<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-2049</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psicologia]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-2049</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Psicologia (APP)Edições Colibri]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-20492017000200007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17575/rpsicol.v31i2.1223</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Locus de controlo e adesão terapêutica em adultos emergentes e adultos com condições crónicas de saúde: O papel moderador do grupo etário]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Locus of control and adherence to treatments in adults and emerging adults with chronic health conditions: The moderating role of age-group]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jéssica]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pires]]></surname>
<given-names><![CDATA[Raquel]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Neuza]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Escola de Psicologia e Ciências da Vida ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa Faculdade de Medicina Centro Cardiovascular da Universidade de Lisboa]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<volume>31</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>89</fpage>
<lpage>104</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-20492017000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-20492017000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-20492017000200007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Este estudo pretendeu analisar as associações entre locus de controlo (LC) e adesão terapêutica em indivíduos com condições crónicas de saúde, assim como o papel moderador do grupo etário nestas relações. A amostra incluiu 61 adultos emergentes (18-25 anos) e 60 adultos (26-64 anos) com doença crónica e a receberem tratamentos. Os participantes preencheram um questionário de dados clínicos/sociodemográficos e instrumentos de avaliação do LC e da adesão terapêutica. Não foram encontradas diferenças significativas no LC nem na adesão terapêutica entre grupos etários. Uma maior tendência para um LC externo-acaso associou-se a menores níveis de adesão terapêutica, independentemente do grupo etário, enquanto a associação negativa entre LC interno e adesão e a associação positiva entre LC externo-outros poderosos e adesão foram significativas apenas para os adultos emergentes. Estes resultados sugerem que o LC pode influenciar a adesão aos tratamentos, pelo que deve ser considerado como alvo terapêutico nas intervenções psicossociais.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study was aimed at examining the associations between locus of control (LC) and adherence to treatments in individuals with chronic health conditions, as well as the moderating role of age-group on these associations. The sample included 61 emerging adults (18-25 years) and 60 adults (26-64 years) with a chronic condition and who were receiving treatments. Participants completed a clinical/sociodemographic datasheet and self-report questionnaires assessing LC and adherence to treatments. No significant differences were found in LC orientation or adherence to treatments between age-groups. A greater likelihood of having an external LC by chance was associated with lower adherence independently of age-group, while the negative link between internal LC and adherence and the positive link between external LC by powerful others and adherence were statistically significant only for emerging adults. These results suggest that LC may influence adherence to treatments and, therefore, should be considered as an intervention target in psychosocial interventions.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Adesão terapêutica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Adultos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Condições crónicas de saúde]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Adultos emergentes]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Locus de controlo da saúde]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Adherence to treatments]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Adults]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Chronic health conditions]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Emerging adults]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Health locus of control]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Locus de controlo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica em adultos emergentes e adultos com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de: O papel moderador do grupo et&aacute;rio</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Locus of control and adherence to treatments in adults and emerging adults with chronic health conditions: The moderating role of age-group</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>J&eacute;ssica Reis<sup>I</sup>, Raquel Pires<sup>II</sup> &amp; Neuza Silva<sup>III, c</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I-III</sup>EPCV, Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup>Associa&ccedil;&atilde;o para Investiga&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento da Faculdade de Medicina, Centro Cardiovascular da Universidade de Lisboa</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>III</sup>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o do N&uacute;cleo de Estudos e Interven&ccedil;&atilde;o Cognitivo-Comportamental, FPCE da Universidade de Coimbra</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Este estudo pretendeu analisar as associa&ccedil;&otilde;es entre locus de controlo (LC) e ades&atilde;o terap&ecirc;utica em indiv&iacute;duos com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de, assim como o papel moderador do grupo et&aacute;rio nestas rela&ccedil;&otilde;es. A amostra incluiu 61 adultos emergentes (18-25 anos) e 60 adultos (26-64 anos) com doen&ccedil;a cr&oacute;nica e a receberem tratamentos. Os participantes preencheram um question&aacute;rio de dados cl&iacute;nicos/sociodemogr&aacute;ficos e instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o do LC e da ades&atilde;o terap&ecirc;utica. N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas no LC nem na ades&atilde;o terap&ecirc;utica entre grupos et&aacute;rios. Uma maior tend&ecirc;ncia para um LC externo-acaso associou-se a menores n&iacute;veis de ades&atilde;o terap&ecirc;utica, independentemente do grupo et&aacute;rio, enquanto a associa&ccedil;&atilde;o negativa entre LC interno e ades&atilde;o e a associa&ccedil;&atilde;o positiva entre LC externo-outros poderosos e ades&atilde;o foram significativas apenas para os adultos emergentes. Estes resultados sugerem que o LC pode influenciar a ades&atilde;o aos tratamentos, pelo que deve ser considerado como alvo terap&ecirc;utico nas interven&ccedil;&otilde;es psicossociais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Ades&atilde;o terap&ecirc;utica; Adultos; Condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de; Adultos emergentes; Locus de controlo da sa&uacute;de.</font></p>  <hr size"1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">This study was aimed at examining the associations between locus of control (LC) and adherence to treatments in individuals with chronic health conditions, as well as the moderating role of age-group on these associations. The sample included 61 emerging adults (18-25 years) and 60 adults (26-64 years) with a chronic condition and who were receiving treatments. Participants completed a clinical/sociodemographic datasheet and self-report questionnaires assessing LC and adherence to treatments. No significant differences were found in LC orientation or adherence to treatments between age-groups. A greater likelihood of having an external LC by chance was associated with lower adherence independently of age-group, while the negative link between internal LC and adherence and the positive link between external LC by powerful others and adherence were statistically significant only for emerging adults. These results suggest that LC may influence adherence to treatments and, therefore, should be considered as an intervention target in psychosocial interventions.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Adherence to treatments; Adults; Chronic health conditions; Emerging adults; Health locus of control.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2">As condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de constituem um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, sendo as principais causas de mortalidade e morbilidade observadas nos pa&iacute;ses desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, originando uma enorme sobrecarga ao n&iacute;vel dos cuidados de sa&uacute;de (Sousa, Landeiro, Pires, &amp; Santos, 2011). As pessoas com uma doen&ccedil;a cr&oacute;nica confrontam-se com diversas circunst&acirc;ncias stressantes que adv&ecirc;m da diminui&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia, evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e, em alguns casos, da necessidade de mudan&ccedil;a de comportamento para dar resposta &agrave;s prescri&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas (Wiebe &amp; Christensen, 1996). Neste sentido, &eacute; imperativo que o doente seja capaz de integrar esse acontecimento n&atilde;o-normativo na sua vida, procurando um equil&iacute;brio entre as suas atividades cotidianas e a gest&atilde;o da doen&ccedil;a e dos tratamentos (Sousa et al., 2011). A concomit&acirc;ncia entre as exig&ecirc;ncias da doen&ccedil;a e as tarefas desenvolvimentais normativas do per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta (e.g., ado&ccedil;&atilde;o de novos pap&eacute;is emocionais e sociais, independ&ecirc;ncia da fam&iacute;lia) pode comprometer o processo de adapta&ccedil;&atilde;o e a autonomia na gest&atilde;o dos cuidados de sa&uacute;de (Kyng&auml;s, Kroll, &amp; Duffy, 2000). No entanto, os resultados de adapta&ccedil;&atilde;o psicossocial n&atilde;o dependem diretamente das caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e dos tratamentos, mas de complexas intera&ccedil;&otilde;es entre a perce&ccedil;&atilde;o de stresse decorrente da doen&ccedil;a e dos recursos dispon&iacute;veis para enfrentar a situa&ccedil;&atilde;o (Lazarus &amp; Folkman, 1984). O estudo das associa&ccedil;&otilde;es entre locus de controlo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica em adultos emergentes, em compara&ccedil;&atilde;o com adultos, poder&aacute; contribuir para uma melhor compreens&atilde;o dos processos de adapta&ccedil;&atilde;o e para a identifica&ccedil;&atilde;o de potenciais alvos terap&ecirc;uticos em interven&ccedil;&otilde;es psicossociais com vista &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da morbilidade decorrente da condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de (Blount et al., 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Adultez Emergente: Desenvolvimento e Sa&uacute;de</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tem-se observado um aumento do n&uacute;mero de adolescentes e jovens adultos com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de (Sawyer, Drew, Yeo, &amp; Britto, 2007), estimando-se uma preval&ecirc;ncia de cerca de 10% nestas faixas et&aacute;rias (Suris, Michaud, &amp; Viner, 2004). Enquanto a medicina e a psicologia da sa&uacute;de pedi&aacute;trica se t&ecirc;m focado na sa&uacute;de e adapta&ccedil;&atilde;o psicossocial de crian&ccedil;as e adolescentes at&eacute; aos 18 anos de idade, os estudos com adultos tendem a desconsiderar o per&iacute;odo entre a adolesc&ecirc;ncia tardia e o in&iacute;cio da idade adulta como um per&iacute;odo desenvolvimental distinto (Arnett, 2000). Como resultado, a investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica sobre a adapta&ccedil;&atilde;o a uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de neste per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o &eacute; praticamente inexistente (Anderson &amp; Wolpert, 2004).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Fundamentado pelas altera&ccedil;&otilde;es nos padr&otilde;es sociais e culturais dos pa&iacute;ses industrializados (e.g., prolongamento da escolaridade; adiamento do casamento e parentalidade), Arnett (2000) prop&ocirc;s a designa&ccedil;&atilde;o de &ldquo;adultos emergentes&rdquo; para distinguir a fase do ciclo de vida dos indiv&iacute;duos entre os 18 e os 25 anos. Esta &ldquo;nova&rdquo; fase desenvolvimental &eacute; caracterizada pela mudan&ccedil;a e explora&ccedil;&atilde;o dos poss&iacute;veis percursos de vida, e distingue-se te&oacute;rica e empiricamente da adolesc&ecirc;ncia e da idade adulta jovem ao n&iacute;vel demogr&aacute;fico, identit&aacute;rio e subjetivo (Arnett, 2000, 2006; Andrade, 2010). Enquanto a maioria dos adolescentes at&eacute; aos 18 anos vive com os seus pais, est&aacute; a lidar com as mudan&ccedil;as f&iacute;sicas da puberdade, frequenta a escola secund&aacute;ria e faz parte de uma cultura de pares sediada na escola, a partir dos 18 anos a maioria dos jovens j&aacute; terminou a escola secund&aacute;ria, deixou a casa dos pais e atingiu a maioridade legal numa s&eacute;rie de aspetos. Adicionalmente, e ao contr&aacute;rio dos adultos jovens que j&aacute; s&atilde;o f&iacute;sica, emocional e financeiramente independentes da fam&iacute;lia de origem, j&aacute; estabeleceram a sua identidade social e rela&ccedil;&otilde;es de intimidade duradouras, e est&atilde;o focados na prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos profissionais (Erickson, 1980), os adultos emergentes est&atilde;o ainda em processo de obten&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rias para uma ocupa&ccedil;&atilde;o a longo prazo e de forma&ccedil;&atilde;o da sua identidade a partir da explora&ccedil;&atilde;o das possibilidades de percursos relacionais, laborais e de vis&atilde;o do mundo, ainda n&atilde;o s&atilde;o casados e n&atilde;o t&ecirc;m filhos, e partilham a perce&ccedil;&atilde;o subjetiva de ainda n&atilde;o terem atingido completamente a idade adulta no sentido de aceitarem a responsabilidade por si mesmos e tomar decis&otilde;es independentes (Arnett, 2000). Mendon&ccedil;a, Andrade e Fontaine (2009), no seu estudo sobre os marcadores de entrada na idade adulta, confirmam que estas especificidades demogr&aacute;ficas, identit&aacute;rias e subjetivas se verificam tamb&eacute;m no contexto sociocultural portugu&ecirc;s.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Nesta fase, &eacute; ent&atilde;o esperado que o jovem aprenda a lidar com os novos pap&eacute;is emocionais e sociais e adote comportamentos respons&aacute;veis, incluindo o autocuidado e a gest&atilde;o da sua sa&uacute;de (Taddeo, Egedy, &amp; Frappier, 2008). Estudos pr&eacute;vios t&ecirc;m mostrado que atributos psicossociais que se desenvolvem durante a adultez emergente, como a identidade (e.g., incorpora&ccedil;&atilde;o de caracter&iacute;sticas de estilos de vida saud&aacute;veis no conceito de si pr&oacute;prio) e auto-efic&aacute;cia, s&atilde;o indicadores importantes dos comportamentos de sa&uacute;de (Nelson, Story, Larson, Neumark-Sztainer, &amp; Lytle, 2008; Storer, Cychosz, &amp; Anderson, 1997). Sendo esta uma fase em que os padr&otilde;es de comportamento e de autocuidado s&atilde;o explorados, as interven&ccedil;&otilde;es psicoeducativas podem ter um impacto cr&iacute;tico sobre a sa&uacute;de a longo prazo (Kelly, Kratz, Bielski, &amp; Rinehart, 2002).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Condi&ccedil;&otilde;es Cr&oacute;nicas de Sa&uacute;de e Ades&atilde;o Terap&ecirc;utica </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A ades&atilde;o terap&ecirc;utica, definida como &ldquo;<i>the extend to which the time history of drug administration corresponds to the prescribed reg&iacute;men</i>&rdquo; (Molassiotis et al., 2002, p. 301), &eacute; considerada um determinante fundamental do &ecirc;xito do tratamento (Linhares et al., 2014). Nos doentes cr&oacute;nicos em geral, a taxa de ades&atilde;o terap&ecirc;utica ronda os 50% (Molassiotis et al., 2002), representando assim uma das maiores preocupa&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel da sa&uacute;de p&uacute;blica (Kurita &amp; Pimenta, 2004). Os adolescentes e adultos emergentes apresentam taxas de n&atilde;o-ades&atilde;o superiores &agrave;quelas observadas noutras faixas et&aacute;rias (Bleyer, 2002; Griva, Myers, &amp; Newman, 2000; Sirey et al., 2001), com valores que variam entre os 27% e os 60% (Kondryn, Edmondson, Hill, &amp; Eden, 2011; Suris et al., 2004), o que pode contribuir para o agravamento da doen&ccedil;a, sobrecarga dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e decr&eacute;scimo da sua qualidade de vida (Taddeo et al., 2008; Trevino, Fasciano, &amp; Prigerson, 2013). Determinar as taxas de ades&atilde;o de forma precisa &eacute; uma tarefa complexa, uma vez que estas podem depender do tipo de doen&ccedil;a, da complexidade do regime terap&ecirc;utico (Bond &amp; Hussar, 1991, cit. in Delgado &amp; Lima, 2001) e do n&iacute;vel socioecon&oacute;mico dos indiv&iacute;duos (Reiners, Azevedo, Vieira, &amp; Arruda, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As baixas taxas de ades&atilde;o terap&ecirc;utica na fase de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta podem ser justificadas pelo pensamento abstrato pouco desenvolvido nesta idade, autocentra&ccedil;&atilde;o, instabilidade relacional, laboral e na vis&atilde;o do mundo, e pela imaturidade na previs&atilde;o de consequ&ecirc;ncias e de vulnerabilidade (Hinds et al., 2000; Suris et al., 2004; Taddeo et al., 2008). As condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de s&atilde;o caracterizadas pelo seu curso imprevis&iacute;vel, altera&ccedil;&otilde;es nas capacidades, apar&ecirc;ncia e perspetivas futuras e pela depend&ecirc;ncia prolongada dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Neste sentido, viver com uma doen&ccedil;a cr&oacute;nica requer que os indiv&iacute;duos estejam em cont&iacute;nua adapta&ccedil;&atilde;o devido &agrave;s mudan&ccedil;as permanentes no estilo de vida. Os adolescentes e adultos emergentes com estas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de apresentam necessidades adicionais e prioridades pessoais que diferem dos seus pares saud&aacute;veis, nomeadamente limita&ccedil;&otilde;es nas atividades e restri&ccedil;&otilde;es na vida di&aacute;ria e social (Blum et al., 1993), pois os regimes terap&ecirc;uticos geralmente acarretam implica&ccedil;&otilde;es negativas nas suas rela&ccedil;&otilde;es, levando &agrave; depend&ecirc;ncia social e ao isolamento tempor&aacute;rio (Kyng&auml;s et al., 2000).