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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vinculação aos pais e relação amorosa: Papel mediador dos conflitos interparentais em jovens adultos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The quality of early relationships established with the parents seems to be extremely relevant in the physical and emotional development of young people. The construction and development of secure bases relationships suggest greater willingness to establish relationships outside the family environment, in particular the romantic relationship. However, insecure affective experiences with primary figures of affection are associated with difficulties in external relations. This study aims to analyse the attachment to parents and test its effect on romantic relationship in emerging adults, as well as test the mediating role of interparental conflict in previous association. Were participating 505 individuals, aged between 18 and 25 years old ( M = 20.59; DP = 1.78), that answer to Attachment Questionnaire to Father and Mother (QVPM), Romantic Attachment Questionnaire (QVA), and to Children`s Perception of Interparental Conflict Scale (CPIC). The results point to a positive predictor effect of attachment to parents on romantic attachment. It is observed also that the interparental conflicts have a mediator role in the association between attachment to parents and the romantic attachment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e rela&ccedil;&atilde;o amorosa: Papel mediador dos conflitos interparentais em jovens adultos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Attachment to parents and romantic relationship: Mediational role of interparental conflicts in young adults</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Catarina Pinheiro Mota<sup>1, c</sup>; Carine Martins<sup>2</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro - UTAD, Vila Real Portugal/ Centro de Psicologia da Universidade do Porto, Porto, Portugal</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>2</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro - UTAD, Vila Real, Portugal</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#c0">Autor para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A qualidade das rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas precocemente com os pais mostra-se de extrema relev&acirc;ncia no desenvolvimento emocional e social dos jovens. A constru&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es de bases seguras sugere maior disponibilidade para o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es fora do seio familiar, nomeadamente com o par amoroso, estando as viv&ecirc;ncias afetivas inseguras associadas a dificuldades no estabelecimento e manuten&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es amorosas. O presente estudo teve como objetivo analisar a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e testar o seu efeito na vincula&ccedil;&atilde;o amorosa em adultos emergentes, assim como testar o papel mediador dos conflitos interparentais na associa&ccedil;&atilde;o anterior. Participaram 505 indiv&iacute;duos com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos de idade ( <i>M</i> = 20.59; <i>DP</i> = 1.78), que responderam aos Question&aacute;rios: de Vincula&ccedil;&atilde;o ao Pai e &agrave; M&atilde;e (QVPM), de Vincula&ccedil;&atilde;o Amorosa (QVA), e ao <i>The Children&acute;s Perception of Interparental Conflict Scale</i> (CPIC). Os resultados apontam para um efeito preditor positivo da qualidade de la&ccedil;o emocional aos pais face &agrave; qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso. Verifica-se, ainda, que a perce&ccedil;&atilde;o de conflitos interparentais exerce um papel mediador na associa&ccedil;&atilde;o entre a vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Vincula&ccedil;&atilde;o aos pais; vincula&ccedil;&atilde;o amorosa; conflitos interparentais.</font></p>  <hr size"1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">The quality of early relationships established with the parents seems to be extremely relevant in the physical and emotional development of young people. The construction and development of secure bases relationships suggest greater willingness to establish relationships outside the family environment, in particular the romantic relationship. However, insecure affective experiences with primary figures of affection are associated with difficulties in external relations. This study aims to analyse the attachment to parents and test its effect on romantic relationship in emerging adults, as well as test the mediating role of interparental conflict in previous association. Were participating 505 individuals, aged between 18 and 25 years old ( <i>M</i> = 20.59; <i>DP</i> = 1.78), that answer to <i>Attachment Questionnaire to Father and Mother</i> (QVPM), <i>Romantic Attachment Questionnaire</i> (QVA), and to <i>Children`s Perception of Interparental Conflict Scale</i> (CPIC). The results point to a positive predictor effect of attachment to parents on romantic attachment. It is observed also that the interparental conflicts have a mediator role in the association between attachment to parents and the romantic attachment.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Attachment to parents; attachment to romantic peer; interparental conflict.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2">Descrita originalmente por Bowlby (1969), a vincula&ccedil;&atilde;o traduz a necessidade inata do ser humano para criar e estabelecer la&ccedil;os afetivos de grande intensidade com as figuras cuidadoras, possibilitando o desenvolvimento e crescimento emocional do indiv&iacute;duo. Existe no ser humano um <i>sistema de controlo</i> mediado por comportamentos instintivos. Tais comportamentos de procura de proximidade destinam-se a manter ou atingir a proximidade desejada das figuras significativas de afeto, geralmente os pais, com o objetivo de obter apoio, prote&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a. As experi&ecirc;ncias relacionais com estas figuras v&atilde;o criando uma organiza&ccedil;&atilde;o interna que promove o desenvolvimento de <i>modelos internos din&acirc;micos</i> . Estesmodelos integram mapas cognitivos, sentimentos, cren&ccedil;as, expectativas, basicamente representa&ccedil;&otilde;es que a crian&ccedil;a constr&oacute;i e tem sobre si pr&oacute;pria e o seu comportamento, bem como dos outros e do mundo, e cuja complexifica&ccedil;&atilde;o tende a aumentar ao longo da vida (Bowlby, 1988). Uma caracter&iacute;stica particular &eacute; a capacidade de reorganiza&ccedil;&atilde;o dos modelos e de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas dos novos per&iacute;odos de desenvolvimento e contextos ao longo do ciclo de vida. Os modelos internos din&acirc;micos tornam-se mais positivos sob o ponto de vista da adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; medida que a procura de proximidade da crian&ccedil;a vai sendo correspondida de forma satisfat&oacute;ria pelas figuras cuidadoras prim&aacute;rias, facilitando o desenvolvimento de uma <i>base segura</i> . O estabelecimento destes la&ccedil;os ir&aacute; funcionar como fator protetor face a situa&ccedil;&otilde;es de risco, e como base segura para a cria&ccedil;&atilde;o de uma imagem positiva de si e dos outros, bem como a explora&ccedil;&atilde;o do meio circundante (Ainsworth, 1969; Bowlby, 1969). Deste modo, Bowlby (1969) aponta que a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o, ainda que n&atilde;o de forma determinante, podem servir de modelo para a constru&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es futuras ao longo da vida. Em fun&ccedil;&atilde;o dos cuidados que lhe s&atilde;o transmitidos, poder&aacute; evidenciar uma crescente maturidade emocional e, assim, uma estrutura emocional mais capaz para enfrentar vicissitudes. Todavia, uma crian&ccedil;a com rela&ccedil;&otilde;es inseguras tende a avaliar o mundo como um local perigoso, mediante a representa&ccedil;&atilde;o de si como incapaz para enfrentar as dificuldades, e dos outros como pouco competentes para satisfazer as suas necessidades (e.g. Bretherton, 2000). De acordo com a evid&ecirc;ncia emp&iacute;rica, os padr&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o que se estabelecem durante os primeiros anos de vida podem ser significativos na vulnerabilidade face a adversidades internas e externas ao longo do desenvolvimento (e.g. Feeney, Cassidy, &amp; Ramos-Marcuse, 2008; Zimmermann, 2004). Nesta medida, indiv&iacute;duos que mant&ecirc;m rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis e positivas com as figuras parentais ou outras figuras primordiais de afeto tendem a ser menos vulner&aacute;veis face a situa&ccedil;&otilde;es de risco, quando comparados com aqueles que apresentam dificuldades nas suas rela&ccedil;&otilde;es, nomeadamente falta de afeto, inseguran&ccedil;a e rejei&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na adolesc&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia da adult&iacute;cia a internaliza&ccedil;&atilde;o de novas compet&ecirc;ncias cognitivas abrem a possibilidade de pensar sobre as rela&ccedil;&otilde;es no abstrato &ndash; a reorganiza&ccedil;&atilde;o de modelos de base segura dos pais surge como um dos facilitadores no processo de progressiva diferencia&ccedil;&atilde;o <i>self-</i> outro. A separa&ccedil;&atilde;o sugere um passo relevante no desenvolvimento dos jovens, constituindo-se num preditor do alargamento da rede de apoio emocional. Ela n&atilde;o pressup&otilde;e uma rutura com o contexto emocionalmente significativo da rela&ccedil;&atilde;o parental. Ao contr&aacute;rio, &eacute; no seio de rela&ccedil;&otilde;es onde &eacute; permitido aos jovens que se explorem a si pr&oacute;prios e ao mundo, mesmo que no desacordo, que se mant&eacute;m a base segura, alargando potencialmente o sistema de vincula&ccedil;&atilde;o a figuras alternativas de seguran&ccedil;a (e.g. Rocha, Mota &amp; Matos, 2011). A rela&ccedil;&atilde;o com o par amoroso desempenha para os jovens um ensaio maior para futuras viv&ecirc;ncias rom&acirc;nticas emocionalmente investidas. Ao potenciarem uma maior perce&ccedil;&atilde;o de si e da din&acirc;mica de si com o outro, permitem o desenvolvimento de capacidades de toler&acirc;ncia e respeito pelo espa&ccedil;o vital do outro. O percurso de afastamento/proximidade com cada uma destas figuras representa um cen&aacute;rio de progressiva inser&ccedil;&atilde;o num contexto. A procura de proximidade n&atilde;o &eacute; obrigatoriamente f&iacute;sica, no sentido da inclus&atilde;o do sistema sexual na rela&ccedil;&atilde;o, mas implica uma &acirc;nsia de intimidade partilhada, sobretudo no final da adolesc&ecirc;ncia e in&iacute;cio da emerg&ecirc;ncia da adult&iacute;cia (Meeus, Iedema, Maassen, &amp; Engels, 2005; Mikulincer, Gillath, &amp; Shaver, 2002).