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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito de Inibição Colaborativa: Revisão de algumas variáveis de influência]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aims to provide an understanding of collaborative inhibition effect. This effect is reflected in the fact that the memory performance of collaborative group is less than the performance of the nominal group. To this end, throughout this review we will focus on the main studies and results in the context of collaborative memory; identify the factors and variables that influence this effect; and finally we will discuss the main explanatory hypotheses of collaborative inhibition effect.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="2">    <p><font face="Verdana" size="4"><b>Efeito de Inibi&#231;&#227;o Colaborativa: Revis&#227;o de algumas vari&#225;veis de influ&#234;ncia</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Collaborative Inhibition Effect: Review of some influent variables</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Magda Saraiva<sup>*</sup>, Pedro B. Albuquerque<sup>**</sup>, Joana Arantes<sup>***</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*-***</sup> Escola de Psicologia, Universidade do Minho.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente artigo tem como objetivo proporcionar a compreens&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. Este efeito, traduz-se no facto de o desempenho mn&#233;sico de um grupo colaborativo ser inferior ao desempenho de um grupo nominal. Para tal, ao longo desta revis&#227;o focaremos os principais estudos e resultados no &#226;mbito da mem&#243;ria colaborativa; identificaremos os fatores e vari&#225;veis que influenciam este efeito; e, finalmente debateremos as principais hip&#243;teses explicativas do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave</b>: Inibi&#231;&#227;o colaborativa; Mem&#243;ria colaborativa; Estrat&#233;gias de evoca&#231;&#227;o; Grupo.</font></p>  <hr size"1" noshade>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">This article aims to provide an understanding of collaborative inhibition effect. This effect is reflected in the fact that the memory performance of collaborative group is less than the performance of the nominal group. To this end, throughout this review we will focus on the main studies and results in the context of collaborative memory; identify the factors and variables that influence this effect; and finally we will discuss the main explanatory hypotheses of collaborative inhibition effect.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords</b>: Collaborative inhibition; Collaborative memory; Retrieval strategies; Group.</font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ao longo dos &#250;ltimos 20 anos temos vindo a assistir ao interesse crescente na investiga&#231;&#227;o sobre a mem&#243;ria colaborativa. Com uma hist&#243;ria ainda recente, a pr&#243;pria designa&#231;&#227;o de mem&#243;ria colaborativa n&#227;o &#233; consensual, tal como n&#227;o o &#233; a sua defini&#231;&#227;o. Neste artigo utilizaremos o termo e a defini&#231;&#227;o de mem&#243;ria colaborativa como a recorda&#231;&#227;o que envolve grupos de duas ou mais pessoas (Meade &amp; Roediger, 2009). Partindo desta defini&#231;&#227;o de mem&#243;ria colaborativa, somos levados a crer que, quando um grupo recorda uma informa&#231;&#227;o que experienciou ou processou em grupo, o seu desempenho &#233; superior ao de cada membro do grupo, isto &#233;, intu&#237;mos que &quot;duas cabe&#231;as <i>pensam</i> melhor que uma&quot;. Efetivamente, os estudos de mem&#243;ria colaborativa t&#234;m vindo a corroborar este facto, pois a evoca&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o tem-se revelado consistentemente superior nos grupos colaborativos (de duas ou mais pessoas) quando comparada com a evoca&#231;&#227;o de cada indiv&#237;duo isoladamente (e.g., Weldon &amp; Bellinger, 1997). Este facto &#233; particularmente notado quando &#233; utilizado o m&#233;todo aditivo (ver Lorge &amp; Solomon, 1955) para calcular a quantidade de informa&#231;&#227;o evocada pelo grupo colaborativo. Veja-se o exemplo de um grupo colaborativo constitu&#237;do pelo participante A e pelo participante B, em que o participante A evoca os itens 1, 2 e 3 (total de itens evocados = 3) e o participante B evoca os itens 1, 2, 5, 6 e 7 (total de itens evocados = 5). A m&#233;dia da evoca&#231;&#227;o individual, segundo o modelo aditivo, &#233; de 4. No entanto, o desempenho colaborativo corresponde a 6 itens evocados (1, 2, 3, 4, 5, e 6). Como se pode verificar, o desempenho do grupo - 6 - &#233; superior &#224; m&#233;dia do desempenho individual - 4 - para a mesma informa&#231;&#227;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No entanto, nos estudos de mem&#243;ria colaborativa, o m&#233;todo mais comum de compara&#231;&#227;o entre o desempenho de um grupo colaborativo e o desempenho individual consiste na cria&#231;&#227;o de um grupo nominal. O grupo nominal n&#227;o corresponde a qualquer grupo formalmente constitu&#237;do, pois ele &#233; composto pelos desempenhos individuais de tantos indiv&#237;duos quantos os que constituem o grupo colaborativo. De modo a clarificar o desempenho de um grupo nominal, tomemos em considera&#231;&#227;o o exemplo de um grupo constitu&#237;do por tr&#234;s elementos (A, B, C). Na tarefa colaborativa este grupo evoca os itens 1, 2, 3, 4 e 5 (total de itens evocados = 5). Na tarefa individual, o participante A evoca os itens 1, 2, 3, e 4 (total de itens evocados = 4), o participante B evoca os itens 2, 3, 5, e 6 (total de itens evocados = 4), e o participante C evoca os itens 5, 7, 9, e 10 (total de itens evocados = 4). Segundo o modelo aditivo, o desempenho m&#233;dio individual corresponderia a 4. No entanto, para formar o grupo nominal, s&#227;o somados todos os itens evocados individualmente pelos tr&#234;s participantes, excluindo os que se repetem, o que neste caso corresponde ent&#227;o &#224; evoca&#231;&#227;o dos itens 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9 e 10 (total de itens evocados = 9). Os itens repetidos s&#227;o contabilizados uma &#250;nica vez, visto que o objetivo do grupo nominal &#233; representar o potencial de