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Locus de Controlo da Sa&uacute;de e Ades&atilde;o Terap&ecirc;utica</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O diagn&oacute;stico de uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de pode ser encarado como uma situa&ccedil;&atilde;o potencialmente indutora de stresse, n&atilde;o s&oacute; pelo impacto imediato do diagn&oacute;stico, mas tamb&eacute;m pelos desafios di&aacute;rios subsequentes (R&ouml;der &amp; Boekaerts, 1999). De acordo com o modelo de Lazarus e Folkman (1984), o significado de um evento &eacute; determinado pelos processos de avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva, que se dividem na avalia&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, na qual a pessoa avalia o significado individual ou a relev&acirc;ncia do acontecimento (e.g., acontecimento irrelevante, ben&eacute;fico ou amea&ccedil;ador), e na avalia&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, que consiste na avalia&ccedil;&atilde;o dos recursos pessoais de coping dispon&iacute;veis para lidar com as exig&ecirc;ncias da situa&ccedil;&atilde;o (Samson &amp; Siam, 2008), nomeadamente a perce&ccedil;&atilde;o de controlo sobre o acontecimento. O stresse ocorre quando as exig&ecirc;ncias da situa&ccedil;&atilde;o excedem os recursos e capacidades do indiv&iacute;duo para a enfrentar (Folkman, 1984). No contexto espec&iacute;fico da doen&ccedil;a cr&oacute;nica, resultados mais ou menos adaptativos ser&atilde;o ent&atilde;o determinados, n&atilde;o s&oacute; pelas caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas, mas tamb&eacute;m pela perce&ccedil;&atilde;o individual de stresse decorrente da doen&ccedil;a e/ou dos tratamentos (Hesselink et al., 2004; R&ouml;der &amp; Boekaerts, 1999).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O locus de controlo surge neste modelo como a perce&ccedil;&atilde;o de controlo que os indiv&iacute;duos det&ecirc;m sobre os <i>outcomes</i> importantes, sendo que estas cren&ccedil;as de controlo podem influenciar a avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva prim&aacute;ria e secund&aacute;ria (Folkman, 1984) e predizer a ades&atilde;o terap&ecirc;utica. O conceito de locus de controlo deriva da teoria da aprendizagem social (Rotter, 1966), consistindo na perce&ccedil;&atilde;o desenvolvida pelas pessoas acerca da origem e controlo das situa&ccedil;&otilde;es que experienciam (Barletta, 2010; Carrijo &amp; Coleta, 2007). Aplicado ao contexto da sa&uacute;de, o locus de controlo refere-se &agrave; cren&ccedil;a que os indiv&iacute;duos t&ecirc;m sobre quem ou qual o agente que determina o seu estado de sa&uacute;de (Wallston, 1982) e reflete as expectativas individuais sobre os resultados de sa&uacute;de (Christensen, Wiebe, Benotsch, &amp; Lawton, 1996). Neste sentido, os indiv&iacute;duos que creem que a doen&ccedil;a surgiu como resultado das suas a&ccedil;&otilde;es e que acreditam que os resultados de sa&uacute;de s&atilde;o control&aacute;veis por si, det&ecirc;m um locus de controlo interno (Barletta, 2010; Kurita &amp; Pimenta, 2004). J&aacute; os indiv&iacute;duos que tendem a fazer atribui&ccedil;&otilde;es externas e que acreditam que a sua sa&uacute;de depende da a&ccedil;&atilde;o de outros, como os profissionais de sa&uacute;de, ou que os seus resultados de sa&uacute;de s&atilde;o definidos casualmente, apresentam um locus de controlo externo (Barletta, 2010; Berglund, Lytsy, &amp; Westerling, 2014; Carrijo &amp; Coleta, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A varia&ccedil;&atilde;o do locus de controlo consoante a faixa et&aacute;ria &eacute; discutida na literatura de forma controversa. Alguns autores reportam que, &agrave; medida que a idade avan&ccedil;a, os indiv&iacute;duos tendem a percecionar menor controlo pessoal sobre as situa&ccedil;&otilde;es, o que pode ser justificado pela maior dificuldade dos indiv&iacute;duos mais velhos em avaliar os seus acontecimentos stressores como modific&aacute;veis, visto que muitas das mudan&ccedil;as que acompanham o envelhecimento n&atilde;o s&atilde;o control&aacute;veis, e pela maior import&acirc;ncia que atribuem &agrave;s fontes externas de controlo (Aldwin, 1991; Lachman, 1986; Lachman, Neupert, &amp; Agrigoroaei, 2011). Lachman (1986) acrescenta que, embora seja dado maior reconhecimento a fontes externas de controlo, os adultos continuam a manter, ao longo dos anos, um sentido de internalidade. No entanto, outros estudos n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas em fun&ccedil;&atilde;o da idade (Blanchard-Fields &amp; Robinson, 1987), ou relatam que as perce&ccedil;&otilde;es de controlo interno tendem a acentuar-se com a idade, principalmente a partir dos 30-39 anos de idade, mantendo-se relativamente est&aacute;veis durante toda a vida adulta e sofrendo apenas um decr&eacute;scimo n&atilde;o significativo a partir dos 60 anos (Lao, 1974). Estes autores argumentam que as experi&ecirc;ncias de vida, e consequente aumento do dom&iacute;nio e compet&ecirc;ncia do indiv&iacute;duo ao longo da sua matura&ccedil;&atilde;o, v&atilde;o conduzir a um maior senso de controlo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar da inexist&ecirc;ncia de estudos focados no locus de controlo dos adultos emergentes, a autocentra&ccedil;&atilde;o e progressiva independ&ecirc;ncia e perce&ccedil;&atilde;o de autocontrolo que caracterizam este grupo desenvolvimental s&atilde;o partilhadas pelos adolescentes (Arnett, 2000; Taddeo et al., 2008). No entanto, o diagn&oacute;stico de uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de pode induzir sentimentos de impot&ecirc;ncia e inefic&aacute;cia pessoal (Taddeo et al., 2008). Estudos emp&iacute;ricos com adolescentes conclu&iacute;ram que o diagn&oacute;stico de determinadas doen&ccedil;as cr&oacute;nicas est&aacute; associado &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da perce&ccedil;&atilde;o de controlo sobre o futuro da sa&uacute;de (Kellerman, Zelter, Ellenberg, Dash, &amp; Rigler, 1980) e que um diagn&oacute;stico de cancro na adolesc&ecirc;ncia est&aacute; associado &agrave; perda de controlo, na qual surgem sentimentos de desamparo, comprometendo o desenvolvimento do sentido de autonomia e da independ&ecirc;ncia (Jamison, Lewis, &amp; Burish, 1986).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar dos doentes cr&oacute;nicos dependerem dos profissionais de sa&uacute;de para o aconselhamento e interven&ccedil;&atilde;o, Wallston (1992) concluiu que os comportamentos de ades&atilde;o se encontram mais associados a expectativas de compet&ecirc;ncia sobre os resultados de sa&uacute;de. V&aacute;rios estudos emp&iacute;ricos reportam associa&ccedil;&otilde;es significativas entre a tend&ecirc;ncia para um locus de controlo predominantemente interno e uma maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica (e.g., Katz, Yelin, Eisner, &amp; Blanc, 2002; Molassiotis et al., 2002; Rybarczyk, DeMarco, DeLaCruz, Lapidos, &amp; Fortner, 2001; Tillotson &amp; Smith, 1996), e entre uma orienta&ccedil;&atilde;o de locus de controlo externo, fundamentado na confian&ccedil;a nos profissionais de sa&uacute;de, e uma maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica, em indiv&iacute;duos com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de (Christensen et al., 1996). No entanto, outros estudos n&atilde;o encontraram associa&ccedil;&otilde;es significativas entre o locus de controlo e comportamentos de ades&atilde;o aos tratamentos (Carrijo &amp; Coleta, 2007), sugerindo que outros fatores, nomeadamente a etapa desenvolvimental possa interferir de forma significativa nesta rela&ccedil;&atilde;o.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>O Presente Estudo: Objetivos e Hip&oacute;teses</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar da grande controv&eacute;rsia acerca das idades que delimitam a fase de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta, justificada pelas mudan&ccedil;as sociais e econ&oacute;micas nas sociedades industrializadas e pela heterogeneidade de percursos que caracteriza esta fase (Dellamann-Jenkins, Blankemeyer, &amp; Pinkard, 2001), neste estudo foi adotada a perspetiva de Arnett (2000), que classifica esta fase entre os 18 e os 25 anos. Embora a faixa et&aacute;ria dos adultos compreenda indiv&iacute;duos em diferentes fases do ciclo da vida (jovens adultos e adultos de meia-idade), a sua categoriza&ccedil;&atilde;o num s&oacute; grupo justifica-se pelas caracter&iacute;sticas desenvolvimentais que apresentam em comum, como a matura&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, sexual e cognitiva plena, a conquista da independ&ecirc;ncia, e a estabilidade relacional, laboral e da sua vis&atilde;o do mundo (Arnett, 2000; Fleming, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No contexto da adapta&ccedil;&atilde;o psicossocial &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de, o locus de controlo da sa&uacute;de foi considerado neste estudo como um indicador da avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva secund&aacute;ria da condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de enquanto acontecimento potencialmente indutor de stresse, e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica foi analisada enquanto resultado adaptativo. Com base no modelo de stresse e coping (Lazarus &amp; Folkman, 1984), este estudo pretendeu: (1) comparar o locus de controlo da sa&uacute;de e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica entre adultos emergentes (18-25 anos) e adultos jovens ou de meia-idade (26-64 anos); (2) analisar as associa&ccedil;&otilde;es entre locus de controlo interno/externo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica; e (3) analisar o papel moderador do grupo et&aacute;rio na rela&ccedil;&atilde;o entre locus de controlo interno/externo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Fundamentadas pela revis&atilde;o de literatura, foram delineadas as seguintes hip&oacute;teses: (H1) espera-se uma maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica nos adultos, em compara&ccedil;&atilde;o com os adultos emergentes; (H2) espera-se que uma maior tend&ecirc;ncia para um locus de controlo interno ou externo fundamentado na cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de depende da a&ccedil;&atilde;o de outros poderosos (e.g., profissionais de sa&uacute;de) esteja associada a maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica; (H3) espera-se que um locus de controlo predominantemente externo fundamentado na cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de depende do acaso esteja associado a menor ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s diferen&ccedil;as na orienta&ccedil;&atilde;o predominante do locus de controlo da sa&uacute;de entre os adultos emergentes e os adultos com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de, n&atilde;o foi poss&iacute;vel elaborar quaisquer hip&oacute;teses devido, por um lado, &agrave; inexist&ecirc;ncia de literatura focada na adultez emergente, e, por outro lado, aos resultados divergentes encontrados nos estudos com adultos. Devido &agrave; natureza explorat&oacute;ria das an&aacute;lises do papel moderador do grupo et&aacute;rio, tamb&eacute;m n&atilde;o foram elaboradas hip&oacute;teses a este respeito.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes e Procedimentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este estudo integrou um projeto alargado intitulado <i>Processos e Resultados de Adapta&ccedil;&atilde;o Psicossocial em Indiv&iacute;duos Saud&aacute;veis e com Condi&ccedil;&otilde;es Cr&oacute;nicas de Sa&uacute;de</i>, aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica e Deontologia para a Investiga&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica (CEDIC) da Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias. Este projeto teve um desenho quantitativo transversal, de natureza correlacional. Os participantes para este estudo foram selecionados atrav&eacute;s do m&eacute;todo de amostragem n&atilde;o probabil&iacute;stica por conveni&ecirc;ncia, entre Mar&ccedil;o e Maio de 2016, de acordo com os seguintes crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: (1) idade compreendida entre 18 e 64 anos; (2) diagn&oacute;stico cl&iacute;nico de uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de, de acordo com a CID-10 (WHO, 2010); (3) estarem atualmente a receber tratamentos para a sua condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de; (4) n&atilde;o terem diagn&oacute;stico e n&atilde;o estarem a fazer tratamentos para perturba&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica/psiqui&aacute;trica; e (5) <i>missing-values</i> numa percentagem inferior a 20%.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram recolhidos por meio de question&aacute;rios de autorresposta, utilizando dois m&eacute;todos distintos: recolha de question&aacute;rios em formato de &ldquo;papel e l&aacute;pis&rdquo; em contexto comunit&aacute;rio e atrav&eacute;s de uma plataforma <i>online</i> divulgada pelas redes sociais e pelos contatos dos investigadores. Em ambos os m&eacute;todos de recolha de dados, foi facultada aos participantes informa&ccedil;&atilde;o detalhada sobre os objetivos e procedimentos do estudo e solicitado consentimento informado. Foi garantido o anonimato dos participantes e das respostas, em cumprimento com os princ&iacute;pios &eacute;ticos relativos &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o com participantes humanos (APA, 2010) e com a Declara&ccedil;&atilde;o de Hels&iacute;nquia (WMA, 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e cl&iacute;nicas dos participantes (61 adultos emergentes e 60 adultos) s&atilde;o apresentadas na <a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a07t1.jpg">Tabela 1</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Nos adultos emergentes, as doen&ccedil;as do aparelho respirat&oacute;rio (e.g., asma, rinite al&eacute;rgica) e as doen&ccedil;as end&oacute;crinas, nutricionais e metab&oacute;licas (e.g., diabetes, hipotiroidismo) foram as mais frequentes (39.3% e 27.9%, respetivamente), enquanto nos adultos as doen&ccedil;as end&oacute;crinas, nutricionais e metab&oacute;licas mostraram ser as mais prevalentes (31.7%), seguindo-se pelas doen&ccedil;as do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo (e.g., artrite reumat&oacute;ide, osteoporose; 20.0%). A compara&ccedil;&atilde;o entre os grupos et&aacute;rios revelou homogeneidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e cl&iacute;nicas, com exce&ccedil;&atilde;o do tempo de diagn&oacute;stico, situa&ccedil;&atilde;o profissional e estado civil. No entanto, a maior percentagem de adultos emergentes estudantes e solteiros e a maior percentagem de adultos trabalhadores e casados ou a viver em uni&atilde;o de facto eram expet&aacute;veis, visto que se referem a caracter&iacute;sticas relacionadas com as tarefas desenvolvimentais inerentes a cada um destes grupos et&aacute;rios e, portanto, n&atilde;o foram controladas nas an&aacute;lises posteriores.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Vari&aacute;veis e Instrumentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Locus de controlo</i></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O locus de controlo foi avaliado atrav&eacute;s da Forma A da <i>Multidimensional Health Locus of Control Scale</i> (MHLC; Wallston, 2005). Esta escala &eacute; composta por 18 itens, respondidos numa escala de Likert de 5 pontos (1 = <i>Discordo fortemente</i> a 5 = <i>Concordo fortemente</i>), que visam medir tr&ecirc;s dimens&otilde;es, com 6 itens cada: locus de controlo interno, locus de controlo externo &ndash; acaso, e locus de controlo externo &ndash; outros poderosos. A dimens&atilde;o de locus de controlo interno refere-se &agrave; cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de &eacute; determinada pelos comportamentos do pr&oacute;prio indiv&iacute;duo (e.g., &ldquo;Se eu ficar doente, &eacute; o meu pr&oacute;prio comportamento que determina qu&atilde;o cedo eu voltarei a ficar bem.&rdquo;); a subescala de locus de controlo externo &ndash; acaso avalia a medida em que o indiv&iacute;duo acredita que a sua sa&uacute;de depende da sorte ou destino (e.g., &ldquo;A maior parte das coisas que afetam a minha sa&uacute;de acontecem-me por acaso.&rdquo;); e a subescala de locus de controlo externo &ndash; outros poderosos avalia a cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de &eacute; determinada por outras pessoas como m&eacute;dicos, professores, ou familiares (e.g., &ldquo;Ter contato frequente com o meu m&eacute;dico &eacute; a melhor forma de eu evitar ficar doente.