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Assim, ao longo do desenvolvimento, jovens que percecionaram confian&ccedil;a e apoio nas figuras significativas de vincula&ccedil;&atilde;o tendem a desenvolver personalidades estruturadas, caracterizadas por uma viv&ecirc;ncia emocional mais est&aacute;vel e confiante para enfrentar o futuro, bem como face ao estabelecimento e qualidade das novas rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas (Mikulincer et al., 2002; Morgan &amp; Shaver, 1999). Contrariamente, os adultos emergentes com estilos de vincula&ccedil;&atilde;o insegura tendem a mostrar-se mais resistentes, defensivos ou retractivos face ao estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es de grande proximidade (Atger, 2004; Castillo, 2007; Feeney et al., 2008; Zimmermann, 2004). Na conce&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios autores, uma vincula&ccedil;&atilde;o segura &agrave;s figuras parentais pode ser preditora do desenvolvimento saud&aacute;vel de rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas na vida adulta, sendo estas rela&ccedil;&otilde;es caracterizadas pela confian&ccedil;a, satisfa&ccedil;&atilde;o, compromisso, interdepend&ecirc;ncia e suporte m&uacute;tuo (e.g., Altin &amp; Terzi, 2010; Beato, 2008; Fraley, 2002; Matos, 2002; Pereira, Ferreira, &amp; Paredes, 2012; Waters &amp; Cummings, 2000). Estudos apontam para uma elevada correspond&ecirc;ncia entre as representa&ccedil;&otilde;es das figuras parentais e a escolhas do par rom&acirc;ntico (e.g. Crowell, Treboux, &amp; Waters, 2002; Treboux, Crowell, &amp; Waters, 2004). Assim, embora as primeiras representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o sejam integradas e sentidas como cogni&ccedil;&otilde;es e cren&ccedil;as baseadas na experi&ecirc;ncia ao longo do tempo (Bretherton, 1985; Waters, Waters, &amp; Crowell, 2000), elas podem ser entendidas como um filtro para a compreens&atilde;o da experi&ecirc;ncia e podem orientar a a&ccedil;&atilde;o noutras rela&ccedil;&otilde;es efetivas ao longo da vida.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De uma forma geral, na adolesc&ecirc;ncia o par amoroso poder&aacute; desempenhar a fun&ccedil;&atilde;o de porto seguro, sendo caracterizado como uma figura afetivamente significativa &agrave; qual se recorre em situa&ccedil;&atilde;o de necessidade, procurando conforto, prote&ccedil;&atilde;o, apoio e al&iacute;vio (Ainsworth, 1991). No entanto, e &agrave; medida que as rela&ccedil;&otilde;es v&atilde;o sendo pautadas por caracter&iacute;sticas como a dura&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo, intensidade e estabilidade podem assumir a fun&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o. Em especial, a partir da jovem adult&iacute;cia a constru&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es mais est&aacute;veis e duradouras na rela&ccedil;&atilde;o com o par amoroso pode proporcionar sentimentos de seguran&ccedil;a, na medida em que promove a explora&ccedil;&atilde;o do mundo e gera um sentimento de compet&ecirc;ncia pessoal (Shaver &amp; Hazan, 1988). Com base nesta premissa, o indiv&iacute;duo ir&aacute; sentir-se mais seguro ao percecionar o seu parceiro como acess&iacute;vel e responsivo, sendo que este poder&aacute; vir a desempenhar um papel de base segura nos momentos de explora&ccedil;&atilde;o do meio e ser&aacute; uma fonte de seguran&ccedil;a e prote&ccedil;&atilde;o em momentos amea&ccedil;adores (Hazan &amp; Shaver, 1990).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Todavia, importa referir que existem alguns fatores pass&iacute;veis de condicionar desenvolvimento da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o com os pais, assim como no desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es amorosas saud&aacute;veis. Entre esses fatores, encontra-se a perce&ccedil;&atilde;o de conflitos interparentais, pass&iacute;veis de influenciar rea&ccedil;&otilde;es e comportamentos posteriores na rela&ccedil;&atilde;o com o parceiro rom&acirc;ntico (Beato, 2008; Garcia, Mar&iacute;n, &amp; Currea, 2006; Moura &amp; Matos, 2008; Moura, Santos, Rocha, &amp; Matos, 2010; Reese-Weber &amp; Kahn, 2005). De ressaltar que os epis&oacute;dios de conflitos interparentais resolvidos de forma construtiva n&atilde;o conferem necessariamente um desajuste emocional aos elementos da fam&iacute;lia. Ao inv&eacute;s disso, conflitos interparentais, com n&iacute;veis de intensidades que n&atilde;o subestimem o bem-estar emocional dos intervenientes, podem inclusive contribuir para um amadurecimento emocional de todos os elementos da fam&iacute;lia, e particularmente dos jovens, j&aacute; que &eacute; promovida a aprendizagem de discuss&otilde;es menos coercivas e agressivas (Cummings, 1998; Grych &amp; Fincham, 1990).De uma forma particular, alguns estudos realizados neste &acirc;mbito, cujo objetivo foi verificar o efeito dos conflitos interparentais nas rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas de jovens adultos, mostraram um impacto negativo do conflito interparental n&atilde;o resolvido na qualidade e manuten&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas (e.g., Cui &amp; Fincham, 2010; Cusimano &amp; Riggs, 2013; Feeney, 2006; Melo &amp; Mota, 2014; Moura &amp; Matos, 2008; Moura et al., 2010). Herzog e Coney (2002) sugerem que os padr&otilde;es destrutivos de comportamentos observados no seio familiar podem ser reproduzidos mais tarde e interferir negativamente no bem-estar emocional do sujeito e do parceiro rom&acirc;ntico, assim como na qualidade dos padr&otilde;es comunicacionais estabelecidos. Beato (2008) refor&ccedil;a esta ideia, salientando que a perce&ccedil;&atilde;o de frequentes e intensos conflitos por parte dos jovens leva a que estes assumam um padr&atilde;o relacional inseguro que, consequentemente, se repercute nas rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas, podendo ocasionar menor confian&ccedil;a no parceiro amoroso. Por outro lado, a literatura tem vindo apontar que as diferentes respostas emocionais e comportamentais dos filhos &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o de conflitos, depende da forma como os pais gerem e resolvem as suas diverg&ecirc;ncias, das estrat&eacute;gias de resolu&ccedil;&atilde;o e dos padr&otilde;es de conflito (e.g., Cummings, Goeke-Morey, &amp; Papp, 2004; Melo &amp; Mota, 2014; Mota &amp; Matos, 2009, 2014). O processo de resolu&ccedil;&atilde;o pode apresentar-secomo algo capaz de facilitar o crescimento emocional dos indiv&iacute;duos. Tomar contacto com a exist&ecirc;ncia de dificuldades no seio parental, que devem ser debatidas e resolvidas no sentido de alcan&ccedil;ar o bem-estar e ajustamento psicol&oacute;gico, pode ser relevante para a aprendizagem acerca de uma forma adaptativa de resolver conflitos em futuras rela&ccedil;&otilde;es (Benetti, 2006; Lindsey, Colwell, Frabutt, &amp; MacKinnon-Lewis, 2006; Mota &amp; Matos, 2011). O estudo realizado por Goeke-Morey, Cummings, e Papp (2007), com o objetivo de analisar as implica&ccedil;&otilde;es dos conflitos interparentais, onde foram comparadas as respostas de 102 m&atilde;es e 163 filhos face &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos, verificou que a perce&ccedil;&atilde;o de uma resolu&ccedil;&atilde;o efetiva dos conflitos interparentais exerce um efeito positivo no ajustamento psicol&oacute;gico dos filhos. Tamb&eacute;m Whitton, Waldinger, Schulz, Allen, e Hauser (2008), com uma amostra de 43 indiv&iacute;duosavaliados na adolesc&ecirc;ncia e posteriormente na idade adulta, constatou que a forma como as figuras parentais resolvem os conflitos tende a replicar-se na maneira como os indiv&iacute;duos resolvem os conflitos na idade adulta. Assim, sugere-se que as estrat&eacute;gias de resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos utilizadas pelas figuras parentais se revelam extremamente significativas para os filhos, na medida em que podem funcionar como guias para a resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos nas suas pr&oacute;prias rela&ccedil;&otilde;es de intimidade. Desta forma, uma vincula&ccedil;&atilde;o segura &agrave;s figuras primordiais pode contribuir para o bem-estar psicol&oacute;gico do indiv&iacute;duo e, simultaneamente, para o desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es posteriores pautadas por seguran&ccedil;a. Experi&ecirc;ncias que ocorrem no sistema familiar, como a presen&ccedil;a de conflitos interparentais n&atilde;o resolvidos, podem assumir-se como fatores de risco para a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es primordiais e, concomitantemente, para o desenvolvimento de novas rela&ccedil;&otilde;es durante o restante processo vivencial.Como tal, torna-se premente aprofundar investiga&ccedil;&otilde;es neste &acirc;mbito, de forma a alcan&ccedil;ar um conhecimento mais vasto e, assim, contribuir para interven&ccedil;&otilde;es mais precoces ao n&iacute;vel do impacto dos conflitos interparentais na vincula&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras primordiais e desenvolvimento de novas rela&ccedil;&otilde;es.