.jsr.2006.09.004</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0874-2049201500020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barkley, R. a., Edwards, G., Laneri, M., Fletcher, K., Metevia, L., Catal&#225;-L&#243;pez, F., ... Alda-D&#237;ez, J. a. (2006). Social and Emotional Impairment in Children and Adolescents with ADHD and the Impact on Quality of bife. <i>Psychological Medicine, 3</i>(2), 1436-1441. doi:10.1176/appi.focus.11.4.525</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0874-2049201500020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bener, A., Al Qahtani, R., Teebi, A. S., &amp; Bessisso, M. (2008). The prevalence of attention d&#233;ficit hyperactivity symptoms in schoolchildren in a highly consanguineous community. <i>Medical Principies and Practice, 17</i>(6), 440-446. doi:10.1159/000151564</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0874-2049201500020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bener, A., Qahtani, R. Al, &amp; Abdelaal, I. (2006). The prevalence of ADHD among primary school children in an Arabian society <i>.Journal of Attention Disorders, 10</i>(1), 77-82. doi:10.1177/1087054705284500</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0874-2049201500020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Biederman, J. (2005). Attention-deficit/hyperactivity disorder: A selective overview. <i>Biological Psychiatry, 57</i>(11), 1215-1220. doi:10.1016/j.biopsych.2004.10.020</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0874-2049201500020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Biederman, J., Spencer, T., Lomedico, a., Day, H., Petty, C. R., &amp; Faraone, S. V. (2012). Deficient emotional self-regulation and pediatric attention d&#233;ficit hyperactivity disorder: a family risk analysis. <i>Psychological Medicine, 42,</i> 639-646. doi:10.1017/S0033291711001644</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0874-2049201500020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cardo, E., &amp; Servera, M. (2008). Trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n/hiperactividad: Estado de la cuesti&#243;n y futuras l&#237;neas de investigaci&#243;n. <i>Revista de Neurologia, 46</i>(6), 365-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0874-2049201500020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cardo, E., Servera, M., &amp; Llovera, J. (2007). Estimaci&#243;n de la preval&#234;ncia del trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n e hiperactividad en la poblaci&#243;n normal de la isla de Mallorca. <i>Revista de Neurologia, 44</i>(1), 10-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0874-2049201500020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Catal&#225;-L&#243;pez, F., Peir&#243;, S., Ridao, M., Sanf&#233;lix-Gimeno, G., G&#232;nova-Maleras, R., &amp; Catal&#225;, M. a. (2012). 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Retrieved from <a href="http://www.foroaps.org/files/1340ad86707f80da800b750a285777ea.pdf">www.foroaps.org/files/1340ad86707f80da800b750a285777ea.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0874-2049201500020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cordeiro, A. M., Oliveira, G. M. De, Renter&#237;a, J. M., &amp; Guimar&#227;es, C. A. (2007). Revis&#227;o sistem&#225;tica: uma revis&#227;o narrativa. <i>Revista Do Col&#233;gio Brasileiro de Cirurgi&#245;es, 34</i>(6), 428-431. doi:10.1590/S0100-69912007000600012</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0874-2049201500020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cornejo, J. W., Os&#237;o, O., S&#225;nchez, Y., Carrizosa, J., S&#225;nchez, G., Grisales, H., ... Holgu&#237;n, J. (2005). Preval&#234;ncia del trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n-hiperactividad en ninos y adolescentes colombianos. <i>Revista De Neurologia, 40</i>(12), 716-722.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0874-2049201500020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">D&#237;az, A., Jim&#233;nez, J., Rodr&#237;guez, C., &amp; Afonso, M. (2013). Consideraciones de los est&#250;dios de preval&#234;ncia del trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n con o sin hiperactividad (TDAH). <i>Revista de Psicologia Y Educaci&#243;n, 8</i>(2), 155-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0874-2049201500020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dye, C. (2013). Investigaciones para una cobertura sanitaria universal. <i>Revista deAnalisis Economico, 9</i>(1), 127-150. doi: 10.2105/AJPH.2013.301254</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0874-2049201500020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Emerich, D. R., da Rocha, M. M., Silvares, E. F. D. M., &amp; Gon&#231;alves, J. D. P. (2012). Diferen&#231;as Quanto ao G&#234;nero entre Escolares Brasileiros Avaliados pelo Invent&#225;rio de Comportamentos para Crian&#231;as e Adolescentes (CBCL/6-18). <i>Psico-Pucrs, 43,</i> 380-387.