&rdquo;; Almeida &amp; Pereira, 2006). Os resultados s&atilde;o obtidos atrav&eacute;s da m&eacute;dia das pontua&ccedil;&otilde;es dos 6 itens correspondentes a cada subescala, sendo que, quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o, maior a cren&ccedil;a de que a respetiva dimens&atilde;o controla a sua sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A MHLC tem demonstrado boa consist&ecirc;ncia interna, tanto no estudo original (&alpha; de <i>Cronbach</i> entre .67 e .77; Wallston, Wallston, &amp; DeVellis, 1978), como em estudos posteriores com vers&otilde;es traduzidas (e.g., &alpha; de <i>Cronbach</i> entre .53 e .72 na tradu&ccedil;&atilde;o espanhola validada na Col&ocirc;mbia; Rodr&iacute;guez-Rosero, Ferriani, &amp; Coleta, 2002). No presente estudo, a MHLC apresentou uma consist&ecirc;ncia interna aceit&aacute;vel, com um &alpha; de <i>Cronbach</i>, para o grupo dos adultos emergentes e dos adultos, respetivamente, de .86 e .73 para a dimens&atilde;o de locus de controlo interno; &alpha; = .63 e .65 para a dimens&atilde;o de locus de controlo externo &ndash; acaso; e &alpha; = .66 e .64, para a dimens&atilde;o de locus de controlo externo &ndash; outros poderosos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Ades&atilde;o terap&ecirc;utica</i></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A <i>Medida de Ades&atilde;o aos Tratamentos</i> (MAT; Delgado &amp; Lima, 2001) foi empregada para avaliar a ades&atilde;o terap&ecirc;utica. A MAT &eacute; um question&aacute;rio de autorresposta unidimensional, composto por 7 itens (e.g., &ldquo;Alguma vez se esqueceu de tomar os medicamentos para a sua doen&ccedil;a?&rdquo;), respondidos numa escala de tipo Likert entre 1 (<i>Sempre</i>) e 6 (<i>Nunca</i>). A pontua&ccedil;&atilde;o total &eacute; calculada pela m&eacute;dia dos 7 itens, sendo que uma pontua&ccedil;&atilde;o mais elevada indica maiores n&iacute;veis de ades&atilde;o aos tratamentos. A escala apresentou boas qualidades psicom&eacute;tricas no estudo original, com um &alpha; de <i>Cronbach</i> de .74 e validade concorrente com o n&iacute;vel de ades&atilde;o aos tratamentos calculado a partir do r&aacute;cio entre o n&uacute;mero de medicamentos efetivamente tomados e o n&uacute;mero de medicamentos prescritos (Delgado &amp; Lima, 2001). Na nossa amostra, a MAT apresentou um &alpha; de <i>Cronbach</i> de .84 para o grupo dos adultos emergentes e .78 para o grupo dos adultos, confirmando a fiabilidade do instrumento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e sociodemogr&aacute;ficas</i></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os participantes preencheram ainda um question&aacute;rio de dados sociodemogr&aacute;ficos (e.g., idade, sexo, estado civil, escolaridade, profiss&atilde;o) e cl&iacute;nicos (e.g., estado de sa&uacute;de, regime terap&ecirc;utico, acompanhamento psicol&oacute;gico/psiqui&aacute;trico), desenvolvido especificamente para este projeto.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lises Estat&iacute;sticas</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As an&aacute;lises de dados foram efetuadas atrav&eacute;s do programa de tratamento estat&iacute;stico <i>Statistical Package for the Social Sciences</i>, vers&atilde;o 22.0 (IBM Corp., Armonk, NY). &Agrave; exce&ccedil;&atilde;o dos dados cl&iacute;nicos e sociodemogr&aacute;ficos, os <i>missing-values</i>, que eram aleat&oacute;rios e constitu&iacute;am menos de 20% dos valores, foram tratados por substitui&ccedil;&atilde;o pela pontua&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia individual para cada uma das vari&aacute;veis. As an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram efetuadas a um intervalo de confian&ccedil;a de 95%, exceto para o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia das an&aacute;lises de regress&atilde;o, onde foi considerado um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de <i>p</i> &lt; .10, de forma a compensar a perda de poder estat&iacute;stico inerente &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es introduzidas nas an&aacute;lises de regress&atilde;o m&uacute;ltipla (Aguinis, 1995).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Para efeitos de caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, foram calculadas estat&iacute;sticas descritivas para as vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e sociodemogr&aacute;ficas e a homogeneidade das caracter&iacute;sticas da amostra entre os dois grupos et&aacute;rios foi analisada atrav&eacute;s de testes <i>t</i> de <i>Student</i> para amostras independentes (vari&aacute;veis cont&iacute;nuas) e testes de Qui-quadrado (vari&aacute;veis categoriais). As diferen&ccedil;as nos valores m&eacute;dios das dimens&otilde;es do locus de controlo e da ades&atilde;o terap&ecirc;utica entre os grupos et&aacute;rios foram analisadas, respetivamente, atrav&eacute;s de an&aacute;lises multi- e univariadas da covari&acirc;ncia ((M)ANCOVA), controlando o tempo de diagn&oacute;stico.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Previamente &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o das an&aacute;lises de regress&atilde;o, foram calculados os coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson</i> entre as vari&aacute;veis em estudo para avaliar as associa&ccedil;&otilde;es entre elas. As vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e/ou sociodemogr&aacute;ficas que estavam correlacionadas com a vari&aacute;vel dependente (i.e., ades&atilde;o terap&ecirc;utica) foram inclu&iacute;das como covari&aacute;veis no modelo de regress&atilde;o (MacKinnon &amp; Luecken, 2008). Para reduzir a multicolinearidade com os termos de intera&ccedil;&atilde;o e para tornar os coeficientes de regress&atilde;o mais significativos e interpret&aacute;veis, as vari&aacute;veis independentes (locus de controlo interno, locus de controlo externo &ndash; acaso e locus de controlo externo &ndash; outros poderosos) foram centradas antes de serem calculados os termos de intera&ccedil;&atilde;o (Aiken &amp; West, 1991). O papel moderador do grupo et&aacute;rio na rela&ccedil;&atilde;o entre as dimens&otilde;es do locus de controlo e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica foi examinado atrav&eacute;s de uma regress&atilde;o linear hier&aacute;rquica, incluindo no primeiro bloco as covari&aacute;veis, no segundo bloco as dimens&otilde;es do locus de controlo centradas (vari&aacute;veis independentes), no terceiro bloco o grupo et&aacute;rio (vari&aacute;vel moderadora) e no quarto bloco os termos de intera&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis independentes e a vari&aacute;vel moderadora. Usando a ferramenta computacional <i>Modgraph</i> (Jose, 2013), os efeitos de intera&ccedil;&atilde;o significativos foram representados graficamente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s estimativas da vari&aacute;vel dependente nos diferentes valores do moderador e a for&ccedil;a e signific&acirc;ncia estat&iacute;stica de cada linha de regress&atilde;o foram analisadas atrav&eacute;s de testes <i>post-hoc</i> de an&aacute;lise do declive das retas de regress&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lises Comparativas do Locus de Controlo e Ades&atilde;o Terap&ecirc;utica entre Grupos Et&aacute;rios</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a07t2.jpg">Tabela 2</a> apresenta as estat&iacute;sticas descritivas para as dimens&otilde;es do locus de controlo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica e os resultados das an&aacute;lises univariadas. A MANCOVA para as dimens&otilde;es do locus de controlo mostrou que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as significativas entre os grupos et&aacute;rios, Wilks&rsquo; Lambda = .95; <i>F</i><sub>(3, 116)</sub> = 2.17, <i>p</i> = .10; Å‹<sub>p</sub><sup>&sup2;</sup> = .05. Tamb&eacute;m n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre adultos emergentes e adultos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ades&atilde;o terap&ecirc;utica, <i>F</i><sub>(1, 118)</sub> = 0.17, <i>p</i> = .68; Å‹<sub>p</sub><sup>&sup2;</sup> &lt; .01.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"><b>Efeitos Principais e de Intera&ccedil;&atilde;o do Locus de Controlo e do Grupo Et&aacute;rio na Ades&atilde;o Terap&ecirc;utica</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Conforme apresentado na <a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a07t3.jpg">Tabela 3</a>, as an&aacute;lises de correla&ccedil;&atilde;o preliminares indicaram uma associa&ccedil;&atilde;o negativa entre o locus de controlo externo &ndash; acaso e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A dimens&atilde;o de locus de controlo externo &ndash; outros poderosos associou-se, positiva e significativamente, com o locus de controlo interno e com o locus de controlo externo &ndash; acaso. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s associa&ccedil;&otilde;es com as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas e cl&iacute;nicas, foram encontradas correla&ccedil;&otilde;es significativas entre um menor n&uacute;mero de elementos do agregado familiar e maior tend&ecirc;ncia para um locus de controlo interno da sa&uacute;de, e entre maior tempo de diagn&oacute;stico e menor ades&atilde;o terap&ecirc;utica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados da an&aacute;lise de regress&atilde;o hier&aacute;rquica para testar os efeitos principais e de intera&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es do locus de controlo e do grupo et&aacute;rio na ades&atilde;o terap&ecirc;utica, controlando o efeito do tempo de diagn&oacute;stico (por estar significativamente associado &agrave; vari&aacute;vel dependente, i.e., &agrave; ades&atilde;o terap&ecirc;utica) s&atilde;o apresentados na <a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a05t4.jpg">Tabela 4</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Controlando o tempo de diagn&oacute;stico, foram encontrados efeitos principais significativos das v&aacute;rias dimens&otilde;es do locus de controlo, que explicaram 9% da vari&acirc;ncia da ades&atilde;o ao tratamento. Especificamente, uma maior tend&ecirc;ncia para apresentar um locus de controlo interno ou externo fundamentado na cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de depende do acaso, associou-se a menor ades&atilde;o terap&ecirc;utica, enquanto uma maior tend&ecirc;ncia para uma orienta&ccedil;&atilde;o de locus de controlo externo fundamentado na cren&ccedil;a de que a sa&uacute;de depende da a&ccedil;&atilde;o de outros poderosos, associou-se a maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica. O grupo et&aacute;rio explicou uma propor&ccedil;&atilde;o inferior a 1% da vari&acirc;ncia dos n&iacute;veis de ades&atilde;o terap&ecirc;utica. No entanto, os termos de intera&ccedil;&atilde;o &ldquo;locus de controlo interno * grupo et&aacute;rio&rdquo; e &ldquo;locus de controlo externo &ndash; outros poderosos * grupo et&aacute;rio&rdquo; explicaram uma vari&acirc;ncia adicional significativa de 5% na ades&atilde;o terap&ecirc;utica.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os testes <i>post-hoc</i> de an&aacute;lise do declive das retas de regress&atilde;o (<a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a07f1.jpg">Figuras 1</a> e <a href="/img/revistas/psi/v31n2/31n2a07f2.jpg">2</a>) revelaram que ambas as associa&ccedil;&otilde;es entre maior locus de controlo interno e menor ades&atilde;o terap&ecirc;utica e entre maior locus de controlo externo &ndash; outros poderosos e maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica foram significativas apenas para o grupo dos adultos emergentes (<i>b</i> = -.28, SE = .09; <i>t</i> = -3.15, <i>p</i> &lt; .01 e <i>b</i> = .28, SE = .10; <i>t</i> = 2.69, <i>p</i> &lt; .01, respetivamente), mas n&atilde;o significativas para o grupo dos adultos (<i>b</i> = .03, SE = .11; <i>t</i> = 0.24, <i>p</i> = .81 e <i>b</i> &lt; .01, SE = .11; <i>t</i> = 0.03, <i>p</i> = .98, respetivamente).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Este trabalho investigou o locus de controlo da sa&uacute;de e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica em diferentes grupos et&aacute;rios (i.e., adultos emergentes e adultos) com condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de e o papel moderador do grupo et&aacute;rio nas associa&ccedil;&otilde;es entre o locus de controlo e a ades&atilde;o aos tratamentos. Os resultados mostraram que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as significativas na orienta&ccedil;&atilde;o do locus de controlo nem nos n&iacute;veis de ades&atilde;o aos tratamentos entre os dois grupos et&aacute;rios estudados. No entanto, observaram-se diferen&ccedil;as na for&ccedil;a das associa&ccedil;&otilde;es, negativa e positiva, respetivamente, entre o locus de controlo interno e externo &ndash; outros poderosos e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica, sendo estas associa&ccedil;&otilde;es significativas apenas para o grupo dos adultos emergentes, enquanto o locus de controlo externo &ndash; acaso associou-se negativamente com a ades&atilde;o terap&ecirc;utica independentemente da idade dos participantes.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Embora fosse esperada uma maior ades&atilde;o aos tratamentos no grupo dos adultos (H1), em compara&ccedil;&atilde;o com os mais jovens, esta hip&oacute;tese n&atilde;o foi confirmada pelos resultados do estudo. Ao falar da ades&atilde;o terap&ecirc;utica em condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de, a literatura menciona que existem v&aacute;rios fatores que a podem influenciar, para al&eacute;m do grupo et&aacute;rio. As caracter&iacute;sticas associadas ao tratamento (Williams, Manias, &amp; Walker, 2008), nomeadamente a sua complexidade, constitui um dos principais fatores que podem contribuir para a n&atilde;o ades&atilde;o (Hansen, Seifeldin, &amp; Noe, 2007; Haynes, McDonald, &amp; Garg, 2002; Yeager et al., 2005). Os estudos que analisam o impacto dos diferentes regimes de tratamento na ades&atilde;o terap&ecirc;utica conclu&iacute;ram que as percentagens de ades&atilde;o decrescem quando os regimes s&atilde;o mais complexos e requerem altera&ccedil;&otilde;es no estilo de vida (Martin, Williams, Haskard, &amp; DiMatteo, 2005), em compara&ccedil;&atilde;o com os tratamentos apenas medicamentosos (com taxas de ades&atilde;o de 33% e 50%, respetivamente). Tratamentos que impliquem mudan&ccedil;as no estilo de vida s&atilde;o mais complexos e requerem a sensibiliza&ccedil;&atilde;o, educa&ccedil;&atilde;o e apoio por parte dos profissionais de sa&uacute;de, pois estes s&atilde;o dif&iacute;ceis de implementar e manter a longo prazo (Pollack, Chastek, Williams, &amp; Moran, 2010). Sawicki e Tiddens (2012) referem que a complexidade dos tratamentos influencia negativamente a ades&atilde;o tanto nos adolescentes, pois implica que eles tenham de assumir a responsabilidade pelos seus pr&oacute;prios cuidados, como nos adultos, porque estes t&ecirc;m de equilibrar o tratamento e a gest&atilde;o da sua doen&ccedil;a com as obriga&ccedil;&otilde;es familiares, educacionais e laborais. A inexist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as nos n&iacute;veis de ades&atilde;o entre os grupos et&aacute;rios observados no presente estudo pode assim ser devida ao facto de a maioria dos participantes, em ambos os grupos et&aacute;rios, estarem apenas a realizar tratamentos medicamentosos para a sua condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s cren&ccedil;as de controlo da sa&uacute;de, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as entre os adultos emergentes e os adultos. Berglund e colaboradores (2014) referem que o locus de controlo tem tend&ecirc;ncia para estabilizar ao longo do tempo, n&atilde;o sendo f&aacute;cil de mudar. As perce&ccedil;&otilde;es de controlo tendem a estabilizar durante a idade adulta, s&oacute; havendo uma diminui&ccedil;&atilde;o das mesmas na transi&ccedil;&atilde;o para a terceira idade, estando estas associadas ao aumento da conscientiza&ccedil;&atilde;o das limita&ccedil;&otilde;es pessoais para lidar com situa&ccedil;&otilde;es percebidas como menos control&aacute;veis e menos contingentes &agrave; a&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio indiv&iacute;duo (Lachman et al., 2011). Dadas as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da popula&ccedil;&atilde;o estudada nesta investiga&ccedil;&atilde;o, i.e., o facto dos participantes de ambos os grupos et&aacute;rios estarem a lidar com uma doen&ccedil;a cr&oacute;nica enquanto acontecimento indutor de stresse, pode explicar esta aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as na orienta&ccedil;&atilde;o predominante do locus de controlo, uma vez que o locus de controlo pode ser influenciado tanto pelas caracter&iacute;sticas particulares dos pr&oacute;prios indiv&iacute;duos, como pela natureza da situa&ccedil;&atilde;o vivenciada (Rotter, 1975).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A &uacute;nica dimens&atilde;o do locus de controlo que se associou significativa e negativamente &agrave; ades&atilde;o terap&ecirc;utica em ambos os grupos et&aacute;rios foi o locus de controlo externo &ndash; acaso, confirmando a terceira hip&oacute;tese do estudo. Outros autores tamb&eacute;m t&ecirc;m encontrado resultados semelhantes, referindo que este tipo de orienta&ccedil;&atilde;o de controlo est&aacute; associado a resultados de sa&uacute;de mais pobres, particularmente em situa&ccedil;&otilde;es de doen&ccedil;a cr&oacute;nica, uma vez que est&aacute; relacionado com falsas esperan&ccedil;as (Aflakseir &amp; ZarrinPour, 2013). O locus de controlo externo &ndash; acaso aumenta o risco de resultados de sa&uacute;de negativos, uma vez que os indiv&iacute;duos tendem a acreditar que o acaso controla a progress&atilde;o da sua doen&ccedil;a, prejudicando assim a aprendizagem de habilidades de autogest&atilde;o de sa&uacute;de (Ferris &amp; Mahan, 2009). Assim, os indiv&iacute;duos tendem a desvalorizar a import&acirc;ncia que o seu pr&oacute;prio comportamento e que as a&ccedil;&otilde;es dos outros (familiares, profissionais de sa&uacute;de, etc.) podem ter sobre a sua sa&uacute;de. Esta cren&ccedil;a de controlo pode tamb&eacute;m prejudicar o desenvolvimento da confian&ccedil;a que &eacute; depositada nos prestadores de cuidados de sa&uacute;de (Brinks, Feaster, Burns, &amp; Mitrani, 2010). A invari&acirc;ncia desta associa&ccedil;&atilde;o entre os grupos estudados (adultos emergentes <i>vs</i>. adultos) pode ser entendida pela equipol&ecirc;ncia das situa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de vivenciadas. De acordo com Aflakseir e ZarrinPour (2013), uma orienta&ccedil;&atilde;o de locus de controlo externo &ndash; acaso s&oacute; poder&aacute; ser adaptativa perante uma doen&ccedil;a considerada terminal, pois esta condi&ccedil;&atilde;o encontra-se completamente fora do controlo de qualquer a&ccedil;&atilde;o pessoal ou m&eacute;dica, que n&atilde;o &eacute; o caso da situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica dos participantes do presente estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de n&atilde;o terem sido encontradas diferen&ccedil;as nas tend&ecirc;ncias de locus de controlo da sa&uacute;de entre grupos et&aacute;rios, a import&acirc;ncia atribu&iacute;da ao locus de controlo interno e externo &ndash; outros poderosos, enquanto fatores explicativos da vari&acirc;ncia na ades&atilde;o terap&ecirc;utica diferiu consoante o grupo et&aacute;rio, ganhando mais relev&acirc;ncia no grupo dos jovens adultos. Estes resultados refutam a segunda hip&oacute;tese do estudo, que previa associa&ccedil;&otilde;es positivas entre uma maior tend&ecirc;ncia para um locus de controlo interno ou externo &ndash; outros poderosos, estivesse associada a maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Nos adultos, os n&iacute;veis de ades&atilde;o terap&ecirc;utica n&atilde;o apresentaram grandes varia&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o da orienta&ccedil;&atilde;o de locus de controlo. S&atilde;o escassos os estudos que reportam aus&ecirc;ncia de influ&ecirc;ncia do locus de controlo na ades&atilde;o aos regimes terap&ecirc;uticos. Wall (1992), ao chegar a estes resultados, justificou-os com base na multiplicidade de fatores que poder&atilde;o interferir na rela&ccedil;&atilde;o entre estas duas vari&aacute;veis e que n&atilde;o foram contempladas e controladas neste estudo, como &eacute; o caso da complexidade do tratamento e gravidade da doen&ccedil;a.