evoca&#231;&#227;o m&#225;ximo desse conjunto de pessoas. Calculada a quantidade de informa&#231;&#227;o evocada pelo grupo nominal, ou seja, o potencial de evoca&#231;&#227;o dos tr&#234;s elementos do grupo colaborativo quando evocam informa&#231;&#227;o de modo individual, &#233; poss&#237;vel constatar que o seu desempenho &#233;, habitualmente, superior ao desempenho dos tr&#234;s membros do grupo quando recordam a mesma informa&#231;&#227;o de modo colaborativo. Este &#233; o resultado mais comum e robusto nos estudos sobre mem&#243;ria colaborativa, sendo designado por <i>inibi&#231;&#227;o colaborativa</i> (Weldon &amp; Bellinger, 1997). Os referidos autores definiram inibi&#231;&#227;o colaborativa como sendo um fen&#243;meno em que, contraintuitivamente, um grupo composto por duas ou mais pessoas recorda significativamente menos informa&#231;&#227;o quando comparado com a soma do potencial individual de recorda&#231;&#227;o dessas mesmas pessoas (grupo nominal).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Mas porque ocorre este fen&#243;meno? &#201; replic&#225;vel com diferentes tipos de est&#237;mulos? A sua magnitude varia com a dimens&#227;o do grupo? &#201; poss&#237;vel elimin&#225;-lo? E inverter a sua tend&#234;ncia? O presente artigo baseia-se na revis&#227;o da investiga&#231;&#227;o feita nesta tem&#225;tica e tem como objetivo responder &#224;quelas quest&#245;es, percorrendo algumas das teorias explicativas e explorando alguns dos resultados mais consensuais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>&#192; Procura de uma Explica&#231;&#227;o para o Efeito de Inibi&#231;&#227;o Colaborativa</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O fen&#243;meno de inibi&#231;&#227;o colaborativa parece assemelhar-se ao efeito de bloqueio que por vezes surge associado a tarefas realizadas em grupo (para uma revis&#227;o ver Paulus, 2000). De acordo com Diehl e Stroebe (1987), por vezes a quantidade e a qualidade das <i>ideias</i> produzidas em grupo &#233; inferior &#224; soma das <i>ideias</i> produzidas individualmente por cada membro do grupo. De acordo com os mesmos autores, existem diversas explica&#231;&#245;es para a ocorr&#234;ncia do efeito de bloqueio, como seja a inibi&#231;&#227;o de produ&#231;&#227;o, que ocorre quando um elemento do grupo est&#225; a evocar/produzir informa&#231;&#227;o ou ideias e impede que os outros membros do grupo evoquem/produzam informa&#231;&#227;o nesse mesmo momento. Esta inibi&#231;&#227;o de produ&#231;&#227;o pode levar ao esquecimento da informa&#231;&#227;o que se pretendia verbalizar ao grupo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Estudos da inibi&#231;&#227;o colaborativa revelam que o bloqueio na produ&#231;&#227;o de ideias &#233; por si s&#243; uma explica&#231;&#227;o para o fen&#243;meno (Weldon &amp; Bellinger, 1997). Em tarefas de evoca&#231;&#227;o colaborativa pode ser utilizada a t&#233;cnica de discuss&#227;o livre<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a>, onde &#233; pedido aos participantes que nomeiem um redator e, livremente e sem regras definidas, evoquem o m&#225;ximo de informa&#231;&#227;o que recordam. Esta tarefa de evoca&#231;&#227;o normalmente n&#227;o tem um tempo limite, terminando quando os participantes n&#227;o conseguem evocar mais informa&#231;&#245;es. Uma vez que n&#227;o existe uma ordem ou instru&#231;&#245;es definidas para esta evoca&#231;&#227;o, n&#227;o existe nenhum fator que impe&#231;a um indiv&#237;duo de evocar uma informa&#231;&#227;o em qualquer momento, e com isso n&#227;o h&#225; oportunidade para o bloqueio na produ&#231;&#227;o de ideias. Os resultados de estudos que recorrem &#224; t&#233;cnica de discuss&#227;o livre t&#234;m, no entanto, revelado a exist&#234;ncia de inibi&#231;&#227;o colaborativa (e.g., Barber, Harris, &amp; Rajaram, 2014; Barber &amp; Rajaram, 2011; Dahlstr&#246;m, Danielsson, Emilsson, &amp; Andersson, 2011; Kelley, Pentz, &amp; Reysen, 2014; Weldon &amp; Bellinger, 1997), o que retira for&#231;a &#224; hip&#243;tese de a inibi&#231;&#227;o colaborativa ser explicada pelo bloqueio na produ&#231;&#227;o de ideias.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Outra explica&#231;&#227;o para a ocorr&#234;ncia da quebra de desempenho mn&#233;sico em grupo &#233; a inibi&#231;&#227;o social. Esta proposta de Camacho e Paulus (1995) defende a exist&#234;ncia de ansiedade inerente a qualquer intera&#231;&#227;o social. Neste caso, cada membro do grupo poderia sentir-se avaliado pelos outros de cada vez que produz informa&#231;&#227;o, o que inibe a gera&#231;&#227;o de ideias. Do mesmo modo, v&#225;rios estudos revelam que em grupo regista-se, por vezes, pregui&#231;a social<a href="#3"><sup>3</sup></a><a name="top3"></a> (para uma revis&#227;o ver Garrido, 2012). A pregui&#231;a social diz respeito ao facto de, em grupo, cada indiv&#237;duo tender a reduzir o esfor&#231;o que aplica na concretiza&#231;&#227;o de um objetivo grupai. Esta pregui&#231;a vai ent&#227;o resultar num menor desempenho do grupo, em compara&#231;&#227;o com a soma do desempenho individual de cada membro desse grupo (para uma revis&#227;o ver Latan&#233;, Williams, &amp; Harkins, 1979). No entanto, este argumento falha novamente na explica&#231;&#227;o da ocorr&#234;ncia da inibi&#231;&#227;o colaborativa. No estudo de Weldon, Blair e Huebsch (2000) os autores pretenderam perceber se os fatores motivacionais/sociais eram respons&#225;veis pela inibi&#231;&#227;o colaborativa. Desta forma, os autores optaram por aumentar os n&#237;veis de motiva&#231;&#227;o dos participantes atrav&#233;s de incentivos monet&#225;rios, for&#231;ando a evoca&#231;&#227;o, aumentando a responsabilidade pessoal de cada membro do grupo e a coes&#227;o do grupo. No entanto, a inibi&#231;&#227;o colaborativa fez-se notar, revelando assim que os fatores motivacionais/sociais n&#227;o chegam para justificar este fen&#243;meno.