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0874-2049201500020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fara&#243;ne, S. V, Sergeant, J., Gillberg, C., &amp; Biederman, J. (2003). The worldwide prevalence of ADHD: is it an American condition?<i> World Psychiatry: Official Journal of the World Psychiatric Assoeiation (WPA), 2</i>(2), 104-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0874-2049201500020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fern&#225;ndez, E. (2005). Est&#250;dios epidemiol&#243;gicos (STROBE). <i>Medicina Cl&#237;nica, 125,</i>  43-48. doi: 10.1016/S0025-7753(05)72209-0</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0874-2049201500020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fontana, R. D. S., De Vasconcelos, M. M., Werner, J., De G&#243;es, F. V., &amp; Liberal, E. F. (2007). Preval&#234;ncia de TDAH em quatro escolas p&#250;blicas brasileiras. <i>Arquivos de Neuro-Psiquiatria, 65</i>(1), 134-137. doi: 10.159 0/S0004-282X2007000100027</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0874-2049201500020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freire, A. C., &amp; Pond&#233;, M. (2005). Estudo piloto da preval&#234;ncia do transtorno de d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o e hiperatividade entre crian&#231;as escolares na cidade do Salvador, Bahia, Brasil. <i>Arquivos de Neuro-Psiquiatria,</i> 63(2 B), 474-478. doi:10.1590/S0004-282X2005000300020</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0874-2049201500020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Froehlich, T. E., Lanphear, B. P., Epstein, J. N., Barbaresi, W. J., Katusic, S. K., &amp; Kahn, R. S. (2007). Prevalence, recognition, and treatment of attention-deficit/hyperactivity disorder in a national sample of US children. <i>Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine, 161</i>(9), 857-864. doi:10.1001/archpedi.161.9.857</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0874-2049201500020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Galv&#227;o, C. M., Sawada, N. O., &amp; Trevizan, M. A. (2004). Revis&#227;o sistem&#225;tica: Recursos que proporciona a incorpora&#231;&#227;o nas evid&#234;ncias na pr&#225;tica da enfermagem. <i>Revista Latino-Americana de Enfermagem Latino-Americana Enfermagem, 12</i>(3), 549-556.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0874-2049201500020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Guizzo, B. S., Krziminski, C. O., &amp; Oliveira, D. (2003). O software QSR NVivo 2.0 na an&#225;lise qualitativa de dados: Ferramenta para a pesquisa em ci&#234;ncias humanas e da sa&#250;de. <i>Revista Ga&#250;cha de Enfermagem, 24</i>(1), 53-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0874-2049201500020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hern&#225;ndez-Avila, M., Garrido-Latorre, F., &amp; L&#243;pez-Moreno, M. (2000). Dise&#241;o de est&#250;dios epidemiol&#243;gicos. <i>Salud P&#250;blica de M&#233;xico, 42</i>(2), 144-154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0874-2049201500020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hodgkins, P., Arnold, L. E., Shaw, M., Caci, H., Woods, J. K., &amp; Young, S. (2012). A systematic review of global publication trends regarding long-term outeomes of ADHD. <i>Frontiers in Psychiatry,</i> 2(JAN), 1-18. doi: 10.3389/fpsyt.2011.00084</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0874-2049201500020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jara Segura, A. B. (2009). EI TDAH, Trastorno por D&#233;ficit de Atenci&#243;n con Hiperactividad, en las clasificaciones diagn&#243;sticas actuales ( C . I . E . 10 , D . S . M . IV â€“ R y C . F . T . M . E . A .â€“ R 2000 ). <i>Norte de Salud Mental,</i> 30-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0874-2049201500020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jin, W., Du, Y., Zhong, X., &amp; David, C. (2013). Prevalence and contributing factors to attention d&#233;ficit hyperactivity disorder: A study of five-to fifteen-year-old children in Zhabei District, Shanghai. <i>Asia-Pacific Psychiatry,</i> 1-8. doi:10.1111/appy.12114</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0874-2049201500020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kashala, E., Tylleskar, T., Elgen, I., Kayembe, K. T., &amp; Sommerfelt, K. (2005). Attention d&#233;ficit and hyperactivity disorder among school children in Kinshasa, Democratic Republic of Congo. <i>African Health Sciences, 5</i>(3), 172-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0874-2049201500020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lage, M. (2011). Utiliza&#231;&#227;o do software NVivo em pesquisa qualitativa: uma experi&#234;ncia em EaD. <i>Educa&#231;&#227;o  Tem&#225;tica Digital, 12,</i> 198-226. Retrieved from <a href="http://www.ssoar.info/ssoar/handle/document/24372" target="_blank">http://www.ssoar.info/ssoar/handle/document/24372</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0874-2049201500020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">L&#243;pez-Soler, C., Puerto, J. C., L&#243;pez-Pina, J. A., &amp; Prieto, M. (2009). Percepci&#243;n