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No grupo de adultos emergentes, verificou-se uma associa&ccedil;&atilde;o entre maior locus de controlo externo &ndash; outros poderosos e maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Estudos pr&eacute;vios t&ecirc;m mostrado igualmente que uma orienta&ccedil;&atilde;o mais externa de controlo pode ter um efeito positivo na ades&atilde;o (Almeida &amp; Pereira, 2006; Burish, Carey, Wallston, Stein, Jamison, &amp; Lyles, 1984). Se, por um lado, a adolesc&ecirc;ncia &eacute; caracterizada pela procura ativa de independ&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o aos pais e aquisi&ccedil;&atilde;o da perce&ccedil;&atilde;o de controlo sobre as suas vidas, a viv&ecirc;ncia de stressores adicionais decorrentes da doen&ccedil;a cr&oacute;nica pode originar a perce&ccedil;&atilde;o de falta de controlo sobre os acontecimentos e a&ccedil;&otilde;es pessoais (Almeida &amp; Pereira, 2006; Taddeo et al., 2008). Assim, poder&aacute; ser importante fomentar a confian&ccedil;a nos pais ou outros cuidadores familiares ou nos profissionais de sa&uacute;de enquanto agentes externos que podem ajudar na gest&atilde;o da sa&uacute;de dos jovens.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Embora alguma literatura reforce a import&acirc;ncia de adquirir um locus de controlo orientado para a internalidade na fase de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta, particularmente, perante uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de, os resultados deste estudo mostraram uma associa&ccedil;&atilde;o negativa entre o locus de controlo interno e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica, apenas no grupo dos adultos emergentes. Wortman e Dunkel-Schetter (1979) referem que os doentes cr&oacute;nicos com um locus de controlo interno podem vir a desenvolver sentimentos de frustra&ccedil;&atilde;o e impot&ecirc;ncia devido &agrave; sensa&ccedil;&atilde;o de incapacidade perante a condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de que vivenciam, resultando numa menor realiza&ccedil;&atilde;o de comportamentos de ades&atilde;o (Strickland, 1989). Por outro lado, os indiv&iacute;duos como uma orienta&ccedil;&atilde;o mais externa poder&atilde;o sentir-se mais vulner&aacute;veis, acabando por serem mais recetivos ao aconselhamento de profissionais de sa&uacute;de e estando mais propensos a desempenhar um papel ativo na promo&ccedil;&atilde;o da sua sa&uacute;de (Burish et al., 1984), aderindo assim a mais comportamentos de controlo sobre a sua doen&ccedil;a e seguindo mais estritamente os tratamentos (Almeida &amp; Pereira, 2006). Esta ideia &eacute; refor&ccedil;ada por Jamison e colaboradores (1986), que argumentam que a ado&ccedil;&atilde;o de uma orienta&ccedil;&atilde;o de controlo externo, fundamentada na confian&ccedil;a nos profissionais de sa&uacute;de, pode ser adaptativa para os jovens que vivenciam uma situa&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a cr&oacute;nica uma vez que estes s&atilde;o confrontados com uma situa&ccedil;&atilde;o com pouca possibilidade de controlo, prejudicando assim o desenvolvimento e/ou manuten&ccedil;&atilde;o de cren&ccedil;as de controlo pessoal (Almeida &amp; Pereira, 2006). Neste contexto, esta externalidade poder&aacute; ajudar a reduzir o sofrimento relacionado com a perda de controlo quando os adultos emergentes se tornam conscientes do aumento da sua depend&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o a estes profissionais ou outras pessoas para as decis&otilde;es relacionadas com a sua sa&uacute;de (Jamison et al., 1986).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Limita&ccedil;&otilde;es do Estudo</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os resultados deste estudo devem ser interpretados tendo em conta algumas limita&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas. Em primeiro lugar, o seu desenho transversal impede o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es de causalidade entre as vari&aacute;veis, nomeadamente entre as dimens&otilde;es do locus de controlo e a ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Em segundo lugar, a dimens&atilde;o reduzida e a sele&ccedil;&atilde;o n&atilde;o probabil&iacute;stica por conveni&ecirc;ncia da amostra dificultam a generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados para a popula&ccedil;&atilde;o de doentes cr&oacute;nicos. Alguns autores referem que o locus de controlo pode ser influenciado pelas caracter&iacute;sticas da situa&ccedil;&atilde;o (e.g., tipo de doen&ccedil;a; Rotter, 1975) e que os n&iacute;veis de ades&atilde;o terap&ecirc;utica est&atilde;o associados &agrave;s caracter&iacute;sticas do tratamento (e.g., complexidade dos tratamentos; Sawicki &amp; Tiddens, 2012; Williams et al., 2008). No entanto, o m&eacute;todo de recolha da amostra utilizado nesta investiga&ccedil;&atilde;o deu origem a uma grande diversidade de diagn&oacute;sticos e de regimes terap&ecirc;uticos, impedindo a an&aacute;lise dos efeitos espec&iacute;ficos destas vari&aacute;veis no locus de controlo e na ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Desta forma, o presente estudo adotou uma perspetiva n&atilde;o categorial, com base no argumento de que as condi&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas de sa&uacute;de, na sua generalidade, podem originar limita&ccedil;&otilde;es funcionais, depend&ecirc;ncia de mecanismos compensat&oacute;rios para minimizar essas limita&ccedil;&otilde;es e recurso ou necessidade acrescida de cuidados, m&eacute;dicos ou outros (Silver, Westbrook, &amp; Stein, 1998), conduzindo assim a mais similitudes do que disparidades nos resultados de adapta&ccedil;&atilde;o. Uma outra limita&ccedil;&atilde;o diz respeito &agrave; heterogeneidade demogr&aacute;fica, identit&aacute;ria e subjetiva que caracteriza o grupo dos adultos emergentes (Arnett, 2000) e &agrave; variabilidade de idades que marcam o final desta etapa desenvolvimental. No presente estudo, a m&eacute;dia de idades do grupo dos adultos foi relativamente baixa (<i>M</i> = 37.93; <i>DP</i> = 8.75), podendo justificar a aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as no locus de controlo e nos n&iacute;veis de ades&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos adultos emergentes. Adicionalmente, e apesar do reconhecimento de que o grupo dos adultos incluiu uma grande variabilidade et&aacute;ria, a dimens&atilde;o reduzida da amostra (<i>n</i> = 60) impossibilitou a an&aacute;lise das especificidades das diferentes fases do ciclo de vida (e.g., adultos jovens, adultos de meia-idade). Estudos futuros dever&atilde;o replicar estes resultados utilizando outros grupos et&aacute;rios como controlos, nomeadamente adultos de meia-idade e idosos. Por fim, deve ser referida a inexist&ecirc;ncia de estudos psicom&eacute;tricos da forma A do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o do locus de controlo (Multidimensional Health Locus of Control Scale) para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, existindo apenas um estudo que utiliza o instrumento (forma C) numa popula&ccedil;&atilde;o de adultos portugueses com idades iguais ou superiores a 50 anos (Nunes &amp; Tapadinhas, 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Implica&ccedil;&otilde;es para a Pr&aacute;tica Cl&iacute;nica e Investiga&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados deste estudo sugerem alguma adequa&ccedil;&atilde;o para retratar mecanismos comuns de adapta&ccedil;&atilde;o e formas de lidar com o stresse e podem ser &uacute;teis para orientar e facilitar rotinas de avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o psicossocial nos contextos de sa&uacute;de. Existe uma grande discrep&acirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o e &agrave; pr&aacute;tica cl&iacute;nica nesta &aacute;rea. Assim, &eacute; importante implementar interven&ccedil;&otilde;es que tenham em aten&ccedil;&atilde;o as avalia&ccedil;&otilde;es que os indiv&iacute;duos fazem das situa&ccedil;&otilde;es (Ridder &amp; Schreurs, 2001). O locus de controlo poder&aacute; estar associado a resultados de adapta&ccedil;&atilde;o mais ou menos positivos. Se, por um lado, modificar cren&ccedil;as de controlo pode ser mais dif&iacute;cil do que alterar outros fatores que concorrem para a n&atilde;o ades&atilde;o, por outro lado, devem ser dadas informa&ccedil;&otilde;es aos pacientes acerca da diversidade e benef&iacute;cios de cada interven&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel e ajud&aacute;-los a selecionar as que t&ecirc;m uma maior probabilidade de sucesso (Almeida &amp; Pereira, 2006; Cameron, 1996). Estas medidas refor&ccedil;ariam a perce&ccedil;&atilde;o realista acerca do tratamento (Cameron, 1996) e dos seus benef&iacute;cios a longo prazo (Sherbourne, Hays, Ordway, DiMatteo, &amp; Kravitz, 1992), bem como a diminui&ccedil;&atilde;o da cren&ccedil;a de que a sua sa&uacute;de depende do acaso, da sorte ou do destino, aumentando assim a probabilidade do cumprimento das prescri&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas. Ao disponibilizar informa&ccedil;&otilde;es claras sobre os diversos tratamentos, formas de o seguir e os recursos dispon&iacute;veis, a perce&ccedil;&atilde;o da amea&ccedil;a ser&aacute; reduzida e a motiva&ccedil;&atilde;o para fazer algo ser&aacute; maior (Cameron, 1996). Os resultados deste estudo sugerem que estas interven&ccedil;&otilde;es psicoeducativas com vista &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das atribui&ccedil;&otilde;es de controlo ao acaso poder&atilde;o ser eficazes em ambos os grupos et&aacute;rios.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A principal implica&ccedil;&atilde;o dos resultados deste estudo prende-se com a import&acirc;ncia da adequa&ccedil;&atilde;o das interven&ccedil;&otilde;es sobre o locus de controlo interno e externo &ndash; outros poderosos, por parte de equipas de sa&uacute;de multidisciplinares (nas quais dever&atilde;o estar inseridos psic&oacute;logos), em conformidade com as especificidades da faixa et&aacute;ria (Ridder &amp; Schreurs, 2001), a fim de promover, efetivamente, resultados de adapta&ccedil;&atilde;o mais positivos, como &eacute; o caso da ades&atilde;o terap&ecirc;utica. Assim, a etapa desenvolvimental de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta poder&aacute; beneficiar de interven&ccedil;&otilde;es priorizadas que visem reduzir o impacto e os encargos adicionais que a gest&atilde;o de uma condi&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica de sa&uacute;de e dos seus tratamentos det&ecirc;m sobre os aspetos desenvolvimentais e processos de forma&ccedil;&atilde;o da identidade caracter&iacute;sticos dos adultos emergentes (Evan, Kaufman, Cool, &amp; Zelter, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados deste estudo mostram que os adultos emergentes, embora n&atilde;o apresentem diferen&ccedil;as nos n&iacute;veis de ades&atilde;o terap&ecirc;utica em compara&ccedil;&atilde;o com os adultos mais velhos, s&atilde;o um grupo em que uma orienta&ccedil;&atilde;o de locus de controlo externo, fundamentado na confian&ccedil;a nos profissionais de sa&uacute;de, pode ter mais influ&ecirc;ncia nos seus padr&otilde;es de ades&atilde;o. Portanto, aquando de interven&ccedil;&otilde;es em que o alvo terap&ecirc;utico seja o locus de controlo, os adultos emergentes devem ser priorizados, uma vez que a rela&ccedil;&atilde;o entre o locus de controlo e ades&atilde;o terap&ecirc;utica &eacute; mais forte nesta faixa et&aacute;ria. Para promover a ades&atilde;o nestes indiv&iacute;duos, &eacute; importante sensibilizar os profissionais de sa&uacute;de para as capacidades de comunica&ccedil;&atilde;o, de forma a estarem atentos &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas dos seus pacientes e personalizarem os seus tratamentos, uma vez que, para os adultos emergentes, a sua doen&ccedil;a constitui apenas um aspeto das suas vidas, sendo que estes tamb&eacute;m apresentam outras necessidades, prioridades e pap&eacute;is sociais (Hansen et al., 2007; Kyng&auml;s, 2000). As interven&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m por base a negocia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o importantes com esta popula&ccedil;&atilde;o porque, para al&eacute;m de dotarem os indiv&iacute;duos de algum dom&iacute;nio, diminuem a sensa&ccedil;&atilde;o de que a sua doen&ccedil;a e tratamentos os v&atilde;o impedir de desempenhar as tarefas desenvolvimentais de transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta (Kyng&auml;s, 2000). Desta forma, os profissionais de sa&uacute;de que lidam com estes pacientes devem ser sens&iacute;veis &agrave; import&acirc;ncia do trabalho de compet&ecirc;ncias que incrementem a participa&ccedil;&atilde;o dos mesmos nos tratamentos prescritos (Cherepakho, 2006) e devem potenciar a modifica&ccedil;&atilde;o de cren&ccedil;as de controlo de forma a permitir a aquisi&ccedil;&atilde;o de novas ferramentas e comportamentos adequados e saud&aacute;veis para que os adultos emergentes possam lidar com a sua condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de (Lachman et al., 2011). Esta modifica&ccedil;&atilde;o de cren&ccedil;as de controlo da sa&uacute;de poder&aacute; resultar em melhores resultados de sa&uacute;de, como &eacute; o caso da ades&atilde;o &agrave;s prescri&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas (Cherepakho, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Investiga&ccedil;&otilde;es futuras dever&atilde;o examinar as associa&ccedil;&otilde;es propostas pelo modelo de Stresse e Coping de forma longitudinal e contemplar uma amostra mais representativa da popula&ccedil;&atilde;o, assim como outras vari&aacute;veis que poder&atilde;o estar associadas &agrave; ades&atilde;o terap&ecirc;utica, nomeadamente, a gravidade da doen&ccedil;a cr&oacute;nica e o tipo e complexidade dos tratamentos. Ser&aacute; tamb&eacute;m importante identificar as estrat&eacute;gias de coping que concorrem para uma maior ades&atilde;o terap&ecirc;utica e que medeiam a rela&ccedil;&atilde;o entre diferentes orienta&ccedil;&otilde;es de controlo e os resultados de sa&uacute;de, de forma a melhor compreender a viv&ecirc;ncia e a adapta&ccedil;&atilde;o a uma doen&ccedil;a cr&oacute;nica e, posteriormente, permitir o desenvolvimento e valida&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica de estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o psicossociais mais eficazes e promotoras de resultados de sa&uacute;de mais positivos.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aflakseir, A., &amp; ZarrinPour, R. (2013). Predicting adherence to diet regimen based on health locus of control: A cross sectional study. <i>Irian Journal of Diabetes and Obesity</i>, <i>5</i>(2), 71-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497052&pid=S0874-2049201700020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aguinis, H. (1995). Statistical power with moderated multiple regression in management research.&nbsp;<i>Journal of Management</i>,&nbsp;<i>21</i>, 1141-1158. <a href="https://doi.org/10.1177/014920639502100607" target="_blank">https://doi.org/10.1177/014920639502100607</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497054&pid=S0874-2049201700020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aiken, L., &amp; West, S. (1991). <i>Multiple regression: Testing and interpreting interactions</i>. Thousand Oaks, CA: Sage.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Aldwin, C. (1991). Does age affect the stress and coping process? Implications of age differences in perceived control. <i>Journal of gerontology</i>, <i>46</i>, 174-180. <a href="https://doi.org/10.1093/geronj/46.4.P174" target="_blank">https://doi.org/10.1093/geronj/46.4.P174</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497056&pid=S0874-2049201700020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Almeida, J., &amp; Pereira, M. (2006). Locus de controlo na sa&uacute;de: Conceito e valida&ccedil;&atilde;o duma escala em adolescentes com diabetes tipo I. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>, <i>7</i>(2), 221-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497057&pid=S0874-2049201700020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">American Psychological Association. (2010). <i>Ethical principles of psychologists and code of conduct</i>. Retirado de <a href="http://www.apa.org/ethics/code/principles.pdf" target="_blank">http://www.apa.org/ethics/code/principles.