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Objetivos e hip&oacute;teses</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo teve como principal objetivo analisar a perce&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o de adultos emergentes &agrave;s suas figuras parentais, e testar o seu efeito na perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso. Pretendeu-se, ainda, testar o efeito mediador dos conflitos interparentais na associa&ccedil;&atilde;o entre a perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e a vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso. Espera-se que a dimens&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade &agrave; m&atilde;e e ao pai se correlacione, positivamente com o evitamento e ambival&ecirc;ncia, e os conflitos interparentais e, negativamente, com a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia. Por outro lado, espera-se que as dimens&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o relativas &agrave; qualidade do la&ccedil;o emocional e ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o, &agrave; m&atilde;e e pai, se correlacionem positivamente com a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa (confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia), e negativamente com a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa (evitamento e ambival&ecirc;ncia) e conflitos interparentais. Aguarda-se, ainda, que a qualidade do la&ccedil;o emocional a ambas as figuras parentais, enquanto vari&aacute;vel positiva da dimens&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, prediga positivamente a vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso, nas dimens&otilde;es de confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia. Por outro lado, espera-se que a qualidade do la&ccedil;o emocional prediga negativamente o evitamento e ambival&ecirc;ncia na perce&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa. Por &uacute;ltimo, espera-se que os conflitos interparentais exer&ccedil;am um papel mediador na associa&ccedil;&atilde;o entre a vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e vincula&ccedil;&atilde;o amorosa.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A amostra foi constitu&iacute;da por 505 sujeitos, 139 do sexo masculino e 366 do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos de idade ( <i>M</i> = 20.59, <i>DP</i> = 1.78). As habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias dos participantes variam entre o 9.&ordm; ano (3.&ordm; ciclo) e o ensino superior (mestrado) ( <i>M</i> = 12.25, <i>DP</i> = .73). Vivem com ambos os pais e irm&atilde;os 455 (89,4%) dos jovens e apenas 12 (2,4%) vivem com o namorado. Relativamente &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es amorosas, 277 (54.4 %) dos participantes mant&ecirc;m atualmente um relacionamento amoroso, em m&eacute;dia, h&aacute; 29 meses ( <i>M</i> = 29.10; <i>DP</i> = 26.39), enquanto 232 (45.6%) n&atilde;o mant&ecirc;m atualmente qualquer relacionamento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Foi utilizado um Question&aacute;rio de Dados Sociodemogr&aacute;ficos, constru&iacute;do no sentido de abordar quest&otilde;es relativas &agrave;s dimens&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas (e.g. idade, sexo, escolaridade, com quem vive, h&aacute; quanto tempo est&aacute; numa rela&ccedil;&atilde;o) dos participantes.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para a avalia&ccedil;&atilde;o da perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, foi utilizado o Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o ao Pai e &agrave; M&atilde;e (QVPM) (Matos &amp; Costa, 2001, vers&atilde;o revista). Trata-se de um question&aacute;rio de autorrelato que tem como objetivo aceder &agrave;s representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o que os adolescentes e jovens adultos t&ecirc;m relativamente a cada uma das figuras parentais. Esta escala &eacute; composta por 30 itens, divididos em torno de uma estrutura de tr&ecirc;s fatores constitu&iacute;dos por dez itens cada: Inibi&ccedil;&atilde;o da Explora&ccedil;&atilde;o e Individualidade(IEI,10 itens) que visa avaliar a perce&ccedil;&atilde;o de restri&ccedil;&otilde;es &agrave; express&atilde;o da individualidade pr&oacute;pria (&ldquo; <i>Os meus pais imp&otilde;em a maneira deles de ver as coisas</i> &rdquo;); Qualidade do La&ccedil;o Emocional(QLE, 10 itens), que pretende avaliar a import&acirc;ncia das figuras parentais enquanto figuras de vincula&ccedil;&atilde;o, percebidas como essenciais e insubstitu&iacute;veis no desenvolvimento do indiv&iacute;duo, a quem este recorrer&aacute; em situa&ccedil;&otilde;es de dificuldade e com as quais se desenvolve um sentido de continuidade relacional (&ldquo; <i>Confio nos meus pais para me apoiarem nos momentos dif&iacute;ceis da minha vida</i> &rdquo;); Ansiedade de Separa&ccedil;&atilde;o <i>(AS,</i> 10 itens) que aponta para uma experi&ecirc;ncia de ansiedade e de medo da separa&ccedil;&atilde;o das figuras de vincula&ccedil;&atilde;o, reveladora de uma rela&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia (&ldquo; <i>S&oacute; consigo enfrentar situa&ccedil;&otilde;es novas se os meus pais estiverem comigo</i> &rdquo;). Os itens est&atilde;o apresentados numa escala do tipo <i>Likert</i> entre 1 (&ldquo;Discordo totalmente&rdquo;) e 6 (&ldquo;Concordo totalmente&rdquo;). A an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna demonstrou valores de <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i> de .81 para o pai e .75 para a m&atilde;e relativamente &agrave; totalidade do instrumento. No que se refere &agrave; consist&ecirc;ncia interna de cada dimens&atilde;o, registaram-se os seguintes valores de <i>alpha Cronbach</i> : IEI = .82 /.84, QLE = .94 /.89, AS = .86 /.83, para o pai e para a m&atilde;e respetivamente. As an&aacute;lises fatoriais confirmat&oacute;rias indicaram bons valores de ajustamento para o modelo tanto para o pai, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (22) = 73.09, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 3.32, <i>p</i> = .001, CFI = .983, SRMR = .038, RMSEA = .068; como para a m&atilde;e: <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (22) = 55.170, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 2.51, <i>p</i> = .001, CFI = .85, SRMR = .032, RMSEA = .054.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para medir a perce&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso foi utilizado o <i>Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o Amorosa</i> (QVA) (vers&atilde;o reduzida de Matos, Barbosa, &amp; Costa, 2001). Esta escala &eacute; constitu&iacute;da por 25 itens, distribu&iacute;dos por quatro dimens&otilde;es: Confian&ccedil;a (6 itens) que procura avaliar a perce&ccedil;&atilde;o do sujeito no que diz respeito &agrave; responsividade e &agrave; sensibilidade do companheiro para satisfazer as necessidades do indiv&iacute;duo, isto &eacute;, em que medida o companheiro &eacute; percebido como fonte de conforto e apoio e constitui uma base segura de incentivo &agrave; explora&ccedil;&atilde;o (&ldquo; <i>O(a) meu namorado(a) respeita os meus sentimentos</i> &rdquo;); Depend&ecirc;ncia(6 itens) que pretende avaliar a necessidade do indiv&iacute;duo em procurar proximidade f&iacute;sica e emocional, assim como a manifesta&ccedil;&atilde;o de ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e o medo de perder o par amoroso (&ldquo; <i>Fico muito nervoso(a) se n&atilde;o consigo encontrar a(o) minha (meu) namorada(o) quando preciso dela (ele)</i> &rdquo;); Evitamento(6 itens) que exprimem o facto de o companheiro ter um papel secund&aacute;rio nas suas necessidades de vincula&ccedil;&atilde;o, dado que o sujeito se centra em si pr&oacute;prio e na sua compet&ecirc;ncia para solucionar problemas (&ldquo; <i>Sei que sou capaz de resolver as coisas sozinho(a)</i> &rdquo;) Ambival&ecirc;ncia (7 itens) demonstram a inseguran&ccedil;a do indiv&iacute;duo, expressando irritabilidade perante situa&ccedil;&otilde;es inesperadas, e a d&uacute;vida do indiv&iacute;duo relativamente ao seu papel enquanto figura amorosa assim como a d&uacute;vida relativamente &agrave;s emo&ccedil;&otilde;es sentidas face ao companheiro (&ldquo; <i>Gostava de ser a pessoa mais importante para ela (ele) mas n&atilde;o estou certo(a) de que assim seja</i> &rdquo;). Os itens est&atilde;o apresentados numa escala do tipo <i>Likert</i> de seis pontos, que varia entre 1 (&ldquo;Discordo totalmente&rdquo;) e 6 (&ldquo;Concordo&rdquo;). A an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna demonstrou valor de <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i> de .47 relativamente &agrave; totalidade do instrumento. Todavia, no presente estudo as dimens&otilde;es do instrumento foram usadas separadamente, pelo que no que se refere &agrave; consist&ecirc;ncia interna de cada dimens&atilde;o registaram-se valores de <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i> de .90 para a Confian&ccedil;a, .82 para a Depend&ecirc;ncia, .71 para o Evitamento e .78 para a Ambival&ecirc;ncia. A an&aacute;lise confirmat&oacute;ria apresentou valores ajustados para o modelo, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (45) = 149.209, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 3.31, <i>p</i> = .001, com CFI = .97, RMR = .04, RMSEA = .07.