de los estilos educativos parentales e inadaptaci&#243;n en menores pedi&#225;tricos. <i>Anales de Psicologia, 25</i>(1), 70-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0874-2049201500020000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">L&#243;pez-Soler, C., S&#225;ez, M. C., L&#243;pez, M. A., Fern&#225;ndez, V. F., &amp; Pina, J. a L. (2009). Preval&#234;ncia y caracter&#237;sticas de los sintomas externalizantes en la infancia. Diferencias de g&#233;nero. <i>Psicothema, 21,</i> 353-358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0874-2049201500020000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McGough, J. J., &amp; McCracken, J. T. (2006). Adult attention d&#233;ficit hyperactivity disorder: Moving beyond DSM-IV. <i>American Journal of Psychiatry, 163</i>(10), 1673-1675. doi:10.1176/appi.ajp,163.10.1673</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0874-2049201500020000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meysamie, A., Fard, M. D., &amp; Mohammadi, M. (2011). Prevalence of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder Symptoms in Preschool-aged Iranian Children. <i>Iranian Journal of Pediatrics, 21</i>(4), 467-72.  Retrieved from <a href="http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=3446126&amp;tool=pmcentrez&amp;rendertype=abstract" target="_blank">http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=3446126&amp;tool=pmcentrez&amp;rendertype=abstract</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0874-2049201500020000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Montiel-Nava, C., Pena, J. ., &amp; Montiel-Barbero, I. (2003). Datos epidemiol&#243;gicos del trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n con hiperactividad en una muestra de ninos marabinos, 37(9), 815-819.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0874-2049201500020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ndukuba, a. C., Odinka, P. C., Muomah, R. C., Obindo, J. T., &amp; Omigbodun, O. O. (2014). ADHD Among Rural Southeastern Nigerian Primary School Children: Prevalence and Psychosocial Factors. <i>Journal of Attention Disorders.</i> doi:10.1177/1087054714543367</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0874-2049201500020000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Polanczyk, G., De Lima, M. S., Horta, B. L., Biederman, J., &amp; Rohde, L. A. (2007). The worldwide prevalence of ADHD: A systematic review and metaregression analysis. <i>American Journal of Psychiatry, 164</i>(6), 942-948. doi: 10.1176/appi.ajp.164.6.942</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0874-2049201500020000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Polanczyk, G., De Lima, M. S., Horta, B. L., Biederman, J., Rohde, L. A., Thapar, A., ... Young, J.</i> (2014). Trastorno por d&#233;ficit de atenci&#243;n e hiperactividad (TDAH) en adolescentes. <i>Neurotherapeutics, 26</i>(1), 422-433. doi:10.1016/j.rmclc.2015.02.005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0874-2049201500020000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ramtekkar, U. P., Reiersen, A. M., Todorov, A. a, &amp; Todd, R. D. (2010). Sex and age differences in attention-deficit/hyperactivity disorder symptoms and diagnoses: implications for DSM-V and ICD-11. <i>Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 49</i>(3), 217-228.e1-e3. doi:10.1016/j.jaac.2009.11.011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0874-2049201500020000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ranby, K. W., Boynton, M. H., Kollins, S. H., McClernon, F. J.,</i> Yang, C., &amp; Fuemmeler, B. F. (2012). Understanding the phenotypic structure of adult retrospective ADHD symptoms during childhood in the United States. <i>Journal of Clinical Child and Adolescent Psychology: The Official Journal for the Society of Clinical Child and Adolescent Psychology, American Psychological Association, Division 53, 41</i>(3), 261-74. doi: 10.1080/15374416.2012.654465</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0874-2049201500020000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rohde, L. A., Szobot, C., Polanczyk, G., Schmitz, M., Martins, S., &amp; Tramontina, S. (2005). Attention-deficit/hyperactivity disorder in a diverse culture: Do research and clinical findings support the notion of a cultural construct for the disorder? <i>Biological Psychiatry, 57</i>(11), 1436-1441. doi:10.1016/j.biopsych.2005.01.042</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0874-2049201500020000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">S&#225;nchez, C., Ramos, C., &amp; D&#237;az, L. (2014). Attention-Deficit / Hyperactivity Disorder: prevalence of risk in the scholastic scope of the Canary islands, <i>42</i>(4), 169-175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0874-2049201500020000400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">S&#225;nchez, E. Y., Velarde, S., &amp; Britton, G. B. (2011). Estimated prevalence of attention-deficit/hyperactivity disorder in a sample of Panamanian school-aged children. <i>Child Psychiatry and Human Development, 42</i>(2), 243-255. doi:10.1007/s10578-010-0213-2</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0874-2049201500020000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Servera, M., &amp; Cardo, E. (2007). ADHD Rating Scale-IV en una muestra escolar espa&#241;ola: Datos normativos y consist&#234;ncia interna para maestros, padres y madres. <i>Revista de Neurologia, 45</i>(7), 393-399.