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497059&pid=S0874-2049201700020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Anderson, B. J., &amp; Wolpert, H. A. (2004). A developmental perspective on the challenges of diabetes education and care during the young adult period. <i>Patient Education and Counseling</i>, <i>53</i>, 347-352. <a href="https://doi.org/10.1016/j.pec.2003.03.001" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.pec.2003.03.001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497060&pid=S0874-2049201700020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Andrade, C. (2010). Transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta: Das condi&ccedil;&otilde;es sociais &agrave;s implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i>, <i>2</i>, 255-267. <a href="https://doi.org/10.14417/ap.279" target="_blank">https://doi.org/10.14417/ap.279</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497061&pid=S0874-2049201700020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Arnett, J. J. (2000). Emerging adulthood: A theory of development from the late teens through the twenties. <i>American Psychologist</i>, <i>55</i>, 469-480. <a href="https://doi.org/10.1037/0003-066X.55.5.469" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0003-066X.55.5.469</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497062&pid=S0874-2049201700020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Arnett, J. J. (2006). Emerging adulthood: Understanding the new way of coming of age. In J. Arnett &amp; L. Tanner (Eds.). <i>Emerging adulthood in America: Coming of age in the 21<sup>st</sup> Century</i> (pp. 3-19). Washington, DC: American Psychological Association.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barletta, J. (2010). Comportamentos e cren&ccedil;as em sa&uacute;de: Contribui&ccedil;&otilde;es da psicologia para a medicina comportamental. <i>Revista de Psicologia da IMED</i>, <i>2</i>, 307-317. <a href="https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v2n1p307-318" target="_blank">https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v2n1p307-318</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497064&pid=S0874-2049201700020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Berglund, E., Lytsy, P., &amp; Westerling, R. (2014). The influence of locus of control on self-rated health in context of chronic disease: A structural equation modeling approach in a cross sectional study. <i>BMC Public Health</i>, <i>14</i>, 492. <a href="https://doi.org/10.1186/1471-2458-14-492" target="_blank">https://doi.org/10.1186/1471-2458-14-492</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497065&pid=S0874-2049201700020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blanchard-Fields, F., &amp; Robinson, S. (1987). Age differences in the relation between controllability and coping. <i>Journal of Gerontology</i>, <i>42</i>, 497-501. <a href="https://doi.org/10.1093/geronj/42.5.497" target="_blank">https://doi.org/10.1093/geronj/42.5.497</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497066&pid=S0874-2049201700020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bleyer, W. (2002). Cancer in older adolescents and young adults: epidemiology, diagnosis, treatment, survival, and importance of clinical trials. <i>Medical and Pediatric Oncology</i>, <i>38</i>, 1-10. <a href="https://doi.org/10.1002/mpo.1257" target="_blank">https://doi.org/10.1002/mpo.1257</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497067&pid=S0874-2049201700020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blount, R., Simons, L., Devine, K., Jaaniste, T., Cohen, L., Chambers, C., &amp; Hayutin, L. (2007). Evidence-based assessment of coping and stress in pediatric psychology. <i>Journal of Pediatric Psychology</i>, <i>33</i>, 1021-1045. <a href="https://doi.org/10.1093/jpepsy/jsm071" target="_blank">https://doi.org/10.1093/jpepsy/jsm071</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497068&pid=S0874-2049201700020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blum, R., Garrel, D., Hodgman, C., Jorissen, T., Okinow, N., Orr, D., &amp; Slap, G. (1993). Transition from child-centered to adult health-care systems for adolescents with chronic conditions. A position paper of the Society for Adolescent Medicine. <i>Journal of Adolescent Health</i>, <i>14</i>, 570-576. <a href="https://doi.org/10.1016/1054-139X(93)90143-D" target="_blank">https://doi.org/10.1016/1054-139X(93)90143-D</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497069&pid=S0874-2049201700020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brincks, A. M., Feaster, D. J., Burns, M. J., &amp; Mitrani, U. B. (2010). The influence of health locus of control on the patient-provider relationship. <i>Psychology, Health &amp; Medicine</i>, <i>15</i>, 720-728. <a href="https://doi.org/10.1080/13548506.2010.498921" target="_blank">https://doi.org/10.1080/13548506.2010.498921</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497070&pid=S0874-2049201700020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Burish, T.., Carey, M.., Wallston, K.., Stein, M.., Jamison, R.., &amp; Lyles, J. (1984). Health locus of control and chronic disease: An external orientation may be advantageous. <i>Journal of Social and Clinical Psychology</i>, <i>2</i>, 326-332. <a href="https://doi.org/10.1521/jscp.1984.2.4.326" target="_blank">https://doi.org/10.1521/jscp.1984.2.4.326</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497071&pid=S0874-2049201700020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cameron, C. (1996). Patient compliance: Recognition of factors involved and suggestions for promoting compliance with therapeutic regimens. <i>Journal of Advanced Nursing</i>, <i>24</i>, 244-250. <a href="https://doi.org/10.1046/j.1365-2648.1996.01993.x" target="_blank">https://doi.org/10.1046/j.1365-2648.1996.01993.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497072&pid=S0874-2049201700020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Carrijo, R., &amp; Coleta, M. (2007). A influ&ecirc;ncia de vari&aacute;veis psicossociais na ades&atilde;o ao tratamento de pacientes diab&eacute;ticos. <i>Horizonte Cient&iacute;fico</i>, <i>1</i>(1), 1-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497073&pid=S0874-2049201700020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Cherepakho, V. (2006). <i>Health locus of control, risk perception, and health behavior in African Americans</i>. (Unpublished master&rsquo;s thesis). University of Pittsburgh, Pensilv&acirc;nia, Estados Unidos. Retirado de <a href="http://d-scholarship.pitt.edu/6966/" target="_blank">http://d-scholarship.pitt.edu/6966/</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Christensen, A., Wiebe, J., Benotsch, E., &amp; Lawton, W. (1996). Perceived health competence, health locus of control, and patient adherence in renal dialysis. <i>Cognitive Therapy and Research</i>, <i>20</i>, 411-421. <a href="https://doi.org/10.1007/BF02228042" target="_blank">https://doi.org/10.1007/BF02228042</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497076&pid=S0874-2049201700020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Delgado, A., &amp; Lima, M. L. (2001). Contributo para a valida&ccedil;&atilde;o concorrente de uma medida de ades&atilde;o aos tratamentos. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>, <i>2</i>(2), 81-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497077&pid=S0874-2049201700020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dellmann-Jenkins, M., Blankemeyer, M., &amp; Pinkard, O. (2001). Incorporating the elder caregiving role into the developmental tasks of young adulthood. <i>International Journal of Aging &amp; Human Development</i>, <i>52</i>, 1-18. <a href="https://doi.org/10.2190/FGQA-65FU-JGNT-6C9J" target="_blank">https://doi.org/10.2190/FGQA-65FU-JGNT-6C9J</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497079&pid=S0874-2049201700020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Erickson, E. (1980). <i>Identity and the life cycle</i>. New York: Norton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497080&pid=S0874-2049201700020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Evan, E., Kaufman, M., Cook, A., &amp; Zeltzer, L. (2006). Sexual health and self-esteem in adolescents and young adults with cancer. <i>Cancer</i>, <i>107</i>, 1672-1679. <a href="https://doi.org/10.1002/cncr.22101" target="_blank">https://doi.org/10.1002/cncr.22101</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497082&pid=S0874-2049201700020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferris, M. E., Mahan, J. D. (2009). Pediatric chronic kidney disease and the process of health care transition. <i>Seminars in Nephrology</i>, <i>29</i>, 435-444. <a href="https://doi.org/10.1016/j.semnephrol.2009.03.018" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.semnephrol.2009.03.018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497083&pid=S0874-2049201700020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fleming, J. S. (2008). <i>Psychological perspectives on human developmental</i>. Retirado de <a href="http://swppr.org/Textbook/Contents.html" target="_blank">http://swppr.org/Textbook/Contents.html</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497084&pid=S0874-2049201700020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Folkman, S. (1984). Personal control and stress and coping processes: A theoretical analysis. <i>Journal of Personality and Social Psychology</i>, <i>46</i>, 839-852. <a href="https://doi.org/10.1037/0022-3514.46.4.839" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0022-3514.46.4.839</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497085&pid=S0874-2049201700020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Griva, K., Myers, L., &amp; Newman, S. (2000). Illness perceptions and self-efficacy beliefs in adolescents and young adults with insulin dependent diabetes mellitus. <i>Psychology &amp; Health</i>, <i>15</i>, 733-750. <a href="https://doi.org/10.1080/08870440008405578" target="_blank">https://doi.org/10.1080/08870440008405578</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497086&pid=S0874-2049201700020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hansen, R., Seifeldin, R., &amp; Noe, L. (2007). Medication adherence in chronic disease: Issues in posttransplant immunosuppression. <i>Transplantation Proceeding</i>, <i>39</i>, 1287-1300. <a href="https://doi.org/10.1016/j.transproceed.2007.02.074" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.transproceed.2007.02.074</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497087&pid=S0874-2049201700020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Haynes, R., McDonald, H., &amp; Garg, A. (2002). Helping patients follow prescribed treatment: Clinical applications. <i>JAMA: Journal of theAmerican Medical Association</i>, <i>288</i>, 2880-2883. <a href="https://doi.org/10.1001/jama.288.22.2880" target="_blank">https://doi.org/10.1001/jama.288.22.2880</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497088&pid=S0874-2049201700020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hesselink, A., Penninx, B., Schl&ouml;sser, M., Wijnhoven, H., van der Windt, D., Kriegsman, D., &amp; van Eijk, J. (2004). The role of coping resources and coping style in quality of life of patients with asthma or COPD. <i>Quality of Life Research</i>, <i>13</i>, 509-518. <a href="https://doi.org/10.1023/B:QURE.0000018474.14094.2f" target="_blank">https://doi.org/10.1023/B:QURE.0000018474.14094.2f</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497089&pid=S0874-2049201700020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hinds, P., Quargnenti, A., Bush, A., Pratt, C., Fairclough, D., Rissmiller, G., &hellip; Gilchrist, G. (2000). An evaluation of the impact of a self-care coping intervention on psychological and clinical outcomes in adolescents with newly diagnosed cancer. <i>European Journal of Oncology Nursing</i>, <i>4</i>, 6-17. <a href="https://doi.org/10.1054/ejon.1999.0051" target="_blank">https://doi.org/10.1054/ejon.1999.0051</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jamison, R., Lewis, S., &amp; Burish, T. (1986). Psychological impact of cancer on adolescents: Self-image, locus of control, perception of illness and knowledge of cancer. <i>Journal of Chronic Diseases</i>, <i>39</i>, 609-617. <a href="https://doi.org/10.1016/0021-9681(86)90186-4" target="_blank">https://doi.org/10.1016/0021-9681(86)90186-4</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497091&pid=S0874-2049201700020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jose, P. (2013). <i>ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version</i>. New Zealand: Victoria University of Wellington. Retirado de <a href="https://psychology.victoria.ac.nz/modgraph/modgraph.php" target="_blank">https://psychology.victoria.ac.nz/modgraph/modgraph.php</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497092&pid=S0874-2049201700020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Katz, P., Yelin, E., Eisner, M., &amp; Blanc, P. (2002). Perceived control of asthma and quality of life among adults with asthma. <i>Annals of Allergy, Asthma, &amp; Immunology</i>, <i>89</i>, 251-258. <a href="https://doi.org/10.1016/S1081-1206(10)61951-5" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S1081-1206(10)61951-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497093&pid=S0874-2049201700020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kellerman, J., Zeltzer, L., Ellenberg, L., Dash, J., &amp; Rigler, D. (1980). Psychological effects of illness in adolescence I: Anxiety, self-esteem, and perception of control. <i>The Journal of Pediatrics</i>, <i>97</i>, 126-131. <a href="https://doi.org/10.1016/S0022-3476(80)80152-1" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S0022-3476(80)80152-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497094&pid=S0874-2049201700020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kelly, A. M., Kratz, B., Bielski, M., &amp; Rinehart, P. M. (2002). Implementing transitions for youth with complex chronic conditions using the medical home model. <i>Pediatrics</i>, <i>110</i>(S3), 1322-1327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497095&pid=S0874-2049201700020000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kondryn, H., Edmondson, C., Hill, J., &amp; Eden, T. (2011). Treatment non-adherence in teenage and young adult patients with cancer. <i>The Lancet Oncology</i>, <i>12</i>, 100-108. <a href="https://doi.org/10.1016/S1470-2045(10)70069-3" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S1470-2045(10)70069-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497097&pid=S0874-2049201700020000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kurita, G., &amp; Pimenta, C. (2004). Ades&atilde;o ao tratamento da dor cr&ocirc;nica e o locus de controle da sa&uacute;de. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP</i>, <i>38</i>, 254-261. <a href="https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000300003" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000300003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497098&pid=S0874-2049201700020000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kyng&auml;s, H. (2000). Compliance of adolescents with chronic disease. <i>Journal of Clinical Nursing</i>, <i>9</i>, 549-556. <a href="https://doi.org/10.1046/j.1365-2702.2000.00368.x" target="_blank">https://doi.org/10.1046/j.1365-2702.2000.00368.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497099&pid=S0874-2049201700020000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kyng&auml;s, H., Kroll, T., &amp; Duffy, M. (2000). Compliance in adolescents with chronic diseases: A review. <i>Journal of Adolescent Health</i>, <i>26</i>, 379-388. <a href="https://doi.org/10.1016/S1054-139X(99)00042-7" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S1054-139X(99)00042-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497100&pid=S0874-2049201700020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lachman, M. (1986). Locus of control in aging research: A case for multidimensional and domain-specific assessment. <i>Psychology and Aging</i>, <i>1</i>, 34-40. <a href="https://doi.org/10.1037/0882-7974.1.1.34" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0882-7974.1.1.34</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497101&pid=S0874-2049201700020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lachman, M., Neupert, S., &amp; Agrigoroaei, S. (2011). The relevance of control beliefs for health and aging.