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para al&#233;m das semelhan&#231;as da inibi&#231;&#227;o colaborativa com o efeito de bloqueio de desempenho em grupo, esta &#233;, para alguns autores (e.g., Basden &amp; Basden, 1995; Basden, Basden, Biyner, &amp; Thomas III, 1997), igual ao <i>efeito de parte da lista como pista</i><a href="#4"><sup>4</sup></a><a name="top4"></a>. Segundo Slamecka (1986), o efeito de parte da lista como pista ocorre quando o indiv&#237;duo estuda uma lista de palavras e no momento da evoca&#231;&#227;o tem acesso a algumas das palavras dessa lista como pista para a recorda&#231;&#227;o das restantes. Os resultados deste efeito revelam de forma consistente que a evoca&#231;&#227;o dos participantes sujeitos &#224; apresenta&#231;&#227;o de parte da lista &#233; inferior &#224; dos participantes que n&#227;o t&#234;m acesso a essas palavras. &#201; tamb&#233;m inferior ao desempenho de participantes que apenas t&#234;m acesso a um exemplar da lista de palavras como pista (Slamecka,1986). Para Basden e Basden (1995), o pior desempenho individual na presen&#231;a de pistas (quando estas s&#227;o parte da informa&#231;&#227;o que foi codificada e deve ser evocada) ocorre porque os indiv&#237;duos s&#227;o obrigados a abandonar as suas pr&#243;prias estrat&#233;gias de organiza&#231;&#227;o e evoca&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o por estas deixarem de ser compat&#237;veis e eficazes.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&#201; no seguimento dos estudos do efeito de parte da lista como pista que surge a explica&#231;&#227;o mais comum para a presen&#231;a de inibi&#231;&#227;o colaborativa em tarefas de mem&#243;ria colaborativa - hip&#243;tese da interrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias individuais de evoca&#231;&#227;o (Basden et al., 1997). Segundo esta hip&#243;tese, cada indiv&#237;duo desenvolve estrat&#233;gias idiossincr&#225;ticas de organiza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o durante a fase de codifica&#231;&#227;o. Assim, no momento da recupera&#231;&#227;o em grupo, a evoca&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o por parte de cada membro do grupo funciona como pista para os outros. Por si s&#243; isto pode alterar a organiza&#231;&#227;o da estrat&#233;gia de evoca&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o codificada por cada um dos elementos do grupo. Neste sentido, a evoca&#231;&#227;o em grupo far&#225; com que as estrat&#233;gias individuais de recupera&#231;&#227;o sejam interrompidas traduzindo-se numa quebra de desempenho. Como &#233; constat&#225;vel, parte da lista como pista e disrup&#231;&#227;o da estrat&#233;gia de recupera&#231;&#227;o podem ser vistos como efeitos semelhantes, que ocorrem, respetivamente, quando um indiv&#237;duo ou os elementos de um grupo tentam recuperar informa&#231;&#227;o previamente aprendida. Ao faz&#234;-lo atrav&#233;s de uma estrat&#233;gia de recupera&#231;&#227;o organizada, esta pode falhar. Seja pela apresenta&#231;&#227;o de outros itens de uma lista (parte da lista como pista), seja pela evoca&#231;&#227;o dos outros elementos do grupo (disrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias de recupera&#231;&#227;o). Como consequ&#234;ncia destas falhas, ocorre um decr&#233;scimo no desempenho mn&#233;sico (Garcia-Marques &amp; Garrido, 2015; para uma revis&#227;o ver Garrido, Garcia-Marques, &amp; Hamilton, 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta tornou-se a explica&#231;&#227;o mais frequente para a inibi&#231;&#227;o colaborativa porque, ao contr&#225;rio das explica&#231;&#245;es anteriormente referidas, tem sido suportada pelos resultados de v&#225;rios estudos. Entre eles, est&#225; o facto de a inibi&#231;&#227;o colaborativa ter um car&#225;ter n&#227;o permanente. Ou seja, se a um participante que anteriormente fez parte de um grupo colaborativo for pedido para evocar individualmente a mesma informa&#231;&#227;o, n&#227;o raras vezes &#233; recordada informa&#231;&#227;o que durante a tarefa colaborativa tinha sido inibida (e.g., Basden et al., 1997; Basden, Basden, &amp; Hemy, 2000; Blumen &amp; Rajaram, 2008; Rajaram &amp; Pereira-Pasarin, 2007). Outra fonte de suporte para esta hip&#243;tese explicativa para o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; o facto de este efeito ser atenuado quando todos os membros do grupo utilizam estrat&#233;gias de evoca&#231;&#227;o similares, como iremos explorar posteriormente neste artigo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na sec&#231;&#227;o seguinte deste artigo pretendemos discutir os resultados de alguns estudos, focando a replica&#231;&#227;o e/ou atenua&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, com base em diferentes m&#233;todos e procedimento usados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Fatores que Conduzem &#224; Replica&#231;&#227;o do Efeito de Inibi&#231;&#227;o Colaborativa</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Diversos estudos t&#234;m revelado que o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa ocorre com uma grande diversidade de est&#237;mulos, tarefas e tipos ou m&#233;todos de evoca&#231;&#227;o, revelando-se um fen&#243;meno replic&#225;vel e com resultados robustos. Entre eles encontram-se listas de palavras frequentes e concretas (e.g.. Saraiva, Albuquerque, &amp; Arantes, 2014c), listas de exemplares de categorias (Basden et al., 1997), listas de palavras n&#227;o relacionadas (Andersson, Hitch, &amp; Meudell, 2006; Finlay, Hitch, &amp; Meudell, 2000), listas de palavras associadas (Saraiva, Albuquerque, &amp; Arantes 2014b; Thorley &amp; Dewhurst, 2007; Weigold, Russell, &amp; Natera, 2014), hist&#243;rias (Takahashi &amp; Saito, 2004), imagens (Finlay, et al., 2000), eventos com intensidade emocional (Yaron-Antar &amp; Nachson, 2006) e v&#237;deos (Andersson &amp; R&#245;nnberg, 1995). A multiplicidade de est&#237;mulos utilizados no estudo da mem&#243;ria colaborativa permite perceber que, mesmo com diferen&#231;as procedimentais e metodol&#243;gicas entre os diferentes estudos, o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; robusto.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Alguns estudos t&#234;m tentado compreender se o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; transversal a todas as idades, ou se, pelo contr&#225;rio, existe uma idade cr&#237;tica a partir da qual este efeito se torna mais presente. Neste sentido, destacamos os estudos de Andersson (2001) e de Ross, Spencer, Blatz e Restorick, (2008), por terem estudado este fen&#243;meno em faixas et&#225;rias diferentes.