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para avaliar a vari&aacute;vel conflitos interparentais foi utilizado o <i>Children&rsquo;s perception of interparental conflict scale</i> (CPIC). Desenvolvido por Grych, Seid e Fincham (1992) e adaptado para uma popula&ccedil;&atilde;o de adolescentes e jovens adultos da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Moura, Santos, e Matos (2006), este instrumento tem como objetivo avaliar a perce&ccedil;&atilde;o que os adolescentes e jovens adultos t&ecirc;m relativamente &agrave; exist&ecirc;ncia de conflitos entre as figuras parentais. Esta escala &eacute; constitu&iacute;da por 48 itens, divididos por tr&ecirc;s dimens&otilde;es: Propriedades dos Conflitos interparentais; Culpa; e Amea&ccedil;a. Na presente investiga&ccedil;&atilde;o, foi utilizada apenas a dimens&atilde;o Propriedades dos Conflitos Interparentais, que pretende avaliar a perce&ccedil;&atilde;o do jovem no que respeita &agrave; forma destrutiva dos conflitos interparentais. Esta dimens&atilde;o engloba as escalas Frequ&ecirc;ncia (6 itens), que coloca quest&otilde;es do tipo: &ldquo; <i>Eu vejo frequentemente os meus pais a discutirem</i> &rdquo;, Intensidade(7 itens) que apresenta quest&otilde;es como: &rdquo; <i>Quando os meus pais t&ecirc;m uma discuss&atilde;o gritam muito um com o outro</i> &rdquo; e Resolu&ccedil;&atilde;o(6 itens) que procura avaliar em que medida o jovem perceciona os conflitos interparentais como n&atilde;o resolvidos: &ldquo; <i>Mesmo quando terminam uma discuss&atilde;o os meus pais continuam zangados</i> &rdquo; A resposta aos itens &eacute; efetuada numa escala tipo <i>Likert</i> entre 1 ( <i>&ldquo;Discordo Totalmente&rdquo;</i> ) e 6 ( <i>&ldquo;Concordo Totalmente&rdquo;</i> ). De ressaltar que os itens 1, 2, 12, 18, 26, 27, 35 e 38 s&atilde;o invertidos. A an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna demonstrou valor de <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i> de .93 relativamente &agrave; totalidade do instrumento. No que respeita &agrave; consist&ecirc;ncia interna de cada dimens&atilde;o, registaram-se valores de <i>alpha</i> de <i>cronbach</i> de .79 para Frequ&ecirc;ncia, .89 para a Resolu&ccedil;&atilde;o e .84 para a Intensidade. As an&aacute;lises fatoriais confirmat&oacute;rias apresentaram &iacute;ndices de ajustamento adequados, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (20) = 92.074, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 4.60, <i>p</i> = .001, CFI = .98, SRMR = .03, RMSEA = .08.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Procedimento</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A recolha de dados foi realizada num momento &uacute;nico de forma transversal com jovens da Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD), de acordo com um m&eacute;todo de recolha probabil&iacute;stico de forma aleat&oacute;ria simples, acrescendo elementos na popula&ccedil;&atilde;o em geral da regi&atilde;o norte do pa&iacute;s, considerando apenas o enquadramento na faixa et&aacute;ria em estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O protocolo foi previamente submetido ao Conselho de &Eacute;tica da UTAD, tendo obtido um parecer positivo. Foi realizada uma reuni&atilde;o com os diretores de cada departamento no &acirc;mbito das v&aacute;rias escolas da UTAD, a quem foram solicitadas as devidas autoriza&ccedil;&otilde;es e clarificados diversos aspetos referentes ao estudo como a sua pertin&ecirc;ncia, estrutura e objetivos. Durante o preenchimento, a investigadora respons&aacute;vel encontrou-se presente de modo a esclarecer os objetivos gerais do estudo. Foi solicitado o consentimento dos participantes e dadas as instru&ccedil;&otilde;es de preenchimento, sendo esclarecidas as d&uacute;vidas que os participantes apresentassem. Foram garantidos os pressupostos de voluntariedade, privacidade, anonimato e confidencialidade das informa&ccedil;&otilde;es prestadas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O tratamento dos dados foi realizado com o programa estat&iacute;stico SPSS &ndash; <i>Statistical Package for Social Sciences</i> &ndash;, na sua vers&atilde;o 20.0 para o sistema <i>Windows</i> . Foram identificados e exclu&iacute;dos <i>missings values (acima de 10% de n&atilde;o respostas), e  outliers</i> procedendo-se ao c&aacute;lculo da dist&acirc;ncia de <i>Mahalanobis,</i> optando-se por eliminar os indiv&iacute;duos que se desviavam significativamente da m&eacute;dia geral de respostas (Field, 2005). Seguidamente, de forma a testar a estrutura original dos instrumentos utilizados, assim como os seus modelos te&oacute;ricos propostos, procedeu-se &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o das An&aacute;lises Confirmat&oacute;rias de 1.&ordf; ordem, atrav&eacute;s do programa estat&iacute;stico <i>EQS</i> 6 - <i>Structural Equations Program.</i> De salientar que tamb&eacute;m foi calculado o valor do <i>Alpha de Cronbach</i> para a an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia interna dos fatores. Para verificar se os dados da amostra seguiam os pressupostos de normalidade, procedeu-se &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o do teste de <i>Kolmogorov-Smirnov</i> , bem como de gr&aacute;ficos de Histogramas, <i>Q-Q Plots, Scatterplots</i> e <i>Boxplots,</i> uma vez que os mesmos fornecem informa&ccedil;&atilde;o acerca da distribui&ccedil;&atilde;o dos dados (Maroco, 2007). Foram tamb&eacute;m analisados os valores de <i>skeweness</i> (assimetria) e <i>kurtosis</i> (achatamento), assumindo-se a normalidade sempre que os valores se encontrassem compreendidos no intervalo da sua unidade (-1 e 1) (Maroco, 2007). Os valores calculados confirmaram que a amostra em estudo cumpria os crit&eacute;rios de normalidade procedendo-se, desta forma, a an&aacute;lises estat&iacute;sticas mediante testes param&eacute;tricos. No sentido de responder aos objetivos delineados para esta investiga&ccedil;&atilde;o, foi realizado um conjunto de an&aacute;lises estat&iacute;sticas, nomeadamente an&aacute;lises correlacionais. Testou-se, ainda, a presen&ccedil;a de um efeito mediador da vari&aacute;vel conflitos interparentais na associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis qualidade do la&ccedil;o emocional aos pais e vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, atrav&eacute;s do <i>Teste de Sobel</i> (Baron &amp; Kenny, 1986).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise descritiva das vari&aacute;veis em estudo permite observar que para a perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, as vari&aacute;veis inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade para pai e m&atilde;e apresentam n&iacute;veis m&eacute;dios. Por outro lado, em ambas as figuras parentais verificam-se n&iacute;veis elevados de qualidade do la&ccedil;o emocional e n&iacute;veis m&eacute;dios altos de ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o. Verificam-se ainda, relativamente &agrave; perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, elevados n&iacute;veis de confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia, e n&iacute;veis m&eacute;dios baixos de evitamento e ambival&ecirc;ncia. No que concerne aos n&iacute;veis de conflito, verificam-se na presente amostra n&iacute;veis m&eacute;dios de frequ&ecirc;ncia, intensidade e resolu&ccedil;&atilde;o (negativa) (<a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a01t1.jpg">Tabela 1</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Efeito da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais na vincula&ccedil;&atilde;o amorosa: papel mediador dos conflitos interparentais</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De modo a analisar o papel mediador dos conflitos interparentais, foram tidas em considera&ccedil;&atilde;o as rela&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis, nomeadamente, da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o ao pai e &agrave; m&atilde;e como preditoras quer da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa (confian&ccedil;a, depend&ecirc;ncia, evitamento e ambival&ecirc;ncia) quer dos conflitos interparentais (frequ&ecirc;ncia, resolu&ccedil;&atilde;o e intensidade). Da escala da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o ao pai e &agrave; m&atilde;e, foi utilizada apenas a dimens&atilde;o qualidade do la&ccedil;o emocional enquanto dimens&atilde;o positiva da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o que melhor se adequa aos objetivos do estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Assim, a an&aacute;lise de equa&ccedil;&otilde;es estruturais permitiu observar um efeito inicial positivo da qualidade de la&ccedil;o emocional ao pai no desenvolvimento de confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> =.24) e negativo no desenvolvimento de evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.56). De igual modo, foi poss&iacute;vel verificar que a qualidade de la&ccedil;o emocional ao pai denota uma predi&ccedil;&atilde;o negativa nos conflitos interparentais ( <i>&beta;</i> = -.28), assim como se verificou um efeito negativo dos conflitos interparentais no desenvolvimento de confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.28) e positivo no desenvolvimento de evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = .91).