&nbsp;In K. Schaie &amp; S. Willis (Eds.), Handbook of the psychology of aging (7<sup>th</sup> ed., pp. 175-190). New York, NY: Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497102&pid=S0874-2049201700020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lao, R. (1974). The developmental trend of the locus of control. <i>Personality and Social Psychology Bulletin</i>, <i>1</i>, 348-350. <a href="https://doi.org/10.1177/0146167274001001117" target="_blank">https://doi.org/10.1177/0146167274001001117</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497104&pid=S0874-2049201700020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lazarus, R., &amp; Folkman, S. (1984). <i>Stress, appraisal and coping</i>. Nova York, NY: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497105&pid=S0874-2049201700020000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Linhares, V., Meneses, R., Pais-Ribeiro, J. L., Pedro, L., Silva, I., Vilhena, E., et al. (2014). Preditores da ades&atilde;o &agrave; medica&ccedil;&atilde;o na epilepsia: Estudo longitudinal. <i>Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology</i>, <i>20</i>, 154-156. <a href="https://doi.org/10.15309/14psd150107" target="_blank">https://doi.org/10.15309/14psd150107</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497107&pid=S0874-2049201700020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacKinnon, D., &amp; Luecken, L. (2008). How and for whom? Mediation and moderation in health psychology. <i>Health Psychology</i>, <i>27</i>, S99-S100. <a href="https://doi.org/10.1037/0278-6133.27.2(Suppl.).S99" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0278-6133.27.2(Suppl.).S99</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497108&pid=S0874-2049201700020000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Martin, L., Williams, S., Haskard, K., &amp; DiMatteo, M. (2005). The challenge of patient adherence. <i>Therapeutics and Clinical Risk Management</i>, <i>1</i>(3), 189-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497109&pid=S0874-2049201700020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mendon&ccedil;a, M., Andrade, C., &amp; Fontaine, A. M. (2009). Transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta e adultez emergente: Adapta&ccedil;&atilde;o do Question&aacute;rio de Marcadores da Adultez junto de jovens Portugueses. <i>Psychologica</i>, <i>51</i>, 147-168. <a href="https://doi.org/10.14195/1647-8606_51_10" target="_blank">https://doi.org/10.14195/1647-8606_51_10</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497111&pid=S0874-2049201700020000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Molassiotis, A., Nahas-Lopez, V., Chung, W., Lam, S., Li, C., &amp; Lau, T. (2002). Factors associated with adherence to antiretroviral medication in HIV-infected patients. <i>International Journal of STD &amp; AIDS</i>, <i>13</i>, 301-310. <a href="https://doi.org/10.1258/0956462021925117" target="_blank">https://doi.org/10.1258/0956462021925117</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497112&pid=S0874-2049201700020000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nelson, M. C., Story, M., Larson, N. I., Neumark-Sztainer, D., &amp; Lytle, L. A. (2008). Emerging adulthood and college-aged youth: An overlooked age for weight-related behavior change. <i>Obesity</i>, <i>16</i>, 2205-2211. <a href="https://doi.org/10.1038/oby.2008.365" target="_blank">https://doi.org/10.1038/oby.2008.365</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497113&pid=S0874-2049201700020000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nunes, S., &amp; Tapadinhas, A. (2014). Cren&ccedil;as de sa&uacute;de e locus de control no rastreio do cancro colo-rectal. In J. L. Pais-Ribeiro, I. Silva, R. Meneses &amp; I. Leal (Eds.), <i>Atas do 10&ordm; Congresso Nacional de Psicologia da Sa&uacute;de</i> (pp. 660-671). Porto: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497114&pid=S0874-2049201700020000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pollack, M., Chastek, B., Williams, S. A., &amp; Moran, J. (2010). Impact of treatment complexity on adherence and glycemic control: An analysis of oral antidiabetic agents<i>. Journal of Clinical Outcomes Management</i>, <i>17</i>(6), 257-265.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497116&pid=S0874-2049201700020000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Reiners, A., Azevedo, R., Vieira, M., &amp; Arruda, A. (2008). Produ&ccedil;&atilde;o bibliogr&aacute;fica sobre ades&atilde;o/n&atilde;o-ades&atilde;o de pessoas ao tratamento de sa&uacute;de. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i>, <i>13</i>, 2299-2306. <a href="https://doi.org/10.1590/S1413-81232008000900034" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S1413-81232008000900034</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497118&pid=S0874-2049201700020000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ridder, D., &amp; Schreurs, K. (2001). Developing interventions for chronically ill patients: Is coping a helpful concept. <i>Clinical Psychology Review</i>, <i>21</i>, 205-240. <a href="https://doi.org/10.1016/S0272-7358(99)00046-X" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S0272-7358(99)00046-X</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497119&pid=S0874-2049201700020000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">R&ouml;der, I., &amp; Boekaerts, M. (1999). Stress, coping, and adjustment in children with a chronic disease: A review of the literature. <i>Disability and Rehabilitation</i>, <i>21</i>, 311-337. <a href="https://doi.org/10.1080/096382899297576" target="_blank">https://doi.org/10.1080/096382899297576</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497120&pid=S0874-2049201700020000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rodr&iacute;guez-Rosero, J., Ferriani, M., &amp; Coleta, M. (2002). Escala de locus de controle da sa&uacute;de- MHLC: Estudos de valida&ccedil;&atilde;o.<i> Revista Latino-Americana de Enfermagem</i>, <i>10</i>, 179-184. <a href="https://doi.org/10.1590/S0104-11692002000200009" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0104-11692002000200009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497121&pid=S0874-2049201700020000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rotter, J. (1966). Generalized expectancies for internal versus external control of reinforcement. <i>Psychological Monographs: General and Applied</i>, <i>80</i>, 1-28. <a href="https://doi.org/10.1037/h0092976" target="_blank">https://doi.org/10.1037/h0092976</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497122&pid=S0874-2049201700020000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rotter, J. (1975). Some problems and misconceptions related to the construct of internal versus external control of reinforcement. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology</i>, <i>43</i>, 56-67. <a href="https://doi.org/10.1037/h0076301" target="_blank">https://doi.org/10.1037/h0076301</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497123&pid=S0874-2049201700020000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rybarczyk, B., DeMarco, G., DeLaCruz, M., Lapidos, S., &amp; Fortner, B. (2001). A classroom mind/body wellness intervention for older adults with chronic illness: Comparing immediate and 1-year benefits. <i>Behavioral Medicine</i>, <i>27</i>, 15-27. <a href="https://doi.org/10.1080/08964280109595768" target="_blank">https://doi.org/10.1080/08964280109595768</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497124&pid=S0874-2049201700020000700062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Samson, A., &amp; Siam, H. (2008). Adapting to major chronic illness: A proposal for a comprehensive task-model approach. <i>Patient Education and Counseling</i>, <i>70</i>, 426-429 <a href="https://doi.org/10.1016/j.pec.2007.10.018" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.pec.2007.10.018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497125&pid=S0874-2049201700020000700063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sawicki, G., &amp; Tiddens, H. (2012). Managing treatment complexity in cystic fibrosis: Challenges and opportunities. <i>Pediatric Pulmonology</i>, <i>47</i>, 523-533. <a href="https://doi.org/10.1002/ppul.22546" target="_blank">https://doi.org/10.1002/ppul.22546</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497126&pid=S0874-2049201700020000700064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sawyer, S., Drew, S., Yeo, M., &amp; Britto, M. (2007). Adolescents with a chronic condition: Challenges living, challenges treating. <i>Lancet</i>, <i>369</i>, 1481-1489. <a href="https://doi.org/10.1016/S0140-6736(07)60370-5" target="_blank">https://doi.org/10.1016/S0140-6736(07)60370-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497127&pid=S0874-2049201700020000700065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sherbourne, C., Hays, R., Ordway, L., DiMatteo, M., &amp; Kravitz, R. (1992). Antecedents of an adherence to medical recommendations: Results from the medical outcomes study. <i>Journal of Behavioral Medicine</i>, <i>15</i>, 447-468. <a href="https://doi.org/10.1007/BF00844941" target="_blank">https://doi.org/10.1007/BF00844941</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497128&pid=S0874-2049201700020000700066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Silver, E., Westbrook, L., &amp; Stein, R. (1998). Relationship of parental psychological distress to con-sequences of chronic health conditions in children. <i>Journal of Pediatric Psychology</i>, <i>23</i>, 5-15. <a href="https://doi.org/10.1093/jpepsy/23.1.5" target="_blank">https://doi.org/10.1093/jpepsy/23.1.5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497129&pid=S0874-2049201700020000700067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sirey, J., Bruce, M., Alexopoulos, G., Perlick, D., Friedman, S., &amp; Meyers, B. (2001). Stigma as a barrier to recovery: Perceived stigma and patient-rated severity of illness as predictors of antidepressant drug adherence. <i>Psychiatric Services</i>, <i>52</i>, 1615-1620. <a href="https://doi.org/10.1176/appi.ps.52.12.1615" target="_blank">https://doi.org/10.1176/appi.ps.52.12.1615</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497130&pid=S0874-2049201700020000700068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sousa, M., Landeiro, M., Pires, R., &amp; Santos, C. (2011). Coping e ades&atilde;o ao regime terap&ecirc;utico. <i>Revista de Enfermagem Refer&ecirc;ncia</i>, <i>3</i>(4), 151-160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497131&pid=S0874-2049201700020000700069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Storer, J., Cychosz, C., &amp; Anderson, D. (1997). Wellness behaviors, social identities and health promotion. <i>American Journal of Health Behavior</i>, <i>21</i>(4), 260-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497133&pid=S0874-2049201700020000700070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strickland, B. (1989). Internal/external control expectancies: From contingency to creativity. <i>American Psychologist</i>, <i>44</i>, 1-12. <a href="https://doi.org/10.1037/0003-066X.44.1.1" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0003-066X.44.1.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497135&pid=S0874-2049201700020000700071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Suris, J., Michaud, P., &amp; Viner, R. (2004). The adolescent with a chronic condition. Part I: Developmental issues. <i>Archives of Disease in Childhood</i>, <i>89</i>, 938-942. <a href="https://doi.org/10.1136/adc.2003.045369" target="_blank">https://doi.org/10.1136/adc.2003.045369</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497136&pid=S0874-2049201700020000700072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Taddeo, D., Egedy, M., &amp; Frappier, J.-Y. (2008). Adherence to treatment in adolescents. <i>Paediatrics &amp; Child Health</i>, <i>13</i>, 19-24. <a href="https://doi.org/10.1093/pch/13.1.19" target="_blank">https://doi.org/10.1093/pch/13.1.19</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497137&pid=S0874-2049201700020000700073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tillotson, L., &amp; Smith, M. (1996). Locus of control, social support, and adherence to the diabetes regimen. <i>The Diabetes Educator</i>, <i>22</i>, 133-139. <a href="https://doi.org/10.1177/014572179602200206" target="_blank">https://doi.org/10.1177/014572179602200206</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497138&pid=S0874-2049201700020000700074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Trevino, K., Fasciano, K., &amp; Prigerson, H. (2013). Patient-oncologist alliance, psychosocial well-being, and treatment adherence among young adults with advanced cancer. <i>Journal of Clinical Oncology</i>, <i>31</i>, 1683-1689. <a href="https://doi.org/10.1200/JCO.2012.46.7993" target="_blank">https://doi.org/10.1200/JCO.2012.46.7993</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497139&pid=S0874-2049201700020000700075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wall, L. (1992). <i>The relationship between pain locus of control and treatment adherence at long-term follow-up from an interdisciplinary pain center.</i> (Unpublished master&rsquo;s thesis). University of Nebraska Omaha, United States.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wallston, K. (1982). Health locus of control beliefs. <i>Patient Education Newsletter</i>, <i>5</i>, 56-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497141&pid=S0874-2049201700020000700077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Wallston, K. (1992). Hocus-pocus, the focus isn&rsquo;t strictly on locus: Rotter&rsquo;s social learning theory modified for health. <i>Cognitive Therapy and Research</i>, <i>16</i>, 183-199. <a href="https://doi.org/10.1007/BF01173488" target="_blank">https://doi.org/10.1007/BF01173488</a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wallston, K. (2005). The validity of the Multidimensional Health Locus of Control scales. <i>Journal of Health Psychology</i>, <i>10</i>, 623-631. <a href="https://doi.org/10.1177/1359105305055304" target="_blank">https://doi.org/10.1177/1359105305055304</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497144&pid=S0874-2049201700020000700079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wallston, K., Wallston, B., &amp; DeVellis, R. (1978). Development of the multidimensional health locus of control (MHLC) scales. <i>Health Education Monographs</i>, <i>6</i>, 160-170. <a href="https://doi.org/10.1177/109019817800600107" target="_blank">https://doi.org/10.1177/109019817800600107</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497145&pid=S0874-2049201700020000700080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wiebe, J., &amp; Christensen, A. (1996). Patient adherence in chronic illness: Personality and coping in context. <i>Journal of Personality</i>, <i>64</i>, 815-835. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1467-6494.1996.tb00945.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1467-6494.1996.tb00945.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497146&pid=S0874-2049201700020000700081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Williams, A., Manias, E., &amp; Walker, R. (2008). Interventions to improve medication adherence in people with multiple chronic conditions: A systematic review. <i>Journal of Advanced Nursing</i>,<i> 63</i>, 132-143. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1365-2648.2008.04656.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1365-2648.2008.04656.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497147&pid=S0874-2049201700020000700082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">World Health Organization. (2010). <i>ICD-10: International statistical classification of diseases and related health problems</i> (4<sup>th</sup> ed). Geneve, Switzerland: Author.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497148&pid=S0874-2049201700020000700083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">World Medical Association. (2008). <i>World medical association declaration of Helsinki: Ethical principles for medical research involving human subjects</i>. Retirado de: <a href="http://www.wma.net/en/20activities/10ethics/10helsinki/" target="_blank">http://www.wma.net/en/20activities/10ethics/10helsinki/</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497150&pid=S0874-2049201700020000700084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wortman, C., &amp; Dunkel-Schetter, C. (1979). Interpersonal relationships and cancer: A theoretical analysis. <i>Journal of Social Issues</i>, <i>35</i>, 120-155. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1540-4560.1979.tb00792.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1540-4560.1979.tb00792.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497151&pid=S0874-2049201700020000700085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Yeager, K., Dilorio, C., Shafer, P., McCarty, F., Letz, R., Henry, T., &amp; Schomer, D. (2005). The complexity of treatments for persons with epilepsy. <i>Epilepsy &amp; Behavior</i>, <i>7</i>, 679-686. <a href="https://doi.org/10.1016/j.yebeh.2005.07.008" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.yebeh.2005.07.008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497152&pid=S0874-2049201700020000700086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">02/08/2016</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">24/07/2017</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Publicado</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">11/2017</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o do N&uacute;cleo de Estudos e Interven&ccedil;&atilde;o Cognitivo-Comportamental, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra, Rua do Col&eacute;gio Novo, 3000-115 Coimbra, Portugal. E-mail: <a href="mailto:neuzambsilva@gmail.com">neuzambsilva@gmail.com</a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aflakseir]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ZarrinPour]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predicting adherence to diet regimen based on health locus of control: A cross sectional study.]]></article-title>
<source><![CDATA[Irian Journal of Diabetes and Obesity]]></source>
<year>2013</year>
<volume>5</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>71-76</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aguinis]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Statistical power with moderated multiple regression in management research.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Management]]></source>
<year>1995</year>
<volume>21</volume>
<page-range>1141-1158</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aiken]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[West]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Multiple regression: Testing and interpreting interactions]]></source>
<year>1991</year>
<publisher-loc><![CDATA[Thousand Oaks ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aldwin]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Does age affect the stress and coping process? Implications of age differences in perceived control.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of gerontology]]></source>
<year>1991</year>
<volume>46</volume>