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O estudo de Andersson (2001) comparou o desempenho de crian&#231;as de 7 e 15 anos de idade numa tarefa de mem&#243;ria colaborativa. Os resultados revelaram que com pares de crian&#231;as de 7 anos, de 15 anos e pares mistos (um elemento de 7 anos e outro de 15 anos), o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; observado, o que mostra que desde idades muito precoces a colabora&#231;&#227;o em tarefas de mem&#243;ria produz algum preju&#237;zo no desempenho mn&#233;sico.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por seu lado, o estudo de Ross e colaboradores (2008), comparou adultos e idosos quanto &#224; recorda&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o estando sozinhos (grupo nominal) ou com as/os suas/seus c&#244;njuges (grupo colaborativo). Os resultados revelaram um claro efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, sendo ainda de notar que os idosos apresentam um desempenho inferior aos adultos, tanto no grupo nominal como no grupo colaborativo. No seu conjunto, os resultados destes dois estudos mostram que a inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; um efeito que ocorre independentemente da idade dos participantes.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em tarefas de mem&#243;ria colaborativa, s&#227;o utilizados dois m&#233;todos principais de evoca&#231;&#227;o: vez-&#224;-vez<a href="#5"><sup>5</sup></a><a name="top5"></a> ou discuss&#227;o livre (j&#225; descrito anteriormente). No m&#233;todo vez- &#224;- vez &#233; pedido aos participantes do grupo colaborativo que evoquem cada est&#237;mulo/informa&#231;&#227;o &#224; vez, passando de seguida a evoca&#231;&#227;o a outro membro do grupo e assim sucessivamente. Isto &#233;, neste m&#233;todo, cada participante do grupo colaborativo disp&#245;e de 10 segundos (tempo m&#225;ximo) para evocar uma informa&#231;&#227;o, sendo que, de seguida &#233; dada a vez de evoca&#231;&#227;o ao outro membro do grupo. Sempre que um participante necessita de menos de 10 segundos para evocar cada informa&#231;&#227;o, a vez passa imediatamente ao outro participante. A tarefa de evoca&#231;&#227;o &#233; dada por terminada ap&#243;s tr&#234;s tentativas de evoca&#231;&#227;o falhadas. Alguns estudos t&#234;m tentado compreender se a utiliza&#231;&#227;o destes m&#233;todos de evoca&#231;&#227;o influenciam a quantidade de informa&#231;&#227;o evocada pelo grupo, e consequentemente o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. Neste sentido, destacamos o estudo de Thorley e Dewhurst (2007) onde os resultados revelaram que o m&#233;todo de evoca&#231;&#227;o, vez-&#224;-vez ou discuss&#227;o livre, n&#227;o parece ter qualquer efeito na quantidade de informa&#231;&#227;o corretamente evocada. No entanto, no teste de evoca&#231;&#227;o individual posterior &#224; evoca&#231;&#227;o colaborativa, os resultados revelam que participantes que na fase de colabora&#231;&#227;o utilizaram o m&#233;todo vez-&#224;-vez, evocam mais informa&#231;&#227;o correta do que os participantes que estiveram sujeitos ao m&#233;todo discuss&#227;o livre na fase de evoca&#231;&#227;o colaborativa. Este resultado revela que o m&#233;todo vez-&#224;-vez favorece a quantidade de informa&#231;&#227;o evocada individualmente ap&#243;s uma tarefa de evoca&#231;&#227;o colaborativa quando comparada com o m&#233;todo discuss&#227;o livre.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente ao tamanho do grupo e a sua influ&#234;ncia no efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, destacamos o estudo de Thorley e Dewhurst (2007) porque, apesar do seu objetivo principal ser o estudo da produ&#231;&#227;o de mem&#243;rias falsas em tarefas de mem&#243;ria colaborativa, utiliza grupos de tamanho vari&#225;vel (individuais, pares, trios e quartetos), comparando os seus desempenhos na evoca&#231;&#227;o correta de informa&#231;&#227;o. Neste sentido, foram utilizadas listas de palavras associadas que os participantes ouviam e, de seguida, evocavam o m&#225;ximo de palavras que recordavam. Esta tarefa era realizada individualmente, em pares, trios ou quartetos. De salientar que metade dos participantes, na recorda&#231;&#227;o em pares, trios ou quartetos, evoca informa&#231;&#227;o segundo o m&#233;todo vez-&#224;-vez e, outra metade, com o m&#233;todo discuss&#227;o livre. Os resultados revelaram que independentemente do n&#250;mero de participantes que comp&#245;em cada grupo, o grupo nominal evocou uma quantidade superior de informa&#231;&#227;o quando comparado com o grupo colaborativo. No que diz respeito ao tamanho do grupo, os resultados do referido estudo revelam que &#224; medida que o tamanho do grupo aumenta, aumenta a quantidade de informa&#231;&#227;o evocada, no entanto, o desempenho do grupo nominal supera sempre o desempenho do grupo colaborativo, denotando um claro efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Fatores que atenuam ou eliminam o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Estudo repetido</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">&#201; sabido, da investiga&#231;&#227;o sobre a mem&#243;ria individual, que o estudo repetido da informa&#231;&#227;o aumenta a sua recorda&#231;&#227;o (e.g., Braun &amp; Rubin, 1998). Neste sentido, Basden, Basden e Henry (2000) quiseram compreender o papel do estudo repetido na quantidade de informa&#231;&#227;o evocada em grupos colaborativos, bem como o seu efeito na inibi&#231;&#227;o colaborativa. Desta forma, a grupos de dois ou quatro elementos, eram apresentadas listas de exemplares de categorias, &#224;s quais se seguia uma tarefa de evoca&#231;&#227;o colaborativa, sendo esta tarefa repetida tr&#234;s vezes. No final da evoca&#231;&#227;o colaborativa repetida os participantes foram sujeitos a uma tarefa de evoca&#231;&#227;o individual. Os resultados revelaram que a exposi&#231;&#227;o repetida &#224;s listas de palavras e respetiva evoca&#231;&#227;o repetida eliminou o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. A an&#225;lise dos resultados mostrou ainda que a elimina&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa se ficou a dever ao aumento da quantidade de palavras evocadas pelo grupo colaborativo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Intervalo de