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No modelo final, ap&oacute;s introduzida a vari&aacute;vel mediadora dos conflitos interparentais, atestou-se que o efeito inicial direto da qualidade de la&ccedil;o emocional ao pai sobre a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = .24) diminuiu ( <i>&beta;</i> = .15), observando-se uma media&ccedil;&atilde;o parcial (Sobel test <i>z</i> = 1.59, <i>SE</i> = .03 <i>p</i> &lt; .001, <i>&beta;</i> = .047). Por outro lado, os resultados mostram que o efeito inicial direto da qualidade do la&ccedil;o emocional sobre o evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.56) perdeu signific&acirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.07), verificando-se deste modo uma media&ccedil;&atilde;o total dos conflitos interparentais (Sobel test <i>z</i> = -14.25, <i>SE</i> = .01, <i>p</i> &lt; .001 <i>&beta;</i> = -.131). No que concerne aos &iacute;ndices de ajustamento, estes encontram-se adequados <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (24) = 125.5, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 5.22, <i>p</i> = .001, CFI = .96; SRMR = .04; RMSEA= .09.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a01f1.jpg">Figura 1</a>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &agrave; figura materna, a testagem do modelo verificou que inicialmente a vari&aacute;vel qualidade do la&ccedil;o emocional &agrave; m&atilde;e assumiu um efeito positivo sobre a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = .35) e negativo sobre o evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.18). Constatou-se ainda que a qualidade de la&ccedil;o emocional &agrave; m&atilde;eprediz negativamente os conflitos interparentais ( <i>&beta;</i> = -.28), assim como se observou um efeito negativo dos conflitos interparentais na confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.15) e positivo no evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = .19). Quando se introduziu a vari&aacute;vel mediadora dos conflitos interparentais na equa&ccedil;&atilde;o final, atestou-se que o efeito direto inicial da qualidade do la&ccedil;o emocional &agrave; m&atilde;e sobre a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = .35) diminui ( <i>&beta;</i> = .22), denotando-se uma media&ccedil;&atilde;o parcial (Sobel test z = 1.54 SE = .02, <i>p</i> = .001 <i>&beta;</i> = .029).</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a01f2.jpg">Figura 2</a>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, o efeito direto inicial sobre o evitamento e ambival&ecirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.18) perde signific&acirc;ncia ( <i>&beta;</i> = -.13), apontando para uma media&ccedil;&atilde;o total dos conflitos interparentais ( <i>Sobel test z</i> = -5.625 SE = .007, <i>p =</i> .001, <i>&beta;  =</i> -.065). Os &iacute;ndices de ajustamento encontram-se adequados <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> (25)= 120.42, <i>&chi;</i><sup> <i>2</i></sup> <i>/gl</i> = 4.81, <i>p</i> = .001, CFI = .97, SRMR = .05, RMSEA = .08.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a01t2.jpg">Tabela 2</a>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es seguras com as figuras parentais sugere ser preditor de maior disponibilidade para o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis por parte dos jovens emergentes com o seu par amoroso (Mikulincer et al., 2002; Morgan &amp; Shaver, 1999). O presente estudo teve como principal objetivo analisar as associa&ccedil;&otilde;es entre da perce&ccedil;&atilde;o da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais sobre a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso em jovens adultos, assim como testar o papel mediador dos conflitos interparentais na associa&ccedil;&atilde;o anterior.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os resultados observados sugerem que a inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade se associa positivamente com o evitamento, ambival&ecirc;ncia e depend&ecirc;ncia e negativamente com a confian&ccedil;a. Por sua vez, a qualidade do la&ccedil;o emocional associa-se de forma positiva com a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia e de forma negativa com o evitamento e ambival&ecirc;ncia. Evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas demonstram que uma vincula&ccedil;&atilde;o segura &agrave;s figuras significativas &eacute; preditora do desenvolvimento saud&aacute;vel de rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas na vida adulta, sendo estas rela&ccedil;&otilde;es caracterizadas pela confian&ccedil;a, satisfa&ccedil;&atilde;o, interdepend&ecirc;ncia e suporte m&uacute;tuo. Por&eacute;m, quando as rela&ccedil;&otilde;es com as figuras primordiais s&atilde;o tidas como pouco apoiantes, os sujeitos tendem a estabelecer rela&ccedil;&otilde;es mais inst&aacute;veis e ambivalentes com o par rom&acirc;ntico (e.g. Beato, 2008; Fraley, 2002; Melo &amp; Mota, 2014; Meier, Carr, Currier, &amp; Neimeyer, 2013; Pereira et al., 2012; Waters &amp; Cummings, 2000). Os resultados do estudo de Altin e Terzi (2010) corroboram esta ideia ao referir que indiv&iacute;duos com uma vincula&ccedil;&atilde;o segura &agrave;s figuras primordiais tendem a desenvolver rela&ccedil;&otilde;es amorosas de maior seguran&ccedil;a, enquanto que os mais inseguros tendem a ser mais dependentes, estabelecendo relacionamentos com baixos n&iacute;veis de confian&ccedil;a, satisfa&ccedil;&atilde;o e compromisso.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Neste estudo, indiv&iacute;duos que percecionam conflitos interparentais n&atilde;o resolvidos denotam uma maior inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade a ambas as figuras parentais e, concomitantemente, apresentam menor qualidade de la&ccedil;o emocional aos pais. Denotam, ainda, maior ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o relativamente &agrave; figura paterna <b>.</b> Neste sentido, e de acordo com os resultados, sugere-se que a exist&ecirc;ncia de um ambiente familiar caracterizado por rela&ccedil;&otilde;es conflituosas entre o casal pode afetar a rela&ccedil;&atilde;o entre pais e filhos, comprometendo a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o, quest&atilde;o que assume particular relev&acirc;ncia face &agrave; figura paterna. Mota e Matos (2014) referem num estudo realizado com 584 adultos emergentes que as rela&ccedil;&otilde;es com os pais pautadas pela satisfa&ccedil;&atilde;o, intimidade e afeto se associam negativamente com o desenvolvimento de conflitos interparentais e ao aumento de auto-estima e diminui&ccedil;&atilde;o de sintomatologia depressiva. Correia e Mota (2016) sugerem o papel do ambiente familiar com coes&atilde;o, expressividade entre os membros e menores n&iacute;veis de conflito, no desenvolvimento positivo das rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas em 432 adultos emergentes. De acordo com a literatura, o conflito destrutivo prejudica a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o pais-filhos, uma vez que aumenta o n&uacute;mero de intera&ccedil;&otilde;es negativas e diminui o envolvimento e disponibilidade emocional dos pais (Buchanan, &amp; Waizenhofer, 2001; Grych et al., 1992; Moura et al., 2010). Deste modo, o conflito parental parece ser um aspeto importante nas rela&ccedil;&otilde;es familiares, uma vez que se manifesta como uma vari&aacute;vel capaz de comprometer o estabelecimento de um v&iacute;nculo seguro aos pais (Mota &amp; Matos, 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por &uacute;ltimo, e de acordo com os objetivos propostos, os resultados apontam ainda para o papel preditor da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa nos jovens, tendo-se observado, tal como esperado, uma predi&ccedil;&atilde;o positiva sobre a confian&ccedil;a e depend&ecirc;ncia, e negativa sobre o evitamento e ambival&ecirc;ncia. Estes resultados s&atilde;o consistentes com a perspetiva de Bowlby (1969), que salienta que a exist&ecirc;ncia de um v&iacute;nculo caracterizado por amor e apoio com as figuras primordiais de afeto potencia a co-constru&ccedil;&atilde;o de modelos internos din&acirc;micos positivos de si e dos demais. Evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas apontam que uma vincula&ccedil;&atilde;o segura &agrave;s figuras significativas &eacute; preditora do desenvolvimento saud&aacute;vel de rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas na vida adulta, sendo estas rela&ccedil;&otilde;es caracterizadas pela confian&ccedil;a, satisfa&ccedil;&atilde;o, interdepend&ecirc;ncia e suporte m&uacute;tuo. Por outro lado, quando as rela&ccedil;&otilde;es com as figuras primordiais s&atilde;o tidas como pouco apoiantes, os sujeitos tendem a estabelecer rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o inseguras com o par rom&acirc;ntico, pautadas por baixos n&iacute;veis de confian&ccedil;a, satisfa&ccedil;&atilde;o e compromisso (e.g. Altin &amp; Terzi, 2010; Beato, 2008; Fraley, 2002; Machado, 2007; Pereira et al., 2012; Waters &amp; Cummings, 2000). Deste modo, os resultados v&atilde;o ao encontro da ideia original de Bowlby (1988), pelo que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o que se desenvolve entre pais e filhos mostra-se significativa, no sentido em que permite criar bases seguras que potenciem maior satisfa&ccedil;&atilde;o e estabilidade nas rela&ccedil;&otilde;es futuras, nomeadamente de cariz rom&acirc;ntico.