<page-range>174-180</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Locus de controlo na saúde: Conceito e validação duma escala em adolescentes com diabetes tipo I]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia, Saúde & Doenças]]></source>
<year>2006</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>221-238</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>American Psychological Association</collab>
<source><![CDATA[Ethical principles of psychologists and code of conduct]]></source>
<year>2010</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wolpert]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A developmental perspective on the challenges of diabetes education and care during the young adult period.]]></article-title>
<source><![CDATA[Patient Education and Counseling]]></source>
<year>2004</year>
<volume>53</volume>
<page-range>347-352</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Transição para a idade adulta: Das condições sociais às implicações psicológicas.]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2010</year>
<volume>2</volume>
<page-range>255-267</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Arnett]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emerging adulthood: A theory of development from the late teens through the twenties.]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>2000</year>
<volume>55</volume>
<page-range>469-480</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Arnett]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emerging adulthood: Understanding the new way of coming of age]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Arnett]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanner]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Emerging adulthood in America: Coming of age in the 21st Century]]></source>
<year>2006</year>
<page-range>3-19</page-range><publisher-loc><![CDATA[Washington ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[American Psychological Association]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barletta]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamentos e crenças em saúde: Contribuições da psicologia para a medicina comportamental.]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Psicologia da IMED]]></source>
<year>2010</year>
<volume>2</volume>
<page-range>307-317</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Berglund]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lytsy]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Westerling]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of locus of control on self-rated health in context of chronic disease: A structural equation modeling approach in a cross sectional study]]></article-title>
<source><![CDATA[BMC Public Health]]></source>
<year>2014</year>
<volume>14</volume>
<page-range>492</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Blanchard-Fields]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Age differences in the relation between controllability and coping]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Gerontology]]></source>
<year>1987</year>
<volume>42</volume>
<page-range>497-501</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bleyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cancer in older adolescents and young adults: epidemiology, diagnosis, treatment, survival, and importance of clinical trials.]]></article-title>
<source><![CDATA[Medical and Pediatric Oncology]]></source>
<year>2002</year>
<volume>38</volume>
<page-range>1-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Blount]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simons]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Devine]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jaaniste]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chambers]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hayutin]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Evidence-based assessment of coping and stress in pediatric psychology.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Pediatric Psychology]]></source>
<year>2007</year>
<volume>33</volume>
<page-range>1021-1045</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Blum]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garrel]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hodgman]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jorissen]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Okinow]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Orr]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Slap]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Transition from child-centered to adult health-care systems for adolescents with chronic conditions. A position paper of the Society for Adolescent Medicine.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></source>
<year>1993</year>
<volume>14</volume>
<page-range>570-576</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brincks]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feaster]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burns]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mitrani]]></surname>
<given-names><![CDATA[U. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of health locus of control on the patient-provider relationship.]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychology, Health & Medicine]]></source>
<year>2010</year>
<volume>15</volume>
<page-range>720-728</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burish]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carey]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stein]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jamison]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lyles]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health locus of control and chronic disease: An external orientation may be advantageous.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Social and Clinical Psychology]]></source>
<year>1984</year>
<volume>2</volume>
<page-range>326-332</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cameron]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Patient compliance: Recognition of factors involved and suggestions for promoting compliance with therapeutic regimens.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Advanced Nursing]]></source>
<year>1996</year>
<volume>24</volume>
<page-range>244-250</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carrijo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coleta]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A influência de variáveis psicossociais na adesão ao tratamento de pacientes diabéticos]]></article-title>
<source><![CDATA[Horizonte Científico]]></source>
<year>2007</year>
<volume>1</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-25</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cherepakho]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health locus of control, risk perception, and health behavior in African Americans]]></source>
<year>2006</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Christensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wiebe]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Benotsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lawton]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perceived health competence, health locus of control, and patient adherence in renal dialysis.]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognitive Therapy and Research]]></source>
<year>1996</year>
<volume>20</volume>
<page-range>411-421</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Delgado]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contributo para a validação concorrente de uma medida de adesão aos tratamentos]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia, Saúde & Doenças]]></source>
<year>2001</year>
<volume>2</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>81-100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dellmann-Jenkins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blankemeyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinkard]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Incorporating the elder caregiving role into the developmental tasks of young adulthood]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Aging & Human Development]]></source>
<year>2001</year>
<volume>52</volume>
<page-range>1-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Erickson]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Identity and the life cycle]]></source>
<year>1980</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Norton]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Evan]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kaufman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cook]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zeltzer]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sexual health and self-esteem in adolescents and young adults with cancer]]></article-title>
<source><![CDATA[Cancer]]></source>
<year>2006</year>
<volume>107</volume>
<page-range>1672-1679</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferris]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mahan]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pediatric chronic kidney disease and the process of health care transition]]></article-title>
<source><![CDATA[Seminars in Nephrology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>29</volume>
<page-range>435-444</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fleming]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psychological perspectives on human developmental]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Folkman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Personal control and stress and coping processes: A theoretical analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality and Social Psychology]]></source>
<year>1984</year>
<volume>46</volume>
<page-range>839-852</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Griva]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Myers]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Newman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Illness perceptions and self-efficacy beliefs in adolescents and young adults with insulin dependent diabetes mellitus.]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychology & Health]]></source>
<year>2000</year>
<volume>15</volume>
<page-range>733-750</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hansen]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Seifeldin]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Noe]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Medication adherence in chronic disease: Issues in posttransplant immunosuppression.]]></article-title>
<source><![CDATA[Transplantation Proceeding]]></source>
<year>2007</year>
<volume>39</volume>
<page-range>1287-1300</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Haynes]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McDonald]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garg]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Helping patients follow prescribed treatment: Clinical applications.]]></article-title>
<source><![CDATA[JAMA: Journal of theAmerican Medical Association]]></source>
<year>2002</year>
<volume>288</volume>
<page-range>2880-2883</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hesselink]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Penninx]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schlösser]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wijnhoven]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van der Windt]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kriegsman]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Eijk]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The role of coping resources and coping style in quality of life of patients with asthma or COPD.]]></article-title>
<source><![CDATA[Quality of Life Research]]></source>
<year>2004</year>
<volume>13</volume>
<page-range>509-518</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hinds]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Quargnenti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bush]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pratt]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fairclough]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rissmiller]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gilchrist]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An evaluation of the impact of a self-care coping intervention on psychological and clinical outcomes in adolescents with newly diagnosed cancer.]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Oncology Nursing]]></source>
<year>2000</year>
<volume>4</volume>
<page-range>6-17</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jamison]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lewis]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burish]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological impact of cancer on adolescents: Self-image, locus of control, perception of illness and knowledge of cancer.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Chronic Diseases]]></source>
<year>1986</year>
<volume>39</volume>
<page-range>609-617</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jose]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[ModGraph-I: A programme to compute cell means for the graphical display of moderational analyses: The internet version]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[New Zealand ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Victoria University of Wellington]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Katz]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yelin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eisner]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blanc]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perceived control of asthma and quality of life among adults with asthma.]]></article-title>
<source><![CDATA[Annals of Allergy, Asthma, & Immunology]]></source>
<year>2002</year>
<volume>89</volume>
<page-range>251-258</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kellerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zeltzer]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ellenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dash]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rigler]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological effects of illness in adolescence I: Anxiety, self-esteem, and perception of control.]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Pediatrics]]></source>
<year>1980</year>
<volume>97</volume>
<page-range>126-131</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kelly]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kratz]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bielski]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rinehart]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Implementing transitions for youth with complex chronic conditions using the medical home model]]></article-title>
<source><![CDATA[Pediatrics]]></source>
<year>2002</year>
<volume>110</volume>
<numero>S3</numero>
<issue>S3</issue>
<page-range>1322-1327</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kondryn]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Edmondson]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hill]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eden]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Treatment non-adherence in teenage and young adult patients with cancer.]]></article-title>
<source><![CDATA[The Lancet Oncology]]></source>
<year>2011</year>
<volume>12</volume>
<page-range>100-108</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kurita]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pimenta]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Adesão ao tratamento da dor crônica e o locus de controle da saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista da Escola de Enfermagem da USP]]></source>
<year>2004</year>
<volume>38</volume>
<page-range>254-261</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kyngäs]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Compliance of adolescents with chronic disease]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical Nursing]]></source>
<year>2000</year>
<volume>9</volume>
<page-range>549-556</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kyngäs]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kroll]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Duffy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Compliance in adolescents with chronic diseases: A review.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></source>
<year>2000</year>
<volume>26</volume>
<page-range>379-388</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lachman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Locus of control in aging research: A case for multidimensional and domain-specific assessment.]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychology and Aging]]></source>
<year>1986</year>
<volume>1</volume>
<page-range>34-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lachman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neupert]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Agrigoroaei]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relevance of control beliefs for health and aging]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Schaie]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Willis]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of the psychology of aging]]></source>
<year>2011</year>
<edition>7th</edition>
<page-range>175-190</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York, NY ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Elsevier]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lao]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The developmental trend of the locus of control.]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Social Psychology Bulletin]]></source>