reten&#231;&#227;o</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Com o intuito de compreender o papel do tempo decorrido entre a fase de estudo e a fase de evoca&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o, Takahashi e Saito (2004) recorreram a um intervalo de reten&#231;&#227;o de uma semana. Assim, na fase de estudo os participantes foram expostos a uma hist&#243;ria e, passada uma semana, evocavam o m&#225;ximo de informa&#231;&#227;o que recordavam da hist&#243;ria. Esta evoca&#231;&#227;o ocorria tanto em pares como individualmente. Os resultados revelaram que o intervalo de uma semana eliminou o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. De salientar que numa outra experi&#234;ncia (Exp.1, Takahashi e Saito, 2004), os autores replicaram o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa como o mesmo material (hist&#243;ria) e um intervalo de reten&#231;&#227;o mais curto. Estes resultados permitem concluir que a elimina&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa se deve mesmo ao tempo decorrido entre as duas fases.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Tipo de tarefa de mem&#243;ria</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Um fator que se tem revelado determinante na elimina&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; o tipo de tarefa de mem&#243;ria. Neste sentido, destacamos aqui os estudos que recorreram a tarefas de reconhecimento e a tarefas de evoca&#231;&#227;o serial, uma vez que em tarefas de evoca&#231;&#227;o livre o efeito em causa &#233; muitas vezes replicado (e.g., Clark, Hori, Putman, &amp; Martin, 2000; Ross, Spencer, Linardatos, Lam, &amp; Perunovic, 2004; Saraiva, Albuquerque, &amp; Arantes, 2014c).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O estudo de Clark et al., (2000) teve como objetivo principal estudar o desempenho dos grupos colaborativos (pares e trios) em tarefas de reconhecimento. Na Experi&#234;ncia 1 os participantes viam quatro listas de palavras e ap&#243;s a apresenta&#231;&#227;o de cada lista de palavras seguia-se uma tarefa de reconhecimento. Nesta tarefa, cada participante assinalava individualmente numa folha de papel se a palavra tinha sido apresentada anteriormente (&quot;velha&quot;) ou n&#227;o (&quot;nova&quot;). De seguida, em grupo de dois ou tr&#234;s elementos, os participantes procuravam chegar a um consenso acerca do reconhecimento da palavra, isto &#233;, em grupo deviam definir se uma palavra que j&#225; tinham identificado anteriormente como &quot;nova&quot; ou &quot;velha&quot; se deveria manter com esse estatuto. Esta decis&#227;o deveria ser consensual e seguia o m&#233;todo de discuss&#227;o livre. Os resultados revelaram que em colabora&#231;&#227;o a m&#233;dia de acertos (reconhecimento correto) &#233; superior quando comparada com a m&#233;dia de acertos dos dois ou dos tr&#234;s elementos do grupo antes da colabora&#231;&#227;o. Este resultado revela n&#227;o apenas a possibilidade de elimina&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, como ainda a exist&#234;ncia de facilita&#231;&#227;o colaborativa, isto &#233;, o desempenho colaborativo supera o desempenho nominal neste tipo de tarefas. Segundo Clark e colaboradores (2000), a diferen&#231;a de resultados entre tarefas de evoca&#231;&#227;o e tarefas de reconhecimento relativamente ao efeito e inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; justificada pela hip&#243;tese da interrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias individuais. Isto &#233;, durante as tarefas de evoca&#231;&#227;o, as palavras evocadas pelos outros membros do grupo funcionam como pistas para a evoca&#231;&#227;o, o que interfere negativamente com a evoca&#231;&#227;o, causando uma diminui&#231;&#227;o no desempenho do grupo colaborativo quando comparado com o desempenho do grupo nominal. No entanto, em tarefas de reconhecimento isto n&#227;o acontece pois a estrat&#233;gia n&#227;o se baseia em pistas que permitam, ou n&#227;o, a evoca&#231;&#227;o correta de informa&#231;&#227;o. A capacidade de reconhecimento parece estar dependente de um consenso entre elementos do grupo, ou seja, os membros do grupo precisam apenas de convencer o restante grupo de que viu ou n&#227;o viu (reconhece ou n&#227;o reconhece) aquele est&#237;mulo.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Relativamente a tarefas que envolvem uma evoca&#231;&#227;o serial, isto &#233;, que consistem na evoca&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o pela ordem em que esta foi anteriormente apresentada, destacamos o estudo de Saraiva et al., (2014c). Neste estudo, os autores tiveram como objetivo perceber se dotando os participantes da mesma estrat&#233;gia de evoca&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o (<i>Mnem&#243;nica dos Lugares</i>), e recorrendo a uma tarefa de evoca&#231;&#227;o serial, o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa era atenuado. Os resultados revelaram que o recurso a uma tarefa de evoca&#231;&#227;o serial elimina o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. Segundo os autores, a tarefa de evoca&#231;&#227;o serial permite aos elementos do grupo codificar a informa&#231;&#227;o de modo similar, o que, &#224; semelhan&#231;a da proposta de Finlay, Hitch e Meudell (2000), conduz a uma estrat&#233;gia de evoca&#231;&#227;o semelhante, n&#227;o permitindo a interrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias individuais de evoca&#231;&#227;o e consequente elimina&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Per&#237;cia</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por fim, a per&#237;cia dos participantes em tarefas colaborativas revela-se uma vari&#225;vel capaz de eliminar o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. Meade, Nokes e Morrow (2009) realizaram um estudo onde tiveram por objetivo compreender de que modo a per&#237;cia em partilhar informa&#231;&#227;o afetava o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. Neste sentido, na sua experi&#234;ncia, compararam o desempenho de pilotos experientes (instrutores de voo), pilotos pouco experientes (alunos de uma escola de avia&#231;&#227;o) e n&#227;o pilotos (estudantes universit&#225;rios sem liga&#231;&#227;o &#224; avia&#231;&#227;o) numa tarefa de evoca&#231;&#227;o colaborativa. Aos participantes eram