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ainda nesta an&aacute;lise, destaca-se o papel dos conflitos interparentais enquanto vari&aacute;vel mediadora na associa&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e vincula&ccedil;&atilde;o amorosa. Neste sentido, os conflitos interparentais apresentaram um efeito mediador na medida em que a qualidade do la&ccedil;o emocional aos pais parece partilhar o seu efeito preditor na qualidade da rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica com os conflitos interparentais. Tal como seria esperado, verificou-se que a vincula&ccedil;&atilde;o com os pais se associa negativamente com conflitos interparentais n&atilde;o resolvidos com elevada intensidade e frequ&ecirc;ncia, o que por sua vez se associa a uma liga&ccedil;&atilde;o com o par amoroso mais pautada por ambival&ecirc;ncia e evitamento, e menos confian&ccedil;a. Nesta medida, apesar da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais assumir um papel significativo na qualidade da rela&ccedil;&atilde;o amorosa, os conflitos interparentais podem constituir um precipitante de maiores dificuldades na qualidade da rela&ccedil;&atilde;o amorosa dos jovens (Melo &amp; Mota, 2014). V&aacute;rios estudos realizados neste &acirc;mbito, com o objetivo de verificar o efeito da vari&aacute;vel conflitos interparentais nas rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas de jovens adultos, atestaram um impacto negativo do conflito interparental na qualidade e manuten&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas (e.g., Cui &amp; Fincham, 2010; Cusimano &amp; Riggs, 2013; Dinero, Conger, Shaver, Widaman, &amp; Larsen-Rife, 2008; Feeney, 2006). Do acordo com Herzog e Coney (2002), os padr&otilde;es destrutivos de comportamentos observados no seio familiar, como os conflitos interparentais, podem ser reproduzidos com figuras significativas de afeto fora do seio familiar, amea&ccedil;ando o bem-estar emocional do par rom&acirc;ntico, bem como a qualidade dos padr&otilde;es comunicacionais estabelecidos entre ambos. Beato (2008) refor&ccedil;a esta ideia, salientando que a perce&ccedil;&atilde;o de frequentes e intensos conflitos interparentais leva a que estes assumam um padr&atilde;o relacional inseguro, que consequentemente se repercute nas rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas, podendo ocasionar menor confian&ccedil;a no parceiro amoroso.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas e limita&ccedil;&otilde;es</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo assume um contributo positivo na compreens&atilde;o da import&acirc;ncia da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais no desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es amorosas satisfat&oacute;rias, e o impacto que as viv&ecirc;ncias de conflitos interparentais acarretam. Neste sentido, o estudo vem ao encontro de um conjunto de evid&ecirc;ncias j&aacute; existentes e que sublinham a necessidade de promover o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis entre os pais e ascrian&ccedil;as, no sentido de contribuir para a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es na vida adulta. Nesta medida, seria oportuno desenvolver programas de interven&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o precoces por forma a minimizar as consequ&ecirc;ncias negativas advindas dos conflitos interparentais, assim como desenvolver estrat&eacute;gias de <i>coping</i> para lidar com as adversidades e prevenir o desenvolvimento de sintomatologia psicopatol&oacute;gica associada.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Acrescem-se ao presente estudo algumas limita&ccedil;&otilde;es, nomeadamente, o recurso a instrumentos de autorrelato pass&iacute;veis de enviesamentos, e o facto da investiga&ccedil;&atilde;o ser de cariz transversal, n&atilde;o possibilitando analisar a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados ao longo do tempo, nem o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es de causalidade. Ainda neste contexto, salientam-se algumas caracter&iacute;sticas intr&iacute;nsecas da amostra, especificamente o facto de ser maioritariamente composta por estudantes universit&aacute;rios.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em termos de recomenda&ccedil;&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o futuras, seria importante contemplar outras vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas como a configura&ccedil;&atilde;o familiar, vari&aacute;veis relacionais como a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o aos irm&atilde;os e aos pares (testando o seu efeito protetor) e ainda a inclus&atilde;o de outras vari&aacute;veis psicossociais e desenvolvimentais (compet&ecirc;ncias sociais, resili&ecirc;ncia, <i>coping</i> , entre outros). Poderia ainda propor-se a inclus&atilde;o de uma an&aacute;lise multinformante (por parte dos jovens e dos pais). Seria igualmente relevante optar por um estudo de car&aacute;ter longitudinal, incluir an&aacute;lises qualitativas como entrevistas semiestruturadas com os participantes e contemplar uma faixa et&aacute;ria mais abrangente.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ainsworth, M. (1969). Object relations, dependency, and attachment: Theoretical review of the infant-mother relationship. <i>Child Development, 40</i> , 969-1026.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497848&pid=S0874-2049201800010000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ainsworth, M. (1991). Attachments and other affectional bonds across the life cycle. In C.M. Parkes, J. Hinde-Stevenson &amp; P. Marris. (Ed), <i>Attachment across the life cycle</i> (32-49). London- Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497850&pid=S0874-2049201800010000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Altin, M., &amp; Terzi, S. (2010). How does attachment styles relate to intimate relationship to aggravate the depressive symptoms? <i>Procedia Social and Behavioral Sciences</i> , 2, 1008-1015. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.sbspro.2010.03.142" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.sbspro.2010.03.142</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497852&pid=S0874-2049201800010000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Atger, F. (2004). Vincula&ccedil;&atilde;o e adolesc&ecirc;ncia. In N. Guedeney &amp; A. Guedeney (Ed), <i>Vincula&ccedil;&atilde;o: Conceitos e aplica&ccedil;&otilde;es</i> (pp.147-153). Lisboa: Climepsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497853&pid=S0874-2049201800010000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Baron, M., &amp; Kenny, A. (1986). The moderator-mediator variable distinction in social psychological research: Conceptual, strategic and statistical considerations. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 51,</i> 1173-1182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497855&pid=S0874-2049201800010000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Beato, A. (2008). <i>&ldquo;Adolescer&rdquo; entre rela&ccedil;&otilde;es. Parentalidade, amizade e amorosidade: Que contributos na transi&ccedil;&atilde;o para a idade adulta?</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado n&atilde;opublicada). Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade deLisboa.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Benetti, S. (2006). Conflito conjugal: Impacto no desenvolvimento psicol&oacute;gico da crian&ccedil;a e do adolescente. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 19</i> (2), 261-268.<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722006000200012" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722006000200012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497858&pid=S0874-2049201800010000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bowlby, J. (1969). <i>Attachment and loss</i> . <i>Vol.1: Attachment.</i> New York: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497859&pid=S0874-2049201800010000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bowlby, J. (1988). <i>A secure base: Parent-child attachment and healthy human development.</i> London: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497861&pid=S0874-2049201800010000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Bretherton, I. (1985). Attachment theory: Retrospect and prospect. In I. Bretherton &amp; E. Waters (Eds.), Growing points of attachment theory and research. <i>Monographs of the Society for Research in Child Development, 50</i> (1&ndash;2, Serial No. 209), 3&ndash;35.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bretherton, I. (2000). The origins of attachment theory: John Bowlby and Mary Ainsworth. In Goldberg, S., Muir, R., &amp; Herr, J.; <i>Attachment theory: social, developmental, and clinical perspectives.</i> London: The Analitic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497864&pid=S0874-2049201800010000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Buchanan, C. M., &amp; Waizenhofer, R. (2001). The impact of interparental conflict on adolescent children: Considerations of family systems and family structure. En A. Booth, A. C. Crouter &amp; M. Clements (Eds.), <i>Couples in conflict</i> (pp. 149-160). Mahwah, NJ: Erlbaum.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Castillo, M. (2007). Los padres y los hijos: Variables de riesgo. <i>Educaci&oacute;n y Educadores</i> , <i>10</i> (1), 27-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497867&pid=S0874-2049201800010000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Correia, F., &amp; Mota, C.P. (2016). Ambiente familiar e qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa: papel mediador da individua&ccedil;&atilde;o em jovens adultos. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i> , <i>34</i> (1), 15-29. <a href="https://doi.org/10.14417/ap.1018" target="_blank">https://doi.org/10.14417/ap.1018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497869&pid=S0874-2049201800010000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Crowell, J. A., Treboux, D., &amp; Waters, E. (2002). Stability of attachment representations: The transition to marriage. <i>Developmental Psychology, 38,</i> 467&ndash;479.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Cui, M., &amp; Fincham, D. (2010). The differential effects of parental divorce and marital conflict on young adult romantic relationships. <i>Personal Relationships , 17</i>, 331&ndash;343.<a href="https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2010.01279.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2010.01279.x</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Cummings, E. M. (1998). Children exposed to marital conflict and violence: Conceptual and theoretical directions. In G. Holden, B. Geffner &amp; E. Jouriles (Eds.), <i>Children exposed to marital violence: Theory, research, and applied issues (pp. 21-53).</i> Washington, DC: American Psychological Association.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cummings, E.M., Goeck-Morey, M.C., &amp; Papp, L.M. (2004). Everyday marital conflict and child aggression. <i>Journal of Abnormal Child Psychology</i> , <i>32</i> (2), 191-202. <a href="https://doi.org/10.1023/B:JACP.0000019770.13216.be" target="_blank">https://doi.org/10.1023/B:JACP.0000019770.13216.be</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497873&pid=S0874-2049201800010000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cusimano, A., &amp; Riggs, S. (2013). Perceptions of interparental conflict, romantic attachment, and psychological distress in college students. <i>Couple and Family Psychology: Research and Practice</i> , <i>2</i> (1), 45-59. <a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0031657" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0031657</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497874&pid=S0874-2049201800010000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dinero, R., Conger, R., Shaver, P., Widaman, K., &amp; Larsen-Rife, D. (2008). Influence of family of origin and adult romantic partners on romantic attachment security. <i>Journal of Family Psychology</i> , <i>22</i> (3), 622-632. <a href="https://doi.org/10.1037/a0012506" target="_blank">https://doi.org/10.1037/a0012506</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497875&pid=S0874-2049201800010000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Feeney, C., Cassidy, J., &amp; Ramos-Marcuse, F. (2008). The generalization of attachment representations to new social situations: predicting behavior during initial interactions with strangers. <i>Jornal of Personality and Social Psychology,  95</i> (6), 1481-98. <a href="https://doi.org/10.1037/a0012635" target="_blank">https://doi.org/10.1037/a0012635</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497876&pid=S0874-2049201800010000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Feeney, J. (2006). Parental attachment and conflict behavior: Implications for offspring's attachment, loneliness, and relationship satisfaction. <i>Personal Relationships</i> , <i>13</i> (1), 19-36. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2006.00102.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2006.00102.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497877&pid=S0874-2049201800010000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Field, A. (2005). <i>Discovering statistics using SPSS.</i> London: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497878&pid=S0874-2049201800010000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fraley, R. (2002). Attachment stability from infancy to adulthood: Meta-analysis and dynamic modeling of developmental mechanisms. <i>Personality and Social  Psychology Review</i> , <i>6</i> (2), 123-151.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497880&pid=S0874-2049201800010000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Garc&iacute;a, V., Mar&iacute;n, I., &amp; Currea, F. (2006). Relaciones maritales, relaciones paternas y su influencia en el ajuste psicol&oacute;gico de los hijos. <i>Acta Colombiana de  Psicologia</i> , <i>9</i> (2), 115-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497882&pid=S0874-2049201800010000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goeke-Morey, M., Cummings, E., &amp; Papp, L. (2007). Children and marital conflict resolution: Implications for emotional security and adjustment. <i>Journal of Family  Psychology</i> , <i>21</i> (4), 744-753.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497884&pid=S0874-2049201800010000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Grych, J. H., &amp; Fincham, F. D. (1990). Marital conflict and children&acute;s adjustment: A cognitive-contextual framework. <i>Psychological Bulletin</i> , <i>108</i> , 267-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497886&pid=S0874-2049201800010000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Grych, J. H., Seid, M., &amp; Fincham, F. D. (1992). Assessing marital conflict from the child&rsquo;s perspective: The children&rsquo;s perception of interparental conflict scale. <i>Child Development, 63</i> (3), 558-572.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Hazan, C., &amp; Shaver, P. R. (1990). Love and work: an attachment-based theoretical perspective. <i>Journal of Personality and Social Psychology</i> , <i>52</i> , 511&ndash;524.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Herzog, M., &amp; Cooney, T. (2002). Parental divorce and perceptions of past interparental conflict: Influences on the communication of young adults. <i>Journal  of Divorce &amp; Remarriage</i> , <i>36</i> (34), 89-109. <a href="https://doi.org/10.1300/J087v36n03_06" target="_blank">https://doi.org/10.1300/J087v36n03_06</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497890&pid=S0874-2049201800010000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lindsey, W., Colwell, J., Frabutt, M., &amp; MacKinnon-Lewis, C. (2006). Family conflict in divorced and non-divorced families: Potential consequences for boy&acute;s friedship status and friendship quality. <i>Journal of Social and Personal Relationships</i> , <i>23</i> , 45-63. <a href="https://doi.org/10.1177/0265407506060177" target="_blank">https://doi.org/10.1177/0265407506060177</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497891&pid=S0874-2049201800010000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Machado, S. (2007). Padr&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais em adolescentes e jovens adultos e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade. <i>Revista Portuguesa de Pedagogia</i> , <i>41</i> (2), 5-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497892&pid=S0874-2049201800010000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Maroco, J. (2007). <i>An&aacute;lise estat&iacute;stica com utiliza&ccedil;&atilde;o do SPSS.</i> Lisboa: S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497894&pid=S0874-2049201800010000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Matos, M. (2002). <i>(Des)continuidades na vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e ao par amoroso em adolescentes.</i> (Tese de Doutoramento): Faculdade de Psicologia, Instituto de Consulta Psicol&oacute;gica, Forma&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento, Universidade do Porto.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Matos, M., &amp; Costa, E. (2006). Vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e ao par rom&acirc;ntico em adolescentes. <i>Psicologia</i> , <i>20</i> (1), 97-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497897&pid=S0874-2049201800010000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Matos, P., Barbosa, S., &amp; Costa, M. (2001). Avalia&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa em adolescentes e jovens adultos: Constru&ccedil;&atilde;o de um instrumento e estudos de valida&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Iberoamericana de Diagn&oacute;stico y Evaluaci&oacute;n Psicol&oacute;gica, 11</i> (1), 93-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497899&pid=S0874-2049201800010000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Matos, P., &amp; Costa, M. (2001). <i>Question&aacute;rio de vincula&ccedil;&atilde;o ao pai e &agrave; m&atilde;e</i> . Manuscrito n&atilde;o publicado. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Melo, O., &amp; Mota, C. (2014). Interparental conflicts and the development of psychopathology in adolescents and young adults. <i>Paid&eacute;ia, 24</i> (59),283-293.<a href="http://dx.doi.org/10.1590/1982-43272459201402" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1982-43272459201402</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497902&pid=S0874-2049201800010000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meier, M., Carr, R., Currie, M., &amp; Neimeyer, A. (2013). Attachment anxiety and avoidance in coping with bereavement: Two studies. <i>Journal of Social and Clinical Psychology, 32</i> (3), 315-334. <a href="https://doi.org/10.1521/jscp.2013.32.3.315" target="_blank">https://doi.org/10.1521/jscp.2013.32.3.315</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497903&pid=S0874-2049201800010000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meeus, W., Iedema, J., Maassen, G., &amp; Engels, R. (2005). Separation-individuation revisited: On the interplay of parent-adolescent relations, identity and emotional adjustment in adolescence. <i>Journal of Adolescence, 28</i> , 89-106. <a href="https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.07.003" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.07.