<year>1974</year>
<volume>1</volume>
<page-range>348-350</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lazarus]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Folkman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Stress, appraisal and coping]]></source>
<year>1984</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova York, NY ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Springer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meneses]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pais-Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pedro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vilhena]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Preditores da adesão à medicação na epilepsia: Estudo longitudinal.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology]]></source>
<year>2014</year>
<volume>20</volume>
<page-range>154-156</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MacKinnon]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luecken]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[How and for whom? Mediation and moderation in health psychology.]]></article-title>
<source><![CDATA[Health Psychology]]></source>
<year>2008</year>
<volume>27</volume>
<page-range>S99-S100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haskard]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DiMatteo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The challenge of patient adherence.]]></article-title>
<source><![CDATA[Therapeutics and Clinical Risk Management]]></source>
<year>2005</year>
<volume>1</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>189-199</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mendonça]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fontaine]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Transição para a idade adulta e adultez emergente: Adaptação do Questionário de Marcadores da Adultez junto de jovens Portugueses]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychologica]]></source>
<year>2009</year>
<volume>51</volume>
<page-range>147-168</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Molassiotis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nahas-Lopez]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chung]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lam]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Li]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lau]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Factors associated with adherence to antiretroviral medication in HIV-infected patients.]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of STD & AIDS]]></source>
<year>2002</year>
<volume>13</volume>
<page-range>301-310</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nelson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Story]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Larson]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neumark-Sztainer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lytle]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emerging adulthood and college-aged youth: An overlooked age for weight-related behavior change.]]></article-title>
<source><![CDATA[Obesity]]></source>
<year>2008</year>
<volume>16</volume>
<page-range>2205-2211</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tapadinhas]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crenças de saúde e locus de control no rastreio do cancro colo-rectal]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Pais-Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meneses]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Atas do 10º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde]]></source>
<year>2014</year>
<page-range>660-671</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pollack]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chastek]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moran]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impact of treatment complexity on adherence and glycemic control: An analysis of oral antidiabetic agents]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical Outcomes Management]]></source>
<year>2010</year>
<volume>17</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>257-265</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reiners]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arruda]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção bibliográfica sobre adesão/não-adesão de pessoas ao tratamento de saúde.]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência & Saúde Coletiva]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<page-range>2299-2306</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ridder]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schreurs]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Developing interventions for chronically ill patients: Is coping a helpful concept]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Psychology Review]]></source>
<year>2001</year>
<volume>21</volume>
<page-range>205-240</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Röder]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Boekaerts]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress, coping, and adjustment in children with a chronic disease: A review of the literature]]></article-title>
<source><![CDATA[Disability and Rehabilitation]]></source>
<year>1999</year>
<volume>21</volume>
<page-range>311-337</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodríguez-Rosero]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferriani]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coleta]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escala de locus de controle da saúde- MHLC: Estudos de validação]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Latino-Americana de Enfermagem]]></source>
<year>2002</year>
<volume>10</volume>
<page-range>179-184</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rotter]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Generalized expectancies for internal versus external control of reinforcement.]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Monographs: General and Applied]]></source>
<year>1966</year>
<volume>80</volume>
<page-range>1-28</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rotter]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Some problems and misconceptions related to the construct of internal versus external control of reinforcement.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Consulting and Clinical Psychology]]></source>
<year>1975</year>
<volume>43</volume>
<page-range>56-67</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rybarczyk]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DeMarco]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DeLaCruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lapidos]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fortner]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A classroom mind/body wellness intervention for older adults with chronic illness: Comparing immediate and 1-year benefits]]></article-title>
<source><![CDATA[Behavioral Medicine]]></source>
<year>2001</year>
<volume>27</volume>
<page-range>15-27</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Samson]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siam]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adapting to major chronic illness: A proposal for a comprehensive task-model approach]]></article-title>
<source><![CDATA[Patient Education and Counseling]]></source>
<year>2008</year>
<volume>70</volume>
<page-range>426-429</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sawicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tiddens]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Managing treatment complexity in cystic fibrosis: Challenges and opportunities]]></article-title>
<source><![CDATA[Pediatric Pulmonology]]></source>
<year>2012</year>
<volume>47</volume>
<page-range>523-533</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sawyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Drew]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yeo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Britto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adolescents with a chronic condition: Challenges living, challenges treating.]]></article-title>
<source><![CDATA[Lancet]]></source>
<year>2007</year>
<volume>369</volume>
<page-range>1481-1489</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B66">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sherbourne]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hays]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ordway]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DiMatteo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kravitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Antecedents of an adherence to medical recommendations: Results from the medical outcomes study.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Behavioral Medicine]]></source>
<year>1992</year>
<volume>15</volume>
<page-range>447-468</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B67">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silver]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Westbrook]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stein]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationship of parental psychological distress to con-sequences of chronic health conditions in children.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Pediatric Psychology]]></source>
<year>1998</year>
<volume>23</volume>
<page-range>5-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B68">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sirey]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bruce]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alexopoulos]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perlick]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Friedman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meyers]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stigma as a barrier to recovery: Perceived stigma and patient-rated severity of illness as predictors of antidepressant drug adherence]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychiatric Services]]></source>
<year>2001</year>
<volume>52</volume>
<page-range>1615-1620</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B69">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Landeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pires]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Coping e adesão ao regime terapêutico]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Enfermagem Referência]]></source>
<year>2011</year>
<volume>3</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>151-160</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B70">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Storer]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cychosz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Wellness behaviors, social identities and health promotion.]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Health Behavior]]></source>
<year>1997</year>
<volume>21</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>260-268</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B71">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Strickland]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Internal/external control expectancies: From contingency to creativity]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>1989</year>
<volume>44</volume>
<page-range>1-12</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B72">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Suris]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Michaud]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Viner]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The adolescent with a chronic condition. Part I: Developmental issues.]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Disease in Childhood]]></source>
<year>2004</year>
<volume>89</volume>
<page-range>938-942</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B73">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taddeo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Egedy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Frappier]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.-Y.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adherence to treatment in adolescents.]]></article-title>
<source><![CDATA[Paediatrics & Child Health]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<page-range>19-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B74">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tillotson]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smith]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Locus of control, social support, and adherence to the diabetes regimen]]></article-title>
<source><![CDATA[The Diabetes Educator]]></source>
<year>1996</year>
<volume>22</volume>
<page-range>133-139</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B75">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Trevino]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fasciano]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Prigerson]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Patient-oncologist alliance, psychosocial well-being, and treatment adherence among young adults with advanced cancer.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical Oncology]]></source>
<year>2013</year>
<volume>31</volume>
<page-range>1683-1689</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B76">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wall]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The relationship between pain locus of control and treatment adherence at long-term follow-up from an interdisciplinary pain center.]]></source>
<year>1992</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B77">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health locus of control beliefs]]></article-title>
<source><![CDATA[Patient Education Newsletter]]></source>
<year>1982</year>
<volume>5</volume>
<page-range>56-57</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B78">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hocus-pocus, the focus isn’t strictly on locus: Rotter’s social learning theory modified for health.]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognitive Therapy and Research]]></source>
<year>1992</year>
<volume>16</volume>
<page-range>183-199</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B79">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The validity of the Multidimensional Health Locus of Control scales]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Health Psychology]]></source>
<year>2005</year>
<volume>10</volume>
<page-range>623-631</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B80">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wallston]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DeVellis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Development of the multidimensional health locus of control (MHLC) scales]]></article-title>
<source><![CDATA[Health Education Monographs]]></source>
<year>1978</year>
<volume>6</volume>
<page-range>160-170</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B81">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wiebe]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Christensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Patient adherence in chronic illness: Personality and coping in context]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Personality]]></source>
<year>1996</year>
<volume>64</volume>
<page-range>815-835</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B82">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Manias]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walker]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interventions to improve medication adherence in people with multiple chronic conditions: A systematic review.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Advanced Nursing]]></source>
<year>2008</year>
<volume>63</volume>
<page-range>132-143</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B83">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[ICD-10: International statistical classification of diseases and related health problems]]></source>
<year>2010</year>
<edition>4th</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Geneve ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Author]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B84">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>World Medical Association</collab>
<source><![CDATA[World medical association declaration of Helsinki: Ethical principles for medical research involving human subjects]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B85">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wortman]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunkel-Schetter]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interpersonal relationships and cancer: A theoretical analysis.]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Social Issues]]></source>
<year>1979</year>
<volume>35</volume>
<page-range>120-155</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B86">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yeager]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dilorio]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shafer]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McCarty]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Letz]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Henry]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schomer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The complexity of treatments for persons with epilepsy.]]></article-title>
<source><![CDATA[Epilepsy & Behavior]]></source>
<year>2005</year>
<volume>7</volume>
<page-range>679-686</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