apresentados cen&#225;rios de avarias/problemas a&#233;reos, sendo que, de seguida era pedido que evocassem o m&#225;ximo de informa&#231;&#227;o que recordavam do cen&#225;rio, individual ou colaborativamente (pares de participantes). Os resultados revelam a replica&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa tanto para os pilotos sem experi&#234;ncia como para os n&#227;o pilotos. No entanto, o resultado mais importante diz respeito ao grupo dos pilotos experientes. Neste grupo, n&#227;o s&#243; o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; eliminado como ainda se verifica o efeito de facilita&#231;&#227;o colaborativa. Ou seja, neste grupo, quando a evoca&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o &#233; feita de modo colaborativo, o desempenho &#233; superior ao desempenho obtido na tarefa individual. Segundo os autores, este resultado pode ser explicado devido ao facto de, durante a sua forma&#231;&#227;o, os pilotos serem dotados de estrat&#233;gias eficazes de comunica&#231;&#227;o e partilha de informa&#231;&#227;o. Assim, segundo os autores deste estudo, o facto de os pilotos experientes terem estrat&#233;gias de partilha de informa&#231;&#227;o semelhantes, faz com que n&#227;o exista interrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias individuais de evoca&#231;&#227;o durante a evoca&#231;&#227;o colaborativa, ao contr&#225;rio do que ocorre com os outros dois grupos de participantes, que n&#227;o partilham estrat&#233;gias colaborativas. No mesmo sentido destaca-se o estudo de Garcia-Marques e colaboradores (2012). Estes autores, num estudo acerca da forma&#231;&#227;o de impress&#245;es numa tarefa de mem&#243;ria colaborativa, conclu&#237;ram que, quando os membros de um grupo colaborativo organizam a informa&#231;&#227;o pela mesma ordem em que foi apresentada, o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; atenuado. De igual modo. Saraiva, Albuquerque e Arantes (2015) verificaram que quando um grupo colaborativo &#233; sujeito a uma tarefa de evoca&#231;&#227;o serial, onde no momento da recupera&#231;&#227;o a informa&#231;&#227;o segue a mesma organiza&#231;&#227;o da codifica&#231;&#227;o, o efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa &#233; eliminado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>CONCLUS&#195;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, presente em tarefas de mem&#243;ria colaborativa, tem sido amplamente replicado. Os grupos colaborativos apresentam frequentemente um desempenho inferior ao desempenho dos grupos nominais em tarefas de evoca&#231;&#227;o. Este efeito tem-se revelando robusto pois, como foi poss&#237;vel perceber ao longo deste artigo, ele &#233; replic&#225;vel recorrendo a diferentes tipos de est&#237;mulos, tamanhos de grupos colaborativos diversos ou idades dos participantes. No entanto, verifica-se tamb&#233;m que este efeito &#233; pass&#237;vel de ser atenuado ou at&#233; mesmo eliminado, manipulando, por exemplo, algumas vari&#225;veis procedimentais como o tipo de tarefa de mem&#243;ria.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Neste sentido, t&#234;m sido apontadas algumas explica&#231;&#245;es para a ocorr&#234;ncia deste efeito. A que mais se destaca, por recolher mais suporte emp&#237;rico, &#233; a hip&#243;tese proposta por Basden e colaboradores (1997), da interrup&#231;&#227;o das estrat&#233;gias individuais de recupera&#231;&#227;o. Tendo em conta esta explica&#231;&#227;o do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa, sugerimos que estudos futuros analisem especificamente o papel das estrat&#233;gias individuais de recupera&#231;&#227;o na quantidade de informa&#231;&#227;o evocada em grupo, dotando, por exemplo, os participantes com estrat&#233;gias de evoca&#231;&#227;o semelhantes. Por outro lado, deve ser tido em conta que o processo de codifica&#231;&#227;o, nomeadamente o que diz respeito &#224; organiza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o, assume um papel fundamental no desempenho do grupo colaborativo (e.g., Garcia-Marques et al., 2012, 2015; Meade &amp; Roediger, 2009; Saraiva et al., 2015), pelo que estudos futuros devem explorar aquele processo.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Andersson, J. (2001). Net effect of memoiy collaboration: How is collaboration affected by factors such as friendship, gender and age?. <i>Scandinavian Journal of Psychology, 42,</i> 367-375. doi: 10.1111/1467-9450.00248</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000051&pid=S0874-2049201500020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Andersson, J., Hitch, G., &amp; Meudell, P. (2006). Effects of the timing and identity of retrieval cues in individual recall: Na attempt to mimic cross-cueing in collaborative recall. <i>Memory,</i> 14,94-103. doi: 10.1080/09658210444000557</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000052&pid=S0874-2049201500020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Andersson, J., &amp; R&#246;nnerberg, J. (1995). Recall suffers from collaboration: Joint recall effects of friendship and task complexity. <i>Apllied Cognitive Psychology,</i> 9,199-211. doi: 10.1002/acp.2350090303</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000053&pid=S0874-2049201500020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barber, S., &amp; Rajaram, S. (2011a). Exploring the relationship between retrieval disruption from collaboration and recall. Memory, 19,462-469. doi: 10.1080/09658211.2011.584389</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000054&pid=S0874-2049201500020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barber, S., Harris, C., &amp; Rajaram, S. (in press). Why two heads apart are better than two heads together: Multiple mechanisms underlie the collaborative inhibition effect in memory. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition.</i> doi: 10.1037/xlm0000037</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000055&pid=S0874-2049201500020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Basden, D., &amp; Basden, B. (1995). Some tests of the strategy disruption interpretation of part-list cuing inhibition. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition,</i> 21, 1656-1669. doi: 10.1037//0278-7393.21.6.1656</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S0874-2049201500020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Basden, B., Basden, D., Bryner, S., &amp; Thomas III, R. (1997). A comparison of group and individual remembering: Does collaboration disrupt retrieval strategies?. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 23,</i> 1176 -1189. doi:10.1037/0278-7393.23.5.1176</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S0874-2049201500020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Basden, B., Basden, D., &amp; Henry, S. (2000). Costs and benefits of collaborative remembering. <i>Applied Cognitive Psychology,</i> 14,  497-507. doi: 10.1002/1099-0720(200011/12)14:6&lt;497::AID-ACP665&gt;3.0.CO;2-4</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0874-2049201500020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blumen, H., &amp; Rajaram, S. (2008). Influence of re-exposure and retrieval disruption during group collaboration on later individual recall. <i>Memory, 16,</i> 231-244. doi: 10.1080/09658210701804495</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S0874-2049201500020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Braun, K., &amp; Rubin, D. (1998). The spacing effect depends on an encoding d&#233;ficit, retrieval, and time in working memory:  Evidence from once-presented words. <i>Memory,</i> 6, 37-65. doi: 10.1080/741941599</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0874-2049201500020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Camacho, L., &amp; Paulus, P. (1995). The role of social anxiousness in group brainstorming. <i>Journal of Personality and Social Psychology,</i> 68,1071-1080. doi: 10.1037/0022-3514.68.6.1071</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0874-2049201500020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Clark, S., Hori, A., Putnam, A., &amp; Martin, T. (2000). Group collaboration in recognition memory. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition,</i> 26, 1578-1588. doi: 10.1037//0278-7393.26.6.1578</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0874-2049201500020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dahlstr&#246;m, &#214;., Danielsson, H., Emilsson, M., &amp; Andersson, J. (2011). Does retrieval strategy disruption cause general and specific collaborative inhibition?. <i>Memory, 19,</i> 140-154. doi: 10.1080/09658211.2010.539571</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0874-2049201500020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Diehl, M., &amp; Stroebe, W. (1987). Productivity loss in brainstorming groups: Toward the solution of a riddle. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 53,</i> 497-509. doi:10.1037/0022-3514.53.3.497</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0874-2049201500020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Finlay, F., Hitch, G., &amp; Meudell, P. (2000). Mutual inhibition in collaborative recall: Evidence for a retrieval-based account. <i>Journal of Experimental Psychology, 26,</i> 1556-1567. doi: 10.1037//0278-7393.26.6.1556</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0874-2049201500020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garcia-Marques, L., &amp; Garrido, M. (2015). From idiosyncratic impressions distributed impressions of others: A case for collaborative person memory. In S. Stroessner &amp; J. Sherman (Eds.), <i>Social Perception: From individuals to groups</i> (71-89). London: Taylor &amp; Francis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0874-2049201500020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garcia-Marques, L., Garrido, M., Hamilton, D., &amp; Ferreira, M. B. (2012). Effects of correspondence between encoding and retrieval organization in social memory. <i>Journal of Experimental Social Psychology, 48,</i> 200-206. doi:10.1016/j.jesp.2011.06.017</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0874-2049201500020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garrido, M. (2012). Paradigma subjacente ao estudo do efeito de inibi&#231;&#227;o colaborativa. <i>Laborat&#243;rio de Psicologia, 10,</i> 251-264. doi: 10.14417/lp.674.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0874-2049201500020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garrido, M., Garcia-Marques, L., &amp; Hamilton, D. (2012). Hard to recall but easy to judge: Retrieval strategies in social information processing. <i>Social Cognition, 30,</i>  56-70. doi:10.1521/soco.2012.30.1.56</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0874-2049201500020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kelley, M., Pentz, C., &amp; Reysen, M. (in press). The joint influence of collaboration and part-set cueing. <i>The Quarterly Journal of Experimental Psychology.</i> doi: 10.1080/17470218.2014.881405</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0874-2049201500020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Latan&#233;, B., Williams, K., &amp; Harkins, S. (1979). Many hands make light work: The causes and consequences of social loafing. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 37,</i> 822-832. doi:10.1037/0022-3514.37.6.822</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0874-2049201500020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lorge, I. &amp; Solomon, H. (1955). Two models of group behavior in the solution of eureka-type problems. <i>Psychometrika,</i> 20,139-148. doi: 10.1007/BF02288986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0874-2049201500020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meade, M., Nokes, T., &amp; Morrow, D. (2009). Expertise promotes facilitation on a collaborative memory task. <i>Memory, 17,</i> 39-48. doi: 10.1080/09658210802524240</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0874-2049201500020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meade, M., &amp; Roediger, H. (2009). Age differences in collaborative memory: The role of retrieval manipulations. <i>Memory &amp; Cognition, 37, 962-975.