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497904&pid=S0874-2049201800010000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Michael, K., &amp; Ben-Zur, H. (2007). Risk-taking among adolescents: association with social and affective factors. <i>Journal of Adolescence</i> , <i>30</i> , 17-31. <a href="https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.03.009" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.03.009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497905&pid=S0874-2049201800010000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mikulincer, M., Gillath, O., &amp; Shaver, P. R. (2002). Activation of the attachment system in adulthood: threat-related primes increase the accessibility of mental representations of attachment figures. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 83</i> , 881-895. <a href="https://doi.org/10.1037/0022-3514.83.4.881" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0022-3514.83.4.881</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497906&pid=S0874-2049201800010000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Monteiro, L., Ver&iacute;ssimo, M., Vaughn, E., Santos, J., &amp; Fernandes, M. (2008). An&aacute;lise do fen&oacute;meno de base segura em contexto familiar: As rela&ccedil;&otilde;es crian&ccedil;a/m&atilde;e e crian&ccedil;a/pai. <i>Psicologia, 22</i> (1), 104-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497907&pid=S0874-2049201800010000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C., &amp; Matos, P. (2009). Clinical implications of interparental conflict: Intervention with adolescents from different family contexts.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497909&pid=S0874-2049201800010000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Comunica&ccedil;&atilde;o apresentada no <i>40th Society for Psychotherapy Research (SPR) International Meeting</i> . Santiago do Chile, Chile.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C., &amp; Matos, P. (2011). Adolesc&ecirc;ncia e conflitos parentais: Uma perspectiva de resili&ecirc;ncia. In P.M. Matos <b>,</b> C <b>.</b> Duarte, &amp; M.E. Costa (Coords.). <i>Fam&iacute;lias: Quest&otilde;es de desenvolvimento e interven&ccedil;&atilde;o</i> (p.125-251). Porto: LivPsic <i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497911&pid=S0874-2049201800010000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. &amp; Matos, P. (2014). Relaci&oacute;n parental, autoestima ysintomatolog&iacute;a depresiva en j&oacute;venesadultos. Implicaciones de los conflictosinterparentales, coalici&oacute;n y triangulaci&oacute;n. <i>Universitas Psychologica, 13</i> (3), 907-922. <a href="http://dx.doi.org/10.11144/Javeriana.UPSY13-3.rpas" target="_blank">http://dx.doi.org/10.11144/Javeriana.UPSY13-3.rpas</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497913&pid=S0874-2049201800010000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moura, O., &amp; Matos, P. (2008).Vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, div&oacute;rcio e conflito interparental em adolescentes. <i>Psicologia</i> , <i>22</i> (1), 127-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497914&pid=S0874-2049201800010000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moura, O., Santos, R., &amp; Matos, M. (2006). <i>Children`s perception of interparental conflict scale: An&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria com adolescentes e jovens adultos</i> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497916&pid=S0874-2049201800010000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> XI Confer&ecirc;ncia Internacional &ndash; Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Formas e contextos &ndash; 5, 6 e 7 de Outubro, Universidade do Minho.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Moura, O., Santos, R. A., Rocha, M., &amp; Matos, P. M. (2010). Children&rsquo;s Perception of Interparental Conflict Scale (CPIC): Factor structure and invariance across adolescents and emerging adults. <i>International Journal of Testing, 10</i> (4) <i>,</i> 364-382. <a href="http://dx.doi.org/10.1080/15305058.2010.487964" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/15305058.2010.487964</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Morgan, M., &amp; Shaver, R. (1999). Attachment processes and commitment to romantic relationships. In J. M. Adams &amp; H. Jones (Eds.), handbook of interpersonal commitment and relationship stability (pp. 109-124). New York: Kluwer Academic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497919&pid=S0874-2049201800010000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pereira, M., Ferreira, G., &amp; Paredes, A. (2012). Apego aos pais, rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas, estilo de vida, sa&uacute;de f&iacute;sica e mental em universit&aacute;rios. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i> , <i>26</i> (4), 762-771.<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722013000400017" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722013000400017</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497921&pid=S0874-2049201800010000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Reese-Weber, M., &amp; Kahn, H. (2005). Familial predictors of sibling and romantic-partner conflict resolution: comparing late adolescents from intact and divorced families. <i>Journal of Adolescence</i> , <i>28</i> (4), 479-493. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.09.004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.09.004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497922&pid=S0874-2049201800010000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rocha, M., Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2011). Vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e liga&ccedil;&atilde;o aos pares na adolesc&ecirc;ncia: O papel mediador da auto-estima. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 2</i> , 185-200. <a href="http://dx.doi.org/10.14417/ap.47" target="_blank">http://dx.doi.org/10.14417/ap.47</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497923&pid=S0874-2049201800010000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Shaver, P. R., &amp; Hazan, C. (1988). A biased overview of the study of love. <i>Journal of Social and Personal Relationships,  5,</i> 473-510.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497924&pid=S0874-2049201800010000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Treboux, D., Crowell, J., &amp; Waters, E. (2004). When &ldquo;new&rdquo; meets &ldquo;old&rdquo;: Configurations of adult attachment representations and their implications for marital functioning. <i>Developmental Psychology</i> , <i>40</i> , 295-314. <a href="http://dx.doi.org/10.1037/0012-1649.40.2.295" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/0012-1649.40.2.295</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Waters, E., &amp; Cummings, E. (2000). A secure base from which to explore close relationships. <i>Child Development</i> , <i>71</i> , 1-13. <a href="http://dx.doi.org/10.1111/1467-8624.00130" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1111/1467-8624.00130</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497927&pid=S0874-2049201800010000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Waters, H., Waters, E., &amp; Crowell, J. (2000). <i>The attachment narratives studies.</i> Unpublished manuscript, State University of New York at Stony Brook.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497928&pid=S0874-2049201800010000100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Whitton, W., Waldinger, R., Schulz, M., Allen, J., &amp; Hauser, S. (2008). Prospective associations from  family-of-origin interactions to adult marital interactions and relationship adjustment. <i>Journal of Family Psychology</i> , <i>22</i> (2),  274-286. <a href="https://doi.org/10.1037/0893-3200.22.2.274" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0893-3200.22.2.274</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497930&pid=S0874-2049201800010000100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Zimmermann, P. (2004). Attachment representations and characteristics of friendship relations during adolescence. <i>Journal of Experimental Child Psychology</i> , <i>88</i> , 83-101.<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jecp.2004.02.002" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jecp.2004.02.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=497932&pid=S0874-2049201800010000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">10/08/2016</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">02/10/2017</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Publicado</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">05/2018</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Financiado por</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; parcialmente suportada pela FCT atrav&eacute;s do projeto PEst-C/PSI/UI0050/2011 e o FEDER com fundos do programa COMPETE sob o projeto FCOMP-01-0124-FEDER-022714.</font></p>       <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></font></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Catarina Pinheiro Mota, Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia da UTAD, Quinta de Prados, 5000-801, Vila Real. E-mail: <a href="mailto:catppmota@utad.pt">catppmota@utad.pt</a>       ]]></body><back>
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