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0874-2049201500020000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Soma, Y., Nakamura, K., Oyama, M., Tsuchiya, Y., &amp; Yamamoto, M. (2009). Prevalence of attention-deficit/hyperactivity disorder (ADHD) symptoms in preschool children: Discrepancy between parent and teacher evaluations. <i>Environmental Health and Preventive Medicine, 14</i>(2), 150-154. doi:10.1007/s12199-008-0075-4</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0874-2049201500020000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Szwarcwald, C. L., &amp; Damacena, G. N. (2008). Amostras complexas em inqu&#233;ritos populacionais: planejamento e implica&#231;&#245;es na an&#225;lise estat&#237;stica dos dados. <i>Revista Brasileira de Epidemiologia, 11</i> (supl 1), 38-45. doi:10.1590/S1415-790X2008000500004</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0874-2049201500020000400052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Talaei, A., Mokhber, N., Abdollahian, E., Bordbar, M. R. F., &amp; Salari, E. (2010). Attention deficit/hyperactivity disorder: a survey on prevalence rate among male subjects in elementary school (7 to 9 years old) in Iran. <i>Journal of Attention Disorders, 13,</i> 386-390. doi:10.1177/1087054708329886</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0874-2049201500020000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ulleb&#248;, A. K., Posserud, M. B., Heiervang, E., Obel, C., &amp; Gillberg, C. (2012). Prevalence of the ADHD phenotype in 7-to 9-year-old children: Effects of informant, gender and non-participation. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 47,</i> 763-769. doi:10.1007/s00127-011-0379-3</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0874-2049201500020000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Vaquerizo-madrid, J. (2005). Hiperactividad en el nino preescolar: descripci&#243;n cl&#237;nica, <i>40</i>(Supl 1), 25-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0874-2049201500020000400055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Vasconcelos, M. M., Werner, J., De Ara&#250;jo Malheiros, a. F., Negreiros Lima, D. F., Oliveira Santos, &#237;.' S., &amp; Bardawil Barbosa, J. (2003). Preval&#234;ncia do transtorno de d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o/hiperatividade numa escola p&#250;blica prim&#225;ria. <i>Arquivos de Neuro-Psiqu&#237;atr&#237;a, 61</i>(1), 67-73. doi:10.1590/S0004-282X2003000100012</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0874-2049201500020000400056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Willcutt, E. G. (2012). The Prevalence of DSM-IV Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder: A Meta-Analytic Review. <i>Neurotherapeutics, 9</i>(3), 490-499. doi:10.1007/s13311-012-0135-8</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S0874-2049201500020000400057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Willcutt, E. G., Alvarez, C. V., Claros, J.</i> a V., Barkley, R. A., Cardo, E., Servera, M., ... Steinau, S. (2012). The Prevalence of DSM-IV Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder: A Meta-Analytic Review. <i>Journal of the American Academy of Child and Adolescent  Psychiatry, 9</i>(1), 52-58. doi:10.1097/01.CHI.0000026602.17655.e7</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0874-2049201500020000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wolraich, M. L., McKeown, R. E., Visser, S. N., Bard, D., Cuffe, S., Neas, B., ... Danielson, M. (2012). The Prevalence of ADHD: Its Diagnosis and Treatment in Four School Districts Across Two States. <i>Journal of Attention Disorders.</i> doi:10.1177/1087054712453169</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S0874-2049201500020000400059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&#234;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ana Fl&#225;via da Hora, Rua Bahia, Cond. Gran Village S&#227;o Lu&#237;s, Bi 14, Ap. 103, Cep: 65065720, Brasil. E-mail: <a href="mailto:anaflaviadahora@hotmail.com">anaflaviadahora@hotmail.com</a>.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido   30/04/2015</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite     25/10/2015</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Financiado por:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apoio &#224; publica&#231;&#227;o: Funda&#231;&#227;o para a Ci&#234;ncia e a Tecnologia (Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o e Ci&#234;ncia, Portugal) - Programa FACC</font></p>      ]]></body><back>
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