</i> doi:10.3758/MC.37.7.962</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0874-2049201500020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Paulus, P. (2000). Groups, teams, and creativity: The Creative potential of idea- generating groups. <i>Applied Psychology: An International Review,</i> 49,237-262. doi: 10.1111/1464-0597.00013</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0874-2049201500020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rajaram, S., &amp; Pereira-Pasarin, P. (2007). Collaboration can improve individual recognition memory: Evidence from immediate and delayed tests. <i>Psychonomic Bulletin &amp; Review, 14,</i> 95-100. doi:10.3758/BF03194034</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0874-2049201500020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Roediger, H., &amp; McDermott, K. (1995). Creating false memories: Remembering words not presented in lists. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 21,</i> 803-814. doi: 10.1037/0278-7393.21.4.803</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0874-2049201500020000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ross, M., Spencer, S., Blatz, C., &amp; Restorick, E. (2008). Collaboration reduces the frequency of false memories in older and younger adults. <i>Psychology and Aging, 23,</i> 85 -92. doi:10.1037/0882-7974.23.1.85</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0874-2049201500020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ross, M., Spencer, S., Linardatos, L., Lam, K., &amp; Perunovic, M. (2004). Going shopping and identifying landmarks: Does collaboration improve older people's memory?. <i>Applied Cognitive Psychology,</i> 18, 683-696. doi: 10.1002/acp.1023</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0874-2049201500020000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Saraiva, M., Albuquerque, P., &amp; Arantes, J. (2014a). Recordar em colabora&#231;&#227;o: Custos e benef&#237;cios. Manuscrito submetido para publica&#231;&#227;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0874-2049201500020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Saraiva, M., Albuquerque, P., &amp; Arantes, J. (2014b). Production of false memories in collaborative memory tasks using lists of associated words. Manuscript submitted for publication.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0874-2049201500020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Saraiva, M., Albuquerque, P., &amp; Arantes, J. (2015). Inhibiting the collaborative inhibition effect: The role of retrieval strategies uniformisation. Manuscript submitted for publication.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0874-2049201500020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Slamecka, N. (1968). An examination of trace storage in free recall. <i>Journal of Experimental Psychology,</i> 76, 504-513. doi: 10.1037/h0025695</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0874-2049201500020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Takahashi, M., &amp; Saito, S. (2004). Does test delay eliminate collaborative inhibition?. <i>Memory,</i> 12, 722-731. doi: 10.1080/09658210344000521</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0874-2049201500020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Thorley, C., &amp; Dewhurst, S. (2007). Collaborative false recall in the DRM procedure: Effects of group size and group pressure. <i>European Journal of Cognitive Psychology,</i> 19, 867-881. doi: 10.1080/09541440600872068</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0874-2049201500020000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Weigold, A., Russell, E., &amp; Natera, S. (2014). Correction of false memory for associated word lists by collaborating groups. <i>The American Journal of Psychology,</i> 127, 183-190. doi: 10.5406/amerjpsyc.127.2.0183</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0874-2049201500020000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Weldon, M., &amp; Bellinger, K. (1997). Collective memory: Collaborative and individual processes in remembering. <i>Journal of Experimental Psychology, 23,</i> 1160-1175. doi:  10.1037/0278-7393.23.5.1160</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0874-2049201500020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Weldon, M., Blair, C., &amp; Huebsch, P. (2000). Group remembering: Does social loafing underlie collaborative inhibition?. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 26,</i> 1568-1577. doi:<a href="http://psycnet.apa.org/doi/10.1037/0278-7393.26.6.1568" target="_blank">10.1037/0278-7393.26.6.1568</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0874-2049201500020000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Yaron-Antar, A., &amp; Nachson, I. (2006). Collaborative remembering of emotional events: The case of Rabin's assassination. <i>Memory,</i> 14, 46-56. doi: 10.1080/09658210444000502</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0874-2049201500020000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&#234;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Magda Saraiva, Escola de Psicologia (EPsi), Campus de Gualtar, 4710-057, Braga, Portugal. E-mail: <a href="mailto:magda.saraiva@gmail.com">magda.saraiva@gmail.com</a>.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido   09/06/2015</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite     21/10/2015</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Financiado por:</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apoio &#224; publica&#231;&#227;o: Funda&#231;&#227;o para a Ci&#234;ncia e a Tecnologia (Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o e Ci&#234;ncia, Portugal) - Programa FACC</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top2"><sup>2</sup></a><a name="2"></a>Tradu&#231;&#227;o sugerida por Saraiva, Albuquerque e Arantes (2014a) para o termo em ingl&#234;s &quot;free-for-all&quot;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top3"><sup>3</sup></a><a name="3"></a>Tradu&#231;&#227;o para o termo em ingl&#234;s &quot;social loafing&quot; sugerido por Garrido (2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top4"><sup>4</sup></a><a name="4"></a>Tradu&#231;&#227;o do termo em ingl&#234;s &quot;part-list cueing&quot; sugerido por Saraiva et al. (2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top5"><sup>5</sup></a><a name="5"></a>Tradu&#231;&#227;o para o termo em ingl&#234;s &quot;turn taking&quot; sugerido por Saraiva et al. (2014).</font></p>      ]]></body><back>
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